Conheça os 11 melhores CEOs do Brasil e se espelhe neles

Você vive buscando inspiração em figuras públicas pelo mundo afora, a fim de se espelhar nelas e, quem sabe, seguir seus passos rumo ao sucesso? Pois saiba que definitivamente não está sozinho nessa procura! O detalhe é que a maioria dos brasileiros costuma procurar essa motivação em figuras internacionais, sem sequer se darem conta de que nosso país é berço de profissionais excepcionais.

Pense por um minuto: quantos CEOs brasileiros você consegue enumerar? Que tal acrescentar nomes de peso à sua lista? Separamos aqui os 11 maiores CEOs do Brasil e as principais lições que podem ser aprendidas com eles! Curioso? Então confira!

Quem são os maiores CEOs do Brasil?

1. Bernardo Pinto Paiva

Bernardo Pinto Paiva é carioca, formado em Engenharia e com um MBA executivo. Fez carreira na Ambev, onde começou a trabalhar como trainee em 1991. Foi crescendo aos poucos dentro da empresa, até chegar ao cargo de CEO, em janeiro de 2015.

Sob sua gestão, a empresa obteve um aumento de mais de 8% em sua lucratividade e também no faturamento. E um dos principais fatores responsável por proporcionar todo esse sucesso é a longevidade da sua trajetória. Afinal, foi com o passar do tempo que Bernardo conseguiu compreender melhor a Ambev, chegando ao ponto de desenvolver uma visão sistêmica da empresa que lhe permitiu tomar decisões de forma mais efetiva.

2. Claudio Bergamo

Desde 2007, Claudio Bergamo é CEO da Hypermarcas, sendo que, entre os anos de 2011 e 2012, conseguiu levar a empresa a um aumento de quase 57% no lucro e cerca de 10% no faturamento. Indo além dos bons resultados, Claudio também demonstra versatilidade como gestor.

Na estratégia da empresa, já implementou 3 fases muito diferentes: um período de expansão, um período de reorganização e um período de crescimento orgânico. Mantém-se a par de todos os negócios da companhia, que atua em segmentos extremamente distintos — que vão de adoçante a remédios antigripais.

3. Paula Bellizia

A CEO Paula Bellizia comanda a maior filial da Microsoft na América Latina. Sob sua gestão, a empresa está investindo cada vez mais na computação em nuvem e na criação de estratégias de empoderamento para mulheres e jovens carentes. Entre as principais iniciativas lideradas por ela estão a campanha Eu posso programar para meninas, que ensina programação para mulheres de todo o país, e a Jornada Empreendedora, conjunto de ações que se propõe a criar oportunidades empreendedoras para os jovens desde o ensino básico.

Em seu histórico profissional, Paula acumula ainda um cargo de gerente de vendas no Facebook e um cargo de gerente regional na Apple. Toda essa experiência garantiu expertise e confiança do mercado. Mas o que realmente é marca da sua gestão é o pensamento fora da caixa. Uma de suas propostas é adotar o conceito de growth mindset, em que compartilha com os colaboradores a ideia de que é possível aprender diariamente.

4. Cledorvino Beline

Cledorvino Belini não só integra o conselho executivo mundial da Fiat Chrysler Automobiles desde 2009 como é CEO da divisão da América Latina da marca. Mas sua história na empresa é bem mais antiga, tendo começado a trabalhar na FCA em 1973.

A maior preocupação de Cledorvino é com a liderança. Para ele, os ativos mais importantes de uma organização são as pessoas. Acredita que a mudança e a inovação são indispensáveis para a gestão e que o líder deve constantemente adquirir e aprimorar competências ao longo da carreira. Anotou a receita do sucesso?

5. Benjamin Steinbruch

Benjamin Steinbruch nasceu no Rio de Janeiro e cursou Administração. Seu pai, Mendel Steinbruch, foi cofundador do Grupo Vicunha, maior grupo de empresas do segmento têxtil da América Latina. Já Benjamin levou sua carreira para outro lado, tornando-se o principal acionista da Companhia Siderúrgica Nacional e também CEO do Banco Safra no período de 2008 a 2011. Nesses anos sob sua gestão, o banco conseguiu faturar nada menos que 200 milhões de reais.

Uma característica marcante de Steinbruch em seu trabalho é sempre almejar fazer mais. Segue à risca, portanto, o conselho que um rabino lhe deu quando ainda era jovem: “faça tudo mais um pouquinho”.

6. Renato Alves Vale

Renato Alves Vale se graduou em Engenharia Civil e seguiu carreira no Grupo CCR, que atua como concessionária de rodovias e aeroportos. Em 1999, Renato tornou-se o CEO do grupo e, consequentemente, líder de uma equipe com mais de 12 mil profissionais.

Foco em governança corporativa, eficiência e retorno aos acionistas são algumas das marcas da sua gestão. Mas Renato também demonstra preocupações que vão muito além. Ao longo de 12 anos, o Grupo CCR tem levado auxílio financeiro a projetos sociais, esportivos, culturais e educativos. Nesse tempo, o auxílio ultrapassou 160 milhões de reais. Para completar, Renato incorporou a sustentabilidade aos objetivos e às diretrizes da empresa.

7. Carlos Ghosn

Carlos Ghosn nasceu em Rondônia e se formou em 2 universidades francesas extremamente renomadas: a École Polytechnique e a École des Mines. Trabalhou por 18 anos na Michelin, antes de ser contratado pela Renault como VP de várias áreas — inclusive compras e manufatura. Também foi encarregado da gestão da divisão sul-americana da empresa.

Carlos fez um trabalho amplo de reestruturação da Renault, recuperando a lucratividade da empresa em apenas um ano. É conhecido até na mídia por sua assiduidade no trabalho. Além disso, Ghosn viaja constantemente a trabalho entre Paris e Tóquio e ainda fala fluentemente 4 idiomas: francês, português, inglês e árabe.

8. Cristina Palmaka

Cristina Palmaka é um dos nomes mais importantes da Tecnologia de Informação no Brasil. À frente da empresa SAP Brasil, subsidiária da companhia alemã SAP SE, especializada no desenvolvimento de softwares de gestão, a CEO teve o desafio de adequar a necessidade de transformação global da companhia à realidade do mercado brasileiro.

Para chegar a esse objetivo, a empresa passou a investir massivamente nos serviços de nuvem e suprir demandas do mercado nacional com pesquisas na área de Big Data e Inteligência Artificial. Com sucesso, essa estratégia levou Palmaka ao título de uma das 25 maiores CEOs do país em 2017, de acordo com a Forbes.

9. Roberto Egydio Setubal

Roberto Egydio Setubal nasceu em São Paulo e se formou pela Escola Politécnica da USP, obtendo também um mestrado em Engenharia pela Universidade de Stanford.

Com seu trabalho como CEO do Banco Itaú, conseguiu elevar o capital da empresa de 2 bilhões para impressionantes 100 bilhões de reais em um período de 17 anos. Assim, o Itaú passou a figurar na lista das 10 maiores instituições financeiras do mundo, além de ter sido eleito 4 vezes como principal banco da América Latina. Sabia que o próprio Roberto atribui seu sucesso à preocupação com o desenvolvimento de talentos?

10. Carlos Brito

Carlos Brito nasceu no Rio de Janeiro e se formou em Engenharia Mecânica, tendo depois recebido o título de mestre em Administração de Empresas pela Universidade de Stanford.

Atualmente, Carlos é CEO da AB InBev. Logo ao assumir o cargo, implantou uma política de corte de custos, liderando a empresa rumo ao crescimento. Foi em sua gestão que a fusão entre a Ambev e a empresa americana Anheuser-Busch aconteceu, uma negociação de 52 bilhões de dólares. Segundo Carlos, o sucesso vem da própria cultura da organização, já que pessoas ótimas atraem pessoas ótimas.

11. Maurício Novis Botelho

Maurício Novis Botelho nasceu no Rio de Janeiro e estudou Engenharia Mecânica, além de ter feito vários cursos nas áreas de finanças e administração. Depois de construir uma carreira como diretor de várias empresas, tornou-se CEO da Embraer.

Nessa posição, seu trabalho focou na reorganização da empresa após sua privatização, tendo conseguido estabelecer uma nova cultura corporativa ao transformar a satisfação do cliente na maior prioridade do negócio. Assim, reposicionou completamente a empresa no mercado.

O que é possível aprender com esses profissionais?

Definitivamente não é fácil definir quem é o melhor profissional em sua função, principalmente em áreas que envolvem negócios, em que tantos brasileiros têm se arriscado e conquistado feitos impressionantes. No entanto, os exemplos deste post têm se destacado no cenário nacional graças às lições valiosas que deixam para outros líderes. Confira algumas!

Exercite a paciência

Para quem quer alçar voos maiores dentro da empresa onde trabalha, paciência é uma virtude essencial. É comum vermos por aí notícias com histórias impressionantes de jovens que chegaram a cargos de liderança máxima de empresas em um curto espaço de tempo. Isso realmente acontece, mas é exceção. Assim, a ideia de que essa é a realidade do mercado está completamente errada.

Bernardo Pinto Paiva, por exemplo, citado no início deste texto, levou 24 anos para chegar ao posto de um dos maiores CEOs do Brasil. Esse tempo, que para alguns parece uma eternidade, levando à desistência no meio do caminho, para ele foi uma oportunidade de conhecer a fundo a empresa onde trabalha, preparando-se para realmente exercer uma boa gestão.

Busque se capacitar

Se você observar bem, verá que os maiores CEOs do Brasil citados anteriormente são pessoas com expertise em sua área de atuação e domínio de outros idiomas. Isso mostra que, além de uma visão inovadora e uma capacidade inquestionável de liderança, todo gestor de sucesso precisa de um requisito básico: conhecimento.

Para chegar onde sonha, você precisa se capacitar. E não apenas no seu mercado, mas em assuntos ligados aos cenários político e econômico mundial, em tecnologia, em outras línguas, em técnicas de comunicação empresarial e assim por diante. Geralmente, quem já atua em cargos de liderança sente no dia a dia o que pode tornar sua gestão melhor ou trazer possibilidades de crescimento. Já percebeu o quanto a capacitação pode impactar sua carreira positivamente? Então por que ainda está perdendo tempo?

Perca o medo

Hoje em dia, os hábitos de consumo não são mais os mesmos. Aliás, os próprios consumidores não são mais os mesmos! Essa realidade torna o tradicionalismo uma ideia perigosa em determinados aspectos, principalmente diante de um mercado que está ávido por inovação.

Nesse cenário, é importante entender que mesmo que uma empresa já tenha uma cultura estabelecida ou tenha um posicionamento no mercado que se mantém igual há anos, vale rever. Se perceber que as coisas por esse caminho não estão dando mais certo, não tenha medo de fazer mudanças e reposicionar a marca no mercado!

Conheça o negócio

Claudio Bergamo, CEO da Hypermarcas, mantém-se a par de todos os negócios da companhia mesmo ela sendo um conglomerado que se relaciona com centenas de empresas da indústria farmacêutica. Ter essa visão ampla, conhecendo todo o negócio, é fundamental até para quem ainda não chegou a um cargo de CEO.

Muitos gestores acabam focando exclusivamente no seu setor ou em sua área de atuação, esquecendo que uma empresa é como o corpo humano, que precisa de todos os seus órgãos funcionando perfeitamente para se manter viva.

Acredite nas pessoas

O relacionamento que uma organização cria com seu público tem tudo a ver com a forma como sua cultura organizacional é criada e disseminada. E o gestor desempenha um papel essencial na construção desse conceito.

Aqueles que conseguem criar um ambiente inspirador e, acima de tudo, acreditam nas pessoas com que se relacionam, reconhecendo tanto os colaboradores quanto os clientes como partes fundamentais do seu processo de crescimento têm mais chances de prosperar no mercado.

Escute o cliente

Para Cristina Palmaka, o maior segredo para ter sucesso no mercado é escutar o cliente e saber quais são suas prioridades. É importante lembrar que, além de manterem a sobrevivência de uma marca, os consumidores são os melhores (e maiores) agentes de propaganda que ela terá. Para oferecer exatamente o que essas pessoas desejam, é preciso escutá-las.

Essa comunicação pode ser feita por meio de pesquisas, de dados primários vindos da observação de comportamentos no dia a dia, de um relacionamento nas mídias sociais ou de onde mais for possível. O importante é não negligenciar esse aspecto, mesmo que seu cliente já esteja fidelizado.

Tenha responsabilidade social

O consumidor moderno tem uma visão muito mais abrangente sobre as empresas de quem consome. Seguindo essa ideia, o Grupo CCR, liderado por Renato Alves Vale, mudou toda a sua imagem no mercado ao investir em ações sociais e em sustentabilidade ambiental, incorporando esse posicionamento como uma diretriz da empresa. Hoje, boa parte das marcas tem feito o mesmo.

Fidelizar um cliente não se trata apenas de oferecer um produto de qualidade por um bom custo-benefício. Hoje, o consumidor quer consumir de marcas com um propósito que vá além dos lucros, visando a satisfação dos colaboradores, o desenvolvimento da sociedade e o bem-estar das gerações futuras.

E então, gostou de conhecer os maiores CEOs do Brasil? Então não deixe de compartilhar este post nas redes sociais para que seus amigos também os conheçam!

Plano de carreira: saiba como e por que montar o seu

Engana-se quem pensa que a vida profissional está garantida com o diploma de graduação em mãos. Tudo bem que a faculdade realmente é um passo importante para o sucesso, mas é apenas uma das etapas. Depois de conseguir o primeiro emprego na área pretendida, é hora de se movimentar e aprender como montar um plano de carreira também a longo prazo.

E qual seria o melhor caminho: focar em outros empregos, aventurar-se pelo universo do empreendedorismo, continuar os estudos, buscar uma área para se especializar ou optar por conhecimentos mais abrangentes?

Diante de tantas opções, é mais que natural que surjam dúvidas, não concorda? E é aí que entra o plano de carreira, uma forma eficaz de definir e perseguir metas, sem maiores distrações. Quer saber mais? Então continue com a leitura para descobrir como planejar e executar seus próximos passos na vida profissional!

A importância do plano de carreira

Antes de saber como montar um plano de carreira, você precisa realmente entender o que ele significa e como pode fazer a diferença para um futuro profissional de sucesso. Um dos maiores segredos de pessoas que chegam ao topo da carreira é se autoconhecer. Você pode até achar que já o faz, mas a realidade pode ser bem diferente. 

Conhecer a si mesmo não é apenas saber que você é “organizado, proativo e quer assumir um determinado cargo”. Vai muito além disso, pois lhe permite sair desse lugar-comum e chegar ao fundo da sua capacidade profissional, descobrindo habilidades, identificando oportunidades de se destacar e o mais importante, reconhecendo os seus pontos fracos. Algo que poucas pessoas fazem!

E esse é o principal objetivo do plano de carreira. Essa estratégia nada mais é do que um guia completo com todas as etapas necessárias para que um profissional chegue onde deseja. Muitas empresas já usam esse planejamento para determinar todo o caminho que um funcionário pode percorrer dentro delas. Assim fica mais fácil definir posições hierárquicas, investir em treinamentos e ajudá-lo a melhorar determinadas competências para cumprir o seu objetivo.

A estratégia tem ajudado essas empresas a diminuir a rotatividade de colaboradores, pois os ajuda a exercer funções que correspondem a sua expertise e encontrar um propósito naquilo que fazem. Uma pesquisa feita pela Catho comprovou que cerca de 38% dos profissionais que não possuem esse planejamento de carreira se sentem infelizes com o trabalho que realizam.

De maneira geral, assim como todo tipo de planejamento, o objetivo do plano de carreira é melhorar resultados. Ou seja, ajudar profissionais a entenderem suas metas e o que é realmente preciso para alcançá-las. Imagine que o seu sonho é ganhar uma promoção. Já parou para pensar em quais habilidade será preciso para isso? Aprender uma nova língua? Melhorar a sua capacidade de comunicação? Investir em uma especialização na área?

Quando sabemos exatamente o que é preciso fazer para chegar a um determinado lugar encurtamos a distância até lá. Então é isso, encare o plano de carreira como um GPS, que vai lhe guiar pelos caminhos certos até o seu sonho profissional. Dito isto, chegou a hora de colocá-lo em prática!

Os primeiros passos

Pense adiante

Se você não sabe aonde quer ir, qualquer caminho serve: esse ditado traz uma importante reflexão para quem deseja assumir o controle da própria vida profissional. Antes de mais nada, entretanto, é preciso entender que os resultados dos seus esforços provavelmente só serão coletados daqui a alguns anos.

Agora é o momento de se organizar e se dedicar para no futuro alcançar os objetivos traçados. Comece, então, visualizando a si mesmo daqui a 10 anos. Em que tipo de empresa você quer estar e qual cargo deseja ocupar? Gostaria de viver em uma cidade grande ou no interior? Reflita bastante sobre essas e tantas outras perguntas que achar pertinente, anotando as respostas.

Se espelhe em outros profissionais

Agora que já definiu o perfil de profissional que deseja se tornar, olhe a seu redor e veja se encontra quem já chegou onde você planeja estar. Observe esses modelos e, de preferência, converse com eles sobre a trajetória profissional que traçaram até ali.

Procure personalidades e pessoas que você admira e leia a seu respeito, buscando entrevistas ou biografias. Avalie em quem essas pessoas se inspiraram e como deram os primeiros passos. A internet é uma boa aliada nessa pesquisa!

E nem é preciso ir tão longe. Por exemplo: pessoas próximas a você, e que já estão nos cargos que você deseja ocupar um dia, são boas fontes. Demonstre interesse e converse com os seus líderes e colegas de trabalho. Conheça as suas trajetórias até ali e o que há por trás do dia a dia deles.

Tente adaptar as ações que achou mais interessantes ao contexto atual e à sua realidade. O que é possível repetir nesse momento? Além de dicas únicas, esse contato pode trazer uma boa dose de inspiração e garra para impulsioná-lo na perseguição dos seus sonhos. Com isso, você verá claramente que todo mundo passa por dificuldades, dúvidas e medos antes de alcançar o tão sonhado sucesso profissional. E se tantos outros superaram obstáculos, por que você não conseguirá?

Liste seus objetivos

Agora chegou a hora de transformar as ideias em objetivos concretos: coloque no papel seu objetivo principal na carreira. Escreva em uma frase o que resume todas as suas ambições. A partir desse objetivo geral, estabeleça os objetivos mais específicos, aqueles que efetivamente o levarão à conquista final. Faça uma lista de todos eles, até mesmo os que parecem inalcançáveis no momento.

Assim você vai construindo os degraus da escada do seu plano de carreira: no alto está sua imagem em 10 anos e os degraus formam uma lista de atitudes necessárias para alcançar o topo. Anote as respostas e monte o seu passo a passo!

Tenha em mente que a partir dos degraus da sua escada, que apontam para o topo, você deve definir o que fazer de agora em diante. Escolha a melhor maneira de subir cada um deles, não se esquecendo que a forma ideal não necessariamente é a mais rápida, mas sim a que proporcionará resultados mais efetivos.

Analise as qualificações e valores necessários

Todo cargo ou posição profissional exige uma série de competências e habilidades necessárias para ser exercido com sucesso. E você precisa saber quais são eles. Pense, por exemplo, se você quer chegar a um cargo que exige fluência em inglês ou demanda uma qualificação específica. Você já atende a essas demandas? Ou precisa se qualificar um pouco mais?

Todo plano de carreira deve conter as competências de um profissional e oportunidades que ele pode alcançar, mas também uma visão bem realista sobre os seus pontos fracos. Sem ela, não há chance de buscar mudanças.

Defina prazos

Uma das primeiras coisas a se pensar sobre como montar um plano de carreira é: ele será de curto, médio ou longo prazo? Feito isto, chegou o momento de montar um cronograma com prazos específicos para a conclusão de cada ação. Pense nas metas imediatas, a médio e a longo prazos. E o mais importante: estabeleça prioridades. Imagine que o seu orçamento para se capacitar anda limitado no momento, então o que deve ficar no topo da sua lista?

Seguindo o mesmo exemplo do tópico anterior, para desenvolver fluência em uma nova língua você precisaria de cerca de um ano. Então, esse pode ser o seu primeiro investimento neste momento.

Para isso, pesquise escolas, metodologias de ensino e formatos de aulas. Você também pode optar por um curso online ou ainda um intercâmbio no exterior, desde que se organize financeiramente para isso e marque a data limite para a conclusão dessa qualificação.

Pense sempre em ações para o prazo que estabeleceu para si mesmo, mas atenção: por mais que estabelecer metas com um calendário específico seja a maneira mais eficiente de conquistá-las, é preciso evitar prazos de cumprimento inviáveis, pois a frustração só o desmotivará.

Comece a agir

Planejamento sem ação não traz resultados. Crescimento na carreira não é algo que acontece sozinho, sem a sua garra e vontade de chegar lá! É esse propósito que nos move e faz que pessoas cheguem ao sucesso todos os dias.

O primeiro passo é tentar melhorar a si mesmo. Não é nenhuma novidade que a capacitação soma pontos a qualquer profissão, certo? Afinal, estudos e atualizações trazem visões diferenciadas, incitam reflexões e oferecem pensamentos inovadores para serem aplicados ao dia a dia.

Quanto mais o profissional se informa, mais tem condições de resolver situações inesperadas, de propor novas ideias e de se relacionar melhor com sua equipe e seus clientes.

Por essas e outras é que a qualificação contribui inclusive para a montagem do seu plano de carreira, uma vez que aponta caminhos inusitados e propõe a discussão do mercado.

Então já comece a pesquisar, buscando por uma capacitação que realmente combine com seu objetivo principal! E não deixe de buscar conhecimento fora da sala de aula: leitura, viagens e conversas com pessoas com opiniões diferentes das suas também são excelentes fontes de inspiração.

Revise o plano

Com o tempo, você vai ganhando experiência e conhecimento sobre o mercado e a profissão que deseja seguir. Exatamente por isso, é preciso reavaliar constantemente seu plano de carreira. Assim, ao menos de ano em ano, observe se ele continua adequado para o alcance do objetivo principal traçado lá atrás.

Considere também as mudanças no mercado e reflita se as metas e os prazos continuam viáveis. Você sente que as tarefas já realizadas o deixam mais perto do seu objetivo? A estratégia e o plano de ação vão realmente levá-lo ao topo da escada? Tendo em mente que as coisas nem sempre acontecem da maneira prevista, você deve fazer ajustes, substituindo metas e até objetivos específicos se for necessário.

Mantenha o foco

Sistematize todos esses pensamentos e os organize em seções, organizando seus cronogramas. Coloque seu plano de carreira em um local visível, seja pregando na parede ou em um quadro de avisos, por exemplo, para que você não se esqueça de nenhuma data nem pule qualquer degrau.

Olhar para o topo da sua escada diariamente ajuda a manter o foco e fornece energia para que aguente a subida até o fim. O segredo está em tomar os erros como aprendizado, também os anotando no seu plano de carreira. E é claro que as conquistas, por menores que sejam, devem sempre ser comemoradas. São esses pequenos passos que lhe conduzirão à linha de chegada.

Três erros a serem evitados

Não fazer mudanças e adaptações

Imagine que você criou um planejamento completo para subir de cargo, mas por infelicidade do destino é demitido da empresa. O que vai fazer? Desistir da sua carreira? Claro que não! Você vai readaptar o seu planejamento para a sua nova realidade.

Por isso, antes de tudo, tenha em mente que um plano de carreira pode e deve ser mudado, de acordo com influências do mercado, da vida e da sua própria maneira de pensar. Afinal, nossos objetivos e estímulos mudam com frequências.

Muitas pessoas encaram planejamentos como estruturas fixas, que não podem ser mudadas e devem ser seguidas à risca. Esse é um erro muito comum, mas que precisa esclarecido ou você acaba ficando preso a algo que não o levará a lugar algum.

Não avaliar o mercado

Para criar um plano possível de ser alcançado, você deve avaliar as condições, aspirações e projeções do mercado de trabalho. Se optar por seguir carreira como funcionário de uma organização, informe-se sobre a empregabilidade em sua área de atuação.

Veja o que as empresas do setor esperam dos empregados e busque oportunidades em pontos de escassez de mão de obra. De preferência, tente conhecer as previsões para os próximos anos a fim de se antecipar em relação ao perfil do profissional do futuro em seu mercado.

Por outro lado, se você pretende abrir seu próprio negócio, não deixe de observar a concorrência. Identifique possíveis gargalos no mercado e se prepare para supri-los, levando inovação para seus futuros clientes. Mas nada de desanimar ou desviar do objetivo escolhido! Lembre-se sempre de que essa pesquisa serve apenas como uma orientação para definir suas ações de forma estratégica.

Mentir para si mesmo

O que realmente você gosta de fazer? Em que você é bom? A profissão em que está realmente trará qualidade de vida e realização? Se não fosse o fator financeiro, você estaria trabalhando nessa área? Você realmente quer ocupar um determinado cargo ou só está atendendo às expectativas sociais ou da sua família?

Atingir um determinado status ou um salário alto são aspirações que a maioria dos profissionais possuem. No entanto, tenha muito cuidado em estabelecer esses exemplos como os maiores objetivos da sua carreira, pois nem sempre eles estão alinhados com as suas afinidades e não são garantia de felicidade.

Talvez, para você, o conceito de sucesso não signifique ocupar um alto cargo executivo ou ter uma conta bancário de seis dígitos. Por essa razão, para aprender ao montar um plano de carreira de sucesso o mais importante é não mentir para si mesmo sobre as suas metas de vida.  

O mesmo vale para as suas habilidades. Por exemplo: se você detesta lidar com pessoas, não coloque “trabalhar em equipe” como uma de suas habilidades pessoais, ou se fala apenas um “portunhol” bem enrolado, não se autodenomine fluente em espanhol.

O seu plano de carreira não é um currículo em que você precisa impressionar as empresas. Ele é um planejamento completamente pessoal, que servirá como base para que você melhore a si mesmo e tome decisões mais acertadas para conquistar aquilo que quer profissionalmente!

Ficou claro como montar um plano de carreira? Se você quiser aprender mais sobre o assunto, baixe o nosso e-book com um passo a passo prático e completo para fazer um planejamento de acordo com os seus objetivos e expectativas!

15 dicas de marketing pessoal para ter sucesso profissional

Atualmente, com a competitividade cada vez mais acirrada no mercado de trabalho e no mundo corporativo, ter um diploma e uma boa atuação profissional já não são mais garantia de conseguir (e manter) aquela vaga dos sonhos.

É preciso, antes de mais nada, mostrar ao mundo suas qualidades e potencialidades. Tudo isso sem, contudo, parecer egocêntrico, arrogante ou prepotente. Parece difícil? Pois saiba que não é tão complicado assim!

Estamos falando aqui da construção de um bom marketing pessoal. Quer aprender o que é isso e ainda ficar por dentro de ótimas dicas para transformar teoria em prática? Então acompanhe o nosso post de hoje!

O que é marketing pessoal?

Quem nunca ouviu aquele velho ditado que diz que “quem não é visto não é lembrado”? Pois é exatamente essa uma das principais bases do marketing pessoal! Afinal, de que adianta ser um excelente profissional, dotado de capacidades e qualidades extremamente valorizadas pelo mundo corporativo, se absolutamente ninguém sabe disso?

Para que seja efetivamente reconhecido perante chefes, gestores e demais colaboradores em sua área de atuação, você não pode passar despercebido. Assim, quando bem aplicadas, as estratégias de marketing pessoal podem fazer milagres por você nesse quesito.

O marketing pessoal é a melhor maneira de promover imagem, conteúdo e trabalho, de maneira a se destacar não só na empresa em que atua como no mercado de trabalho em geral. No entanto, atenção: marketing pessoal não é, de maneira nenhuma, sinônimo de culto ao ego ou simples vaidade pessoal, ok?

Na verdade, é apenas uma maneira de destacar positivamente suas habilidades, entregando valor às pessoas e fazendo com que elas tenham uma excelente impressão a seu respeito.

Está bastante enganado quem pensa que saber fazer um bom marketing pessoal é uma qualidade que já nasce com determinadas pessoas. Muito pelo contrário! Essa habilidade pode ser aprendida, desenvolvida e aprimorada. Para isso, basta querer.

E então? Quer descobrir 15 dicas de marketing pessoal extremamente úteis e fáceis de colocar em prática? Então pule para o próximo tópico!

Como colocar o marketing pessoal em prática?

1. Aja com naturalidade

A primeira e mais valiosa dica é ser você mesmo e agir naturalmente, independentemente da situação. Tente não criar um personagem profissional que nada tenha a ver com você. Assim, se você é uma pessoa alegre e extrovertida, está tudo bem ser assim também no escritório.

No entanto, aqui vale fazer uma ressalva: isso não significa adotar gírias ao travar conversas formais, tampouco gargalhar aos brados dentro do ambiente de trabalho por ser essa a maneira como você interage com sua família e seus amigos, por exemplo.

Por mais que tudo flua melhor agindo naturalmente, lembre-se de que tudo tem um limite e que cada ambiente exige uma determinada postura.

2. Seja pontual

Se você quer fazer um bom marketing pessoal, nada de seguir o (mau) exemplo de profissionais que estão quase sempre atrasados ou em cima da hora para compromissos e prazos de entrega.

Você sabia, aliás, que há empresas que desclassificam candidatos antes mesmo de entrevistá-los, justamente porque eles chegaram atrasados ao local da entrevista?

Então aprenda desde já a gerenciar melhor o seu tempo e, de preferência, acostume-se a chegar sempre com 15 minutos de antecedência a todo e qualquer compromisso. Esse cuidado automaticamente passa uma imagem de pessoa comprometida e interessada.

3. Tenha um aperto de mão firme

Esse é um detalhe que faz toda a diferença. Nós, brasileiros, já estamos acostumados a nos aproximar com abraços e beijos no rosto. Mesmo assim, em uma situação profissional, esse cumprimento não é muito indicado.

Em vez disso, prefira apertar a mão das pessoas com firmeza. Essa atitude demonstra, ao mesmo tempo, seriedade e autoconfiança.

4. Olhe nos olhos das pessoas

Olhar nos olhos é uma forma de demonstrar, de maneira não-verbal, transparência e sinceridade. Por isso, é importante que você mantenha contato visual mesmo quando estiver falando de um assunto difícil.

Além disso, também é uma comprovação física de que você está interessado no que a outra pessoa tem a dizer. Então, quando estiver conversando, evite olhar para as mãos, para o chão ou para o que está ao redor.

5. Fique atento à sua postura corporal

Isso não é mito: a postura corporal transmite mensagens sobre você a todos que o rodeiam. Uma pessoa que se senta de maneira torta na cadeira, por exemplo, não impõe muito respeito. Alguém que está sempre curvado ou de braços cruzados parece isolado, sem vontade de se enturmar. Mãos nos bolsos são um sinal de falta de interesse ou tédio.

Em vez disso, procure manter a coluna ereta, olhar sempre para a frente e deixar os braços soltos ao lado do corpo. Essencialmente, sua postura deve transmitir uma imagem de atenção, interesse, autocontrole e abertura.

Existe uma forma simples de saber se está funcionando: observe se as pessoas tentam se aproximar espontaneamente de você, pois uma boa postura corporal atrai as pessoas à sua volta.

6. Adapte a vestimenta

Não há como negar: uma pessoa adequadamente vestida passa muita confiança e uma ótima imagem pessoal. Então, leve isso em consideração sempre que for escolher o vestuário para ocasiões profissionais.

A dica aqui é vestir-se de acordo com o cargo que almeja alcançar. Se quer ser gerente um dia, por exemplo, observe como quem ocupa esse cargo na sua empresa se veste e tente se aproximar do estilo, mas sem abrir mão do seu toque próprio — afinal, são as particularidades que o distinguem dos demais.

Além das roupas, essa dica também é válida para o corte de cabelo, para os acessórios e para a maquiagem das mulheres. Todo o seu visual é um cartão de visitas.

7. Tenha iniciativa

Investir em marketing pessoal significa, dentre outras coisas, destacar-se na multidão. Nada melhor nesse quesito do que demonstrar iniciativa. Assim, não espere que os outros digam o que deve ser feito. Tome a frente e vá atrás, preferencialmente buscando soluções para problemas que sequer ocorreram.

Proponha alternativas que facilitem o trabalho e exponha suas ideias para se mostrar uma pessoa indispensável. Demonstre que você tem um lado inovador. Se a sua ideia não for bem recebida logo no começo, tudo bem.

Entenda que, pelo simples fato de participar, você já está deixando uma marca e colaborando com o grupo. É uma situação bem melhor do que ser aquela pessoa que fica no canto, sem participar ou se manifestar. Aos poucos você construirá mais aceitação e conquistará o seu espaço!

8. Procure conhecer-se

Para que você possa entender melhor os outros, é necessário, antes de mais nada, que conheça a si mesmo. Então, pare por um minuto e pense tanto nos seus pontos fortes como nos fracos. Faça uma análise SWOT pessoal.

Saiba exatamente o que você tem de bom a oferecer e efetivamente ofereça. Ao mesmo tempo, aprenda sobre os aspectos que devem ser aprimorados e como administrá-los. No entanto, não entenda esse conselho como uma recomendação para acomodar-se em relação aos seus pontos fracos.

É importante reconhecer suas limitações exatamente para que seja possível tentar superá-las. Em outras palavras, em vez de alimentar pensamentos como “eu não entendo desse assunto, então vou ficar de fora”, busque um estado mental de “se eu não entendo desse assunto, então, vou aprender tudo o que puder”.

9. Saiba ouvir

Um dos maiores problemas do mundo corporativo atual e da sociedade como um todo está na nossa extrema dificuldade em saber escutar o que os outros têm a dizer. Já reparou como, normalmente, só estamos interessados em falar sobre nós mesmos, expondo nossas opiniões e ideias? Essa postura acaba já.

Reverta de vez esse quadro, aprendendo a ouvir! Colegas de trabalho, chefes e estagiários: todos têm algo a ensinar. Além do mais, mostrar-se um bom ouvinte faz com que as pessoas tenham apreço e admiração por você. Então aproveite a chance de aprender enquanto promove seu marketing pessoal!

10. Atualize seus conhecimentos

Na era do conhecimento, toneladas de novas informações, técnicas, teorias e metodologias sobre absolutamente todas as áreas do conhecimento são lançadas no mercado diariamente. Por isso, acomodar-se não é uma solução.

Esteja sempre na vanguarda do conhecimento em sua área de atuação, frequentando congressos, palestras e workshops, lendo publicações recentes ou matriculando-se em um curso de pós-graduação, MBA ou especialização.

Além de aumentar o seu conhecimento, fazendo de você um colaborador essencial à empresa, essas atitudes ampliam significativamente seu networking profissional, fazendo com que seu marketing pessoal ultrapasse as fronteiras do ambiente de trabalho.

11. Acompanhe as notícias

A nossa última dica nem vai exigir muito de você. De fato, acompanhar as notícias é algo que já faz parte da rotina das pessoas. Porém, é ainda mais importante se você deseja melhorar o seu marketing pessoal e causar uma boa impressão.

Afinal, você não vai querer ficar sem resposta quando, em um evento ou uma entrevista, alguém perguntar sua opinião sobre um evento da política, da economia ou do meio ambiente, certo?

Portanto, procure acompanhar as principais notícias diariamente. Você pode ler ou assistir jornais. Caso isso pareça inviável na sua agenda de compromissos, não tem problema. Muitos dos melhores meios de comunicação do mundo também divulgam seus conteúdos online. Ou seja, basta um toque no smartphone para manter-se atualizado com tudo o que acontece por aí.

O que não fazer?

Para encerrar, que tal descobrir algumas atitudes que você deve evitar, em favor de um bom marketing pessoal? Nós preparamos uma pequena lista. Confira!

12. Evite demonstrar arrogância

Existem muitas atitudes que demonstram arrogância. Uma das principais é o foco em si mesmo. Se tudo que você fala começa com “eu” — “eu acho”, “eu faço”, “eu prefiro” —, cuidado.

Você provavelmente está transmitindo uma imagem excessivamente autocentrada, o que não vai ajudá-lo a conquistar nenhuma simpatia (e nenhuma oportunidade profissional). Uma solução simples é transformar essas falas em um interesse genuíno pelo outro. Já falamos sobre a importância de ouvir, certo?

Além disso, você pode também perguntar: “o que você acha daquilo?”, “como você faz isso?”, “você prefere assim ou assado?”. Ao colocar o foco no outro, você melhora a sua imagem e, por tabela, ainda aprende muito.

13. Evite fazer piadas de tudo

Muitas pessoas com dificuldade para interagir socialmente recorrem ao humor para quebrar o gelo. Você ficaria surpreso em saber quantas pessoas “engraçadas” são, na verdade, extremamente tímidas.

O problema é que você corre o risco de fazer piada com algo que não deveria ser alvo de humor e pode até ofender alguém. Mesmo que a intenção não seja essa, impressões ruins são difíceis de reverter. Então, para preservar o seu marketing pessoal, uma boa regra é tentar não usar o seu lado comediante com pessoas que ainda não conhece muito bem.

14. Evite opiniões fortes

Quando você está expondo sua imagem profissional, não é interessante associá-la a opiniões fortes. Você pode perder excelentes oportunidades simplesmente porque se posicionou de uma maneira que vai contra o que a outra pessoa acredita.

Quer saber quais temas devem sair do seu vocabulário? Todos aqueles que possam gerar uma tensão mais forte. Opiniões divergentes são algo natural — entretanto, quando crenças e valores estão envolvidos, qualquer discordância se transforma em uma discussão.

Use o seu bom senso e desvie dessas situações, deixando suas opiniões fortes fora da conversa. Existem momentos e pessoas mais adequados para compartilhá-las.

15. Evite tentar demonstrar toda a sua elegância

Nas dicas positivas, já explicamos sobre a questão da vestimenta e do estilo. Esperamos que você já tenha entendido a importância de se vestir bem. Ao contrário do que os contos de fadas ensinam, o exterior também conta no mundo profissional.

No entanto, cuidado. A linha é muito fina entre o adequado e o exagerado. Por um lado, não é legal ir de bermudas e chinelos a uma entrevista. Por outro, aquele relógio rolex de ouro ou seu sapato de salto fino de 12cm pode também não ser ideal.

A dica é simples: lembre-se de que você está em uma situação de trabalho e não em um desfile — e, muito menos, uma competição — de moda. É claro que não existe uma regra única. Se você está em uma multinacional multimilionária, pode ser que essa vestimenta faça sentido.

O segredo é estar atento para não ultrapassar os limites, nem para mais, nem para menos.

Viu só como não é assim tão complicado? Coloque nossas dicas de marketing pessoal em prática o quanto antes para observar logo uma guinada no seu sucesso profissional! Se quiser outras ideias e recomendações para alavancar sua carreira, assine a nossa newsletter e acompanhe todos os conteúdos da Fundação Dom Cabral!