7 hábitos que podem atrapalhar seu crescimento profissional

Crescer: esse é o objetivo de praticamente todo profissional que ingressa no mundo corporativo ou que monta o próprio negócio. Há, no entanto, uma série de fatores que pode impedir que uma carreira decole.

Nesse pacote estão incluídos aspectos externos, como a saúde financeira da empresa ou o contexto econômico, que podem significar barreiras para a ascensão profissional. Mas também é preciso levar em conta muitas questões internas, como formas de pensar e de agir, que podem contribuir para a estagnação ou até para a regressão na carreira. Então o que fazer?

Comece conferindo, a seguir, 7 hábitos que comprometem o crescimento profissional. Afinal de contas, conhecendo essas atitudes prejudiciais fica muito mais fácil pensar em maneiras de evitá-las. Vamos lá?

1. Procrastinação

O contínuo ato de adiar decisões (sejam elas pessoais ou profissionais) tem grande poder para minar uma carreira. Deixar escolhas, estudos e tarefas para depois não só prejudica o desempenho do indivíduo na empresa como também afasta oportunidades de promoção na carreira.

Para não cair na tentação de empurrar tudo com a barriga, o profissional deve traçar objetivos e metas claros, além de eleger prioridades. A partir daí, ele precisa seguir à risca o que foi planejado, a fim de criar as condições necessárias para sua ascensão na carreira.

Uma boa maneira de se forçar a não desviar do caminho traçado é mantendo um controle rígido das atividades propostas. Que tal elaborar uma checklist? Lembrando que esse monitoramento pode levar em conta metas de curtíssimo, curto, médio e longo prazos.

2. Autossabotagem

Pode até parecer estranho, mas é verdade: algumas pessoas são capazes de destruir as próprias chances de ascensão na carreira. Seja por falta de maturidade, por medo de errar, por não saber ouvir críticas ou por querer fugir de responsabilidades, muita gente prefere se manter no cargo atual em vez de subir na hierarquia de uma empresa. Vale ressaltar que, na maioria das situações, a autossabotagem acontece de forma inconsciente.

O grande problema desse tipo de postura é que existem oportunidades praticamente únicas em uma trajetória profissional, que dificilmente voltarão a aparecer. Isso sem contar que um cargo estável no presente pode simplesmente ser extinto no futuro, sem que a pessoa tenha tempo suficiente para fazer uma transição saudável.

Nesse sentido, é importante que o profissional faça uma análise de suas próprias atitudes, bem como das causas de tais comportamentos. O objetivo é avaliar suas ações para entender se tem se comportado de modo a comprometer o próprio crescimento profissional.

3. Resistência

Não tem como negar: a economia e a sociedade passaram por profundas transformações nas últimas décadas. No que se refere ao mundo corporativo, a tendência é de que o ritmo de mudanças mantenha a rapidez. Diante desse cenário, a necessidade de atualização é constante, a fim de se manter em sintonia com as melhores práticas do mercado.

Nesse contexto, se o profissional fica fechado em si mesmo e não tem humildade suficiente para se reciclar, corre sérios riscos de ser descartado. Por outro lado, quando o indivíduo age de modo proativo para buscar qualificação profissional, não só mantém a empregabilidade como também cria as bases necessárias para subir na carreira.

4. Negatividade

Em algumas situações, o profissional até tem uma formação satisfatória para alçar voos maiores no mercado de trabalho, mas esbarra em modelos mentais negativos que o impedem de crescer. Sentimentos de culpa, baixa autoestima, incapacidade e falta de liderança podem criar enormes barreiras para o desenvolvimento profissional. Em certa medida, é como se o profissional estivesse preso em uma sala, com a fechadura da porta destravada, mas sem ter noção disso.

Muitas vezes, essa negatividade funciona como crença limitadora ou como ilusão que assume um papel de verdade absoluta. Diante desses entraves, é comum os profissionais acreditarem que são incapazes de assumir determinados postos, embora, na verdade, só estejam mentalmente bloqueados.

Uma maneira de reverter esse quadro é reestruturando o chamado mindset — também conhecido como configuração da mente ou atitude mental. O objetivo deve ser combater as ideias destrutivas e fortalecer os pensamentos criativos e motivadores. Essa mudança mental pode ser feita, por exemplo, com a ajuda de psicólogos, terapeutas, coaches, entre outros especialistas.

5. Reatividade

O profissional porco-espinho tende a repelir os colegas. Como consequência, deixa escapar oportunidades valiosas de crescimento na carreira. Se o indivíduo é muito reativo nos relacionamentos, não sabendo ouvir críticas, sempre querendo ter a razão e não conseguindo apreciar parcerias, por exemplo, afasta seus semelhantes e é visto como alguém despreparado para ocupar cargos mais altos.

Para fugir desse tipo de postura tóxica, o profissional deve buscar desenvolver sua inteligência emocional. Mudando sua atitude no trabalho, a conquista da confiança dos colegas e superiores passa a ser uma possibilidade.

6. Falta de comunicação

Quem não se comunica nem expressa desejos e intenções corre o risco de ficar para sempre no mesmo cargo. Ao contrário, quem quer crescer profissionalmente precisa investir no marketing pessoal para enaltecer as próprias qualidades — desde que de forma sutil, sem parecer pedante. Valorizar seu currículo em uma rede social como o LinkedIn, por exemplo, é uma boa maneira de divulgar a si mesmo para o mercado de trabalho.

Além disso, a realização de networking contribui de modo significativo para a abertura de oportunidades. E isso pode ser feito em instituições de ensino, na empresa onde trabalha, em eventos corporativos, entre outras diversas possibilidades. Ao se mostrar proativo nessas ocasiões, o profissional demonstra que está disposto a encarar novos desafios.

7. Desatenção

A informação de qualidade é um ativo importantíssimo para o mundo atual. Nesse cenário, quem seleciona informações de qualidade e as transforma em conhecimento tende a se diferenciar no mercado. Contudo, quem se distrai facilmente nas tarefas do dia a dia perde produtividade e foco.

Se enxergarmos uma grande vitória como o resultado da soma de pequenas conquistas diárias, fica fácil perceber que a falta de concentração e de disciplina no cotidiano atrapalha bastante o alcance de um objetivo de carreira. Por isso, é preciso ter atenção especial aos detalhes da profissão, tendo a excelência como marca do próprio trabalho. É possível, dessa forma, abrir possibilidades de crescimento profissional.

E então, pronto para mudar e alavancar seu crescimento profissional? O que acha de começar agora, ajudando seus colegas? Compartilhe este post em suas redes sociais!

 

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