12 dicas para liderar uma equipe e melhorar a gestão de pessoas

Não tem como fugir: o sucesso de uma empresa está intimamente ligado a uma administração enxuta, eficiente e, principalmente, humanizada. Para tanto, é preciso contar com profissionais realmente preparados nos cargos de liderança. Ao mesmo tempo, as práticas voltadas à gestão de pessoas, com foco no capital humano, ganharam uma enorme importância no universo corporativo.

É preciso, portanto, desenvolver capacidade de planejamento e realização, poder de decisão e visão estratégica, além de demonstrar competências comportamentais, como comunicação interpessoal, equilíbrio emocional, humildade, resiliência e engajamento. Todas essas características fazem parte do perfil de um líder de alta performance, apto a formar equipes fortes, talentosas e verdadeiramente motivadas.

Pronto para começar esse investimento em si mesmo desde já, tomando as rédeas de suas próprias competências? Então confira agora mesmo algumas dicas de como liderar uma equipe com foco nas pessoas!

Cuide do planejamento estratégico

O planejamento estratégico é o que sustenta a definição de metas e o que guia os trabalhos dos times. Por isso, deve ser periodicamente revisado, para que permaneça alinhado à realidade  do mercado e ao cenário econômico em geral. Muitas vezes, também é preciso incluir planos de contingência e novos projetos, garantindo a coerência de todas ações e decisões que envolvem os colaboradores.

Invista em atualização e aperfeiçoamento

Atualização e aperfeiçoamento contínuo são indispensáveis para um líder. Assim sendo, é preciso investir em cursos, leituras e pesquisas que permitam um entendimento mais amplo sobre todas as variáveis que influenciam o negócio. Vale lembrar que o mercado e a sociedade se transformam constantemente, mudanças provocadas principalmente pelo avanço da tecnologia e pelo surgimento de novas demandas. É essencial estar atento e preparado para enfrentar todos os desafios.

Aprenda a gerenciar crises

Como todas as empresas eventualmente vivem momentos de crise, gerados por fatores internos ou externos, saber gerenciar essas turbulências é uma habilidade extremamente importante para os líderes. Afinal, uma das principais obrigações dos gestores é garantir os resultados, evitando prejuízos, perdas, ameaças e danos à imagem corporativa. E para gerenciar crises é preciso conhecimento, experiência, criatividade e, em especial, senso de oportunidade. Características como persuasão, coragem e predisposição para a mediação de conflitos também devem ser aprimoradas, já que são bastante exigidas no dia a dia.

Preveja riscos e enxergue à frente

O líder compreende o mercado, os concorrentes e os impactos causados por fatores socioeconômicos. A análise de todas essas informações garante uma visão sistêmica e a longo prazo, imprescindível para a elaboração de um planejamento robusto e consistente, livre de superficialidades e imediatismos. Assim, é possível evitar decisões equivocadas, que podem comprometer a própria competitividade do negócio. Nesse contexto entram questões relevantes, como a definição de prioridades e a aprovação de investimentos. Ao compartilhar essa visão com a equipe, o líder demonstra domínio sobre a situação, tranquiliza seus liderados e consegue conquistar o respeito e a admiração da maioria.

Seja um bom comunicador

A qualidade da comunicação é um dos componentes básicos de uma gestão eficiente, cabendo ao líder ser um ótimo comunicador. Nesse caso, pode ser uma boa ideia explorar as soluções tecnológicas — como aplicativos de mensagem, e-mails, plataformas e redes sociais corporativas. Mas atenção: é preciso evitar a total virtualização da comunicação. As reuniões também são essenciais para o desempenho do time, servindo para esclarecer dúvidas, estabelecer prioridades e, principalmente, para incentivar a integração. A definição e o monitoramento das metas individuais e coletivas também faz parte desse sistema de comunicação entre líder e liderados.

Evite adiar a tomada de decisões

A capacidade de tomar decisões com agilidade e segurança está entre as mais importantes competências de um líder — especialmente, diante de acontecimentos inesperados ou da necessidade de alterações bruscas no planejamento original. É claro que essas decisões precisam estar embasadas em fatos e dados, mas é fundamental evitar a procrastinação. Essa postura garante mais dinâmica aos processos internos e ainda permite que quaisquer problemas sejam corrigidos rapidamente.

Delegue responsabilidades

A delegação é uma das principais práticas voltadas à gestão de pessoas, pois contribui para o amadurecimento profissional da equipe. Com isso, os colaboradores podem aperfeiçoar habilidades e adquirir experiência. Mas a delegação precisa estar baseada na meritocracia, além de também considerar os limites de atuação, a função e a senioridade dos colaboradores. De toda forma, o líder deve acompanhar, orientar e apoiar a realização das tarefas, a fim de que todos consigam atingir os resultados previstos. Dessa maneira, o gestor abandona de vez o microgerenciamento, passando a se dedicar a atividades mais complexas e relevantes para o negócio.

Incentive a participação e a colaboração

O líder também incentiva a participação do time, abrindo espaço para a troca de ideias, sugestões e opiniões. Em conjunto, é mais fácil encontrar alternativas para a otimização de processos, a redução de custos, a fidelização de clientes e o desenvolvimento de novos produtos e serviços. Paralelamente, a colaboração, a coletividade e a complementaridade de talentos e habilidades devem ser reforçadas no cotidiano das equipes.

Lance mão do feedbacks

Como o feedback é uma importante ferramenta de gestão de pessoas, deve ser usado em todos os níveis hierárquicos da empresa. Por meio de conversas objetivas e estruturadas, baseadas em acontecimentos reais, o líder pode elogiar o bom trabalho e corrigir falhas. Esse é o momento ideal para a elaboração de um plano de desenvolvimento individual, sempre com a intenção de promover o crescimento do profissional. É preciso lembrar que o feedback precisa ser programado, fazendo parte da avaliação de desempenho, mas também pode ser imediato, de acordo com os resultados obtidos e a postura do funcionário.

Identifique e desenvolva os talentos

Identificar talentos é mais uma das importantes missões dos líderes de alta performance. Para tanto, é fundamental conhecer cada membro da equipe, suas habilidades, vocações, ambições e deficiências. Os testes de perfil comportamental podem contribuir muito para esse tipo de análise. Mas também é necessário monitorar o rendimento e a evolução dos profissionais. Com base nesse diagnóstico, o líder pode definir e preparar sucessores.

Comemore e recompense

A motivação e o reconhecimento são componentes imprescindíveis para a boa gestão de pessoas. A entrega de projetos, o aumento nas vendas e o fechamento de novos contratos merecem uma comemoração especial. Aliás, o ideal é que esses eventos estejam previstos nas políticas internas. Os sistemas de recompensa também podem ser aplicados, criando uma relação direta entre rendimento e premiação.

Faça pesquisas de clima organizacional

A pesquisa de clima organizacional é muito útil para mensurar a eficiência das práticas adotadas pela empresa. Por meio de respostas dadas pelos colaboradores a diversas questões (como condições de trabalho, relacionamento com o gestor, remuneração e oportunidades de crescimento), é possível confirmar os níveis de satisfação e engajamento das equipes. Desse modo, o líder pode providenciar os ajustes necessários, com a finalidade de garantir a motivação e o comprometimento de todos.

Com essas dicas, fica mais fácil liderar a equipe, melhorar a gestão de pessoas e, ao mesmo tempo, alavancar a produtividade! E se quiser saber mais sobre liderança, gestão de pessoas e alta performance, assine já a nossa newsletter!

 

Entenda por que a qualificação profissional é ainda mais importante na crise

Independentemente de você já ter encontrado o emprego dos seus sonhos, estar em busca de uma recolocação no mercado ou trabalhar em uma empresa que vem demitindo diversos funcionários como reflexo da diminuição nos negócios, um fato é inquestionável: a situação hoje não é das mais tranquilas para o crescimento profissional. São frequentes as notícias de fechamento de empresas e redução de pessoal em diversos setores da economia.

Mas por mais que nada disso seja motivo para pânico, a situação pode sim servir de alerta. Afinal, tendo menos vagas a preencher e menos dinheiro para contratar e pagar adequadamente os funcionários, os gestores tendem a focar os investimentos naqueles que apresentam o máximo de qualificação para desempenhar as atividades de qualquer que seja a área.

Que tal entender agora mesmo por que a qualificação profissional é ainda mais importante na crise? Então acompanhe o nosso post de hoje e se prepare!

Atualização e movimentação constantes

Quando pensamos em nós mesmos como recursos, percebemos a importância não só de manter, mas de aumentar nosso valor, não é verdade? Afinal, se aquilo que recebemos como salário e compensação é devolvido com lucro ao contratante, não temos com o que nos preocupar. É assim que conseguimos garantir um bom retorno do investimento feito em nós.

É nossa responsabilidade, portanto, jamais desviar a atenção desse valor, buscando atualização constante. Se você parar para reparar, logo verá que o profissional de sucesso nunca está satisfeito com o que já sabe, conhece e domina. Na verdade, ele está sempre em busca de saber, conhecer e dominar cada vez mais.

Autoconhecimento e vontade de evoluir

Faça uma avaliação das suas deficiências. O que fez com que você não tenha sido o escolhido para alguma atividade que lhe interessasse ultimamente? Falta uma língua estrangeira? Como está o domínio do software mais conhecido na sua área de atuação? Você sabe quais são as tendências do mercado em que atua? Como está a gestão da sua rede de contatos profissionais? Conhecer os pontos em que podemos melhorar, especialmente naquilo que mais nos interessa, é um dos maiores segredos para fazer escolhas acertadas.

O plano de carreira ganhou uma abordagem bem mais ampla com o Plano de Desenvolvimento Individual (PDI), um processo que ajuda o indivíduo a manter o foco nas ações que devem ser realizadas ao longo da vida para atingir o estágio mais avançado tanto em sua carreira profissional como também na esfera pessoal. Com esse planejamento em mãos, fica muito mais fácil decidir os rumos que devem ser trilhados.

Envolvimento completo nos estudos

Caso você decida seguir o caminho do estudo formal, vale lembrar que estar matriculado em um curso, frequentar as aulas e fazer os trabalhos solicitados pelos professores é apenas o básico. O ideal é que o profissional realmente se envolva com as atividades, leia o material sugerido e aprenda o máximo possível dos conteúdos e conhecimentos trocados durante o processo de aprendizado. Lembre-se de que um desempenho acima da média no ambiente acadêmico traz muitos resultados positivos.

A lógica é simples: destacar-se academicamente promove não apenas mais capacitação profissional como pode representar, em muitos casos, novas oportunidades de vida. Um exemplo disso é a possibilidade de se ter uma experiência no exterior com uma bolsa de estudos ou com o auxílio de custos de empresas interessadas em realizar intercâmbio com o Brasil.

Flexibilidade e recolocação

Segundo Wellington Moreira, consultor empresarial especialista em formação de lideranças, desenvolvimento gerencial e gestão estratégica, profissionais altamente especializados em apenas uma área acabam sofrendo mais em momentos de recuo da economia. Mas atenção: não é para entender daí que vale a pena ser um generalista sempre! Ele alerta que esse caminho exige “paciência, frieza, sorte e capacidade de estar sempre à frente das pessoas que fazem o mesmo que você”.

Na prática, ser um profissional menos especializado traz uma maior flexibilidade no que se refere à recolocação, consequentemente aumentando as possibilidades de trabalho em um momento em que as empresas não conseguem ter muita segurança sobre o que vem pela frente.

Desempate pela qualidade das instituições

O mercado já reconhece que nenhum conhecimento é dispensável e, assim, todo tipo de investimento feito por um profissional para aprender mais e se desenvolver conta pontos para sua valorização. Entretanto, no momento da escolha de um curso, é preciso levar em consideração o reconhecimento da instituição que o oferece.

Segundo uma pesquisa da Catho, um profissional sênior, com especialização, costuma ganhar 20,6% a mais, enquanto quem tem MBA chega a ganhar 33% a mais que alguém com apenas graduação. Mas a verdade é que muitos recrutadores e gestores podem ficar melhor impressionados, por exemplo, com um curso de especialização de curta duração feito em uma escola de qualidade inquestionável do que com um mestrado ou um MBA em outra instituição com reputação inferior e poucos resultados conhecidos.

Além das aptidões e do gosto pessoal, na hora de escolher o curso é bom também avaliar a demanda do mercado por mais pessoas com esse diferencial. E caso seu bolso ou sua agenda de compromissos ainda não permitam a inscrição em um bom curso de especialização ou de desenvolvimento de competências específicas, vale destacar que hoje existem muitas maneiras alternativas de se manter atualizado em relação ao que acontece no mercado e no seu setor, sempre em busca de mais qualificação profissional.

Comece dedicando alguns momentos do seu dia a leituras de revistas, livros e pesquisas on-line, por exemplo. Ao contrário do que muita gente pode pensar, existe sim muito conteúdo de qualidade na internet — como divulgações científicas e até mesmo dicas práticas sobre temas como empreendedorismo e gestão de carreiras. Grupos de discussão nas redes sociais também podem ser excelentes maneiras de se manter ligado sobre as novidades e alimentar o cada vez mais indispensável networking.

Acredite: seja em uma entrevista de emprego ou mesmo no convívio diário com os colegas de trabalho, esse tipo de atitude e essa demonstração de curiosidade fazem uma enorme diferença na forma como somos vistos profissionalmente.

E então, conseguiu perceber de que maneira o investimento em qualificação profissional tem influenciado sua carreira? O que você tem feito para melhorar seu perfil e garantir seu lugar no mercado? Deixe aqui seu comentário e compartilhe suas impressões conosco!

11 dicas para quem quer mudar de carreira e ter sucesso

Não é nada incomum que as pessoas, em determinada etapa da vida, desejem mudar de carreira. E essa vontade pode aparecer a qualquer momento, tenha o profissional acabado de se formar na faculdade ou já estando no mercado há muitos e muitos anos. Em comum, a maioria tem um elemento: receio. Será que seguir esse desejo e recomeçar não é arriscado demais?

Normalmente, as maiores preocupações envolvem a estabilidade financeira e a possibilidade de se descobrir sem talento para qualquer que seja a nova área explorada. Mas há sim muitas formas de prevenir esses riscos, fazendo a transição com sucesso. Quer conhecer algumas delas? Então confira agora mesmo nossas dicas!

Foque no autoconhecimento

A primeira dica para mudar de carreira com sucesso está ligada ao autoconhecimento. Fazer essa mudança com base apenas em uma insatisfação em relação à situação atual, sem saber exatamente o que você quer para o futuro, é receita certa para criar um problema. Escolher seu rumo ao acaso significa que, provavelmente daqui a alguns anos, você poderá se sentir insatisfeito e querer mudar novamente.

Na sua busca pelo autoconhecimento, pense em qual é seu propósito de vida. Onde você espera estar daqui a 20 ou 30 anos? Como você gostaria de ser lembrado pelas gerações futuras? Pensar sobre essas questões já costuma ajudar bastante na busca por um direcionamento.

Crie um planejamento

Tudo bem que saber aonde você quer chegar é um excelente primeiro passo, mas também é preciso saber como você efetivamente percorrerá esse caminho. Assim, antes de mudar de carreira, trace um planejamento detalhado. Quem tem um propósito firme de desenvolver sua carreira precisa estabelecer planos de longo prazo, que devem conter metas inteligentes: específicas, realistas, relevantes, com prazo e que possam ser mensuradas.

Para isso, você pode começar respondendo a perguntas mais simples. De que conhecimentos você mais precisará em sua nova profissão? Em quais empresas e cargos você gostaria de atuar? Como você pretende se destacar dos seus colegas? Com essas respostas em mente, seu plano começa a se concretizar.

Experimente primeiro

Antes de tomar uma decisão final sobre o novo rumo da sua carreira, o ideal é fazer um teste como forma de confirmação de suas intenções. Você pode adotar um hobby relacionado à atividade, por exemplo. Outra opção é, ao menos por um tempo, trabalhar paralelamente na sua carreira atual e na nova também.

Você deve ter em mente que pode gostar muito da profissão na teoria, mas acabar descobrindo que não tem afinidade com ela na prática. Além disso, um pouco de talento também costuma ser importante. Se você não tiver absolutamente nenhuma facilidade para exercer o novo trabalho, suas chances de sucesso com a mudança de carreira podem cair drasticamente.

Faça uma boa reserva

Quando mudar de carreira, será praticamente inevitável enfrentar um período de vacas magras — pelo menos no começo. Sabendo disso, você deve se preparar para essa fase de transição com a devida antecedência. Assim, antes de sair do seu emprego atual, comece a economizar tudo o que puder.

Poupando o equivalente ao montante de 3 a 6 meses do seu salário atual, você garante que, mesmo com dificuldades para se recolocar no mercado, poderá momentaneamente manter seu estilo de vida. Essa dica é ainda mais importante para quem sustenta uma família, pois a falta de dinheiro pode gerar muito mais pressão e estresse no processo da mudança de carreira.

Aceite a fase ruim

Já falamos sobre o período de vacas magras, mas vale reforçar: é praticamente certo que o começo dessa nova empreitada será difícil. Vai ser preciso enfrentar o desemprego, talvez por algumas semanas ou mesmo meses, até a primeira empresa resolver apostar em você e na sua vontade. Pense bem: é a mesma situação que você já vivenciou quando começou a trabalhar pela primeira vez e não tinha muita experiência.

O importante aqui é entender que esse período não fala nada a respeito do seu potencial ou da sua capacidade. Você precisa, portanto, encará-lo como um processo natural, que todo profissional precisa atravessar quando está começando uma carreira — mesmo que seja a segunda carreira!

Entenda o mercado

Gostar da nova profissão, ter afinidade e talento: tudo isso é importante sim, mas ainda não é suficiente! Será que o mercado tem demanda por profissionais na área que você pretende seguir? Por mais duro que seja, é fundamental não alimentar ilusões.

Especialmente em tempos de recessão econômica, as empresas normalmente precisam dar alguns passos para trás, contratando somente os profissionais realmente indispensáveis para se manter competitiva. Então tome cuidado para não escolher uma das profissões que estão com baixa demanda. Talvez seja o caso de adiar um pouco mais esses planos?

Prepare a mente e o corpo

Depois de mudar de carreira, é bem possível que você passe por um período bem agitado, até se estabelecer novamente em um bom emprego e um bom cargo. Correndo de um lado para o outro, sempre preocupado com seu futuro, você pode sentir efeitos negativos na saúde.

Sabendo disso, você pode se organizar para não deixar a falta de tempo interferir com uma boa alimentação, atividades físicas, sono adequado e acompanhamento médico de rotina. Afinal, se você ficar doente por causa da fadiga, não poderá mostrar ao mundo seu potencial na nova carreira!

Pense no networking

Conhecer as pessoas certas pode acelerar (e muito) seu crescimento durante a mudança de carreira. Assim, mesmo que seu currículo tenha ficado menos interessante para a nova profissão, uma boa indicação pode muito bem abrir algumas portas.

Por isso, definitivamente vale a pena retomar contato com antigos colegas de faculdade e de trabalho, que poderão informá-lo sobre vagas disponíveis ou recomendar sua dedicação e competência para os empregadores. Isso sem contar que esse também pode ser um apoio moral importante para encarar o novo desafio.

Atice sua vontade de aprender

Mudar de carreira não envolve apenas vontade de trabalhar, mas também vontade de estudar. Afinal de contas, você certamente terá que aprender algumas coisas novas para seguir a carreira que escolheu, certo? Tenha em mente, portanto, que precisará encarar uma jornada dupla: trabalho e estudos — seja uma nova graduação, uma pós-graduação ou um curso de idiomas.

Por essas e outras, se você sente que não está pronto para voltar à carteira de uma escola ou faculdade (provavelmente, aliás, nas aulas noturnas), então é melhor continuar trabalhando no que já conhece.

Esqueça a culpa

Pode parecer estranho, mas muitas pessoas se sentem culpadas por buscar novos caminhos, imaginando que, ao trocarem de profissão, estão desperdiçando tudo o que fizeram até agora ou demonstrando que não têm competência para persistir e avançar na profissão atual. É claro que nenhuma dessas percepções está correta!

Trate de se tranquilizar. Mudar de carreira não significa jogar fora o que você já fez, mas sim reaproveitar essa sua experiência passada para criar algo único em uma área diferente. Além disso, não tem nada de errado em mudar de ideia, de gostos ou de interesses ao longo da vida. Isso só quer dizer que você está evoluindo!

Admita os riscos

A última dica não poderia ser mais simples: se mudar de carreira é importante para você, aceite os riscos! Pense como os investidores: quando a perspectiva de retorno é realmente boa, vale a pena apostar suas fichas na ideia. Já tendo feito tudo o que era possível para garantir o sucesso, agora é hora de acreditar no seu potencial, na sua dedicação e (por que não?) na sua sorte.

E então, essas dicas motivaram você a apostar em seus sonhos e mudar de carreira? A Fundação Dom Cabral acredita que mais pessoas devem buscar a felicidade profissional. Ajude-nos a difundir esse pensamento, compartilhando o conteúdo com seus amigos nas redes sociais!

 

5 dicas para organizar seu tempo e ingressar na pós-graduação

Na busca pela realização de sonhos e objetivos, muitas pessoas precisam do dobro de dedicação e empenho, sobretudo quem trabalha e estuda. Aguentar firme a pressão, lidar com inúmeras cobranças e ainda encontrar tempo para si ou para um relacionamento pode ser muito desgastante a longo prazo.

Contudo, com um pouco de planejamento, conciliar a vida profissional com uma rotina acadêmica pode ser algo menos estressante. Se você está pensando em ingressar em um curso de pós-graduação, por exemplo, selecionamos aqui 5 dicas incríveis que vão ajudá-lo a organizar seu tempo e otimizar sua vida. Confira!

Potencialize o seu tempo

O nosso tempo é limitado e cada minuto é extremamente precioso, principalmente para quem precisa conciliar uma rotina de trabalho com os estudos.

Se você souber lidar com os seus compromissos e obrigações com maior agilidade, eficiência e inteligência, certamente os seus dias renderão muito mais, e sobrará tempo para que você desenvolva outras atividades ao longo da semana, como descansar, se divertir ou acompanhar o futebol.

Veja algumas sugestões práticas e úteis para o seu dia a dia:

  • No trânsito, por exemplo, tanto para quem tem carro ou utiliza o transporte público, é possível aproveitar o congestionamento ou longas pausas nos semáforos para revisar conteúdos ou ficar por dentro de leituras importantes vistas em aula.

  • Isso pode ser feito também nas pausas para o lanche ou almoço durante o serviço. Aqueles minutinhos que sobram antes de voltar ao trabalho podem ser aproveitados para estudar.

  • Além destas, outras “janelas” podem surgir ao longo do seu dia, podendo ser igualmente aproveitadas para otimizar o seu tempo, como em salas de espera de consultórios ou na fila de uma agência bancária.

Dessa forma, você poderá cursar a sua pós-graduação numa boa, dando conta de suas tarefas e obrigações ao longo do curso, já que no meio da semana conseguirá cumpri-las aos poucos e em horários em que você nem imaginava que seria possível estudar.

Organize a sua rotina

Principalmente para quem trabalha e estuda, saber organizar os dias com eficiência é primordial para que o cumprimento de obrigações e responsabilidades não se torne um pesadelo.

Ser organizado não significa apenas anotar os seus compromissos em algum lugar, embora isso ajude. O essencial é saber ajustar à sua rotina, com antecedência, aquilo que precisa ser feito, de forma que todos os seus compromissos sejam contemplados e executados com qualidade, consciência e sem estresse.

Você pode começar registrando os seus compromissos em um cronograma semanal, como ir ao trabalho ou estudar os conteúdos da sua pós-graduação. Isso fará com que você obtenha um panorama da sua semana, tendo clareza quanto ao tempo médio gasto para o desenvolvimento das suas obrigações e descobrindo onde pode haver ajustes, alterações ou melhorias.

Esse processo de análise do tempo certamente fará com que você seja mais objetivo na execução das suas incumbências, e com isso o seu tempo tenderá a render mais ao longo dos dias.

Outra dica prática é organizar o dia seguinte na noite anterior, deixando prontos detalhes como:

  • roupas que usará ao longo do dia;

  • comida – no caso de quem leva marmita de casa;

  • materiais de estudo;

  • documentos, chaves e celular em um mesmo local;

Com isso, você evita imprevistos e começa a sua manhã com qualidade e organização.

Construa uma rotina com objetivos

Caso você esteja inserido no grupo de pessoas que utilizam as horas vagas para assistir a programas de televisão ou navegar nas redes sociais, atenção! Talvez seja a hora de rever os seus objetivos e dar um novo sentido ao seu tempo.

Ao longo da semana, analise quais são as atividades supérfluas que mais tomam o seu tempo e procure bani-las do seu cotidiano. Pense sempre que quanto maior o tempo gasto com coisas sem utilidade, menores serão os momentos para estudar ou realmente desenvolver alguma tarefa que acrescente em seu desenvolvimento.

Uma dica bastante prática é manter abertas em seu computador apenas as abas importantes para o seu trabalho ou estudo, fechando redes sociais, sites de vídeos e de entretenimento, que podem acabar de vez com o seu tempo e com suas chances de se concentrar no que realmente importa.

Priorizando o que realmente importa certamente sobrará tempo para você fazer outras coisas, e com isso você sentirá menos cansaço e ansiedade ao longo da semana!

Reserve um tempo para você

Saber manter um equilíbrio entre os momentos reservados para o trabalho daqueles destinados aos estudos, encontrando um intervalo entre ambos para o lazer e descanso é extremamente importante para a manutenção de um corpo e mente saudáveis.

Praticar esportes, tocar um instrumento, sair com a namorada ou amigos, tudo isso é possível e benéfico para as pessoas, contribuindo para que o peso de tantas tarefas e cobranças não coloque nossa vida pessoal e pequenos momentos de satisfação em segundo plano.

Em seu cronograma de tarefas, reserve um tempo para fazer as coisas que gosta, mesmo que seja para tirar um cochilo e recarregar as energias. Isso certamente o manterá mais disposto para encarar a rotina de trabalho de estudos com tranquilidade!

Faça uma coisa por vez

Talvez uma das maiores fontes de estresse na vida de quem procura conciliar o trabalho com os estudos é pensar em um coisa enquanto realiza outra.

No trabalho, muitas vezes abrir uma apostila para estudar é impossível. Existem pessoas fiscalizando as suas atividades e correr o risco de perder o emprego não é a saída mais inteligente para cumprir o prazo de entrega de alguma atividade acadêmica.

Da mesma forma, enquanto estiver estudando, seja em casa ou na instituição de ensino, pensar no relatório do seu chefe ou na próxima reunião mensal da empresa apenas trará prejuízos em sua aprendizagem e formação.

Para que isso não aconteça, você pode exercitar algo simples: enquanto estiver no trabalho, realizando uma tarefa, foque-se nela. Mantenha o seu corpo e sua mente no mesmo lugar.

O mesmo vale para os momentos de estudo. Desenvolva cada atividade da melhor forma possível, aumentando a qualidade das suas ações e diminuindo a ansiedade e tensão de não poder realizar duas coisas ao mesmo tempo.

E aí, gostou das nossas dicas? Com um pouco de prática e mantendo sempre definidos os seus objetivos, organizar seu tempo para conciliar trabalho e estudos pode ficar cada vez mais fácil, favorecendo o ingresso e a conclusão de uma pós-graduação!

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Crise econômica: qual o melhor caminho para se manter no mercado?

Competência técnica, ética, comprometimento, integridade, capacidade de analisar e propor soluções, motivação, iniciativa, flexibilidade, inteligência emocional, proatividade, resiliência e empatia: todas essas são qualidades profissionais atualmente muito valorizadas pelo mercado. E a verdade é que, em tempos de crise econômica, quem consegue se destacar não só mantém seu emprego como pode muito bem alavancar sua carreira!

De acordo com Maria do Carmo Marini, consultora do CEOlab, mesmo que as empresas precisem fazer cortes na área de recursos humanos, os colaboradores realmente imprescindíveis serão mantidos, podendo até ser recompensados ao ficar mais evidente que de fato fazem diferença dentro da empresa.

Mas qual será o melhor jeito para se tornar imprescindível? Separamos aqui várias dicas para ajudá-lo a se diferenciar e ter sucesso na carreira. Então acompanhe!

Aposte na ousadia

Se você não ousar e for assertivo, dificilmente alcançará bons resultados. “Ousadia requer sabedoria, o que significa aceitar os desafios impostos pelo mercado, abrindo portas para novas oportunidades”, acredita Luciana Ferreira, coach e presidente do Grupo Elemento RH.

Foque na comunicação

A boa comunicação é essencial. Por isso, vale se atentar à postura que adota, a suas atitudes e crenças, bem como a seus valores. Uma comunicação assertiva transmite o poder de convencimento e é por meio dela que o profissional consegue realmente se destacar. “Uma boa comunicação define seu sucesso ou fracasso”, resume Ferreira.

Exerça a humildade

É fato: ninguém chega a um limite máximo de conhecimento adquirido. Há sempre algo para aprender. Nesse sentido, o compartilhamento de conhecimentos costuma gerar ótimos resultados, além de possibilitar seu crescimento profissional.

Mire na excelência

Procure se manter constantemente atualizado, sempre buscando novos aprendizados. Dê seu melhor em tudo o que fizer, por mais que a tarefa pareça simples. Mirando na excelência é que você conseguirá alcançar o merecido reconhecimento de suas competências.

Promova o autoconhecimento

Que história você quer contar daqui a 10 anos? Como você quer ser lembrado? “O autoconhecimento é essencial para se posicionar no mercado de trabalho, além de ajudar a enfrentar desafios e mostrar seu diferencial”, afirma Ferreira.

Planeje sua carreira

É essencial fazer um bom planejamento para sua carreira. Para tanto, se estiver em busca de recolocação, meça os resultados do seu desempenho durante os processos seletivos pelos quais passar. Por outro lado, se já estiver no mercado, busque feedbacks da chefia. Isso servirá como um mapa para orientá-lo, ajudando-o a subir, degrau por degrau, até que atinja seu objetivo.

Aplique o autofeedback

Essa é uma etapa extremamente importante: analise quais são seus pontos positivos e negativos, observe seus aprendizados e reflita sobre seu desempenho. Esse processo de reflexão trará insights de estratégias assertivas e pontuais para ajudá-lo a atingir seu objetivo.

Aproveite as oportunidades

Crie oportunidades aproveitando ao máximo todas as chances que se apresentarem a você. Afinal, carreiras de sucesso não dependem apenas de planejamento. Na prática, as pessoas precisam se desenvolver, segundo Roberta Omeltech, CEO da Omeltech Desenvolvimento.

Mude seu pensamento

Esse é um fator crítico. Na opinião de Omeltech, atualmente, as empresas precisam que seus colaboradores realizem mais atividades que aquelas listadas no descritivo de cargos. Portanto, mudar seu pensamento, encontrando disposição para fazer mais sem necessariamente ganhar mais por isso é um ponto crucial nos dias de hoje.

Procure se capacitar

A capacitação sempre foi importante e continuará sendo. Aprender como fazer a mesma tarefa de maneira melhor ou aprender a realizar novas tarefas é fundamental para qualquer profissional. Por essas e outras, cursos de atualização, de pós-graduação e especializações são sempre bem-vindos!

Administre seu tempo

A administração adequada do tempo é uma ferramenta importante nesse momento. Isso porque, mesmo com a sobrecarga de trabalho, dar conta de todas as atividades no prazo continua sendo fundamental.

Invista na proatividade

Nesse momento em que as empresas enfrentam escassez de recursos e precisam fazer um esforço muito maior para manter seu faturamento, fazer apenas o que é pedido não é o suficiente”, diz a coach Vivian Sant’Anna.

Observe seu comportamento

É crucial manter boas relações no ambiente de trabalho. Sabia que grande parcela das demissões se dá por questões comportamentais e não por falta de capacidade técnica? “Se você não se integra com seu gestor ou com sua equipe, se tem dificuldade de relacionamento com a cultura da empresa ou com as pessoas à sua volta, é hora de repensar suas atitudes”, recomenda Sant’Anna.

Ative seus contatos

O networking é construído no dia a dia. Ao contribuir com as pessoas, você ativa o gatilho da reciprocidade e, com certeza, será recomendado quando (e caso) precisar. O que não pode acontecer é se lembrar de atualizar o perfil no LinkedIn apenas quando for demitido.

Repense suas atitudes

Se você é da área de vendas ou trabalha como autônomo, provavelmente precisará intensificar suas prospecções para obter os mesmos resultado que obtinha antes da crise. Por isso, prepare-se para falar com mais pessoas que de costume, estudar ferramentas importantes para o mercado e saber como mostrar seu valor para chefia e clientela.

Mantenha o equilíbrio

Em momentos de dificuldades e incertezas, são diversas as emoções que surgem. De acordo com a psicóloga e coach de carreira Jane Gonçalves Vilaça da Silva, o importante é, “mesmo que a situação seja desconfortável, procurar manter o equilíbrio e saber lidar com seus sentimentos”.

Valorize a lealdade

Mostre exatamente quem você é, não foque em rivalidades com as pessoas e não faça comparações nem mau juízo dos outros. Procure dar o que tem de melhor”, afirma Priscila Asimoto, psicóloga e coach membro da Sociedade Brasileira de Coaching.

Como explica Marcelo Lico, sócio fundador da Crowe Horwath no Brasil, manter-se no mercado de trabalho é uma tarefa que demanda busca constante por aprendizado e crescimento. “Independentemente da crise econômica, o bom profissional deve ter fome de aprendizado e estar sempre se reciclando. Também deve mostrar resultados com a entrega de suas tarefas nos prazos combinados e, sempre que possível, surpreendendo positivamente seus superiores”, diz.

É fato que a crise econômica também gera oportunidades. Afinal, com a saída de muitos, os espaços precisam ser ocupados. Nesse contexto, aqueles que possuírem as características para liderar novos desafios serão reconhecidos e terão suas carreiras alavancadas”, aposta Denilson Grecchi, especialista do Grupo Bridge.

E aí, qual das nossas dicas chamou mais sua atenção? Em que ainda precisa trabalhar para se manter tranquilo no mercado? Aproveite o momento para curtir a nossa página no Facebook e não perder nenhuma oportunidade de alavancar sua carreira!

 

Entenda qual é o momento ideal para fazer uma pós-graduação

A valorização da educação no Brasil e o crescimento do número de cursos e instituições de ensino superior nos últimos anos levaram a um aumento considerável de diplomados no país. Não é de se estranhar, portanto, que o mercado de trabalho tenha evoluído suas exigências, a fim de manter a competitividade entre os profissionais. É nesse contexto que muita gente já com o diploma na mão fica sem saber como dar o próximo passo para continuar avançando na carreira.

Para quem está nessa situação, o objetivo final pode até ser claro: é preciso conquistar mais qualificação para se manter na subida. Na prática, porém, o caminho até lá representa um dilema e tanto. Afinal de contas, quando é a hora certa para investir em uma pós-graduação? E qual é o tipo de pós ideal para cada momento da vida profissional? Para ajudá-lo a responder a essas e muitas outras dúvidas sobre as próximas etapas da sua vida profissional, compartilharemos aqui tudo o que você precisa saber sobre os diferentes tipos de pós-graduação, assim como quando, onde e por que fazer a sua! Acompanhe e se prepare para alavancar sua carreira!

Quais são os tipos de pós-graduação?

Você por acaso sabe qual é a diferença entre cursos lato sensu e stricto sensu? E entre um MBA, uma especialização, um mestrado profissional e um acadêmico? Trazemos a seguir um beabá do mundo da pós-graduação para ajudá-lo a entender qual desses diplomas é o melhor para você. Veja só:

Lato sensu: especializações e MBA

Começando pelo nome, é interessante saber que lato sensu é uma locação latina que significa sentido amplo ou geral. Os cursos de pós-graduação desse tipo são, portanto, aqueles voltados à aplicação de um conhecimento mais abrangente na realidade que você enfrenta no dia a dia do trabalho. Segundo o Ministério da Educação, a pós lato sensu é aberta a quem é formado na graduação, devendo ter uma duração mínima de 360 horas e ser oferecida por instituições de ensino superior. Além disso, quando o profissional termina esse tipo de curso, recebe um certificado no lugar de um novo diploma.

Dentro desses requisitos, são reconhecidos os MBAs e as especializações. Descubra qual é a diferença entre eles aqui:

Especialização

Dedicadas a ampliar as habilidades e os conhecimentos do profissional dentro de determinada área de atuação, as especializações são ideais para quem já tem certa experiência no mercado e quer se aprofundar para continuar crescendo. Representando o primeiro degrau na escada da pós-graduação, esse tipo de curso é excelente para ganhar mais base prática e teórica, a fim de dar um upgrade no currículo e ter mais segurança no trabalho, sem correr o risco de prejudicar seu desempenho profissional pela dedicação aos estudos. Trata-se, então, de uma pós mais flexível, com um nível de exigência mais baixo que outros tipos, mas que o ajudará a impulsionar sua vida profissional.

Para você ter uma ideia mais concreta, separamos aqui alguns tipos de especialização em gestão:

  • Gestão de negócios;

  • Gestão em saúde;

  • Gestão financeira;

  • Gestão de relações de trabalho;

  • Gestão in company.

Geralmente, ao final da especialização, é preciso elaborar um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para ganhar a certificação de especialista. Além disso, com esse curso no currículo, você pode não só exercer cargos de gestão e liderança na empresa em que trabalha, como ainda ser professor de especialização lato sensu.

MBA

O Master of Business Administration (MBA) é um tipo de pós-graduação internacional voltada, como o próprio nome já indica, à gestão de negócios. E por mais que o nome contenha o termo master (mestre) e o MBA realmente seja visto como um mestrado no exterior, aqui no Brasil faz parte dos cursos de pós-graduação lato sensu. Isso acontece basicamente pelas diferenças entre os critérios que distinguem os cursos lato e stricto sensu no nosso país e lá fora. Por aqui há instituições que oferecem cursos de MBA que, apesar de não serem mestrados no Brasil, estão de acordo com o padrão internacional.

Dito isso, é importante saber ainda que existem 2 tipos diferentes de MBA:

  • O MBA tradicional, que geralmente exige dedicação exclusiva por parte do aluno, tem duração de cerca de 2 anos e é ideal para quem ainda não está inserido no mercado ou tem pouca experiência, querendo se qualificar mais antes de começar a trabalhar;

  • E o chamado MBA executive, voltado para quem já está atuando profissionalmente e quer usar o curso para subir na carreira sem precisar interrompê-la, estudando assim em um programa mais pragmático, que permite conciliar estudos e trabalho, sem perder no quesito qualidade de ensino.

Stricto sensu: mestrado e doutorado

Opondo-se a lato sensu, a locução stricto sensu significa, como você já deve estar imaginando, sentido restrito. E, de fato, esse tipo de pós é mais aprofundado que a especialização ou o MBA. Quem se forma em um curso desses sai da instituição de ensino com um diploma e um título de mestre ou doutor. Além disso, as exigências do MEC para a pós stricto sensu também são diferentes: elas precisam ser aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação e devem ter nota acima de 3 nos relatórios avaliativos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

De maneira geral, essa pós exige mais dedicação do participante, mas também dá mais peso ao currículo no quesito formação acadêmica. Ainda assim, é importante entender que há diferentes tipos de pós-graduação stricto sensu para profissionais com diferentes necessidades. Confira:

Mestrado

O primeiro nível da pós-graduação stricto sensu é o mestrado, que tem duração de pelo menos 2 anos, podendo se estender por mais um semestre, se necessário. Nesse caso, você pode escolher entre 2 tipos de diploma:

  • Mestrado acadêmico, aquele tradicional, em que você ganha muita base teórica e faz uma pesquisa (não necessariamente inédita) que culmina na defesa de uma dissertação;

  • Mestrado profissional, com ênfase na capacitação e aplicação do conhecimento no mercado. O TCC pode ser uma dissertação ou outro tipo de trabalho mais prático, que também deve ser defendido diante de uma banca.

É claro que seu objetivo final é o que vai guiá-lo para a escolha de um ou outro tipo de mestrado. Pense bem: sua intenção é continuar no mundo da pesquisa acadêmico-científica ou atuar diretamente no mercado? Mas vale lembrar que ambos têm a mesma validade e lhe darão o mesmo direito de continuar adiante no doutorado.

Doutorado e pós-doutorado

Por fim, chegamos à reta final da pós-graduação: o doutorado. Por mais que normalmente só possa entrar nesse tipo de curso quem já tem o título de mestre stricto sensu, também existe a possibilidade de fazer um upgrade para o doutorado em casos muito especiais — quando o aluno de mestrado demonstra já estar apto a elaborar uma tese no lugar de uma dissertação. Aliás, essa é uma das novidades para quem busca o título de doutor: nesse curso, que costuma ter duração de 4 anos, é preciso realizar uma pesquisa para defender uma tese de caráter inédito ao final — em vez de uma dissertação, como no mestrado.

Finalmente, quem já fez o doutorado pode escolher continuar se aperfeiçoando por meio de pesquisas de pós-doutorado. Essas, porém, não visam a obtenção de nenhum título, mas sim a continuidade do aprendizado e a comprovação de excelência em determinada área de conhecimento.

Como escolher uma pós-graduação?

Depois de conhecer mais sobre os principais tipos de pós-graduação, suas diferenças e propostas, é hora de ir adiante e começar a refletir sobre qual delas é a melhor opção para você. Para isso, sugerimos que você pese o seguinte:

Interesses e objetivos profissionais

Já vimos até aqui que o principal critério que o guiará na hora de decidir por uma especialização, um MBA ou um mestrado deve ser aquilo que você almeja na sua carreira, certo? Mas como exatamente essa decisão acontece? De maneira bastante geral, podemos dizer que a primeira pergunta a ser feita diz respeito a seu gosto pelo meio acadêmico e seu desejo de continuar ou não na universidade.

Se houver algum interesse em seguir pesquisando depois da pós ou mesmo em dar aulas no ensino superior, começar diretamente na pós-graduação stricto sensu pode ser a melhor opção. Por outro lado, se você não vê seu futuro na universidade e tem certeza de que quer é continuar crescendo no mercado de trabalho, a especialização ou o MBA provavelmente são seu roteiro ideal. Para decidir entre um e outro, leve em conta questões como a validade internacional do segundo e sua relação direta com o mundo dos negócios. É isso o que te atrai?

Na dúvida, o mestrado profissional pode ser um excelente meio-termo para quem não quer perder a oportunidade de conquistar seu diploma stricto sensu, mas também não está seguro de que gostaria de mergulhar tão fundo na teoria e na pesquisa acadêmica. Além disso, vale ressaltar que nenhuma dessas decisões precisa ser definitiva. Afinal, caso seus objetivos e sonhos para o futuro mudem, nada impede que você volte aos estudos e trace um caminho diferente. Longe de prejudicá-lo, a passagem por diferentes áreas e cursos só enriquecerá sua formação!

Alinhamento entre graduação e pós

É claro que você não necessariamente precisa seguir na pós-graduação a mesma rota que já começou a traçar na faculdade. No entanto, não deixe de considerar aliar um e outro para sair em vantagem nos estudos. Idealmente, é muito positivo conseguir aproveitar, durante a pós, aquilo que se aprendeu na graduação. Há inclusive pessoas que saem na frente ao desenvolver trabalhos já começados no TCC do bacharelado ou em alguma pesquisa de iniciação científica da faculdade.

Ainda assim, a decisão a respeito do que estudar na pós-graduação deve conciliar histórico, interesses pessoais e profissionais, além de demanda no mercado — principalmente se você já está inserido nele e, por isso, sabe quais necessidades precisam ser supridas. Esses fatores podem influenciar desde o curso escolhido, passando pela área de concentração até chegar à pesquisa realizada.

Quando se tem objetivos profissionais cuidadosamente delineados, fica bem mais fácil bolar um percurso acadêmico coerente, da graduação ao pós-doutorado, se for o caso. Por isso, não deixe de refletir com atenção, agora, sobre o que você gostaria de fazer daqui a alguns anos.

Importância do momento adequado

Por último, é importante considerar ainda seu momento na vida profissional antes de partir para a pós. Entender que vantagens a formação trará para o futuro que você imaginou é essencial, assim como analisar se esse é ou não o momento de interromper a carreira para estudar com maior dedicação ou apenas conciliar estudos e trabalho em um curso mais flexível. Considere, ainda, se não vale a pena esperar um pouco mais para ganhar experiência no mercado e conseguir se decidir com mais segurança pela pós. Quem sabe você consegue realizá-la com o apoio da empresa, por exemplo?

Como se trata de uma decisão bastante pessoal, contar com o aconselhamento de um profissional de coaching ou mesmo procurar conversar com alguém da própria instituição de ensino pode ajudar a entender quando exatamente é o momento certo para que você entre em cada tipo de pós-graduação.

Por que fazer uma pós-graduação?

Independentemente do percurso que você decidir fazer na pós-graduação, essa nova etapa da sua formação certamente trará grandes vantagens. E para motivá-lo a ir adiante, separamos algumas delas a seguir. Acompanhe:

Ampliação do networking

Qualquer que seja seu futuro na profissão, travar contatos importantes na área é sempre muito positivo para continuar avançando. E a pós-graduação é uma ótima maneira de fortalecer esse networking. Lá, você terá a oportunidade de conhecer professores, colegas de classe, palestrantes, pesquisadores e muitos outros profissionais com quem poderá contar quando precisar de alguma referência, parceria, colaboração, indicação ou mesmo aconselhamento.

Aprimoramento do currículo

Não se engane: tempos de crise também são tempos de mudanças e oportunidades para quem sabe aproveitá-las. Afinal, além de estar em constante oscilação, o mercado também está em busca de profissionais qualificados para lidar com imprevistos e inovar mesmo nas circunstâncias mais complicadas. Nesse contexto, ter um currículo competitivo, com experiência profissional aliada a uma formação completa, não é apenas uma saída para o caso de você precisar pensar em um plano B na carreira e mudar de emprego, mas um indicativo de que você tem algo a mais a oferecer e conhecimentos que podem ajudar as empresas a enfrentarem a adversidade.

Lembrando que a vantagem vale, inclusive, para quem continua firme no mesmo emprego e em qualquer que seja o contexto econômico, já que a pós-graduação também é levada em conta pelos chefes na hora de oferecer uma promoção. Então nada de se acomodar, combinado?

Destaque na área

Na subida pela vida profissional, chega um momento em que é preciso mais que apenas experiência para seguir adiante. E é justamente nessa hora que a pós-graduação pode se mostrar como o que faltava para você se destacar na sua área. Os estudos vão ajudá-lo a entender seu trabalho sob novos pontos de vista, dando o apoio necessário para agir mais assertivamente, ainda permitindo que você comece a almejar cargos de liderança ao oferecer à sua formação um complemento em gestão, por exemplo. Atualização, experiência prática, conhecimento técnico e familiaridade com tendências e nomes da área: a pós dá e você aproveita!

Oportunidade de mudança

A pós também representa uma porta para quem está se desviando da sua área original de formação, mas não tem disponibilidade para voltar à graduação. Trata-se de uma chance de aproveitar os conhecimentos que você já tem e uni-los a ideias atualizadas, a fim de conquistar novas funções com muito mais autoridade e segurança.

Em quanto uma pós-graduação aumenta o salário?

Outro ponto importante a ser considerado por quem está se perguntando se realmente chegou a hora de investir em uma pós-graduação é a questão financeira. Você sabe qual é o impacto real da pós no salário? Em uma pesquisa realizada no mercado brasileiro e divulgada pela Revista Exame em 2014, dados mostraram que o ganho dos executivos com uma pós-graduação é, sim, maior que aquele de quem só passou pela faculdade uma vez, aumentando proporcionalmente ao nível da pós.

Tais números indicam que profissionais com uma pós-graduação ganham, em média, 80% a mais que aqueles que têm apenas a graduação no currículo. Já aqueles com mais de uma pós ganham 140% a mais que quem só é graduado. E os profissionais com mestrado e/ou doutorado chegam a ter um salário 160% mais alto. E pesquisas realizadas no exterior também mostram que, fora daqui, a pós-graduação tem um impacto significativo nos ganhos de profissionais de diversas áreas ao longo de suas carreiras.

Como escolher a melhor instituição de ensino?

Agora que você já está bem mais por dentro do universo da pós-graduação, sabe quando e por que investir em uma e conhece os diferentes diplomas e certificações existentes, é preciso começar a pensar em como colocar esse plano em ação. Para isso, selecionar a instituição de ensino em que você vai estudar é quase tão importante quanto o tipo de curso escolhido.

Pensando nessa etapa, separamos aqui alguns dos pontos que você deve levar em consideração na hora de fazer essa escolha. Veja:

Qualidade de ensino

A Capes conta com uma plataforma própria que possibilita checar a avaliação de todos os cursos de pós-graduação do país, com notas de 3 a 7 nas categorias mestrado acadêmico, mestrado profissional e doutorado. Além disso, verificar a grade curricular dos cursos também pode dar ao menos uma ideia básica sobre sua qualidade.

Reputação no mercado

Esse é um critério um pouco mais subjetivo e, portanto, mais difícil de ser verificado. Para conhecer a reputação de uma instituição de ensino superior (IES) no mercado, pesquise referências tanto on-line como off-line sobre a instituição e seus cursos, além de conversar com profissionais da área e recrutadores para saber que escolas eles mais valorizam. Geralmente, no próprio site das instituições de ensino, é possível encontrar referências, certificações, presença em rankings e outras informações que comprovem seu renome.

Currículo dos professores

Conhecer os professores do curso e seu histórico acadêmico e profissional é outra forma de afunilar as instituições de ensino mais interessantes para, enfim, conseguir escolher a melhor. Verifique se o site da IES conta com essas informações (o que já é um bom sinal), leia o currículo dos professores na plataforma Lattes (se houver) e procure saber mais sobre as pesquisas realizadas pela instituição.

Nível da infraestrutura

A instituição oferece bibliotecas, auditórios, salas de aula confortáveis e outros espaços necessários para apoiar os participantes nos estudos? A localização do campus atende às suas necessidades? Uma simples visita à escola pode ajudá-lo a responder a essas questões com mais segurança.

Cooperação internacional

Outro indicativo de que uma instituição de ensino pode dar a você aquilo de que precisa para alavancar sua carreira é sua relação com escolas fora do país. Parcerias para a realização de pesquisas, assim como colaboração em programas internacionais com entidades estrangeiras de renome são sinais de competência e possíveis oportunidades para que você enriqueça ainda mais sua formação.

Compatibilidade com objetivos

Finalmente, insistimos mais uma vez na necessidade de pesquisar sobre os diferentes cursos oferecidos pelas instituições para encontrar aquele que mais tem a ver com o que você precisa. Conheça a grade, as exigências e a flexibilidade dos programas, entenda como o curso afetará seu trabalho (enquanto estiver estudando e depois de concluí-lo) e, sobretudo, tenha certeza de que você poderá aproveitá-lo ao máximo para impulsionar sua carreira — seja pelo networking, aliando seu TCC ao que você já faz na empresa ou aplicando o conhecimento obtido diretamente no seu dia a dia.

Nesse cenário global em que educação e atualização constante ganham cada vez mais importância para quem quer continuar subindo na profissão, não restam dúvidas de que a pós-graduação é um caminho certeiro em direção ao sucesso. E agora que você já sabe tudo isso sobre os tipos de pós-graduação, suas vantagens e particularidades, basta escolher a rota a seguir e partir para um futuro bem-sucedido!

Só não se esqueça de comentar aqui nos contando se ainda ficou com alguma dúvida! Compartilhe conosco suas impressões sobre o assunto e continue acompanhando nosso blog!

 

Afinal, o que é autogerenciamento?

Diante de um mercado de trabalho cada vez mais exigente, o individualismo, a competição e a pressão por resultados se tornam ainda mais marcantes, transformando a inteligência emocional em um quesito indispensável a quem quer alcançar uma carreira de sucesso e um futuro promissor. O detalhe é que colocá-la em prática não é uma tarefa fácil! Para isso, é preciso investir em técnicas de autogerenciamento.

Quer entender melhor o que isso significa e como essa estratégia pode ser determinante para uma vida mais balanceada e uma carreira bem-sucedida? Acompanhe o nosso post!

Afinal de contas, o que é autogerenciamento?

O gerente de uma empresa precisa ter controle sobre todos os departamentos e administrar de forma eficiente toda as rotinas e responsabilidades desse local. Pensando nesse exemplo, é possível entender o conceito de autogerenciamento como nada mais que a capacidade de gerenciar a si mesmo, conhecendo suas forças e seus pontos fracos, tendo disciplina, comprometimento e organização para cumprir obrigações e controlar emoções.

Existe, portanto, uma correspondência entre o autogerenciamento e a automotivação, a autocrítica, a resiliência e a firmeza de propósito, elementos que formam a inteligência emocional.

No universo corporativo, isso está atrelado ao entendimento das expectativas da organização em relação à atuação de suas equipes. Assim, o profissional pode aperfeiçoar a própria performance, sempre com a intenção de superar tais expectativas por meio do talento e da determinação.

O autogerenciamento é, portanto, um dos pilares do plano de carreira e do plano de desenvolvimento individual, que devem considerar ambições, vocações, preferências e deficiências. Isso sem contar que suas técnicas também permitem que o profissional estabeleça metas pessoais com mais clareza, conquistando-as por meio um planejamento verdadeiramente eficaz — incluindo estratégias, ações e prazos a serem cumpridos. Forma-se, dessa maneira, um ciclo de aperfeiçoamento constante.

Como começar a colocá-lo em prática?

Principalmente, quando é preciso lidar com muitas demandas e exigências, trazer o autogerenciamento para o dia a dia pode ser a maior dificuldade dos profissionais. No entanto, colocar essa técnica em prática pode ajudar a aliviar todo esse peso e trazer outros benefícios no longo prazo. Confira nosso passo a passo e mãos à obra!

Conheça suas emoções

Inteligência emocional é a capacidade de ser mais perceptivo com suas emoções em vez de direcionar frustrações, raiva e até mesmo sentimentos que parecem inofensivos a outra pessoa ou situação. Autoconhecimento e autorregulação: essas são palavras-chave para quem deseja ter inteligência emocional.

Mas atenção: além de entender quais são suas habilidades, competências e limitações, conhecer a si mesmo também significa entender suas emoções e os gatilhos que as ativam. Por isso, no seu dia a dia, questione-se.

Procure identificar aquelas situações que te tiram do sério ou elevam sua satisfação e avalie tanto os comportamentos que dificultam sua melhoria como os que prejudicam seus relacionamentos ou seu desempenho profissional. E o mais importante: entenda o porquê de cada um deles! Essa autoconsciência o colocará no controle de suas emoções em todos os aspectos da sua vida.

Cuide dos seus relacionamentos

Ter empatia sobre o outro e capacidade de gerenciar seus relacionamentos (tanto na vida pessoal como no trabalho) também são elementos importantes da inteligência emocional. E essa capacidade está muito associada ao autoconhecimento, afinal, antes de lidar com as situações e desenvolver uma percepção sobre o mundo, é preciso entender a si mesmo e a responsabilidade das suas ações como parte de uma sociedade.

No ambiente de trabalho, por exemplo, quantas pessoas vivem estressadas por não conseguirem transmitir ao chefe ou aos colegas aquilo que as incomoda. Pior ainda, há quem se estresse por descontar no emprego problemas que afligem sua vida pessoal.

Entenda desde já: o autogerenciamento também está associado a uma mudança de postura diante das pessoas que o cercam. Saber ouvir, entender o posicionamento e a história de vida do outro e, diante dos conflitos, avaliar sua responsabilidade, repensando suas ações. Muitas vezes, deixar o orgulho de lado e partir para uma conversa franca é a melhor maneira de resolver situações que afetam seus relacionamentos e trazem um desgaste emocional desnecessário.

Reavalie suas metas

Viajar, entrar na academia ou fazer um curso de inglês: esses objetivos podem ser colocados em prática desde já! No entanto, metas relacionadas à carreira, como mudar de emprego ou conseguir uma promoção, não são imediatas. Elas precisam de dedicação e tempo. E para que esse tempo valha a pena e os resultados sejam os esperados, é preciso se planejar e, especialmente, reavaliar suas metas com frequência. 

Aqui surge uma dica de ouro: suas metas devem seguir a linha SMART — sigla para Specific (específica), Mensurable (mensurável), Attainable (atingível), Relevant (relevante) e Time-based (temporal). De acordo com esse modelo, uma meta como aprofundar os conhecimentos na sua área se transforma em começar uma especialização em gestão, com ênfase em negócios, finanças, marketing, pessoas e projetos, dentro dos próximos 3 meses. Percebeu a diferença?

É simples: em vez de criar metas abstratas, que podem ser realizadas em um futuro incerto e de muitas formas diferentes, você cria um objetivo visual, específico, relevante para sua carreira e mais fácil de ser realizado, já que conta com caminho e prazo estabelecidos. Dessa forma, você diz a seu subconsciente o que realmente quer e se predispõe a encontrar maneiras de alcançar esse objetivo.

Mantenha os pés no chão

Como complemento ao tópico anterior, é importante que seus propósitos também sejam realistas, possíveis de serem alcançados. Criar metas fora da realidade ou viver a vida sem manter o pé no chão não são características de quem se autogerencia. Isso sem contar que esse rumo costuma ser fonte de frustração.

O primeiro passo para fugir de comportamentos ilusórios consiste em encontrar respostas sinceras para questões envolvendo fortalezas e fraquezas tanto pessoais como profissionais. Exercer uma boa gestão sem ter a capacidade de se comunicar com clareza com as pessoas a seu redor, por exemplo, é quase impossível no mercado atual. 

Iludir-se, acreditando que o mundo se adaptará a você, é sinônimo de perda de tempo e energia. Melhor usar essa energia para investir em capacitação, em leitura, em conectividade, em programas culturais e em melhorias para si mesmo! Essa reavaliação também inclui uma mudança na maneira de pensar. Assim, em vez de criar objetivos sem sentido ou que correspondem a expectativas alheias, você deve olhar melhor para si mesmo, procurando entender o que é realmente importante.

Saia da sua zona de conforto

Não adianta conhecer técnicas de autogerenciamento se você continua incapaz de colocá-las em prática. Autogerenciar-se é um trabalho que exige foco, disciplina e, principalmente, persistência. Diante desse cenário, não há espaço para apatia, vitimismo e procrastinação. Lembre-se de que ações iguais produzem resultados iguais.

Vamos supor que você aspira um cargo melhor na sua empresa. O que é necessário para fazer isso acontecer? Capacitar-se, aprender um novo idioma, desenvolver novas habilidades? Corra atrás! Quanto mais conhecimento técnico você adquirir, mais próximo poderá ficar de conseguir essa promoção. Essa mudança comportamental é muito importante para todos os profissionais, pois propicia um aumento significativo da produtividade individual, impactando também no rendimento coletivo.

Não tem como escapar: para realmente entender o que é autogerenciamento, o profissional deve abandonar definitivamente sua zona de conforto, abrindo-se para novas possibilidades com disposição e sede de aprendizado.

Monitore seu desenvolvimento

Para acelerar a concretização das suas metas e manter a qualidade de suas ações, monitore sempre seu desenvolvimento. É importante nunca se contentar com resultados que não vão bem. Tenha em mente que tudo pode ser transformado, eliminado ou melhorado, por mais difícil que pareça a princípio.

No caso da sua carreira, assuma uma postura proativa, que inclui conhecer o mercado, identificar oportunidades, definir metas, estabelecer um planejamento, alimentar a automotivação, admitir falhas, evitar improvisos, monitorar seus resultados e, claro, corrigir erros. Com essa nova postura, por meio de empenho, foco, eficiência e consequente entrega de resultados realmente expressivos, você conseguirá alavancar sua carreira!

Busque ajuda quando preciso

Nem sempre é fácil entender a si mesmo ou manter uma atitude positiva. Nesses casos, quando as coisas parecem mais difíceis que o normal, procurar auxílio profissional pode ser a melhor solução. Escolher esse caminho permite que você construa uma visão mais realista sobre si mesmo.

Uma vez que as técnicas de autogerenciamento estão fundamentadas no autoconhecimento, trabalhar em parceria com um psicólogo ou um coach de carreira, bem como pedir feedbacks das pessoas próximas a você pode ajudar a identificar potenciais e limitações, inclusive dando aquele empurrãozinho que faltava para mudar aquilo que te impede de crescer.

Quais os resultados do autogerenciamento?

Diante de um mercado de trabalho cada vez mais exigente, a manutenção da empregabilidade e a conquista de novas oportunidades passam a depender da própria capacidade do profissional em se desenvolver e se destacar. Pensando nisso, autogerenciar-se é uma oportunidade de:

Desenvolver habilidades e competências

Acelerada pelo avanço da tecnologia, pela conectividade, pelo fácil acesso à informação e pelo surgimento de novas demandas e prioridades, a sociedade moderna está em constante transformação. E esse movimento automaticamente exige uma rápida absorção tanto do universo corporativo como do ambiente empreendedor.

Pode acreditar: pessoas que aplicam técnicas de autogerenciamento no seu dia a dia conseguem criar ou desenvolver habilidades com muito mais eficácia. Dentre as habilidades mais marcantes estão: o foco, a disciplina, a proatividade, o senso de oportunidade, a capacidade de realização e o poder de superação.

Ao reconhecer as próprias limitações, o profissional também passa a dedicar mais atenção ao planejamento e ao desenvolvimento de características específicas. Investe, então, em cursos de especialização, graduação, pós-graduação e idiomas, por exemplo, além de focar em competências como liderança, empatia, escuta ativa, persuasão e poder de decisão. Constrói, assim, um perfil mais completo, que atende às exigências do mercado.

Aumentar a capacidade de aprendizado

A essa altura, você deve ter percebido que todo processo de autogerenciamento passa por fases de conhecimento, seja sobre técnicas da profissão, sobre o mercado, sobre metas pessoais ou, o mais importante, sobre si mesmo. Justamente nesse contexto, é fundamental desenvolver o equilíbrio e o amadurecimento. Para chegar a esse patamar, é preciso passar por um processo de aprendizado baseado no autoconhecimento para então construir um modo diferente de pensar e reagir aos acontecimentos do cotidiano.

Diferentemente do que muitas pessoas pensam, aprender é um exercício de disciplina que leva tempo. Pense bem: ninguém se torna especialista em determinada área, aprende uma nova língua ou se transforma em um guru espiritual da noite para o dia. É preciso praticar e corrigir falhas diariamente.

De fato, autogerenciar-se envolve aumentar todos os dias seu poder de aprendizado, transformando essa experiência em uma jornada transformadora, um exercício de disciplina que trará resultados positivos em todos os aspectos da sua vida!

Melhorar o desempenho profissional

Independentemente da meta estabelecida, o autogerenciamento passa a ser um grande aliado na reorganização das tarefas, na definição de prioridades, na administração do tempo e, em especial, na adoção de um comportamento mais confiante para conseguir alcançar o objetivo.

Juntos, todos esses elementos se traduzem em uma visível melhora no desempenho do profissional. Com eles, há um aumento significativo da produtividade, da motivação com o trabalho e de uma atuação de destaque, facilitando a conquista de novas oportunidades de ascensão e permitindo que o profissional assuma de vez o protagonismo da sua própria carreira em vez de simplesmente ficar à mercê das oportunidades.

Ganhar satisfação pessoal

Além de todos os benefícios já citados neste post, técnicas de autogerenciamento ainda garantem mais satisfação pessoal. Afinal, como o planejamento das metas é feito com base no autoconhecimento, há, assim, um alinhamento entre motivações, princípios, valores pessoais e a própria carreira. Dessa maneira, o profissional se torna mais comprometido e engajado com seus objetivos.

Tais técnicas também permitem que o profissional canalize suas energias de forma positiva, tornando-se, assim, uma pessoa capaz de produzir mais e melhor, explorando suas competências e evitando distrações. Outro aspecto importante do autogerenciamento é que ele envolve uma nova visão sobre os fatos do dia a dia, tornando o indivíduo mais positivo e pronto para enfrentar as adversidades, bem como mais proativo e satisfeito consigo mesmo.

Fortalecer o plano de carreira

Por último, vale salientar que o conceito de sucesso pode ter diferentes definições, variando de indivíduo para indivíduo e de momento para momento. Afinal, essa percepção está diretamente vinculada a perspectivas, crenças e valores pessoais.

Um dos maiores benefícios do autoconhecimento associado a técnicas de autogerenciamento é visto em forma de capacidade de traduzir essa definição para o profissional em planos de carreira e de vida precisos. Dessa forma, é possível garantir uma trajetória vitoriosa para todos aqueles que realmente entendem quem são e qual é a importância de se melhorarem em prol do crescimento e do desenvolvimento profissional.

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Gestão de pessoas: 14 dicas para liderar uma equipe de sucesso

Está focado em crescer na carreira e, quem sabe, se tornar um gestor? Então a liderança é uma habilidade indispensável para que consiga atingir sua meta! O papel do gestor é, basicamente, garantir que haja coesão e progresso contínuo no trabalho desempenhado pela equipe, mesmo que os colaboradores sejam muito diferentes uns dos outros.

Para isso, grande parte do trabalho de um líder sai do campo das atividades técnicas, indo em direção à gestão de pessoas. É exatamente esse direcionamento que levará seu time ao sucesso. Quer saber, na prática, como isso é feito? Então confira agora mesmo as nossas 14 dicas de gestão de pessoas!

1. Preste atenção à formação da equipe

Uma das dicas de gestão de pessoas mais importantes começa já mesmo no processo seletivo. São muitos os gestores que pecam ao achar que não há segredos para uma boa contratação e que acreditam que qualquer probleminha pode ser consertado com o tempo. Mas na verdade, com o passar do tempo, esse “problema” pode se transformar em uma bola de neve.

De fato, algumas lacunas em relação a conhecimentos técnicos ou questões comportamentais por pura inexperiência podem sim ser corrigidas. Porém, se o profissional não compartilha dos valores e da ética de trabalho ou não acredita na missão da empresa, não há como fazer mudanças e a convivência se tornará impossível. O pior é que ainda pode afetar negativamente o desempenho do restante do time.

Então nada de analisar só o currículo dos candidatos no recrutamento, ok? O ideal é desenvolver métodos para identificar também seu perfil pessoal.

2. Promova o desenvolvimento de competências

Você pode aumentar ainda mais o potencial de sucesso dos seus colaboradores ao promover ações formais para o desenvolvimento de novas competências e a aquisição de conhecimentos relevantes. Para proporcionar esse crescimento existem diversas alternativas. Por exemplo: que tal estabelecer um programa de educação corporativa, com palestras, treinamentos e workshops na empresa?

Você também pode oferecer subsídios para os colaboradores que desejem se qualificar de outras maneiras, como fazer um curso de idiomas ou uma especialização.

3. Procure dar bastante feedback

Tanto positivos como negativos, os feedbacks podem ajudar (e muito) na melhoria contínua da equipe. Afinal, é a partir de avaliações e comentários que os colaboradores conseguem saber com clareza o que precisam mudar e o que está dando certo.

Manter uma comunicação aberta e transparente é essencial, mesmo quando o elogio ou o conselho parece ser óbvio. Além do mais, o feedback ainda demonstra que o trabalho de cada um vem sendo atentamente acompanhado e valorizado.

4. Conheça e confie nos colaboradores

O pior erro que um gestor pode cometer é não conhecer as forças e fraquezas da sua equipe ou não confiar em cada membro do time. Essa postura cria um afastamento que, consequentemente, distancia ainda mais as duas partes. É simplesmente impossível fazer a gestão de pessoas que você não conhece!

Pense bem: como conseguirá escolher o mais indicado para cada tarefa ou apontar aqueles que merecem uma promoção? Para piorar, isso também se reflete na percepção que os colaboradores têm do líder. Se não confia nas pessoas que você mesmo selecionou, como elas poderão acreditar na sua competência em gestão e liderança?

5. Aprenda a delegar

Ao mesmo tempo em que delegar tarefas é um ponto central para a gestão de pessoas, é também um aspecto que normalmente apresenta diversos problemas. Isso porque, ao delegar qualquer tarefa, deve existir um equilíbrio no nível de acompanhamento da equipe.

Você não pode exercer controle demais, pois seus colaboradores precisam desenvolver responsabilidade e autonomia para executar o que foi pedido; tampouco pode se afastar completamente, pois a equipe pode precisar de orientação para atingir os resultados esperados. Para acertar na dose, tenha em mente que seu trabalho deve ser de facilitador, nunca de capataz.

6. Assuma responsabilidades

Delegar tarefas não significa abrir mão do controle e das responsabilidades. Pelo contrário! Com a liderança, as responsabilidades só aumentam!

Se você tem dificuldade de assumir responsabilidades, então ainda não está pronto para liderar. Uma das características mais relevantes de gestores é a capacidade de tomar boas decisões. Eles precisam mobilizar o trabalho em equipe, entender as exigências dos seus superiores e dos clientes, e fazer acontecer.

Outra característica essencial de um líder é assumir as rédeas quando as coisas dão errado. Isso não quer dizer assumir tarefas da empresa que não terá tempo de cumprir ou se sobrecarregar. É preciso agir com parcimônia, e como dissemos anteriormente conhecer as habilidades dos seus colaboradores para compartilhar responsabilidades com inteligência.

7. Estimule o trabalho em equipe

A coesão é um dos elementos-chave que o gestor deve promover com sua liderança e ela se manifesta exatamente por meio do trabalho de equipe. É preciso, assim, fazer a integração entre os funcionários. Já pensou que, da mesma maneira que você precisa conhecer e confiar em cada um, eles também precisam conhecer e confiar uns nos outros?

Sem contar que os colaboradores devem ser estimulados a participar mais, apresentando suas ideias e soluções, realmente se engajando com os projetos do setor e disposta a dividir o trabalho entre si. Nesse cenário fica fácil observar uma melhora significativa na produtividade e na qualidade dos resultados.

8. Desenvolva a cultura organizacional

A cultura organizacional é o conjunto de valores que permeia todo o trabalho de uma empresa e as relações que se estabelecem dentro dela. Pode-se ter como parte da cultura, por exemplo, a transparência, a responsabilidade e a busca pelo crescimento.

Formalizar uma cultura organizacional construída em cima de valores positivos aumenta a consciência dos colaboradores a respeito de suas expectativas. Não se trata de impor normas de comportamento, mas sim de lembrar às pessoas que, mesmo sendo um ambiente competitivo, ainda é preciso conduzir o trabalho com ética. E você, como líder, deve ser o primeiro a ensinar pelo exemplo.

9. Ouça mais

Nesse caso, estamos nos referindo à importância de valorizar o que a equipe tem a dizer. Mais que o gestor, a equipe está na frente do trabalho, conseguindo por isso trazer informações fresquinhas sobre o que está acontecendo tanto com os clientes como com os fornecedores, com o mercado em geral e até mesmo dentro da própria empresa.

Então entenda desde já que os colaboradores são fontes extremamente estratégicas, além de poderem ter ideias inovadoras. O gestor que não ouve os comentários e conselhos da sua equipe não só está sujeito a perder seu apoio como pode cometer erros graves no processo de tomada de decisões.

10. Trabalhe para motivar

Um dos problemas que mais podem afetar a produtividade e os resultados de uma empresa é a falta de motivação dos seus colaboradores. E isso acontece por diversos motivos: desde problemas de relacionamento até falta de propósito e identificação com o trabalho que realizam.

É aí que entra o líder. Ele precisa estar atento a tudo o que acontece ao seu redor, especialmente às mudanças. Se o desempenho de uma equipe anda baixo é preciso entender o porquê e como lidar com essa situação.

O salário é um ponto a ser considerado, mas não é o único. Muitos profissionais são motivados por outros tipos de benefícios, como: oportunidades de aprendizado, uma jornada de trabalho flexível ou um trabalho desafiador. Sendo assim, lembre-se também de:

  • reconhecer e valorizar o trabalho feito, dando feedbacks positivos e pensando em programas de premiação por resultados;
  • demonstrar que você está disposto a investir no crescimento do profissional dentro da empresa, apostando em projetos de capacitação e treinamento, além de planos de carreira de longo prazo;
  • mostrar que você se importa com o bem-estar e a saúde dos colaboradores, implementando iniciativas de saúde e segurança do trabalho;
  • deixar claro que você não se sente superior à equipe, promovendo atividades informais de integração com a sua participação, e investindo na formação de novos líderes, no futuro.

Essa busca por novas formas de aumentar a motivação e a satisfação do colaborador deve ser contínua. Afinal, esse é o ativo mais importante da sua empresa.

11. Não trate o colaborador como uma máquina

Você já assistiu ao filme “Tempos Modernos”, protagonizado por Charlie Chaplin? Se não, deve ver ainda hoje! O filme faz uma crítica contundente ao modelo de trabalho criado pelo sistema capitalista, com trabalhadores produzindo quase exaustivamente e sem qualquer tempo para pausa.

Mesmo sendo uma história dos anos 30, esse enredo ainda é recente. Muitas empresas ainda enxergam os seus colaboradores como máquinas, em que basta ajustar alguns botões e trocar o óleo para conseguir máxima performance.

O problema é que já estamos em 2018 e continuar seguindo essa ideia é uma receita para o fracasso. Profissionais, antes de tudo, são pessoas com objetivos, expectativas e problemas. Eles são indivíduos e, portanto, afetados por fatores muito mais complexos. E sua função como líder é saber respeitar essa realidade e tentar entender que assim como você, eles terão dias ruins, períodos de baixa produtividade e dias em que vão falhar.

12. Tenha cuidado com os rótulos

Em muitos casos, gestores já assumem uma equipe pronta e simplesmente não conseguem estabelecer uma boa relação com determinados colaboradores. E daí começam os problemas. Em vez de resolver conflitos e explorar potencialidades, muitos se tornam juízes e limitam os membros da equipe à rótulos, como: preguiçosos, incompetentes ou desorganizados.

Dentro de um ambiente profissional, você sabe para que servem esses rótulos? Apenas para atrasar o crescimento dos profissionais e da própria empresa! É difícil durante qualquer convivência não criar uma imagem sobre uma pessoa. Mas o líder não pode deixar que a sua impressão atrapalhe as chances de um profissional crescer, se desenvolver e fazer um bom trabalho.

Cada pessoa é única e enxergá-las apenas como marionetes para o seu ego ou exigir que elas façam sempre o que você espera não são atitudes muito realistas. E estão bem longe de uma boa liderança.

13. Seja coerente

Um dos principais problemas de liderança é a falta de coerência. Ela se manifesta bem em líderes que exigem organização, mas nunca conseguem lembrar de nenhum prazo; que vivem mudando de ideia sobre aquilo que pensam e esperam; e pior, que criam objetivos que estão fora da realidade do mercado e jogam a responsabilidade nas costas dos profissionais diante do fracasso.

Anna Wintour, editora-chefe da Vogue, por exemplo, é considerada uma chefe extremamente exigente e até mesmo temida. No entanto, é constantemente elogiada pelos seus colaboradores pela sua consistência. Ou seja, ela não cria metas inatingíveis ou muda de opinião de um dia para o outro. Algo que muitos gestores fazem e exigem que a equipe acompanhe o mesmo comportamento bipolar.

Não estamos dizendo que você deve imitar o perfil desse ícone da moda. Chefes carrascos só conseguem intimidar e desmotivar quem está ao seu redor. A dica é criar um modelo coerente de gestão, encorajando a sua equipe e criando metas e desafios que eles serão capazes de cumprir.

14. Não crie um personagem

Bonzinho ou tirano? Chefe linha dura ou liberal? Em que tipo de perfil você mais se encaixa? Muitos líderes sofrem tentando encontrar e manter um personagem adequado para comandar a sua equipe. Diferente do que muitos pensam, ser um bom gestor não tem nada a ver com vestir uma máscara para ganhar o respeito dos seus comandados.

Uma das principais dicas de gestão de pessoas é: seja sempre você mesmo! E caso não se sinta satisfeito com a sua postura no relacionamento com a equipe há sempre maneira de se aperfeiçoar. Uma delas é a incorporar pontos positivos dos diferentes tipos de liderança, em vez de se focar em um modelo só.

Por exemplo: um líder liberal dá espaço para a sua equipe compartilhar ideias e sugerir mudanças, e isso é algo muito positivo. No entanto, exagerando em sua postura amigável ele pode perder a autoridade diante dos colaboradores. Nesse caso, um pouco das características da liderança situacional e até mesmo autocrática seria bem-vindo.

Como você pôde perceber, a gestão de pessoas é um trabalho que começa desde a formação da equipe e, na verdade, não acaba nunca. E para exercê-la com sucesso é preciso se aperfeiçoar constantemente e se ater às suas ações. Até mesmo as que parecem irrelevantes.

Um simples “como você está?” pode dar a um colaborador a sensação de que você é um líder acessível, que se preocupa com ele. E são detalhes como esse que afetam fortemente o desempenho do time como um todo.

Gostou das dicas deste post? Quer aprender ainda mais sobre o assunto? Então não deixe também de baixar o nosso guia completo com outras dicas de gestão de pessoas nas empresas!

O que preciso fazer para ser um profissional de sucesso?

Especialmente no início da carreira, costumamos nos espelhar naqueles profissionais que conseguiram chegar aonde queriam e, por isso, são reconhecidos pelo mercado, mencionados como exemplos a serem seguidos. Mas para passar da admiração a efetivamente seguir seus passos, conquistando o mesmo reconhecimento, é preciso subir muitos degraus. Diante disso, a pergunta que mais ronda as nossas cabeças é: como ser um profissional de sucesso?

É claro que cada pessoa age de determinada maneira para atingir seus objetivos, mas existem algumas dicas fundamentais que qualquer um pode seguir. Não sabe por onde começar? Então confira agora mesmo as nossas dicas!

Traga a solução e não o problema

As empresas estão cheias de colaboradores que apontam erros e reclamam, só esperando que alguém tome uma atitude. Mas que tal ser você essa pessoa de atitude? Ao perceber que algo está errado ou que poderia ser melhorado, crie um projeto e apresente aos seus superiores, sem compromisso, apenas para mostrar que você está atento ao ambiente de trabalho e preocupado em aprimorá-lo.

Quando participar de reuniões, prepare-se com antecedência, conferindo o que está na pauta do encontro e listando alguns pontos que gostaria de discutir. Nesse momento prévio, vá em busca de referências e dados para embasar sua argumentação. E não se esqueça que o segredo está em contribuir de forma leve, apenas expondo seu ponto de vista e lançando novas ideias, sem atacar os colegas.

Mantenha o foco em resultados

Já reparou como faz um bom tempo que as empresas deixaram de querer profissionais que apenas repetem o que lhes foi ensinado? As organizações modernas querem fortalecer o capital intelectual do negócio. Pensando nisso, o ideal é se manter focado na geração de resultados.

Estabeleça metas pessoais para desempenhar um bom trabalho, avalie constantemente sua performance e busque maneiras de melhorar cada vez mais. É importante também não negligenciar o que a empresa busca a longo prazo, especialmente, se a sua ideia de sucesso é ser promovido.

Profissionais que fazem apenas aquilo que lhes é designado dificilmente se destacam. São os chamados executores de tarefas, que em um mercado dominado pela tecnologia, podem ser substituídos por ferramentas de automação bem mais eficientes e menos custosas. Se você tem observado esse comportamento em si mesmo, chegou a hora de deixar de lado esse perfil e ir além, não acha?

Desenvolva bons relacionamentos

Pode reparar: todo profissional de sucesso tem bons relacionamentos e um networking bem estabelecido, é admirado por todos e procurado sempre que surge uma oportunidade de contribuição — afinal, sua opinião é extremamente relevante para os colegas, mesmo que ele não exerça um cargo de liderança.

O detalhe é que ser essa pessoa nem sempre é fácil, viu? Procure pensar da seguinte maneira: para estabelecer bons relacionamentos, não é necessário gostar de todos ou ser presença frequente nos happy hours. Só é preciso respeitar as pessoas como profissionais e colegas de trabalho.

Fofocas, intrigas e bajulação enfraquecem essa conquista. Então nada de achar que é preciso fazer verdadeiros malabarismos sociais para subir esse degrau, ok? Simplesmente agindo com cordialidade e imparcialidade e se dispondo a ajudar sem receber nada em troca já fica bem mais fácil manter um excelente relacionamento interpessoal no trabalho, mesmo que no âmbito particular você pense completamente ao contrário.

Tenha uma excelente comunicação

Para ser um profissional de sucesso, você também deve conseguir apresentar suas ideias de forma clara, concisa e objetiva. Lembre-se: a credibilidade que as pessoas conferem a você tem tudo a ver com a segurança com que você apresenta suas argumentações e expõe quaisquer fatos.

Assim, se você sente qualquer tipo de dificuldade nesse campo, procure se aprimorar com cursos de oratória, apresentação em público ou até mesmo teatro, ajudando a reduzir sua inibição diante de grandes plateias.

E não se esqueça também da comunicação escrita, fundamental para reafirmar suas competências. Evite erros gramaticais, preze sempre pela norma culta da língua e, antes de apresentar qualquer documento por escrito, analise a quem esse documento se destina. E isso vale também para as suas redes sociais, espaços em que qualquer palavra mal colocada pode gerar má interpretação e comprometer a sua imagem.

Lembre-se que cada pessoa e cada profissional recebe e percebe uma mensagem de uma forma única. E para ser claramente compreendido, você tem que desenvolver a sua capacidade de se comunicar com clareza.

Busque apoio na resiliência

Resiliência nada mais é que a capacidade de passar por situações adversas e voltar rapidamente ao estado normal, sem ser afetado por acontecimentos estressantes. Se você está em uma reunião e um colega se exalta, por exemplo, nada de bater boca e perder a razão. Nesse caso, mantenha a tranquilidade, pedindo para que os ânimos se acalmem e, se necessário, postergando a reunião.

Por mais complexo que seja o desafio apresentado, uma verdade é universal: um profissional de sucesso é aquele que sabe usar a inteligência emocional a seu favor, jamais levando as questões do trabalho para o lado pessoal.

Procure se qualificar permanentemente

Todas as características que acabamos de citar são conquistadas ao longo do tempo, por meio de uma atitude proativa em relação à sua própria carreira. Então nada de esperar que a empresa se encarregue de todos os cursos e capacitações de que você necessita. Vá em busca dos seus sonhos e se prepare para ser um profissional de sucesso!

Se você já é formado, procure uma pós-graduação que o ajude a fortalecer seu currículo e traga novos aprendizados, que possam ser aplicados a seu trabalho. Aproveite o networking das Especializações para travar relacionamentos relevantes no seu segmento de atuação.

Só não se esqueça de também buscar aprimoramentos comportamentais, sejam voltados à liderança, à negociação, à gestão de riscos ou de pessoas. Já ouviu dizer que a contratação é pelas competências, mas a demissão pode ser pelo comportamento? As empresas estão invertendo o jogo ao preferirem lideranças com bom comportamento, uma vez que as competências técnicas podem ser perfeitamente aprendidas ao longo da carreira.

Se por acaso ainda estiver em dúvida sobre qual carreira seguir, busque sessões de coaching para direcionar seus objetivos e conquistá-los mais rapidamente. E, claro, não deixe de aprender novos idiomas! Afinal de contas, as empresas estão mais globalizadas a cada dia que passa, demandando profissionais que possam se relacionar com outras culturas sem entraves.

Seja um diferencial no mercado

É comum durante a graduação ou outro tipo de formação ouvir recomendações de outros profissionais no mercado sobre como ser um profissional de sucesso. Uma das mais comuns é “busque diferencial”. Há alguns anos esse diferencial costumava ser uma graduação na área, mas hoje essa realidade não é mais a mesma.

A realidade é que o mercado está saturado. A cada ano milhares de estudantes se formam em uma graduação e o que era considerado ingresso de entrada para o mercado de trabalho passou a ser requisito básico. Para se destacar, os profissionais não devem mais buscar apenas um diferencial, eles precisam ser a diferença no mercado.

É justamente por esse motivo, que os empreendedores têm ganhado tanto destaque. Em um mercado ávido por inovação, eles vêm suprindo demandas e criando produtos que mudam a vida das pessoas para melhor. Hoje, o profissional precisa investir em si mesmo por completo e oferecer algo que vai além do que cabe no currículo: com as capacitações que citamos no tópico anterior, mas também buscando qualificação fora da sala de aula.

Pensar sempre adiante, viajar e conhecer novas culturas, conversar com pessoas com opiniões diferentes da sua, cultivar uma visão empreendedora, pesquisar tendências, analisar o que anda acontecendo no mundo, sair da zona de conforto e estudar assuntos fora da sua área de atuação são alguns caminhos para expandir a sua mente (e o seu potencial criativo!) e ser a diferença que o mercado tanto precisa.

Invista em marketing pessoal

Nos processos seletivos, nem sempre o candidato favorito das empresas será aquele com a melhor formação ou com a maior experiência no mercado. As organizações têm procurado mesmo pessoas capazes de fazer a diferença e crescer naquele ambiente profissional como futuros líderes.

Diante desse cenário, profissionais que estão dando os primeiros passos no mercado e os que já possuem um currículo de peso têm a mesma missão: mostrar as suas qualidades e potencial de serem bem-sucedidos naquela empresa. Em outras palavras, precisam saber “vender o seu peixe”.

Nem todo mundo possui essa capacidade, naturalmente. Mas a boa notícia é que assim como se comunicar, fazer marketing pessoal é algo que pode ser aprendido. O mercado já oferece diversos programas de coaching e cursos com esse objetivo. As aulas de teatro, por exemplo, são excelentes para quem quer perder a timidez.

Para fazer propaganda de si mesmo também é importante ter autoconhecimento, usar a linguagem adequada para cada ambiente e valorizar a sua própria imagem. Sem perder a naturalidade é claro. Afinal, ninguém deve fingir ser aquilo que não é.

Reconheça seus pontos fracos

Imagine que o seu sonho é ser promovido na empresa em que trabalha. Mas já parou para pensar nas implicações que essa promoção trará e o que é necessário para conquistá-la? Será que você está pronto para lidar com pressões e responsabilidades? Sua expertise pode fazer a diferença nessa função ou ainda não é o suficiente? Você é capaz de estabelecer bons relacionamentos e trabalhar em equipe?

Líderes costumam avaliar profissionais não apenas pelo trabalho que eles fazem no dia a dia, mas também pelo seu potencial de exercer com sucesso as atividades de um cargo melhor. E para isso não basta apenas ser bom no que faz.

Por essa razão, antes de buscar o sucesso tenha a humildade de se autoavaliar, reconhecer seus pontos fracos e pedir ajuda se necessário. Essa atitude não é uma demonstração de fraqueza, e sim, o primeiro passo para buscar mudanças e preparar a si mesmo para conquistar o que você tanto quer.  

Crie um plano de carreira

São tantas oportunidades de carreira que nem sempre analisamos com clareza o que queremos para o futuro e os recursos que temos para alcançar essa meta. O problema é que se você não sabe para onde quer ir, dificilmente, poderá chegar em algum lugar.

Criar um plano de carreira é uma estratégia para ver onde você está neste momento, qual é o seu destino e quais obstáculos encontrará no caminho. Seu passo a passo básico consiste em:

  • listar os seus objetivos profissionais;
  • identificar competências necessárias para alcançá-los;
  • identificar os seus pontos fracos e soluções para corrigi-los;
  • começar a buscar essa qualificação;
  • e não esquecer de acompanhar os resultados.

Geralmente são as empresas que fazem essa projeção para os seus colaboradores, mas você não pode deixar a sua carreira apenas nas mãos delas. Tenha um compromisso consigo mesmo e visualize o que quer para a sua vida. Se você tiver um plano de carreira bem definido terá mais facilidade em fazer escolhas e tomar decisões que lhe conduzam a esse objetivo.

Tenha um propósito

Uma das consequências de criar um plano de carreira é que nessa jornada você pode até mesmo descobrir o que não lhe faz tão feliz. E investir tempo em uma profissão que não traz uma sensação de propósito e de fazer a diferença diminuem as suas chances de sucesso.

Afinal, sem prazer no que faz, dificilmente, você dará o melhor de si. Então, pare sempre para refletir se você anda satisfeito com as suas escolhas ou está apenas cedendo a uma pressão social ou a um estímulo financeiro. A curto prazo um bom salário e um status social podem parecer suficientes, mas com o passar do tempo a falta de realização profissional pode conduzir a problemas graves, como queda de autoestima e depressão. E acredite, fazer o que lhe faz feliz é o maior segredo de como ser um profissional de sucesso.

Evite que o sucesso suba à cabeça

Um profissional de sucesso automaticamente se torna referência no ambiente de trabalho, um modelo a ser seguido. Alcançando esse patamar, só tome cuidado para que tamanha valorização não suba à cabeça, acabando por deixá-lo arrogante. Entenda desde já que ser solicitado, requisitado e elogiado é consequência de um bom trabalho. Foque, portanto, em desempenhar suas funções com primazia.

É preciso ter jogo de cintura para lidar com as situações mais difíceis e contribuir com outros setores sempre que for possível. Use suas habilidades para mostrar novos caminhos e inovar na empresa, sempre mantendo comportamentos éticos e condizentes com o universo organizacional e também fora dele.

Você percebeu que conhecimento e capacitação são importantes dicas de como ser um profissional de sucesso, mas a maior parte do trabalho depende apenas de você mesmo?

Dito isto, não deixe de ler as nossas dicas com regularidade e não tenha medo de colocá-las em práticas! Que tal dar o primeiro passo buscando uma especialização na sua área? Para entender mais sobre o assunto, baixe o nosso e-book com um checklist completo para escolher os melhores cursos para os seus objetivos!

Conheça 7 passos para se diferenciar no mercado de trabalho

Como bem disse o diretor cinematográfico Frank Clark, “se você encontra um caminho livre de obstáculos, ele provavelmente não leva a lugar algum”. Reparou como tal ensinamento se assemelha à guerra que travamos no mercado de trabalho em busca de consolidação na carreira, reconhecimento profissional e remuneração compatível com nossas expectativas?

Tratando justamente do assunto, uma pesquisa da Catho divulgada em 2015 revelou que 54,3% dos profissionais brasileiros acreditam ter uma boa perspectiva de crescimento profissional para os próximos 3 anos. Mas quantos desses entrevistados estão, de fato, mudando suas atitudes para redesenhar seu futuro? Será que todos eles sabem quais são os passos essenciais para conseguirem se diferenciar no mercado? E você, sabe?

Hoje você conhecerá algumas leis do crescimento profissional, atitudes bem comuns (e indispensáveis) aos mais bem-sucedidos executivos do mercado quando eles ainda eram apenas aspirantes ao sucesso. Vamos lá?

Procure por especialização: vá além do lugar-comum

Em primeiro lugar, renuncie à satisfação — afinal, os satisfeitos não se aperfeiçoam em nada. A maioria dos brasileiros encerra seu ciclo de estudos na assinatura do diploma de graduação, um erro brutal que explica por que há tantos bacharéis desempregados, sem conseguir colocação no mercado.

Então anote aí: uma pós-graduação é uma oportunidade de ouro para expandir seu networking com profissionais que já estão no mercado — colegas e professores que, em sua maioria, são executivos de renome. Outro fator importante a considerar é que as ciências mudam ao longo do tempo. Assim, em 10 anos, novas estratégias de gestão são desenvolvidas, a legislação é alterada e métodos de escriturações contábeis são modernizados. Por isso, nada de subestimar a força do tempo.

Por fim (mas não menos essencial), ter um curso de pós-graduação denota que você é um profissional distante das pegadas da acomodação, o que já conta muitos pontos a seu favor em qualquer entrevista de emprego.

Seja proativo: assuma responsabilidades e faça acontecer

Desenvolva a capacidade de tomar decisões, ousar e criar soluções eficazes sem levar problemas à chefia. É primordial ir além do básico, do que simplesmente lhe é mandado. Um profissional proativo é rápido e eficiente, ocupa o tempo livre com a busca insaciável por conhecer o trabalho de outras áreas e outros profissionais, adquirindo uma visão cada vez mais global sobre os processos da empresa.

Acredite: o estrabismo profissional, visão fragmentada de quem se acomodou durante anos e mais anos com as atividades que lhe foram determinadas, é uma das forças motrizes do fracasso na carreira.

Adquira capacidade de gestão: agregue valor aos projetos

Um projeto envolve 3 fatores críticos principais: tempo, prazo e custo. Gerenciar todas essas variáveis e extrair o máximo de uma equipe de multiespecialistas, alcançando o sucesso delineado na fase de planejamento, é tarefa árdua. Mas esse desafio pode ser visto pela alta cúpula como um interessante exercício de gestão em miniatura.

Ser bem-sucedido na gestão de projetos costuma render excelentes novas oportunidades em qualquer empresa. Não tem grande experiência no assunto? Não se preocupe! Uma especialização em gestão certamente o ajudará bastante!

Desenvolva espírito de liderança: conquiste sua equipe

Elogiar em público e criticar em particular, saber comunicar suas ideias ou as ações que devem ser empreendidas, motivar seus colegas de trabalho e convencer pela conquista e não pela imposição autoritária: a verdade é que um líder de fato sequer precisa ocupar um cargo de chefia.

Existem muitas lideranças informais nos departamentos das empresas. E essa ascendência, quando usada para incrementar resultados, superar metas e alcançar os objetivos corporativos, costuma resultar em reconhecimento da direção, com consequente promoção.

Valorize o networking: seja interessante sem ser interesseiro

Já ouviu falar que a vida é a arte do encontro? Pois é no ambiente de trabalho que essa máxima se torna especialmente importante. Já parou para pensar sobre o conceito de networking? Resumindo: é um conjunto de técnicas e atitudes cuja aplicação requer um comportamento de solidariedade e de ajuda recíproca de todos que reconhecem a permanente interdependência das redes de relacionamento. Mas apesar de a importância do networking ser indiscutível, poucos sabem realmente usá-lo.

Uma pesquisa do Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos (IDCE), feita em 2013, revelou que 80% deles reconhecem a estratégia, mas não sabem usá-la de forma eficiente. E um dos erros mais comuns é se preocupar com networking apenas quando necessário. Isso faz com que o profissional se aproxime de outros de forma artificial, o que costuma causar efeitos negativos.

O ideal, na verdade, é que o networking seja usado para construir uma rede de contatos sólida ao longo de anos. Graduação, especialização, empresas anteriores, cursos de aperfeiçoamento ou de idiomas: todos os espaços podem ser úteis para a criação de interações de longo prazo, que abrem portas e ampliam suas possibilidades de crescimento no mercado de trabalho.

Aposte na persistência: some pequenos esforços diários

A dedicação precede o sucesso. Mostrar valor e conquistar a confiança da alta cúpula da empresa exige tempo e paciência, algo que nem todos os profissionais têm. Dessa forma, é preciso persistência não somente para se deixar conhecer, mas também para entender a cultura do negócio, que características são valorizadas e o que fazer para aprimorar suas competências. Lembre-se: o mercado impõe esforços ininterruptos em busca do sucesso.

Imponha-se positivamente: abuse do marketing pessoal

Com raras exceções, é possível afirmar que não há muito lugar para os tímidos no agressivo mundo dos negócios. Em outras palavras: não basta ser um bom profissional, é preciso mostrar que você é o que crê ser.

De nada adianta ser extremamente talentoso e não deixar que sua chefia perceba o quanto você faz diferença no departamento. O marketing pessoal passa por vencer o medo de se pronunciar nas reuniões de trabalho e superar o receio de tomar decisões, tornando-se persuasivo na defesa de suas ideias. É preciso ser audacioso, perdendo o paralisante medo do erro. Todos esses detalhes formam o tênue limiar que divide a estagnação e a ascensão profissional! De que lado você quer estar?

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