9 erros de liderança que não podem ser cometidos nas empresas

Como diz o ditado, errar é humano, certo? No entanto, tratando-se do mundo corporativo, algumas falhas podem prejudicar bastante a carreira de qualquer profissional. Aliás, já pensou que erros de liderança envolvendo a gestão de equipes, por exemplo, tendem a ser bem mais comprometedores? Afinal de contas, essas falhas não só são mais facilmente percebidas como podem afetar muitas pessoas e comprometer os resultados da empresa como um todo!

Lembre-se de que uma equipe é um organismo que interage com outros setores e grupos dentro da empresa, com seu resultado dependendo e também interferindo no rendimento de outros times. Nesse contexto, quando um gestor falha ao desempenhar seu papel, a cobrança e as consequêncisa são muito mais evidentes do que se o erro viesse de um profissional que responde apenas por si.

E por mais que tudo isso seja consequência de diferentes fatores, diz respeito diretamente ao comportamento do líder diante de sua equipe. Para entender melhor, vamos enumerar aqui os 9 principais erros de liderança que não podem ser cometidos nas empresas. Acompanhe e já vá pensando em maneiras de evitar essas armadilhas!

1. Não se apresentar adequadamente à equipe

A primeira grande missão de um líder é se apresentar adequadamente à sua equipe. Mas atenção: isso não significa apenas dizer seu nome e resumir oralmente seu currículo, discorrendo sobre formação e experiências anteriores. Tudo isso é sim interessante, mas é só o básico. Você precisa se deixar conhecer, fazendo com que sua equipe entenda:

  • suas perspectivas como líder dentro da empresa;
  • o que você valoriza no grupo que lidera;
  • seu perfil de trabalho;
  • o que esperar de você como líder.

Desde o início, portanto, é importante estabelecer uma interação saudável com seu grupo, esclarecendo suas premissas para o trabalho em conjunto. Assim, os colaboradores serão devidamente orientados em relação a suas ações e à sua forma de trabalho para atender ao que foi estabelecido.Gestão de pessoas

2. Não conhecer seus colaboradores

A verdade é que nada acontece da noite para o dia, muito menos em um piscar de olhos. Portanto, desde o primeiro momento, com sua apresentação, disponha-se a realmente conhecer a equipe com que vai trabalhar. Entenda seus anseios, suas motivações e as características de cada um. Dentro dos limites do âmbito profissional, claro, procure saber sobre a vida dessas pessoas e suas peculiaridades. É simples: um líder precisa sempre lembrar que sua equipe é composta de seres humanos.

É natural que, eventualmente, seus problemas pessoais influenciem o desempenho profissional. Nesse caso, aquela velha máxima que diz que problemas pessoais ficam da porta para fora da empresa acaba sendo deixada para trás. Afinal, é impossível abrir mão da sua vida pessoal por desempenhar determinado papel profissional. Conciliar ambos, minorando os efeitos que a vida particular pode ter sobre a profissional (e vice-versa) é o padrão mais equilibrado.

Nesse cenário, quando o assunto é motivação de pessoas, é essencial lembrar que você está lidando com questões muito particulares. Assim, enquanto um colaborador tem seu gatilho no reconhecimento, outro o tem na remuneração. Somente conhecendo esses profissionais é que você conseguirá negociar recompensas, bonificações e premiações, a fim de manter sua equipe disposta e engajada para o trabalho.

3. Não compartilhar objetivos e resultados

Um líder é um filtro para a equipe. É ele quem determina o que entra e sai do grupo em termos de definições e informações corporativas. Recebeu as metas designadas pela empresa? Pois é importante não apenas compartilhá-las, mas também explicar a origem dos números e seu papel dentro do contexto global da corporação. Mostrar o porquê de tais definições amplia a sensação de pertencimento de que os profissionais necessitam para se dispor a alcançar os resultados esperados.

Com esse espírito, procure comemorar com eles os bons resultados, encontrando em conjunto as melhores práticas que permitiram o sucesso e fomentando sua repetição. Já se as metas não forem alcançadas, promova um feedback em equipe para discutir sobre os motivos dos gaps na atuação e possíveis gargalos, trabalhando constantemente para alcançar a melhoria contínua. Acredite: para um grupo, a sensação de coesão funciona como um fator de contribuição para se colher bons frutos.

Só um detalhe: o ideal é não deixar para fazer isso somente nos pontos inicial e final de cada período, respectivamente quando as metas são estabelecidas e apuradas, ok? Para alcançar bons resultados, é preciso fazer um acompanhamento constante, processo que permite solucionar problemas ainda no meio do caminho, mudando drasticamente (e para melhor!) o resultado final.

4. Exagerar na flexibilidade

Não tem como fugir: pessoas eventualmente falham e faltam. Você, como líder, vai lidar com isso praticamente todos os dias. E por mais que compreender as razões por trás de cada ato seja importante, é preciso ter cuidado para não ser flexível demais. A flexibilidade em excesso deixa sua equipe solta, podendo causar desordem interna.

Imagine que, por algum motivo particular, um determinado funcionário se ausenta e não cumpre seu horário com frequência. Tudo bem que ser flexível é um direito seu, mas definir quando abonar tais ausências ou passá-las adiante é seu papel como líder, sua responsabilidade. Por outro lado, imagine que outro colaborador cumpre rigorosamente seus horários e percebe uma flexibilidade excessiva em relação ao colega. Alguma dúvida de que essa diferença pode desmotivá-lo completamente?

Além da questão da equidade em relação a todos, lembre-se também de que o comprometimento é trabalhado no cumprimento dos compromissos. É bem possível, assim, que uma equipe excessivamente solta não dê tanta importância para o que está sendo construído. Agindo assim, portanto, você pode acabar vendo sua liderança escapar por suas mãos.

5. Não equilibrar a firmeza

Por outro lado, a inflexibilidade também tende a afastar as pessoas. Não compreender, em hipótese alguma, as questões particulares de cada um pode fazer com que você perca a confiança e a cumplicidade da equipe.

Para achar equilíbrio entre essas posturas, lembre-se de praticar uma liderança de 45°, que não é nem tão próxima de modo a comprometer sua posição de líder (como em um ângulo de 0°), nem tão afastada, tornando impossível que sua equipe o alcance (como em um ângulo de 90°).

6. Não dar ouvido às demandas da equipe

Para praticar esse equilíbrio, experimente ouvir as solicitações internas do seu grupo. Frequentemente, muitas boas ideias surgem justamente dessa troca de conhecimentos e impressões. Ouvir atentamente os colaboradores do seu time pode fazer com que você se antecipe às dificuldades para alcançar os resultados esperados. Afinal, ninguém melhor que eles mesmos para conhecerem a realidade da empresa, não concorda?

7. Não ser exemplo

É fato: líderes se impõem pelo exemplo. É isso mesmo! A época de usar a influência, o cargo ou simplesmente a posição de gerência ficou para trás. Assim:

  • o que você exige dos colaboradores deve primeiramente ser praticado por você;
  • o conhecimento e o domínio sobre as atividades diárias que desempenham devem ser plenos.

Não se esqueça que você é um norte, um verdadeiro guia para seu grupo. De acordo com essa perspectiva, para onde seus colaboradores tiverem que ir, você deve ir primeiro, abrindo caminho.

8. Não assumir seus erros de liderança

Na sua jornada, você terá que lidar tanto com erros alheios como com falhas próprias. Tendo sido você o culpado, saiba: é simplesmente inconcebível negar ou culpar um terceiro. Um bom líder não apenas assume sua responsabilidade pela parcela que lhe cabe como exige o mesmo dos demais. Repasse à equipe a ideia de que errar é natural durante o processo de aprendizado, mas que a falha deve obrigatoriamente conduzir a melhorias.

9. Não se preparar como deveria

Por fim, mas definitivamente não menos importante, aqui está um dos piores erros que você pode cometer nesse contexto, falha grave, com potencial para colocar um ponto final em sua carreira de gestor. Se você não se prepara o suficiente para a liderança, mas aceita uma proposta ou se candidata para a posição, é como se estivesse colhendo uma fruta ainda verde.

Para ser exemplo, desenvolver uma visão global da empresa, repassar estratégias e motivar sua equipe, você precisa de preparo. Só assim garante a competência necessária para exercer esse importante papel. Portanto, invista em você! Lembre-se de que é sua carreira que está em jogo. Então busque ampliar sua formação, fazendo uma especialização em gestão, por exemplo, que pode prover as ferramentas necessárias para que exerça tranquilamente a liderança.

Para acompanhar outras de nossas publicações e fugir dos erros de liderança que citamos, siga nossos perfis no Facebook e no Twitter! Além disso, você ainda pode encontrar materiais para alavancar sua carreira no Slideshare, em nossos vídeos no YouTube ou, se preferir, no LinkedIn.Gestão de Projetos (2)

 

Como fazer marketing pessoal fora do ambiente on-line?

Se analisarmos as condições mercadológicas de um produto X ou do serviço Y, certamente não será difícil entender por que precisamos adotar estratégias para diferenciá-los das ofertas da concorrência. O detalhe é que, se mudamos o foco para nossa própria carreira, essa mesma compreensão nem sempre está presente. E é aí que mora, portanto, a importância do marketing pessoal!

Independentemente da área de atuação, a concorrência hoje não dá trégua. E por mais que investir na qualificação profissional seja imprescindível, a verdade é que quem almeja alcançar sucesso na profissão também precisa saber valorizar e dar visibilidade às suas iniciativas!

Nesse cenário, as redes sociais têm sim um papel importante para as ações de marketing pessoal, mas é preciso fazer uma ressalva: até para tornar as ações nessas plataformas mais consistentes, é necessário ter estratégias que extrapolem o ambiente on-line. Interessado em saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura deste post!

Planeje sua carreira

Você não só passa boa parte do tempo no trabalho como depende dele para ter melhores condições de vida, certo? Qual a lógica, então, de deixar sua carreira profissional nas mãos da sorte ou do acaso? Pois é justamente isso o que acontece quando você abre mão do planejamento! E sabe o que é pior nessa história? Sem definir objetivos e a forma de alcançá-los, você corre o risco de perder boas oportunidades de crescimento profissional.

Se você está de olho em uma promoção na empresa, precisa se qualificar para a vaga. Contudo, sem o devido planejamento, como vai conseguir fazer a economia necessária para arcar com os custos de uma pós-graduação? No dia a dia das empresas, também é comum vermos profissionais insatisfeitos com a profissão escolhida, mas que não são capazes de traçar um plano de carreira para mudar o rumo da história, buscando algo que tenha mais a ver com suas habilidades e seus anseios profissionais. Nada ideal, não acha?

Pense: o planejamento é a base do seu marketing pessoal. Assim como acontece no caso de produtos e serviços, portanto, é preciso definir aonde se quer chegar profissionalmente, analisando o que deve ser feito para alcançar aquele objetivo. Quer ser um executivo bem-sucedido? Nesse caso, não dá para abrir mão de cursos de especialização. Sonha em atuar em uma multinacional? Então foque na fluência no inglês. Mesmo que os planos não sejam nada ousados, é necessário preparo. Nada de depender do improviso!

Cuide da sua imagem

Resolvida a questão do planejamento, essencial para que você obtenha a qualificação adequada para correr atrás de seus objetivos, chega a hora de pensar também na forma como suas competências serão promovidas interna e externamente. Sob a perspectiva do marketing pessoal, tenha em mente que não basta executar bem suas tarefas. É importante garantir que suas habilidades serão devidamente reconhecidas. Afinal, as pessoas devem ter uma percepção positiva sobre sua imagem.

Para isso, é fundamental pensar na construção da sua reputação profissional. Saiba que ela é formada também a partir de detalhes do dia a dia, como pontualidade, cordialidade e, claro, eficiência. Mas há outra questão crucial para sua reputação: a honestidade. Muitas carreiras são colocadas em xeque porque o profissional, em alguma situação, compromete a integridade de seus valores. Não caia nessa armadilha!

Como você pôde ver, cuidar bem da sua imagem é um aspecto fundamental do marketing pessoal que envolve a gestão dos mais diversos aspectos, desde os mais básicos, como a boa apresentação, aos mais complexos, como a reputação construída ao longo de toda sua trajetória.

Atualize seus conhecimentos

Até pelos aspectos que tratamos anteriormente, você já sabe que, para construir uma carreira de sucesso, é preciso atualizar seus conhecimentos e investir em qualificação. Os mercados cada dia mais competitivos têm exigido esforços redobrados dos profissionais nesse sentido. Em qualquer área, a graduação é apenas o primeiro passo! A boa notícia é que o mercado brasileiro tem evoluído tanto que, atualmente, oferece excelentes alternativas para quem precisa se especializar.

Nesse caso, além dos cursos específicos para sua área, não deixe de frequentar também os eventos relacionados a seu mercado de atuação. Dessa maneira, além de conseguir acompanhar as tendências do setor, a participação em cursos, congressos, feiras e até mesmo reuniões mais informais é fundamental para expandir seu networking.

Tudo bem que vamos abordar isso mais profundamente no próximo tópico, mas por ora vale registrar essa informação: atualização constante é fator-chave nos dias de hoje. Com os avanços tecnológicos gerando impactos em todas as atividades, não há como abrir mão do investimento em novos aprendizados.

Amplie seu networking

Quando se pensa em networking hoje em dia, é normal que o foco seja direcionado para as plataformas digitais, não é mesmo? Obviamente, as redes sociais podem sim ajudar na construção de uma boa rede de relacionamento, mas outras possibilidades também podem ser aproveitadas.

Quem faz um curso de pós-graduação, por exemplo, pode aproveitar a oportunidade para qualificar melhor as relações mantidas fora do trabalho. Esses cursos são ministrados por profissionais experientes do mercado e, em geral, uma simples indicação deles pode fazer muita diferença na sua carreira. Aproxime-se dos professores da pós-graduação e se esforce para manter contato também com seus colegas de classe. Não seria ótimo se vocês pudessem se ajudar no futuro?

Para que tudo isso tome forma, é importante adotar uma postura proativa e de total respeito com seus interlocutores. Não se esqueça que, como já dissemos, a reputação do profissional também depende de suas atitudes no dia a dia! Preste atenção na forma como trata as pessoas, independentemente do cargo que ocupam, já que isso poderá ser usado a seu favor (ou mesmo contra você) em algum momento.

Por mais que o termo networking seja relativamente novo, essa é uma premissa básica para a gestão de carreira. Ser bem relacionado dentro e fora do ambiente de trabalho faz parte da vida de qualquer executivo bem-sucedido, profissional que aproveita as oportunidades para conferir mais visibilidade a seus diferenciais, enfatizando seus pontos fortes.

Desenvolva suas habilidades

Se você conversar com qualquer especialista da área de RH, a confirmação virá sem qualquer sombra de dúvida: o profissional precisa investir no autoconhecimento para conseguir identificar seu potencial e, claro, os aspectos que precisam ser aperfeiçoados. Quem aposta nesse tipo de aprendizado tem mais condições de fazer as adaptações necessárias para atingir seus objetivos profissionais. E não se engane, porque todo mundo tem defeitos. O que realmente faz a diferença é a forma como você lida com eles.

O autoconhecimento é importante, por exemplo, para o desenvolvimento de habilidades. Um exemplo simples pode ser visto na questão da comunicação. De fato, nem todo mundo é extrovertido por natureza. Mas para exercer um cargo de gestão, é preciso sim aprimorar as aptidões nessa área. Assim, ao identificar que há problemas no trato com as pessoas, é mais fácil rever determinadas atitudes. Quem consegue avançar no autoconhecimento ganha um diferencial crucial para qualquer carreira: segurança.

Como você viu, o marketing pessoal envolve muito mais que o bom uso das redes sociais para se promover. Na realidade, o mais importante é ter uma visão estratégica sobre suas atividades profissionais para traçar metas e definir como alcançá-las. É óbvio que isso vai exigir atenção com sua qualificação profissional, mas tudo se tornará bem mais acessível com o devido planejamento.

E então, será que essas dicas foram úteis para ajudar no planejamento da sua carreira? Que tal nos ajudar a promovê-las, compartilhando o conteúdo com seus amigos nas redes sociais?

 

Conheça a formação de 5 gestores de sucesso e se inspire

Tanto quem já está lutando por um lugar ao sol no mercado de trabalho como quem ainda está apenas engatinhando rumo ao sucesso profissional pode se ver frustrado ao perceber que, na verdade, não existe fórmula mágica para se tornar um grande empreendedor ou executivo. E por mais que essa notícia seja aparentemente ruim, também pode ser considerada um alento, pois quer dizer que a liderança profissional pode se manifestar de diferentes formas.

Além de credibilidade, carisma, capacidade de influenciar pessoas e de alcançar bons resultados, qualidades comuns a pessoas que se tornam líderes em suas áreas de atuação, várias outras características são consideradas valiosas para quem deseja entrar para o seleto grupo dos gestores de sucesso. O segredo está em saber que, mesmo que tenham talentos inatos, gestores de sucesso não nascem prontos.

De fato, muitos dos nomes de maior relevância nacional e internacional apresentam talentos inatos. Na trajetória de outros tantos, a sorte exerceu papel importante ou mesmo fundamental. Mas isso de forma alguma quer dizer que quem apresenta uma limitação em algum aspecto profissional esteja fadado a uma vida profissional menos relevante. Felizmente, grande parte das competências e habilidades de gestores de sucesso pode ser aprendida e aprimorada.

A seguir, apresentamos um resumo da trajetória de 5 homens e mulheres de sucesso no Brasil e no mundo. Quem sabe as diferentes histórias (e distintas formações acadêmicas) desses profissionais não ajudam você a se inspirar para alçar voos ainda maiores na sua carreira? Confira!

1. Leila Velez: Beleza Natural

Presidente e fundadora do próprio negócio, Leila começou a trabalhar com 10 anos, ajudando a mãe a lavar roupa, e teve seu primeiro emprego no McDonald’s, 4 anos mais tarde. Seu talento natural ficou claro logo no começo de sua vida profissional: aos 16 anos, foi uma das mais jovens gerentes de lanchonete da cadeia norte-americana de fast food. Motivada, não abriu mão de buscar especialização e aprimoramento.

Em 1993, aos 19 anos, deixou a promissora carreira na multinacional para atender ao convite da amiga Zica Assis, investindo em um salão com proposta inovadora de tratamento de cabelos crespos. O negócio foi um sucesso! E, desde o princípio, Velez percebeu a importância dos processos que havia aprendido no McDonald’s.

Em 2010, assumiu a presidência da empresa, que já contava com dezenas de lojas e milhares de funcionários. Mesmo no topo da hierarquia, não parou de estudar. A empresária se formou em Administração pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, concluiu seu MBA executivo pela COPPEAD do Rio de Janeiro e participou de programas de especialização na Harvard Business School, no Massachussetts Institute of Technology, em Stanford e na Columbia Business School.

2. Warren Buffett: investidor

Considerado o mais bem-sucedido investidor do século passado, o norte-americano Warren Buffett, nascido em 1930 no Estado de Nebraska, nos Estados Unidos, consta há mais de 2 décadas da seleta lista dos homens mais ricos do mundo. É internacionalmente conhecido por sua sobriedade, sua postura ética e a importância que dá à gestão profissional.

Aos 17 anos, Buffett ingressou na Universidade da Pensilvânia, que trocou, 2 anos depois, pela Universidade Nebraska-Lincoln, completando por lá seu bacharelado em Economia. Em seguida, ingressou na Escola de Negócios Columbia, onde recebeu o título de mestre em Economia, em 1951. Sua formação também conta com uma graduação pelo Instituto de Finanças de Nova York.Gestão de Projetos (2) (1)

3. Jorge Paulo Lemann: InBev

Precursor do uso da meritocracia empresarial no Brasil, o carioca Jorge Paulo Lemann é um dos controladores da AB InBev, a maior cervejaria do mundo. Com uma fortuna avaliada em 38,7 bilhões de dólares, acumula também a gestão do Burger King, ALL e Lojas Americanas. Uma das características que costuma imprimir em seus negócios é a implementação de metas agressivas atreladas à diminuição de custos.

Filho do fundador da fábrica de laticínios Leco, Lemann estudou Economia na Universidade de Harvard depois de estudar na Escola Americana do Rio de Janeiro. Apesar da carreira focada nos negócios, Lemann tem inegável envolvimento com a área da educação formal. Em 1991, ao lado de Marcel Telles e Beto Sicupira, criou a Fundação Estudar, que tem o objetivo de estimular a experiência acadêmica e apoiar a tomada de decisão de carreira de jovens líderes. Desde 2002, a Fundação Lemann, sem fins lucrativos, investe na melhoria da qualidade da educação pública no Brasil.

4. Marissa Mayer: Yahoo!

A CEO do Yahoo! hoje é mundialmente considerada uma das gestoras de maior prestígio no setor de tecnologia. Depois de ocupar a vice-presidência de serviços geográficos e locais da Google, Marissa assumiu a presidência do Yahoo! em 2012 com a clara missão de salvar a empresa.

Por lá, promoveu mudanças profundas e radicais, além de investir na compra de startups e modificar a forma de trabalho dos funcionários. Ainda que seu grande sucesso seja na área de gestão, Marissa tem mestrado e doutorado em Ciência da Computação, títulos obtidos na renomada Universidade de Stanford, na Califórnia, Estados Unidos.

5. Steve Jobs: Apple

Mesmo depois de mais de meia década da sua morte, em 2011, ainda é praticamente impossível fazer uma lista de gestores de sucesso dos últimos anos sem citar o nome de Steve Jobs. Controverso, com crenças e métodos de liderança e gestão polêmicos, o indiscutível gênio por trás da Apple, ao contrário dos outros líderes citados acima, não ostentava diploma algum em suas paredes.

O fato de ter abandonado a universidade, no entanto, não significa que Jobs não valorizasse a formação acadêmica. Prova disso é que um dos exemplos mais célebres de sua capacidade oratória foi o discurso que fez em uma solenidade de formatura na Universidade de Stanford, em 2005. Além de comentar sobre os importantes aprendizados dentro de uma instituição de ensino, mesmo que inicialmente pareçam sem sentido, o discurso de Jobs funcionou como um belo resumo do que o moveu em sua trajetória marcada por grandes conquistas e transformada em sinônimo de excelência.

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Entenda a relação entre fazer pós-graduação e networking

Para ser um executivo de sucesso, é preciso muito mais que talento, disciplina e uma boa dose de ambição. Hoje em dia, é essencial que você se qualifique, seja uma referência de conhecimento na sua área de atuação e, ainda, que tenha uma rede de contatos sólida.

Em algum momento da sua carreira, você percebe que a graduação é sim um bom começo para atingir esses objetivos, mas é apenas o primeiro passo. A etapa seguinte não só pode como deve ser uma boa pós-graduação. Embora existam diferentes modalidades desse tipo de curso dentro da tradicional divisão entre lato sensu e stricto sensu, a grande maioria dá uma série de vantagens competitivas, desde expertise até contato com outros profissionais.

E é justamente sobre essa última vantagem que falaremos no post de hoje. Descubra a seguir como melhorar seu networking fazendo uma pós-graduação!

Importância do networking

Antes de mais nada, que tal conceituarmos networking? Então guarde aí: capacidade de construir uma rede de contatos profissionais que possam eventualmente oferecer boas vantagens competitivas. Essas, no entanto, não se restringem à indicação para vagas de emprego ou para posições hierárquicas mais altas. É de uma boa rede de contatos que podem surgir parcerias de negócio e novos fornecedores, bem como pode viabilizar a ampliação da fronteira do seu mercado consumidor.

Tudo isso é fruto de 2 coisas: habilidade e oportunidade. Vale ressaltar que a oportunidade vai muito além de um cafezinho no trabalho e da participação em feiras, workshops ou intercâmbios corporativos. Na verdade, ela também está presente em uma instituição de ensino de qualidade. Repensando sua escolha de pós-graduação?

Contato com corpo docente

Em geral, o corpo docente de grandes instituições de graduação é invejável: professores de renome, com larga experiência em sua área de atuação, além de verdadeiros mestres nas pesquisas. No entanto, esse tipo de perfil nem sempre privilegia quem tem uma inclinação mais corporativa que acadêmica. Já os professores de uma pós-graduação voltada para o mundo dos negócios vêm do mercado de trabalho. São grandes executivos, lideranças reconhecidas e experts em seus ramos, que levam para a sala de aula o conhecimento prático que será transmitido para os alunos.

Os ganhos de aprender com quem efetivamente faz são inúmeros, mas vamos focar aqui no networking. Nesse sentido, o importante é ter ciência de que o professor da pós-graduação pode ser o executivo que o contratará, pode tornar-se um fornecedor, um parceiro ou mesmo um cliente da sua empresa.

Fora da sala de aula, no entanto, você certamente precisaria percorrer um caminho bem mais longo para ter acesso a esses profissionais. Já durante a pós, você não só convive como aprende diariamente com eles, tendo a chance de demonstrar suas capacidades, seu perfil e seus interesses profissionais.

Rede de contatos horizontal

Construir um bom relacionamento com quem tem um posicionamento mais privilegiado que o seu no mercado é sempre uma boa ação. Mas nem por isso você deve focar 100% dos seus esforços de networking obtendo esse tipo de contato, viu? Também é preciso olhar para o lado, para aqueles profissionais que estão no mesmo estágio da carreira que você e, portanto, podem ter objetivos e visões de mundo parecidas.

Nas aulas de pós-graduação, é normal que o corpo discente seja formado por profissionais que já estejam no mercado de trabalho e até ocupando posições de liderança, supervisão ou gestão de determinado setor. São pessoas que passam por problemas parecidos com os seus e, portanto, podem encontrar boas soluções ao atuarem juntos.

Mas a riqueza dessa rede de contatos também está na diversidade de perfis. Mesmo em uma especialização voltada para a gestão de negócios, por exemplo, é possível conviver com colegas de Arquitetura, Direito, Biologia, Filosofia e assim por diante. Cada uma dessas pessoas pode agregar valor ao seu repertório, abrindo novas oportunidades em lugares e situações que você nem sequer havia imaginado.

Expansão da área de atuação

Você pode morar em Belo Horizonte desde pequeno, por exemplo, ter estudado na capital mineira e se formado em uma instituição reconhecida na cidade, para depois atuar no mercado local. Mas pense bem: por mais que sua rede de contatos seja vasta na cidade, seu networking está preso a ela!

Em um mercado cada vez mais globalizado e integrado, passa a ser essencial aumentar sua área de captação de contatos. É possível fazer isso sem sequer sair de onde está, participando de congressos, palestras ou workshops que reúnam pessoas de diferentes localidades ou mesmo de mercados diversos.

Mas é claro que também vale a pena se mover para ampliar sua rede de contatos. Eventos acadêmicos, por exemplo, podem acontecer em cidades diferentes daquela onde você faz a pós-graduação. Nesses casos, faça um planejamento (das finanças e de tempo) para partir em uma viagem de estudos — assim como eventualmente fazemos viagens a trabalho para ampliar nosso know-how e, claro, nossa rede de contatos em novas praças.

Evolução de habilidades interpessoais

Até aqui, falamos sobre o quanto fazer pós-graduação é importante para colocar o profissional em contato com as pessoas certas, no lugar mais propício. Mas precisamos destacar que o curso de especialização também é uma excelente oportunidade para você aprimorar suas habilidades interpessoais.

Conviver com pessoas diferentes e ampliar seu networking exige que você aprimore, dia após dia, seu  marketing pessoal, sendo o momento ideal para testar e melhorar sua própria marca profissional. Afinal, saber como mostrar suas qualidades sem soar prepotente também é requisito para quem deseja ascensão na carreira.

Também é essencial focar no compartilhamento de experiências, na ampliação da visão de mundo e no contato constante com quem pode agregar valor à sua carreira, ajudando-o a aprimorar sua trajetória no mundo dos negócios.

Pode acreditar: com o país ainda em crise, a melhor hora de investir em um curso de especialização é agora! Com isso, você turbina seu currículo e amplia seu networking de maneira decisiva para o futuro. E então, está pronto para fazer pós-graduação? Siga nossas páginas no Facebook, Twitter e LinkedIn para descobrir como um curso de especialização é essencial para alavancar sua carreira!

 

5 aplicativos de gestão de projetos que todo profissional deve usar

Se você quer ser um gestor de projetos eficiente, precisa unir sua visão estratégica às melhores tecnologias da área. E sabia que, atualmente, há muitos aplicativos de gestão de projetos disponíveis para ajudar as equipes no dia a dia, aumentando a produtividade e facilitando o trabalho? Como esses apps podem ser extremamente valiosos para as mais diversas tarefas, definitivamente vale a pena incorporar alguns à sua rotina.

Mas atenção: mais que simplesmente usar o aplicativo da moda ou aquele com a melhor interface, você precisa conhecer os usos e os resultados que pode obter com cada um deles. Preparamos o post de hoje justamente para ajudá-lo a escolher os aplicativos de gestão de projetos ideais para o seu caso. Continue lendo para conferir!

1. Evernote

Atualmente, o Evernote é praticamente uma unanimidade. A proposta desse aplicativo é fazer com que o usuário se lembre de absolutamente tudo que precisa. Seu uso não é tão intuitivo, mas, depois que você pega o jeito, fica até difícil viver sem ele.

Principais vantagens

  • Organiza todos os tipos de anotações, ideias, imagens, referências e afins;
  • Permite sincronizar informações entre diferentes dispositivos;
  • Serve como ligação entre diversos outros aplicativos de gestão de projetos — isso, por um lado, torna o uso da ferramenta mais complicado, mas, por outro, contribui para oferecer uma experiência mais completa.

Preço

Você dificilmente sentirá a necessidade de assinar a modalidade paga do Evernote, já que a versão gratuita é excelente. Ainda assim, a assinatura pode ser útil para equipes e empresas maiores. Nesse caso, já adiantamos que os pacotes variam de valor, ficando entre 40 e 80 reais por mês. O diferencial mais importante das versões pagas é permitir o acesso aos arquivos quando não há conexão com a internet.

2. Basecamp

É fato: cada aplicativo organiza as tarefas e informações de um modo diferente. O Basecamp, por exemplo, opta por classificar as tarefas de acordo com sua ordem cronológica e o respectivo responsável pelas funções.

Principais vantagens

  • Permite fazer o upload de arquivos em diversos formatos — como PDF, PPT e XML;
  • Possibilita a inclusão de comentários em qualquer ação para que as pessoas envolvidas no projeto vejam;
  • É muito funcional para desenvolver projetos em parceria com clientes.

Preço

O uso da versão gratuita é recomendado apenas para testes, porque provavelmente não cobrirá todas as suas necessidades. O problema é que os planos pagos variam bastante de preço, podendo ser bem salgados para alguns orçamentos: eles custam entre 23 dólares por mês e 3 mil dólares anuais. Se gostar da experiência inicial gratuita, analise suas necessidades e averigue qual plano cabe melhor no seu projeto e no seu bolso.

3. Trello

O Trello é um aplicativo extremamente flexível e fácil de usar, podendo ser aproveitado tanto para lidar com projetos estratégicos como para agilizar as tarefas do dia a dia. Tornou-se muito popular no mundo todo, principalmente em meio às empresas que adotam metodologias de desenvolvimento ágil de projetos — como o Scrum.

Principais vantagens

  • Funciona muito bem para trabalhos em equipe, pois é fácil convidar outros usuários, compartilhar comentários e determinar responsabilidades;
  • É uma ferramenta muito simples, mas, ao mesmo tempo, completíssima, oferecendo muitas funções que podem ser usadas de forma ilimitada;
  • Permite subir arquivos de até 10mb e oferece integração com Dropbox, OneDrive e Google Drive.

Preço

É bem provável que você fique satisfeito com a versão gratuita dessa ferramenta. Ainda assim, o Trello oferece algumas versões pagas que podem ser bastante úteis, especialmente para equipes e empresas. A modalidade Business Class custa menos de 10 dólares ao mês quando você fecha o plano anual e traz uma série de vantagens extras, como interações com outros aplicativos. Já a versão Enterprise é indicada para grandes empresas. Nesse caso, você precisa agendar uma apresentação personalizada para conferir os valores.

4. Todoist

Considerado por muitos como um concorrente direto do Trello, o Todoist oferece diversas possibilidades de customização, facilitando a adaptação para as mais diferentes equipes. A interface também é extremamente amigável e intuitiva, com sua organização se dividindo em projetos e tarefas.

Principais vantagens

  • Permite incluir documentos e comentários, além de programar avisos sobre os prazos das tarefas de acordo com suas preferências;
  • Adapta-se com facilidade ao GTD, uma das metodologias de produtividade mais usadas no mundo todo;
  • Inclui a gamificação ao monitorar seu karma, um índice de produtividade e evolução que avança à medida em que você ganha pontos.

Preço

A versão gratuita do aplicativo costuma ser suficiente para boa parte dos usuários. No entanto, se você se importa com etiquetas e com uma organização mais profunda, pode considerar a versão paga, que é bastante acessível: 29 dólares ao ano. Vale a pena para quem já testou, gostou e usa o aplicativo com frequência.

5. Google Keep

É um aplicativo rápido, prático e bastante visual, além de extremamente intuitivo. Com ele, enxergar os projetos em que você está trabalhando é muito fácil. Isso sem contar que o Google Keep também é personalizável!

Principais vantagens

  • É um dos aplicativos mais fáceis e intuitivos do mercado, podendo ser usado por qualquer pessoa;
  • Permite adicionar todo tipo de projeto (desde uma simples lista de supermercado até iniciativas mais complexas, com uma grande quantidade de tarefas), sendo todos compartilhados entre os membros da equipe;
  • Possibilita fazer o upload de imagens e documentos e pode ser facilmente integrado a qualquer aplicativo do Google — para quem já é fã da marca e usa diversos serviços, esse ponto pode ser decisivo.

Preço

O melhor é que o Google Keep é totalmente gratuito! Por isso, é um ótimo primeiro passo para quem ainda não usa nenhum aplicativo de gestão de projetos e quer começar a se aventurar pelo mundo da tecnologia aplicada.

Gerenciar projetos exige mais organização do que as pessoas pensam, não é mesmo? São muitas ideias, anotações, prazos e tarefas — além de imprevistos, claro. Aí é que a tecnologia entra, como uma grande aliada, fazendo parte das novas tendências. É simples: com a ajuda dos aplicativos para gestão de projetos, os gestores podem colocar mais iniciativas em prática sem perder de vista os resultados e a eficiência.

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Medo de ser demitido? Saiba como a especialização pode ajudar!

Em períodos de recessão econômica, uma medida muito usada para reduzir custos nas empresas causa arrepio nos profissionais: enxugar o quadro de funcionários. Por isso é que, neste momento instável que o Brasil atravessa, o medo de ser demitido impera. Mas pense bem: o medo definitivamente não o ajudará a manter seu emprego. Quer saber o que realmente pode ajudar a afastar a demissão? Uma boa especialização! Com esse curso, você aumenta seu valor para a empresa. E funcionários de valor não são facilmente desligados.

Neste post, vamos explicar com mais detalhes a relação entre especialização e estabilidade no mercado de trabalho. Confira!

O profissional com especialização é diferenciado

Hoje em dia, só a graduação já não é mais um diferencial. Afinal, com a maior acessibilidade ao ensino superior, mais pessoas podem ter um diploma de graduação. Enquanto isso, ainda são poucos os que prosseguem nos estudos e obtêm um diploma de especialização. Esse esforço a mais, portanto, é o que pode separá-lo do restante dos profissionais. E, de fato, na hora de fazer desligamentos, as empresas tendem a começar pelos colaboradores menos especializados, pois são mais fáceis de substituir.

O profissional com especialização necessita de menos treinamento

O profissional que já tem especialização não costuma precisar de muito treinamento, pois já aprendeu, no curso, ao menos as bases do seu trabalho. E, mesmo que não saiba tudo, tem uma boa noção geral, podendo seguir a partir daí com muito mais autonomia. Enquanto isso, o profissional com menos formação precisa da ajuda da empresa para complementar seus conhecimentos. O detalhe é que essa ajuda representa um custo adicional de tempo e dinheiro, recursos que, especialmente em um cenário de crise, nenhuma empresa pode despender facilmente.

O profissional com especialização tem papel estratégico

Quem investe em uma especialização consegue desempenhar tarefas que exigem mais visão e conhecimento. Por isso, aumentam suas chances de ocupar um cargo estratégico e não meramente operacional. Em vez de só executar, portanto, ele também tende a participar de planejamentos, análises e resoluções de problemas. Vale lembrar que o título de especialista é dado a quem possui conhecimentos mais aprofundados em uma determinada área, fazendo com que o know-how desse profissional seja muito importante para a empresa ao representar uma possibilidade real de tomar melhores decisões e, assim, obter resultados superiores.

O profissional com especialização tem potencial futuro

Ao contrário do que muitos podem pensar, o desligamento de funcionários é caro, assim como o processo para a contratação de novos membros para uma equipe. Por esse motivo, manter um funcionário também é uma maneira efetiva de controlar custos. Mas isso só funciona quando o profissional em questão realmente tem potencial para permanecer na empresa a longo prazo. Quem fez (ou está fazendo) uma especialização tem esse potencial aumentado. Isso demonstra seu interesse em construir uma carreira e ascender profissionalmente.

O profissional com especialização tem um perfil desejável

Fazer uma especialização exige iniciativa, dedicação, força de vontade, desejo de aprender e crescer, além de disposição para investir em si mesmo. Todos esses são traços de personalidade que uma empresa valoriza em seus colaboradores. Por isso, mesmo que você ainda esteja começando o curso, já se destacará frente aos demais funcionários. Afinal, tomou uma atitude que sinaliza para o perfil de um profissional de sucesso. E profissionais de sucesso constroem empresas de sucesso!

O profissional com especialização possui networking

O networking é fonte de negócios para as empresas, considerando-se que do contato entre profissionais podem surgir parcerias ou relações entre fornecedores e clientes. Ao fazer uma especialização, você conhecerá vários profissionais de outras empresas, colegas que podem, futuramente, fazer negócios com a organização em que você trabalha. Aliás, você mesmo pode criar as oportunidades para isso! Assim, um profissional que faz (ou fez) especialização tem um grande valor agregado. Se for demitido, levará consigo todo o networking desenvolvido ao longo do curso. E acredite: a empresa não quer perder todo esse potencial.

O profissional com especialização é bom para a concorrência

Um funcionário com especialização pode custar mais caro para a empresa. Mesmo assim, ele não precisa ter medo de ser demitido! O motivo é simples: seu empregador sabe que, se outra empresa contratá-lo, você deixará de ser uma vantagem para se tornar uma ameaça. O principal ativo de uma empresa são seus colaboradores. Assim, quanto melhor é a equipe, maior é o valor do negócio. Por isso, nenhum gestor quer demitir um funcionário bem preparado. Fazendo isso, reduz o valor da própria empresa, ao mesmo tempo que coloca seu ativo mais importante à disposição da concorrência. É um duplo tiro no pé!

O profissional com especialização é mais produtivo

Funcionários representam um custo maior para a empresa quando sua produtividade não é compatível com o salário que ganham. Funcionários altamente produtivos, por outro lado, são uma verdadeira fonte de lucro, porque geram mais valor. E é claro que, por isso, não são facilmente demitidos. Como quem faz uma especialização tende a ser mais produtivo, o que ainda está esperando? Isso se deve a um motivo simples: motivação. O profissional tem a oportunidade de estudar algo de que gosta e efetivamente aplicar esse conhecimento, verificando, dia a dia, seu próprio crescimento profissional.

O profissional com especialização permanece atualizado

É natural que, com o passar do tempo, seus conhecimentos fiquem defasados. Afinal, o dinamismo está presente em todas as áreas. Sempre surgem novas teorias, conceitos, ferramentas e estratégias. Assim, um profissional que termina a graduação e para de estudar, logo fica ultrapassado. Já quem faz uma especialização permanece atualizado com os conhecimentos do mundo dos negócios. Em outras palavras: é um funcionário que ajuda a manter a empresa alinhada com as melhores práticas do momento.

Como você pode perceber, existem várias razões pelas quais um profissional com especialização é valioso para a empresa e, por isso, tem menores chances de ser demitido por uma necessidade de corte de custos. Mais tranquilo agora? Pronto para se matricular?

Quer saber mais sobre cursos de especialização? Então entre em contato conosco e conheça nossos programas!

 

Gestão de Negócios: saiba mais sobre essa especialização

Não restam dúvidas de que o mercado de trabalho sempre foi competitivo. Em épocas de crise como a que estamos atravessando agora, porém, esse acirramento tende a se intensificar. Nesse contexto, é preciso investir no próprio crescimento profissional para se diferenciar dos concorrentes. E uma das maneiras mais certeiras para melhorar o currículo e as próprias habilidades, adquirir experiência e, ainda, aumentar sua rede de contatos é por meio de um curso de especialização.

Já está no mundo corporativo e fica cada vez mais ansioso para crescer? Então essa pode ser a resposta para seus anseios, a chave para melhorar suas habilidades gerenciais. Neste post, vamos nos aprofundar no curso de especialização com ênfase em Gestão de Negócios. Ficou interessado? Então continue lendo!

O perfil dos estudantes

Como pós-graduação, o curso de especialização em Gestão é destinado a quem já tem um diploma na universidade e deseja ampliar seus conhecimentos para melhorar a performance no ambiente corporativo ou empreender o próprio negócio. Embora a graduação seja importante para a formação profissional, não é o bastante para que o bacharel se torne um especialista em gestão. Ainda é preciso ampliar seu conhecimento técnico e seu networking, além de solidificar o aprendizado adquirido e praticá-lo por meio da atuação no mercado de trabalho.

A pós vem justamente para dar a esse profissional as ferramentas necessárias para que ele encurte o caminho até se tornar um alto executivo do mercado. E quando vem acompanhada de uma ênfase em Gestão de Negócios, disponibiliza conhecimentos amplos para que o aluno seja capaz de liderar equipes, elaborar e acompanhar a implementação de processos complexos e se capacitar para organizar as finanças e o orçamento da organização em que atua.

O corpo docente

Uma boa instituição de ensino tem renome, infraestrutura de qualidade e atendimento de excelência ao aluno, mas, sobretudo, tem que contar com um corpo de professores diferenciado. No entanto, esse conhecimento precisa não apenas ser amplo, mas estar fundamentado em experiências que vão além da própria sala de aula.

Na especialização com ênfase em Gestão de Negócios, os professores normalmente são executivos gabaritados no mercado, tomam decisões sensíveis dia após dia e têm uma enorme bagagem profissional a ser compartilhada. Estar em contato com esse tipo de profissional é uma oportunidade única para absorver um rico conhecimento empresarial. Isso sem contar que a convivência com outros executivos durante o período do curso também é uma excelente oportunidade para ampliar seu networking, o que pode ajudar a abrir portas no mundo dos negócios.

Os detalhes do programa

Já falamos sobre o perfil dos pós-graduandos e dos professores, mas você deve estar curioso para descobrir, afinal, o que se estuda em uma especialização com ênfase em Gestão de Negócios, certo? Pois então aqui vai um resumo: o curso oferece uma grade ampla, que permite ao aluno adquirir competências para atuar em contextos complexos.

Para que isso aconteça, o estudante é colocado em contato com diferentes áreas do conhecimento que espelham setores diversos do mundo dos negócios. Entre os conteúdos abordados estão finanças, conhecimento sobre marketing e mercados, elaboração e acompanhamento de projetos e o desenvolvimento de competências para o gerenciamento de pessoas.

E não se engane: a amplitude do programa de uma especialização com ênfase em Gestão de Negócios não significa que o aluno terá um aprendizado superficial em cada uma dessas disciplinas. Desde o início da pós-graduação, o profissional se beneficia da vivência com professores renomados no mercado de trabalho, que transmitem conhecimento sobre as melhores práticas e as competências necessárias para se liderar uma equipe empresarial.

Durante o curso, os alunos têm também acesso a cases de empresas para desenvolver, em conjunto, soluções estratégicas que requerem um conhecimento diversificado sobre a gestão corporativa. Esse processo coloca o aprendizado técnico adquirido em constante contato com a prática, potencializando a capacidade de o profissional enfrentar adequadamente os problemas do mundo real. A proposta é integrar todas as áreas do conhecimento necessárias para a gestão de negócios a fim de gerar resultados positivos tangíveis.

Na reta final, a trajetória na pós-graduação é sintetizada em um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) que contempla todo o conhecimento adquirido, demandando a aplicação dos conceitos em um projeto escolhido pelo aluno.

O tempo investido

Caso você já esteja atuando no mercado, provavelmente tem um dia bastante corrido, sobrando pouco tempo para se dedicar à família, a projetos especiais ou até mesmo para investir na sua especialização. É por isso que programas de pós-graduação em geral apresentam grades de aulas flexíveis, que podem ser montadas de acordo com as necessidades de cada aluno.

É claro que a flexibilidade no quadro de horários não deve comprometer a carga horária exigida de um curso de pós-graduação. Portanto, mesmo que haja uma oferta de disciplinas de segunda a sexta no período noturno e aos finais de semana, garantindo que o investimento feito pelo aluno na carreira não atrapalhe seu emprego atual, os participantes devem cursar uma carga horária mínima exigida para programas de pós-graduação.

As vantagens da especialização

Nesse momento, vamos deixar um pouco de lado a óbvia vantagem de ter uma formação com ênfase em Gestão de Negócios no seu currículo, ok? Afinal, mais importante que um título no papel é a bagagem de aprendizados que você leva consigo durante toda a trajetória profissional. Entre os diversos impactos que um curso de gestão empresarial traz para a sua carreira, podemos citar:

Autoconhecimento

Avaliar a própria evolução profissional pode ser uma tarefa subjetiva demais quando desconsideramos fatos concretos, como promoções ou aumentos. Por este motivo, alguns cursos de especialização oferecem em sua grade disciplinas com maior enfoque comportamental e vivencial, que permitem ao participante tomar maior consciência de si e desenvolver a capacidade de reflexão sobre atitudes, valores e contextos como caminho de construção de relacionamentos consistentes e de uma carreira sustentável.

Técnica

Tendo uma especialização com ênfase na Gestão de Negócios, você conhecerá as melhores práticas para gerir um negócio, fruto do conhecimento de executivos atuantes no mercado e, quem sabe, até das próprias pesquisas do mundo corporativo realizadas pela instituição de ensino escolhida.

Networking

Participar de uma especialização em Gestão de Negócios é conviver com profissionais gabaritados vindos das mais diferentes áreas de atuação. E não estamos falando apenas dos professores, mas também dos seus colegas de classe e parceiros da instituição de ensino!

Visão

Um profissional que se especializa em Gestão de Negócios aprende a desenvolver sua visão global sobre a empresa, sendo capaz de elaborar soluções que envolvem diferentes áreas de um negócio, conduzindo-as de maneira integrada e focada em resultados.

Se você quer dar uma guinada positiva na sua carreira, o momento é agora e a melhor opção é uma especialização focada em resultados e devidamente reconhecida pelo mercado! Para saber mais sobre a especialização em Gestão de Negócios da Fundação Dom Cabral, entre em contato conosco por telefone (0800 941 9200), pelo site ou por meio de nossos perfis no LinkedIn e Facebook!

Entenda a importância da educação continuada para a carreira

Você por acaso já ouviu aquele ditado que diz que pedra que rola não cria limo? Por mais que a princípio não pareça, a ideia por trás dessa expressão está muito relacionada à capacidade de se manter profissionalmente à frente, com mais chances de sucesso no mercado de trabalho.

A verdade é que já faz muito tempo desde que um diploma de graduação funcionava como garantia de futuro. Atualmente, é fundamental manter-se atualizado em qualquer que seja a área de atuação. Quer entender melhor por que a educação continuada precisa estar nos planos de profissionais interessados em seguir evoluindo? Então acompanhe!

Os profissionais precisam acompanhar a mutação do mundo

O mundo está em permanente mutação. E não apenas em termos factuais, geográficos, políticos e econômicos, mas também em termos conceituais! Já parou para pensar no quanto tudo o que aprendemos nos bancos escolares mudou de lá para cá? Será que suas leituras e o acompanhamento que faz do mundo pelos meios de comunicação disponíveis são suficientes para mantê-lo atualizado em relação a todas essas modificações?

No dia a dia, por termos preocupações práticas diversas para resolver, é mais que natural que, muitas vezes, simplesmente não sobre tempo para planejar nossa própria formação. Nesse sentido, o papel das instituições de ensino torna-se fundamental, organizando essa atualização. No caso, funcionam como verdadeiros guias de crescimento!

A educação continuada ajuda a manter a empregabilidade

É aí que entra o conceito de educação continuada. Você conhece as tecnologias mais recentes usadas em sua profissão? Domina todas as técnicas de trabalho, metodologias e processos atuais na sua área? Conhece as teorias que vêm sendo criadas e comprovadas com as pesquisas acadêmicas? E as legislações e regulamentações que regem sua profissão? É muito provável que tudo isso tenha mudado bastante desde que você concluiu seu último curso.

Com a competitividade cada vez mais acirrada, o dinamismo do mercado torna imprescindível a busca constante pela qualificação profissional. Mesmo quem conta com um (ou até mais de um) diploma de pós-graduação e domina outros idiomas terá dificuldade de manter a própria empregabilidade caso decida interromper sua evolução, dando-se por satisfeito com o que já aprendeu.

Lembre-se de que continuar estudando não apenas proporciona mais conhecimento como também aumenta seu leque de conhecidos — o tão falado networking. E ser (re)conhecido por pessoas estabelecidas no mercado, principalmente na sua área de atuação, é outra maneira de se manter à tona profissionalmente.

A sua própria insatisfação deve ser uma grande aliada

Em 2015, uma pesquisa da Catho revelou que mais da metade (54,3%) dos profissionais brasileiros se sente confiante em relação à própria perspectiva de crescimento profissional. O questionamento que fica, porém, é se toda essa gente está realmente se movimentando para conquistar esse crescimento.

É simples: se você está satisfeito com o nível de conhecimento adquirido até agora, independentemente da sua idade ou mesmo do seu grau de formação, não está no caminho certo. Quem quer crescer precisa aprender.

Outra das inúmeras vantagens de dar prosseguimento aos estudos de maneira contínua e constante é que isso permite direcionar a carreira, definindo com mais precisão a linha a ser seguida. Mas atenção: não é o caso de desfazer da visão mais generalista oferecida pelos cursos de graduação, porque ela também é importante.

De toda forma, é inegável que, por meio das especializações nos mais diferentes níveis e temas é que os profissionais garantem um olhar mais cuidadoso a respeito de seus perfis, seus talentos e suas competências. Ao direcionarem melhor o próprio aprendizado, portanto, esses estudiosos acabam se tornando mais desejados pelas empresas.

A busca pela formação certa deve ser muito bem pensada

Assim como não existe um modelo pronto de formação que sirva para todas as áreas, tampouco existe uma estrutura que funcione para qualquer profissional em qualquer momento de sua carreira. O autoconhecimento e o conhecimento do mercado em que está atuando são pontos extremamente importantes na definição do caminho de educação continuada a ser seguido.

Você já parou para refletir sobre o motivo real de por que está pensando em seguir os estudos? Fique atento! Fazer um curso qualquer apenas por fazer, para tentar conquistar um aumento ou se candidatar a uma promoção, certamente não é a forma mais adequada de se definir nesse sentido.

Para que a formação realmente surta efeitos, é importante que o profissional se pergunte: eu tenho interesse em aprender exatamente o quê? O que sinto que me faz falta para crescer? Tendo essas respostas bem esclarecidas, certamente ficará mais fácil escolher o caminho a seguir.

A escolha do curso deve considerar o resultado desejado

Se você quer seguir um rumo na iniciativa privada, buscando se qualificar para conquistar posições mais seniores na empresa em que está trabalhando (ou mesmo em alguma concorrente), talvez a melhor pedida seja um curso de pós-graduação lato sensu. Esse tipo de graduação trata os temas de uma maneira mais abrangente, diferentemente do que acontece nos cursos stricto sensu, em que os estudos são mais aprofundados.

Por outro lado, se o que você procura é uma carreira acadêmica, seja dando aulas ou mesmo realizando pesquisas relevantes na sua área, as opções mais condizentes serão os cursos de mestrado e doutorado stricto sensu. Já tem ideia do que funciona melhor para você?

Um MBA amplia horizontes e ultrapassa fronteiras

Sua intenção é aumentar as possibilidades de trabalhar em grandes empresas (nacionais ou internacionais) com gestão de negócios? Então o Master in Business Administration (MBA) pode ser sua melhor escolha! E sabia que alguns cursos existentes aqui no Brasil oferecem módulos realizados no exterior? Está aí uma oportunidade única!

E aqui volta a entrar em cena o já mencionado networking. Aliás, ele também faz parte da educação continuada no seguinte sentido: ao alimentarmos bons relacionamentos, estamos também alimentando nosso repertório de assuntos e interlocutores. Viu como tudo se conecta?

E então, pronto para continuar os estudos? Ficou claro como essa atualização é fundamental para o sucesso na carreira? Aproveite para conferir também os 7 passos para se diferenciar no mercado de trabalho!

Gestão de riscos: conheça 4 metodologias eficientes para aplicar

Para atingir grandes conquistas, é preciso correr riscos: você certamente já escutou algum guru do mundo corporativo dizendo algo similar. Tudo bem que, a princípio, esse pensamento não parece estar errado. O problema é quando a interpretação sobre correr riscos virar ignorar riscos. Nesses casos, pode acreditar: tudo o que poderia dar errado em um projeto vai efetivamente acontecer.

Neste post, vamos mostrar que é sim possível enfrentar o risco, mas que as atitudes corporativas mais inteligentes, na verdade, estão em prever os problemas e traçar metas para evitá-los e criar um bom plano B, caso o risco potencial transforme-se em dor de cabeça real. O que queremos indicar é que a gestão de riscos é fundamental para a sua empresa e que ela pode ser realizada com excelência por meio de metodologias confiáveis e o apoio de profissionais qualificados.

Pronto para não apenas escapar de armadilhas, mas diminuir os custos de projetos e aumentar a lucratividade do seu negócio? Então continue lendo!

A gestão de riscos em um projeto

Sejam investimentos em uma nova infraestrutura física, uma mudança nos processos e protocolos de atuação dos funcionários, a introdução de novos softwares ou um ajuste na cadeia produtiva, os projetos são as principais alavancas que impulsionam as empresas hoje em dia. E tudo começa com uma iniciativa que precisa de bons gestores para sair das pranchetas e se tornar realidade.

Em geral, empresas bem-sucedidas contam com um bom gestor de projetos para coordenar o planejamento e a execução das iniciativas da empresa, cuidando do dimensionamento de custos até a divisão de tarefas. E entre as responsabilidades desse gestor está também o controle de riscos!

Um risco pode ser definido como qualquer potencial efeito negativo proveniente das ações realizadas durante a execução do projeto. O levantamento de um andaime, por exemplo, sempre traz o risco de uma queda. O problema é que projetos corporativos são bem mais complexos que o levantamento de um andaime. Na prática, estamos falando de várias ações (isoladas e coordenadas) que podem gerar uma série de consequências. Todos esses resultados devem ser corretamente previstos.

Para que essa missão fique mais clara, o gestor de projetos ou o gestor de riscos deve percorrer um caminho simples de previsão. Esse trajeto pode ser descrito nos seguintes passos:

Identificação

O passo mais básico deve ser tomado quando o projeto ainda está no papel. Nesse momento, cada uma das ações previstas é analisada para que se aponte os possíveis riscos. Seguindo nosso exemplo anterior, se o projeto pressupõe o levantamento de um andaime, é essencial mostrar que essa construção traz riscos de queda de funcionários e de acidentes com ferramentas caindo em pedestres, por exemplo.

O importante é salientar que os riscos não são exclusivamente de segurança. Há também riscos financeiros, como investimentos que não dão o retorno esperado e compradores que não honram seus compromissos, riscos ambientais, ligados à poluição e à degradação de rios e matas, por exemplo, além daqueles riscos que afetam a imagem ou a reputação da empresa.

Probabilidade

Agora vamos mudar nosso exemplo do andaime para uma ponte, ok? Digamos que sua empresa seja uma gigante do ramo de engenharia e precise ligar 2 ilhas diferentes. Os principais riscos identificados a princípio são: queda da estrutura durante a construção e mortandade de peixes durante a instalação dos pilares. Mas quais realmente são as chances de esses riscos se transformarem em realidade?

Essa pergunta precisa ser respondida com números exatos, fazendo com que a probabilidade da concretização de um risco seja traduzida em porcentagem. Nesse caso, o risco de o vento derrubar uma ponte pode ser calculado com regras matemáticas, mas a mortandade de peixes provavelmente demandará estudos biológicos e químicos.

Resumindo: por mais que apontar a probabilidade de um problema acontecer seja uma tarefa complexa, é o cerne do trabalho de um gestor de riscos. É com esses números em mãos que o profissional será capaz de traçar as estratégias seguintes do projeto, que podem tanto desconsiderar os riscos como mudar o projeto ou mitigar os efeitos negativos das ações da empresa.

Impacto

No último tópico, falamos sobre como um gestor pode tomar decisões em 3 níveis diferentes. Tudo bem que essa é uma visão reducionista, mas nos ajuda a enxergar melhor a complexidade desse trabalho. Retomando:

  1. Desconsiderar o risco;
  2. Mudar o projeto para contornar o risco;
  3. Aceitar o risco e atuar para mitigar seus efeitos negativos.

São vários os fatores que fazem o gestor optar por qualquer desses caminhos, mas vamos focar agora em apenas um: o impacto do risco consumado. Se uma pequena quantidade de peixes morrer com a construção da ponte, vale a pena manter o projeto do mesmo jeito ou o impacto negativo pode ser revertido? Aliás, será melhor lidar com os efeitos negativos na obra depois de concluída ou mudar todo o plano de construção desde já?

Depois de saber quais são as chances de um problema acontecer, é preciso conhecer os impactos reais que esse problema trará para a empresa. Mais uma vez, vale lembrar que os impactos não são apenas financeiros, mas também de imagem, produtividade ou ambientais.

Planejamento

Agora que você já sabe dos riscos que seu projeto apresenta, das probabilidades de deixarem de ser apenas riscos e, ainda, do custo que esse problema trará, é preciso decidir como agir. Nesse momento é que todos os passos anteriores se justificam, dando sentido ao trabalho de gestão de riscos.

O plano de ações pode incluir desde não fazer nada, trabalhando com o risco assumido, a fazer mudanças e adaptações no projeto ou até mesmo no desenho das futuras ações mitigadoras. Como todo gestor, o responsável por lidar com os riscos também deve realizar planejamentos completos, indicando custos, prazos e responsabilidades das equipes para manter um trabalho que possa ser acompanhado por meio de dados concretos e métricas reais.

As diferentes metodologias

Até aqui, mostramos uma visão ampla da gestão de riscos. Agora chegou a hora de nos aprofundarmos no assunto, apresentando diferentes metodologias para identificar os riscos e traçar ações efetivas para contorná-los ou mitigá-los.

Realmente, existem várias formas diferentes de se fazer uma boa gestão de riscos e centenas de pesquisadores trabalham diariamente para melhorar essas possibilidades. Mas existem algumas metodologias que já vêm sendo implantadas com êxito em diferentes organizações e, portanto, merecem uma atenção especial.

A seguir, vamos falar sobre a análise SWOT, o eixo de probabilidade, a Estrutura Analítica de Riscos (EAR) e a Análise Preliminar de Riscos (APR) para que você consiga identificar, afinal, que método se encaixa melhor no perfil e nas necessidades da sua empresa. Vamos lá?

1. Análise SWOT

SWOT nada mais é que um acrônimo em inglês para Strenghts, Weaknesses, Opportunities and Threats. Em português, temos FOFA: Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças. Essa é uma ferramenta bastante usada no planejamento estratégico das empresas, que também pode ser adotada quando o assunto é planejamento de riscos. Para um melhor entendimento, vamos prosseguir, letra por letra.

Forças

Aqui devem ser relatados os principais diferenciais que a empresa tem para colocar seus projetos no mundo real. Nesse quadrante, devem ser selecionadas as principais vantagens competitivas do negócio — como uma equipe especialista, materiais e infraestrutura que usam tecnologia de ponta e processos seguros.

As forças são especialmente importantes por mitigarem impactos ou serem impeditivos para que os riscos aconteçam. Traduzindo: elas jogam a favor do projeto na medida em que diminuem as probabilidades de acidentes ou outros problemas.

Fraquezas

No quadrante de fraquezas, devem-se listar as principais deficiências do projeto, que podem incluir desde motivos ambientais e contexto econômico ou político a, na contramão do exemplo anterior, problemas na qualificação de funcionários ou com o uso de equipamentos ultrapassados.

Já deu para entender que as fraquezas são o oposto imediato das forças, certo? Assim sendo, elas aumentam as possibilidades de os riscos se concretizarem, o que causa elevação de custos na prevenção ou mitigação dos problemas.

Oportunidades

Como oportunidades, é preciso considerar a capacidade de a empresa melhorar os processos internos ou externos, de forma a fazer com que o impacto para o projeto seja efetivo. Você pode procurar estabelecer uma parceria com uma consultoria externa para promover a mudança dos softwares de gestão do negócio ou trocar os equipamentos para melhorar a produtividade das equipes.

As oportunidades são, portanto, mitigadoras de riscos. Devem, por isso, ser conjugadas às forças. Mas é preciso se lembrar de que as melhorias são potenciais, ou seja, podem ou não acontecer dentro de uma margem percentual.

Ameaças

Quando falamos em planejamento estratégico, as ameaças tendem a se relacionar com o modo como certos elementos estão ligados ao crescimento da concorrência — a entrada de um novo ator no mercado, por exemplo.

Mas as ameaças de um projeto também podem aparecer de outras maneiras. As mudanças na legislação tributária podem causar problemas em iniciativas financeiras ou alterar protocolos de atendimento de determinado fornecedor, por exemplo.

Dito isso, é preciso seguir uma lógica simples na metodologia SWOT: conjugar o aumento das forças para alcançar as oportunidades, bem como diminuir as fraquezas e afastar as ameaças. Tudo isso sempre levando em conta dados reais, mensuráveis, que podem ser acompanhados de maneira constante e rigorosa.

2. Eixo de probabilidade

Grande parte do trabalho realizado durante a gestão de riscos está na medição das probabilidades de concretização dos problemas. No entanto, não basta calcular os riscos de forma isolada! É preciso conjugá-los, compará-los e, por vezes, eleger aqueles que merecem prioridade em meio às tarefas dos colaboradores.

Foi justamente pensando nisso que se criou o eixo de probabilidade, também chamado de matriz de riscos. Nessa matriz, cada um dos riscos em potencial é representado em uma tabela composta de 2 eixos. No primeiro eixo, entram as probabilidades de os problemas se concretizarem. Nesse caso, a escala que pode ir de:

  • Muito pouco possível;
  • Pouco possível;
  • Possível;
  • Muito possível;
  • Extremamente possível.

No segundo eixo, entram informações sobre o impacto que o risco pode causar. Ele pode variar entre:

  • Sem impacto;
  • Pouco impactante;
  • Impacto moderado;
  • Impacto alto;
  • Impacto muito alto.

Basta conjugar essas 2 informações para definir se determinada ação apresenta um risco alto, moderado ou baixo. Na ponta mais extrema, temos o risco extremamente possível e com impacto muito alto. Logo, temos um risco alto que exige uma resposta imediata. Mas existem nuances dentro da própria matriz de probabilidades. Riscos muito pouco possíveis com impacto moderado podem, por exemplo, ser considerados riscos baixos e, portanto, não precisar de tantas ações ou recursos para serem prevenidos.

Durante a gestão de riscos, é essencial listar cada uma das probabilidades dentro do eixo e classificá-las de acordo com seu grau de impacto. Assim é possível estabelecer um ranking de prioridades e, em seguida, definir quais ações deverão ser tomadas para cada um desses itens.

3. Análise Preliminar de Riscos

Também conhecida pela sigla APR, a Análise Preliminar de Riscos é um procedimento bastante conhecido por profissionais de saúde e da segurança do trabalho. Trata-se, basicamente, de um protocolo de prevenção a acidentes de trabalho que deve ser realizado rotineiramente pelos envolvidos em determinada atividade. Consiste na descrição minuciosa do trabalho a ser executado, bem como do número de profissionais envolvidos e dos equipamentos usados.

Em geral, a APR é realizada em formulários simples, em que devem constar as seguintes informações:

  • Risco;
  • Provável causa do risco;
  • Possível impacto do risco;
  • Controles preventivos.

Depois de preenchido pelo profissional que fará a atividade descrita, a APR é avaliada por uma liderança, que só autorizará o início dos trabalhos se considerar que o risco foi devidamente mitigado. Caso contrário, o líder em questão pode suspender a atividade ou recomendar novas ações de controle preventivo para que tudo seja realizado em perfeitas condições de segurança.

4. Estrutura Analítica de Riscos

Você deve ter notado que tanto a Análise Preliminar de Riscos quanto o eixo de probabilidades são ferramentas que procuram usar algumas informações-chave: as chances de um problema acontecer e o que deve ser feito para que ele não se concretize. Essas 2 metodologias também preveem uma espécie de hierarquização dos riscos, indo do mais grave e urgente para o mais simples.

Existe uma maneira eficiente de classificar ou definir o nível dos riscos: é a chamada Estrutura Analítica de Riscos (EAR). Nessa modalidade, cada uma das ações e seus problemas potenciais são enquadrados em uma série de definições, ainda sendo consideradas quanto ao seu nível de gravidade.

Classificação

No primeiro momento, é preciso fazer uma definição concreta de onde vem o risco, sua origem e seu contexto. Na Estrutura Analítica de Riscos, os potenciais problemas são divididos em 2 grandes famílias: riscos externos e riscos internos.

Na primeira, listamos os riscos externos, categoria que abrange problemas com fornecedores, legislação governamental, regulação do mercado, concorrência, mão de obra externa e até fatores globais, como a opinião pública ou grupos de interesse no negócio. A segunda divisão corresponde aos riscos internos, que devem ser descritos de maneira minuciosa. Para isso, subdividimos esse quadrante em outros menores:

  • Técnico: aqui entram mudanças de tecnologia, a infraestrutura disponível para a realização do projeto, bem como a performance potencial da equipe;

  • Organizacional: aqui são listados problemas com orçamento, financiamento, cadeias de comando organizacional, pressão de acionistas ou de franqueados e outros itens ligados a procedimentos gerenciais corporativos;

  • Legal: o foco aqui está na segurança jurídica, listando problemas com contratos, com sindicatos e até mesmo a garantia dada a produtos com defeitos ou serviços indevidamente realizados;

  • Projeto: aqui entram as dificuldades do projeto em si, como o estouro de prazos, o controle de recursos e da equipe, bem como a comunicação com as partes interessadas sobre o que sua empresa está realizando;

  • Comercial: aqui é preciso verificar possíveis problemas com fornecedores de matéria-prima, certificar-se de que os contratos estão de acordo com as necessidades e o tempo estipulados pela empresa — de certa forma, o comercial está ligado ao risco externo.

A definição do nível de gravidade

Apenas pela observação desses quesitos já deu para perceber que os riscos de um projeto são enormes e precisam ser bem previstos, não é verdade? Mas apenas listar não é tudo! Agora é preciso classificar cada problema de acordo com seu nível de gravidade.

E aqui voltamos à lógica da matriz de riscos: leve em consideração a probabilidade de o risco se concretizar e o possível custo gerado por esse problema. Riscos muito prováveis e custosos devem estar na primeira linha de atenção do gestor, enquanto os pouco prováveis ou sem custos (financeiros ou de imagem) podem ser, de certa forma, postergados.

O monitoramento e a solução

Até este ponto, falamos sobre como listar os riscos, colocá-los em uma lista e hierarquizá-los de acordo com o nível de impacto que podem causar à organização. Mas não se esqueça de que a gestão de riscos só pode ser considerada excelente quando determina ações. E para que essas ações aconteçam, não basta planejamento. É preciso acompanhar as soluções aplicadas, verificando se são mesmo efetivas.

Em alguns casos, essa tarefa é bem simples, demandando o acompanhamento dos números de acidentes mais ou menos graves durante uma obra, por exemplo, e verificando se esses problemas diminuíram ou se extinguiram com o avanço da mitigação de riscos. Da mesma forma, é preciso monitorar os impactos causados pelos problemas que se concretizam: custos que a empresa pagou para contornar os erros, danos à imagem da organização e até gastos com assessoria de imprensa ou apoio jurídico.

Por fim, é essencial lembrar que a própria gestão de riscos, mesmo quando realizada com eficiência, tem custos embutidos. Tais custos vão desde o pagamento do pessoal até a análise técnica de processos, a liberação de laudos e análises. O ideal, claro, é que esses custos sejam sempre menores do que ter que lidar com um problema que já se concretizou.

A importância da especialização

A gestão de riscos é uma tarefa tão complexa que envolve diversas áreas de conhecimento, que vão desde administração de empresas, passando por saúde e segurança do trabalho até chegar a conhecimentos jurídicos, financeiros e interpessoais. E pode acreditar: ainda é raro encontrar um profissional com esse perfil no mercado.

Atualmente, aliás, a gestão de riscos ainda costuma ser relacionada apenas a organizações que têm problemas de segurança ou ambientais explícitos, como no ramo de construção pesada ou de mineração. Mas como você viu ao longo deste post, os riscos que devem ser enfrentados no dia a dia apresentam as mais diversas origens.

Por tudo isso, se você planeja eventualmente se tornar um alto executivo atuando na gestão riscos, precisará estudar. Existem programas de pós-graduação que são focados exclusivamente nessa área ou ao menos a englobam dentro do currículo em cursos mais amplos. O curso de especialização em Gestão de Negócios, focado em profissionais graduados que já estão no mercado, é uma chance de fazer um upgrade no seu currículo ao incluir a gestão de projetos, concomitantemente, oferecendo ferramentas acadêmicas e técnicas para formar bons gestores de riscos.

Não há projetos sem riscos e não existem empresas bem-sucedidas que não se preocupem com a gestão correta desses riscos. Mas como essa atividade é complexa, exige que os profissionais por ela responsáveis sejam qualificados. Para alcançarem a excelência, esses gestores devem trabalhar com metodologias eficientes para o setor em que atuam e, ao mesmo tempo, ser capazes de conjugar o conhecimento de outras áreas para evitar que a empresa caia em armadilhas.

Por fim, vale lembrar que o gestor de riscos não trabalha sozinho! Na verdade, sua missão só é cumprida quando toda a empresa se envolve com a eliminação de problemas potenciais, adotando um comportamento seguro, de contenção de gastos e ampliação dos resultados positivos de cada projeto. É, assim, um esforço conjunto.

Mas, mesmo em tempos de crise, as empresas não estão procurando apenas por um um bom gestor de riscos. Quer descobrir qual é o perfil do profissional mais procurado atualmente? Então aproveite para ler este nosso outro post, que desvenda de uma vez por todas tal mistério!

 

Atualização profissional: por que é tão importante?

Não é nada difícil perceber que o mercado de trabalho está cada vez mais dinâmico, exigente e instável. Nesse cenário, para manter a empregabilidade e conquistar novas chances de crescimento, é fundamental desenvolver um planejamento de carreira sólido. Aí é que entra a atualização profissional, promovendo aprendizado contínuo para garantir conhecimentos técnicos, administrativos e gerenciais essenciais para o sucesso no universo corporativo.

E sabia que já são muitas as empresas que enxergam a gestão do capital humano como determinante para os negócios? Exatamente por isso, investem fortemente na formação de equipes de alta performance, multidisciplinares, capacitadas e alinhadas à realidade atual. Assim, o aperfeiçoamento passa a ser uma exigência básica e não mais um diferencial no currículo. Que tal oferecer um perfil profissional mais completo ao mercado? Entenda agora mesmo por que a atualização é tão importante!

Aprendizado

O rápido avanço da tecnologia e da conectividade tem provocado diversas transformações nos hábitos de consumo da sociedade. E essas mudanças acabaram dando origem a outros nichos, demandas e até mesmo profissões. Nesse contexto, a atualização deixou de ser opção e se tornou obrigação, sempre com a intenção de evitar a obsolescência e a estagnação.

Vale lembrar que os estudos também garantem uma imensa vantagem competitiva e inúmeros benefícios, como a especialização, a ampliação da rede de contatos e uma possibilidade de remuneração acima da média. Afinal de contas, o know-how adquirido com esse esforço normalmente propicia um desempenho diferenciado, que garante mais destaque ao profissional e abre novas portas.

Um profissional capacitado geralmente consegue encontrar soluções inovadoras. Assim, seja contribuindo para a redução de custos, a otimização de processos, a racionalização dos recursos, o aumento do volume de vendas ou a satisfação e a fidelização dos clientes, ideias atualizadas tendem a gerar melhores efeitos.

E essa postura é sempre muito bem-vista por recrutadores e headhunters, pois confirma o interesse do profissional no próprio desenvolvimento. Por isso é que pós-graduações e especializações devem integrar o planejamento, bem como um MBA, mestrado ou doutorado, cada um de acordo com as expectativas do profissional para o futuro.

Outros cursos também podem ser considerados, principalmente aqueles que tratam do aprimoramento de algumas habilidades específicas — como liderança, gerenciamento de tempo e comunicação interpessoal, por exemplo. Paralelamente, é preciso ler, pesquisar, ativar o networking e, claro, participar de eventos. Assim fica mais fácil se manter informado e ainda exercitar o poder de negociação, a aptidão para trabalhar em equipe e a capacidade de superação.

Como você pode ver, a atualização profissional é indispensável tanto para quem busca manter seu emprego como para quem está correndo atrás de uma recolocação, uma promoção ou até mesmo uma transição para outra área. Fica evidente, assim, que o aprendizado contínuo precisa ser uma preocupação tanto para os jovens como para os mais experientes, independentemente do momento de suas carreiras.

Diferencial

Em tempos de crise, quase todos os setores da economia reduzem suas folhas de pagamento, não é mesmo? Principalmente nesses momentos, portanto, o conhecimento passa a ser um diferencial para a permanência na empresa ou uma eventual contratação ao fim de um processo seletivo.

A atualização profissional não só oferece mais expertise como evidencia características pessoais importantes voltadas especialmente para o senso de organização e de disciplina do profissional. Por meio da qualificação profissional, o indivíduo pode exercer novas funções e até conquistar um bom aumento salarial, já que as políticas de remuneração de grande parte das empresas tendem a valorizar experiência e formação.

Mas também é preciso frisar que todo esse conhecimento adquirido só tem valor se for efetivamente empregado para gerar resultados. É fundamental, assim, saber aplicar teorias e métodos de forma prática e eficiente. Além disso, outros aprendizados também são extremamente valiosos, principalmente, aqueles que envolvem o desenvolvimento de competências comportamentais, tais como o equilíbrio emocional, a resiliência, a humildade, a empatia e o poder de persuasão.

De fato, isso é o que as empresas modernas procuram: profissionais qualificados e engajados, capazes de entregar resultados e encontrar as melhores respostas possíveis para os problemas do dia a dia. Não parece o combo perfeito?

Carreira

Um plano de carreira funciona como um guia para direcionar ações e decisões, evitando distrações e tirando o profissional da sua zona de conforto. Pode acreditar: ao estabelecer metas e prazos para alcançá-las, você passará a agir com mais confiança e determinação. Para isso, no entanto, é preciso levar em consideração as próprias vocações, ambições, preferências e deficiências. Assim fica mais fácil reconhecer quais habilidades devem ser melhor trabalhadas.

Na prática, muitas empresas já contam com um plano de carreira corporativo para indicar o caminho a ser seguido por quem pretende conquistar novas oportunidades internas, incluindo aí as aptidões e vivências exigidas para cada posição. Normalmente, esse modelo faz parte das estratégias destinadas à atração e à retenção de talentos, à identificação e à preparação de novas lideranças e aos programas de treinamento.

Mas atenção: esse plano corporativo não dispensa o planejamento individual! Afinal, a gestão de carreira não cabe somente ao empregador. É preciso que o profissional assuma o protagonismo de sua vida, fazendo autoavaliações que garantam uma visão mais realista sobre seu potencial, suas qualidades e limitações. Feedbacks e avaliações de desempenho também devem ser aproveitados nessa fase. Nesse caso, o coaching pode ser bastante útil, incentivando a reavaliação de valores, princípios e perspectivas.

Com base em todas essas informações, é possível elaborar um plano realmente consistente, que contemple cronogramas, ações e objetivos a serem atingidos. Entretanto, também é importante frisar que o plano de carreira deve ser revisado periodicamente, incluindo novas iniciativas e eventualmente ajustando metas e prazos.

Essa revisão é necessária porque há muitas variáveis envolvidas. Nesse caso, podem surgir convites e propostas inesperadas, assim como mudanças no cenário econômico ou político que impactem o mercado. Isso sem falar nos imprevistos pessoais, claro. Todas essas circunstâncias devem ser analisadas, de modo a garantir que o plano continue adequado.

Uma última ressalva: essa reavaliação não deve ser usada como um artifício para postergar decisões e realizações, ok? Esse momento de confirmação e reformulação é fundamental para identificar falhas, eliminar pendências, corrigir desvios, redirecionar os esforços e, sempre que possível, aproveitar novas oportunidades. Com um plano de carreira estruturado e suportado pela atualização profissional constante, superar os desafios e alcançar o sucesso são consequências naturais.

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