Guia: entenda o impacto de uma especialização em gestão com ênfase em finanças na sua carreira!

De um fato, ninguém mais duvida: a competitividade no mercado de trabalho está a cada dia mais acirrada. A instabilidade econômica pela qual o Brasil (e o restante do mundo) passa atualmente e a democratização do acesso ao ensino superior em nosso País são os principais fatores que influenciam essa tendência.

Hoje em dia, ter um diploma de graduação debaixo do braço deixou de ser um diferencial para ser praticamente uma exigência para a maioria dos postos de trabalho. Não por acaso, não são poucas as pessoas que têm investido em cursos de especialização nas mais diversas áreas de atuação, buscando potencial competitivo e incrementos no currículo.

Para quem trabalha na área de finanças, o cenário não é diferente. Empresas dos mais diversos setores e mercados estão em busca de profissionais especializados nessa área que possam, verdadeiramente, agregar valor e estabilidade às companhias, especialmente em cenários economicamente instáveis como os que vivemos atualmente.

Mas afinal, investir em um curso de especialização em gestão com ênfase em finanças realmente trará algum impacto à minha carreira? Como esse tipo de curso está estruturado e como ele é capaz de gerar potencial competitivo e simplificar minha rotina de trabalho?

Se essas são perguntas que estão rondando sua mente, não deixe de continuar a leitura de nosso post de hoje, pois é exatamente sobre isso que ele trata! Aqui você encontrará o Guia completo da especialização em finanças, com questões muito relevantes e que agregarão a você informações essenciais sobre esse assunto. Vamos lá?

1. Primeiramente: conheça o curso de especialização em gestão com ênfase em finanças

A primeira questão que deve estar muito clara em sua mente é o que é, afinal, um curso de especialização em gestão com ênfase em finanças. Embora muitas vezes sejam confundidos com um MBA ou com cursos de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), a especialização é um tipo específico de curso, que possui uma abordagem única e exclusiva.

Os MBAs têm conteúdo programático focado na formação de líderes e são voltados a executivos que possuem, no mínimo, 5 anos de atuação como gestores. Já os cursos de mestrado e doutorado, embora tragam muitos conteúdos relevantes em suas grades curriculares, estão mais direcionados para aqueles profissionais que desejam seguir carreira acadêmica, como professores universitários ou pesquisadores de determinada área de atuação.

A especialização, por sua vez, é um curso voltado a quem tem menos experiência no mercado de trabalho (mínimo de dois anos) e tem sua grade curricular baseada no ensino teórico e prático, abordando assuntos que possuem grande aplicabilidade no dia a dia dos profissionais. Ou seja, você poderá colocar em prática praticamente tudo o que aprendeu durante uma especialização em sua rotina profissional.

E em relação a um curso de especialização em gestão com ênfase em finanças? Como, especificamente, ele está estruturado? Continue a leitura e descubra!

Estrutura do programa

Ao investir em uma especialização em finanças, você terá acesso a uma grade curricular que lhe permitirá atuar como gestor financeiro em empresas de qualquer porte e mesmo como autônomo, prestando consultoria financeira e de investimentos a pessoas físicas e jurídicas.

Durante a formação, você vai cursar disciplinas obrigatórias e eletivas, o que permite que cada aluno se especialize da maneira que mais lhe for conveniente. Entre as matérias obrigatórias, pode-se citar Contabilidade Financeira, Mercado de Finanças e Análise Econômica de Investimento. Já nas eletivas, você decidirá se pretende saber mais sobre Investimentos e Financiamentos, Gestão de Custos, Mercado de Finanças ou Competências Gerais na área, por exemplo.

Seja qual for o caminho que você pretenda seguir, uma especialização em finanças de qualidade tem o poder de englobar a compreensão, a aplicação e a análise dos alicerces financeiros que permitem a elaboração de planejamentos, controles orçamentários, estratégias de investimentos, financiamentos, políticas de dividendos e análise de riscos.

Se o curso ainda contar com estudos de cases reais de empresas, melhor ainda! Os cases são situações e problemas empresariais apresentados à turma. Em conjunto, os participantes debatem e discutem os casos com o objetivo de buscar as melhores soluções, baseados no conhecimento e nos aprendizados adquiridos em sala de aula.

Essa é, sem dúvida, uma das maneiras mais eficientes de integrar os conhecimentos teóricos adquiridos à realidade empresarial, potencializando sobremaneira a sua capacidade de enfrentar situações e problemas reais.

Além de cursar toda a carga horária do programa, no último módulo, os participantes devem elaborar um projeto e redigir um TCC (trabalho de conclusão de curso). O TCC é desenvolvido com base na reflexão da prática profissional, acompanhada de discussão teórica para entendimento e construção da solução de um problema/tema real e relevante. 

Professores, mentores e tutores

Por melhor e mais completos que sejam os conteúdos e disciplinas ministrados durante um curso de especialização em gestão com ênfase em finanças, a qualidade e os resultados obtidos com ele são extremamente dependentes do nível e experiência do corpo docente. O importante aqui é que, além de saberem passar seus conhecimentos de maneira apropriada, os professores sejam, antes de tudo, também profissionais da área de finanças com bastante experiência prática.

Por isso, de maneira geral, o corpo docente de cursos de especialização em finanças é composto de executivos de renome na área, com uma bagagem profissional extensa e que estejam dispostos a compartilhar a grande quantidade de conhecimento do mercado financeiro que possuem com seus alunos.

Assim, além de poder “absorver” conhecimentos, práticas e metodologias empresariais dos melhores no ramo, você, de quebra, ainda possui uma oportunidade única de ampliar consideravelmente o seu networking profissional.

Flexibilidade de tempo

A falta de tempo é um dos principais empecilhos para a grande maioria dos profissionais que desejam se especializar na área de finanças. E não é para menos! Com a rotina corrida, grandes quantidades de demandas profissionais a serem administradas diariamente e mais o tempo necessário para construir uma vida social e familiar satisfatória, mal sobra tempo para dormir, não é mesmo?

A boa notícia é que, justamente por essa ser a realidade dos profissionais que atuam no mundo corporativo, muitas instituições de ensino oferecem opções de cursos e especializações com programas flexíveis, que podem moldar-se às suas necessidades pessoais e que permitem que você chegue ao fim da especialização sem que, contudo, tenha que abrir mão de algo importante para você.

Assim, apesar de a carga horária mínima exigida para completar o curso seja a mesma para todos os alunos, você pode escolher se deseja cumpri-la durante a semana, no período da noite, ou nos finais de semana, por exemplo.

2. Conheça os 3 principais desafios do mercado financeiro — e saiba como o curso vai te ajudar a vencê-los!

Tanto a expansão acelerada da tecnologia, que invadiu a vida de todos em uma velocidade assombrosa, quanto os cenários econômicos bastante instáveis e voláteis dos últimos 10 anos, trouxeram mudanças significativas nos processos do mercado financeiro. Dentro desse contexto, há muitos desafios a serem superados pelo setor de finanças das empresas, com o objetivo de torná-lo, a cada dia, mais rentável e eficiente.

A boa notícia é que, sabendo da existência desses desafios e implementando mudanças reais para superá-los, é possível otimizar a gestão financeira de qualquer companhia e conseguir excelentes resultados. E é exatamente nesse ponto que investir em um curso de especialização em finanças pode fazer toda a diferença!

Isso porque os assuntos e conteúdos abordados nesse tipo de curso são extremamente atuais e alinhados aos desafios reais do mercado financeiro. Dessa maneira, ao concluí-lo você terá em suas mãos (e em sua cabeça) a receita para o sucesso.

Para exemplificar essa questão, abaixo listamos 3 dos principais desafios do mercado financeiro atual e explicamos como uma especialização em gestão com ênfase em finanças pode ajudá-lo a superar cada um deles. Confira:

Lentidão de processos

Apesar de a tecnologia estar chegando com toda a força ao setor financeiro das empresas, por meio de plataformas, aplicativos e ferramentas criadas especificamente para melhorar os processos de gestão financeira, a realidade é que grande parte dos processos dessa área ainda é feito manualmente. O resultado? Um nível elevado de lentidão na geração e análise de resultados e maior possibilidade de erros devidos a falhas humanas.

Partindo dessa realidade, a melhor solução, além do investimento em ferramentas especializadas, que otimizem e melhorem a fluidez dos processos, é também poder contar com gestores e analistas que saibam utilizá-las e manejá-las de maneira correta.

Ao ingressar em uma especialização em finanças, você ficará por dentro das ferramentas tecnológicas mais eficazes e atuais, e aprenderá a distinguir quais delas podem ser utilizadas em sua rotina de trabalho e quais não.

Instabilidade política e econômica

O atual cenário político-econômico de nosso País tem assustado os investidores, especialmente os estrangeiros. Recessão, aumento do desemprego, altas taxas de juros e de inflação e escândalos políticos são os principais motivos para os níveis crescentes de pessimismo.

Entretanto, para quem sabe analisar os cenários do mercado financeiro de maneira acurada, o momento também pode ser de oportunidades. Saber onde e como investir pode ser o diferencial entre o sucesso ou a derrocada de uma empresa.

Por isso, não são poucas as companhias que buscam poder contar com profissionais que saibam analisar corretamente o comportamento do mercado, fazendo previsões mais certeiras e investindo de maneira assertiva. E adivinha onde você pode aprender melhor sobre tudo isso? Se você pensou em um curso de especialização em gestão com ênfase em finanças, acertou em cheio!

Equívocos na tomada de decisões

Apesar de parecer um tanto quanto óbvio, são poucas as empresas que baseiam suas tomadas de decisões estratégicas em dados gerados pelo setor financeiro. Isso porque, muitas vezes, a coleta e análise de dados da área não é realizada da maneira correta. Ou então, os processos estão tão desorganizados ou defasados, que os resultados obtidos não são, absolutamente, confiáveis.

Por outro lado, ao se otimizar e acelerar os processos da área financeira de uma companhia, obtêm-se como resultado um enorme leque de dados altamente relevantes para o negócio. Sabendo analisá-los corretamente, é possível tomar decisões estratégicas corretas, bem como acompanhar de perto o desempenho de uma empresa ao longo do tempo, realizar replanejamentos, ajustar metas e definir objetivos de maneira muito mais acertada e eficiente.

Sendo um especialista em finanças, você poderá participar ativamente de todo esse processo. Isso porque, durante o curso, você aprenderá tudo sobre otimização e organização de processos de gestão financeira, bem como análise de dados e geração de relatórios confiáveis e que podem, efetivamente, contribuir para o sucesso de uma empresa.

3. Entenda como a especialização vai proporcionar um grande diferencial competitivo

Você, como um profissional antenado e atento às tendências do mundo corporativo atual, provavelmente já escutou ou leu muito por aí sobre a importância de se manter atualizado em sua área de atuação, não é? Basta navegar alguns minutos na internet para ficar sabendo de uma infinidade de cursos, palestras, workshops e congressos que prometem reviravoltas e viradas brilhantes em sua carreira.

Mas até que ponto isso é verdade? Investir tempo e dinheiro em cursos e especializações realmente traz benefícios reais à sua vida profissional?

A resposta para essa pergunta é sim, você pode realmente alavancar a sua carreira caso decida investir em sua formação. Porém, isso dependerá enormemente da qualidade da instituição escolhida e de seu nível de motivação para aprender novos conceitos e teorias de sua profissão. De nada adianta matricular-se no melhor curso do mercado se você não estiver motivado ou não tiver algum tempo semanal para dedicar-se com afinco.

Entretanto, caso você acerte em cheio na escolha de uma formação e a aproveite, de verdade, os resultados serão surpreendentes, pode acreditar. No caso de uma especialização em gestão com ênfase em finanças, o diferencial competitivo entre quem possui uma no currículo e quem não possui é enorme! Entenda o porquê:

Alta demanda por profissionais especializados

Apesar de o acesso ao ensino superior ter sido enormemente ampliado nos últimos anos, a verdade é que, paradoxalmente, vivemos em um cenário de falta de pessoal qualificado em diversas áreas de atuação. E a área de finanças é uma delas.

A crise econômica e financeira que o País atravessa requer que as empresas atuem de maneira inteligente e assertiva em relação às suas finanças e à sua gestão financeira. Do contrário, o risco de fecharem suas portas aumenta de maneira considerável. Planos de reestruturação financeira, organização tributária e controle de custos são altamente necessários à sobrevivência de uma companhia nos dias de hoje.

Tendo essa realidade em vista, fica fácil perceber que inúmeras empresas atualmente buscam profissionais especializados na área de finanças para fazerem parte de suas equipes. Assim, ter uma especialização em finanças em seu currículo o deixa, sem dúvidas, à frente de outros concorrentes na disputa por uma vaga no setor.

Incrementos salariais significativos

Citada como uma das principais vantagens quando o assunto é investir em formação profissional, a verdade é que, ao especializar-se em sua área de atuação, você poderá ter incrementos salariais bastante significativos.

Segundo dados coletados pela consultoria americana PayScale, quem conta com um mestrado, doutorado ou especialização em seu currículo ganha até 80% mais do que quem só possui uma graduação. E quando se analisa a área de Gestão de Finanças separadamente, os números são ainda mais interessantes. Nesse caso, a remuneração pode até mesmo dobrar!

Maiores possibilidades de crescimento profissional

Para construir uma carreira como gestor financeiro de sucesso, somente o conhecimento técnico da área não será suficiente. Além de teorias e metodologias, é necessário desenvolver também capacidades comportamentais e habilidades, essenciais a quem deseja ascender em seu caminho profissional: liderança, assertividade, proatividade, empatia, etc.

A grande sacada aqui é que, se você souber escolher uma especialização completa e de qualidade, saiba que também terá as características citadas acima, além de outras, aprimoradas e trabalhadas com profissionais especializados. Dessa maneira, além de se tornar um profissional melhor, você terminará o curso também como uma pessoa melhor. A boa notícia? Esse pode ser o empurrão que faltava para você crescer profissionalmente, galgando cargos elevados com o passar do tempo.

Abrindo o leque de atuação: o trabalho autônomo

Quando se fala em aumentar o potencial competitivo de um profissional, não se trata apenas de “engrossar” seu currículo em relação a outros concorrentes, mas também, de ampliar as possibilidades de caminhos profissionais que podem ser trilhados. E é exatamente isso o que acontece quando você se torna um especialista em finanças: você passa a poder atuar como profissional autônomo.

Apesar de essa não ser a escolha preferida de algumas pessoas, são muitos os que simpatizam com a ideia de serem seus próprios chefes, montando suas próprias rotinas e determinando suas horas laborais.

Como especialista em finanças autônomo, você pode prestar consultoria em finanças e investimento a pequenas e médias empresas e também a pessoas físicas, aconselhando e montando planos de investimento baseados em análises acuradas do mercado.

Ampliação do networking

Ao sair por alguns momentos das quatro paredes de seu escritório e passar a ter contato com outros profissionais de sua área, sejam eles colegas de aula ou os professores e tutores do curso, o seu networking profissional pode ser alavancado, caso você saiba aproveitar essa oportunidade.

Pessoas de diferentes regiões do País, que atuam em empresas dos mais diversos setores e dos mais diversos tamanhos passam a ter um contato mais íntimo, trocando ideias, informações e conhecimentos que podem ampliar a sua bagagem de experiência profissional de uma maneira que você jamais imaginou. Isso sem contar que, ao criar laços verdadeiros com profissionais de sua área, você pode ficar por dentro de oportunidades e até ser indicado para algum cargo de gestão mais elevado.

4. Saiba como o curso de especialização vai simplificar a rotina do trabalho com finanças

Maior prestígio profissional, maior diferencial competitivo e, quem sabe, até um maior salário. Como você pôde perceber ao longo da leitura do post de hoje, tudo isso pode ser o resultado de se tornar um especialista em finanças. Porém, apesar de todas essas questões parecerem extremamente atrativas e suficientes para que você se decida de vez a se matricular em um curso de especialização, saiba que as vantagens não acabam por aí!

Na verdade, o maior benefício que essa formação pode trazer a você e à sua vida profissional é a incrível diferença que os conhecimentos adquiridos em sala de aula farão quando aplicados à sua rotina de trabalho.

Simplificação e otimização. Essa são duas palavras que soam como música para qualquer gestor financeiro, certo? E não é para menos! Em meio à imensa quantidade de dados financeiros a serem coletados todos os dias, bem como à complexidade de cálculos, análises de resultados e tomadas de decisões estratégicas para o setor, muitos profissionais se veem “engolidos” pelas demandas e estão sempre correndo contra o relógio.

Entretanto, ao investir em uma especialização em gestão com ênfase em finanças você vai adquirir conhecimentos valiosíssimos e que, quando postos em prática em seu dia a dia, são capazes de promover grandes transformações. Ao aprender a como otimizar processos, utilizar ferramentas adequadas que simplifiquem rotinas, delegar corretamente tarefas à equipe, trabalhar melhor em grupo e fazer análises corretas e certeiras do setor financeiro, as taxas de erros e equívocos e, consequentemente, de retrabalhos, diminuirão sensivelmente.

Além disso, ao discutir em sala de aula soluções para problemas e situações reais, por meio de cases apresentados, você poderá agir de maneira muito mais ágil e certeira quando cenários iguais ou semelhantes surgirem em seu trabalho. O resultado conjunto de todas essas melhorias poderá ser visualizado e comprovado rapidamente, com uma maior produtividade nas tarefas, maiores taxas de acertos e alcance de objetivos, retornos reais à empresa e o melhor de tudo: maior tranquilidade, serenidade e assertividade em suas decisões como gestor.

Hoje em dia, com a rotina acelerada e corrida da grande maioria dos profissionais, tomar a decisão de investir em formação profissional, ingressando em um curso de especialização em finanças, pode se revelar desafiador e difícil. Porém, como você pôde comprovar ao longo do nosso post de hoje, as vantagens de fazer isso são inegáveis.

Além disso, a possibilidade de encontrar opções de cursos com horários mais flexíveis permite que até o mais ocupado e atarefado dos profissionais possa encaixar uma formação como essa em sua agenda apertada. Por isso, se você está em busca de aprimoramento e ascensão profissional, não perca mais tempo! A especialização em gestão com ênfase em finanças mais adequada para você está à sua espera!

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Governança corporativa: 7 práticas essenciais para organizar seu negócio

Cada vez mais as organizações se despertam para a importância da governança corporativa para a criação e a manutenção de ambientes de negócios saudáveis. Diante de inúmeros casos de conflitos, prejuízos e até de corrupção em empresas, consolida-se no interior das próprias companhias a necessidade da implantação de normas de conduta e de mecanismos de controle que protejam o valor econômico e a imagem institucional das corporações.

As mudanças efetuadas no sentido de dar mais transparência às ações tomadas contribuem ainda para melhorar o relacionamento entre os stakeholders (partes interessadas) de um negócio e, assim, favorecer o crescimento da empresa, que estará focada nos próprios objetivos estratégicos em vez de se dispersar com resolução de problemas criados internamente.

Veja, a seguir, sete práticas de governança corporativa que podem elevar a performance de uma companhia.

1. Normas institucionalizadas

Da mesma forma que na sociedade em geral existem leis para disciplinar o comportamento das pessoas, das empresas e dos governos, também deve haver em uma empresa normas de conduta para favorecer a formação de um ambiente de negócios transparente e eficiente.

Nesse sentido, muitas organizações elaboram manuais ou códigos de governança corporativa para elencar as atitudes esperadas de cada agente envolvido com a empresa. Assim, reduz-se o subjetivismo na interpretação das regras e, com isso, evita-se que profissionais tomem decisões com base em aspectos pessoais. Além disso, os manuais ou códigos servem como norteadores na hora de se analisar questões em que há divisão de opiniões, como conflitos de interesses.

2. Governança corporativa em sintonia com cultura organizacional

De modo geral, a governança corporativa tem como princípios: a transparência, a equidade, a prestação de contas (accountability) e a responsabilidade corporativa. Ainda assim, a implantação de normas e práticas ligadas a esse sistema de controle da gestão empresarial deve também considerar a missão, a visão e os valores da própria companhia.

O ideal, por exemplo, é que as metas do planejamento estratégico do negócio “passem” pelo “filtro” da governança corporativa. Afinal, de que adianta a empresa alcançar propósitos que satisfaçam somente os interesses de um pequeno grupo da companhia, em detrimento dos anseios da maior parte dos stakeholders. Para evitar esse tipo de situação, é recomendável que a governança corporativa permeie todas as atividades da empresa.

3. Hierarquia definida

Em uma organização onde as atribuições de cada pessoa não estão bem estabelecidas e os profissionais não sabem a quem se reportar para tirar dúvidas ou prestar contas das tarefas, há uma grande chance de haver desperdícios, falhas e retrabalhos. Como consequência, a competitividade do negócio também fica prejudicada.

Para que a responsabilidade corporativa seja de fato praticada, é importante que cada profissional saiba qual é o próprio papel na empresa, de modo que ele não se desvie dos objetivos estratégicos do negócio. Se há muita margem de atuação, pode ocorrer de interesses pessoais se sobreporem às necessidades da organização.

4. Fiscalização interna e externa

A confiança dos stakeholders na empresa dependerá de uma série de fatores, como transparência nas ações, prestação de contas periódica e condizente com a realidade, política de comunicação aberta, etc. Uma das maneiras de assegurar a lisura nos processos empresariais é submetê-los a auditorias interna e externa. Com isso, a companhia demonstra que não tem nada para esconder, logo, passa uma imagem de profissionalismo e respeito para o investidor.

Além de órgãos de auditoria, a organização também deve ter mecanismos para coibir eventuais práticas nocivas ao negócio, de modo que a governança corporativa também sirva para prevenir danos à atividade empresarial. Por exemplo, a análise frequente de relatórios de gestão pode contribuir para se evitar “furos” nos processos, que muitas vezes só seriam “descobertos” quando algum efeito nocivo se manifestasse.

5. Equidade entre acionistas

Uma prática de governança corporativa muito difundida é o conceito de “uma ação, um voto”. Nesse caso, o poder político do acionista estará condicionado ao poder econômico. Logo, um grupo unido de acionistas minoritários pode se fazer representar nas decisões da companhia. Além disso, independentemente dessa possível união, é comum empresas darem vez e voz para os sócios minoritários no conselho de administração da empresa.

No tratamento dos diferentes interesses dos acionistas, também é muito útil a existência de regras de mediação e de arbitragem de conflitos, previamente acordadas entre os participantes, para que as ações tomadas sejam baseadas em critérios objetivos. Dessa maneira, age-se para que a sobrevivência do negócio se sobreponha a aspectos subjetivos.

6. Documentação de ações realizadas

O acesso à informação deve ser um dos pilares de uma boa política de governança corporativa. Para tanto, é interessante que as ações tomadas pela empresa sejam devidamente documentadas, para que haja um histórico da gestão empresarial. Assim, caso um acionista ou um futuro investidor peça certos dados, a companhia poderá atender aos pedidos com prontidão.

Com a prática de registrar os passos do negócio, a empresa facilita a execução da transparência e da prestação de contas. Dessa forma, reduz a quantidade de questionamentos acerca da gestão, além de prevenir conflitos que atrapalhem o bom andamento das atividades. Afinal, se os stakeholders sentem que podem confiar no negócio, naturalmente há menos controvérsias.

7. Avaliação de desempenho periódica

A governança corporativa não pode ser vista como um limitador para o crescimento da organização, pelo contrário, na verdade esse conjunto de boas práticas tem como objetivo que a organização tenha um desenvolvimento sustentável no longo prazo. Como uma empresa desperta vários interesses, pode ser comum que alguns deles não sejam favoráveis à própria empresa, mas apenas a um grupo de pessoas. Ao agir para evitar distúrbios na gestão, a governança corporativa cria condições para que o negócio fique em primeiro lugar.

Ainda assim, as normas de conduta e práticas de gestão devem ser avaliadas periodicamente, para que a eficácia e a efetividade delas sejam mensuradas. Quando os princípios da governança corporativa são “internalizados” pelos stakeholders e também fazem parte da cultura organizacional, a companhia tende a possuir iniciativas éticas e transparentes, as quais favorecem um ambiente de negócios saudável e atrativo para os investidores.

Gostou dessas práticas de governança corporativa? Então, compartilhe esse conhecimento nas suas redes sociais e incentive a melhoria das empresas.

Recolocação profissional: 7 segredos para ter sucesso

A recolocação profissional pode acontecer pelas mais diversas razões, indo desde o puro descontentamento com a empresa ou com o cargo atual, passando pelo desejo de iniciar uma nova carreira até chegar à perda do emprego. Independentemente do motivo, superar essa fase não costuma ser fácil, já que o profissional tende a se cercar de dúvidas e temores.

Mas o cenário não precisa ser tão nebuloso! É a hora de focar naquelas características e habilidades que podem reduzir o tempo de espera. Que tal fazer uma especialização, trabalhar a criatividade e preparar-se para os processos seletivos? Pois existem sim alguns segredos para ter sucesso com a recolocação profissional, viu? Descubra quais são eles agora mesmo!

1. Invista no autoconhecimento

Nesse contexto, o primeiro passo é sempre a busca pelo autoconhecimento. Assim, antes de distribuir dúzias de currículos, analise uma série de questões: preferências, vocações, talentos, ambições, prioridades e perspectivas de futuro. É importante fazer uma autoavaliação sincera, observando a própria evolução profissional, os cursos realizados e os resultados conquistados, além do desenvolvimento de competências técnicas, gerenciais e comportamentais.

Só com todas essas respostas na ponta da língua é que torna-se possível estabelecer um planejamento mais realista. Aliás, podemos adiantar que o coaching é uma excelente alternativa para acelerar esse processo de análise. Que tal procurar saber mais sobre essa opção?

2. Defina objetivos

Pode acreditar: com base no autoconhecimento fica bem mais fácil definir objetivos. Nesse caso, é fundamental pesquisar sobre empresas que, de alguma forma, possam contribuir para seu crescimento pessoal e profissional. O ideal é que exista uma identificação com a cultura e com os valores corporativos. Paralelamente, considere outros aspectos que pesem para você. Quer trabalhar mais perto de casa? Valoriza o horário flexível e quer ter os finais de semana livres? Tudo isso interfere diretamente na rotina do profissional, consequentemente impactando nos seus níveis de satisfação.

Vale lembrar que um dos maiores erros de quem está buscando a recolocação profissional é a falta de foco. Pense bem: candidatando-se a vagas não alinhadas a seu perfil, o profissional se distancia das suas metas. E o pior é quando não há retorno, surgindo aí um sentimento de frustração que pode até paralisar. Por essas e outras razões, é importante manter uma linha de procura que não fuja aos parâmetros previamente estabelecidos.

3. Ative o networking

O networking é uma parte importante do processo de recolocação profissional, período mais que propício para ativar as conexões e mostrar-se disponível. De fato, uma rede influente faz com que o indivíduo ganhe visibilidade, além de gerar indicações e ampliar a própria empregabilidade. Entretanto, para consolidar esses relacionamentos, é essencial contar com um plano de ação de médio e longo prazos, já que aproximações pontuais e imediatistas normalmente não são bem-vistas. Lembre-se: o networking é suportado pela troca de informações e conhecimento, pela colaboração contínua e ajuda mútua.

Estar presente em eventos, feiras e congressos é uma maneira de expandir o networking. Além de viabilizarem o encontro com pessoas diferentes, essas ocasiões servem para manter o profissional atualizado sobre tendências e novidades do mercado. Mas atenção: as redes sociais também devem ser exploradas! No LinkedIn, é possível localizar outros profissionais, antigos colegas de trabalho e ex-alunos de diversas instituições de ensino. O usuário ainda pode participar de grupos específicos, postar artigos, além de acompanhar publicações de empresas, executivos consagrados e de influenciadores.

No entanto, a apresentação nas redes sociais exige cuidado, já que é preciso construir uma reputação positiva. Nesse ponto, os conceitos de marketing pessoal devem ser aplicados. Não dá para esquecer que o comportamento do candidato em outras redes também evidencia convicções, opiniões e crenças, com os perfis muitas vezes sendo avaliados pelos recrutadores. Sabendo disso, fique de olho para sua exposição no mundo digital manter-se em sintonia com a imagem que deseja transmitir!

4. Busque oportunidades

Em tempos de crise, é mais que natural que haja um número menor de vagas sendo divulgadas e uma quantidade maior de candidatos atrás de uma boa oportunidade. Apesar disso, não se deixe abater! Insista na busca diária por novas oportunidades.

Os sites de empregos e os grupos nas redes sociais são sempre boas fontes de informação. E ainda há as páginas das empresas, que, em geral, disponibilizam um formulário padrão para o cadastro de currículos com a intenção de formar um banco de dados para seus recrutadores. Com tantas opções, acaba sendo preciso estabelecer um cronograma de atividades a serem realizadas. Inclua aí pesquisas, contatos, networking e, claro, bastante estudo!

5. Prepare-se para a seleção

O processo seletivo profissional padrão é composto por algumas etapas isoladas, como a análise dos currículos, as entrevistas, os testes práticos e psicológicos, podendo existir também dinâmicas. É fundamental, portanto, que o profissional esteja pronto para todas essas avaliações.

O currículo deve estar atualizado, organizado e bem formatado para facilitar a leitura do recrutador. Hoje em dia, agências e especialistas em RH oferecem serviços de preparação e revisão desse documento, além de aplicarem simulados e darem feedbacks voltados à preparação do indivíduo para esses momentos. Assim, o profissional ganha a confiança e a tranquilidade necessárias para se destacar durante a seleção!

6. Aposte na capacitação

A capacitação é absolutamente indispensável para quem busca a recolocação profissional. Para não tropeçar nesse ponto, aposte em cursos de atualização e pós-graduação. Aproveite que atualmente existem diversas opções capazes não só de atender, mas de superar as expectativas e as demandas dos candidatos!

Para alguns setores, o domínio de outros idiomas é pré-requisito. Nesse contexto, não podemos deixar de ressaltar que o inglês deve ter certa preferência, uma vez que é a língua mais usada no universo corporativo. De toda forma, cada caso é um caso. Afinal, a fluência em alemão, italiano, francês ou espanhol pode ser considerada uma imensa vantagem competitiva para muitas multinacionais.

7. Encare uma vaga temporária

Várias empresas têm oferecido vagas temporárias para especialistas e gestores experientes, geralmente para a condução de projetos específicos. Ao mesmo tempo em que esse formato garante mais flexibilidade e menos riscos para quem contrata, a proposta também é interessante para o profissional, que tem acesso a novos conhecimentos, tecnologias e metodologias, enriquecendo seu currículo. Isso sem falar, claro, na expansão da sua rede de contatos!

Além do mais, esse tipo de oportunidade pode abrir as portas para uma efetivação. Para tanto, é importante demonstrar dedicação, proatividade e engajamento. E ainda há outro ponto que merece ser mencionado: os processos seletivos para vagas temporárias são, em linhas gerais, mais enxutos e otimizados, garantindo uma recolocação profissional mais rápida. O que acha da ideia?

Com essas dicas, é possível estabelecer um plano de carreira mais eficiente, para que o candidato supere todos os obstáculos impostos pelo mercado de trabalho. Pronto para o desafio?

Por fim, se gostou deste post, não deixe de compartilhá-lo em suas redes sociais!Plano de carreira (1)

 

Como a especialização pode ajudar a abrir o próprio negócio?

É bastante comum que, ainda durante a faculdade, aqueles estudantes mais proativos e inovadores já pensem em abrir o próprio negócio. E o melhor é que essa iniciativa é estimulada no Brasil de hoje por meio de incentivos fiscais para micro e pequenas empresas!

O detalhe é que não basta dominar sua área de atuação. Na prática, é essencial saber como fazer uma empresa funcionar. Portanto, se você está pensando em empreender, conhecimentos específicos de gestão devem ser prioridade em sua agenda. Aí é que entra uma boa especialização!

Mas como exatamente uma especialização impacta a visão e o comportamento do empreendedor iniciante? Que evolução pessoal e profissional o investimento em capacitação pode proporcionar? Pois é o que veremos nos tópicos a seguir. Então acompanhe agora mesmo o post de hoje!

O cenário atual

A busca constante pela capacitação é uma das maiores preocupações de empresas já constituídas e consolidadas. Nesse cenário, para começar a empreender do zero e se estabelecer no mercado, a especialização tornou-se uma obrigação.

Só conhecendo cada pormenor da área em que desempenhará suas atividades é que você vai conseguir mapear com precisão as demandas ainda não supridas, bem como antever os principais entraves e elaborar soluções para driblá-los. Como empreendedores de sucesso geralmente possuem uma visão diferenciada dos negócios, uma especialização cairá como uma luva para ajudá-lo a transformar seus planos em realidade!

O funcionamento da empresa

Abrir e manter o próprio negócio requer uma postura analítica e um leque de conhecimentos teóricos e práticos a respeito de sua área de atuação, certo? No entanto, também é necessário conhecer o mercado, compreender a estrutura empresarial e as estratégias de gestão, saber identificar onde investir e como adotar uma postura assertiva frente às flutuações do cenário econômico.

Não tem mistério: quanto mais você conhecer a teoria e a prática do funcionamento de uma empresa, mais chances seu negócio terá de sobreviver aos primeiros anos de vida e a quaisquer eventuais turbulências.

A gestão de pessoas

Gerir os colaboradores de uma empresa para que trabalhem sempre em prol de um objetivo bem definido e fazer com que se adequem à cultura organizacional demanda estratégias específicas. Por isso, é essencial se capacitar no intuito de desenvolver habilidades e competências que viabilizarão a liderança e a motivação dos envolvidos de uma maneira não apenas apropriada, mas efetiva.

Tenha em mente que toda empresa depende do seu capital humano para gerar lucro. Portanto, uma especialização em gestão de pessoas fornecerá os instrumentos necessários para a otimização da produtividade, a melhora nas relações interpessoais e a compreensão dos anseios desses recursos tão preciosos.

A gestão de projetos

Assim como a gestão de pessoas, o planejamento de projetos também engloba atividades essenciais para o desenvolvimento de uma empresa, como a automatização de processos, a elaboração de soluções direcionadas a clientes específicos e a integração de recursos. Uma especialização em gestão de projetos, por exemplo, pode ser uma ótima oportunidade de se aprimorar nesse sentido!

É importante ressaltar que esse gestor deve possuir um ótimo relacionamento interpessoal, pois é sua responsabilidade lidar com diferentes equipes e profissionais, alinhando a atuação de todos no intuito de alcançar coesão no desenvolvimento dos projetos. 

A segurança nos investimentos

Seja voltado para a capacitação dos colaboradores, para a ampliação do capital de giro, para mudanças no sistema de relacionamento com o cliente ou para a melhoria do processo produtivo, qualquer investimento deve ser considerado com cuidado e planejamento.

Como essa é uma arte que alguns profissionais dominam com excelência, é preciso estar disposto a aprender com essas pessoas, conhecendo seus exemplos e absorvendo seus ensinamentos. Atualizar-se e manter contato com estratégias e métodos de investimento é indispensável para empreendedores.

O network com outros profissionais

Um dos principais fatores de sucesso para empreendedores é manter uma boa rede de contatos, de preferência com profissionais que já possuem alguma experiência de mercado. Um curso de especialização é providencial nesse sentido, pois agrupa pessoas com objetivos e aspirações similares, professores capacitados e profissionais já estabelecidos.

Para evoluir, é importante compartilhar e ter acesso a diferentes pontos de vista. Não se esqueça de que a troca constante de experiências e ideias é uma poderosa arma para alavancar o crescimento profissional!

O valor do feedback

Um feedback construtivo é um instrumento essencial de autoanálise e orientação. Por meio dele, é possível adquirir uma perspectiva inovadora a respeito das próprias limitações e forças, identificando o que precisa ser aprimorado.

Cursando uma especialização, você terá a oportunidade de receber feedbacks de professores especializados que são destaque em suas áreas — o que não é tão comum acontecer em uma empresa, por conta da rotina atribulada. Esse retornos serão seus aliados, instrumentos personalizados para fazê-lo avançar e superar obstáculos. Isso sem contar que são ótimas oportunidades de se enxergar pelos olhos do mercado, de possíveis clientes e fornecedores!

A mudança comportamental

Investir em uma especialização tem o potencial de modificar seu comportamento, fazendo com que enxergue oportunidades em lugares que antes não pareciam nada promissores. Tenha em mente que nosso comportamento é moldado a partir de nossa autoimagem. Assim, quando percebemos uma possibilidade de melhoria por um ponto de vista externo, como um feedback, uma sugestão ou um novo conteúdo, começamos a reavaliar nossa postura e, assim, evoluímos.

Como os cursos de especialização são focados em fornecer os estímulos necessários para que o indivíduo cresça, transformações comportamentais positivas tendem a resultar desse processo.

O estabelecimento de metas

Um conceito que todo empreendedor deve ter claro em sua mente envolve a importância do estabelecimento de metas — sejam elas de curto, médio ou longo prazos. Além da logística da definição das metas, porém, também é necessário compreender como o comprometimento e a perseverança são pré-requisitos para seu alcance.

Se sua aspiração de abrir o próprio negócio requer um pontapé inicial, então a especialização na área de gestão é o que faltava para incentivá-lo a começar! Tenha em mente que o caminho até se tornar um empreendedor bem-sucedido é longo e demanda esforço e planejamento. Por isso, investir em capacitação o quanto antes é essencial, ajudando-o a superar os obstáculos e a adquirir conhecimentos específicos para manter seu negócio relevante!

E então, percebeu como uma especialização pode ser o que faltava para você começar a empreender? Se ainda possui alguma dúvida em relação à importância de uma especialização e como ela pode ajudá-lo a atingir seus objetivos, entre em contato conosco!

 

7 conhecimentos adquiridos após se especializar em gestão de pessoas

Por incrível que pareça, a gestão de pessoas nem sempre foi vista como uma área estratégica para levar a empresa a atingir seus resultados. Hoje em dia, felizmente, não restam dúvidas a esse respeito. Já está mais do que compreendido que a gestão de pessoas lida diretamente com o bem mais precioso de qualquer organização: seu capital intelectual. O objetivo é proporcionar o desenvolvimento de competências e o acesso a ferramentas e práticas atualizadas como forma de aprimoramento da gestão de pessoas e o alcance de resultados empresariais.

O primeiro passo é fazer uma graduação, seja em Administração, em Recursos Humanos ou mesmo em outra área. A etapa seguinte é partir para uma especialização para que os conhecimentos adquiridos transformem-se em novas habilidades. Mas que conhecimentos são esses e como eles podem influenciar a sua carreira? Saiba agora mesmo!

1. Desenvolvimento de equipes

Uma equipe de alta performance é aquela que não precisa de supervisão constante para realizar suas atividades adequadamente. Nesse cenário, cada membro sabe exatamente o que deve fazer, quais são os resultados esperados e os prazos a serem concluídos.

A própria equipe gerencia os afazeres, distribuindo as atividades entre si e estipulando datas de entrega, responsabilidades e encadeamento das tarefas, bem como os indicadores a serem monitorados para acompanhar a performance. Existe, como você pode notar, um alinhamento entre as pessoas que vai muito além do operacional. Os profissionais compartilham dos mesmos valores e entendem a importância de cada ação para os resultados da empresa.

Um dos conhecimentos que você vai adquirir ao se especializar em gestão de pessoas tem justamente esse foco: como desenvolver equipes de alta performance nas organizações, que tipo de treinamentos oferecer, que comportamentos estimular e como orientar as pessoas para que se desenvolvam.

2. Liderança empresarial

Outra competência essencial para um gestor de pessoas é a liderança. Mas não se engane: ser um líder vai muito além de ser meramente um chefe. O líder orienta a equipe e fornece os recursos necessários para que o trabalho seja executado, estando sempre à disposição para ensinar.

E por mais que muitas pessoas acreditem que a liderança é uma competência inata, a realidade é outra: é sim perfeitamente possível aprender a ser um líder! Desenvolvendo competências relacionadas a comunicação, relacionamento interpessoal, negociação e mediação de conflitos você vai construindo um perfil de liderança para si.

Uma equipe que possui uma liderança forte e inspiradora apresenta uma produtividade maior, é mais atenta às necessidades da empresa e realmente se compromete com os objetivos propostos. Bem liderados, os profissionais estão prontos para assumir desafios, pois sabem que sempre haverá alguém direcionando o caminho.Gestão de pessoas (1)

3. Gestão por competências

O alto índice de rotatividade nas empresas pode estar atrelado a uma série de fatores, estando entre eles a contratação de profissionais que não possuem o perfil adequado para a colocação. Na ânsia de preencher uma vaga com rapidez, o gestor acaba contratando um candidato que aparenta ser o mais capacitado, mas sem, no entanto, verificar se ele realmente tem as competências necessárias para o cargo.

Com a gestão por competências, é possível identificar os pontos fortes de cada membro da equipe, analisar as atividades às quais eles estão ligados e então desenvolver um plano para aprimorar as habilidades de cada profissional. Passa a ser possível inclusive realocar colaboradores para outras áreas, a fim de alinhar seus perfis individuais às atividades executadas, o que traz maior produtividade e satisfação no ambiente de trabalho.

4. Avaliação de desempenho

A gestão de pessoas focada em resultados tem sido cada vez mais buscada pelas empresas, a fim de aumentar a competitividade. Porém, para saber como anda a performance da equipe, é preciso saber avaliar tanto o desempenho individual como o coletivo.

Na especialização em gestão de pessoas, você terá acesso a uma série de ferramentas e melhores práticas para avaliar o desempenho dos profissionais, usando para isso métodos seguros e comprovados. A partir desse estudo, poderá determinar novos objetivos e metas para cada integrante da equipe, sempre buscando a evolução do profissional alinhada aos objetivos da empresa.

5. Técnicas de coaching

Os gestores de pessoas devem sempre assumir uma postura de coach perante a equipe. Sua função envolve, assim, treinar e orientar os colaboradores. Esse posicionamento ajuda tanto no desenvolvimento profissional dos funcionários como na formação de equipes de alta performance.

Se você ainda não teve a oportunidade de fazer uma sessão de coaching profissional, experimente para saber como você poderá atuar na empresa, direcionando sua equipe para uma evolução constante.

6. Cultura organizacional

Cada empresa tem sua própria cultura, formada pelos valores e pelas crenças compartilhados por todos os seus membros. Uma cultura organizacional sólida contribui para a qualidade dos produtos e serviços oferecidos, facilita a gestão de pessoas, torna o time unido e fortalece a marca. Por mais que a cultura seja resultado das interações entre todos, é sim possível conduzir a equipe para que adote o que a empresa espera, sem impor regras. Para tanto, tudo o que você precisa fazer é compreender o que a organização espera e operar as mudanças gradativamente, ouvindo os feedbacks dos profissionais.

Na especialização em gestão de pessoas, você entra a fundo nesse tema, compreendendo como a cultura organizacional é formada, quais são os fatores mais relevantes a serem trabalhados para uma mudança definitiva e, principalmente, como as relações de poder operam dentro da organização, influenciando no comportamento de todos.

7. Gerenciamento de conflitos

Onde há interação humana, sempre existe a possibilidade de surgirem conflitos, certo? E isso é ainda mais verdade no caso das empresas, compostas por pessoas com os mais variados perfis. O que não pode acontecer é deixar que os conflitos tomem conta do ambiente de trabalho, afetando o clima organizacional.

É por esse motivo que, na especialização em gestão de pessoas, você tem uma disciplina dedicada à negociação e conflitos. Nela, você aprende a lidar com as mais diversas situações, mediando conflitos e eliminando barreiras para a execução de um bom trabalho. Ao assumir um cargo de liderança, essa competência torna-se ainda mais importante, já que o time passa a estar sob sua responsabilidade. Além de contratar os melhores profissionais, você terá que integrá-los para que trabalhem em conjunto, alinhados aos objetivos da empresa.

A gestão de pessoas é um campo vasto de aprendizagem. Em uma especialização, você tem acesso tanto a ferramentas práticas quanto a conhecimento de elevado nível para desenvolver competências comportamentais essenciais para a prática da profissão. E se você se identificou com esses conhecimentos, não perca tempo! Entre em contato conosco e comece sua especialização em gestão de pessoas o quanto antes!Gestão de pessoas (1)

 

5 livros que todo gestor deveria ler

Grande parte do conhecimento construído pela humanidade está armazenado em forma de diferentes narrativas, disponíveis em bibliotecas e livrarias físicas ou virtuais. Por isso é que conhecer as experiências compartilhadas nas páginas dos livros é simplesmente essencial para a formação profissional e pessoal de todos aqueles que sonham em se destacar. Pelos inúmeros benefícios que proporciona, portanto, a leitura deve fazer parte do nosso dia a dia.

Mas como escolher em meio a tantas possibilidades? Por onde começar? Pensando nisso, pedimos a Anderson de Souza Sant’Anna, professor de Gestão Empresarial e Gestão de Pessoas da Fundação Dom Cabral, que elaborasse uma lista com 5 sugestões certeiras para gestores e profissionais que querem eventualmente alcançar o topo. Pronto para fazer sua lista de livros?

1. Howard Becker e a sociologia do desvio

Em 1963, o sociólogo norte-americano Howard Becker publicava a primeira edição de Outsiders: estudos de sociologia do desvio. Ao longo de 10 capítulos, o autor busca compreender a lógica do desvio a partir das relações sociais, incluindo o ponto de vista de alguns desviantes. Para Becker, há, entre os grupos sociais, o estabelecimento de determinadas regras e sua naturalização. Espera-se, assim, que os indivíduos operem dentro do que é permitido. Aqueles que fogem ou se desviam desse padrão moral acabam sendo rotulados e estigmatizados.

O autor investiga vários personagens do mundo real, buscando compreender as dinâmicas de poder para mostrar como a lógica do desvio é mantida por representar a continuidade de alguns segmentos sociais. Becker defende que profissionais como advogados e psiquiatras, por exemplo, atuam a partir de interesses próprios, pois sanar completamente o problema significaria o fim de sua atuação.

2. Clayton Christensen e o dilema da inovação

Neste livro, o professor de Harvard e empreendedor Clayton Christensen explora exemplos tanto de empresas bem-sucedidas como de negócios malsucedidos, dissecando seu posicionamento frente a inovações e mudanças. Seu objetivo é chegar a uma fórmula de gestão que vá além da proximidade com o cliente.

O livro Dilema da inovação: quando as novas tecnologias levam as empresas ao fracasso foca no fenômeno da inovação de ruptura, que implica em negligenciar os desejos e as necessidades atuais de clientes em prol da adoção de tecnologias que poderão satisfazer suas vontades e demandas no futuro. A partir daí são elaborados alguns princípios para guiar os gestores e administradores face a desafios, que vão desde a tomada de decisões à proximidade com os clientes. O segredo parece estar no estabelecimento de um estilo de liderança visionário e inovador.Gestão de pessoas

3. Darcy Ribeiro e a formação do povo brasileiro

Para empreender e liderar, é preciso primeiramente conhecer o grupo com quem você estabelecerá relações, bem como seu contexto social e histórico. De olho nisso, o renomado antropólogo Darcy Ribeiro lançou O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. Pelas páginas do livro, o leitor mergulha de cabeça na formação étnica e cultural do povo brasileiro, absorvendo informações que continuam extremamente pertinentes e precisas.

Para compreender a diversidade e a miscigenação tão características do Brasil, Ribeiro busca respostas na fusão entre os grupos indígenas que já habitavam o território na chegada dos portugueses, os imigrantes de distintas regiões e o fluxo de negros trazidos da África durante séculos. Em termos de formação de um país, o autor destaca que 5 culturas distintas foram se espalhando pelo território: a crioula, a cabocla, a sertaneja, a caipira e a sulina.

Trata-se de uma leitura desafiadora, pois o autor se propõe analisar e responder por que o Brasil não deu certo, apontando que a construção do país não respeitou essa identidade mestiça. Assim, a sociedade brasileira permanece dividida entre superiores e inferiores, o que se reflete na prática do trabalho explorador.

4. Milton Santos e o espaço dividido

Em O espaço dividido, o geógrafo brasileiro Milton Santos prova que o ambiente físico em que estamos inseridos exerce influência em como nos relacionamos, bem como na construção de nossa sociedade. Para isso, o autor investiga a dinâmica das metrópoles e dos grandes centros urbanos nos países em desenvolvimento da segunda metade do século XXI.

Acompanhando o pensamento do autor, você vai ver como esse movimento de metropolização privilegia determinados segmentos da população, relegando outros tantos à marginalização. E tal estrutura de privilégios se mostra em diversos setores da sociedade, englobando os âmbitos geográfico, econômico, político e cultural. Santos também discute o que chama de urbanização corporativa, apontando que apenas algumas corporações conseguem se beneficiar das estruturas urbana e social estabelecidas, o que demonstra sua seletividade.

5. Margaret Wheatley e a nova ciência da liderança

Para Margaret Wheatley, vivemos em um mundo caótico, em constante mutação e cujo potencial para ideias inovadoras e perspectivas diferenciadas é altíssimo. Em Liderança e a nova ciência: descobrindo ordem num mundo caótico, a autora descreve a rede de cooperação que forma nossos relacionamentos.

Segundo Wheatley, é por meio do caos que podemos chegar à ordem, pois somente ele nos leva a uma transformação positiva. Essa nova maneira de enxergar o mundo é então aplicada às organizações, com a ideia de liderança sendo reformulada. É essa ciência que facilitará nossa adaptação a esses novos sistemas de negócios e de comunicação que vêm surgindo, dos quais já somos participantes mesmo sem nos dar conta.

Como você pôde perceber, cada obra mencionada aborda a liderança por uma ótica diferente. Citamos brevemente nesta lista as perspectivas da Sociologia, da Geografia, da Antropologia, da Teoria do Caos e do Empreendedorismo. E apesar de a ótica ser quase oposta em alguns casos, temos 5 estudiosos que se dedicaram (ou ainda se dedicam) a compreender a dinâmica das relações em sociedades, grupos, organizações e espaços urbanos, incluindo a rede de influência interpessoal que é construída a partir disso.

É fato: esses livros sobre liderança extrapolam o ambiente corporativo, explorando a complexidade do ser humano ao se deparar com as estruturas e regras sociais contemporâneas. Já sabe por qual título pretende começar? Comente aqui e nos conte o que achou das dicas de leitura! E aproveite para ajudar os colegas compartilhando este post em suas redes sociais!

 

Mudança de carreira: o que é preciso para ter sucesso?

O rápido desenvolvimento industrial do último século, seguido pela expansão das grandes multinacionais a partir do pós-guerra, o surgimento de diversas mídias com alto poder de influência no comportamento humano e a consolidação do marketing como instrumento de disseminação de necessidades: todo esse contexto ajudou a estimular no espírito humano uma inquietação interminável na busca pelo sucesso, que passou a ser inconscientemente entendido como sinônimo de dinheiro e reconhecimento social.

Está aí tentando entender o que exatamente isso tem a ver com os milhares de brasileiros que anualmente materializam o sonho da mudança de carreira? Acompanhe nosso post de hoje e ligue os pontinhos!

Compreenda o contexto

A carreira passou a ser vista como o epicentro da valorização do indivíduo na sociedade. Assim, o entendimento geral é de que, para ser, é preciso ter. Isso gerou uma corrida maluca pelo salário em vez da tranquilidade, pelo capital no lugar da autoestima, pelo dinheiro em detrimento da harmonia do trabalho com os propósitos de vida de cada um.

O resultado desse fenômeno é, tomando emprestadas as palavras de Ruth Manus, uma geração de “executivos que acham que seriam mais felizes se fossem tenistas. Tenistas que acham que seriam mais felizes se fossem bartenders. Bartenders que acham que seriam mais felizes se fossem professores de futevôlei”. Deve ser por isso que grande parte dos brasileiros sonha com uma mudança de carreira no futuro.

Seja pela exaustão causada por esse processo de perseguição cega ao dinheiro, seja pela necessidade de encontrar um sentido para a vida profissional ou mesmo pela ânsia de fugir da mesmice, saiba que é sim possível fazer uma transição de carreira tranquila e ter sucesso na empreitada. Quer conhecer os segredos de quem trocou jalecos por ternos, ternos por uniformes esportivos e abrigos por togas de tribunais? Fique de olho!

Conheça a área

Você é analista de compras, mas sempre sonhou em ser advogado? Que tal então assistir a algumas aulas como ouvinte em uma universidade para se assegurar de que possui, de fato, afinidade com a área pretendida? Boa parte dos casos de evasão universitária se dão por puro desconhecimento dos estudantes em relação à área e ao curso, informações que só costumam surgir a partir das primeiras aulas.

A dica aqui é tomar bastante cuidado para evitar movimentos impulsivos. Afinal, não são poucos os profissionais que decidem mudar de área por força de dificuldades momentâneas, salários aparentemente mais atraentes ou até por modismo. O resultado da fragilidade das razões no processo de migração pode ser a frustração no médio prazo.

Além das aulas na universidade como ouvinte, se for possível visitar empresas ou mesmo fazer um estágio não remunerado na área por algumas semanas, só para observar as rotinas e a estrutura de trabalho, melhor ainda! Digamos que você pretende ser publicitário. Se tem um parente que é sócio de uma agência, aí está sua brecha! Sonha atuar em um tribunal? Corra atrás de uma autorização para acompanhar audiências e conhecer o funcionamento de uma comarca!

Procure por informações

Você sonha em ser magistrado? Já sabe quais são as responsabilidades envolvidas na magistratura, conhece os riscos ligados ao exercício das atribuições de um juiz criminal e tem noção que as diversas sessões de conciliação que podem ocorrer em um único dia tendem a ser longas e bem entediantes? E quanto aos advogados? Sabe quais são as dificuldades de quem atua na advocacia?

Ter acesso ao máximo possível de depoimentos, vindos de profissionais com níveis diferentes de sucesso e também de segmentos distintos ajuda a dar uma visão 360º sobre o caminho que pretende trilhar. Sem contar que essa iniciativa amplia seu networking e evita arrependimentos futuros com sua mudança de carreira!

Considere seu perfil

Pense em um médico que sonha ser diplomata. Ele pesquisa sobre os últimos editais dos concursos realizados pelo Instituto Rio Branco e topa encarar o extenso conteúdo programático exigido. Abdica de um ano inteiro estudando para as 3 fases do concurso para, só depois de aprovado, descobrir que sua primeira lotação será em Brazzaville, capital do Congo, local de extrema pobreza. Como o profissional prestou o concurso imaginando que desfrutaria do luxo e do conforto de grandes cidades, Brazzaville não desperta seu interesse. Sabia que não são poucas as exonerações na carreira diplomática por desilusões como essa?

Se você acha complicado se adaptar fora da sua cidade natal ou não tem interesse em residir em locais de dificuldades políticas, econômicas ou mesmo sanitárias, por exemplo, não faz sentido algum buscar a migração para algum posto no Itamaraty. Essa hipótese serve apenas para mostrar a necessidade de cruzar seu perfil com os requisitos da função ou profissão almejada para que seu esforço na transição profissional não seja seguido de frustração.

Foque no mercado

Com o desenvolvimento de novas relações entre pessoas e máquinas, resultado de tecnologias como Big Data, Internet das Coisas e assistentes pessoais virtuais, não há quem duvide do potencial de crescimento das carreiras ligadas à Tecnologia da Informação. Mas e quanto a áreas de futuro mais incerto, como jornalismo, por exemplo, cuja obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão foi derrubada há alguns anos pelo Supremo Tribunal Federal?

A questão aqui é não olhar somente para o presente, mas estimar quais são os rumos que sua carreira pode tomar no longo prazo, a fim de evitar sucessivas transições de carreira que possam embaralhar sua vida profissional. Então mantenha o foco nas áreas de maior potencial de prosperidade no mercado!

Diversifique sua formação

Se até alguns anos a superespecialização era exigência comum entre as grandes corporações do país, a ideia fixa de fazer mais com menos fez com que, gradualmente, os profissionais de formação diversificada passassem a ocupar posições de destaque no mercado.

Se, no passado, ter um bacharelado em Ciências Econômicas, outro diploma em Direito e uma Especialização em Gestão era visto como inconstância e falta de foco, o cenário mudou. Atualmente, um profissional com uma formação multifacetada como essa é lido pelo mercado como polivalente, interessado em novos conhecimentos e avesso à acomodação. Assim, para quem pensa em respirar novos ares, contar com uma formação acadêmica diversificada pode facilitar (e muito) o processo de transição.

Invista em uma pós-graduação

Muito além de diversificar sua formação com bacharelados, cursos técnicos e de capacitação, é preciso se lembrar do papel que especificamente uma pós-graduação exerce na recolocação profissional.

Se você é graduado e já tem uma especialização, dê continuidade ao processo de diversificação ampliando seus conhecimentos profissionais por meio de uma pós que ofereça não somente aprendizado teórico, mas também experiências práticas na área de interesse. Pode acreditar: esse caráter híbrido dos melhores cursos de pós-graduação do país ajuda os profissionais a se prepararem mais rapidamente para uma nova carreira.

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Os 6 maiores desafios da recolocação no mercado de trabalho

Seja resultante da perda do emprego ou da insatisfação com a própria realidade, a busca pela recolocação no mercado de trabalho tem feito parte da rotina de muitos profissionais. O problema é que, em tempos de crise e recessão econômica, a recolocação torna-se mais difícil, já que há menos vagas disponíveis e, claro, mais candidatos. Surgem nesse caminho, então, alguns grandes desafios que precisam ser superados. Como soluções entram principalmente o autoconhecimento, o networking e um plano de carreira bem estruturado. Quer entender melhor esse contexto? Confira agora quais são os obstáculos a serem vencidos e já comece a se preparar!

1. Falta de motivação

O maior empecilho para a recolocação no mercado de trabalho costuma ser a falta de motivação, sentimento que pode estar relacionado à ausência de identificação com a atual empresa. Nesse caso, o desejo mudar de emprego normalmente é limitado pelo receio de não conseguir uma nova oportunidade, situação que gera desmotivação, insegurança e uma imensa frustração. Além disso, quando o profissional está desempregado e a recolocação demora a acontecer, a decepção se instala, podendo levar inclusive a um quadro de depressão.

Seja por necessidade ou por vocação, é diante desse cenário que o empreendedorismo tem ganhado destaque. Vale ressaltar, entretanto, que é preciso ter muita coragem e determinação para se aventurar a navegar por esses mares no Brasil. Por isso, é essencial contar com a ajuda de especialistas. O coaching, por exemplo, costuma ser uma excelente opção para quem quer encontrar novos caminhos, ampliando a visão do profissional para que enxergue melhor quais são seus talentos, suas prioridades, suas ambições e até suas fraquezas.

Outro ponto a ser considerado aqui é a questão financeira. Para passar por uma recolocação tranquilamente, o ideal é ter uma reserva, um fundo que sirva para bancar as despesas durante a fase de transição ou, ainda, para pagar os custos iniciais do novo negócio. Lembrando que muitos economistas indicam que pelo menos 10% do salário mensal deve ser guardado exatamente para lidar melhor com esse tipo de situação. Por mais que possa parecer complicado, acredite: essa poupança garante menos dores de cabeça.

2. Falta de uma rede de contatos estabelecida

O networking é uma prática importante para a recolocação no mercado de trabalho. Afinal, por meio de uma rede de contatos eficiente, o profissional consegue estabelecer vínculos que podem ajudá-lo em todos os momentos da carreira. E é claro que uma boa reputação pode gerar indicações, garantir a própria empregabilidade! No entanto, para construir relacionamentos realmente produtivos, é preciso definir estratégias de médio e longo prazos. Aproximações pontuais e imediatistas, em geral, não são bem-vindas.

Lembre-se de que o networking está baseado na troca de informações e conhecimento, na colaboração e na ajuda mútuas. Assim, por mais que seja importante buscar novos contatos, também é preciso fortalecer os antigos. Telefonemas, mensagens, e-mails e encontros pessoais devem ser usados com discernimento, sem excessos. Desse modo, é possível marcar presença e estreitar laços.

3. Falta de perspectiva

Antes de mais nada, precisamos esclarecer que, nesse contexto, a perspectiva está relacionada à percepção de futuro, ok? E a verdade é que isso nem sempre depende de uma promoção ou de uma posição específica. Afinal, muitos profissionais batalham para chegar a um determinado cargo e depois se decepcionam ao constatar que aquela situação não corresponde a seus anseios.

Em geral, a ausência de perspectivas é causada pela estagnação, por condições inadequadas, pela falta de reconhecimento e, claro, pela dificuldade em equilibrar a vida pessoal e a profissional. Isso tudo pode dar origem a um esgotamento físico e mental — chamado de síndrome de burnout. Para vencer esse mal, é preciso mudar hábitos e, principalmente, romper o ciclo de negatividade.

4. Falta de ousadia

Abandonar a zona de conforto é outro desafio para o profissional que busca uma recolocação no mercado de trabalho. Essa situação geralmente é caracterizada pela apatia, pela acomodação e também por uma produtividade limitada. Por isso, não há como discutir: nenhuma empresa deseja ter empregados com esse perfil.

A zona de conforto é uma barreira psicológica que bloqueia o movimento em direção a outros caminhos, já que todas as mudanças pressupõem algum risco. Sair dessa condição garante uma visão mais abrangente e otimista das possibilidades e é, sem dúvida, o trajeto mais rápido para a real satisfação. Na prática, é natural que o comodismo apareça quando o indivíduo está desmotivado. Por isso, é fundamental reestruturar as rotinas e modificar comportamentos diários, tornando-se mais questionador, exigente, confiante, proativo e comprometido com os próprios interesses.

5. Falta de atualização

A qualificação profissional é uma necessidade básica tanto para aqueles que buscam novas oportunidades como para os que pretendem seguir como empreendedores ou mesmo permanecer em uma carreira ascendente em uma empresa. É fundamental, portanto, apostar em cursos de especialização. Isso porque a educação continuada alinha as competências do profissional às demandas atuais, diferenciando-o perante os demais. 

O domínio de outros idiomas é mais um ponto importante, principalmente dentro do universo corporativo. Além do inglês, muitos grupos multinacionais buscam profissionais que tenham fluência em alemão, francês ou espanhol, por exemplo. Quem pretende alcançar uma boa recolocação no mercado de trabalho também precisa estar permanentemente bem informado. Assim, é primordial ler, pesquisar e participar de eventos, fóruns e debates, conhecendo as novidades e tendências que cercam cada setor.

Profissionais que apostam no próprio desenvolvimento confirmam algumas características relevantes aos olhos dos recrutadores, como iniciativa, perseverança e poder de superação. E se o caminho levar à administração de um negócio, empreitada que exige conhecimento e dedicação, também será preciso investir em capacitação — especialmente nas áreas de gestão.

6. Falta de preparo

O rápido avanço da tecnologia é um fator que tem se mostrado decisivo para as mudanças ocorridas na sociedade e, consequentemente, nas empresas. Essa evolução exige cada vez mais preparo por parte dos profissionais, uma vez que aparelhos mobile, aplicativos e softwares já fazem parte do dia a dia corporativo. Afinal de contas, a conectividade proporciona uma comunicação quase imediata, integrando equipes e garantindo mais velocidade e praticidade na troca de informações.

É claro que o impacto é maior em áreas técnicas, como engenharias e TI, setores em que a obsolescência é simplesmente fatal. Levando isso em conta, o profissional deve aprender a usar as soluções tecnológicas disponíveis a seu favor, sempre com a intenção de ser mais produtivo e eficiente.

Conhecendo esses desafios, cabe ao profissional entender quais são seus pontos fortes e fracos para, com base nessa autoavaliação, elaborar um plano de carreira completo e efetivo. Antes disso, porém, comente aqui e nos conte: quais desses aspectos estão dificultando sua recolocação no mercado de trabalho? Compartilhe suas experiências conosco!

 

como fazer marketing pessoal fora do ambiente on-line

Como muitas empresas já compreenderam a importância do capital humano para o sucesso de suas operações, as práticas de gestão de pessoas vêm ganhando destaque e sendo cada vez mais valorizadas dentro do universo corporativo. Entretanto, com o grande volume de tarefas e informações gerado diariamente, nem sempre é fácil gerenciar as equipes de forma produtiva e colaborativa. Aí é que entra o uso da tecnologia, simplificando a rotina dos gestores ao ajudar a otimizar processos, organizar atividades e economizar tempo.

Nesse sentido, é possível contar com diversas opções de aplicativos que prometem agilizar a comunicação interna e garantir controles mais rigorosos sobre metas e indicadores. A adoção de apps voltados para a gestão de pessoas gera uma série de benefícios para o colaborador, que não só se mantém permanentemente atualizado como também pode aprimorar o autogerenciamento. Para os gestores, as principais vantagens estão relacionadas à disseminação da informação, à multiplicação do conhecimento e ao monitoramento constante do time.

Curioso para saber quais são esses recursos tão incrivelmente úteis? Então conheça agora mesmo alguns dos aplicativos mais recomendados para a condução de grupos de trabalho!

1. Runrun.it

O Runrun.it é uma ferramenta de gestão que ajuda a aumentar a produtividade de forma geral. Por meio desse app, é possível acompanhar tanto o desempenho de cada colaborador como o de toda a equipe. Os gestores conseguem delegar tarefas, definir prioridades e concentrar o fluxo de informações dentro de um único sistema, evitando dispersões e desencontros. Assim fica mais fácil compartilhar dados, esclarecer dúvidas e manter o time engajado com os objetivos gerais.

Desse modo, a quantidade de e-mails reduz drasticamente, bem como a necessidade de reuniões. Para complementar, esse app é capaz de gerar relatórios gerenciais que sustentam a tomada de decisões. Para usar o aplicativo, que está disponível para desktop, Android e iOS, é preciso pagar uma mensalidade.

2. Evernote

Com o Evernote, o profissional pode criar lembretes ou fazer anotações usando textos, desenhos, imagens ou áudios. Além disso, o aplicativo permite a criação de espécies de cadernos para organizar e classificar todas essas informações, bem como possibilita a realização de pesquisas rápidas, com filtros específicos.

Outra funcionalidade igualmente útil é o bate-papo com outras pessoas e o Context, que sugere artigos e usuários relacionados às anotações que estão sendo usadas no momento. O Evernote está disponível para iOS e Android. Já conhece?Gestão de pessoas

3. Wrike

O Wrike é um app recomendado para a condução de equipes menores. Com esse aplicativo, o gestor consegue definir agendas e prazos finais, anexar documentos e, principalmente, administrar tarefas e projetos em colaboração com o time.

Uma grande vantagem do Wrike é a possibilidade de dividir os trabalhos em pastas e fases, o que facilita bastante o controle de todas as demandas. A versão gratuita, disponível para iOS e Android, permite a integração de até 5 usuários.

4. Trello

O Trello é um app desenvolvido para a gestão de projetos. Com ele, fica mais fácil estabelecer tarefas, definir cronogramas e delegar responsabilidades. Assim, os gestores conseguem ter uma visão mais abrangente dos processos, incluindo os pontos críticos e as pendências que envolvem a equipe. O Trello ainda possui uma interface que indica o status de cada atividade — aguardando execução, em andamento ou concluída. Esse app permite a inclusão de comentários e a solicitação de ajustes ou correções.

Outra questão importante é que o aplicativo garante o armazenamento de dados na nuvem. Arquivos com até 10MB podem ser anexados com o uso do Google Drive, Dropbox e OneDrive, por exemplo. O Trello tem plataformas para Android, iPhone, iPad e Windows 8 e oferece uma versão gratuita.

5. Slack

O Slack funciona como um chat avançado, com a intenção de facilitar a comunicação e a colaboração entre membros do time e até gestores. Nesse app, é possível criar diferentes canais para que a equipe compartilhe documentos, imagens e vídeos, sendo que 2 canais já são padronizados: o general, para comunicados a todos os usuários, e o random, para conversas particulares.

O envio de mensagens privadas também é possível. E para localizar alguma conversa específica, basta buscar pelo termo principal. O Slack está disponível para iOS e Android.

6. SocialBase

A SocialBase é uma plataforma de comunicação interna direcionada para empresas, ideal para gestores que precisam manter contato constante com a equipe, de maneira rápida e eficiente. Com esse aplicativo, é possível compartilhar informações de forma segmentada, por meio da criação de grupos de trabalho distintos.

O app garante flexibilidade, já que todos podem acessar as informações remotamente. Com a SocialBase, o gestor precisa apenas de um celular ou um tablet para centralizar a gestão de arquivos ou se comunicar em tempo real com o time. Além disso, a plataforma também ajuda a reduzir o número de e-mails e as conversas desnecessárias ao telefone, o que contribui para o aumento da produtividade geral. Todas as informações trocadas entre os usuários ficam protegidas e centralizadas, evitando riscos e ameaças.

O aplicativo não é gratuito, mas a empresa pode solicitar uma demonstração antes de optar pela contratação. Além de estar disponível para iOS e Android, a ferramenta também pode ser usada em sua versão web.

7. WorkFlowy

O WorkFlowy é um app de gestão bastante simples, baseado no conceito de hierarquia de listas. Nesse aplicativo, o profissional pode nomear os principais temas a serem tratados, como metas, projetos e indicadores. Em seguida, é possível criar listas de tarefas e prioridades, acompanhando a evolução de cada item. Além disso, há outras funcionalidades, como a criação de sublistas, a categorização em tags e a inclusão de datas, horários, locais e pessoas.

O WorkFlowy está disponível para iOS e Android e tem uma versão gratuita. Mas vale ressaltar que o app oferece vantagens adicionais para os usuários que pagarem uma pequena taxa mensal.

Com a adoção desses aplicativos, os gestores podem fortalecer a gestão de pessoas, garantindo uma melhor interação entre os membros das equipes. Esse tipo de tecnologia proporciona mais agilidade na comunicação, favorecendo a formação de times de alta performance, motivados e comprometidos. Assim, os apps devem servir para aumentar a produtividade e a eficiência corporativas, por meio do compartilhamento de dados, do fácil acesso à informação e da ajuda mútua.

Quer saber mais sobre gestão de pessoas? Curta a página da Fundação Dom Cabral no Facebook e fique por dentro das novidades e tendências do mercado de trabalho!Gestão de pessoas (1)

 

O que é considerado como diferencial competitivo no currículo?

Muito se fala sobre os tais diferenciais competitivos e sua importância para a carreira no mercado de trabalho, não é mesmo? Mas, afinal, o que é considerado um diferencial competitivo no currículo? Será que tem a ver com a formação ou com características pessoais? Que qualidades as empresas buscam na hora da seleção? Todas essas indagações (e muitas outras, aliás) fazem completo sentido, especialmente em um cenário de competição acirradíssima para conquistar boas vagas.

De fato, o profissional modelo quer se destacar sempre. O detalhe é que, em situações de crise, é preciso ser ainda mais estratégico, unindo atrativos suficientes no intuito de chamar a atenção dos recrutadores. Aí é que entra o tão falado diferencial competitivo, associando aspectos da educação formal a habilidades essenciais para o bom desempenho nas empresas. A boa notícia é que a maior parte das características que formam esse diferencial pode ser desenvolvida.

Mas a principal dúvida permanece: o que é considerado um diferencial competitivo que torna o profissional disputado? Fique de olho no nosso post para descobrir alguns dos requisitos mais celebrados pelo mercado de trabalho e começar logo a se aprimorar!

O que é considerado diferencial competitivo?

Na prática, ter um diferencial competitivo significa ter algo único, difícil de ser copiado ou encontrado. No currículo, alguns elementos costumam fazer bastante diferença na corrida pela contratação, como curso de inglês, experiência profissional e capacitações. No entanto, por mais que esses elementos o tornem um profissional diferenciado, você não deve parar por aí. Existem outros atributos que podem colocá-lo em um patamar superior diante dos concorrentes. Confira alguns deles!

Espírito de liderança: influência em todos os níveis

Ao pensar na palavra liderança, você automaticamente vislumbra cargos altos, com um vasto número de subordinados. Pois saiba que está cometendo um engano. Profissionais com espírito de liderança são desejados em todos os níveis hierárquicos, uma vez que conseguem mobilizar as pessoas para a realização de atividades.

Essa característica faz com que o profissional consiga inspirar seus colegas em prol da efetivação de projetos, podendo influenciar até mesmo seus próprios gestores, que reconhecem de longe quem realmente se engaja e está em sintonia com os valores, os objetivos e as metas da organização. Então entenda desde já: não é preciso ser chefe para liderar.

Visão ampla: entendimento global e ação local

Se a e organização espera espírito de liderança por parte do colaborador, é bem possível que também tenha como expectativa uma boa dose de empreendedorismo. Mas como fazer isso em um negócio que não é seu? Simples: desenvolvendo uma visão ampla a seu respeito, conhecendo-o de forma global para que, a partir daí, consiga agir localmente.

Quem quer ir além busca saber os resultados financeiros da empresa, qual é sua história, quais são seus fornecedores e concorrentes, que tipo de produto ou serviço comercializa e como se diferencia das demais. Essa visão ampla do negócio é extremamente valorizada por deixar o profissional mais seguro para tomar decisões, sugerir novas práticas e repensar as antigas. A proatividade e a criatividade estão, assim, embutidas nesse diferencial.

Especialização: legitimação do conhecimento

Normalmente, a primeira característica considerada como diferencial competitivo tem a ver com a educação formal. Um profissional que possui especialização sai na frente dos demais por reunir os conhecimentos necessários para desenvolver bem suas atividades e garantir uma melhor performance. Nesse caso, o diploma é mais do que uma formalização de que aquela pessoa está apta para o trabalho, significando também mais bagagem e investimento em educação continuada.

Por essas e outras, alcançar o título de especialista pode sim encurtar o caminho até a conquista de um cargo que requer alguém qualificado em um assunto bem específico. Não tem mistério: quanto mais você trabalha para aprimorar sua capacidade como expert, melhor.

Outros idiomas: expansão de fronteiras

Há algum tempo, o domínio do inglês era visto como um diferencial e tanto pelo mercado, certo? Hoje, porém, a questão é de sobrevivência. E essa mudança se deve principalmente ao surgimento de processos e termos cada vez mais importados, além de um diálogo mais direto com pessoas de outras nacionalidades graças à quebra definitiva de barreiras causada pela expansão da internet. Por isso, a demanda agora é por outros idiomas!

Por mais que o espanhol seja uma boa opção de investimento para sua terceira língua, algumas áreas e profissões priorizam o francês, o alemão ou até o mandarim, dependendo de onde se concentra a produção de conhecimento e tecnologia. Assim, é preciso ter sensibilidade para saber em qual língua apostar. Se está há algum tempo de olho em uma chance em uma multinacional de origem italiana, por exemplo, conhecer o idioma certamente vai contar muitos pontos a seu favor.

Experiência em gestão: voto de confiança

Não é só o conhecimento formalmente adquirido que é valorizado como diferencial competitivo, mas também a experiência vivida pelo profissional em sua trajetória. Isso se dá porque o cotidiano de trabalho proporciona uma outra forma de aprendizado que pode sim alavancar seu currículo. Em outras palavras, funciona como uma espécie de carimbo atestando que aquele profissional sabe colocar a mão na massa com inteligência estratégica.

A experiência é ainda melhor quando envolve a gestão dos mais variados tipos de recursos. Aqui vale dar uma explicação: quando falamos em gestão, estamos nos referindo a uma outra forma de olhar para os processos que não seja mecânica, mas sim consciente, envolvendo planejamento e acompanhamento precisos. Basicamente, portanto, ao saber que um profissional acumulou experiência em gestão, a empresa fica mais propensa a dar a ele um voto de confiança.

Adaptabilidade: flexibilidade e foco

Sabe aquele profissional resistente à mudança, que morre de medo de qualquer alteração em sua rotina e que reage mal diante dos imprevistos? Esse definitivamente não é o perfil procurado pelas empresas. Na realidade, o diferencial competitivo é justamente o contrário: facilidade de adaptação e flexibilidade, desde que sem perder o foco.

É preciso entender que, assim como no âmbito pessoal, mudanças de percurso, ajustes e reviravoltas também acontecem a todo momento no dia a dia corporativo. Levando isso em conta, o profissional que lida bem com esse cenário mostra inteligência emocional, além de conseguir manter o engajamento e a produtividade.

Compromisso com resultados: alcance das metas

Para conseguir se sobressair de verdade, o profissional precisa entregar resultados. Caso contrário, nem todas as boas características anteriores juntas serão o bastante! Por isso, o comprometimento com os objetivos e as metas é essencial como diferencial competitivo.

Em processos seletivos, por exemplo, é possível que os recrutadores peçam para você mencionar resultados positivos do seu trabalho anterior, explicando seu processo. Se não fizerem essa pergunta, convém tomar a iniciativa, abordando-os. Ser consistente ao contar sobre como conseguiu superar sua meta anterior em 20%, de que maneira economizou 15% nos custos relacionados à sua atividade ou qualquer outro resultado mensurável faz com que você ande várias casas rumo ao sucesso.

Como vimos, o chamado diferencial competitivo é um conjunto de qualificações e habilidades que fazem com que o potencial de um profissional seja percebido pela empresa. Se é tarefa de uma organização desenvolver talentos de acordo com seus valores e sua cultura, a primeira ação dos recrutadores é encontrar profissionais férteis.

Como desenvolver essas características?

Agora que você já descobriu o que realmente significa ter um diferencial competitivo no mercado, precisa aprender a desenvolver essas características. Pensando nisso, resolvemos listar aqui algumas dicas para que você consiga fazer tudo isso acontecer o quanto antes. Acompanhe!

Conheça a si mesmo

O desenvolvimento de um diferencial competitivo é, sobretudo, um processo de descoberta de si mesmo. Quando o profissional tem uma noção clara de seus pontos fortes, ele trabalha a favor dessas habilidades e as mostra da melhor forma possível. Pois o mesmo acontece com os pontos fracos! Reconhecer suas limitações é uma oportunidade de superá-las ou, pelo menos, minimizá-las. E é a comunhão entre suas falhas, competências e seus limites que formam o profissional que você é.

Conhecer-se bem é uma maneira de lidar não só consigo mesmo, mas também com os outros, descobrir o que tem travado seu crescimento e até se você está seguindo o caminho certo profissionalmente. Por mais que esse possa parecer um desafio muito difícil a princípio, pode apostar: quando se tornar um hábito, o autoconhecimento surgirá como o maior trunfo da sua carreira.

Aprenda algo novo todos os dias

Um profissional que oferece mais do mesmo dificilmente se destaca. E isso não é visto apenas no currículo, mas no dia a dia do trabalho. Pessoas que se diferenciam, criando um selo de qualidade para si próprias, chamam a atenção. Para ganhar diferencial competitivo e adquirir as habilidades citadas no tópico anterior, você precisa buscar diariamente seu próprio conhecimento — mesmo que já esteja em um cargo de gestão.

Quais são as novas demandas do mercado? O que a concorrência oferece que sua empresa ainda precisa correr atrás? Não dá, por exemplo, para esperar uma cobrança das instâncias superiores cair do céu ou chegar até o meio de uma crise para buscar soluções inteligentes. É preciso se antecipar!

Invista em marketing pessoal

Você provavelmente já ouviu dizer que a primeira impressão é a que fica, certo? No mundo empresarial, essa máxima também faz muito sentido. Em algum momento da carreira, todo profissional acaba sendo julgado pela forma como se apresenta e por sua postura profissional.

A boa notícia é que a primeira impressão pode ser modificada! Para isso, basta investir em marketing pessoal, estratégia que consiste basicamente em vender a si mesmo, de uma forma positiva. Com esse objetivo, você deve passar a observar melhor o ambiente, valorizar sua imagem e manter a naturalidade. Entenda melhor!

Observe o ambiente

Como as pessoas na empresa em que você trabalha ou está pleiteando uma vaga se comportam? O ambiente é mais formal ou descontraído? As roupas são casuais ou sociais? Há muita interação ou o trabalho é feito isoladamente? Observar esses aspectos ajudará a construir uma identidade adequada ao ambiente, de acordo com os valores e a cultura organizacional. Dessa maneira, você reforça sua imagem de forma positiva e evita gafes.

Valorize sua imagem

Quando você está jantando em um restaurante conceituado, por exemplo, precisa seguir um dress codediferente do que usa quando está em casa. O mesmo vale para as situações profissionais. Neutralizar aspectos negativos da sua personalidade, cuidar da aparência e do estilo das roupas, também é um diferencial competitivo. Isso porque as empresas sabem como a imagem e o comportamento dos profissionais afetam sua marca e sua credibilidade no mercado.

Mantenha a naturalidade

Atenção: construir um personagem não significa ser falso, mas sim se adequar ao ambiente profissional em que está inserido. Se você possui aspectos marcantes em sua personalidade, como ser comunicativo e extrovertido, mantenha essas características! Em algumas situações, talvez você tenha que se encaixar em determinado padrão, mas nunca simule algo que não é. Além de não ser saudável para si mesmo, as pessoas costumam perceber e julgar mal.

Construa uma reputação impecável

Conhecer a reputação de um profissional é uma das melhores maneiras de conhecer também seu diferencial competitivo. Afinal, de nada adianta ter um currículo excelente e se vangloriar dos seus méritos se você é incapaz de agir com profissionalismo, cordialidade e ética. Para construir essa reputação, invista em networking. Trate bem os colegas, estabelecendo um bom relacionamento interpessoal nas empresas por que passar. Aja com a mesma cordialidade com todos, independentemente do cargo que ocupem.

Lembre-se: são essas pessoas e o comportamento que você tem com elas que vão guiá-lo, direta ou indiretamente, às melhores oportunidades profissionais, reforçando o ser humano único que você é. Humildade, valores éticos e capacidade de lidar bem com o outro: essas características nunca saem de moda.

Saia da sua zona de conforto

Quando já atua há muito tempo em uma mesma função ou empresa, é bastante comum que qualquer profissional se acomode em uma zona de conforto. O problema é que esse comodismo pode acabar se transformando em bloqueio para o crescimento profissional e, ainda pior, para a inovação. E, como você sabe, quem não inova no mercado de trabalho não se diferencia.

Para não cair nesse ciclo vicioso, busque por novidades mesmo fora do ambiente de trabalho, seja fazendo cursos diferentes da sua área de atuação, lendo, praticando uma atividade física nova ou viajando. Essas atividades estimulam a criatividade e dão um up na sua motivação, permitindo que enxergue o mundo com outros olhos. Isso se reflete em melhorias em todos os aspectos da sua vida, especialmente na sua profissão.

Corra atrás de capacitação

É fato mais que consumado: o conhecimento é o maior diferencial competitivo que qualquer profissional pode ter. A maioria das empresas fica mais inclinada a contratar ou promover quem tem uma especialização, um título e propriedade acadêmica para assumir responsabilidades maiores. Por isso, um profissional que se torna especialista em determinado assunto sai na frente dos demais. É preciso, portanto, investir em capacitação.

O que acontece é que, diante da falta de tempo do dia a dia, é comum deixar os estudos para segundo plano. Contudo, quem não se acomodou e ainda sonha em crescer na carreira deve entender que investir em treinamentos, em um curso de idiomas ou em uma especialização é o primeiro (e mais importante) passo.

Agora que você entendeu o que é diferencial competitivo e como deve buscá-lo para impulsionar sua carreira, aproveite para conhecer nosso programa de especialização em gestão! Com ênfase em gerenciamento de pessoas, marketing e finanças, a abordagem dessa formação o tornará um profissional insubstituível no mercado. O que ainda está esperando?