9 dicas para um marketing pessoal efetivo nas redes sociais

O que as pessoas pensam de você? Se você já se fez essa pergunta alguma vez na vida, provavelmente chegou à conclusão de que nesse caso não existe uma resposta absoluta, certo? Afinal, cada indivíduo tem uma percepção diferente! Mas já lhe passou pela cabeça que algumas condutas pessoais podem influenciar a opinião dos outros sobre você?

Para produzir esse tipo de influência (que você obviamente quer que seja positiva), é fundamental trabalhar seu marketing pessoal, transmitindo à sua rede de contatos os valores, as habilidades, os comportamentos e o posicionamento que você deseja associar à sua imagem. Para entender melhor, pense no marketing tradicional, que agrega valor às marcas ao divulgá-las no mercado e praticamente plantá-las na mente dos consumidores. Pois o mesmo acontece no marketing pessoal, mas com uma diferença: a marca é você!

Então, considere desde já: você tem sim o poder de influenciar a forma pela qual você é percebido pelo mundo. Basta ficar atento à imagem que transmite! É preciso, portanto, racionalizar o que deseja transmitir. E hoje, no mundo conectado em que vivemos, as redes sociais têm um papel imprescindível nisso. Para não errar a mão, confira agora 9 dicas sobre como criar um bom marketing pessoal nessas redes, impulsionando sua imagem profissional no mercado!

1. Faça um planejamento

Assim como no marketing empresarial, a primeira etapa do marketing pessoal também é o planejamento. Primeiramente, pense: que habilidades, conhecimentos e comportamentos você deseja associar à sua imagem? Além disso, também vale estudar o perfil de cada rede social, definindo a função de cada uma no seu plano de marketing pessoal — qual a linha de conteúdo e a estratégia para elas e como tudo isso ajudará a atingir seus objetivos de carreira.

A busca pelo autoconhecimento é outro aspecto importantíssimo desse planejamento inicial. Você realmente sabe aonde quer chegar, em que é especialmente bom, em que áreas se destaca? Quais são seus valores e seus propósitos? Não tem como fugir: é preciso pensar em tudo isso para guiar suas ações.

2. Crie perfis coerentes

De nada adianta compartilhar novidades do mercado no Twitter e criar uma reputação forte nessa rede se seu perfil no Instagram não mostra nada ligado à profissão, apenas fotos aleatórias com amigos e familiares. Seu marketing pessoal deve ser coerente em todas as redes sociais. Se o objetivo é fortalecer sua imagem profissional, essa deve ser a linha de conteúdo em todas as redes, ainda que elas tenham diferentes focos e linguagens.

3. Cuide de seus posts

Imagine que cada publicação sua é como uma apresentação para um auditório lotado. O que você falaria ou mostraria para centenas de pessoas? Lembre-se de que até mais gente pode realmente ver seus posts nas redes sociais! Tenha, portanto, cuidado para não misturar conteúdos pessoais (como fotos de festas ou marcações de amigos em momentos constrangedores) com sua imagem profissional. E procure compartilhar conteúdos de qualidade e de fontes confiáveis, construindo sua reputação também com o que repassa.

4. Faça gestão de conteúdos

Mais uma vez, pense no auditório lotado. O que você poderia acrescentar à vida dessas pessoas com seu discurso? É preciso realmente se destacar para conquistar a atenção de uma audiência. Aí é que entra a gestão dos conteúdos publicados nas redes sociais, que pode ser uma ótima alternativa para oferecer valor. Selecione influenciadores estrangeiros ou fontes pouco acessíveis, por exemplo, e compartilhe seus conteúdos, acrescentando um posicionamento pessoal para, aos pouquinhos, também se tornar referência de informações e reflexões valiosas sobre o mercado.

5. Participe de grupos

O recurso dos grupos existe tanto no Facebook quanto no LinkedIn, proporcionando que vários profissionais se reúnam para discutir o mercado, solucionar dúvidas com colegas de profissão e oferecer oportunidades de emprego ou parcerias. Que tal participar? Muitos profissionais criam sua reputação ao contribuir com suas próprias experiências, ajudar os demais integrantes e partilhar seu conhecimento na área. Mostram, dessa forma, sua relevância.

6. Faça interações inteligentes

Fazer marketing pessoal nas redes sociais não serve só para que as pessoas vejam seu perfil. Na verdade, funciona também para que você encontre as pessoas certas, fortalecendo seu networking. Como na internet você pode se aproximar de vários profissionais com certa facilidade, o que acha de selecionar alguns contatos que considera ser relevantes na sua área para interagir com eles? Compartilhe conteúdos, proponha parcerias e divulgue sua marca pessoal!

7. Cultive relacionamentos

Muitos profissionais só praticam o networking quando surge alguma necessidade. Mas essa prática não é nada benéfica, viu? Relacionamentos fortes não são construídos com base em interesses, mas sim em atenção e cooperação mútuas. Por isso, trate de cultivar relacionamentos mesmo quando você não precisa! Pode acreditar: esse é um diferencial dos profissionais mais bem-sucedidos do mercado. Coloque-se à disposição para ajudar, demonstre interesse sincero em conversar com as pessoas e felicite suas conquistas.

8. Explore o LinkedIn

Sabia que o LinkedIn é uma rede especificamente profissional? Por isso, se seu propósito é fortalecer sua imagem profissional, aproveite os recursos dessa rede social ao máximo! Na criação do seu perfil, por exemplo, detalhe aspectos da sua trajetória para mostrar como chegou aonde chegou. Fale sobre os cargos que ocupou, as contribuições que deixou, as premiações que recebeu e assim por diante. Além disso, explore o recurso das recomendações! Nada melhor que o depoimento de outras pessoas para confirmar suas competências, não é verdade?

9. Seja você mesmo

Para fechar com chave de ouro, aqui vai a dica mais importante: seja transparente. Tenha em mente que, para algumas pessoas, marketing pessoal pode parecer uma tentativa de maquiar a realidade. Na prática, porém, a intenção não é fazer propaganda enganosa, mas sim valorizar a essência das pessoas. Então, esqueça já o medo de transparecer suas fraquezas. Lembre-se de que as pessoas também são admiradas por suas limitações, que revelam seu lado humano e seu poder de superação. Não tem mistério: seja você mesmo!

Ao fortalecer sua imagem pessoal nas redes sociais, você cria uma percepção positiva sobre seus conhecimentos, valores e comportamentos. O marketing pessoal se mostra capaz de associar sua imagem a determinadas áreas, fazendo com que se torne uma referência nelas. Nesse cenário, quando surgir uma oportunidade (seja uma oferta de emprego ou uma parceria comercial), suas chances de ser lembrado aumentam significativamente!

E como estamos falando de redes sociais, já nos acompanha pelo Facebook, Twitter e LinkedIn? Siga nossos perfis para receber novidades e começar o quanto antes a compartilhar conteúdos valiosos para seu marketing pessoal!

 

Como usar conhecimentos de gestão de projetos na área de marketing?

Quando você pensa em gestão de projetos, sempre imagina uma equipe de TI ou de engenharia? Sofre só de pensar em ter que lidar com tantas variáveis e áreas de conhecimento? Pois saiba que ela não se restringe à área de exatas. A gestão de projetos pode muito bem ser aplicada ao marketing!

Segundo o PMI – Project Management Institute, projeto “é um conjunto de atividades temporárias, realizadas em grupo, destinadas a produzir um produto, serviço ou resultado únicos”. Transferindo para o marketing, cada campanha também não seria um projeto? E várias campanhas não poderiam ser um portfólio de projetos?

Pois é sob esse viés que vamos te mostrar como usar os conhecimentos de gestão de projetos na área de marketing. Fique tranquilo, pois não é nada assustador. Pelo contrário, você vai amar aplicar esses novos conhecimentos e extrair maior valor das suas ações!

Vamos lá?

Focando em resultados

Uma das grandes batalhas do marketing é comprovar, por meio de dados, a eficácia das estratégias utilizadas para atrair e converter clientes. Essa dificuldade pode residir na insistência de se pensar no processo criativo, e não no resultado que se espera. 

Como na gestão de projetos você começa todo o planejamento com a definição do escopo – ou objetivo – da iniciativa, fica mais fácil determinar que tipo de resultado é esperado ao final do seu esforço. No escopo também são definidos o que está incluso e o que não está incluso no projeto, ajudando a alinhar as expectativas de todos os envolvidos.

Estruturação do plano de marketing

Na gestão de projetos, é comum trabalharmos com 5 grupos de processos:

  • Início;
  • Planejamento;
  • Execução;
  • Monitoramento e controle;
  • Encerramento.

Mas você pode ampliar seus horizontes e partir para uma gestão mais aprofundada, que se baseia em dez áreas de conhecimento que vão auxiliar na gestão de todos os pontos estratégicos da sua iniciativa:

  • Gerenciamento de Escopo
  • Gerenciamento de Tempo
  • Gerenciamento de Custos
  • Gerenciamento de Qualidade
  • Gerenciamento das Aquisições
  • Gerenciamento de Recursos Humanos
  • Gerenciamento das Comunicações
  • Gerenciamento de Stakeholders
  • Gerenciamento de Risco
  • Gerenciamento da Integração

Essas dez áreas fazem parte do PMBOK, um guia das melhores práticas de gestão de projetos. Para que você entenda como utilizar esse conhecimento no marketing, vamos nos aprofundar um pouco mais em cada uma delas:

1. Escopo

É estabelecer os objetivos do projeto, considerando suas premissas e restrições. Por exemplo, para desenvolver um vídeo institucional da marca, você deve colocar como premissa a participação da alta direção nas gravações. Como restrição ao projeto, pode ser considerada a ausência de uma locação adequada para as filmagens.

2. Tempo

Refere-se aos prazos de execução de um projeto. Numa campanha de Natal, por exemplo, você terá um cronograma de ações que vai de novembro a dezembro, não podendo ultrapassar essa data porque sua ação ficaria sem sentido. A gestão do tempo ajuda a organizar todas as atividades que devem ser realizadas dentro de uma linha temporal, ajudando sua equipe a monitorar os prazos e entregas.

3. Custos

No marketing, a gestão do budget, ou orçamento. é sempre um problema. Mas, com técnicas de gestão de custos para gerenciamento de projetos, ficará mais fácil determinar o custo de cada ação e encontrar maneiras de otimizar seus recursos para que não seja preciso explicar à direção da empresa o porquê de você ter extrapolado o combinado.

4. Qualidade

A gestão da qualidade deve estar intrínseca a todas as ações de marketing, pois ela impacta diretamente na percepção de valor do cliente. Neste sentido, a gestão de projetos pode te ajudar a determinar, precisamente, quais são os pontos que merecem atenção e como melhorar gradativamente suas ações.

5. Aquisições

O gerenciamento de aquisições está intimamente ligado à gestão de custos, já que depende do seu orçamento inicial. Quando você consegue melhorar sua capacidade de análise sobre as aquisições necessárias para levar uma campanha adiante, consegue negociar preços com fornecedores, substituir insumos que tornam seu projeto inviável por outros mais baratos e assim maximizar o uso do seu budget.

6. Recursos humanos

A equipe de marketing nem sempre está limitada à equipe interna. Muitas vezes, é preciso contratar pessoas terceirizadas para realizar determinados trabalhos, exigindo um esforço um pouco maior na gestão de pessoas. Na gestão de projetos, o gerenciamento de recursos humanos serve para determinar quais são as contratações necessárias e como lidar com sua equipe ao longo do projeto, a fim de manter a motivação e o foco no resultado final.

7. Comunicação

Nem é preciso lembrar que a comunicação é essencial em qualquer segmento de atuação, ainda mais no marketing. Mas por que será que ainda sofremos com falta de informações, dados pela metade ou conhecimento que não chega a quem deveria?

Isso não ocorre na gestão de projetos porque, logo no planejamento, você determina quais são os canais utilizados para manter a comunicação entre a equipe e demais stakeholders fluida, e ainda identifica a frequência das comunicações, o formato, a linguagem e outros detalhes essenciais para que todos se sintam envolvidos e informados.

8. Stakeholders

Além da sua equipe de trabalho, existem vários grupos envolvidos na sua estratégia de marketing: clientes, consumidores, parceiros de negócios, governo, diretores, sócios, acionistas, a comunidade, entre outros. Entretanto, nem sempre nos lembramos disso, e é por essa razão que muitas ações publicitárias são denunciadas ao Conar.

Para não ser pego desprevenido, o ideal é que você liste todos esses grupos e utilize uma comunicação clara e transparente com cada um deles, obedecendo, é claro, à relevância de cada um.

9. Risco

Toda ação de marketing também corre riscos, como uma multa do Conar, ser impedida de passar na TV, a falta de retorno sobre o investimento realizado, entre outros. Mas raramente pensamos nisso quando estamos criando aquela super campanha arrasadora, não é?

O gerenciamento de projetos nos ensina que é preciso avaliar os riscos, mesmo que pareçam mínimos num primeiro momento. Existem técnicas que ensinam, inclusive, a classificar os riscos, de forma que você possa prestar mais atenção naqueles especialmente perigosos.

10. Integração

Por fim, o gerenciamento de integração é o processo de unificar todas essas áreas e gerenciar seu projeto por completo, monitorando todos os indicadores de performance, acompanhando sua equipe e melhorando os resultados ao longo da trajetória rumo ao objetivo final.

Se você curtiu saber como a gestão de projetos pode ajudar no marketing, não perca nossas próximas publicações! Siga nossos perfis nas redes sociais e fique por dentro das novidades!

9 motivos que comprovam que o curso de graduação não é suficiente

Está cansado de ouvir que o tempo em que só a faculdade já fazia diferença ficou no passado? Mas por mais que seja repetitivo, o clichê mais famoso do mercado traz nas entrelinhas a interpretação (correta) de uma mudança social profunda, que demanda proatividade e ambição de quem já se formou e está entregue à força da acomodação.

De fato, ter apenas um curso de graduação definitivamente não enche os olhos de nenhum headhunter. E, na verdade, o problema vai além disso. Você vai entender agora por que precisa sair da inércia e fazer uma pós-graduação com urgência, antes que o darwinismo corporativo o empurre para fora do mercado! Acompanhe!

Excesso de bacharéis no mercado

Começando com um princípio básico da economia: o excesso de demanda transforma o nível de oferta. E, no caso de educação, não poderia ser diferente. Impulsionada principalmente por programas governamentais de bolsas, financiamentos públicos e privados, a quantidade de brasileiros matriculada em cursos de Ensino Superior aumentou bastante de alguns anos para cá. Com isso, é claro que a quantidade de novos diplomados só poderia crescer, acabando por inflacionar o mercado.

Como resultado, vemos a homogeneização da população economicamente ativa, o que dificulta a diferenciação do currículo. Na prática, porém, os recrutadores continuam em busca de quem tenha aquele algo a mais, seja no universo acadêmico, no conhecimento de mundo ou nas experiências profissionais. Nesse cenário, a pós-graduação passou a ser sistematicamente exigida como requisito básico no preenchimento da maioria dos cargos de nível superior.

Assim, se você pensava que sua jornada de estudos seria página completamente virada no momento da colação de grau, certamente precisará rever seus conceitos. Pense bem: chancelar seu currículo com o know-how adquirido na educação executiva é um diferencial e tanto.

Diferenças salariais nítidas

Feito há alguns anos, um levantamento com base em dados da Catho indicou que quem tem uma especialização, um MBA, um mestrado ou um doutorado pode elevar sua remuneração em até 70% em relação a quem tem apenas a graduação completa. E acredite: em algumas profissões, a diferença chega a 200%!

Oportunidade incrível de atualização

Em um mundo em que a única constante é, na verdade, a mudança permanente, é simplesmente inviável pensar que estudo tem hora para acabar. Embora soe como mais um clichê, permanecer sempre em contato acadêmico com sua área o manterá atualizado em relação a novas técnicas, estratégias de mercado, abordagens e tecnologias. Fazer uma pós-graduação garante que você seja um novo profissional diariamente. Lembre-se de que um dos mantras do mundo dos negócios é reciclar seus conhecimentos permanentemente.

Ganho de expertise

Em geral, os cursos de graduação possuem uma grade curricular extensa e bem variada, oferecendo ao estudante um conhecimento mais amplo sobre a área escolhida. Já a pós-graduação é uma oportunidade valiosa para migrar do saber genérico para a especialização, aprofundando seu know-how em determinada perspectiva do mercado.

Para ficar mais claro, pense: a graduação em Administração de Empresas não oferece o background específico para que o profissional aprenda a lidar profundamente com marketing, gestão de pessoas, projetos e finanças, competências que certamente serão exigidas em nível de expertise durante sua carreira. A rápida (e resumida) visita a essas disciplinas feita na graduação resulta em um gap de habilidades que fará falta no competitivo mercado de trabalho, em que oportunidades de entrada e promoção são reservadas apenas aos mais preparados e versáteis.

Essa lacuna pode ser suprida com uma especialização em gestão, que trabalhará competências comportamentais, técnicas e práticas para o desenvolvimento de um líder de excelência, pronto para lidar com os múltiplos desafios do mercado. Nesses cursos, além da abordagem nas áreas de finanças, marketing e mercados, negócios, pessoas e projetos, o profissional poderá enfatizar uma ou outra disciplina, flexibilizando o conteúdo de acordo com suas necessidades.

Destaque no mercado e crescimento profissional

Só de alguma pós-graduação estar em curso já dá para entender que a acomodação não tomou conta da vida daquele profissional. E a imagem passada por essa busca do aprimoramento dos conhecimentos é extremamente positiva dentro do ambiente empresarial.

O aprofundamento acadêmico e corporativo facilita promoções, viabiliza aumentos salariais e designação para novos projetos, por exemplo, dentre outros diversos canais de ascensão. E para quem está fora do mercado, uma pós-graduação se torna ainda mais essencial, pois demonstra versatilidade, conhecimentos aprofundados e ambição profissional.

Qualificação do networking

O que você acha de ter aulas com executivos de renome ou, diferentemente dos tempos de graduação, ter colegas de classe já consolidados no mercado, atuando em grandes empresas e multinacionais? Esse é o ambiente de uma pós-graduação, local de formação e ampliação de um networking qualificado que, em muitos casos, acaba rendendo indicações e oportunidades inestimáveis.

Quem tem consciência da importância de conquistar uma boa rede de contatos, mas não sabe exatamente como penetrar nesse mundo muitas vezes tido como fechado, tem aí mais um motivo relevante para pensar na educação executiva.

Simulação do ambiente de negócio

Um dos grandes diferenciais de um programa de pós-graduação está na conciliação de uma base sólida conceitual e simulações do efetivo ambiente de negócio, visando dar ao estudante uma vivência mais forte do dia a dia das grandes empresas. A graduação costuma, pelas peculiaridades de um curso de formação inicial, ser inevitavelmente um pouco mais teórica.

Nesse sentido, um programa de pós-graduação de excelência objetiva formar profissionais com capacidade de liderar, atuar sob pressão, expor seus pontos de vista em público de forma persuasiva, tomar decisões estratégicas com rapidez, inovar e se adaptar a situações diferentes, além de gerenciar ambientes complexos e em constante mutação.

Atuação em áreas diferentes

Em uma especialização em Gestão, por exemplo, você terá a oportunidade de escolher parte de sua grade curricular, tendo contato com assuntos diferentes do que possivelmente você estudou em sua graduação (tais como Finanças, Marketing e Mercados, Negócios, Pessoas e Projetos).

Essa diversificação de conhecimentos irá prover a você uma visão mais sistêmica do mundo dos negócios, versatilidade que costuma ser a porta de entrada para promoções ou atuações em outras áreas.

Auxílio na consolidação profissional

Programas de gestão de carreira que acompanham o participante, possibilidade de fazer um módulo internacional focado em inovação e empreendedorismo, integração com empresas de grande porte e atividades voltadas ao ambiente prático do mundo dos negócios: algumas instituições de relevância nacional em educação executiva oferecem todos esses recursos, os quais, evidentemente, ajudam a lapidar o profissional para se tornar um grande executivo. Que tal se preparar para os desafios que o mercado impõe?

A aquisição desse conjunto de conhecimentos (teóricos e práticos) costuma ser o limiar que separa os profissionais comuns dos grandes talentos desejados pelo mundo dos negócios. Mais uma vez, não custa lembrar que o sucesso está diretamente ligado ao aprimoramento constante.

Você já percebeu que o curso de graduação é apenas o primeiro passo do caminho rumo ao sucesso na carreira, certo? O que acha de continuar este bate-papo, mas agora de uma maneira mais personalizada? Entre em contato conosco para que nossos especialistas o ajudem a cruzar seu perfil com as melhores opções em educação executiva do mercado!

 

Saiba como fazer networking para crescer profissionalmente

Construir uma carreira de sucesso é um desafio que começa lá atrás, ainda na vida acadêmica. Depende da combinação de vários fatores que interagem, em sinergia, para alcançar o topo, mas subindo de degrau em degrau. Durante todo o percurso estão as experiências, a formação profissional e o networking! Uma rede de relacionamentos sólida e bem construída é extremamente estratégica, conseguindo inclusive compensar possíveis falhas na experiência e na formação, além de servir de diferencial perante o mercado.

Por tudo isso e muito mais, é preciso focar também no networking para crescer profissionalmente. Quer saber exatamente como e entender melhor por quê? Então fique de olho no nosso guia!

A importância do networking para a carreira

Estabelecer e manter contatos é tão fundamental para a construção de uma carreira quanto apresentar um currículo bem elaborado e cheio de cursos e especializações. A verdade é que, para os empregadores, contratar alguém é quase um tiro no escuro. Da mesma forma, um profissional que acaba de entrar em uma empresa desconhece o clima organizacional, tampouco tem referências.

Pensando pela perspectiva do contratante, responda: você daria preferência a um candidato com um excelente currículo, mas cujo trabalho você desconhece, ou optaria por outro, com um currículo um pouco menos impressionante, mas de quem tem excelentes informações? É isso mesmo: há detalhes que não cabem no currículo e não estão estampados no rosto.

O caráter, o trato nos relacionamentos interpessoais, a capacidade de lidar com situações adversas, encontrando saídas rápidas e estratégicas: tudo isso costuma ser bem difícil de perceber, a não ser que você conheça outra pessoa, alguém de confiança, que afirme que esse ou aquele candidato tem tais características. Assim, ao se chatear por perder uma vaga, culpando o tal do Quem Indica (QI), é bom olhar por outro ângulo. Pode ser que o escolhido tivesse, na verdade, QC, de Quem Conhece.

As oportunidades que vêm com bons contatos

Mas atenção: por mais que as indicações sejam de grande valor, elas precisam vir das pessoas certas. Por isso, além de trabalhar seu network, você precisa qualificá-lo. Só não entenda errado! É claro que não estamos sugerindo que exclua do seu círculo profissional pessoas com cargos em níveis inferiores ao seu. Isso é totalmente descabido, pois:

  • Se todos fizessem isso, você também não conseguiria manter contato profissional com pessoas de altos cargos, já que elas seguiriam a mesma premissa;

  • É preciso lembrar que os profissionais são dinâmicos em suas carreiras, hoje trabalhando no suporte para se tornarem gestores amanhã — aliás, o que também pode acontecer com você!

Portanto, mantendo uma boa relação com todos, lembre-se de que ter contatos estratégicos significa deixar abertas algumas portas importantes, que podem levar a boas oportunidades.

Por fim, vale ressaltar que os recrutadores preferem indicações de pessoas cuja análise seja criteriosa e confiável — o que está intimamente ligado à função. Assim, tendem a dar mais ouvidos a profissionais com experiência em gestão de equipes, por exemplo. Que tal então procurar por esses profissionais para pedir dicas e enriquecer suas oportunidades?

Os contatos vindos de ambientes acadêmicos

É fato: os ambientes de aprendizado são os primeiros locais onde o networking é posto em prática. Afinal, ali você convive diariamente com profissionais em formação, podendo perceber características que influenciarão sua vida profissional, como:

  • Hábitos relativos à pontualidade;

  • Qualidade na execução dos trabalhos;

  • Rapidez e assertividade de raciocínio;

  • Persuasão e desenvoltura frente a espectadores.

Ao escolher colegas de sala para realizar ou não um trabalho em equipe, normalmente é nesses critérios que você se baseia. Futuramente, ao se deparar com esses mesmos profissionais no mercado de trabalho, pode ter certeza de que eles carregarão ainda ao menos algumas dessas características.

Obviamente, outros terão corrigidos suas falhas com a maturidade e a experiência. Entretanto, aqueles de quem você já tinha boas referências, possivelmente receberão sua preferência de escolha quando a decisão couber a você. Perceba que o contrário também é válido: eles terão a mesma visão sobre você! Daí vem a importância de corrigir suas lacunas profissionais e estudantis o quanto antes, construindo a base do seu network.

As melhores dicas para um networking efetivo

Até aqui tudo bem, mas você ainda não tem nem ideia de por onde começar a formar sua rede de relacionamentos? Então comece com um brainstorming, aquela prática em que você se foca em ter uma verdadeira tempestade de ideias, anotando-as para depois aprimorá-las. Em seguida, revise as possibilidades, escolha um aparente bom caminho inicial a seguir, enumere as atitudes a tomar e parta para a execução!

Podemos adiantar que vários hábitos simples e fáceis de colocar em prática podem favorecer (direta ou indiretamente) seu networking. Confira alguns dos melhores hábitos que deve adotar ou aprimorar com essa finalidade:

Foque nas redes sociais

Antes de mais nada, mantenha suas redes sociais ativas, interagindo tanto pela publicação de conteúdos como pela troca de comentários com outros membros. Caso você não seja tão fã dessas plataformas, pode encarar como um investimento profissional. Sua importância é tal que, hoje em dia, as empresas buscam os perfis dos candidatos para somar impressões antes da contratação. Independentemente disso, porém, a verdade é que elas têm grande peso na construção do seu network.

Lembrando que cada rede social tem seu formato e, por isso, é mais apropriada para algum tipo de área ou publicação, veja o resumo que preparamos para você não cometer gafes logo de cara:

  • O Facebook condensa algumas características que dão a ele um tom coringa. A criação de álbuns pode servir de portfólio para artistas, designers, arquitetos e inúmeras outras profissões, enquanto postagens compartilham opiniões;

  • Já o LinkedIn é voltado especificamente para relacionamentos profissionais, integrando a informação do seu currículo, certificados, competências e a publicação ou o compartilhamento de artigos afins;

  • Pinterest e Instagram, com seu formato voltado à publicação de imagens, podem ser de grande ajuda na construção de um portfólio on-line;

  • O Twitter facilita o compartilhamento de notícias e a exposição de opiniões.

De toda maneira, suas preocupações devem ser basicamente as mesmas em todas elas:

  • A manutenção das atualizações, mostrando que está disponível e atualizado;

  • A interação por meio do contato com colegas, participação em grupos e comunidades relacionadas à sua área;

  • A publicação de conteúdos relevantes, que demonstrem autoridade sobre os temas;

  • O cuidado com o compartilhamento de conteúdos inadequados, preconceituosos e intolerantes.

Avalie sua comunicação escrita

Já que falamos sobre a publicação de conteúdo on-line, não custa nada ressaltar a importância de se reciclar e estudar, além de fazer consultas antes de publicar. A comunicação manuscrita é rara, mas a boa escrita ainda é pra lá de bem-vista. E isso inclui também adequação ao contexto, alterando o tom.

A troca de e-mails, mensagens e o uso de comunicadores instantâneos, por exemplo, exigem um padrão de escrita específico. Lembre-se de que você não precisa ser formal em todos os seus contatos. Dependendo do meio usado, há sim flexibilidade, aceitando até o emprego de expressões comuns e contrações. Quanto a isso, cabe o bom senso e o espelhamento, aquela conhecida técnica que consiste em repetir posturas e ações da outra pessoa, a fim de causar identificação. Se o outro fala de forma mais formal, responda da mesma forma!

Nada aceitáveis são erros de português, que prejudicam demais sua imagem. Então anote aí: escrever corretamente, sem precisar de muito rebuscamento, é o esperado para uma boa comunicação. Nesse quesito, talvez seja uma boa pedida revisar as regrinhas de uso da vírgula e favoritar um dicionário on-line para servir de referência no caso de dúvidas.

Procure ser autêntico

Seja na publicação de conteúdo, na comunicação do dia a dia ou na troca de gentilezas, procure sempre manter a autenticidade. Se não puder agir de acordo com o que o outro espera, explique. Só evite fazer algo que não expresse exatamente quem você é. Aqui cabe trazer uma frase clássica do escritor Nathaniel Hawthorne, que diz: “ninguém pode, por muito tempo, ter um rosto para si mesmo e outro para a multidão sem, no fim, confundir qual deles é o verdadeiro”.

Atitudes superficiais, que parecem forçadas, podem causar um efeito devastador, desgastando demais sua credibilidade. Melhor sempre lançar mão da autenticidade para não correr riscos. Mas isso não implica ser rude, ok? Há diferentes formas de recusar um convite ou declinar uma proposta. Você pode, por exemplo, explicar por que, com o máximo de educação possível.

Esteja mais presente

Um dos comportamentos mais desagradáveis que alguém pode ter é lembrar de você só quando precisa pedir favores. Não quer se transformar nessa pessoa? Então cultive amizades ao invés de contatos: participe, comente, ligue e cumprimente.

Nessa realidade tão competitiva em que vivemos, sempre ocupados com nossos próprios interesses, é comum esquecermos de praticar pequenos gestos de gentileza. Mas são eles que conquistam e ajudam a construir uma excelente impressão e relações duradouras.

Vale ainda ressaltar um detalhe importante: ao mesmo tempo em que o ideal é não aparecer somente por meios virtuais, nada de aparecer em carne e osso sem convite! Essa atitude é deselegante e extremamente inconveniente, podendo minar seu esforço em vez de trazer benefícios. Então mantenha o contato e, sempre que houver disponibilidade mútua, esteja presente.

Dê continuidade aos contatos

Essa dica está diretamente vinculada à anterior, mas diz respeito a seus novos contatos. Adicionou alguém no LinkedIn? Mande uma mensagem inicial, de boas-vindas! Recebeu um recado pelo Facebook? Retorne! Com essa postura, você vai, pouco a pouco, construindo seus relacionamentos.

Se você adiciona alguém em uma rede social, mas não faz nada além de mantê-lo em sua lista de amigos, essa pessoa está apenas ocupando espaço. Assim, se você por acaso precisar de uma referência profissional, esse contato provavelmente não poderá dar boas informações. O segredo está em evoluir seus contatos, não começando algo sem dar a devida continuidade.

Evite mensagens automáticas

Mensagens enviadas em massa, sem qualquer tipo de personalização, são tanto importunas como raramente lidas. Por isso, mesmo que a causa seja nobre, como a colaboração com um projeto social, o melhor é fazê-lo tratando a pessoa pelo nome e, antes de mais nada, perguntando como ela está. 

Seja sempre solícito

Dar para receber é uma regra de ouro que vale para todos os aspectos da vida. Assim, se alguém pergunta e você pode ajudar sem se prejudicar, faça-o. Como já dissemos, as gentilezas constroem boas e duradouras impressões. Da mesma forma, não negue a um contato uma carona que sequer o desviará do seu caminho. Ajuda não só é sempre bem-vinda como costuma render ótimos (e voluntários) frutos.

Busque decisores ou influenciadores

Você mantém suas redes ativas, publica conteúdos interessantes e alimenta seus contatos, mas se não tiver uma estratégia adequada, pode estar apenas gastando munição à toa.

Lembre-se de que as pessoas que mais precisam ser impressionadas são aquelas que detêm o poder de decisão. Não seria ótimo se justamente esses profissionais se lembrassem de você quando uma oportunidade surgisse? E acredite: esse é um dos melhores reconhecimentos que um profissional pode obter!

Evite fazer comentários negativos

Cautela quase nunca é demais. Assim, se você não conhece profundamente seus contatos, evite tecer comentários depreciativos sobre outras pessoas, empresas ou mesmo sobre a vida. Quando o assunto é negativo, a impressão ruim normalmente recai sobre quem o aborda.

Às vezes por pura insegurança, cometemos o erro de depreciar o outro para tentar nos elevar, a fim de fazer com que nossas virtudes sejam percebidas. Mas como isso é pessoal, precisa ser eliminado de nossas ações. Não se esqueça de que podemos estar errados, olhando para o outro sob uma percepção equivocada, e que geralmente somos nossos principais concorrentes. Nada mais coerente, então, que sermos também referenciais de melhoria.

Carregue seus cartões de visita

Uma atitude prática, simples e atemporal é manter alguns cartões de visita atualizados consigo. Por mais que muitas pessoas não mantenham esse hábito, a facilidade desse meio em dispor de suas informações de contato ajuda bastante — especialmente se a oportunidade for muito rápida.

A receita para se mostrar presente no mercado

Esteja você empregado ou não, mostrar-se presente é ponto fundamental para alavancar sua carreira. De qualquer forma, mas por motivos diferentes, você deve se manter por ali. Afinal, quem não é visto não é lembrado, certo?

Estando sem emprego, as razões se tornam óbvias. Use as dicas que já demos por aqui e mantenha sua rede de contatos oxigenada, fazendo-se presente, mas discretamente, sem alardes.

Caso esteja trabalhando, o cuidado com sua presença o mantém sempre como uma opção para o mercado. Imagine o quanto alguns profissionais que passam décadas trabalhando no mesmo lugar têm dificuldade em se recolocar ao serem desligados. Isso acontece porque, sem supor a possibilidade de demissão, a acomodação toma conta e o networking é deixado de lado.

E não se esqueça de se reciclar sempre! Para estar pronto para novos desafios, você precisa se manter em dia com os conhecimentos e tendências da sua área. Além de se informar sobre notícias e dados relevantes, lembre-se de estudar continuamente, acrescendo certificados e participando de eventos sempre que possível.

Investir em se manter informado não costuma levar, por alto, mais que meia hora por dia. Leia as manchetes dos principais jornais e portais, busque novos artigos em blogs, sites e páginas de empresas de referência, além de pesquisar sobre pessoas estratégicas em sua área de atuação. Para alimentar sua rede de contatos, você precisa estar informado e atualizado para interagir com segurança nas rodas de conversa profissionais.

Lembrando que se atualizar significa não envelhecer profissionalmente. Isso é crucial para garantir sua empregabilidade e aumentar seu valor de mercado. Conceitos e normas mudam, tecnologias avançam e negócios ganham novos patamares. Quando isso acontece, não adianta ficar preso aos velhos hábitos e reclamar, alegando que antigamente tudo era melhor. Se o mundo muda, a única opção que temos de não ficar para trás é a adaptação. Atualizar-se também é evoluir.

O aproveitamento da tecnologia a seu favor

As preocupações da vida certamente são muitas. Questões familiares, relacionamentos pessoais e estudos, por exemplo, normalmente ocupam um tempo precioso e não podem ser deixados em segundo plano. Para conciliar tudo e ainda fazer um networking efetivo, conte com a tecnologia, usando os recursos disponíveis a seu favor! Eles podem facilitar bastante sua vida, ajudando na organização e também em sua atualização profissional. Veja:

Comunique-se via web

Aproveite as redes sociais, os aplicativos de conversa e os tradicionais e-mails para não perder contato. Claro que estar presente pessoalmente e não apenas em meio virtual é tarefa básica. Mas como nem sempre é possível, com os compromissos não permitindo o contato pessoal, não hesite: mande uma mensagem e interaja virtualmente!

Tenha um blog

Se a ideia que você tem de um blog está vinculada ao formato inicial, de diário virtual, chegou a hora de se atualizar. Grandes corporações têm blogs agregados a seus sites, por meio dos quais publicam conteúdos relevantes e informativos, que por sua vez passam autoridade sobre o tema aos usuários.

Seguindo essa lógica, ao criar e manter um blog que trate de questões profissionais, você pode, por conta própria, ganhar imenso respaldo junto a um público realmente interessado nesses assuntos. E isso, progressivamente, faz com que seu nome remeta a uma referência de peso.

Procure se organizar

Há milhares (talvez até milhões) de aplicativos de organização financeira, pessoal e profissional disponíveis gratuitamente pela internet. Lance mão dos melhores e facilite sua rotina, agendando compromissos, sendo alertado sobre aniversários e outros eventos importantes, bem como cuidando de sua saúde financeira.

Essa mãozinha tecnológica com certeza o ajudará a conciliar todas as suas atividades, tornando seus dias mais produtivos e agradáveis. Assim sobra mais tempo para manter contato de qualidade com colegas e deixar o networking em dia.

Simplifique o aprendizado

Aqui está um excelente benefício que a internet pode trazer a um profissional: cursos e eventos a distância. Além de sites voltados para a formação complementar (e, muitas vezes, acadêmica) sobre os mais diversos temas, outros, de cunho corporativo, promovem eventos ao vivo via Facebook ou YouTube, bem como webinars e até reuniões via Skype. Assim você amplia as possibilidades de interação e aprendizado, sem se limitar a restrições geográficas.

Que tal aproveitar essas oportunidades para se reciclar constantemente? Com isso, você passa a realmente dominar os temas do seu interesse, conseguindo dialogar melhor com seus colegas, bem como escrever textos mais informativos para seu blog e, consequentemente, ampliar (e qualificar) sua rede de contatos!

Os erros que você não pode cometer em seu networking

Negar ajuda

O que você faz de bom pelos outros pode, ocasionalmente, até ser esquecido. Mas o que você se nega a fazer sempre será lembrado. Recusar-se a ajudar em algo que não traria a você prejuízo algum é uma das atitudes que mais deterioram sua imagem pessoal e profissional. Quem frequentemente age dessa forma tende a ter grandes dificuldades para trabalhar em equipe.

A dica é simples: sempre que possível, ajude! Lembre-se, afinal, de que cedo ou tarde você também pode precisar de ajuda. Quando não puder atender algum pedido, desculpe-se e explique os motivos, para que o outro entenda que não foi por falta de vontade, mas por um motivo de força maior.

Guardar conhecimento

Muitos profissionais cometem o grave erro de não compartilhar conhecimento por medo de se tornarem substituíveis. E explicar como funciona uma fórmula do Excel ou esclarecer sobre comandos de um sistema corporativo, por exemplo, são solicitações mais que comuns no convívio entre colegas.

Não se preocupe em perder exclusividade sobre o domínio do que é ensinado. Seu foco deve estar em fazer sempre o melhor possível. Tenha certeza, mesmo ensinando passo a passo como realizar algo, que ninguém mais fará o que você faz da mesma forma que você, simplesmente porque pessoas são, por essência, muito diferentes.

Ser rude

Independentemente de quem seja o interlocutor, a grosseria é imperdoável. Respeitar o outro, seja ele um estagiário ou o CEO, é questão de caráter e diz muito sobre você. Imagine-se em um jantar de negócios, com outro convidado o tratando com educação e polidez, mas sendo extremamente rude ao lidar com o garçom. Com um de vocês ele está agindo sem sinceridade. Imagine com qual seria.

Entenda que ser grosso, mesmo que o outro tenha sido antes, é uma opção e não uma necessidade. Em uma discussão, quando perceber que está perdendo a paciência, saia, beba um copo de água, respire e converse amenidades em outro lugar. Não se deixe levar pelo calor do momento. E caso a outra parte seja grossa, traga-a de volta à racionalidade, desde que sem revidar.

Aparecer sem convite

Por maior que seja a importância de manter sua rede de relacionamentos ativa, aparecer sem convite em qualquer lugar (seja o evento de caráter pessoal ou profissional) fala negativamente sobre você. Antes de visitar alguém, ligue, entre em contato e só o faça se o outro demonstrar interesse e disponibilidade. Essa é a única forma de fazer um contato produtivo.

Insistir demais

Quando alguém não quer aceitar seu convite para um encontro de negócios, um evento ou mesmo uma visita, não insista. Se o convidado diz que não pode, respeite sua decisão. Ele não vai mudar de vontade por sua insistência, mas pode acabar concordando, a contragosto. Aguarde uma oportunidade melhor!

Da mesma forma, ao pedir uma indicação profissional, faça isso apenas uma vez. A insistência desagrada e imprime em você uma imagem nada desejável de impertinência. Pode pedir e chamar? Claro que pode! Mas só uma vez.

Agora você conhece razões, estratégias e cuidados que deve utilizar em seu networking para favorecer o crescimento profissional. Pratique nossas dicas com afinco e veja sua rede de contatos crescer sólida, favorecendo (e muito) seu crescimento profissional!

Que tal começar seu networking com a Fundação Dom Cabral? Siga-nos no Twitter, no Facebook, no LinkedIn e também no YouTube!

Gestão de pessoas: o que é esperado de um líder empresarial?

O sucesso de uma empresa é decorrência da combinação de diversos fatores, mas, sem dúvida, a qualidade dos recursos humanos que possui é um dos mais importantes ingredientes que lhe permitem continuar crescendo a despeito das crises e da instabilidade da economia. A gestão de pessoas é, por isso, um tema estratégico para o crescimento e desenvolvimento do negócio.

Contar com colaboradores motivados e competentes é um importante diferencial em um cenário econômico cada vez mais competitivo. E a figura do líder empresarial deve ter importante destaque, pois a ele caberá lidar com o desafio diário de conduzir as equipes de trabalho a um desempenho cada vez mais elevado, incitando a eficiência e dedicação às atividades, sem perder de vista a visão estratégica do negócio.

Tendo em conta a importância de uma boa liderança para o sucesso do empreendimento, vamos falar neste post sobre o que é esperado de um líder empresarial. Confira!

Boa capacidade de comunicação

A comunicação é fundamental para o êxito das atividades desenvolvidas na empresa. É por meio dela que os colaboradores são informados sobre os objetivos e metas organizacionais, bem como sobre as estratégias que a companhia pretende adotar para concretizá-las, e o seu papel para o êxito de todo o processo.

Ao líder compete intermediar essas etapas, e para ter êxito na função, é indispensável que ele possua boa capacidade comunicativa, que consiga ser claro e objetivo acerca do que é necessário fazer para elevar o desempenho da empresa e alcançar os resultados visados.

Quando os colaboradores compreendem a importância da sua atividade para o sucesso do negócio, se tornam ainda mais comprometidos com a qualidade e eficiência dos processos, o que faz com que trabalhem com mais dedicação e esmero. Portanto, uma das funções essenciais da boa comunicação é justamente promover essa valorização e conscientização da equipe, tornando-a mais motivada e produtiva.Gestão de pessoas (1)

Qualificação técnica

Outra qualidade indispensável a um bom líder é a qualificação técnica. A pessoa responsável por conduzir as atividades dos demais colaboradores e apontar os melhores caminhos a seguir no exercício das atividades deve possuir conhecimento mais amplo e aprofundado dos processos empresariais.

Assim, é essencial que o líder possua qualificações na área, pois não basta apenas dizer o que fazer, é preciso mostrar com se faz. E isso somente é possível quando além de deter capacidades persuasivas, comunicativas e motivacionais, o líder também possua conhecimentos técnicos.

Além do mais, também é função dele identificar e corrigir eventuais falhas operacionais cometidas pela equipe, tarefa que somente é capaz de realizar quem conhece bem a estrutura e o desenvolvimento dos processos internos.

Empatia com a equipe

Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de forma a observar os seus sentimentos e buscar compreender de forma objetiva e racional o que sentem ou pensam.as demais pessoas.

Essa característica é fundamental para o líder empresarial, haja vista que a ele compete, dentre outras coisas, dar feedback aos funcionários e orientá-los sobre a melhor forma de vencer os desafios diários, superar suas limitações e trabalhar de forma cada vez mais efetiva para concretizar os objetivos empresariais.

Assim, ele somente terá êxito nessa função se conseguir experimentar os anseios e sentimentos da sua equipe. Feito isso, poderá indicar a melhor maneira de vencer os obstáculos e atingir desempenhos cada vez melhores.

Capacidade de observação

Outra habilidade esperada de um líder empresarial é que ele detenha a capacidade de observação mais aflorada.

Para poder ter uma atuação ainda mais estratégica, é preciso que o chefe saiba direcionar os talentos dos seus colaboradores para as áreas onde melhor eles possam ser aproveitados para fomentar o desempenho da empresa. Para tanto, faz-se necessário que o gestor desenvolva boa capacidade de observação e conheça a sua equipe.

Esse conhecimento poderá servir, também, para fundamentar eventual política de premiação do desempenho dos funcionários ou até mesmo para promover os colaboradores mais competentes e dedicados a funções maiores e mais complexas dentro da estrutura organizacional.

Poder de motivar a equipe

Para conduzir a equipe a um desempenho de excelência também é necessário que o líder consiga motivar os colaboradores a se dedicarem cada vez mais às suas atividades, fazendo-os perceber que o sucesso da empresa beneficiará a todos.

A motivação é o combustível da produtividade, e contar com trabalhadores engajados é fundamental para que a empresa consiga de destacar frente aos seus concorrentes.

Sabendo disso, cabe ao gestor buscar fomentar na sua equipe o espírito de dedicação e comprometimento com as suas funções, estimulando-a a dar o melhor de si em prol da superação dos obstáculos e atingimento das metas organizacionais. Por isso, ser um bom líder também requer ser um bom motivador de pessoas.

Senso de justiça

Outra característica importante para a função de liderar pessoas é o senso de justiça.

O líder dirige as atividades empresariais, gerencia e coordena pessoas e processos. Contudo, não pode fazer nada sozinho. Sem o apoio e parceria de uma equipe motivada e comprometida com o sucesso da empresa, o trabalho do gestor não daria frutos. Por isso, é preciso que ele saiba reconhecer a importância de cada colaborador, e seja justo na hora de retribuir o esforço realizado pelos seus subordinados.

O senso de justiça é importante tanto para retribuir os esforços, quanto para aplicar eventuais penalidades. É preciso que o líder aja com equidade, e não tenha indevidas predileções ou diferenciações entre os seus funcionários, antes respeite e valorize cada um deles. A união faz a força e os esforços somados conduzirão a empresa à obtenção de desempenhos ainda melhores.

Proatividade

Por último, cabe ressaltar como mais uma característica essencial para a figura de um líder empresarial, a proatividade.

Liderar significa coordenar, conduzir, tomar a frente. Assim, o líder deve ser proativo, assumindo a diretriz na execução das atividades e chamando para si as responsabilidades dentro da organização.

Mais do que aos outros colaboradores, ao líder cabe buscar respostas e alternativas para as contingências do dia a dia da empresa, implementando as mudanças e adequações necessárias ao êxito dos processos. Além disso, para ser um líder de sucesso também é importante saber inovar frente ás situações inusitadas ou laboriosas. Contando com uma liderança de excelência, a equipe não só trabalhará bem, como apresentará um desempenho surpreendente.

Como vimos, a gestão de pessoas não é tarefa fácil, senão uma das mais desafiadoras no âmbito de uma organização. Por isso, para liderar pessoas, não basta possuir a capacidade de motivar a equipe ou ter uma noção abrangente da maioria das tarefas empresariais.

É preciso mais. É necessário que o líder tenha verdadeira visão estratégica do negócio e, antes de mais nada, tenha identificação e parceria com a sua equipe. Se uma andorinha só não faz verão, certamente a união de todos terá a força necessária para fazer o negócio deslanchar.

Gostou do nosso artigo sobre o que é esperado de um líder empresarial? Então compartilhe-o nas suas redes sociais! Muitas outras pessoas poderão aprender um pouco mais sobre gestão de pessoas com esse conteúdo!Gestão de pessoas (1)

Entenda as diferenças: pós-graduação lato sensu e stricto sensu

Depois de se formar e entrar para o mercado de trabalho, chega uma hora em que é preciso um empurrãozinho para continuar subindo na carreira, não é verdade? Afinal de contas, tanto o nível de escolaridade dos brasileiros como a exigência das empresas na hora de contratar aumentaram significativamente nos últimos anos.

Nesse cenário, quem não investe no aprimoramento de suas habilidades profissionais corre o risco de ficar para trás na corrida pelas melhores oportunidades de trabalho. Aí entra a pós-graduação, que pode ser justamente o que faltava para você ir adiante.

Mas você por acaso sabe quais são os caminhos possíveis para quem quer voltar para a estudar? Quando se fala em pós-graduações em geral, especialização, mestrado, MBA e doutorado são termos bastante conhecidos. O que muita gente desconhece, entretanto, é que cada um desses cursos está classificado como stricto ou lato sensu, conforme as diretrizes educativas ditadas pelo Ministério da Educação.

Dentro desse contexto, como escolher a pós-graduação mais alinhada a seus objetivos de carreira, aquela que pode, de fato, ajudá-lo a chegar mais perto de onde você deseja estar profissionalmente? Stricto ou lato sensu? Afinal, qual a diferença entre elas?

Como esse é o tipo de dúvida que ronda a mente de muitas pessoas, resolvemos explicar, no post de hoje, a diferença entre a pós-graduação lato sensu e a stricto sensu, ajudando-o a se decidir pela melhor opção de acordo com seus objetivos. Acompanhe os próximos tópicos e descubra para onde o futuro pode te levar!

As diferenças entre lato e stricto

Inicialmente, os termos em latim podem até confundir, mas a realidade é que a diferença entre esses 2 tipos de pós-graduação não é assim tão complicada. Enquanto lato quer dizer em sentido amplo, stricto significa algo mais restrito. Assim, se no primeiro tipo de pós o estudante faz um trabalho mais abrangente e, por consequência, menos intenso, no segundo, a ideia é se aprofundar bastante, mesmo que em um assunto mais limitado.

Para o Ministério da Educação, essa diferença afeta também as exigências para cada um desses cursos. Na pós lato sensu, por exemplo:

  • o curso deve ter um mínimo de 360 horas de aula;

  • 50% dos professores devem ter título de mestre ou doutor (ou seja, ter feito uma pós stricto sensu) e os outros 50% devem ter pelo menos uma especialização (ou pós lato sensu);

  • ao final, os estudantes recebem um certificado de conclusão, que não é válido como diploma.

Já na pós stricto sensu, as exigências do MEC são as seguintes:

  • os cursos de mestrado devem ter duração mínima de 2 anos e os de doutorado, de 4 anos;

  • todos os professores precisam ter diploma de pós-graduação stricto sensu;

  • após a aprovação da dissertação (para o mestrado) ou da tese (no doutorado) por uma banca avaliadora, o aluno receberá um diploma, assim como o título de mestre ou doutor.

Os tipos de pós-graduação lato sensu

Depois de conhecer as diferenças básicas entre os 2 grandes tipos de pós-graduação, vamos ver mais a fundo como cada um deles funciona. Começando pela lato sensu, já podemos adiantar que, aqui no Brasil, existem 2 rotas possíveis para quem opta por esse tipo de curso. Vamos ver quais são elas?

Especialização

Voltada para os profissionais que já têm experiência e algum conhecimento prático em sua área, esse curso é desenhado para promover um maior aprofundamento no assunto ou para se adquirir habilidades relacionadas a outro setor.

Para entender melhor, tente se lembrar de quando você saiu da faculdade: provavelmente, durante a graduação, aprendeu sobre diferentes trabalhos que podem ser realizados na sua área, mesmo que tenha feito estágio ou monografia em um campo mais específico, certo?

Na especialização, a ideia é que, depois de começar a trabalhar, você consiga escolher um desses campos para seguir e, assim, ganhar conhecimentos mais sólidos para continuar subindo na carreira. Da mesma forma, quem decide trocar de área após começar a atuar no mercado também pode usar esse tipo de pós como porta de entrada para tal mudança.

Se quiser tirar suas dúvidas e saber mais sobre como essa formação pode ajudá-lo na prática, vale a pena conferir também este depoimento de uma aluna de especialização em Gestão!

MBA

Do inglês Master of Business Administration, esse é um tipo de pós-graduação em Gestão de Negócios que, apesar do nome, não é considerado mestrado no nosso país. Na verdade, o curso é originário dos Estados Unidos, onde as exigências para o Master são um pouco diferentes das nossas em relação à pós stricto sensu.

Há 2 tipos de MBA: um de duração mais longa e com mais exigências de dedicação (o tradicional), e outro (chamado de Executive) mais flexível, pensado para quem precisa conciliar os estudos com uma carreira atribulada.

De uma forma ou de outra, o importante é saber que o MBA é o caminho ideal para líderes e gestores com alguma experiência e a intenção de conquistar uma formação de caráter internacional (alguns cursos oferecem, inclusive, módulos no exterior), bem como aprofundar seus conhecimentos sobre negócios.

Ainda vale lembrar que tanto a especialização quanto o MBA também podem acontecer em cursos a distância ou de forma semipresencial, viu?

Os degraus da pós stricto sensu

Se a pós-graduação lato sensu visa aperfeiçoar e desenvolver certas habilidades em profissionais atuantes para que apliquem tais conhecimentos em suas rotinas profissionais e cresçam em suas áreas, a pós stricto sensu é conhecida por ser mais acadêmica, com foco em pesquisa e desenvolvimento. Mas nem sempre é assim. Continue acompanhando a leitura e descubra as trilhas disponíveis para você nessa estrada!

Mestrado

A pós-graduação stricto sensu começa pelo mestrado, um curso com duração de 2 anos que termina na defesa de um trabalho de dissertação diante de uma banca examinadora. Aqui, você pode escolher entre 2 tipos de mestrado, cada um com um foco:

  1. mestrado acadêmico, ideal para quem se dedica muito ao trabalho teórico, de leitura e pesquisa, e gostaria de seguir na universidade (como pesquisador ou professor, por exemplo);

  2. mestrado profissional, que se concentra na prática, isto é, na aplicação do conhecimento no mercado de trabalho, sendo muito mais aprofundado que a especialização por cumprir com as exigências stricto sensu.

Ambas as opções conferem ao estudante o título de mestre no final do curso, dando a ele o direito de seguir adiante pelo doutorado.

Doutorado

Ponto alto de quem elege seguir uma carreira universitária, o doutorado dura 4 anos e exige a elaboração de uma tese para que o aluno obtenha o título de doutor. A tese consiste em uma pesquisa em torno de uma hipótese inédita, que ainda não foi levantada nem testada por ninguém.

Nessa etapa da pós-graduação, o trabalho é extremamente teórico. Por isso, o curso tem mais validade para quem deseja tornar-se pesquisador ou professor ou, ainda, para quem trabalha em laboratórios ou no desenvolvimento de produtos que exigem investigações científicas, por exemplo. É o caso das indústrias agrícola, farmacêutica e de biotecnologia, por exemplo.

Depois, você também pode seguir estudando no pós-doutorado, que não dá nenhum título extra. Não existe, então, ninguém que é pós-doutor, ok? Justamente por isso, uma pessoa pode ingressar em quantos pós-doutorados sucessivos quiser, cada projeto tendo uma duração específica e não havendo nenhuma regra que determine um período mínimo. Assim, há pós-doutorados que duram 1, 2 ou até mesmo 5 anos!

Essa extensão tem por objetivo aprofundar o conhecimento, elaborar pesquisas e solicitar patentes de produtos, sendo mesmo o último degrau na escadinha dos estudos. Até lá, você ainda tem bastante chão para percorrer e muitas conquistas a alcançar!

A escolha da opção ideal

No fim das contas, qual a melhor opção: uma pós-graduação stricto ou lato sensu? Pois se você acompanhou a leitura do post até aqui, provavelmente já sabe que a resposta para essa pergunta é: depende. Na verdade, nenhum dos 2 tipos de pós-graduação apresentados é melhor que o outro. Tudo depende dos objetivos de cada pessoa e dos rumos que ela deseja dar à sua carreira.

Por isso, antes de qualquer coisa, é importante ter muita clareza sobre o que você quer. Deseja um maior aprimoramento profissional na área em que já atua ou está mesmo é com vontade de seguir outro caminho e aprender sobre novas possibilidades profissionais no seu ramo de atuação? Pode ser também que você esteja interessado em pesquisar mais a fundo determinado conceito ou teoria ou mesmo desenvolver um novo produto.

Tendo suas metas profissionais consolidadas, fica muito mais fácil acertar na hora de se decidir sobre o tipo de pós-graduação ideal para você. Caso seus objetivos não estejam lá muito claros, tire um tempo para refletir sobre o assunto, converse com pessoas que possam ajudar e busque por referências. Lembre-se: estamos falando do seu futuro profissional. Por isso, nada de pressa ou afobação!

Dessa forma, você garantirá mais segurança e precisão em sua escolha. E acredite: ter paciência e manter a calma nesse momento pode poupar não só muito tempo e dinheiro como também frustrações futuras!

As indicações para a pós lato sensu

Se você fizer o exercício proposto no tópico anterior e chegar à conclusão de que o que você deseja para sua carreira é galgar degraus dentro da organização onde trabalha, conquistar aquela vaga dos sonhos em outro lugar, buscar uma recolocação no mercado de trabalho, estar por dentro de tudo o que há de mais atual em seu ramo de atuação ou mesmo mudar de área, investir em uma pós lato sensu é, sem dúvida, a melhor opção.

Isso porque tanto as especializações quanto os MBAs (caso você seja um líder ou gestor) possuem um foco bastante dirigido a uma determinada área ou assunto. Gestão, Marketing, Finanças e tantas outras possibilidades são tratadas de maneira bastante objetiva e certeira.

Além do mais, apesar de conceitos teóricos serem apresentados e discutidos em sala de aula, muito do aprendizado e do conhecimento oferecido por este tipo de curso se baseia em questões práticas e cases reais, comuns no dia a dia da grande maioria das empresas. Traduzindo: a pós lato sensu deixará você mais preparado para exercer determinada profissão com maestria.

Por fim, vale ressaltar que o formato deste tipo de pós é desenhado de maneira mais flexível, com duração mais curta, opções de cursos a distância e até aulas aos finais de semana, por exemplo. Tudo isso permite que pessoas que trabalham em regime integral tenham tempo para se especializar.

As recomendações para o modelo stricto sensu

Seja em qual área for, a base do conhecimento da nossa sociedade normalmente é criada dentro das universidades, por pesquisadores e cientistas. É na academia que novas teorias são desenvolvidas, conceitos revolucionários surgem e produtos incríveis são moldados, testados, aprovados ou rechaçados. Justamente devido à sua importância na criação e no compartilhamento do conhecimento é que muita gente sonha em seguir uma carreira acadêmica, tornando-se professor e pesquisador de determinada área.

Esse é o seu caso? Então a melhor escolha para você é seguir pelo caminho da pós-graduação stricto sensu! Só tenha em mente que, por possuir uma carga horária maior que a pós lato sensu, é mais difícil cursar um mestrado e, principalmente, um doutorado, trabalhando ao mesmo tempo. É preciso, portanto, ter disponibilidade para se dedicar a uma pós stricto sensu.

Normalmente, o conhecimento gerado a partir de suas investigações será voltado à pesquisa e ao compartilhamento dos resultados dentro do meio acadêmico e social. Já no caso dos mestrados profissionais, o cenário é um pouco diferente, visto que ele é um curso desenhado para um público que já atua no mercado de trabalho e que tem como objetivo transformar ou melhorar processos ou tecnologias vinculadas à sua área de atuação profissional.

A procura pela melhor instituição de ensino

Independentemente de sua escolha por uma pós stricto ou lato sensu, uma coisa é certa: você deve estar bastante atento na hora de decidir em qual instituição ingressar. Com o crescimento da demanda nos últimos anos, a oferta de cursos de pós-graduação no Brasil inteiro aumentou de maneira significativa. E apesar de isso ser uma excelente notícia, também pode gerar alguma confusão na hora de se decidir.

Em função disso, antes de fazer sua matrícula, tire um tempo para pesquisar um pouco mais a fundo as opções disponíveis. Esse cuidado poderá evitar dores de cabeça e arrependimentos depois. Anote aí: escolher uma instituição de qualidade, aprovada pelo MEC, com professores qualificados e uma boa grade curricular é imprescindível na hora de garantir seu sucesso profissional.

E então, pós-graduação stricto ou lato sensu? Conseguiu definir qual dessas rotas está mais alinhada a seus desejos para o futuro? Se você achou este post útil e quer receber todas as novidades do blog diretamente em sua caixa de entrada, não deixe de assinar a nossa newsletter!

Entenda o novo perfil do alto executivo no mercado

Em alguns filmes e séries a figura do chefe é associada a aspectos negativos, como arrogância e agressividade. Não por acaso nos acostumamos com essa associação, como se fosse natural para uma pessoa que está em um cargo de autoridade tratar com desprezo quem está abaixo dele. Um alto executivo tinha permissão para ter esse tipo de comportamento, mas o mundo dos negócios mudou e, com essas mudanças, outras qualidades são exigidas de quem está no comando.

Novas características de um alto executivo

Estar em um cargo de comando tornou-se merecimento. Se antigamente não era incomum ver pessoas ocuparem postos de liderança por questões particulares, como ser parente de alguém importante, hoje esse tipo de ascensão não é bem recebida nas empresas.

Uma das principais razões é que um alto executivo deve estar preparado para o cargo, caso contrário não terá como tomar decisões rápidas, porém eficazes – algo que é exigido de quem comanda.

Além disso, para que suas orientações sejam levadas em consideração é necessário que a equipe respeite sua autoridade, de modo que, ao perceberem que ele ocupa o cargo por ter capacidade técnica suas decisões não serão questionadas.

Capacidade de se adaptar às mudanças

A internet modificou de forma profunda o modo como nos comunicamos, por isso empresas com décadas de mercado foram obrigadas a realizar alterações. Esse cenário obrigou os líderes a manterem uma postura receptiva com possíveis novidades, afinal, realizar alterações depois de todos os outros concorrentes deve ser evitado. O alto executivo deve fazer com que novas tecnologias favoreçam seus negócios.

Saber lidar com pessoas

O fato de não estar diariamente com os outros colaboradores, realizando as mesmas funções, não pode dar ao executivo a ideia de que seu trabalho é à parte, ou seja, não tem relação direta com as outras atividades desenvolvidas na empresa.

Muito do que o empreendimento consegue tem a ver com o capital humano, por isso quem está em posição de liderança deve estar atento ao que os colaboradores têm a dizer, pois eles podem ter uma opinião reveladora, nem sempre visível em gráficos e/ou pesquisas. 

Não menos importante é o fato de conseguir se comunicar com clareza com as pessoas, de modo que elas entendam a importância da tarefa desempenhada, e como ela está incluída nos objetivos da empresa. Isso só será possível se o alto executivo conseguir a atenção dos outros profissionais. A postura arrogante, autoritária, ou que menospreze o trabalho que exige menor grau de escolarização tende a criar um abismo entre a equipe. Algo difícil de superar e que afeta a produtividade.

Por isso, o executivo deve manter uma comunicação empática, desde o primeiro momento em que entrar na empresa.

Busca constante por conhecimento

Como já mencionado neste artigo, as mudanças no mundo dos negócios foram rápidas e exigiram uma reciclagem dos altos executivos, que passaram a realizar cursos de aperfeiçoamento.

Acreditar que apenas a graduação, cursada na década passada, será capaz de dar ao profissional todas as informações que serão dele exigidas é um engano.

Quem está no comando deve apresentar as novidades à equipe, e não ser surpreendido por elas, deixando claro um descompasso com as novas tendências.

O que é o CEO 1.0 e 2.0?

Para que fique claro as razões que exigem de um alto executivo a necessidade de sempre buscar conhecimento – seja por meio de uma pós-graduação, ou cursos em sua área – temos que definir os tipos de executivos que as empresas podem possuir.

O CEO 1.0 é um profissional industrial. Ele aprendeu a identificar seu público-alvo por meio de métodos tradicionais, como pesquisas, por exemplo.

Além disso, o modo como realiza suas atividades também é mais conservador, evitando o uso de tecnologia – a não ser que seja inevitável.

Por sua vez, o CEO 2.0 tem uma postura mais segura com relação à tecnologia, pois ele é pós-industrial. 

Esse tipo de profissional percebeu que o investimento em tecnologia – assim como assimilação dela em processos antigos da empresa – trará melhora nos serviços e, deve, portanto, ser realizado sempre que houver uma oportunidade.

Um bom exemplo seria o setor de varejo. Muitas empresas investiram em venda on-line, e hoje parte de sua renda vem desse mercado. Outras, porém, não conseguiram fazer o investimento em novas tecnologias há tempo.

Um case interessante é a gigante da internet Yahoo. A empresa americana teve a oportunidade de comprar, por um bom preço, empresas que hoje valem mais que ela própria, como o Facebook e o Google.

Além disso a empresa entrou no ramo das redes sociais depois dos concorrentes, ao adquirir o Tumblr, que já perdeu 60% do seu valor, revelando-se um mau investimento.

No entanto, a empresa foi rápida ao comprar parte da Alibaba, responsável por um dos mais bem-sucedidos negócios de comércios on-line do mundo.

Esses exemplos nos ajudam a entender como a diferença entre os tipos de executivos podem influenciar o futuro das companhias em que eles trabalham.

Jovens como altos executivos

Uma outra mudança já reconhecida nas empresas é a presença de jovens em cargos de liderança. Isso ocorre de forma natural, desde que o candidato esteja preparado para lidar com os desafios que o cargo exige.

Diversas companhias vêm nesse tipo de profissional a capacidade de entender os novos rumos do mercado e, até mesmo, prever tendências de consumo e comunicação.

Se antigamente a pouca idade era associada à imaturidade, ou despreparo para cargos de chefia, hoje esse tipo de pensamento não se mostra válido.

Isso não significa que profissionais mais maduros estejam sendo dispensados pelas empresas, apenas revela que no mundo dos negócios a antiga associação de quanto mais velho mais experiente já não é realidade. Executivos mais velhos, que voltaram a estudar e buscam entender os novos desafios do mercado sempre despertarão o interesse das companhias.

O que não pode, em nenhuma área, é o alto executivo se acomodar. É preciso um comprometimento com a própria carreira.

Quem tem informação está um passo à frente quando o assunto é liderar. Siga-nos nas redes sociais e receba o melhor conteúdo sobre empreendedorismo e educação. 

Liderança feminina: 5 mulheres empreendedoras para se inspirar

Não é segredo para nenhum profissional: o mundo do empreendedorismo ainda é predominantemente masculino, com algumas raízes fincadas no machismo. Segundo dados do Peterson Institute for International Economics, entidade que investiga os impactos das diferenças de gênero no mundo corporativo, mulheres que ocupam cargos de liderança ganham, em média, 30% a menos que homens que desempenham a mesma função.

Entretanto, paradoxalmente, o mesmo instituto concluiu que empresas que possuem no mínimo 30% do quadro de gestores compostos por mulheres são, em média, 15% mais rentáveis. O que isso quer dizer? Que a liderança feminina é, sim, um fator marcante para o sucesso de uma empresa!

Para que você possa se inspirar, trouxemos hoje 5 exemplos de mulheres empreendedoras que, mesmo em cenários desfavoráveis, foram capazes de criar empresas incrivelmente promissoras. Confira!

1. Cleusa Maria da Silva

Quais as chances de uma mulher pobre, que começou a trabalhar aos 9 anos de idade como cortadora de cana, criar uma empresa com faturamento milionário? Quase nenhuma, certo? Pois foi exatamente isso o que Cleusa Maria da Silva conseguiu.

Para reforçar o apertado orçamento mensal, Cleusa começou a vender tortas e bolos aos vizinhos e amigos. Com o tempo, a fama de Cleusa se espalhou, a demanda aumentou e ela acabou criando a Sodiê Doces, empresa especializada em diversos tipos de tortas e bolos. Atualmente, o negócio conta com mais de 230 franquias em todo o país.

2. Sonia Hess

A empreendedora Sonia Hess, uma dos 16 filhos do casal Duda e Avelina, tem uma história digna de filme. Seus pais mantinham uma pequena loja de secos e molhados na cidadezinha de Luís Alves, em Santa Catarina. Após uma compra exagerada de tecidos para o negócio, dona Adelina enxergou uma oportunidade. Com a ajuda de 2 irmãs, fundou a camisaria Dudalina, hoje uma das gigantes do setor na América Latina.

Sonia assumiu o comando da empresa familiar em 2003, substituindo um de seus irmãos, e alçou a Dudalina ao estrelato. Dirigindo o empreendimento com mãos firmes e muita dedicação, ela aumentou o faturamento anual em 50% em apenas 2 anos e meio. Atualmente, a confecção cria peças próprias e para marcas de renome, como Brooksfield, Levi’s e Zara.

3. Claudia Sender

Ao ingressar na faculdade de Engenharia Química, Claudia Sender jamais imaginou que, apenas aos 38 anos, se tornaria a primeira mulher a comandar uma empresa aérea brasileira. Ao aceitar uma vaga como trainee em uma empresa de consultoria no quarto ano de graduação, Claudia enveredou pelo mundo corporativo e descobriu ali sua paixão.

Com uma trajetória profissional impecável, ela estudou negócios em Harvard e passou por diversas empresas de renome antes de chegar à TAM, em 2011, como vice-presidente comercial. Só 2 anos depois, Claudia já assumia o controle da companhia aérea, comandando 30 mil funcionários espalhados por 42 aeroportos no Brasil inteiro.

4. Zica Assis

Zica é um exemplo de mulher que virou empreendedora por saber aproveitar nichos de mercados não atendidos. A ex-empregada doméstica estava insatisfeita com os produtos para cabelos crespos que encontrava em lojas e supermercados. Inconformada, decidiu criar sua própria linha de tratamento para esse tipo de cabelo. Criou o Beleza Natural.

Atualmente, o instituto conta com uma fábrica, um centro de desenvolvimento de profissionais e dezenas de salões de beleza, cenário que alçou Zica ao posto de uma das 10 mulheres de negócios mais influentes do Brasil.

5. Luiza Helena Trajano

É bem possível que você não conheça Luiza Helena Trajano, mas certamente conhece a empresa que ela comanda desde 1991: o Magazine Luiza. Luiza começou a trabalhar ainda pequena, aos 12 anos, em uma lojinha que pertencia aos tios na cidade de Franca, em São Paulo.

Por seu excelente desempenho, Luiza passou de balconista a gerente geral da loja em pouquíssimo tempo. Sob seu comando, o negócio se expandiu e, hoje em dia, o Magazine Luiza possui mais de 600 lojas espalhadas pelo país, tem 21 mil funcionários e fatura mais de 6 bilhões de reais por ano!

A expansão da liderança feminina no mundo dos negócios é um fato que não pode mais ser negado. Se você pensa em tornar-se uma empreendedora, inspire-se nessas mulheres incríveis e corra em busca do seu sonho! E para saber mais sobre empreendedorismo, não deixe de assinar a nossa newsletter!

 

Como a especialização em gestão de projetos transforma carreiras?

Você quer crescer profissionalmente, mas não sabe nem por onde começar? Pois então precisa entender desde já que uma das áreas mais promissoras no mercado corporativo é a de gestão de projetos. Sabia que esse tipo de profissional está sendo cada vez mais procurado para assumir funções de liderança ou diretoria em empresas de diversos setores e portes?

Mas o que, afinal, faz um gestor de projetos? Quais são as características esperadas desse profissional e quais funções ele assume em uma organização? Vamos responder todos esses questionamentos agora mesmo. Então confira!

Quem é o gestor de projetos?

Vamos direto ao assunto: o gestor de projetos é o principal responsável por fazer com que as ações da empresa sejam planejadas e bem executadas. Cabe a esse profissional, portanto, lidar com todo o ciclo de vida de um projeto, desde o momento em que ele sai do campo das ideias até que esteja, enfim, concluído.

Para que isso fique ainda mais claro, precisamos falar sobre as fases pelas quais um projeto bem executado deve passar. São elas:

Planejamento

O planejamento é o primeiro passo de qualquer ação de gestão. Aqui é que um projeto de sucesso começa a ser traçado, com seus objetivos alinhados, levantamento de recursos humanos, financeiros adequados, estabelecimento de cronogramas e divisão de responsabilidades.

Execução

Com o plano em mãos, é hora de transformar o projeto em realidade. Muito mais do que garantir que o planejado seja executado, é preciso saber identificar problemas no esboço e pensar em soluções para corrigi-los de maneira rápida e segura.

Controle

O controle se divide em 2 grandes setores complementares: qualidade e segurança. Enquanto a segurança é fundamental para assegurar a integridade da equipe e as próprias garantias jurídicas da empresa, a qualidade é que vai cuidar para que o projeto atinja os objetivos propostos.

Entrega

Um projeto não acaba quando termina. Mesmo com a entrega, é preciso que a gestão faça relatórios sobre a experiência e levante dados relevantes sobre o que foi executado para que possam ser futuramente usados para aprimorar os próximos projetos. Além disso, nessa fase ainda é preciso lidar com situações burocráticas, como entrega de termos e assinatura de responsabilidades.

Quais são suas responsabilidades?

No tópico anterior, listamos os passos fundamentais pelos quais um projeto costuma passar. Para ser um gestor de sucesso na área, portanto, não basta ser um especialista em apenas uma das etapas, mas ter capacidade de lidar de maneira aprofundada com todas.

Por isso, é preciso ser hábil em planejamento, acompanhamento de relatórios e uso de métricas fundamentais para o setor, além de estar familiarizado com questões legais, burocráticas e até mesmo de produção.

É preciso ressaltar que a gestão de projetos não se limita ao bom uso de recursos materiais e financeiros. É necessário, acima de tudo, exercer uma liderança impecável durante a coordenação das equipes. E isso se torna ainda mais fundamental quando os projetos reúnem pessoas que só estão trabalhando juntas especificamente para entregar um determinado projeto.

Quais são as características desse profissional?

Agora que você já sabe quem é o gestor de projetos e quais são suas responsabilidades, podemos traçar um perfil ideal desse tipo de profissional. A princípio, ele deve reunir 3 grandes qualidades:

  • Capacidade técnica de gerenciamento;

  • Visão estratégica de projetos (e do negócio);

  • Capacidade de liderança.

Mas atenção: essas características são apenas uma parte do que se espera de um especialista em gestão de projetos! Uma outra qualidade esperada é, por exemplo, a capacidade de organização, garantindo a otimização das ações e o melhor uso do tempo. Além disso, é preciso habilidade para prevenir ou gerenciar crises quando necessário.

Um bom gestor também deve ser um hábil negociador, pois terá que trabalhar com várias instâncias hierárquicas dentro do negócio, desde a diretoria aos fornecedores. Por fim, vale reforçar que esse profissional deve ser, acima de tudo, um agregador de valores para a equipe, transformando-se na principal ponte de ligação entre os profissionais que executam o projeto e aqueles que efetivamente sentirão os impactos dessa iniciativa.

Que empresas precisam de um gestor de projetos?

A princípio, o cargo parece estar disponível apenas em grandes multinacionais, que precisam coordenar equipes maiores para a execução de projetos envolvendo um montante absurdo de recursos, pessoas e conhecimento técnico. Mas a verdade é que o profissional de gestão de projetos encontra mercado também nas médias e até mesmo nas pequenas empresas, seja por meio de consultorias ou de uma contratação vinculada a projetos específicos, de prazo previamente determinado.

De qualquer forma, os gestores de projeto podem trabalhar em mercados que vão de mineradoras, construtoras e instituições financeiras a redes varejistas, startups ou pequenos prestadores de serviço.

Também vale ressaltar que existem diversas especialidades dentro da própria gestão de projetos. É possível, por exemplo, ser um especialista em planejamento e em coordenação de pessoal ou um avaliador de riscos, desde que a especialidade escolhida esteja alinhada com suas características e perspectivas profissionais.

Como ser um gestor de projetos?

A verdade é que profissionais de gestão podem vir de diversas formações, desde Administração, passando por TI, Economia, Engenharia e Direito. Não existe, assim, uma única graduação responsável pelo começo da formação de grandes gestores de projetos. Isso significa, portanto, que a maioria dos profissionais da área foi se especializando em coordenar e executar projetos de acordo com suas experiências e necessidades de trabalho. No entanto, já é possível encontrar uma série de cursos de especialização e pós-graduação voltados para a gestão de projetos, seja por meio de grades exclusivas para o tema ou dentro de programas mais abrangentes.

Uma dessas possibilidades é o Curso de Especialização em Gestão, um programa voltado para profissionais graduados, que já atuam no mercado e procuram aperfeiçoar suas habilidades como analista ou coordenador. O curso, que conta com professores atuantes no mercado e tem horários aos fins de semana, permite que o aluno selecione uma ênfase de estudo no decorrer do programa, entre elas, a de Projetos.  Assim, o aluno irá se tornar um especialista na criação, desenvolvimento e entrega de projetos ao mesmo tempo que obtém conhecimento para as demais áreas de gestão (como marketing e vendas), se tornando mais competitivo no mercado de trabalho.

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6 tendências de marketing que mostram a necessidade da atualização

O marketing vem mudando bastante nos últimos anos, especialmente no que se refere ao marketing digital. Novas ferramentas surgem todos os dias e as estratégias se ampliam para que as marcas possam travar um diálogo mais próximo e personalizado com a audiência. A cada ano, são previstas certas tendências de marketing que estarão mais fortes no mercado e exigirão da sua parte atualização constante e novos aprendizados.

Mas que tendências são essas?

Foco na experiência do cliente

Até algum tempo atrás, o foco de toda estratégia de marketing era na venda do produto ou serviço, mostrar para o público da empresa a relevância da solução e convencê-lo de que ele também necessitava dela.

Mas a história mudou bastante com o avanço da internet e o fortalecimento dos mecanismos de busca como principal fonte de informação dos usuários. Agora, o foco é proporcionar uma experiência de compra única, exclusiva, capaz não só de satisfazer como também de surpreender consumidores cada vez mais exigentes e antenados com as novidades do mercado.

Para promover uma experiência do cliente incrível, você precisa, antes de mais nada, conhecê-lo a fundo, o que requer conhecimentos de pesquisa de mercado, criação de personas, análise de dados, entre outros.

Conteúdo relevante e altamente segmentado

A produção de conteúdo de qualidade, útil e relevante continua sendo o principal atrativo do marketing. Isso porque as ferramentas de busca na internet estão baseadas no uso de palavras-chave. Entretanto, empresas como o Google já vêm desenvolvendo outras tecnologias capazes de ler não só textos, mas imagens e vídeos também, o que mudará por completo essa realidade.

Mas até lá, o que você tem que pensar é como tornar os conteúdos produzidos pela empresa mais atrativos e interessantes, diversificando formatos, tipos e mensagens. Produzir tanto conteúdo com a dinâmica necessária exige conhecimentos de design, edição, filmagem, fotografia, técnicas jornalísticas, storytelling e muitas outras que podem ser adquiridas em cursos de qualificação ou especialização.

Comunicação omnichannel

Listando os pontos de contato mais básicos de uma empresa com sua audiência hoje, podemos citar: site, blog, redes sociais, SAC e atendimento presencial. Considerando a quantidade de redes sociais existentes e nas quais você pode interagir, o número sobe um pouco mais.

A dificuldade não está em abrir todos esses canais de comunicação, está em integrá-los de maneira que eles formem um único canal de relacionamento com o cliente, isto é, transformar iniciativas isoladas em uma estratégia omnichannel.

E quando você consegue integrar os canais de comunicação de forma que eles estejam alinhados, você melhora a experiência do cliente com a marca, proporciona um atendimento de primeira e ainda aumenta sua capacidade de gestão sobre as demandas trazidas pelos consumidores.

Transformar canais de comunicação isolados em uma ferramenta única de relacionamento com o cliente vai além de fazer com que esses sistemas conversem entre si. Você precisa entender a importância da análise dos dados que são coletados através destes canais, utilizar as ferramentas adequadas para fazer a mineração de dados e fazer com que dados brutos se transformem em insights que possam melhorar sua capacidade de decisão.

É aí que entra seu conhecimento de mercado, sua análise crítica, sua capacidade de leitura dos contextos e todo o seu conhecimento de marketing e pessoas.

Automação de marketing

E por falar em omnichannel, uma das tendências de marketing que vêm junto com a integração de canais de relacionamento é a automação de marketing. Claro, pois seria humanamente impossível escalar quantidade de leads e oportunidades de vendas sem o auxílio de tecnologias que facilitem os processos.

Automação de marketing não é apenas automatizar e-mails, é criar uma rede de oportunidades de contatos com sua audiência, prevendo o que cada consumidor está buscando. A partir disso, você cria fluxos de nutrição, que podem ser disparados a qualquer momento, pelo clique em um botão no seu site, um formulário em uma landing page ou um comentário em uma rede social, por exemplo.

Automação é estratégia, portanto, exige conhecimento prévio das personas da sua empresa, do tipo de conteúdo que elas consomem, dos canais que utilizam para se comunicar, da frequência com que se comunicam e uma série de outros atributos que ajudam a otimizar a experiência do cliente e fazer com que ele avance pelo funil de vendas mais rapidamente.

Mobile first

Atire a primeira pedra quem ainda não tem um smartphone com acesso à internet e dezenas de aplicativos. Quem está diretamente atrelado ao mundo capitalista e possui condições financeiras, mesmo que mínimas, já tem acesso a um dispositivo móvel.

E é por esse motivo que em 2015 os acessos móveis superaram os acessos por desktop e colocaram as estratégias de marketing mobile na frente das demais. O site precisa ser responsivo, o blog precisa ter uma boa leitura no mobile, o e-mail é lido mais no smartphone que no desktop, e assim por diante.

A publicidade mobile também está se profissionalizando para que seja cada dia mais efetiva, chegando à pessoa certa no momento exato em que ela precisa de determinado produto ou serviço.

E o que isso tudo significa? Que você também precisa entender esse universo, buscar profissionalização, tornar-se um especialista em comunicação por dispositivos móveis. Essa é uma das tendências de marketing que chegaram para ficar e, se você pretende se manter competitivo no mercado de trabalho, precisa estar familiarizado com ela.

Especialização

Se você parar para pensar, o marketing evolui tanto que abarca dezenas de profissões: analista de SEO; analista de links patrocinados; editor de conteúdo; especialista em storytelling; diretor de arte; entre outros. Ser tudo isso ao mesmo tempo é impossível, portanto, procure especializar-se em uma área que seja mais atrativa para você.

Caso você tenha pretensão de coordenar ou gerenciar uma equipe, pode ter conhecimentos generalistas de cada segmento, tanto do marketing on-line quanto do off-line, mas, mesmo assim, precisa saber do que sua equipe está falando. E para tanto, é necessário qualificar-se e atualizar-se constantemente, principalmente porque essas tendências mudam a cada período e as ferramentas e estratégias estão em constante aprimoramento.

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