6 erros comuns de planejamento de carreira que você deve evitar

 

Fazer um bom planejamento de carreira é primordial para proporcionar crescimento na área em que o profissional escolhe atuar. Afinal, decisões tomadas com base estratégica podem significar um futuro promissor em muitas empresas. No entanto, determinadas falhas e até omissões podem minar essa trajetória, deixando a carreira estagnada.

A verdade é que, seja por falta de conhecimento ou de maturidade, bem como por excesso de ansiedade, não é nada difícil cometer erros que afastem oportunidades de desenvolvimento. Melhor fugir desse cenário nada promissor, concorda? Confira a seguir 6 equívocos bastante comuns de um planejamento de carreira e saiba como evitá-los!

1. Falta de objetivos e metas

Uma trajetória profissional de sucesso não acontece do dia para a noite. Normalmente, nomes que despontam em determinada área tiveram que passar por um longo processo de evolução até chegarem a postos de destaque. Então pode anotar aí: esperar um êxito instantâneo tende a ser o caminho mais curto para a frustração!

Em vez de esperar as chances caírem do céu, o profissional deve sondar oportunidades e, ao mesmo tempo, preparar-se para conquistá-las. Para trilhar o caminho certo rumo ao sucesso na carreira, é preciso estabelecer objetivos claros, de modo a saber exatamente aonde se quer chegar. Mas atenção: o ideal é definir metas realistas, que sirvam como marcos entre um estágio e outro da ascensão profissional.

Acha muito difícil traçar objetivos e metas? Pois que tal aplicar a matriz SWOT à sua trajetória profissional? Ao identificar os próprios pontos fortes e fracos, além das oportunidades e das ameaças do mercado de trabalho, é possível fazer um diagnóstico preciso não só da sua própria vida, mas também do contexto em que está inserido. Com isso, pode definir estratégias personalizadas para a conquista dos objetivos propostos.

2. Falta de visão de futuro

Muitas vezes, o profissional até tem uma ideia vaga do que gostaria de ser, mas nem sempre consegue efetivamente se enxergar no posto almejado. Nesse caso, a não existência de uma visão de futuro pode contaminar o planejamento de carreira e, consequentemente, levar esse profissional ao insucesso.

É simples: ao focar apenas no presente e não ter metas de curto, médio e longo prazos, fica fácil perder oportunidades valiosas para o crescimento no mercado de trabalho. Assim, quem enxerga um emprego razoável apenas como um fim para custear despesas e não como um meio para edificar um futuro de sucesso, pode se acostumar à situação e perder o ânimo para buscar degraus mais altos na carreira.

Em certo sentido, a visão de futuro pode ser uma maneira eficiente de automotivação. Afinal, ao vislumbrar a posição almejada, a mente do profissional também se esforça para concretizar o que até então só existe no pensamento. Você por acaso já ouviu dizer que colocar uma foto de determinado desejo como plano de fundo do computador já é suficiente para mantê-lo estimulado a conquistar esse anseio? Vale a tentativa, não concorda?

3. Falta de abrangência na perspectiva

Antigamente, decisões ligadas à profissão eram capazes de impactar vidas inteiras. Hoje em dia, porém, já é comum que as pessoas façam mais de uma escolha profissional ao longo de suas carreiras. De toda forma, qualquer opção envolve esforço, tempo e investimento. Por isso, errar em uma decisão não só traz consequências financeiras como também psicológicas, comportamentais e sociais.

Para não ter que lidar com frustrações mais tarde, é importante, portanto, que as escolhas relacionadas ao planejamento de carreira não sejam baseadas somente em aspectos pessoais — como uma aptidão natural para determinada área. Escolher como profissão algo de que goste pode ser um sinal de independência na juventude, mas pode significar uma vida com limitações na fase adulta.

Com isso em mente, é preciso levar em conta também o contexto do mercado de trabalho, bem como as perspectivas para a área escolhida, a questão salarial e, claro, os anseios pessoais e profissionais. Acredite: esse pode ser um roteiro bem eficiente na hora de você fazer suas opções de carreira.

4. Falta de especialização

Foi-se o tempo em que uma graduação representava diferenciação no mercado de trabalho. Atualmente, o ensino superior é praticamente requisito mínimo para muitos cargos. Logo, quem quer alçar voos mais altos na carreira deve buscar se especializar para ter chances reais de assumir postos de destaque nas companhias.

Na economia, a impressão de dinheiro por um país deve ter lastro em algum tipo de garantia — como o crescimento do Produto Interno Produto. Já na carreira de uma pessoa, a ascensão tem que estar fundamentada no aperfeiçoamento profissional. Afinal, imaginar-se em uma posição notória no mundo corporativo sem antes criar as condições necessárias para chegar a tal posto é mero exercício de ficção.

5. Falta de execução completa

Muitas pessoas até estabelecem objetivos e metas, mas nem sempre acompanham a execução do seu próprio planejamento de carreira. Por isso, deixam de conquistar o que inicialmente desejavam. Não tem mistério: se você não cumpre as etapas do que programou, fica bem mais difícil (ou até totalmente inviável) chegar aos resultados almejados.

Na prática, mesmo que nem todos os fatores de um planejamento de carreira estejam sob o controle do profissional, é essencial se preparar para as oportunidades e buscar constantemente identificar alternativas que concretizem os próprios objetivos.

O networking, por exemplo, pode ser uma ótima maneira de garimpar chances que geralmente não são divulgadas para o público em geral. Nesse caso, porém, precisamos salientar que tais relacionamentos devem ser cultivados no longo prazo para que a atitude do profissional não seja vista como oportunista, consequentemente afastando as oportunidades.

6. Falta de apoio profissional

Querer chegar sozinho aonde você nunca esteve nem sempre dá certo. Sabendo disso, em vez de tomar atitudes unilaterais, pode ser muito útil consultar profissionais que já tenham certa vivência na área escolhida ou, ainda, contar com o apoio de especialistas em gestão de carreira — como coaches e headhunters.

Ao conhecer histórias de sucesso, técnicas e conhecimentos usados por quem chegou ao topo, você consegue enxergar um caminho já testado e aprovado. Alguém especializado em gestão de pessoas pode demonstrar para um recém-graduado a necessidade de não se queimar etapas no planejamento de carreira, por exemplo.

Ao contrário, quando o profissional nutre a perspectiva de que terá uma subida meteórica, pode facilmente se decepcionar ao perceber que muitas empresas possuem planos de carreira bem definidos, com níveis hierárquicos que vão muito além de cargos júnior, pleno e sênior.

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