8 dicas para planejar seus gastos pessoais com educação

Você provavelmente já ouviu alguém dizer que educação é investimento, certo? Em outras palavras, podemos dizer que a educação é um gasto agregado a um retorno. Logicamente, se o retorno é maior que o gasto, o investimento vale a pena. Mas como garantir essa relação positiva entre custo e benefício? Pois um dos pontos principais é fazer um planejamento adequado dos seus gastos com educação.

No post de hoje, trazemos 8 dicas essenciais para ajudá-lo nessa missão. Não perca mais um segundo (ou centavo) sequer: confira já!

1. Pense em seus objetivos

A primeira dica pode ser colocada em prática neste exato momento: pense nos seus objetivos profissionais. Tente responder à seguinte pergunta: quais cursos me ajudariam a concretizar meu plano de desenvolvimento pessoal?

Para quem gosta de estudar e aprender, é fácil se sentir tentado a buscar cursos aleatoriamente, apenas porque você tem um interesse pessoal pelo assunto ou porque tem medo de ficar muito tempo longe das cadeiras da universidade. Mas é preciso tomar cuidado com essa armadilha!

Se você dispõe de recursos limitados para direcionar à educação, deve investir naqueles cursos que realmente farão alguma diferença em sua carreira. Isso vai ajudar a definir, por exemplo, se você deve escolher um MBA, um mestrado ou uma especialização.

2. Calcule o retorno para sua carreira

Outro ponto importante é identificar quais cursos vão gerar um retorno financeiro superior ao investimento que demandam. Suponha que você vai gastar mil reais por mês em um MBA e sabe que esse diploma pode ajudá-lo a conseguir um aumento de 1,2 mil reais sobre seu salário atual. Nesse caso, existe uma relação positiva entre gasto e retorno.

Só não vale fazer esse cálculo com base em meras especulações, ok? Em vez disso, o ideal é conversar com seu superior no trabalho ou mesmo com o setor de RH para entender melhor quais são as particularidades do seu plano de carreira nesse sentido.

Um ponto importante a ressaltar aqui é que o retorno provavelmente não será imediato, acontecendo aos poucos. Portanto, por mais que o curso não proporcione um aumento de 30% no seu salário de uma vez, mesmo assim pode valer a pena caso traga um aumento menor, mas consistente ao longo de toda a sua carreira.

3. Descubra o orçamento disponível

Quanto dinheiro você pode investir em sua educação neste momento? Tenha em mente que, na maioria dos casos, um curso de nível superior ou uma pós-graduação é um compromisso de médio a longo prazo. Por isso, talvez você precise adiar planos de viagem ou abrir mão de gastos mais supérfluos por um tempo.

Por outro lado, leve em consideração que a educação é um daqueles casos em que vale a pena desembolsar um pouco mais. Assim, na hora de escolher um curso de especialização, busque a melhor instituição! Uma escola conhecida por sua excelência pode até ser mais cara, mas, ao mesmo tempo, tem o potencial de abrir portas na sua vida profissional.

4. Analise as formas de pagamento

Atualmente, a maioria das instituições de ensino conta com opções flexíveis para o pagamento de cursos. Isso sem falar nos financiamentos oferecidos por bancos ou até mesmo pelo próprio governo.

Se você está preocupado com o impacto da mensalidade sobre seu orçamento, avalie a possibilidade de estender as parcelas. Já no caso oposto, se você tiver mais recursos à disposição, verifique com a escola se é possível optar por um plano com menos parcelas para quitar a dívida mais rapidamente.

E não se esqueça de, se por acaso for uma possibilidade, avaliar a alternativa do pagamento à vista. Afinal, em muitos casos, essa opção pode representar um bom desconto no valor total do curso.

5. Forme uma reserva

Lembre-se de que a vida continua enquanto você está estudando. Imagine ter que lidar com uma batida de carro ou com um cano estourado em casa, imprevistos que demandam dinheiro imediatamente. Se seu orçamento já estiver completamente comprometido, você pode ter que escolher entre resolver a emergência ou pagar a mensalidade do curso.

Para evitar esse tipo de situação, é importante economizar para formar uma reserva. Essa será sua garantia de estabilidade financeira. Assim é que você conseguirá lidar com gastos de última hora sem ter que atrasar as parcelas da universidade.

6. Adiante o pagamento

Outra boa sugestão é aproveitar aqueles momentos em que sobra um pouco de dinheiro para adiantar o pagamento de algumas parcelas do seu curso — como ao receber seu 13º salário, seu adicional de férias ou uma participação nos lucros. Dessa maneira, você garante que não vai ficar em dívida em um mês mais apertado.

Além disso, adiantar parcelas também é uma maneira de finalizar seu compromisso financeiro mais cedo, liberando logo seu orçamento pessoal para outros gastos. Quem sabe você anima até a fazer um novo curso!

7. Economize em outros aspectos

É fato: você já vai investir bastante na mensalidade de uma universidade ou escola de negócios. Uma boa dica é tentar economizar em livros, no transporte e até na alimentação durante esse período.

Assim, em vez de comprar livros físicos, opte por versões digitais, que são mais acessíveis. Outra alternativa é vender livros de um semestre anterior para comprar os do novo semestre. Em relação ao transporte, tente organizar um esquema de rodízio de carona com colegas. Quanto à alimentação, você pode aderir à tendência da marmita, que é mais barata e também mais saudável.

8. Imagine o pior cenário

Considerando que você depende do seu salário para pagar o curso, pense: o que poderia acontecer de pior? A resposta provavelmente é uma só: perder o emprego. É por isso que, antes de se comprometer com uma segunda graduação ou pós-graduação, você deve traçar um plano para lidar com esse tipo de situação.

Não se preocupe, pois, com um bom planejamento, é mais que possível levar os estudos adiante mesmo quando você se encontra repentinamente desempregado utilizando, por exemplo, uma reserva financeira. Além disso, você sabia, por exemplo, que existem planos de seguro que garantem a cobertura de algumas mensalidades em caso de demissão? Esta seria outra opção para um cenário difícil.

E então, o que você achou das nossas dicas para planejar seus gastos com educação? Está pronto para colocá-las em prática? Se quiser receber outras sugestões, aproveite e assine nossa newsletter!

 

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