Entenda a relação entre cargos de gerência e especialização

Encontrar uma boa colocação no mercado de trabalho é uma missão difícil até para quem já fez uma boa graduação e conta com uma certa experiência. Aliás, mesmo quem já atua em uma empresa sólida, grande ou com potencial de crescimento ainda enfrenta desafios. Afinal, o objetivo de todo profissional é crescer e, no mundo corporativo, esse passo pode ser dado por meio da ocupação de cargos gerenciais.

Estar em uma posição de liderança, sendo responsável por uma equipe, recursos e projetos, exige mais que mera dedicação. O profissional nesse cargo precisa ser devidamente qualificado. E é nesse cenário que entram os cursos de especialização, mais que indicados para abrir as portas certas, aquelas que levam aos cargos de gerência. Quer saber por quê? Então continue lendo!

Aumente seu conhecimento técnico

Antigamente, era comum uma pessoa se formar e usar o conhecimento da graduação durante toda a sua carreira. Nessa época, o diploma do ensino superior significava subsídio técnico para toda uma vida. O que acontece é que, no mundo de hoje, os negócios vivem em constante mutação: a forma como as empresas produzem, vendem e atraem clientes se transforma todos os dias. Por isso, investir em uma especialização é também um movimento para se manter atualizado com as melhores práticas do mercado.

Para atingir esse objetivo, é preciso escolher um centro de ensino compromissado em estar em constante contato com o mundo corporativo, seja por meio de pesquisas com empresas ou absorvendo conhecimento de executivos atuantes no mercado. Assim, as melhores e mais recentes práticas empresariais serão transmitidas para os alunos.

Além disso, nesse ambiente também são desenvolvidas habilidades típicas de um gestor, como a capacidade de fazer planejamentos detalhados e de acompanhar resultados, bem como de desenvolver uma visão clara sobre conceitos e práticas de marketing, controle financeiro e contábil, além da devida condução de projetos.

Desenvolva sua liderança

Um gestor é, antes de tudo, um líder. Seu papel diário é coordenar profissionais e guiar equipes rumo às metas das empresas. Para exercer esse papel com excelência, é preciso reunir uma série de habilidades e características, que vão desde a melhoria da comunicação até a capacidade de inspirar as pessoas.

Embora muita gente acredite que existem líderes natos, a verdade é que a liderança é uma qualidade que pode sim ser aprendida. Em um curso de especialização em gestão, o profissional aprende técnicas para conduzir uma equipe ao mesmo tempo em que assimila conhecimentos vindos da experiência de quem já está em uma posição de comando.

Além disso, a pós-graduação também é uma oportunidade e tanto para que o profissional comece a exercer papéis de liderança, seja durante a condução de trabalhos em grupo ou na coordenação de projetos feitos em sala de aula baseados em problemas reais. E não há dúvidas de que aprender na prática é muito mais enriquecedor, não é?

Aprenda a solucionar problemas

Espera-se que os gestores sejam capazes de prever riscos, contornar problemas e reverter impactos negativos de ações equivocadas, certo? Afinal, esse tipo de responsabilidade vem junto com o cargo. E tudo isso pode ser desenvolvido de maneira contínua em um programa de especialização, pois os participantes entram em contato com técnicas de controle de riscos, aprendem a prever problemas e, ainda, a propor soluções rápidas.

Também cabe ao gestor lidar adequadamente com conflitos, sejam eles internos (entre membros de uma mesma equipe, por exemplo) ou externos (como em problemas com fornecedores ou clientes). É claro que esse tipo de sabedoria pode ser desenvolvida durante sua experiência de trabalho, mas, em uma pós-graduação, você conseguirá simular tais turbulências e melhorar sua habilidade de contorná-las. E o melhor: sem correr riscos reais!

Com esse conhecimento prévio, ao se deparar com a perda de um funcionário para a concorrência ou com prejuízos oriundos de problemas de logística no mundo real, você já terá desenvolvido um jogo de cintura que não só agilizará sua tomada de decisão como trará melhores resoluções para a empresa.

Aposte em sua capacidade de inovar

Inovação é palavra de ordem no mundo dos negócios atual. Quem não se transforma dia após dia, aprimorando suas competências, acaba sendo deixado para trás. E essa verdade vale tanto para empresas quanto para profissionais. 

Durante a especialização, você entra em contato com práticas novas do mercado, apurando o tino em relação às tendências do mundo dos negócios. E essa é uma vantagem competitiva enorme, que facilitará sua missão de inovar, bem como de absorver novas ideias que possam ser adotadas pela empresa.

Aprimore o trabalho em equipe

Não há nem o que discutir: quem ocupa cargos de gerência tem que saber trabalhar em equipe. Isso vale principalmente para a coordenação dos seus próprios liderados, que precisam da presença e da colaboração efetiva da chefia, em uma relação que transcenda a sensação de eu mando e você obedece para chegar ao vamos fazer juntos.

Mas também é preciso atuar de maneira interdisciplinar, relacionando-se bem com outros setores da organização e, por vezes, até com empresas parceiras e fornecedores. É preciso saber atuar lado a lado com diferentes profissionais da maneira mais produtiva possível.

Durante uma especialização, o profissional é inserido, desde o começo, em um ambiente de constante colaboração. As atividades e os projetos baseados em casos reais são executados por equipes compostas pelos próprios alunos que, por sua vez, vêm de diversas áreas do mercado. Esse contato com a diversidade melhora sua capacidade de se encaixar em novas equipes, fazendo com que funcionem de uma forma mais coesa e produtiva.

Garanta um diferencial

Cursos de pós-graduação ajudam a melhorar as características que devem ser comuns a todos que ocupam cargos de gerência: liderança, capacidade de solucionar problemas, inovação, etc.. Mas a especialização também garante um diferencial competitivo ao transformar os profissionais em experts em determinada área.

No curso de especialização em Gestão, por exemplo, o aluno pode escolher diferentes ênfases para sua trajetória acadêmica. Dentre as opções estão finanças, marketing e mercados, negócios, pessoas e projetos. O profissional se debruça nessas áreas de maneira mais aprofundada para aprender técnicas e práticas complexas, que podem ser imediatamente aplicadas no seu ambiente de trabalho. Dessa forma, você sai não apenas cumprindo os requisitos necessários para ocupar cargos de gerência, mas também pode encontrar um novo rumo para sua carreira! 

Se seu objetivo é ocupar cargos de gerência em breve, você já deu um excelente primeiro passo ao procurar se informar mais sobre o assunto. Agora, que tal aprender mais sobre o que o mercado espera dos profissionais atualmente? Descubra o novo perfil do alto executivo no mercado!

 

7 dicas para escolher o programa de pós-graduação ideal para você

Chegou aquela fase da sua carreira em que você sente que precisa ir em busca de mais competências e conhecimentos para não ficar estagnado? O problema é que, muitas vezes, esse momento nos pega em meio a mais dúvidas que convicções. Agora, por exemplo, você sabe que precisa voltar a estudar, mas não sabe o quê? Pode contar conosco!

Já podemos adiantar que, em relação a isso, simplesmente não existe receita de bolo. Não há um curso ideal que sirva para todo mundo. Como então encontrar o programa de pós-graduação mais adequado para este momento da sua carreira? É exatamente sobre isso que vamos falar hoje! Acompanhe nossas dicas para descobrir quais são os principais pontos a serem levados em consideração no momento da escolha!

1. Avalie suas necessidades profissionais a curto, médio e longo prazos

Antes de mais nada, pergunte a si mesmo: por que você quer voltar a estudar? Seu objetivo com uma pós é adquirir mais conhecimentos e competências para se destacar na sua atividade atual ou você deseja aperfeiçoar características ainda inexploradas para, talvez, mudar de área no futuro? Sendo qualquer um desses casos, o ideal é buscar uma formação mais voltada para atividades do mercado, direcionada para a prática do dia a dia. Nesses casos, estamos falando de cursos da modalidade lato sensu, como especialização, MBA executivo e mestrado profissional.

Por outro lado, caso sua ambição seja dar aulas em cursos superiores e de pós-graduação, além de realizar trabalhos de pesquisa acadêmica, o tipo de curso que você deve seguir é o da modalidade stricto sensu. Aí entram os mestrados ou doutorados acadêmicos, com perfil menos prático e, portanto, mais teórico.

2. Busque aconselhamento com profissionais de sucesso da área

Uma boa maneira de obter alguma luz sobre o curso a fazer é conversar com pessoas que você admira. Afinal, o aconselhamento é apenas uma das muitas vantagens de se fazer networking. Questione colegas e gestores sobre os cursos que já fizeram ou estão fazendo, perguntando se, pelo que conhecem de você, acham que aquela alternativa é adequada para seu perfil. Faça o mesmo questionamento para si mesmo, tendo em mãos as informações sobre os programas que o interessem.

3. Verifique as disciplinas que constam do programa de pós-graduação

Muitas vezes, só pelos nomes, um curso de pós-graduação pode parecer muito mais interessante que outro. Mas não se deixe enganar por isso! Apenas ao ver as disciplinas e o conteúdo previsto para as aulas é que você consegue realmente se identificar (ou não) com o programa.

Muito provavelmente, nem todas as disciplinas representarão novidades ou grandes desafios. Às vezes, aliás, algumas matérias podem nem ser do seu agrado pessoal. O importante é procurar se lembrar de que, quando os conhecimentos acrescentam à sua formação e estão alinhados às suas pretensões, você está sim bem perto de se matricular em um curso ideal para você e seu momento.

4. Pesquise sobre quem são e o que fazem os professores do curso escolhido

Se fosse para aprender apenas o que está nos livros, você poderia simplesmente lê-los, certo? Pois um dos grandes diferenciais de bons cursos de pós-graduação é justamente o contato com profissionais e acadêmicos experientes em sua área de atuação. Então anote aí: o corpo docente representa uma grande parcela da qualidade da pós.

Antes de tomar sua decisão, portanto, solicite a lista prévia de quem dará as aulas do curso. Com os nomes em mãos, faça pesquisas tanto na Plataforma Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) quanto no mercado, para ter uma percepção da reputação do professor. Nesse caso, você pode recorrer a publicações especializadas ou mesmo a uma busca na internet.

5. Pense no tipo de networking que você conseguirá fazer durante o curso

Não só os professores como também os colegas são fontes de grande aprendizado durante um curso de pós-graduação. Por isso, considere também os profissionais que buscam os cursos sobre os quais você vem pesquisando. Quanto mais qualificados forem seus colegas, mais qualificadas serão também as trocas dentro e fora da sala de aula.

Em vez de ser o melhor da classe, como nos tempos de escola, em uma especialização com foco no crescimento profissional, é melhor simplesmente estar entre os melhores do mercado. Esse tipo de conhecimento fomenta o networking, aumentando e qualificando a rede de contatos dos alunos. Como consequência, o leque de possibilidades de empregabilidade e avanço na carreira aumenta consideravelmente.

6. Conheça previamente a estrutura da instituição

Entre os elementos mais importantes para ajudar na escolha do melhor programa para sua realidade está, por exemplo, conferir se a instituição pretendida é certificada pelo Ministério da Educação (MEC). Sabia que o MEC é responsável por credenciar e fiscalizar esse tipo de curso em todo o país? Também vale pesquisar sobre a avaliação do curso feita pelo MEC, via Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). As notas dos cursos são divulgadas a cada 3 anos.

Além disso, considere também a estrutura física proporcionada. As salas de aula são confortáveis? Existem biblioteca e hemeroteca disponíveis? Que recursos tecnológicos são disponibilizados para as aulas? A localização e o prédio são adequados para o tipo de formação que a instituição se propõe a oferecer? Você precisa conhecer (e aprovar) todos esses elementos antes de fazer seu investimento!

7. Faça uma autoavaliação e defina com base em suas limitações

Por mais que essa seja nossa última dica, definitivamente não é a menos importante. Afinal, de nada adianta escolher o melhor programa de pós-graduação do mundo se você não tem condições de levá-lo até o fim. A forma como se encontra sua carreira, suas finanças e sua vida precisa estar de acordo com todo o investimento (de dinheiro e tempo) necessário para a realização de um curso desses.

A boa notícia é que, como há várias opções, é possível agradar a diferentes bolsos e agendas. Faça as contas: o valor do curso (com ou sem ajuda de custo da empresa) cabe no seu orçamento? Se não, avalie como isso pode ser viabilizado. Converse com sua família e seus amigos e explique que, por um tempo, você não estará mais tão disponível para encontros em todas as horas de folga. Informe seus colegas e chefes sobre os dias em que terá aula, para assegurar uma flexibilidade maior nessas ocasiões.

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8 dicas para usar o LinkedIn profissionalmente

O LinkedIn foi ganhando espaço aos poucos até se tornar uma importante plataforma profissional que conecta candidatos e empresas ao redor do mundo. As facilidades que suas ferramentas de busca trouxeram ao processo de seleção fizeram com que a rede passasse a servir de recurso inclusive para recrutadores! Cerca de 42% deles já consideram a rede social como principal fonte de contratações.

Pode acreditar: de lá para cá, a identificação de candidatos mudou de 8 para 80. Por tudo isso e muito mais, é simplesmente fundamental construir um perfil adequado nessa plataforma. Assim, você aumenta sua visibilidade e fortalece sua imagem como profissional. Mas como usar o LinkedIn de uma forma séria e estratégica? Simples: aplicando os valiosos conceitos do marketing pessoal!

E você, já sabe usar o LinkedIn profissionalmente? Confira agora mesmo algumas dicas de como aproveitar todas as possibilidades dessa rede social para ganhar mais destaque no mercado!

Como criar um perfil atrativo?

No nosso “Manual de Boas Práticas do LinkedIn”, 10 dicas podem ajudá-lo a criar um perfil atrativo, mesmo que você já esteja empregado ou seja um empreendedor. Afinal, essa rede social é um espaço não apenas para conquistar uma vaga, mas também para criar conexões profissionais, gerar credibilidade e fortalecer a sua imagem no mercado. Confira!

1. Mantenha seu perfil atualizado

Um perfil completo e atualizado é indispensável para qualquer profissional que deseja manter seu nome no mapa. Por isso, não deixe de incluir informações realmente relevantes sobre sua trajetória profissional — de preferência, em ordem cronológica.

Além da formação acadêmica (graduação, pós-graduação, cursos de especialização e de idiomas, entre outros) e da experiência profissional, faça uma apresentação sucinta de suas habilidades e interesses. Em outras palavras: deixe claro ao recrutador por que você é um profissional digno da atenção dele!

2. Tenha bom senso ao escolher a foto

Nem é preciso dizer que, nos dias de hoje, imagem é (quase) tudo, certo? Por isso, a escolha da foto do perfil do LinkedIn é outro aspecto primordial. Diferentes áreas de atuação exigem distintos graus de formalidade, por exemplo. Independente disso, nenhuma delas dispensa maturidade, responsabilidade e uma boa dose de bom senso!

Isso quer dizer que escolher aquelas imagens que você costuma compartilhar no Facebook, no Instagram ou em outras redes sociais pessoais está fora de cogitação. Gosta daquela foto em que está com os amigos na praia? Melhor imprimir e pendurar na geladeira. Fotos com baixa resolução também estão proibidas, porque podem impedir sua identificação.

3. Inclua palavras-chave

Em geral, os recrutadores fazem uso de palavras-chave em suas pesquisas. Por isso, é importante incluir esses termos no seu currículo online, principalmente naquele espaço reservado para suas especialidades profissionais. Lembre-se de que esses termos devem estar alinhados com sua área de interesse e com o cargo pretendido!

Ferramentas como o Google AdWords, Keyword Tool e SEMRush podem ajudá-lo a escolher os termos de pesquisa mais utilizados e impulsionar o seu posicionamento diante dos outros perfis. Vale a pena usar essa estratégia!

4. Recomende e seja recomendado

Aos olhos dos recrutadores, as recomendações também costumam colaborar (e muito) para alavancar o processo de seleção. Dessa forma, comentários positivos vindos de antigos chefes e de ex-colegas de trabalho podem fazer toda a diferença na competição por uma vaga.

Aqui, vale ressaltar: a maneira mais eficiente de obter uma boa recomendação é justamente recomendando outros profissionais — desde que sempre com base no mérito, na competência e nos resultados obtidos por eles. Não se esqueça de que uma rede social como o LinkedIn, obedece ao espírito da cooperação!

5. Participe de grupos

Cooperação e interação são premissas que caminham lado a lado nas redes sociais. Portanto, não hesite em participar ativamente de grupos do seu interesse, publicando conteúdos, trocando experiências, promovendo discussões e contribuindo com os debates em andamento.

Esse engajamento permite encaminhar mensagens e visitar o perfil dos demais membros, dispensando a obrigatoriedade de uma conexão real. Só um detalhe: como esses grupos geralmente são privados, você precisará da aprovação do administrador, ok?

6. Publique artigos no Pulse

O Pulse é uma plataforma de publicação de artigos que pode ser usada pelos usuários do LinkedIn. Com essa iniciativa, é possível demonstrar conhecimento, expertise e até certas habilidades — como capacidade de expressão, pensamento criativo, raciocínio lógico e poder de argumentação. Então trate de explorar ao máximo o potencial dessa ferramenta!

7. Tenha perfis em outros idiomas

O LinkedIn também abriga perfis em outros idiomas dentro da mesma URL. Selecione essa opção para fazer seu perfil ganhar também o mundo! O site cria automaticamente uma cópia das informações disponibilizadas na primeira língua, faltando apenas traduzir o texto para aumentar suas chances de ser encontrado.

8. Faça networking

Ao usar o LinkedIn profissionalmente, é possível ampliar seu networking. Nesse contexto, alguns recursos são especialmente importantes. Localize contatos, encontre ex-colegas das instituições de ensino por onde passou e até sugira novas conexões.

Vale lembrar que, além de indicações e contratações, muitos novos negócios, empreendimentos e parcerias têm início com uma rede influente nascida no LinkedIn.

Por fim, precisamos lembrar que usar o LinkedIn profissionalmente é essencial para a consolidação de um plano de carreira tanto para quem busca sucesso no universo corporativo, quanto para os empresários que visam expandir suas oportunidades.

9. Adicione suas competências

O próprio LinkedIn investigou o que mais chama a atenção dos headhunters em um perfil na hora de contratar um candidato. E as competências apareceram em destaque. De acordo com a pesquisa, profissionais que apresentam 25 delas saem na frente dos demais.

Habilidade com computação em nuvem, conhecimento em SEO e SEM, domínio do Photoshop, Pacote Office, AutoCAD, ERP, SAP são alguns exemplos. Por isso, não deixe suas competências de fora do seu perfil. Elas são as melhores formas de fazer o seu marketing pessoal no LinkedIn.

Mas nada de cometer o velho erro dos currículos e acrescentar habilidades e competências que você não tem. Além de pegar muito mal, a internet é um caminho mais fácil para descobrir quem está mentindo ou não. Evite “queimar o filme”!

10. Compartilhe as certificações e cursos

Diferente de um currículo tradicional, que conta com um espaço limitado a duas páginas no máximo, o LinkedIn é um espaço aberto para compartilhar a sua vida profissional. E isso inclui os cursos que você já fez, estejam eles ligados diretamente a sua área ou não.

A vantagem aqui é que você pode colocar o link para as suas certificações direto na plataforma, poupando o tempo do recrutador e provando que está sempre em busca de conhecimento.

O próprio rol de serviços do LinkedIn traz mais de 6 mil cursos, em áreas como marketing, tecnologia, businesses, engenharia, contabilidade e indústria criativa, que podem enriquecer o seu perfil. Para encontrá-los basta acessar o tópico Interesses na tela inicial da rede social e em seguida clicar no subtópico Aprendizagem Online ou clicar diretamente neste link.

O que não fazer no LinkedIn?

Agora que você já sabe como usar o LinkedIn e criar um perfil que chame a atenção das empresas e de possíveis clientes, chegou a hora de aprender quais erros podem afastar você de uma contratação ou enfraquecer sua imagem profissional. Incluir fotos ruins ou mentir para melhorar o seu perfil já estão subentendidos, mas há uma série de outros a se evitar. Confira 7 deles:

11. Deixar o perfil em branco ou incompleto

É muito comum encontrar no LinkedIn perfis em branco ou incompletos. Imagine entregar para as empresas um currículo apenas com sua foto e nome? As chances de contratação não existem, já que elas não possuem bolas de cristal.

Quando criar o seu perfil acrescente todas as informações profissionais possíveis: experiências com período de atuação e os nomes das empresas, cursos, idiomas, prêmios que recebeu, competências que possui e até mesmo atividades mais pessoais como trabalhos voluntários.

Acrescentar esse tipo de dado é muito relevante para as empresas pois mostra quem você é fora do ambiente profissional. Pessoas que realizam trabalhos voluntários ou intercâmbios se destacam, pois são vistas como proativas, inovadoras, empáticas, capazes de lidar com pessoas e com dificuldades. Fatores bastante comuns no dia a dia de qualquer trabalho.

12. Interagir pouco ou nunca

Em todas as redes sociais, um perfil que faz sucesso é aquele atualizado, que interage com outras pessoas. E isso não seria diferente no LinkedIn. Diferente de um currículo que você entrega para uma empresa e aguarda uma resposta, no LinkedIn é preciso publicar, recomendar e compartilhar artigos que achou interessante, cursos que fez, livros que leu etc. 

Então, nada de criar uma conta e abandoná-la! Participe de grupos de discussão, recomende colegas de trabalho, observe o movimento das empresas e contribua para o conhecimento de alguma maneira.

13. Cometer erros de português

Depois de criar o seu perfil não deixe de fazer uma revisão minuciosa para corrigir possíveis erros de ortografia e gramática. Dar apenas uma “passada de olho” ou nem isso pode ser perigoso.

E como o seu currículo estará visível para 25 milhões de pessoas e empresas (apenas no Brasil), você não vai querer ficar com fama de alguém que não conhece ou domina sua própria língua.

14. Escrever demais

Para os prolixos que querem aprender como usar o LinkedIn é importante ter em mente que essa rede social não é para textos longos e subjetivos. Seja sucinto no seu perfil, principalmente na sessão Resumo, na qual você terá de falar um pouco de si mesmo e da sua trajetória profissional. Lembre-se: objetividade na internet é a palavra de ordem.

15. Não ter um link personalizado

Se você já usa o LinkedIn deve ter reparado que a URL do seu perfil possui alguns números e símbolos depois da barra (“/”). Essa é uma configuração automática da rede social e parece não ter tanta importância. Mas é aí que você se engana.

Um link personalizado pode impulsionar um perfil nas buscas dentro do LinkedIn e até mesmo na busca orgânica do Google. Para fazer isso, basta substituir esses símbolos pelo seu próprio nome. Assim, quando uma empresa ou outros profissionais pesquisarem por você, será mais fácil encontrá-lo.

16. Não tratar o LinkedIn como uma rede social profissional

É muito comum pensar em rede social como um espaço para compartilhar sua vida, seu dia a dia e suas opiniões, mas esse tipo de atividade deve ficar no Facebook, no Twitter ou no Instagram.

O LinkedIn é uma rede profissional, composta por pessoas interessadas em sua carreira, experiência e expertise e não em saber como foi o seu final de semana com a família ou sua opinião sobre a política brasileira.

17. Fazer conexões sem critérios

Ainda dentro do critério de que o LinkedIn não é uma rede social pessoal, tenha cuidado com as pessoas que você se relaciona. Se você sai adicionando ou aceita pedidos de conexão de pessoas sem qualquer critério, pode ser associado a perfis que não são bem-vistos pelas empresas.

Não é necessário conhecer toda a sua rede de amigos, mas é preciso ter algo em comum, como área de atuação, interesses e formação. É daí que virão as oportunidades que você busca e surgirão as boas recomendações. 

E você, quer aprender mais sobre como se destacar no mercado? Então aproveite para conhecer o perfil profissional mais procurado pelas empresas na crise!

E se esse texto foi útil para você, não deixe também de compartilhá-lo com os amigos nas redes sociais!

Gestão de pessoas: uma atuação que vai além do RH

Dentre os diversos fatores que podem determinar o sucesso ou o fracasso de uma empresa está a qualidade e o engajamento de seus recursos humanos. Afinal, é por meio deles que a empresa obtém resultados — positivos ou negativos. Mas que ações definem o caminho do negócio? Como garantir o empenho dos colaboradores para o sucesso e a produtividade da organização? Acredite você ou não, a solução está na gestão eficiente de pessoas. Quer saber de quem é esse papel? Então acompanhe nosso post de hoje!

A importância da gestão de pessoas

Para obter produtividade e excelência dos colaboradores, é necessário observar 2 aspectos importantes: qualidade e engajamento. Vamos analisá-los mais atentamente?

Qualidade

A qualidade é determinada por características pessoais aliadas ao conhecimento que o profissional adquiriu ao longo de sua formação acadêmica e experiência corporativa. Consiste, portanto, na somatória de talento, habilidade e perfil pessoal com o resultado de seus aprendizados. Mas então o que é um colaborador de qualidade? A verdade é que não há uma única resposta para essa pergunta.

Enquanto determinadas funções exigem perfis e habilidades específicas, a execução de outras tarefas pode exigir características completamente diferentes. Portanto, enquanto um indivíduo é plenamente competente para ocupar um certo cargo, seu perfil pode ser totalmente inadequado para o exercício de outra função. Um bom processo de recrutamento tem como missão justamente o encaixe dessas peças, garantindo a compatibilidade perfeita entre perfil profissional e descrição do cargo.

Então a contratação do colaborador ideal é uma responsabilidade do RH, certo? Na realidade, essa é uma visão equivocada. O setor possui sim ferramentas para fazer a identificação do perfil profissional do candidato, mas a combinação perfeita depende da elaboração de uma descrição de cargos precisa e eficiente.

A interação com o gestor de determinado setor, as informações a respeito das tarefas que o contratado deverá desempenhar e as características necessárias para executá-las: é esse o trio essencial para a identificação de um perfil adequado. Sem a colaboração entre gestão e RH, o processo de recrutamento fica totalmente comprometido, gerando baixa produtividade e um alto índice de turnover.

Por tudo isso e muito mais, é possível perceber desde o princípio que a responsabilidade sobre a adequação do contratado recai não apenas sobre o RH, mas sobre a liderança da organização como um todo.

Engajamento

A responsabilidade em relação à administração dos recursos humanos é compartilhada durante o processo de recrutamento e seleção. A partir da contratação, porém, ela se torna uma atribuição fundamental para os gestores. Assim que um candidato é contratado pela empresa, passando a fazer parte de seu quadro efetivo, as habilidades e competências detectadas durante a seleção precisam se transformar em produtividade. Como obter esse resultado? Simples: com uma gestão de pessoas realmente eficiente.

Obter o melhor desempenho de um colaborador exige mais que a mera atribuição de tarefas. Um funcionário competente produz o necessário para o andamento do setor. Por outro lado, um colaborador engajado alcança resultados extraordinários. Para chegar a esse nível de excelência, entra em cena a capacidade de atrair, reter e motivar os colaboradores, o que demanda uma avaliação de desempenho objetiva, acompanhada por um feedback que promova desejo e condições de desenvolvimento.

Gerenciar uma equipe também significa reconhecer o empenho dos colaboradores das mais diversas formas. Pode ser com uma boa remuneração ou com outras formas igualmente significativas de validação, que podem variar de acordo com a personalidade, a geração ou até mesmo o contexto em que o colaborador está inserido.

Entender as necessidades e características individuais dos profissionais é a chave para identificar os melhores métodos para se comunicar com a equipe, delegar tarefas aos mais aptos a executá-las, trabalhar pontos fracos, promover oportunidades de desenvolvimento e, com tudo isso, garantir um desempenho de alto nível.

A importância da qualificação para gerir pessoas

Neste momento, você talvez esteja pensando que não foi qualificado para isso. Muito provavelmente, você está correto. Embora os líderes dependam de impulsionar pessoas para obter sucesso, a maior parte dos cursos de graduação simplesmente não os prepara para isso.

Enquanto futuros administradores estudam exaustivamente princípios da gestão financeira, técnicas e estratégias de venda, estruturação do marketing e métodos de produção, a administração do principal ativo de qualquer organização fica em segundo plano durante a formação: as pessoas.

Diante desse quadro, o que o líder deve fazer? Entendendo que os colaboradores formam a maior riqueza da organização e que a obtenção do desempenho máximo de cada um traça o caminho para o sucesso, o primeiro passo consiste em reconhecer essa lacuna de conhecimento. A seguir, vem o entendimento de que, para conquistar o pleno desenvolvimento desse potencial, é necessário investir tempo e recursos na busca por conhecimento e ferramentas eficazes de gestão de pessoas.

Atualmente, o mercado oferece diversas opções de formação continuada para o desenvolvimento dessas competências. Cursos de pós-graduação e MBA têm dado muita atenção a essa crescente necessidade do mundo corporativo, elaborando programas voltados ao atendimento dessa demanda.

Outro ponto fundamental é que, ao buscar uma formação continuada, o gestor reconhece suas limitações e evidencia seu desejo de aprender e desenvolver competências. Dessa forma, serve de exemplo a todo colaborador que busca a excelência e quer evoluir na carreira. Com essa atitude, além de dominar as ferramentas necessárias para a gestão, o líder revela coerência entre seu discurso (de que todos devem se desenvolver e se aperfeiçoar para obter melhores resultados) e suas ações.

Viu como a mobilização dos colaboradores para a obtenção da excelência e o aumento dos níveis de produtividade não depende de um único departamento ou setor da empresa? Na verdade, a gestão de pessoas é uma responsabilidade compartilhada pelas lideranças para alcançar o desenvolvimento contínuo e os resultados desejados. Se obter o desempenho máximo de cada colaborador é fundamental, buscar conhecimento e formação configura a atitude certa do líder disposto a alcançar o sucesso.

E você, o que tem feito para melhorar sua capacidade de gestão de pessoas? Ainda tem dúvidas sobre as vantagens de se preparar para obter o melhor resultado de seus colaboradores? Então não perca mais tempo! Entre em contato com a Fundação Dom Cabral e descubra como conduzir sua equipe a novos níveis de excelência!

 

Recolocação profissional: como uma pós-graduação pode ajudar?

Comércio retraído, mercadorias encalhadas no estoque, inflação, juros altos: esses (e tantos outros) sintomas da crise financeira afetam diretamente os trabalhadores. E o problema não é visto só na hora de pagar as compras no caixa! Com os bolsos vazios, a população acaba consumindo menos, o que afeta a produção das empresas e arrasta milhões de trabalhadores para o desemprego.

Diante desse cenário, como conseguir a recolocação profissional? Que diferenciais podem garantir aquela tão sonhada vaga? Se essa é a sua situação no momento, este post foi feito especialmente para ajudá-lo! Aqui você vai descobrir o que as empresas realmente procuram e como se preparar para aumentar suas chances de conseguir o emprego desejado. 

O que as empresas procuram hoje em dia?

Você pode até achar que se preocupar com seus próprios problemas já dá bastante trabalho e que as empresas devem cuidar dos delas, não é mesmo? Infelizmente, esse pensamento está errado!

Assim como os trabalhadores, as organizações também enfrentam uma série de problemas com a crise. Afinal, para produzir, elas têm que arcar com uma grande quantidade de despesas, de gastos com folha de pagamento e quitação de impostos, a reposição de matéria-prima e a atualização de maquinário. A solução para cobrir esses custos e ainda gerar lucro é efetivamente vender as mercadorias produzidas ou fechar contratos de prestação de serviço. O detalhe é que, em tempos de crise, as vendas simplesmente não acontecem.

Em meio a tudo isso, o que as organizações buscam? A palavra-chave é produtividade! As organizações normalmente escolhem manter em seus quadros (e até contratar) aqueles colaboradores que conseguem render mais, produzindo mais em menos tempo e, de preferência, com mais qualidade. Para conseguir a recolocação profissional, portanto, é fundamental ser mais produtivo. Como? O caminho mais seguro e assertivo é apostar na qualificação profissional, especialmente por meio dos cursos de pós-graduação.

Como a pós-graduação ajuda na recolocação profissional?

Funciona como um diferencial no currículo

Principalmente em tempos de instabilidade econômica, não são poucos os profissionais que decidem adiar ou mesmo cancelar seus planos de especialização. Pois justamente essa pausa, que é um erro da parte deles, pode se transformar em oportunidade para você. Afinal, enquanto todos colocam o pé no freio, você mostra que possui um diferencial, escolhendo acelerar seu investimento no desenvolvimento de competências.

Assim, quando os recrutadores saírem em busca de candidatos para ocupar essa ou aquela vaga, pode ter certeza de que o seu currículo terá grandes chances de se destacar não só por seus conhecimentos acumulados, mas por sua demonstração de proatividade.

Transforma o profissional em especialista

Dentro de uma mesma área de conhecimento ou de uma profissão, existem funções segmentadas, certo? E esse é um dos motivos que fazem com que o curso de pós-graduação adquira uma relevância ainda maior. Enquanto o Ensino Superior forma profissionais generalistas, que dominam sua área de maneira ampla, mas superficial, o especialista adquire conhecimentos complementares, passando a enxergar seu campo com muito mais profundidade.

Por isso, ele consegue pensar em soluções para problemas que uma formação básica não ensinaria, domina técnicas sequer mencionadas em um curso de graduação e desenvolve competências que vão além das convencionais.

Oferece conhecimentos aplicáveis

Em sua faculdade, você provavelmente fez uma série de disciplinas teóricas relacionadas a uma base comum dos cursos, variando de acordo com as áreas de Exatas, Humanas ou Biológicas. Mas o fato é que, embora deem um suporte para a construção de novos saberes, não são aplicáveis diretamente ao exercício da profissão.

Na pós-graduação, a realidade é outra. Nesse caso, o foco se volta para a aquisição de conhecimentos realmente aplicáveis à prática profissional. Além disso, o corpo docente costuma ser formado não apenas por acadêmicos e pesquisadores, mas também por profissionais mais familiarizados com o mercado, reconhecidos por sua notória bagagem e que, por isso, compartilham métodos e técnicas que garantiram seu sucesso e que (por que não?) podem também garantir o seu!

Expande possibilidades na gestão de negócios

Em diversas áreas de atuação, os alunos que terminam o Ensino Superior saem sim com conhecimento suficiente para iniciar sua jornada profissional. Porém, à medida em que avançam em suas carreiras, muitos descobrem que, além de dominar as técnicas referentes à sua profissão, precisam saber como gerir um negócio.

Quer tenham se formado em Medicina, Odontologia ou Gastronomia, esses profissionais descobrem em seu dia a dia que precisam deter conhecimentos voltados à administração empresarial. Aí entram princípios de administração, de seleção de funcionários, atendimento ao cliente, marketing e gestão financeira, que são cruciais para o crescimento. Não sabendo aplicá-los, por melhores que esses empreendedores sejam em seus ramos de atuação, o resultado é um só: o negócio afunda.

Para assegurar a sustentabilidade na profissão, a saída está, mais uma vez, na pós-graduação. Com esses cursos, é possível obter conhecimento de forma prática e rápida, atendendo às demandas do mercado e aliando técnica e gestão. Alguma dúvida de que assim ficará muito mais simples se recolocar?

Amplia o networking

Ao investir em uma formação continuada, você terá contato com outros profissionais do setor, o que automaticamente amplia seu networking. Além de trocar experiências que podem ser muito úteis ao seu aprendizado, essa rede de contatos coloca seu nome no mapa das indicações para melhores oportunidades de trabalho.

Demonstra vontade de crescer

O mercado mudou muito nos últimos anos, nas mais diversas áreas. O surgimento de novas técnicas, o aprofundamento de pesquisas e o avanço tecnológico, por exemplo, são fatores que impactaram grande parte das profissões. E a tendência é que essa característica se acentue. Pense bem: que empresa quer em seu quadro de colaboradores um indivíduo estagnado, que não busca se atualizar, desenvolver e renovar competências?

Apostar em uma pós-graduação revela que você é um profissional que reconhece essa necessidade e está disposto a investir seu disputado tempo (e seus recursos) em participar da evolução do mercado, correndo atrás de um desempenho cada vez mais melhor. Aí está o tipo de colaborador que toda empresa quer!

Entendeu como a pós-graduação é importante para potencializar suas chances de recolocação profissional? Quer saber mais sobre o que você pode fazer para impulsionar sua carreira? Então não perca tempo! Siga-nos no Facebook e no Twitter e fique por dentro das novidades!

 

Você sabe como fazer uma gestão de riscos eficiente?

Quando pensamos em risco, a associação imediata sempre nos leva a algo ruim, certo? Consequentemente, o conceito de gestão de riscos também é vinculado à negatividade. No entanto (e ao contrário do que muitos pensam), riscos também podem ser positivos! O que diria do risco de ganhar na loteria ou do risco de descobrir algo completamente novo por meio de pesquisa e desenvolvimento?

Com isso em mente, podemos adiantar: a gestão de riscos é o processo pelo qual buscamos maximizar os riscos positivos e minimizar os riscos negativos dentro de determinado contexto. Esse processo é formado por 6 fases: planejar, identificar, analisar, responder, monitorar e controlar os eventos que podem gerar riscos a um negócio.

Como você deve imaginar, não é um processo que começa e acaba em determinado momento. Ele é cíclico, contínuo e altamente importante para quem deseja evitar grandes percalços na gestão da empresa. Nossa missão de hoje é mostrar como fazer uma gestão de riscos eficiente. Curioso? Então acompanhe agora mesmo!

Quais são os componentes do risco?

Antes de entender sua gestão, é preciso analisar o que verdadeiramente significa um risco. Seu conceito começa com a análise de 3 pontos principais, chamados componentes do risco: evento, probabilidade e impacto.

O evento é determinado pela causa raiz, aquilo que gera o risco, bem como por seu efeito, sua consequência. A probabilidade é a chance de que esse risco efetivamente aconteça. Já o impacto é a extensão da consequência, sua importância para a empresa.

Para calcular sua exposição ao risco, basta multiplicar a probabilidade de ocorrência pelo impacto que o evento pode causar. Em um dia de chuva, por exemplo, qual a probabilidade de você se molhar? Alta. E que impacto isso causa: baixo, médio ou alto? Quanto maior a probabilidade de um risco acontecer e maior for o impacto, maior é sua relevância para a empresa.

Lembrando que o risco pode ser positivo ou negativo, ok? Assim, seu objetivo com a gestão de riscos deve ser sempre reduzir a probabilidade de um risco negativo ocorrer, ao mesmo tempo em que procura aumentar as chances de ocorrência dos positivos.

Como identificar os tipos de riscos para a empresa?

Na prática, riscos podem ser considerados incertezas se deles virá algo destrutivo ou uma oportunidade. Levando isso em conta, os riscos podem ser de 3 tipos:

  1. coisas que você conhece;
  2. coisas que você sabe que não conhece;
  3. coisas que você nem sabe que não conhece.

Para as empresas, os eventos desconhecidos exigem um pouco mais de cuidado, pois podem causar danos para as pessoas, para o ambiente e para os resultados, levando-as à ruína.

Pense bem: o que você conhece costuma ser mais facilmente solucionado. Em relação ao que sabe que não conhece, basta procurar conhecer para também resolver com certa facilidade. Em contrapartida, o que você nem sabe que não conhece é que o pegará de surpresa, possivelmente gerando uma crise. E é por esse motivo que a gestão de riscos e a gestão de crises andam de mãos dadas!

A gestão de riscos deve avaliar todo o panorama do mercado em que se insere para tomar as melhores decisões e encontrar as melhores oportunidades, mesmo diante de situações que pareçam negativas.

Tome como exemplo o lobby que vários segmentos de mercado fazem junto ao governo. Um grupo de empresas pressiona para que uma lei seja aprovada: existe uma incerteza aí, uma vez que a lei pode ou não ser sancionada. Essa pressão pode servir como fator motivador para que o risco positivo se sobreponha ao negativo.

O que é a gestão de riscos e qual a sua importância?

Como já adiantamos no início deste post, a gestão de riscos nada mais é que o processo de planejar e aplicar todos os recursos possíveis para reduzir ao mínimo os impactos negativos dos riscos na empresa e elevar os positivos. É como investir na Bolsa de Valores: por mais que você nunca saiba quando uma ação pode despencar, sem conhecimento do mercado, as chances de fazer um investimento ruim aumentam.

De maneira geral, uma gestão de riscos eficiente precisa:

  • proteger as empresas das incertezas do mercado;
  • ter um panorama completo de todos os processos e atividades organizacionais;
  • melhorar o processo de tomada de decisões;
  • considerar as incertezas;
  • fazer com que toda a empresa trabalhe em conjunto;
  • ter um caráter dinâmico;
  • reunir informações baseadas na realidade do mercado e em seu contexto interno;
  • levar em conta o capital humano;
  • basear-se sempre na ética e na transparência;
  • trazer melhorias contínuas aos processos e projetos da empresa.

Diante dessas informações, podemos garantir: aplicar adequadamente a gestão de riscos na sua empresa só trará benefícios, sendo o maior deles a melhora visível na tomada de decisões. Quando você conhece os desafios que vai enfrentar e aplica as estratégias certas para lidar com eles, exerce uma liderança com menos surpresas, cria planejamentos mais eficientes, impulsiona resultados e melhora o relacionamento com as partes interessadas.

Como funciona o planejamento dessa gestão?

Entendida a importância da gestão de riscos, vamos à gestão dos eventos que podem impactar sua empresa? Aqui, o planejamento serve para prever os riscos inerentes a seu empreendimento, de modo a evitar que acontecimentos negativos surjam e, ao mesmo tempo, aumentar as chances de que os riscos positivos ocorram.

O documento que guiará todas as ações de gestão de riscos se chama Plano de Gestão de Riscos (PGR) e deve responder às seguintes perguntas:

  • qual é o procedimento de identificação de riscos (metodologia)?
  • como será o sistema gerencial de riscos (processos e periodicidade)?
  • quem serão os responsáveis pela gestão de riscos na empresa?
  • como os dados serão coletados e analisados?

Na prática, tudo se baseia nos passos que mostraremos a partir de agora. Acompanhe!

Identificação

Essa etapa consiste em identificar os riscos passíveis de acontecer no contexto em que a empresa está inserida. Para isso, é possível usar uma série de técnicas, que vão de brainstormings à análise de processos, passando pela análise de mercado (SWOT) e por entrevistas anônimas (Delphi).

Considere sempre riscos internos e externos à organização, procurando detalhá-los ao máximo para entender todas as variáveis envolvidas. Nesse caso, uma boa técnica a usar é o Diagrama de Causa e Efeito. Depois desse exercício, agrupe os riscos por afinidades — como riscos com fornecedores, com o governo, com a sociedade e assim por diante.

Análise

Nessa fase, você determinará a probabilidade de ocorrência e o impacto de cada risco com o objetivo de classificá-los para tratar os mais perigosos primeiro. Você pode adotar 3 métodos para realizar essa análise:

  1. descritivo: fácil de aplicar, mas não permite mensurar a relevância do risco para a empresa, consistindo em uma análise subjetiva;
  2. qualitativo: envolve a determinação de uma escala (como risco baixo, médio e alto), sendo fácil de aplicar e permitindo formar uma visão comparativa;
  3. quantitativo: é o método mais difícil, mas mais preciso, pois determina o impacto do risco para a empresa em valores reais. Costuma-se calcular o impacto financeiro gerado caso o evento venha a ocorrer.

Depois da análise, você pode passar para a elaboração de uma lista de riscos por ordem de importância. Daí por diante, é só tratá-los, buscando respostas.

Respostas

Esse é o momento de definir sua estratégia de combate aos riscos negativos e de reforço dos riscos positivos. Para ficar mais claro, trata-se do seu plano de ação. Selecione as estratégias, defina as ações a serem realizadas e verifique os seguintes cenários:

  • riscos que não podem ser tratados: aceite o risco e as consequências;
  • riscos que podem ser reduzidos: tome providências para diminuir ao máximo seus efeitos;
  • riscos que podem ser eliminados: elimine por completo a causa raiz;
  • riscos positivos que podem ser maximizados: tome providências para maximizar a probabilidade de acontecerem;
  • riscos que podem ser transferidos: respalde-se com a contratação de seguros, limitando suas responsabilidades nos contratos celebrados e diminuindo sua participação em investimentos, entre outros.

Monitoramento

Com o trabalho de preparo pronto, tudo o que você terá que fazer é monitorar os riscos identificados e aqueles que não puderam ser solucionados de antemão, sempre atualizando seu Plano de Gestão de Riscos.

De fato, a gestão de riscos é um dos processos mais importantes para qualquer organização. Apesar disso, ainda é subestimado pela maioria dos empreendedores. Se você não quer cometer esse erro, vale investir o quanto antes na devida qualificação para gerenciar melhor seu negócio! Uma especialização em gestão, por exemplo, pode trazer um novo olhar não só sobre o tema, mas também sobre outros processos essenciais para a saúde da empresa.

Que erros você não pode cometer?

São diversos os erros que podem comprometer uma gestão de riscos realmente eficiente. Separamos aqui os 5 que mais se destacam. Confira!

1. Não levar a gestão de riscos a sério

O primeiro grande erro da gestão de riscos é justamente não acreditar nela. Muitos gestores simplesmente negligenciam esse passo primordial no processo de tomada de decisões ou esquecem que o trabalho é cíclico. Você não pode, portanto, realizar a gestão uma só vez e acreditar que a empresa estará protegida das mudanças do mercado para sempre.

Por mais que seja clichê, vale a pena relembrar: com a era da informação vem a necessidade de evoluir. Imagine como uma queda inesperada na demanda por seus produtos abalaria a empresa, por exemplo. Como é possível evitar esse cenário? Mudando estratégias de marketing, repensando o relacionamento com o consumidor? Você realmente saberia responder a essa pergunta? Se não, é porque está negligenciando a gestão de riscos.

Gerir riscos é diminuir incertezas, é determinar como a empresa será afetada, principalmente diante da concorrência, diante das evoluções do mercado e dos problemas que venham a surgir.

2. Não levar em conta os contextos interno e externo

Supondo que você entendeu a importância da gestão de riscos e venha aplicando essa estratégia na sua empresa, pense: o que tem levado em conta para isso? Considera as previsões do seu mercado para os próximos meses ou apenas seu próprio orçamento e suas metas?

Independentemente da escolha, você está cometendo um erro. Toda gestão de riscos precisa levar em conta todos os contextos em que o negócio se insere: o interno e o externo. Isso inclui mercado, cenários político e econômico, ferramentas disponíveis, infraestrutura, satisfação da equipe e assim por diante. Considerar apenas um gera escassez de informações e incoerência nas respostas aos riscos que realmente impactam o negócio.

3. Não se planejar

A etapa do planejamento da gestão (que explicamos anteriormente) não pode ser negligenciada, pois envolve os atributos mais importantes para que sua estratégia dê certo: identificação dos riscos, respostas a eles e monitoramento no futuro. Ainda é importante para definir responsabilidades, de acordo com as competências de cada membro da equipe.

Um planejamento cuidadoso também evita alterações excessivas no escopo, que costumam vir acompanhadas de problemas com prazos, alterações no orçamento, desmotivação da equipe e até mesmo queda na qualidade. Mudanças serão sim necessárias à gestão de riscos, mas precisam ser controladas e não ocasionadas por erros de planejamento.

4. Não se comunicar

A comunicação para a inclusão da equipe é fundamental na realização de qualquer atividade de uma empresa. E na gestão de riscos não seria diferente. Nesse caso, no entanto, a comunicação não se restringe a delegar tarefas e dar feedbacks sobre a atuação de um colaborador em uma atividade, mas também a saber ouvir e negociar.

Muitos colaboradores possuem uma visão clara do que um risco representa para a empresa — às vezes, aliás, muito mais que um líder. Isso acontece porque eles lidam diariamente com áreas do negócio em que nem sempre o gestor tem tempo de se aprofundar. E são os riscos desconhecidos que trazem mais problemas, lembra?

Então anote aí: trabalhar de forma integrada, escutar o que o time tem a dizer e considerar as sugestões que os colaboradores oferecem é fundamental para que sua gestão de riscos seja um sucesso!

5. Não saber seus limites

Tentar suavizar em excesso os riscos ou perder muito tempo se preocupando com eles pode atrapalhar outros aspectos da gestão. Relembrando: riscos são incertezas que podem impactar o andamento da empresa e precisam ser pauta de discussão. O problema surge ao tratar situações inusitadas ou com baixa probabilidade de acontecerem como o foco da preocupação.

Esses possíveis eventos realmente devem ser avaliados e mitigados, mas quando o esforço e os custos não excedam os prejuízos, caso venham a acontecer. Para isso, é preciso calcular qual será seu impacto e qual a sua probabilidade.

Um incêndio no prédio da sua empresa é um risco? Sim. Mas qual a chance de ele acontecer? Pequena, provavelmente. Já uma recessão no mercado que venha a diminuir o poder de compra do consumidor nos próximos meses é um cenário mais provável, principalmente diante da situação política no país. Deu para perceber a diferença?

Tenha cuidado com sua lista de riscos e dê prioridade ao que é realmente relevante. Eventos extremos podem sim acontecer, mas não há como prevê-los. Assim, perder tempo se preocupando só trará problemas para sua gestão.

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Oportunidade de novos negócios: o que fazer para se capacitar?

Quando o tema é empreendedorismo, mudança vira sinônimo de evolução. Na prática, porém, as transições tendem a gerar um certo receio. Afinal, enfrentar o desconhecido nunca é uma tarefa fácil. O detalhe é que, para quem é empreendedor ou mesmo um candidato a se tornar um, buscar oportunidades de negócios torna-se essencial para alavancar o desenvolvimento tanto pessoal como profissional.

Saber enxergar alternativas e possibilidades promissoras e sempre correr atrás da inovação em seu nicho de atuação são fatores que influenciam diretamente no sucesso de um empreendedor. E isso é especialmente verdade hoje em dia, período em que vivemos mudanças bastante aceleradas.

Agora é que vem o segredo: apesar de contrariar um pouco o senso comum dentro do mundo do empreendedorismo, boas oportunidades de negócio não surgem apenas de bons contatos. Obviamente, ter relações profissionais com pessoas influentes e que entendem do assunto é muito importante, mas só isso não garante que você será capaz de identificar (e aproveitar) as chances que surgirem pelo caminho. Para enxergá-las e aproveitá-las ou até mesmo criá-las, é necessário se capacitar.

Embora não exista um método único, que sirva para qualquer tipo de negócio ou nicho de atuação, é possível sim desenvolver um maior nível de clareza e capacidade de perceber chances onde a maioria das pessoas não vê nada. Mas como reconhecer uma oportunidade? O que é necessário fazer para se capacitar? Se você anda se fazendo essas perguntas, não pode deixar de acompanhar nosso post de hoje. Confira!

O empreendedorismo no Brasil hoje

Em 2015, o Global Entrepreneurship Monitor (GEM) fez um levantamento que contou com a participação de mais de 100 países. Segundo a pesquisa, o Brasil é o país mais empreendedor do mundo, com 4 em cada 10 brasileiros pertencentes à população economicamente ativa tendo seu próprio negócio ou estando diretamente envolvidos na criação de um.

Os mesmos dados, só que agora de 2002, apontavam para 20,9% de brasileiros empreendedores. Comparando com a pesquisa mais recente, vemos que houve um aumento de quase 20% no número de pessoas que se lançaram à criação de um negócio próprio. O que poderia explicar esse fenômeno?

A melhoria do ambiente legal, com leis e impostos mais atrativos, é um dos motivos que levaram a esse boom do empreendedorismo brasileiro. Além disso, a crise econômica e o crescimento das taxas de desemprego também contribuíram diretamente para o aumento do chamado empreendedorismo de necessidade, quando negócios são criados como alternativas de sobrevivência — geralmente por quem perdeu o emprego devido ao cenário econômico instável.

Por outro lado, o empreendedorismo de oportunidade também cresceu a olhos vistos no país, representando hoje em dia praticamente metade dos empreendedores brasileiros. Esse é aquele caso em que a pessoa é capaz de identificar uma lacuna no mercado, criando uma empresa para atuar nesse nicho ainda mal atendido. O acesso facilitado à informação e à educação empreendedora são apontados como os grandes responsáveis por esse processo.

Entretanto, apesar dos números mostrados pelo levantamento do GEM parecerem, à primeira vista, extremamente promissores e encorajadores para quem pensa em criar seu próprio negócio, o que se vê na realidade são empresas sendo criadas e extintas de maneira extremamente rápida. Segundo dados do SEBRAE, ¼ das empresas abertas no país fecha as portas antes de completar 2 anos de atividade.

Entre os principais motivos para se ter uma taxa de sobrevivência empresarial tão baixa está o ainda escasso investimento em inovação. É essencial que os empreendedores (ou candidatos a empreendedores) se deem conta da necessidade de promover a inovação constante, tanto dentro de suas empresas quanto em si mesmos e em suas práticas e estratégias de gestão.

Por ser um fator tão importante quando o assunto é se capacitar para aproveitar oportunidades de negócio, abordaremos a seguir o quanto a inovação constante pode ajudar nesse processo. Continue acompanhando!

A constante necessidade de inovação

Criatividade e inovação: nunca essas 2 palavras foram tão usadas para descrever tendências dentro do empreendedorismo, não é verdade? E não é para menos! Com um mercado cada dia mais competitivo e tendências extremamente voláteis, é imprescindível inovar para sobreviver.

Entretanto, embora esse seja um assunto bastante em voga atualmente, o empreendedor brasileiro continua com seu perfil mais conservador, tradicional por natureza. Afinal, por que mudar algo que, teoricamente, sempre funcionou? Mas é justamente esse engessamento causado pelo receio de se abrir para o novo que faz com que os empresários acabem perdendo excelentes oportunidades de negócio.

Porém, é necessário esclarecer que inovação no empreendedorismo não significa exclusivamente criar algo totalmente inédito, único e surpreendente. Apesar de isso ser sinônimo de inovação, o conceito é muito mais amplo que simplesmente inventar algo do nada — até porque isso não costuma acontecer com tanta frequência assim, certo?

A inovação pode se fazer presente quando o empreendedor e gestores de determinado negócio estão dispostos a ouvir, ponderar, discutir e implementar modos diferentes de realizar determinada ação ou gerir determinado processo. Ao estimular que as pessoas pensem fora da caixa, experimentem novas maneiras e adotem a flexibilidade, o negócio acaba desenvolvendo uma ampla capacidade de transformação e adaptação aos mais diversos tipos de situação.

O perfil do profissional empreendedor

Um fato é incontestável dentro do mundo dos negócios: determinadas habilidades e características são comuns a praticamente todas as pessoas que alcançam o sucesso como empresários. Um estudo feito na Universidade de Harvard e publicado no periódico Journal of Small Business and Entrepreneurship revelou que essa máxima é sim verdadeira, independentemente de condição social, idade, gênero, formação ou país de origem dos empreendedores.

A pesquisa, feita com profissionais espalhados por todo o mundo, revelou algumas habilidades e características que são inerentes a quem tem perfil empreendedor. Confira agora mesmo as principais:

Iniciativa e proatividade

Bons empreendedores estão sempre atentos à realidade a seu redor, buscando identificar novas oportunidades. Eles conseguem reconhecer problemas com certa facilidade, bem como pensar em soluções e, acima de tudo, agir ativamente para alcançar seus objetivos. Além disso, essas pessoas possuem uma habilidade bastante desenvolvida para enfrentar o desconhecido de maneira assertiva.

Cálculo de riscos

É de se imaginar que para se dar bem como empreendedor é mais que necessário arriscar, correto? Entretanto, há uma diferença bastante significativa entre correr riscos calculados e colocar tudo o que você já conquistou a perder. E é exatamente essa diferenciação que os empresários de sucesso dominam com maestria. Eles sabem exatamente o que têm a ganhar e a perder com cada risco ou caminho que planejam seguir, conseguindo escolher seus desafios de maneira moderada e calculada.

Qualidade e eficiência

Em um mercado que fica a cada dia mais competitivo, estar constantemente atento à qualidade dos produtos ou serviços oferecidos aos clientes é uma característica marcante dos empreendedores que conseguem alcançar o sucesso. Melhorias constantes, entregas eficientes e preço acessível estão entre as premissas incessantemente buscadas por esses profissionais.

Persistência

Definitivamente, desistir diante do primeiro obstáculo não é uma característica de pessoas empreendedoras. Desafios, dificuldades e projetos que não saem como o esperado são constantes dentro do universo empreendedor. Ter consciência de que isso faz parte do dia a dia da profissão e saber persistir, contornando dificuldades e não se deixando levar pelo desânimo, é imprescindível.

Comprometimento

É simples: empreendedores bem-sucedidos cumprem o que prometem. Estar comprometido de maneira profunda com seus negócios e sua profissão é uma das características que todo empresário de sucesso carrega.

Busca por informação

Empreendedores são, antes de mais nada, eternos curiosos. Estar em busca de informação de maneira constante e consistente, estudando seu mercado de atuação, sempre por dentro das novidades do setor e com capacidade para interagir com os fatores externos que influenciam diretamente seu empreendimento: essa certamente é uma das habilidades mais influentes na hora de criar e sustentar uma empresa bem-sucedida.

Criação de metas

Como diz o velho ditado, para quem não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve. Justamente por isso é que o perfil de um bom empreendedor vai na contramão dessa máxima! Registrar e documentar aonde se quer chegar, bem como o caminho a ser percorrido para alcançar os objetivos é primordial. Então guarde: bons empreendedores não andam a esmo e não perdem tempo. Na verdade, sabem de cor cada uma de suas metas e o que devem fazer para alcançá-las.

Monitoramento e acompanhamento

Como já citamos anteriormente, obstáculos e dificuldades sempre surgirão na vida de todo empreendedor. Por isso, acaba sendo necessário alterar o caminho anteriormente previsto, recalculando a rota, mas sem se afastar da meta final.

Networking

Apesar de não ser o item principal para se alcançar o sucesso no universo empreendedor, possuir uma rede de contatos bem construída é sim um fator importante na hora de se destacar. Ter uma postura ética, transparente e profissional com todas as pessoas que influenciam (direta ou indiretamente) os resultados da sua empresa é uma maneira de garantir o suporte humano adequado para qualquer tipo de situação.

A necessidade de se capacitar

O empreendedorismo não deixa de ser uma área de conhecimento. Como tal, é permeado por teorias, metodologias e práticas, todas criadas, testadas e aprovadas por milhares de empresários e estudiosos do ramo mundo afora. Por isso, a atividade empreendedora não só pode como deve ser aprendida por aqueles que desejam alcançar bons resultados.

Por essas e outras, investir em formação e capacitação na área, aprendendo a dominar ferramentas, estratégias e processos, é uma atitude que só pode trazer resultados extremamente positivos, seja qual for o ramo de atuação do negócio.

Somando a chegada da era da informação com o crescimento do interesse por parte dos empreendedores brasileiros, as possibilidades de aprofundar os conhecimentos nessa área são, hoje, praticamente infinitas e cada dia mais acessíveis. Cursos on-line, treinamentos, especializações, MBAs, pós-graduações, seminários e palestras que focam na qualificação de empreendedores estão espalhados pelos 4 cantos do país.

O entendimento sobre o contexto do mercado

Tão importante quanto a capacitação e o aprendizado na área é o desenvolvimento de um entendimento aprofundado sobre o contexto do mercado em que você atua ou pretende atuar. Afinal, como saber qual a melhor estratégia a ser aplicada para obter êxito se você nem sabe onde está pisando?

Pense bem: dentro de determinado nicho de mercado, quem são seus potenciais clientes? Onde eles estão e o que desejam? Quem são os concorrentes? Como eles se comportam dentro desse mercado e quais estratégias usam para aumentar as vendas e manter seu potencial competitivo? Esse nicho está em expansão, estável ou em retração? Essas são apenas algumas das perguntas que você deve ter prontamente respondidas se seu objetivo é encontrar boas oportunidades de negócios.

A especialização como diferencial

Se você acompanhou a leitura deste post até aqui, certamente já entendeu que, para reconhecer uma boa oportunidade de negócio, é preciso se qualificar e, ao mesmo tempo, possuir um profundo entendimento sobre o mercado, não é mesmo? E por mais que, à primeira vista, isso pareça um tanto quanto trabalhoso e difícil de conquistar, a boa notícia é que é possível alcançar o conhecimento necessário em ambas as questões com uma só ação: investindo em uma especialização.

De maneira geral, as especializações são cursos de pós-graduação lato sensu focados no desenvolvimento de uma área profissional específica. No caso de empreendedores, é possível se especializar em Gestão, Finanças, Marketing, Negócios, Pessoas e Gerenciamento de Projetos, entre outras inúmeras opções.

A grande vantagem das especializações está no fato de esse tipo de programa ter como objetivo principal o desenvolvimento e aprimoramento das habilidades necessárias para o crescimento pessoal e profissional do aluno, bem como proporcionar o conhecimento técnico e teórico mais atualizado possível sobre determinado assunto.

Há, assim, uma ampliação da visão sistêmica e da competência para solucionar problemas relacionados à gestão, ao mesmo tempo em que se proporciona o aprimoramento dos conhecimentos necessários para a construção de planos e objetivos para quem deseja empreender. A especialização surge, portanto, como um diferencial extremamente significativo para quem está buscando empreender e descobrir novas oportunidades de negócio.

O desenvolvimento de uma visão estratégica

Incorporar a inovação aos processos de gestão de uma empresa é uma prática que, a cada dia, ganha mais e mais seguidores dentro do mundo corporativo brasileiro. Entretanto, inovar dentro de uma empresa não é algo que possa ser feito sem nenhum tipo de planejamento, com base exclusivamente no improviso. À medida em que a necessidade de inovação vai ganhando força, um planejamento estratégico realmente bem construído e cuidadosamente elaborado torna-se essencial.

Para isso, o desenvolvimento de uma visão estratégica do negócio é mais do que necessária. Passa a ser, assim, obrigatória. De maneira geral, a visão estratégica pode ser definida como um exercício de planejamento para o futuro: traçar um objetivo de médio ou longo prazo e determinar quais ações ou metas devem ser buscadas para que o destino final seja alcançado.

Esse conceito está baseado, principalmente, na capacidade de listar prioridades, eliminar distrações, desviar de caminhos infrutíferos e adotar estrategicamente novos hábitos, atitudes e processos que levem diretamente ao alcance de um objetivo maior. E, apesar de poder ser aplicada a qualquer área da vida, no caso de uma empresa, a visão estratégica está diretamente relacionada a saber exatamente onde a companhia deve estar em determinado período, o que deve ser feito para viabilizar isso, que pessoas estarão diretamente envolvidas no processo, que ferramentas serão usadas e quais serão os benefícios de cada ação planejada.

É necessário esclarecer, porém, que desenvolver uma visão estratégica com o objetivo de empreender e encontrar oportunidades de negócio não significa traçar um planejamento e se fechar para novas ideias. Na verdade, é justamente o oposto disso! Desenvolver a intuição, antecipar tendências e acompanhar de perto as novidades que surgem no mercado podem gerar excelentes ideias de novas maneiras de atingir seus objetivos previamente estipulados, com novas ferramentas e em menor tempo, por exemplo.

A importância de atualização constante

A chegada da era da informação trouxe consigo muitas vantagens. Informação ao alcance dos dedos, agilidade na comunicação e democratização do conhecimento são apenas algumas dessas benesses. E a gigantesca quantidade de dados gerada todos os dias também acelerou significativamente alguns processos. O mercado e as tendências de consumo são bons exemplos.

Hoje em dia, conquistar e fidelizar clientes é muito mais difícil que há poucos anos. Com a possibilidade de encontrar milhões de opções de empresas vendendo produtos semelhantes, as pessoas foram tornando-se mais e mais exigentes. Isso sem contar que os gostos, as preferências e a ditadura do que está na moda mudam de uma forma assustadoramente rápida. Já reparou como tendências surgem e desaparecem em um piscar de olhos?

Nesse contexto, o empreendedor que não ficar atento às mudanças e procurar se informar sobre o que o mercado exige em determinado momento, poderá facilmente ser atropelado por uma concorrência mais atualizada. Daí surge a importância de se manter constantemente atualizado, incessantemente em busca de informações sobre seu mercado de atuação.

Como já citamos, é preciso investir em qualificação constante, mas também é importante ler diariamente jornais, revistas e publicações especializadas em seu nicho de atuação, assim como acompanhar blogs de especialistas, frequentar eventos, feiras e congressos, além de manter um networking sólido e bem estruturado. Comece com essas estratégias para se manter sempre por dentro do que está acontecendo no mercado e vá, aos poucos, descobrindo outras práticas!

A sensibilidade para reconhecer uma oportunidade

Ao longo de todo este post, abordamos questões concretas sobre como reconhecer uma oportunidade de negócios. Entretanto, todos esses tópicos podem se mostrar irrelevantes se você não se esforça em desenvolver uma certa sensibilidade para enxergar chances e nichos mal atendidos onde poucos empreendedores foram capazes de ver.

Obviamente, essa não é uma habilidade que se domina do dia para a noite. Apesar de estar calcada de maneira bastante significativa em aspectos mais intuitivos e subjetivos, a sensibilidade para reconhecer oportunidades de empreender pode sim ser desenvolvida com treinamento.

Possuir uma base sólida de conhecimento sobre a área, bem como conhecer de maneira aprofundada o mercado e como ele funciona (questões que já abordamos em tópicos anteriores) formam um excelente pano de fundo na hora de desenvolver a capacidade de enxergar conjunturas favoráveis para empreender.

Unindo conhecimentos teóricos a experiências práticas, é possível dar passos em direção a oportunidades que lhe pareçam favoráveis à primeira vista. Pode custar um pouco no início, mas o importante é não desistir de seguir tentando. Lembra que a persistência é uma habilidade de quem tem perfil empreendedor? Faça testes, pesquise, estude, calcule os riscos e, principalmente, confie no que a sua sensibilidade diz.

Capacitar-se para eventualmente dominar a arte de reconhecer e criar oportunidade de negócios é, sem dúvida, o primeiro passo para quem deseja abrir uma empresa com chances promissoras de se tornar um sucesso — ou mesmo para quem já é dono de um empreendimento e ambiciona expandi-lo.

E apesar de muitos acreditarem que não há um método realmente eficiente que mostre como enxergar boas oportunidades de empreender, você pôde comprovar ao longo deste post que isso pode sim ser sistematizado, aprendido e planejado. Para tanto, basta colocar em prática os itens abordados aqui: investir em inovação, conhecer seu mercado de atuação a fundo, desenvolver as habilidades necessárias a todo o empreendedor de sucesso, capacitar-se, aprender a ter uma visão estratégica do negócio, atualizar-se constantemente e aprimorar sua sensibilidade.

A princípio, pode parecer difícil e extremamente trabalhoso alcançar tudo isso, mas acredite: você consegue. Ao adotar essas rotinas e procedimentos, você terá cada vez mais clareza, eventualmente tornando-se capaz de enxergar oportunidades de negócios com muito mais facilidade. Quem sabe você até mesmo crie uma! Mantenha sua mente aberta e aproveite as chances que o mercado apresenta. Desta forma, você colherá os frutos dessas ações muito antes do que imagina!

Agora é a sua vez! Comente aqui e nos conte o que você já faz para se capacitar como empreendedor e conseguir enxergar oportunidades de negócios. Qual das nossas dicas chamou mais a sua atenção? O que pretende colocar em prática primeiro? Compartilhe sua experiência, suas opiniões e dúvidas sobre o assunto para nos ajudar a enriquecer a discussão! Participe!

 

Conheça 9 possibilidades de especialização em gestão

Independentemente da área em que você tenha se formado, em algum momento da sua carreira você quererá assumir novos desafios, ter uma equipe sob seu comando e ascender hierarquicamente na empresa. Para isso, uma especialização em gestão será fundamental.

Engana-se quem pensa que gestão é tema apenas para os donos ou diretores da empresa. Ela concerne a qualquer profissional que entenda a importância de conhecer a organização em sua totalidade para confluir os esforços de todos rumo aos objetivos estratégicos do negócio.

Quando existia apenas o curso de Administração de Empresas, muitos profissionais lamentavam que fosse generalista. Mas a verdade é que esse perfil ainda é bastante requisitado, além de outros mais específicos, como os que apresentaremos a seguir.

Conheça agora quais são as opções de especialização em gestão a seu dispor e tire todas as suas dúvidas!

As diferentes atuações do gestor

Seja você gestor administrativo, financeiro, de pessoas, ou qualquer uma das outras variações que apresentaremos ao longo deste post, é fato que todos têm a rotina estruturada da mesma forma:

  • Planejamento: consiste em estruturar as ações a serem realizadas, estipular objetivos, metas e indicadores, transformando-os em um plano de ação a ser executado por toda a equipe;
  • Organização: refere-se aos processos e procedimentos desenvolvidos, mantendo os fluxos informacionais ágeis e eficazes para que a empresa desfrute da produtividade dos funcionários e dos resultados gerados;
  • Monitoramento: é o acompanhamento sistemático dos indicadores de desempenho da empresa ou setor, com o intuito de analisar a performance e proceder os ajustes necessários para melhorar constantemente a competitividade da empresa;
  • Controle: é o processo de ajustes realizados, a tomada de decisão com base em dados, ou seja, o papel crítico do gestor, já que é de sua responsabilidade o sucesso organizacional.

De uma forma bem geral, você pode segmentar as responsabilidades de todo gestor dentro dessas quatro categorias. Há ainda quem insira uma quinta, a direção, que seria atrelada à liderança de pessoas. Mas, se pararmos para pensar por um momento, veremos que existem muito mais responsabilidades no papel de gestor:

Alinhamento estratégico

O gestor é o responsável por compartilhar os objetivos da empresa com seu time e desdobrá-los em metas alcançáveis pelos colaboradores. É ele quem dá o tom do trabalho, distribuindo tarefas e responsabilidades entre todos de forma que os resultados alcançados individualmente contribuam para os resultados globais do negócio.

Treinamento

O gestor também deve treinar seu time para que ele desempenhe um bom trabalho. De nada adianta ter várias pessoas contratadas se elas não sabem o que deve ser feito e como deve ser feito. Nesse sentido, é fundamental que ele tenha tanto conhecimento técnico sobre a área na qual atua quanto desenvoltura comportamental para lidar com pessoas.

Negociação e conflitos

Todo gestor, se ainda não passou, passará por uma situação em que será preciso negociar ou gerenciar conflitos. A negociação normalmente está atrelada aos processos decisórios da empresa, enquanto a gestão de conflitos está mais presente no dia a dia da equipe. Calma, tranquilidade e inteligência emocional são essenciais para exercer seu papel adequadamente.

Motivação

Estar no papel de líder significa suprir sua equipe com a energia necessária para manter o clima organizacional saudável todos os dias. Seja sempre o líder que motiva, que incentiva, que orienta as pessoas e que ajuda no crescimento pessoal e profissional delas.

Essas são apenas algumas das atribuições gerais de todo gestor. Dependendo da área que você escolher para atuar, virão muitas outras mais específicas, que requerem outros tipos de competências e habilidades.

A importância de se especializar

Há muito, muito tempo, quem terminava a faculdade já tinha o futuro garantido. Mas, devido ao acesso à educação facilitado, o mercado de trabalho teve que fazer mais uma vez uma linha de corte, exigindo que as pessoas fossem além da graduação. Foi aí que nasceram os cursos de especialização, que não estão no âmbito das pós-graduações stricto sensu, como mestrado e doutorado, mas permitem que o profissional avance na carreira de forma mais prática e conforme as exigências de cada profissão.

Porém, a especialização não serve apenas para deixar o currículo mais bonito, cheio de linhas que dizem o quanto você estudou para estar onde está. Ela é um meio para alcançar muitos objetivos pessoais e profissionais.

Desenvolvimento de novas competências

Todo profissional deve atualizar-se constantemente se deseja manter a empregabilidade. Em tempos de crise, essa necessidade se torna ainda mais evidente, já que as empresas andam caçando funcionários que estejam prontos para assumir novos desafios.

Sem falar que aprender algo novo é sempre uma oportunidade de ver as atividades do dia a dia sob uma nova ótica. Alguém que está há dez anos no financeiro, ao cursar uma especialização em gestão de pessoas, por exemplo, pode mudar muitos dos seus comportamentos e atitudes, agregando valor ao seu perfil profissional.

Promoção

Sabe aquelas pessoas que vivem reclamando que nunca ganham uma promoção? Normalmente são as mesmas que delegam para a empresa a responsabilidade pelo seu desenvolvimento profissional, isto é, que esperam que a empresa pague um curso, um treinamento, uma pós-graduação para só então pensarem em desenvolver suas carreiras.

Acontece que, se você for proativo e assumir para si o compromisso pela sua carreira, a promoção virá quando você menos espera, pois seus superiores saberão que você está construindo um currículo sólido e aprimorando suas competências por conta própria.

Carreira em W

Empresas que já perceberam que nem sempre o crescimento vertical é a melhor forma de estruturar o desenvolvimento de carreira estão apostando no que chamamos de carreira em W. Neste caso, o profissional não sobe de um nível para outro – analista para coordenador, por exemplo – mas sim muda de área dentro da própria corporação, saindo do estritamente técnico para o técnico-gerencial.

Isso quer dizer que, se você já está cansado de viver fechado na contabilidade, pode pretender passar para a gestão de pessoas realizando uma especialização em gestão. Pode ainda sair do financeiro para ser gerente de projetos dentro da empresa. Basta capacitar-se para isso.

Networking

Especializar-se não é apenas aprender um novo conhecimento. É também conectar-se a pessoas que têm os mesmos interesses que você e que podem se transformar em oportunidades, seja para novos cargos, novas empresas ou novos contatos.

A especialização em gestão deve proporcionar aos alunos essa experiência de estar com pessoas que compartilham desafios, objetivos, metas e conhecimentos, construindo redes de relacionamentos que tragam benefícios par todos os envolvidos.

As diferentes possibilidades de especialização em gestão

Pois bem, chegamos ao ponto principal do nosso post de hoje: as possibilidades de especialização em gestão disponíveis para você. Saiba que a gestão é uma área ampla e, a cada dia que passa, mais oportunidades aparecem para que você migre para essa área tão surpreendente. Veja só:

1. Gestão de projetos

Gestão de projetos é uma carreira que vem crescendo vertiginosamente nos últimos anos. Segundo o PMI (Project Management Institute), até 2020 o Brasil abrirá mais de 13 milhões de postos de trabalho para quem tiver uma especialização nessa área. É emprego que não acaba mais, não é mesmo?

A gestão de projetos está nesta curva de crescimento em virtude das empresas de tecnologia, que trabalham focadas no desenvolvimento de produtos específicos para clientes. Um dos setores que mais consomem gerentes de projetos é o setor bancário, que está constantemente preocupado em automatizar processos, melhorar a segurança do usuário e fornecer soluções que sejam inteligentes e dispensem o deslocamento do cliente até uma agência.

Outro setor que demanda muitos gerentes de projetos é o da construção civil, pois cada novo empreendimento é visto como um projeto com início, meio e fim, a ser gerido por um profissional competente. É uma enorme oportunidade para quem é arquiteto, engenheiro, projetista, entre outros.

Falando um pouco mais a respeito da profissão, o gerente de projetos é responsável por coordenar uma equipe envolvida em pelo menos 10 processos diferentes: integração, escopo, tempo, qualidade, custos, aquisições, gestão de pessoas, gestão da comunicação, gestão de stakeholders, e gerenciamento de riscos.

Ele deve ter conhecimento de metodologias de gestão de projetos, como Scrum, ITIL, Prince2, entre outras; um ótimo relacionamento interpessoal; saber gerenciar conflitos e conduzir negociações; ter uma visão sistêmica da empresa; estar constantemente atualizado e promover uma verdadeira integração do seu próprio time para que o cliente seja satisfeito em todas as suas necessidades.

2. Gestão de pessoas

Como você deve ter notado, a preocupação em gerenciar o capital intelectual das empresas é cada vez maior. Temas como atração e retenção de talentos, valorização, cultura organizacional, motivação no ambiente de trabalho estão em todas as revistas especializadas de gestão, mostrando quão importante é fazer com que as pessoas se sintam bem por trabalhar em determinada organização.

Pois bem, essa é a missão do gestor de pessoas. Lidar com as situações diárias dos colaboradores da empresa, planejar carreiras, realizar avaliações de desempenho, dar e receber feedback e ser a ponte entre os trabalhadores e a alta gestão.

É o gestor de pessoas quem alinha os interesses da empresa aos interesses dos profissionais que nela trabalham, encontrando o ponto de convergência onde é possível desenvolver a famosa relação ganha-ganha.

Se você gosta de se relacionar, está constantemente preocupado com a qualidade de vida das pessoas no ambiente de trabalho, se gosta de analisar o contexto sócio-econômico-cultural de uma organização e das pessoas que a constituem, essa é a carreira mais acertada para você.

Só tenha cuidado no momento de escolher a especialização em gestão de pessoas: você pode ir pelo caminho dos recursos humanos, onde são vistos os processos administrativos do setor, ou partir para uma visão mais abrangente e gerencial, focada no desenvolvimento humano.

3. Gestão Pública

Se você já pensou em fazer um concurso público ou tornar-se candidato a algum cargo político, eis uma especialização que você deve considerar fazer. A especialização em gestão pública está direcionada para preparar profissionais para assumirem a administração de instituições governamentais, sejam elas municipais, estaduais ou federais.

É uma qualificação que todo membro da administração pública deveria ter para exercer suas funções com qualidade e eficiência, pensando sempre no bem-estar da sociedade. É por isso que, em uma especialização em gestão pública, você não terá apenas contato com conhecimentos de administração de empresas, mas também estudará leis, normas, regras, sociologia, antropologia e uma série de outros temas que estão diretamente envolvidos com os temas que impactam a sociedade.

Estamos tão acostumados a criticar nossos governantes, os funcionários públicos e as instituições públicas que não paramos para pensar o quanto é importante promover esse tipo de capacitação para que tais grupos entendam seus verdadeiros papéis como gestores dos bens de todos.

4. Gestão de Negócios

Para quem sempre sonhou em ser CEO de uma grande empresa, eis a oportunidade: especializar-se em gestão de negócios. Trata-se de uma formação abrangente, que passa ao aluno uma visão sistêmica e integrada da gestão empresarial.

Neste curso, você passará por todas as áreas de uma empresa, aprendendo sobre a gestão estratégica de cada uma delas. Terá condições de estabelecer ligações que muitas vezes não vemos quando estamos numa carreira técnica, como, por exemplo, a necessidade de cortar gastos ou de readequar orçamentos.

A gestão de negócios é que dá subsídios para as decisões mais importantes da organização, pois a pessoa que possui essa especialização está preparada para olhar o todo, não apenas algumas partes ou setores da empresa. É quem vai traçar o planejamento estratégico, definir os objetivos do negócio a curto, médio e longo prazo.

Quem se especializa em gestão de negócios também está preparado para assumir postos de gestão em qualquer uma das áreas organizacionais, como: financeiro, pessoas, projetos, logística e produção.

5. Gestão financeira

Para quem ama cálculo, organização, planejamento na ponta do lápis, a gestão financeira pode ser uma ótima escolha também. Um especialista nessa área está preparado para planejar o futuro da organização, analisando passado e presente para construir uma empresa financeiramente sustentável.

O gestor financeiro é quem determina o orçamento, controla entradas e saídas de receita, aprova novos investimentos, faz planos de contenção, lida com instituições financeiras, sócios e acionistas o tempo todo.

Ao realizar uma especialização em gestão financeira, você não precisa ficar atrelado a uma única empresa. Pode abrir uma consultoria em Controladoria e Auditoria ou mesmo em Finanças Empresariais, auxiliando diversas empresas em suas dificuldades financeiras.

Você também pode se tornar perito, analisando processos judiciais de falência e recuperação de empresas, entre outros temas que envolvam cálculos financeiros.

Mas fique atento: um curso de especialização em gestão financeira tem uma carga altíssima de disciplinas de cálculo. É importante que você tenha afinidade com a área. Caso nunca tenha trabalhado no segmento, aproveite para fazer alguns cursos de capacitação antes, como uso da calculadora HP12C, análise de viabilidade, finanças corporativas, entre outros.

6. Gestão comercial

A gestão comercial também está sendo tida como área estratégica nas empresas, pois é responsável pelas vendas. Ela serve tanto para atualização profissional de quem já atua há bastante tempo no segmento de vendas quanto para quem deseja ingressar neste mercado.

A carreira exige bastante desenvoltura por parte do profissional, tanto na escrita quanto na fala, pois você terá que negociar com vendedores e clientes o tempo inteiro. Mas também será responsável pelas estratégias de vendas, pelas políticas comerciais da empresa, pelo estabelecimento de metas e acompanhamento de indicadores, entre outras atividades de gestão.

O gestor comercial atual deve ter visão estratégica, saber identificar oportunidades de mercado e transformá-las em negócios para a organização. Também deve ser o líder que motiva, orienta e treina constantemente seu time para que os resultados sejam sempre os melhores possíveis.

7. Gestão de processos

Indústrias e empresas que estão intimamente ligadas a processos críticos também demandam um perfil específico de gestor: o gestor de processos. Este profissional é especialista em estruturar processos e reavaliá-los constantemente para que eles continuem ágeis e eficientes.

Pessoas que atuam na gestão da qualidade das empresas são fortes candidatas a realizar uma especialização em gestão de processos, pois essa atividade está presente em boa parte do seu dia a dia de trabalho.

Mas isso não significa que gestores de outras áreas não possam buscar a especialização em gestão por processos. Afinal, todos os setores de uma empresa estão estruturados dessa forma e agilizar os fluxos de informação, reduzir os gargalos, aumentar a eficiência e produtividade são objetivos que todos os gestores têm em suas respectivas áreas.

Planejar processos industriais, de logística e de produção, é uma atividade que requer um perfil bastante observador e detalhista, focado na otimização de recursos e do tempo despendido em cada atividade. Se você tem esse perfil, avalie com atenção essa opção de especialização.

8. Gestão de marketing

Outra área em ascensão, e que pode ser explorada por quem deseja fazer um curso de especialização em gestão, é a gestão de marketing. Como temos visto por aí, o marketing tradicional, baseado em comerciais de TV e outdoors, está se transformando em um marketing personalizado, direcionado segundo as necessidades de cada consumidor.

A consagração do marketing digital como principal investimento das empresas demanda que o gestor de marketing seja um profissional multidisciplinar, que entenda todo o universo de ferramentas disponíveis que temos atualmente, como redes sociais, plataformas de e-commerce, automação de marketing, inbound marketing, web analytics, entre outras.

Tornar-se um gestor de marketing, hoje, é aceitar um desafio enorme, mas compensador. Você poderá não só aprender constantemente, mas também aplicar os conhecimentos adquiridos monitorando sua eficácia em tempo real.

Além disso, terá a seu dispor tecnologias de alta precisão para entender o contexto em que as empresas estão inseridas e como você pode se aproveitar das mudanças de comportamento dos consumidores para gerar novos e melhores negócios.

9. Gestão logística

A logística tem sido vista como um ponto crítico para as empresas que se utilizam de sistemas de distribuição. Os custos logísticos são altíssimos no transporte rodoviário e as alternativas nem sempre estão ao alcance de quem precisa movimentar cargas dentro de um país tão grande como o Brasil.

É por isso que quem está neste setor deve pensar em fazer uma especialização em gestão logística. A demanda por profissionais capacitados aumenta a cada dia, assim como os desafios a serem superados.

Durante um curso de gestão logística você mergulhará em assuntos como Supply Chain, cadeia de distribuição, custos logísticos, entre outros. Estará envolto em temas que vão de gestão a cálculos matemáticos, aprendendo estratégias que podem melhorar a competitividade de milhares de empresas brasileiras, como é o caso dos e-commerces, por exemplo.

A importância da instituição de ensino

Viu como opções não faltam para que você se torne um gestor? Toda área de conhecimento dentro do mercado de trabalho exige pessoas qualificadas para gerenciar, basta escolher a carreira que melhor expressa seu desejo de crescimento profissional.

Entretanto, é importante falarmos sobre um cuidado a mais no momento de escolher sua especialização em gestão: a instituição de ensino à qual você vai se conectar para transformar esse desejo em realidade.

Como o mercado de educação vem se expandindo vertiginosamente nos últimos anos, existem instituições de todos os portes e modalidades de ensino. Isso quer dizer que as opções aumentam, correto?

De certa maneira, sim, mas é importante que você escolha uma instituição que esteja verdadeiramente preocupada com a sua formação. Para tanto, uma instituição de qualidade seleciona professores altamente qualificados, desenvolve um programa que esteja afinado às necessidades de mercado, entende suas expectativas quanto ao aprendizado e transforma isso em soluções que ajudam na sua formação.

O mercado de trabalho muda constantemente e a instituição de ensino que pretende formar profissionais de excelência está atenta a isso, insere as inovações em suas grades curriculares, treina os professores para que eles possam assumir o desafio de ministrar aulas sobre um assunto completamente novo e considera o seu feedback como o maior aliado no aprimoramento dos cursos de especialização.

Além disso, a instituição de ensino deve estar em conformidade com as normas do Ministério da Educação para que sua certificação seja válida. Caso contrário, você poderá ser impedido de realizar concursos públicos ou até mesmo assumir um novo posto em uma empresa por não poder comprovar sua formação.

E aí, qual especialização em gestão você vai escolher? Ainda está na dúvida? Então o que acha de compartilhar este post nas redes sociais e encontrar mais pessoas para debater o assunto?

9 dicas para um marketing pessoal efetivo nas redes sociais

O que as pessoas pensam de você? Se você já se fez essa pergunta alguma vez na vida, provavelmente chegou à conclusão de que nesse caso não existe uma resposta absoluta, certo? Afinal, cada indivíduo tem uma percepção diferente! Mas já lhe passou pela cabeça que algumas condutas pessoais podem influenciar a opinião dos outros sobre você?

Para produzir esse tipo de influência (que você obviamente quer que seja positiva), é fundamental trabalhar seu marketing pessoal, transmitindo à sua rede de contatos os valores, as habilidades, os comportamentos e o posicionamento que você deseja associar à sua imagem. Para entender melhor, pense no marketing tradicional, que agrega valor às marcas ao divulgá-las no mercado e praticamente plantá-las na mente dos consumidores. Pois o mesmo acontece no marketing pessoal, mas com uma diferença: a marca é você!

Então, considere desde já: você tem sim o poder de influenciar a forma pela qual você é percebido pelo mundo. Basta ficar atento à imagem que transmite! É preciso, portanto, racionalizar o que deseja transmitir. E hoje, no mundo conectado em que vivemos, as redes sociais têm um papel imprescindível nisso. Para não errar a mão, confira agora 9 dicas sobre como criar um bom marketing pessoal nessas redes, impulsionando sua imagem profissional no mercado!

1. Faça um planejamento

Assim como no marketing empresarial, a primeira etapa do marketing pessoal também é o planejamento. Primeiramente, pense: que habilidades, conhecimentos e comportamentos você deseja associar à sua imagem? Além disso, também vale estudar o perfil de cada rede social, definindo a função de cada uma no seu plano de marketing pessoal — qual a linha de conteúdo e a estratégia para elas e como tudo isso ajudará a atingir seus objetivos de carreira.

A busca pelo autoconhecimento é outro aspecto importantíssimo desse planejamento inicial. Você realmente sabe aonde quer chegar, em que é especialmente bom, em que áreas se destaca? Quais são seus valores e seus propósitos? Não tem como fugir: é preciso pensar em tudo isso para guiar suas ações.

2. Crie perfis coerentes

De nada adianta compartilhar novidades do mercado no Twitter e criar uma reputação forte nessa rede se seu perfil no Instagram não mostra nada ligado à profissão, apenas fotos aleatórias com amigos e familiares. Seu marketing pessoal deve ser coerente em todas as redes sociais. Se o objetivo é fortalecer sua imagem profissional, essa deve ser a linha de conteúdo em todas as redes, ainda que elas tenham diferentes focos e linguagens.

3. Cuide de seus posts

Imagine que cada publicação sua é como uma apresentação para um auditório lotado. O que você falaria ou mostraria para centenas de pessoas? Lembre-se de que até mais gente pode realmente ver seus posts nas redes sociais! Tenha, portanto, cuidado para não misturar conteúdos pessoais (como fotos de festas ou marcações de amigos em momentos constrangedores) com sua imagem profissional. E procure compartilhar conteúdos de qualidade e de fontes confiáveis, construindo sua reputação também com o que repassa.

4. Faça gestão de conteúdos

Mais uma vez, pense no auditório lotado. O que você poderia acrescentar à vida dessas pessoas com seu discurso? É preciso realmente se destacar para conquistar a atenção de uma audiência. Aí é que entra a gestão dos conteúdos publicados nas redes sociais, que pode ser uma ótima alternativa para oferecer valor. Selecione influenciadores estrangeiros ou fontes pouco acessíveis, por exemplo, e compartilhe seus conteúdos, acrescentando um posicionamento pessoal para, aos pouquinhos, também se tornar referência de informações e reflexões valiosas sobre o mercado.

5. Participe de grupos

O recurso dos grupos existe tanto no Facebook quanto no LinkedIn, proporcionando que vários profissionais se reúnam para discutir o mercado, solucionar dúvidas com colegas de profissão e oferecer oportunidades de emprego ou parcerias. Que tal participar? Muitos profissionais criam sua reputação ao contribuir com suas próprias experiências, ajudar os demais integrantes e partilhar seu conhecimento na área. Mostram, dessa forma, sua relevância.

6. Faça interações inteligentes

Fazer marketing pessoal nas redes sociais não serve só para que as pessoas vejam seu perfil. Na verdade, funciona também para que você encontre as pessoas certas, fortalecendo seu networking. Como na internet você pode se aproximar de vários profissionais com certa facilidade, o que acha de selecionar alguns contatos que considera ser relevantes na sua área para interagir com eles? Compartilhe conteúdos, proponha parcerias e divulgue sua marca pessoal!

7. Cultive relacionamentos

Muitos profissionais só praticam o networking quando surge alguma necessidade. Mas essa prática não é nada benéfica, viu? Relacionamentos fortes não são construídos com base em interesses, mas sim em atenção e cooperação mútuas. Por isso, trate de cultivar relacionamentos mesmo quando você não precisa! Pode acreditar: esse é um diferencial dos profissionais mais bem-sucedidos do mercado. Coloque-se à disposição para ajudar, demonstre interesse sincero em conversar com as pessoas e felicite suas conquistas.

8. Explore o LinkedIn

Sabia que o LinkedIn é uma rede especificamente profissional? Por isso, se seu propósito é fortalecer sua imagem profissional, aproveite os recursos dessa rede social ao máximo! Na criação do seu perfil, por exemplo, detalhe aspectos da sua trajetória para mostrar como chegou aonde chegou. Fale sobre os cargos que ocupou, as contribuições que deixou, as premiações que recebeu e assim por diante. Além disso, explore o recurso das recomendações! Nada melhor que o depoimento de outras pessoas para confirmar suas competências, não é verdade?

9. Seja você mesmo

Para fechar com chave de ouro, aqui vai a dica mais importante: seja transparente. Tenha em mente que, para algumas pessoas, marketing pessoal pode parecer uma tentativa de maquiar a realidade. Na prática, porém, a intenção não é fazer propaganda enganosa, mas sim valorizar a essência das pessoas. Então, esqueça já o medo de transparecer suas fraquezas. Lembre-se de que as pessoas também são admiradas por suas limitações, que revelam seu lado humano e seu poder de superação. Não tem mistério: seja você mesmo!

Ao fortalecer sua imagem pessoal nas redes sociais, você cria uma percepção positiva sobre seus conhecimentos, valores e comportamentos. O marketing pessoal se mostra capaz de associar sua imagem a determinadas áreas, fazendo com que se torne uma referência nelas. Nesse cenário, quando surgir uma oportunidade (seja uma oferta de emprego ou uma parceria comercial), suas chances de ser lembrado aumentam significativamente!

E como estamos falando de redes sociais, já nos acompanha pelo Facebook, Twitter e LinkedIn? Siga nossos perfis para receber novidades e começar o quanto antes a compartilhar conteúdos valiosos para seu marketing pessoal!

 

Como usar conhecimentos de gestão de projetos na área de marketing?

Quando você pensa em gestão de projetos, sempre imagina uma equipe de TI ou de engenharia? Sofre só de pensar em ter que lidar com tantas variáveis e áreas de conhecimento? Pois saiba que ela não se restringe à área de exatas. A gestão de projetos pode muito bem ser aplicada ao marketing!

Segundo o PMI – Project Management Institute, projeto “é um conjunto de atividades temporárias, realizadas em grupo, destinadas a produzir um produto, serviço ou resultado únicos”. Transferindo para o marketing, cada campanha também não seria um projeto? E várias campanhas não poderiam ser um portfólio de projetos?

Pois é sob esse viés que vamos te mostrar como usar os conhecimentos de gestão de projetos na área de marketing. Fique tranquilo, pois não é nada assustador. Pelo contrário, você vai amar aplicar esses novos conhecimentos e extrair maior valor das suas ações!

Vamos lá?

Focando em resultados

Uma das grandes batalhas do marketing é comprovar, por meio de dados, a eficácia das estratégias utilizadas para atrair e converter clientes. Essa dificuldade pode residir na insistência de se pensar no processo criativo, e não no resultado que se espera. 

Como na gestão de projetos você começa todo o planejamento com a definição do escopo – ou objetivo – da iniciativa, fica mais fácil determinar que tipo de resultado é esperado ao final do seu esforço. No escopo também são definidos o que está incluso e o que não está incluso no projeto, ajudando a alinhar as expectativas de todos os envolvidos.

Estruturação do plano de marketing

Na gestão de projetos, é comum trabalharmos com 5 grupos de processos:

  • Início;
  • Planejamento;
  • Execução;
  • Monitoramento e controle;
  • Encerramento.

Mas você pode ampliar seus horizontes e partir para uma gestão mais aprofundada, que se baseia em dez áreas de conhecimento que vão auxiliar na gestão de todos os pontos estratégicos da sua iniciativa:

  • Gerenciamento de Escopo
  • Gerenciamento de Tempo
  • Gerenciamento de Custos
  • Gerenciamento de Qualidade
  • Gerenciamento das Aquisições
  • Gerenciamento de Recursos Humanos
  • Gerenciamento das Comunicações
  • Gerenciamento de Stakeholders
  • Gerenciamento de Risco
  • Gerenciamento da Integração

Essas dez áreas fazem parte do PMBOK, um guia das melhores práticas de gestão de projetos. Para que você entenda como utilizar esse conhecimento no marketing, vamos nos aprofundar um pouco mais em cada uma delas:

1. Escopo

É estabelecer os objetivos do projeto, considerando suas premissas e restrições. Por exemplo, para desenvolver um vídeo institucional da marca, você deve colocar como premissa a participação da alta direção nas gravações. Como restrição ao projeto, pode ser considerada a ausência de uma locação adequada para as filmagens.

2. Tempo

Refere-se aos prazos de execução de um projeto. Numa campanha de Natal, por exemplo, você terá um cronograma de ações que vai de novembro a dezembro, não podendo ultrapassar essa data porque sua ação ficaria sem sentido. A gestão do tempo ajuda a organizar todas as atividades que devem ser realizadas dentro de uma linha temporal, ajudando sua equipe a monitorar os prazos e entregas.

3. Custos

No marketing, a gestão do budget, ou orçamento. é sempre um problema. Mas, com técnicas de gestão de custos para gerenciamento de projetos, ficará mais fácil determinar o custo de cada ação e encontrar maneiras de otimizar seus recursos para que não seja preciso explicar à direção da empresa o porquê de você ter extrapolado o combinado.

4. Qualidade

A gestão da qualidade deve estar intrínseca a todas as ações de marketing, pois ela impacta diretamente na percepção de valor do cliente. Neste sentido, a gestão de projetos pode te ajudar a determinar, precisamente, quais são os pontos que merecem atenção e como melhorar gradativamente suas ações.

5. Aquisições

O gerenciamento de aquisições está intimamente ligado à gestão de custos, já que depende do seu orçamento inicial. Quando você consegue melhorar sua capacidade de análise sobre as aquisições necessárias para levar uma campanha adiante, consegue negociar preços com fornecedores, substituir insumos que tornam seu projeto inviável por outros mais baratos e assim maximizar o uso do seu budget.

6. Recursos humanos

A equipe de marketing nem sempre está limitada à equipe interna. Muitas vezes, é preciso contratar pessoas terceirizadas para realizar determinados trabalhos, exigindo um esforço um pouco maior na gestão de pessoas. Na gestão de projetos, o gerenciamento de recursos humanos serve para determinar quais são as contratações necessárias e como lidar com sua equipe ao longo do projeto, a fim de manter a motivação e o foco no resultado final.

7. Comunicação

Nem é preciso lembrar que a comunicação é essencial em qualquer segmento de atuação, ainda mais no marketing. Mas por que será que ainda sofremos com falta de informações, dados pela metade ou conhecimento que não chega a quem deveria?

Isso não ocorre na gestão de projetos porque, logo no planejamento, você determina quais são os canais utilizados para manter a comunicação entre a equipe e demais stakeholders fluida, e ainda identifica a frequência das comunicações, o formato, a linguagem e outros detalhes essenciais para que todos se sintam envolvidos e informados.

8. Stakeholders

Além da sua equipe de trabalho, existem vários grupos envolvidos na sua estratégia de marketing: clientes, consumidores, parceiros de negócios, governo, diretores, sócios, acionistas, a comunidade, entre outros. Entretanto, nem sempre nos lembramos disso, e é por essa razão que muitas ações publicitárias são denunciadas ao Conar.

Para não ser pego desprevenido, o ideal é que você liste todos esses grupos e utilize uma comunicação clara e transparente com cada um deles, obedecendo, é claro, à relevância de cada um.

9. Risco

Toda ação de marketing também corre riscos, como uma multa do Conar, ser impedida de passar na TV, a falta de retorno sobre o investimento realizado, entre outros. Mas raramente pensamos nisso quando estamos criando aquela super campanha arrasadora, não é?

O gerenciamento de projetos nos ensina que é preciso avaliar os riscos, mesmo que pareçam mínimos num primeiro momento. Existem técnicas que ensinam, inclusive, a classificar os riscos, de forma que você possa prestar mais atenção naqueles especialmente perigosos.

10. Integração

Por fim, o gerenciamento de integração é o processo de unificar todas essas áreas e gerenciar seu projeto por completo, monitorando todos os indicadores de performance, acompanhando sua equipe e melhorando os resultados ao longo da trajetória rumo ao objetivo final.

Se você curtiu saber como a gestão de projetos pode ajudar no marketing, não perca nossas próximas publicações! Siga nossos perfis nas redes sociais e fique por dentro das novidades!