Crise econômica: qual o melhor caminho para se manter no mercado?

Competência técnica, ética, comprometimento, integridade, capacidade de analisar e propor soluções, motivação, iniciativa, flexibilidade, inteligência emocional, proatividade, resiliência e empatia: todas essas são qualidades profissionais atualmente muito valorizadas pelo mercado. E a verdade é que, em tempos de crise econômica, quem consegue se destacar não só mantém seu emprego como pode muito bem alavancar sua carreira!

De acordo com Maria do Carmo Marini, consultora do CEOlab, mesmo que as empresas precisem fazer cortes na área de recursos humanos, os colaboradores realmente imprescindíveis serão mantidos, podendo até ser recompensados ao ficar mais evidente que de fato fazem diferença dentro da empresa.

Mas qual será o melhor jeito para se tornar imprescindível? Separamos aqui várias dicas para ajudá-lo a se diferenciar e ter sucesso na carreira. Então acompanhe!

Aposte na ousadia

Se você não ousar e for assertivo, dificilmente alcançará bons resultados. “Ousadia requer sabedoria, o que significa aceitar os desafios impostos pelo mercado, abrindo portas para novas oportunidades”, acredita Luciana Ferreira, coach e presidente do Grupo Elemento RH.

Foque na comunicação

A boa comunicação é essencial. Por isso, vale se atentar à postura que adota, a suas atitudes e crenças, bem como a seus valores. Uma comunicação assertiva transmite o poder de convencimento e é por meio dela que o profissional consegue realmente se destacar. “Uma boa comunicação define seu sucesso ou fracasso”, resume Ferreira.

Exerça a humildade

É fato: ninguém chega a um limite máximo de conhecimento adquirido. Há sempre algo para aprender. Nesse sentido, o compartilhamento de conhecimentos costuma gerar ótimos resultados, além de possibilitar seu crescimento profissional.

Mire na excelência

Procure se manter constantemente atualizado, sempre buscando novos aprendizados. Dê seu melhor em tudo o que fizer, por mais que a tarefa pareça simples. Mirando na excelência é que você conseguirá alcançar o merecido reconhecimento de suas competências.

Promova o autoconhecimento

Que história você quer contar daqui a 10 anos? Como você quer ser lembrado? “O autoconhecimento é essencial para se posicionar no mercado de trabalho, além de ajudar a enfrentar desafios e mostrar seu diferencial”, afirma Ferreira.

Planeje sua carreira

É essencial fazer um bom planejamento para sua carreira. Para tanto, se estiver em busca de recolocação, meça os resultados do seu desempenho durante os processos seletivos pelos quais passar. Por outro lado, se já estiver no mercado, busque feedbacks da chefia. Isso servirá como um mapa para orientá-lo, ajudando-o a subir, degrau por degrau, até que atinja seu objetivo.

Aplique o autofeedback

Essa é uma etapa extremamente importante: analise quais são seus pontos positivos e negativos, observe seus aprendizados e reflita sobre seu desempenho. Esse processo de reflexão trará insights de estratégias assertivas e pontuais para ajudá-lo a atingir seu objetivo.

Aproveite as oportunidades

Crie oportunidades aproveitando ao máximo todas as chances que se apresentarem a você. Afinal, carreiras de sucesso não dependem apenas de planejamento. Na prática, as pessoas precisam se desenvolver, segundo Roberta Omeltech, CEO da Omeltech Desenvolvimento.

Mude seu pensamento

Esse é um fator crítico. Na opinião de Omeltech, atualmente, as empresas precisam que seus colaboradores realizem mais atividades que aquelas listadas no descritivo de cargos. Portanto, mudar seu pensamento, encontrando disposição para fazer mais sem necessariamente ganhar mais por isso é um ponto crucial nos dias de hoje.

Procure se capacitar

A capacitação sempre foi importante e continuará sendo. Aprender como fazer a mesma tarefa de maneira melhor ou aprender a realizar novas tarefas é fundamental para qualquer profissional. Por essas e outras, cursos de atualização, de pós-graduação e especializações são sempre bem-vindos!

Administre seu tempo

A administração adequada do tempo é uma ferramenta importante nesse momento. Isso porque, mesmo com a sobrecarga de trabalho, dar conta de todas as atividades no prazo continua sendo fundamental.

Invista na proatividade

Nesse momento em que as empresas enfrentam escassez de recursos e precisam fazer um esforço muito maior para manter seu faturamento, fazer apenas o que é pedido não é o suficiente”, diz a coach Vivian Sant’Anna.

Observe seu comportamento

É crucial manter boas relações no ambiente de trabalho. Sabia que grande parcela das demissões se dá por questões comportamentais e não por falta de capacidade técnica? “Se você não se integra com seu gestor ou com sua equipe, se tem dificuldade de relacionamento com a cultura da empresa ou com as pessoas à sua volta, é hora de repensar suas atitudes”, recomenda Sant’Anna.

Ative seus contatos

O networking é construído no dia a dia. Ao contribuir com as pessoas, você ativa o gatilho da reciprocidade e, com certeza, será recomendado quando (e caso) precisar. O que não pode acontecer é se lembrar de atualizar o perfil no LinkedIn apenas quando for demitido.

Repense suas atitudes

Se você é da área de vendas ou trabalha como autônomo, provavelmente precisará intensificar suas prospecções para obter os mesmos resultado que obtinha antes da crise. Por isso, prepare-se para falar com mais pessoas que de costume, estudar ferramentas importantes para o mercado e saber como mostrar seu valor para chefia e clientela.

Mantenha o equilíbrio

Em momentos de dificuldades e incertezas, são diversas as emoções que surgem. De acordo com a psicóloga e coach de carreira Jane Gonçalves Vilaça da Silva, o importante é, “mesmo que a situação seja desconfortável, procurar manter o equilíbrio e saber lidar com seus sentimentos”.

Valorize a lealdade

Mostre exatamente quem você é, não foque em rivalidades com as pessoas e não faça comparações nem mau juízo dos outros. Procure dar o que tem de melhor”, afirma Priscila Asimoto, psicóloga e coach membro da Sociedade Brasileira de Coaching.

Como explica Marcelo Lico, sócio fundador da Crowe Horwath no Brasil, manter-se no mercado de trabalho é uma tarefa que demanda busca constante por aprendizado e crescimento. “Independentemente da crise econômica, o bom profissional deve ter fome de aprendizado e estar sempre se reciclando. Também deve mostrar resultados com a entrega de suas tarefas nos prazos combinados e, sempre que possível, surpreendendo positivamente seus superiores”, diz.

É fato que a crise econômica também gera oportunidades. Afinal, com a saída de muitos, os espaços precisam ser ocupados. Nesse contexto, aqueles que possuírem as características para liderar novos desafios serão reconhecidos e terão suas carreiras alavancadas”, aposta Denilson Grecchi, especialista do Grupo Bridge.

E aí, qual das nossas dicas chamou mais sua atenção? Em que ainda precisa trabalhar para se manter tranquilo no mercado? Aproveite o momento para curtir a nossa página no Facebook e não perder nenhuma oportunidade de alavancar sua carreira!

 

Entenda qual é o momento ideal para fazer uma pós-graduação

A valorização da educação no Brasil e o crescimento do número de cursos e instituições de ensino superior nos últimos anos levaram a um aumento considerável de diplomados no país. Não é de se estranhar, portanto, que o mercado de trabalho tenha evoluído suas exigências, a fim de manter a competitividade entre os profissionais. É nesse contexto que muita gente já com o diploma na mão fica sem saber como dar o próximo passo para continuar avançando na carreira.

Para quem está nessa situação, o objetivo final pode até ser claro: é preciso conquistar mais qualificação para se manter na subida. Na prática, porém, o caminho até lá representa um dilema e tanto. Afinal de contas, quando é a hora certa para investir em uma pós-graduação? E qual é o tipo de pós ideal para cada momento da vida profissional? Para ajudá-lo a responder a essas e muitas outras dúvidas sobre as próximas etapas da sua vida profissional, compartilharemos aqui tudo o que você precisa saber sobre os diferentes tipos de pós-graduação, assim como quando, onde e por que fazer a sua! Acompanhe e se prepare para alavancar sua carreira!

Quais são os tipos de pós-graduação?

Você por acaso sabe qual é a diferença entre cursos lato sensu e stricto sensu? E entre um MBA, uma especialização, um mestrado profissional e um acadêmico? Trazemos a seguir um beabá do mundo da pós-graduação para ajudá-lo a entender qual desses diplomas é o melhor para você. Veja só:

Lato sensu: especializações e MBA

Começando pelo nome, é interessante saber que lato sensu é uma locação latina que significa sentido amplo ou geral. Os cursos de pós-graduação desse tipo são, portanto, aqueles voltados à aplicação de um conhecimento mais abrangente na realidade que você enfrenta no dia a dia do trabalho. Segundo o Ministério da Educação, a pós lato sensu é aberta a quem é formado na graduação, devendo ter uma duração mínima de 360 horas e ser oferecida por instituições de ensino superior. Além disso, quando o profissional termina esse tipo de curso, recebe um certificado no lugar de um novo diploma.

Dentro desses requisitos, são reconhecidos os MBAs e as especializações. Descubra qual é a diferença entre eles aqui:

Especialização

Dedicadas a ampliar as habilidades e os conhecimentos do profissional dentro de determinada área de atuação, as especializações são ideais para quem já tem certa experiência no mercado e quer se aprofundar para continuar crescendo. Representando o primeiro degrau na escada da pós-graduação, esse tipo de curso é excelente para ganhar mais base prática e teórica, a fim de dar um upgrade no currículo e ter mais segurança no trabalho, sem correr o risco de prejudicar seu desempenho profissional pela dedicação aos estudos. Trata-se, então, de uma pós mais flexível, com um nível de exigência mais baixo que outros tipos, mas que o ajudará a impulsionar sua vida profissional.

Para você ter uma ideia mais concreta, separamos aqui alguns tipos de especialização em gestão:

  • Gestão de negócios;

  • Gestão em saúde;

  • Gestão financeira;

  • Gestão de relações de trabalho;

  • Gestão in company.

Geralmente, ao final da especialização, é preciso elaborar um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para ganhar a certificação de especialista. Além disso, com esse curso no currículo, você pode não só exercer cargos de gestão e liderança na empresa em que trabalha, como ainda ser professor de especialização lato sensu.

MBA

O Master of Business Administration (MBA) é um tipo de pós-graduação internacional voltada, como o próprio nome já indica, à gestão de negócios. E por mais que o nome contenha o termo master (mestre) e o MBA realmente seja visto como um mestrado no exterior, aqui no Brasil faz parte dos cursos de pós-graduação lato sensu. Isso acontece basicamente pelas diferenças entre os critérios que distinguem os cursos lato e stricto sensu no nosso país e lá fora. Por aqui há instituições que oferecem cursos de MBA que, apesar de não serem mestrados no Brasil, estão de acordo com o padrão internacional.

Dito isso, é importante saber ainda que existem 2 tipos diferentes de MBA:

  • O MBA tradicional, que geralmente exige dedicação exclusiva por parte do aluno, tem duração de cerca de 2 anos e é ideal para quem ainda não está inserido no mercado ou tem pouca experiência, querendo se qualificar mais antes de começar a trabalhar;

  • E o chamado MBA executive, voltado para quem já está atuando profissionalmente e quer usar o curso para subir na carreira sem precisar interrompê-la, estudando assim em um programa mais pragmático, que permite conciliar estudos e trabalho, sem perder no quesito qualidade de ensino.

Stricto sensu: mestrado e doutorado

Opondo-se a lato sensu, a locução stricto sensu significa, como você já deve estar imaginando, sentido restrito. E, de fato, esse tipo de pós é mais aprofundado que a especialização ou o MBA. Quem se forma em um curso desses sai da instituição de ensino com um diploma e um título de mestre ou doutor. Além disso, as exigências do MEC para a pós stricto sensu também são diferentes: elas precisam ser aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação e devem ter nota acima de 3 nos relatórios avaliativos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

De maneira geral, essa pós exige mais dedicação do participante, mas também dá mais peso ao currículo no quesito formação acadêmica. Ainda assim, é importante entender que há diferentes tipos de pós-graduação stricto sensu para profissionais com diferentes necessidades. Confira:

Mestrado

O primeiro nível da pós-graduação stricto sensu é o mestrado, que tem duração de pelo menos 2 anos, podendo se estender por mais um semestre, se necessário. Nesse caso, você pode escolher entre 2 tipos de diploma:

  • Mestrado acadêmico, aquele tradicional, em que você ganha muita base teórica e faz uma pesquisa (não necessariamente inédita) que culmina na defesa de uma dissertação;

  • Mestrado profissional, com ênfase na capacitação e aplicação do conhecimento no mercado. O TCC pode ser uma dissertação ou outro tipo de trabalho mais prático, que também deve ser defendido diante de uma banca.

É claro que seu objetivo final é o que vai guiá-lo para a escolha de um ou outro tipo de mestrado. Pense bem: sua intenção é continuar no mundo da pesquisa acadêmico-científica ou atuar diretamente no mercado? Mas vale lembrar que ambos têm a mesma validade e lhe darão o mesmo direito de continuar adiante no doutorado.

Doutorado e pós-doutorado

Por fim, chegamos à reta final da pós-graduação: o doutorado. Por mais que normalmente só possa entrar nesse tipo de curso quem já tem o título de mestre stricto sensu, também existe a possibilidade de fazer um upgrade para o doutorado em casos muito especiais — quando o aluno de mestrado demonstra já estar apto a elaborar uma tese no lugar de uma dissertação. Aliás, essa é uma das novidades para quem busca o título de doutor: nesse curso, que costuma ter duração de 4 anos, é preciso realizar uma pesquisa para defender uma tese de caráter inédito ao final — em vez de uma dissertação, como no mestrado.

Finalmente, quem já fez o doutorado pode escolher continuar se aperfeiçoando por meio de pesquisas de pós-doutorado. Essas, porém, não visam a obtenção de nenhum título, mas sim a continuidade do aprendizado e a comprovação de excelência em determinada área de conhecimento.

Como escolher uma pós-graduação?

Depois de conhecer mais sobre os principais tipos de pós-graduação, suas diferenças e propostas, é hora de ir adiante e começar a refletir sobre qual delas é a melhor opção para você. Para isso, sugerimos que você pese o seguinte:

Interesses e objetivos profissionais

Já vimos até aqui que o principal critério que o guiará na hora de decidir por uma especialização, um MBA ou um mestrado deve ser aquilo que você almeja na sua carreira, certo? Mas como exatamente essa decisão acontece? De maneira bastante geral, podemos dizer que a primeira pergunta a ser feita diz respeito a seu gosto pelo meio acadêmico e seu desejo de continuar ou não na universidade.

Se houver algum interesse em seguir pesquisando depois da pós ou mesmo em dar aulas no ensino superior, começar diretamente na pós-graduação stricto sensu pode ser a melhor opção. Por outro lado, se você não vê seu futuro na universidade e tem certeza de que quer é continuar crescendo no mercado de trabalho, a especialização ou o MBA provavelmente são seu roteiro ideal. Para decidir entre um e outro, leve em conta questões como a validade internacional do segundo e sua relação direta com o mundo dos negócios. É isso o que te atrai?

Na dúvida, o mestrado profissional pode ser um excelente meio-termo para quem não quer perder a oportunidade de conquistar seu diploma stricto sensu, mas também não está seguro de que gostaria de mergulhar tão fundo na teoria e na pesquisa acadêmica. Além disso, vale ressaltar que nenhuma dessas decisões precisa ser definitiva. Afinal, caso seus objetivos e sonhos para o futuro mudem, nada impede que você volte aos estudos e trace um caminho diferente. Longe de prejudicá-lo, a passagem por diferentes áreas e cursos só enriquecerá sua formação!

Alinhamento entre graduação e pós

É claro que você não necessariamente precisa seguir na pós-graduação a mesma rota que já começou a traçar na faculdade. No entanto, não deixe de considerar aliar um e outro para sair em vantagem nos estudos. Idealmente, é muito positivo conseguir aproveitar, durante a pós, aquilo que se aprendeu na graduação. Há inclusive pessoas que saem na frente ao desenvolver trabalhos já começados no TCC do bacharelado ou em alguma pesquisa de iniciação científica da faculdade.

Ainda assim, a decisão a respeito do que estudar na pós-graduação deve conciliar histórico, interesses pessoais e profissionais, além de demanda no mercado — principalmente se você já está inserido nele e, por isso, sabe quais necessidades precisam ser supridas. Esses fatores podem influenciar desde o curso escolhido, passando pela área de concentração até chegar à pesquisa realizada.

Quando se tem objetivos profissionais cuidadosamente delineados, fica bem mais fácil bolar um percurso acadêmico coerente, da graduação ao pós-doutorado, se for o caso. Por isso, não deixe de refletir com atenção, agora, sobre o que você gostaria de fazer daqui a alguns anos.

Importância do momento adequado

Por último, é importante considerar ainda seu momento na vida profissional antes de partir para a pós. Entender que vantagens a formação trará para o futuro que você imaginou é essencial, assim como analisar se esse é ou não o momento de interromper a carreira para estudar com maior dedicação ou apenas conciliar estudos e trabalho em um curso mais flexível. Considere, ainda, se não vale a pena esperar um pouco mais para ganhar experiência no mercado e conseguir se decidir com mais segurança pela pós. Quem sabe você consegue realizá-la com o apoio da empresa, por exemplo?

Como se trata de uma decisão bastante pessoal, contar com o aconselhamento de um profissional de coaching ou mesmo procurar conversar com alguém da própria instituição de ensino pode ajudar a entender quando exatamente é o momento certo para que você entre em cada tipo de pós-graduação.

Por que fazer uma pós-graduação?

Independentemente do percurso que você decidir fazer na pós-graduação, essa nova etapa da sua formação certamente trará grandes vantagens. E para motivá-lo a ir adiante, separamos algumas delas a seguir. Acompanhe:

Ampliação do networking

Qualquer que seja seu futuro na profissão, travar contatos importantes na área é sempre muito positivo para continuar avançando. E a pós-graduação é uma ótima maneira de fortalecer esse networking. Lá, você terá a oportunidade de conhecer professores, colegas de classe, palestrantes, pesquisadores e muitos outros profissionais com quem poderá contar quando precisar de alguma referência, parceria, colaboração, indicação ou mesmo aconselhamento.

Aprimoramento do currículo

Não se engane: tempos de crise também são tempos de mudanças e oportunidades para quem sabe aproveitá-las. Afinal, além de estar em constante oscilação, o mercado também está em busca de profissionais qualificados para lidar com imprevistos e inovar mesmo nas circunstâncias mais complicadas. Nesse contexto, ter um currículo competitivo, com experiência profissional aliada a uma formação completa, não é apenas uma saída para o caso de você precisar pensar em um plano B na carreira e mudar de emprego, mas um indicativo de que você tem algo a mais a oferecer e conhecimentos que podem ajudar as empresas a enfrentarem a adversidade.

Lembrando que a vantagem vale, inclusive, para quem continua firme no mesmo emprego e em qualquer que seja o contexto econômico, já que a pós-graduação também é levada em conta pelos chefes na hora de oferecer uma promoção. Então nada de se acomodar, combinado?

Destaque na área

Na subida pela vida profissional, chega um momento em que é preciso mais que apenas experiência para seguir adiante. E é justamente nessa hora que a pós-graduação pode se mostrar como o que faltava para você se destacar na sua área. Os estudos vão ajudá-lo a entender seu trabalho sob novos pontos de vista, dando o apoio necessário para agir mais assertivamente, ainda permitindo que você comece a almejar cargos de liderança ao oferecer à sua formação um complemento em gestão, por exemplo. Atualização, experiência prática, conhecimento técnico e familiaridade com tendências e nomes da área: a pós dá e você aproveita!

Oportunidade de mudança

A pós também representa uma porta para quem está se desviando da sua área original de formação, mas não tem disponibilidade para voltar à graduação. Trata-se de uma chance de aproveitar os conhecimentos que você já tem e uni-los a ideias atualizadas, a fim de conquistar novas funções com muito mais autoridade e segurança.

Em quanto uma pós-graduação aumenta o salário?

Outro ponto importante a ser considerado por quem está se perguntando se realmente chegou a hora de investir em uma pós-graduação é a questão financeira. Você sabe qual é o impacto real da pós no salário? Em uma pesquisa realizada no mercado brasileiro e divulgada pela Revista Exame em 2014, dados mostraram que o ganho dos executivos com uma pós-graduação é, sim, maior que aquele de quem só passou pela faculdade uma vez, aumentando proporcionalmente ao nível da pós.

Tais números indicam que profissionais com uma pós-graduação ganham, em média, 80% a mais que aqueles que têm apenas a graduação no currículo. Já aqueles com mais de uma pós ganham 140% a mais que quem só é graduado. E os profissionais com mestrado e/ou doutorado chegam a ter um salário 160% mais alto. E pesquisas realizadas no exterior também mostram que, fora daqui, a pós-graduação tem um impacto significativo nos ganhos de profissionais de diversas áreas ao longo de suas carreiras.

Como escolher a melhor instituição de ensino?

Agora que você já está bem mais por dentro do universo da pós-graduação, sabe quando e por que investir em uma e conhece os diferentes diplomas e certificações existentes, é preciso começar a pensar em como colocar esse plano em ação. Para isso, selecionar a instituição de ensino em que você vai estudar é quase tão importante quanto o tipo de curso escolhido.

Pensando nessa etapa, separamos aqui alguns dos pontos que você deve levar em consideração na hora de fazer essa escolha. Veja:

Qualidade de ensino

A Capes conta com uma plataforma própria que possibilita checar a avaliação de todos os cursos de pós-graduação do país, com notas de 3 a 7 nas categorias mestrado acadêmico, mestrado profissional e doutorado. Além disso, verificar a grade curricular dos cursos também pode dar ao menos uma ideia básica sobre sua qualidade.

Reputação no mercado

Esse é um critério um pouco mais subjetivo e, portanto, mais difícil de ser verificado. Para conhecer a reputação de uma instituição de ensino superior (IES) no mercado, pesquise referências tanto on-line como off-line sobre a instituição e seus cursos, além de conversar com profissionais da área e recrutadores para saber que escolas eles mais valorizam. Geralmente, no próprio site das instituições de ensino, é possível encontrar referências, certificações, presença em rankings e outras informações que comprovem seu renome.

Currículo dos professores

Conhecer os professores do curso e seu histórico acadêmico e profissional é outra forma de afunilar as instituições de ensino mais interessantes para, enfim, conseguir escolher a melhor. Verifique se o site da IES conta com essas informações (o que já é um bom sinal), leia o currículo dos professores na plataforma Lattes (se houver) e procure saber mais sobre as pesquisas realizadas pela instituição.

Nível da infraestrutura

A instituição oferece bibliotecas, auditórios, salas de aula confortáveis e outros espaços necessários para apoiar os participantes nos estudos? A localização do campus atende às suas necessidades? Uma simples visita à escola pode ajudá-lo a responder a essas questões com mais segurança.

Cooperação internacional

Outro indicativo de que uma instituição de ensino pode dar a você aquilo de que precisa para alavancar sua carreira é sua relação com escolas fora do país. Parcerias para a realização de pesquisas, assim como colaboração em programas internacionais com entidades estrangeiras de renome são sinais de competência e possíveis oportunidades para que você enriqueça ainda mais sua formação.

Compatibilidade com objetivos

Finalmente, insistimos mais uma vez na necessidade de pesquisar sobre os diferentes cursos oferecidos pelas instituições para encontrar aquele que mais tem a ver com o que você precisa. Conheça a grade, as exigências e a flexibilidade dos programas, entenda como o curso afetará seu trabalho (enquanto estiver estudando e depois de concluí-lo) e, sobretudo, tenha certeza de que você poderá aproveitá-lo ao máximo para impulsionar sua carreira — seja pelo networking, aliando seu TCC ao que você já faz na empresa ou aplicando o conhecimento obtido diretamente no seu dia a dia.

Nesse cenário global em que educação e atualização constante ganham cada vez mais importância para quem quer continuar subindo na profissão, não restam dúvidas de que a pós-graduação é um caminho certeiro em direção ao sucesso. E agora que você já sabe tudo isso sobre os tipos de pós-graduação, suas vantagens e particularidades, basta escolher a rota a seguir e partir para um futuro bem-sucedido!

Só não se esqueça de comentar aqui nos contando se ainda ficou com alguma dúvida! Compartilhe conosco suas impressões sobre o assunto e continue acompanhando nosso blog!

 

Afinal, o que é autogerenciamento?

Diante de um mercado de trabalho cada vez mais exigente, o individualismo, a competição e a pressão por resultados se tornam ainda mais marcantes, transformando a inteligência emocional em um quesito indispensável a quem quer alcançar uma carreira de sucesso e um futuro promissor. O detalhe é que colocá-la em prática não é uma tarefa fácil! Para isso, é preciso investir em técnicas de autogerenciamento.

Quer entender melhor o que isso significa e como essa estratégia pode ser determinante para uma vida mais balanceada e uma carreira bem-sucedida? Acompanhe o nosso post!

Afinal de contas, o que é autogerenciamento?

O gerente de uma empresa precisa ter controle sobre todos os departamentos e administrar de forma eficiente toda as rotinas e responsabilidades desse local. Pensando nesse exemplo, é possível entender o conceito de autogerenciamento como nada mais que a capacidade de gerenciar a si mesmo, conhecendo suas forças e seus pontos fracos, tendo disciplina, comprometimento e organização para cumprir obrigações e controlar emoções.

Existe, portanto, uma correspondência entre o autogerenciamento e a automotivação, a autocrítica, a resiliência e a firmeza de propósito, elementos que formam a inteligência emocional.

No universo corporativo, isso está atrelado ao entendimento das expectativas da organização em relação à atuação de suas equipes. Assim, o profissional pode aperfeiçoar a própria performance, sempre com a intenção de superar tais expectativas por meio do talento e da determinação.

O autogerenciamento é, portanto, um dos pilares do plano de carreira e do plano de desenvolvimento individual, que devem considerar ambições, vocações, preferências e deficiências. Isso sem contar que suas técnicas também permitem que o profissional estabeleça metas pessoais com mais clareza, conquistando-as por meio um planejamento verdadeiramente eficaz — incluindo estratégias, ações e prazos a serem cumpridos. Forma-se, dessa maneira, um ciclo de aperfeiçoamento constante.

Como começar a colocá-lo em prática?

Principalmente, quando é preciso lidar com muitas demandas e exigências, trazer o autogerenciamento para o dia a dia pode ser a maior dificuldade dos profissionais. No entanto, colocar essa técnica em prática pode ajudar a aliviar todo esse peso e trazer outros benefícios no longo prazo. Confira nosso passo a passo e mãos à obra!

Conheça suas emoções

Inteligência emocional é a capacidade de ser mais perceptivo com suas emoções em vez de direcionar frustrações, raiva e até mesmo sentimentos que parecem inofensivos a outra pessoa ou situação. Autoconhecimento e autorregulação: essas são palavras-chave para quem deseja ter inteligência emocional.

Mas atenção: além de entender quais são suas habilidades, competências e limitações, conhecer a si mesmo também significa entender suas emoções e os gatilhos que as ativam. Por isso, no seu dia a dia, questione-se.

Procure identificar aquelas situações que te tiram do sério ou elevam sua satisfação e avalie tanto os comportamentos que dificultam sua melhoria como os que prejudicam seus relacionamentos ou seu desempenho profissional. E o mais importante: entenda o porquê de cada um deles! Essa autoconsciência o colocará no controle de suas emoções em todos os aspectos da sua vida.

Cuide dos seus relacionamentos

Ter empatia sobre o outro e capacidade de gerenciar seus relacionamentos (tanto na vida pessoal como no trabalho) também são elementos importantes da inteligência emocional. E essa capacidade está muito associada ao autoconhecimento, afinal, antes de lidar com as situações e desenvolver uma percepção sobre o mundo, é preciso entender a si mesmo e a responsabilidade das suas ações como parte de uma sociedade.

No ambiente de trabalho, por exemplo, quantas pessoas vivem estressadas por não conseguirem transmitir ao chefe ou aos colegas aquilo que as incomoda. Pior ainda, há quem se estresse por descontar no emprego problemas que afligem sua vida pessoal.

Entenda desde já: o autogerenciamento também está associado a uma mudança de postura diante das pessoas que o cercam. Saber ouvir, entender o posicionamento e a história de vida do outro e, diante dos conflitos, avaliar sua responsabilidade, repensando suas ações. Muitas vezes, deixar o orgulho de lado e partir para uma conversa franca é a melhor maneira de resolver situações que afetam seus relacionamentos e trazem um desgaste emocional desnecessário.

Reavalie suas metas

Viajar, entrar na academia ou fazer um curso de inglês: esses objetivos podem ser colocados em prática desde já! No entanto, metas relacionadas à carreira, como mudar de emprego ou conseguir uma promoção, não são imediatas. Elas precisam de dedicação e tempo. E para que esse tempo valha a pena e os resultados sejam os esperados, é preciso se planejar e, especialmente, reavaliar suas metas com frequência. 

Aqui surge uma dica de ouro: suas metas devem seguir a linha SMART — sigla para Specific (específica), Mensurable (mensurável), Attainable (atingível), Relevant (relevante) e Time-based (temporal). De acordo com esse modelo, uma meta como aprofundar os conhecimentos na sua área se transforma em começar uma especialização em gestão, com ênfase em negócios, finanças, marketing, pessoas e projetos, dentro dos próximos 3 meses. Percebeu a diferença?

É simples: em vez de criar metas abstratas, que podem ser realizadas em um futuro incerto e de muitas formas diferentes, você cria um objetivo visual, específico, relevante para sua carreira e mais fácil de ser realizado, já que conta com caminho e prazo estabelecidos. Dessa forma, você diz a seu subconsciente o que realmente quer e se predispõe a encontrar maneiras de alcançar esse objetivo.

Mantenha os pés no chão

Como complemento ao tópico anterior, é importante que seus propósitos também sejam realistas, possíveis de serem alcançados. Criar metas fora da realidade ou viver a vida sem manter o pé no chão não são características de quem se autogerencia. Isso sem contar que esse rumo costuma ser fonte de frustração.

O primeiro passo para fugir de comportamentos ilusórios consiste em encontrar respostas sinceras para questões envolvendo fortalezas e fraquezas tanto pessoais como profissionais. Exercer uma boa gestão sem ter a capacidade de se comunicar com clareza com as pessoas a seu redor, por exemplo, é quase impossível no mercado atual. 

Iludir-se, acreditando que o mundo se adaptará a você, é sinônimo de perda de tempo e energia. Melhor usar essa energia para investir em capacitação, em leitura, em conectividade, em programas culturais e em melhorias para si mesmo! Essa reavaliação também inclui uma mudança na maneira de pensar. Assim, em vez de criar objetivos sem sentido ou que correspondem a expectativas alheias, você deve olhar melhor para si mesmo, procurando entender o que é realmente importante.

Saia da sua zona de conforto

Não adianta conhecer técnicas de autogerenciamento se você continua incapaz de colocá-las em prática. Autogerenciar-se é um trabalho que exige foco, disciplina e, principalmente, persistência. Diante desse cenário, não há espaço para apatia, vitimismo e procrastinação. Lembre-se de que ações iguais produzem resultados iguais.

Vamos supor que você aspira um cargo melhor na sua empresa. O que é necessário para fazer isso acontecer? Capacitar-se, aprender um novo idioma, desenvolver novas habilidades? Corra atrás! Quanto mais conhecimento técnico você adquirir, mais próximo poderá ficar de conseguir essa promoção. Essa mudança comportamental é muito importante para todos os profissionais, pois propicia um aumento significativo da produtividade individual, impactando também no rendimento coletivo.

Não tem como escapar: para realmente entender o que é autogerenciamento, o profissional deve abandonar definitivamente sua zona de conforto, abrindo-se para novas possibilidades com disposição e sede de aprendizado.

Monitore seu desenvolvimento

Para acelerar a concretização das suas metas e manter a qualidade de suas ações, monitore sempre seu desenvolvimento. É importante nunca se contentar com resultados que não vão bem. Tenha em mente que tudo pode ser transformado, eliminado ou melhorado, por mais difícil que pareça a princípio.

No caso da sua carreira, assuma uma postura proativa, que inclui conhecer o mercado, identificar oportunidades, definir metas, estabelecer um planejamento, alimentar a automotivação, admitir falhas, evitar improvisos, monitorar seus resultados e, claro, corrigir erros. Com essa nova postura, por meio de empenho, foco, eficiência e consequente entrega de resultados realmente expressivos, você conseguirá alavancar sua carreira!

Busque ajuda quando preciso

Nem sempre é fácil entender a si mesmo ou manter uma atitude positiva. Nesses casos, quando as coisas parecem mais difíceis que o normal, procurar auxílio profissional pode ser a melhor solução. Escolher esse caminho permite que você construa uma visão mais realista sobre si mesmo.

Uma vez que as técnicas de autogerenciamento estão fundamentadas no autoconhecimento, trabalhar em parceria com um psicólogo ou um coach de carreira, bem como pedir feedbacks das pessoas próximas a você pode ajudar a identificar potenciais e limitações, inclusive dando aquele empurrãozinho que faltava para mudar aquilo que te impede de crescer.

Quais os resultados do autogerenciamento?

Diante de um mercado de trabalho cada vez mais exigente, a manutenção da empregabilidade e a conquista de novas oportunidades passam a depender da própria capacidade do profissional em se desenvolver e se destacar. Pensando nisso, autogerenciar-se é uma oportunidade de:

Desenvolver habilidades e competências

Acelerada pelo avanço da tecnologia, pela conectividade, pelo fácil acesso à informação e pelo surgimento de novas demandas e prioridades, a sociedade moderna está em constante transformação. E esse movimento automaticamente exige uma rápida absorção tanto do universo corporativo como do ambiente empreendedor.

Pode acreditar: pessoas que aplicam técnicas de autogerenciamento no seu dia a dia conseguem criar ou desenvolver habilidades com muito mais eficácia. Dentre as habilidades mais marcantes estão: o foco, a disciplina, a proatividade, o senso de oportunidade, a capacidade de realização e o poder de superação.

Ao reconhecer as próprias limitações, o profissional também passa a dedicar mais atenção ao planejamento e ao desenvolvimento de características específicas. Investe, então, em cursos de especialização, graduação, pós-graduação e idiomas, por exemplo, além de focar em competências como liderança, empatia, escuta ativa, persuasão e poder de decisão. Constrói, assim, um perfil mais completo, que atende às exigências do mercado.

Aumentar a capacidade de aprendizado

A essa altura, você deve ter percebido que todo processo de autogerenciamento passa por fases de conhecimento, seja sobre técnicas da profissão, sobre o mercado, sobre metas pessoais ou, o mais importante, sobre si mesmo. Justamente nesse contexto, é fundamental desenvolver o equilíbrio e o amadurecimento. Para chegar a esse patamar, é preciso passar por um processo de aprendizado baseado no autoconhecimento para então construir um modo diferente de pensar e reagir aos acontecimentos do cotidiano.

Diferentemente do que muitas pessoas pensam, aprender é um exercício de disciplina que leva tempo. Pense bem: ninguém se torna especialista em determinada área, aprende uma nova língua ou se transforma em um guru espiritual da noite para o dia. É preciso praticar e corrigir falhas diariamente.

De fato, autogerenciar-se envolve aumentar todos os dias seu poder de aprendizado, transformando essa experiência em uma jornada transformadora, um exercício de disciplina que trará resultados positivos em todos os aspectos da sua vida!

Melhorar o desempenho profissional

Independentemente da meta estabelecida, o autogerenciamento passa a ser um grande aliado na reorganização das tarefas, na definição de prioridades, na administração do tempo e, em especial, na adoção de um comportamento mais confiante para conseguir alcançar o objetivo.

Juntos, todos esses elementos se traduzem em uma visível melhora no desempenho do profissional. Com eles, há um aumento significativo da produtividade, da motivação com o trabalho e de uma atuação de destaque, facilitando a conquista de novas oportunidades de ascensão e permitindo que o profissional assuma de vez o protagonismo da sua própria carreira em vez de simplesmente ficar à mercê das oportunidades.

Ganhar satisfação pessoal

Além de todos os benefícios já citados neste post, técnicas de autogerenciamento ainda garantem mais satisfação pessoal. Afinal, como o planejamento das metas é feito com base no autoconhecimento, há, assim, um alinhamento entre motivações, princípios, valores pessoais e a própria carreira. Dessa maneira, o profissional se torna mais comprometido e engajado com seus objetivos.

Tais técnicas também permitem que o profissional canalize suas energias de forma positiva, tornando-se, assim, uma pessoa capaz de produzir mais e melhor, explorando suas competências e evitando distrações. Outro aspecto importante do autogerenciamento é que ele envolve uma nova visão sobre os fatos do dia a dia, tornando o indivíduo mais positivo e pronto para enfrentar as adversidades, bem como mais proativo e satisfeito consigo mesmo.

Fortalecer o plano de carreira

Por último, vale salientar que o conceito de sucesso pode ter diferentes definições, variando de indivíduo para indivíduo e de momento para momento. Afinal, essa percepção está diretamente vinculada a perspectivas, crenças e valores pessoais.

Um dos maiores benefícios do autoconhecimento associado a técnicas de autogerenciamento é visto em forma de capacidade de traduzir essa definição para o profissional em planos de carreira e de vida precisos. Dessa forma, é possível garantir uma trajetória vitoriosa para todos aqueles que realmente entendem quem são e qual é a importância de se melhorarem em prol do crescimento e do desenvolvimento profissional.

Gostou das nossas dicas sobre o autogerenciamento? Quer entender mais sobre esse e outros assuntos? Aproveite para assinar a nossa newsletter e receber atualizações sobre o tema em primeira mão!

Gestão de pessoas: 14 dicas para liderar uma equipe de sucesso

Está focado em crescer na carreira e, quem sabe, se tornar um gestor? Então a liderança é uma habilidade indispensável para que consiga atingir sua meta! O papel do gestor é, basicamente, garantir que haja coesão e progresso contínuo no trabalho desempenhado pela equipe, mesmo que os colaboradores sejam muito diferentes uns dos outros.

Para isso, grande parte do trabalho de um líder sai do campo das atividades técnicas, indo em direção à gestão de pessoas. É exatamente esse direcionamento que levará seu time ao sucesso. Quer saber, na prática, como isso é feito? Então confira agora mesmo as nossas 14 dicas de gestão de pessoas!

1. Preste atenção à formação da equipe

Uma das dicas de gestão de pessoas mais importantes começa já mesmo no processo seletivo. São muitos os gestores que pecam ao achar que não há segredos para uma boa contratação e que acreditam que qualquer probleminha pode ser consertado com o tempo. Mas na verdade, com o passar do tempo, esse “problema” pode se transformar em uma bola de neve.

De fato, algumas lacunas em relação a conhecimentos técnicos ou questões comportamentais por pura inexperiência podem sim ser corrigidas. Porém, se o profissional não compartilha dos valores e da ética de trabalho ou não acredita na missão da empresa, não há como fazer mudanças e a convivência se tornará impossível. O pior é que ainda pode afetar negativamente o desempenho do restante do time.

Então nada de analisar só o currículo dos candidatos no recrutamento, ok? O ideal é desenvolver métodos para identificar também seu perfil pessoal.

2. Promova o desenvolvimento de competências

Você pode aumentar ainda mais o potencial de sucesso dos seus colaboradores ao promover ações formais para o desenvolvimento de novas competências e a aquisição de conhecimentos relevantes. Para proporcionar esse crescimento existem diversas alternativas. Por exemplo: que tal estabelecer um programa de educação corporativa, com palestras, treinamentos e workshops na empresa?

Você também pode oferecer subsídios para os colaboradores que desejem se qualificar de outras maneiras, como fazer um curso de idiomas ou uma especialização.

3. Procure dar bastante feedback

Tanto positivos como negativos, os feedbacks podem ajudar (e muito) na melhoria contínua da equipe. Afinal, é a partir de avaliações e comentários que os colaboradores conseguem saber com clareza o que precisam mudar e o que está dando certo.

Manter uma comunicação aberta e transparente é essencial, mesmo quando o elogio ou o conselho parece ser óbvio. Além do mais, o feedback ainda demonstra que o trabalho de cada um vem sendo atentamente acompanhado e valorizado.

4. Conheça e confie nos colaboradores

O pior erro que um gestor pode cometer é não conhecer as forças e fraquezas da sua equipe ou não confiar em cada membro do time. Essa postura cria um afastamento que, consequentemente, distancia ainda mais as duas partes. É simplesmente impossível fazer a gestão de pessoas que você não conhece!

Pense bem: como conseguirá escolher o mais indicado para cada tarefa ou apontar aqueles que merecem uma promoção? Para piorar, isso também se reflete na percepção que os colaboradores têm do líder. Se não confia nas pessoas que você mesmo selecionou, como elas poderão acreditar na sua competência em gestão e liderança?

5. Aprenda a delegar

Ao mesmo tempo em que delegar tarefas é um ponto central para a gestão de pessoas, é também um aspecto que normalmente apresenta diversos problemas. Isso porque, ao delegar qualquer tarefa, deve existir um equilíbrio no nível de acompanhamento da equipe.

Você não pode exercer controle demais, pois seus colaboradores precisam desenvolver responsabilidade e autonomia para executar o que foi pedido; tampouco pode se afastar completamente, pois a equipe pode precisar de orientação para atingir os resultados esperados. Para acertar na dose, tenha em mente que seu trabalho deve ser de facilitador, nunca de capataz.

6. Assuma responsabilidades

Delegar tarefas não significa abrir mão do controle e das responsabilidades. Pelo contrário! Com a liderança, as responsabilidades só aumentam!

Se você tem dificuldade de assumir responsabilidades, então ainda não está pronto para liderar. Uma das características mais relevantes de gestores é a capacidade de tomar boas decisões. Eles precisam mobilizar o trabalho em equipe, entender as exigências dos seus superiores e dos clientes, e fazer acontecer.

Outra característica essencial de um líder é assumir as rédeas quando as coisas dão errado. Isso não quer dizer assumir tarefas da empresa que não terá tempo de cumprir ou se sobrecarregar. É preciso agir com parcimônia, e como dissemos anteriormente conhecer as habilidades dos seus colaboradores para compartilhar responsabilidades com inteligência.

7. Estimule o trabalho em equipe

A coesão é um dos elementos-chave que o gestor deve promover com sua liderança e ela se manifesta exatamente por meio do trabalho de equipe. É preciso, assim, fazer a integração entre os funcionários. Já pensou que, da mesma maneira que você precisa conhecer e confiar em cada um, eles também precisam conhecer e confiar uns nos outros?

Sem contar que os colaboradores devem ser estimulados a participar mais, apresentando suas ideias e soluções, realmente se engajando com os projetos do setor e disposta a dividir o trabalho entre si. Nesse cenário fica fácil observar uma melhora significativa na produtividade e na qualidade dos resultados.

8. Desenvolva a cultura organizacional

A cultura organizacional é o conjunto de valores que permeia todo o trabalho de uma empresa e as relações que se estabelecem dentro dela. Pode-se ter como parte da cultura, por exemplo, a transparência, a responsabilidade e a busca pelo crescimento.

Formalizar uma cultura organizacional construída em cima de valores positivos aumenta a consciência dos colaboradores a respeito de suas expectativas. Não se trata de impor normas de comportamento, mas sim de lembrar às pessoas que, mesmo sendo um ambiente competitivo, ainda é preciso conduzir o trabalho com ética. E você, como líder, deve ser o primeiro a ensinar pelo exemplo.

9. Ouça mais

Nesse caso, estamos nos referindo à importância de valorizar o que a equipe tem a dizer. Mais que o gestor, a equipe está na frente do trabalho, conseguindo por isso trazer informações fresquinhas sobre o que está acontecendo tanto com os clientes como com os fornecedores, com o mercado em geral e até mesmo dentro da própria empresa.

Então entenda desde já que os colaboradores são fontes extremamente estratégicas, além de poderem ter ideias inovadoras. O gestor que não ouve os comentários e conselhos da sua equipe não só está sujeito a perder seu apoio como pode cometer erros graves no processo de tomada de decisões.

10. Trabalhe para motivar

Um dos problemas que mais podem afetar a produtividade e os resultados de uma empresa é a falta de motivação dos seus colaboradores. E isso acontece por diversos motivos: desde problemas de relacionamento até falta de propósito e identificação com o trabalho que realizam.

É aí que entra o líder. Ele precisa estar atento a tudo o que acontece ao seu redor, especialmente às mudanças. Se o desempenho de uma equipe anda baixo é preciso entender o porquê e como lidar com essa situação.

O salário é um ponto a ser considerado, mas não é o único. Muitos profissionais são motivados por outros tipos de benefícios, como: oportunidades de aprendizado, uma jornada de trabalho flexível ou um trabalho desafiador. Sendo assim, lembre-se também de:

  • reconhecer e valorizar o trabalho feito, dando feedbacks positivos e pensando em programas de premiação por resultados;
  • demonstrar que você está disposto a investir no crescimento do profissional dentro da empresa, apostando em projetos de capacitação e treinamento, além de planos de carreira de longo prazo;
  • mostrar que você se importa com o bem-estar e a saúde dos colaboradores, implementando iniciativas de saúde e segurança do trabalho;
  • deixar claro que você não se sente superior à equipe, promovendo atividades informais de integração com a sua participação, e investindo na formação de novos líderes, no futuro.

Essa busca por novas formas de aumentar a motivação e a satisfação do colaborador deve ser contínua. Afinal, esse é o ativo mais importante da sua empresa.

11. Não trate o colaborador como uma máquina

Você já assistiu ao filme “Tempos Modernos”, protagonizado por Charlie Chaplin? Se não, deve ver ainda hoje! O filme faz uma crítica contundente ao modelo de trabalho criado pelo sistema capitalista, com trabalhadores produzindo quase exaustivamente e sem qualquer tempo para pausa.

Mesmo sendo uma história dos anos 30, esse enredo ainda é recente. Muitas empresas ainda enxergam os seus colaboradores como máquinas, em que basta ajustar alguns botões e trocar o óleo para conseguir máxima performance.

O problema é que já estamos em 2018 e continuar seguindo essa ideia é uma receita para o fracasso. Profissionais, antes de tudo, são pessoas com objetivos, expectativas e problemas. Eles são indivíduos e, portanto, afetados por fatores muito mais complexos. E sua função como líder é saber respeitar essa realidade e tentar entender que assim como você, eles terão dias ruins, períodos de baixa produtividade e dias em que vão falhar.

12. Tenha cuidado com os rótulos

Em muitos casos, gestores já assumem uma equipe pronta e simplesmente não conseguem estabelecer uma boa relação com determinados colaboradores. E daí começam os problemas. Em vez de resolver conflitos e explorar potencialidades, muitos se tornam juízes e limitam os membros da equipe à rótulos, como: preguiçosos, incompetentes ou desorganizados.

Dentro de um ambiente profissional, você sabe para que servem esses rótulos? Apenas para atrasar o crescimento dos profissionais e da própria empresa! É difícil durante qualquer convivência não criar uma imagem sobre uma pessoa. Mas o líder não pode deixar que a sua impressão atrapalhe as chances de um profissional crescer, se desenvolver e fazer um bom trabalho.

Cada pessoa é única e enxergá-las apenas como marionetes para o seu ego ou exigir que elas façam sempre o que você espera não são atitudes muito realistas. E estão bem longe de uma boa liderança.

13. Seja coerente

Um dos principais problemas de liderança é a falta de coerência. Ela se manifesta bem em líderes que exigem organização, mas nunca conseguem lembrar de nenhum prazo; que vivem mudando de ideia sobre aquilo que pensam e esperam; e pior, que criam objetivos que estão fora da realidade do mercado e jogam a responsabilidade nas costas dos profissionais diante do fracasso.

Anna Wintour, editora-chefe da Vogue, por exemplo, é considerada uma chefe extremamente exigente e até mesmo temida. No entanto, é constantemente elogiada pelos seus colaboradores pela sua consistência. Ou seja, ela não cria metas inatingíveis ou muda de opinião de um dia para o outro. Algo que muitos gestores fazem e exigem que a equipe acompanhe o mesmo comportamento bipolar.

Não estamos dizendo que você deve imitar o perfil desse ícone da moda. Chefes carrascos só conseguem intimidar e desmotivar quem está ao seu redor. A dica é criar um modelo coerente de gestão, encorajando a sua equipe e criando metas e desafios que eles serão capazes de cumprir.

14. Não crie um personagem

Bonzinho ou tirano? Chefe linha dura ou liberal? Em que tipo de perfil você mais se encaixa? Muitos líderes sofrem tentando encontrar e manter um personagem adequado para comandar a sua equipe. Diferente do que muitos pensam, ser um bom gestor não tem nada a ver com vestir uma máscara para ganhar o respeito dos seus comandados.

Uma das principais dicas de gestão de pessoas é: seja sempre você mesmo! E caso não se sinta satisfeito com a sua postura no relacionamento com a equipe há sempre maneira de se aperfeiçoar. Uma delas é a incorporar pontos positivos dos diferentes tipos de liderança, em vez de se focar em um modelo só.

Por exemplo: um líder liberal dá espaço para a sua equipe compartilhar ideias e sugerir mudanças, e isso é algo muito positivo. No entanto, exagerando em sua postura amigável ele pode perder a autoridade diante dos colaboradores. Nesse caso, um pouco das características da liderança situacional e até mesmo autocrática seria bem-vindo.

Como você pôde perceber, a gestão de pessoas é um trabalho que começa desde a formação da equipe e, na verdade, não acaba nunca. E para exercê-la com sucesso é preciso se aperfeiçoar constantemente e se ater às suas ações. Até mesmo as que parecem irrelevantes.

Um simples “como você está?” pode dar a um colaborador a sensação de que você é um líder acessível, que se preocupa com ele. E são detalhes como esse que afetam fortemente o desempenho do time como um todo.

Gostou das dicas deste post? Quer aprender ainda mais sobre o assunto? Então não deixe também de baixar o nosso guia completo com outras dicas de gestão de pessoas nas empresas!

O que preciso fazer para ser um profissional de sucesso?

Especialmente no início da carreira, costumamos nos espelhar naqueles profissionais que conseguiram chegar aonde queriam e, por isso, são reconhecidos pelo mercado, mencionados como exemplos a serem seguidos. Mas para passar da admiração a efetivamente seguir seus passos, conquistando o mesmo reconhecimento, é preciso subir muitos degraus. Diante disso, a pergunta que mais ronda as nossas cabeças é: como ser um profissional de sucesso?

É claro que cada pessoa age de determinada maneira para atingir seus objetivos, mas existem algumas dicas fundamentais que qualquer um pode seguir. Não sabe por onde começar? Então confira agora mesmo as nossas dicas!

Traga a solução e não o problema

As empresas estão cheias de colaboradores que apontam erros e reclamam, só esperando que alguém tome uma atitude. Mas que tal ser você essa pessoa de atitude? Ao perceber que algo está errado ou que poderia ser melhorado, crie um projeto e apresente aos seus superiores, sem compromisso, apenas para mostrar que você está atento ao ambiente de trabalho e preocupado em aprimorá-lo.

Quando participar de reuniões, prepare-se com antecedência, conferindo o que está na pauta do encontro e listando alguns pontos que gostaria de discutir. Nesse momento prévio, vá em busca de referências e dados para embasar sua argumentação. E não se esqueça que o segredo está em contribuir de forma leve, apenas expondo seu ponto de vista e lançando novas ideias, sem atacar os colegas.

Mantenha o foco em resultados

Já reparou como faz um bom tempo que as empresas deixaram de querer profissionais que apenas repetem o que lhes foi ensinado? As organizações modernas querem fortalecer o capital intelectual do negócio. Pensando nisso, o ideal é se manter focado na geração de resultados.

Estabeleça metas pessoais para desempenhar um bom trabalho, avalie constantemente sua performance e busque maneiras de melhorar cada vez mais. É importante também não negligenciar o que a empresa busca a longo prazo, especialmente, se a sua ideia de sucesso é ser promovido.

Profissionais que fazem apenas aquilo que lhes é designado dificilmente se destacam. São os chamados executores de tarefas, que em um mercado dominado pela tecnologia, podem ser substituídos por ferramentas de automação bem mais eficientes e menos custosas. Se você tem observado esse comportamento em si mesmo, chegou a hora de deixar de lado esse perfil e ir além, não acha?

Desenvolva bons relacionamentos

Pode reparar: todo profissional de sucesso tem bons relacionamentos e um networking bem estabelecido, é admirado por todos e procurado sempre que surge uma oportunidade de contribuição — afinal, sua opinião é extremamente relevante para os colegas, mesmo que ele não exerça um cargo de liderança.

O detalhe é que ser essa pessoa nem sempre é fácil, viu? Procure pensar da seguinte maneira: para estabelecer bons relacionamentos, não é necessário gostar de todos ou ser presença frequente nos happy hours. Só é preciso respeitar as pessoas como profissionais e colegas de trabalho.

Fofocas, intrigas e bajulação enfraquecem essa conquista. Então nada de achar que é preciso fazer verdadeiros malabarismos sociais para subir esse degrau, ok? Simplesmente agindo com cordialidade e imparcialidade e se dispondo a ajudar sem receber nada em troca já fica bem mais fácil manter um excelente relacionamento interpessoal no trabalho, mesmo que no âmbito particular você pense completamente ao contrário.

Tenha uma excelente comunicação

Para ser um profissional de sucesso, você também deve conseguir apresentar suas ideias de forma clara, concisa e objetiva. Lembre-se: a credibilidade que as pessoas conferem a você tem tudo a ver com a segurança com que você apresenta suas argumentações e expõe quaisquer fatos.

Assim, se você sente qualquer tipo de dificuldade nesse campo, procure se aprimorar com cursos de oratória, apresentação em público ou até mesmo teatro, ajudando a reduzir sua inibição diante de grandes plateias.

E não se esqueça também da comunicação escrita, fundamental para reafirmar suas competências. Evite erros gramaticais, preze sempre pela norma culta da língua e, antes de apresentar qualquer documento por escrito, analise a quem esse documento se destina. E isso vale também para as suas redes sociais, espaços em que qualquer palavra mal colocada pode gerar má interpretação e comprometer a sua imagem.

Lembre-se que cada pessoa e cada profissional recebe e percebe uma mensagem de uma forma única. E para ser claramente compreendido, você tem que desenvolver a sua capacidade de se comunicar com clareza.

Busque apoio na resiliência

Resiliência nada mais é que a capacidade de passar por situações adversas e voltar rapidamente ao estado normal, sem ser afetado por acontecimentos estressantes. Se você está em uma reunião e um colega se exalta, por exemplo, nada de bater boca e perder a razão. Nesse caso, mantenha a tranquilidade, pedindo para que os ânimos se acalmem e, se necessário, postergando a reunião.

Por mais complexo que seja o desafio apresentado, uma verdade é universal: um profissional de sucesso é aquele que sabe usar a inteligência emocional a seu favor, jamais levando as questões do trabalho para o lado pessoal.

Procure se qualificar permanentemente

Todas as características que acabamos de citar são conquistadas ao longo do tempo, por meio de uma atitude proativa em relação à sua própria carreira. Então nada de esperar que a empresa se encarregue de todos os cursos e capacitações de que você necessita. Vá em busca dos seus sonhos e se prepare para ser um profissional de sucesso!

Se você já é formado, procure uma pós-graduação que o ajude a fortalecer seu currículo e traga novos aprendizados, que possam ser aplicados a seu trabalho. Aproveite o networking das Especializações para travar relacionamentos relevantes no seu segmento de atuação.

Só não se esqueça de também buscar aprimoramentos comportamentais, sejam voltados à liderança, à negociação, à gestão de riscos ou de pessoas. Já ouviu dizer que a contratação é pelas competências, mas a demissão pode ser pelo comportamento? As empresas estão invertendo o jogo ao preferirem lideranças com bom comportamento, uma vez que as competências técnicas podem ser perfeitamente aprendidas ao longo da carreira.

Se por acaso ainda estiver em dúvida sobre qual carreira seguir, busque sessões de coaching para direcionar seus objetivos e conquistá-los mais rapidamente. E, claro, não deixe de aprender novos idiomas! Afinal de contas, as empresas estão mais globalizadas a cada dia que passa, demandando profissionais que possam se relacionar com outras culturas sem entraves.

Seja um diferencial no mercado

É comum durante a graduação ou outro tipo de formação ouvir recomendações de outros profissionais no mercado sobre como ser um profissional de sucesso. Uma das mais comuns é “busque diferencial”. Há alguns anos esse diferencial costumava ser uma graduação na área, mas hoje essa realidade não é mais a mesma.

A realidade é que o mercado está saturado. A cada ano milhares de estudantes se formam em uma graduação e o que era considerado ingresso de entrada para o mercado de trabalho passou a ser requisito básico. Para se destacar, os profissionais não devem mais buscar apenas um diferencial, eles precisam ser a diferença no mercado.

É justamente por esse motivo, que os empreendedores têm ganhado tanto destaque. Em um mercado ávido por inovação, eles vêm suprindo demandas e criando produtos que mudam a vida das pessoas para melhor. Hoje, o profissional precisa investir em si mesmo por completo e oferecer algo que vai além do que cabe no currículo: com as capacitações que citamos no tópico anterior, mas também buscando qualificação fora da sala de aula.

Pensar sempre adiante, viajar e conhecer novas culturas, conversar com pessoas com opiniões diferentes da sua, cultivar uma visão empreendedora, pesquisar tendências, analisar o que anda acontecendo no mundo, sair da zona de conforto e estudar assuntos fora da sua área de atuação são alguns caminhos para expandir a sua mente (e o seu potencial criativo!) e ser a diferença que o mercado tanto precisa.

Invista em marketing pessoal

Nos processos seletivos, nem sempre o candidato favorito das empresas será aquele com a melhor formação ou com a maior experiência no mercado. As organizações têm procurado mesmo pessoas capazes de fazer a diferença e crescer naquele ambiente profissional como futuros líderes.

Diante desse cenário, profissionais que estão dando os primeiros passos no mercado e os que já possuem um currículo de peso têm a mesma missão: mostrar as suas qualidades e potencial de serem bem-sucedidos naquela empresa. Em outras palavras, precisam saber “vender o seu peixe”.

Nem todo mundo possui essa capacidade, naturalmente. Mas a boa notícia é que assim como se comunicar, fazer marketing pessoal é algo que pode ser aprendido. O mercado já oferece diversos programas de coaching e cursos com esse objetivo. As aulas de teatro, por exemplo, são excelentes para quem quer perder a timidez.

Para fazer propaganda de si mesmo também é importante ter autoconhecimento, usar a linguagem adequada para cada ambiente e valorizar a sua própria imagem. Sem perder a naturalidade é claro. Afinal, ninguém deve fingir ser aquilo que não é.

Reconheça seus pontos fracos

Imagine que o seu sonho é ser promovido na empresa em que trabalha. Mas já parou para pensar nas implicações que essa promoção trará e o que é necessário para conquistá-la? Será que você está pronto para lidar com pressões e responsabilidades? Sua expertise pode fazer a diferença nessa função ou ainda não é o suficiente? Você é capaz de estabelecer bons relacionamentos e trabalhar em equipe?

Líderes costumam avaliar profissionais não apenas pelo trabalho que eles fazem no dia a dia, mas também pelo seu potencial de exercer com sucesso as atividades de um cargo melhor. E para isso não basta apenas ser bom no que faz.

Por essa razão, antes de buscar o sucesso tenha a humildade de se autoavaliar, reconhecer seus pontos fracos e pedir ajuda se necessário. Essa atitude não é uma demonstração de fraqueza, e sim, o primeiro passo para buscar mudanças e preparar a si mesmo para conquistar o que você tanto quer.  

Crie um plano de carreira

São tantas oportunidades de carreira que nem sempre analisamos com clareza o que queremos para o futuro e os recursos que temos para alcançar essa meta. O problema é que se você não sabe para onde quer ir, dificilmente, poderá chegar em algum lugar.

Criar um plano de carreira é uma estratégia para ver onde você está neste momento, qual é o seu destino e quais obstáculos encontrará no caminho. Seu passo a passo básico consiste em:

  • listar os seus objetivos profissionais;
  • identificar competências necessárias para alcançá-los;
  • identificar os seus pontos fracos e soluções para corrigi-los;
  • começar a buscar essa qualificação;
  • e não esquecer de acompanhar os resultados.

Geralmente são as empresas que fazem essa projeção para os seus colaboradores, mas você não pode deixar a sua carreira apenas nas mãos delas. Tenha um compromisso consigo mesmo e visualize o que quer para a sua vida. Se você tiver um plano de carreira bem definido terá mais facilidade em fazer escolhas e tomar decisões que lhe conduzam a esse objetivo.

Tenha um propósito

Uma das consequências de criar um plano de carreira é que nessa jornada você pode até mesmo descobrir o que não lhe faz tão feliz. E investir tempo em uma profissão que não traz uma sensação de propósito e de fazer a diferença diminuem as suas chances de sucesso.

Afinal, sem prazer no que faz, dificilmente, você dará o melhor de si. Então, pare sempre para refletir se você anda satisfeito com as suas escolhas ou está apenas cedendo a uma pressão social ou a um estímulo financeiro. A curto prazo um bom salário e um status social podem parecer suficientes, mas com o passar do tempo a falta de realização profissional pode conduzir a problemas graves, como queda de autoestima e depressão. E acredite, fazer o que lhe faz feliz é o maior segredo de como ser um profissional de sucesso.

Evite que o sucesso suba à cabeça

Um profissional de sucesso automaticamente se torna referência no ambiente de trabalho, um modelo a ser seguido. Alcançando esse patamar, só tome cuidado para que tamanha valorização não suba à cabeça, acabando por deixá-lo arrogante. Entenda desde já que ser solicitado, requisitado e elogiado é consequência de um bom trabalho. Foque, portanto, em desempenhar suas funções com primazia.

É preciso ter jogo de cintura para lidar com as situações mais difíceis e contribuir com outros setores sempre que for possível. Use suas habilidades para mostrar novos caminhos e inovar na empresa, sempre mantendo comportamentos éticos e condizentes com o universo organizacional e também fora dele.

Você percebeu que conhecimento e capacitação são importantes dicas de como ser um profissional de sucesso, mas a maior parte do trabalho depende apenas de você mesmo?

Dito isto, não deixe de ler as nossas dicas com regularidade e não tenha medo de colocá-las em práticas! Que tal dar o primeiro passo buscando uma especialização na sua área? Para entender mais sobre o assunto, baixe o nosso e-book com um checklist completo para escolher os melhores cursos para os seus objetivos!

Conheça 7 passos para se diferenciar no mercado de trabalho

Como bem disse o diretor cinematográfico Frank Clark, “se você encontra um caminho livre de obstáculos, ele provavelmente não leva a lugar algum”. Reparou como tal ensinamento se assemelha à guerra que travamos no mercado de trabalho em busca de consolidação na carreira, reconhecimento profissional e remuneração compatível com nossas expectativas?

Tratando justamente do assunto, uma pesquisa da Catho divulgada em 2015 revelou que 54,3% dos profissionais brasileiros acreditam ter uma boa perspectiva de crescimento profissional para os próximos 3 anos. Mas quantos desses entrevistados estão, de fato, mudando suas atitudes para redesenhar seu futuro? Será que todos eles sabem quais são os passos essenciais para conseguirem se diferenciar no mercado? E você, sabe?

Hoje você conhecerá algumas leis do crescimento profissional, atitudes bem comuns (e indispensáveis) aos mais bem-sucedidos executivos do mercado quando eles ainda eram apenas aspirantes ao sucesso. Vamos lá?

Procure por especialização: vá além do lugar-comum

Em primeiro lugar, renuncie à satisfação — afinal, os satisfeitos não se aperfeiçoam em nada. A maioria dos brasileiros encerra seu ciclo de estudos na assinatura do diploma de graduação, um erro brutal que explica por que há tantos bacharéis desempregados, sem conseguir colocação no mercado.

Então anote aí: uma pós-graduação é uma oportunidade de ouro para expandir seu networking com profissionais que já estão no mercado — colegas e professores que, em sua maioria, são executivos de renome. Outro fator importante a considerar é que as ciências mudam ao longo do tempo. Assim, em 10 anos, novas estratégias de gestão são desenvolvidas, a legislação é alterada e métodos de escriturações contábeis são modernizados. Por isso, nada de subestimar a força do tempo.

Por fim (mas não menos essencial), ter um curso de pós-graduação denota que você é um profissional distante das pegadas da acomodação, o que já conta muitos pontos a seu favor em qualquer entrevista de emprego.

Seja proativo: assuma responsabilidades e faça acontecer

Desenvolva a capacidade de tomar decisões, ousar e criar soluções eficazes sem levar problemas à chefia. É primordial ir além do básico, do que simplesmente lhe é mandado. Um profissional proativo é rápido e eficiente, ocupa o tempo livre com a busca insaciável por conhecer o trabalho de outras áreas e outros profissionais, adquirindo uma visão cada vez mais global sobre os processos da empresa.

Acredite: o estrabismo profissional, visão fragmentada de quem se acomodou durante anos e mais anos com as atividades que lhe foram determinadas, é uma das forças motrizes do fracasso na carreira.

Adquira capacidade de gestão: agregue valor aos projetos

Um projeto envolve 3 fatores críticos principais: tempo, prazo e custo. Gerenciar todas essas variáveis e extrair o máximo de uma equipe de multiespecialistas, alcançando o sucesso delineado na fase de planejamento, é tarefa árdua. Mas esse desafio pode ser visto pela alta cúpula como um interessante exercício de gestão em miniatura.

Ser bem-sucedido na gestão de projetos costuma render excelentes novas oportunidades em qualquer empresa. Não tem grande experiência no assunto? Não se preocupe! Uma especialização em gestão certamente o ajudará bastante!

Desenvolva espírito de liderança: conquiste sua equipe

Elogiar em público e criticar em particular, saber comunicar suas ideias ou as ações que devem ser empreendidas, motivar seus colegas de trabalho e convencer pela conquista e não pela imposição autoritária: a verdade é que um líder de fato sequer precisa ocupar um cargo de chefia.

Existem muitas lideranças informais nos departamentos das empresas. E essa ascendência, quando usada para incrementar resultados, superar metas e alcançar os objetivos corporativos, costuma resultar em reconhecimento da direção, com consequente promoção.

Valorize o networking: seja interessante sem ser interesseiro

Já ouviu falar que a vida é a arte do encontro? Pois é no ambiente de trabalho que essa máxima se torna especialmente importante. Já parou para pensar sobre o conceito de networking? Resumindo: é um conjunto de técnicas e atitudes cuja aplicação requer um comportamento de solidariedade e de ajuda recíproca de todos que reconhecem a permanente interdependência das redes de relacionamento. Mas apesar de a importância do networking ser indiscutível, poucos sabem realmente usá-lo.

Uma pesquisa do Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos (IDCE), feita em 2013, revelou que 80% deles reconhecem a estratégia, mas não sabem usá-la de forma eficiente. E um dos erros mais comuns é se preocupar com networking apenas quando necessário. Isso faz com que o profissional se aproxime de outros de forma artificial, o que costuma causar efeitos negativos.

O ideal, na verdade, é que o networking seja usado para construir uma rede de contatos sólida ao longo de anos. Graduação, especialização, empresas anteriores, cursos de aperfeiçoamento ou de idiomas: todos os espaços podem ser úteis para a criação de interações de longo prazo, que abrem portas e ampliam suas possibilidades de crescimento no mercado de trabalho.

Aposte na persistência: some pequenos esforços diários

A dedicação precede o sucesso. Mostrar valor e conquistar a confiança da alta cúpula da empresa exige tempo e paciência, algo que nem todos os profissionais têm. Dessa forma, é preciso persistência não somente para se deixar conhecer, mas também para entender a cultura do negócio, que características são valorizadas e o que fazer para aprimorar suas competências. Lembre-se: o mercado impõe esforços ininterruptos em busca do sucesso.

Imponha-se positivamente: abuse do marketing pessoal

Com raras exceções, é possível afirmar que não há muito lugar para os tímidos no agressivo mundo dos negócios. Em outras palavras: não basta ser um bom profissional, é preciso mostrar que você é o que crê ser.

De nada adianta ser extremamente talentoso e não deixar que sua chefia perceba o quanto você faz diferença no departamento. O marketing pessoal passa por vencer o medo de se pronunciar nas reuniões de trabalho e superar o receio de tomar decisões, tornando-se persuasivo na defesa de suas ideias. É preciso ser audacioso, perdendo o paralisante medo do erro. Todos esses detalhes formam o tênue limiar que divide a estagnação e a ascensão profissional! De que lado você quer estar?

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Saiba como escolher a melhor pós-graduação para sua carreira

Você se formou, conseguiu um bom emprego, conquistou o respeito de colegas e superiores e agora é responsável por supervisionar ou gerenciar uma equipe. Parece que seus passos profissionais finalmente estão dando frutos e você vem alcançando os objetivos traçados, certo?

Para se manter em ascensão, você decide continuar seus estudos, mas na hora de escolher um curso surge aquela dúvida: “qual seria a melhor pós-graduação?”. Seu pensamento está correto: você não deve ficar estagnado no que já conquistou, pois há sempre algo a aprender ou a melhorar.

No cenário competitivo de hoje, investir em qualificação é um requisito básico para alçar grandes voos, independentemente da profissão. Cursar uma pós-graduação de qualidade e alinhada a objetivos claros é o caminho natural para quem deseja aperfeiçoar seus recursos técnicos, gerenciais e ampliar o networking.

Se você chegou até aqui, é porque provavelmente está prestes a tomar essa decisão e quer saber como escolher o curso ideal, para impulsionar sua carreira. Foi justamente com o intuito de dar uma mãozinha nesse processo que resolvemos criar este guia.

Pronto para escolher uma pós-graduação condizente com seus interesse e aspirações? Basta continuar lendo!

1. Entenda seu perfil profissional

Vamos começar com um dos pontos mais influentes na hora da escolha: seu perfil profissional. Se você pretende seguir uma carreira de pesquisador, ser professor e atuar na área acadêmica, o ideal é uma pós-graduação na modalidade stricto sensu — ou seja, um curso de mestrado ou doutorado acadêmico.

Contudo, por mais que essa modalidade encontre reconhecimento no mercado, ela não tem um perfil 100% prático. Isso quer dizer que ela não é voltada para capacitar profissionais para o mercado, mas para fomentar a construção e a produção de um conhecimento bastante especializado.

Assim, se seu desejo é adquirir competências e saberes mais direcionados às atividades do mercado, recebendo uma formação calcada na prática, talvez seja uma boa ideia escolher um curso lato sensu. Nessa modalidade estão os cursos de especialização, MBA executivo e mestrado profissional, voltados para a melhoria da carreira dos participantes.

Vale dizer, no entanto, que há demanda no mercado de trabalho por experts — especialmente em áreas que estão em franco crescimento, como os setores de energia renovável, sustentabilidade e informação.

Muitas empresas valorizam a formação mais longa e aprofundada proporcionada por cursos como o doutorado, pressupondo que a expertise adquirida neles representa uma vantagem, um diferencial. Portanto, tenha foco em seu perfil profissional e também na área em que você atua!

2. Defina aonde você quer chegar

Esta etapa é tão fundamental quanto a anterior e a ordem das suas poderia estar invertida. Tenha em mente que não existe “a melhor pós-graduação”, existe aquela que é ideal para você, por ser mais alinhada aos seus objetivos. Sim, objetivo é a palavra-chave que vai embasar sua decisão.

“Qual é meu objetivo?” ou “o que espero alcançar cursando X ao invés de Y?”. São as perguntas que você deve responder antes de selecionar um curso, pois se o objetivo e a pós-graduação estiverem em dissonância, é provável que haja desperdício de tempo e recursos.

Talvez você esteja considerando uma pós-graduação para adquirir ou aperfeiçoar uma competência técnica e, assim, pleitear um cargo diferente do atual. Talvez você pretenda mudar de área inteiramente e queira entender o novo terreno antes de aterrissar.

Independentemente do que for, esse é seu motivo. É ele que está impulsionando você a buscar algo, então nada mais lógico do que tomá-lo como base na hora de avaliar suas opções.

Seu objetivo é seu motivador, e, como tal, deve pautar toda a sua busca por cursos, instituições e modalidades de ensino. Quando não há um objetivo definido, é impossível mensurar se suas necessidades foram atendidas e se a iniciativa foi bem-sucedida.

3. Identifique suas possibilidades e restrições  

Também é preciso saber se os cursos pretendidos cabem na sua agenda e nas suas finanças. Você conseguirá fazer um curso com aulas todos os dias ou precisará de uma grade flexível, com aulas nos finais de semana, por exemplo?

Se for conciliar aulas com trabalho, será preciso elaborar um bom planejamento para viabilizar os estudos. Além do tempo, você deve se programar também em relação aos recursos que serão investidos.

Você tem como arcar com as mensalidades? Que ajuda sua empresa pode oferecer nesse sentido? Quais modalidades e instituições apresentam uma relação melhor de custo-benefício? Faça um levantamento de suas possibilidades para conseguir contornar as restrições que forem surgindo.

4. Conheça o mercado de sua área

Muitos estudantes recém-formados na graduação se comprometem com uma pós-graduação antes mesmo de conhecer a prática diária da profissão. Essa dinâmica até pode funcionar em alguns campos, mas, na maior parte dos casos, não é efetiva.

Caso seu perfil profissional seja corporativo e não acadêmico, é recomendável estar inserido no mercado de trabalho antes de escolher uma pós-graduação. Somente por meio da atuação é que você perceberá quais competências precisam ser melhoradas, quais especialidades são mais valorizadas e qual direcionamento sua carreira pode tomar.

A experiência de atuar em um ambiente de trabalho faz com que você amadureça suas ideias e sua visão de mundo. Consequentemente, você estará mais bem preparado para escolher o curso ideal.

5. Fique de olho no reconhecimento do curso

Depois de elaborar uma lista de opções a partir de seus objetivos, disponibilidade e perfil profissional, é chegada a hora de verificar se a instituição e o curso pretendidos têm a devida certificação do Ministério da Educação. Afinal, o MEC é o órgão responsável por credenciar e fiscalizar as Instituições de Ensino Superior (IES) em todo o território nacional.

Além de consultar o MEC, fique atento ao histórico da IES. Pesquise sobre como ela surgiu e quais são as suas conquistas até o momento presente. Verifique se ela possui  alianças com instituições de ensino e organizações de outros países. Se sim, de que forma isso influencia o curso escolhido por você? 

O fato de a IES ter uma fundação sólida e laços de parceria com outras organizações e centros de ensino é um bom indicador! 

6. Procure se informar sobre a relevância da IES

Saber que a instituição é reconhecida pelo MEC é um importante passo. No entanto, sua pesquisa deve ir além. Atualmente, existem vários rankings e avaliações externas comparando instituições de ensino de todo o mundo que podem embasar sua escolha.

Por meio desses rankings você consegue descobrir se determinada IES é a mais prestigiada na sua área de atuação — em sua cidade, estado e até internacionalmente. O jornal britânico Financial Times, por exemplo, disponibiliza algumas listas que podem ser consultadas. 

Além disso, vale fazer uma pesquisa de reputação por meio de fontes não oficiais (mas nem por isso menos eficientes). Pergunte a colegas de trabalho, amigos e familiares que já participaram desse tipo de programa sobre suas impressões, bem como a respeito da qualidade do curso — ou mesmo sobre a infraestrutura física e tecnológica da instituição. 

Busque feedback de pessoas que já estiveram em seu lugar, especialmente de quem trabalha na mesma área que você e já fez uma pós-graduação. Quais resultados concretos essas pessoas obtiveram? Quais ferramentas o curso lhes deu para que pudessem avançar em suas carreiras?  

Por fim, lembre-se de também fazer uma consulta aos órgãos de proteção ao consumidor, como o PROCON, para detectar qualquer tipo de problema em relação ao atendimento e aos serviços oferecidos.

7. Informe-se sobre a infraestrutura da instituição

A infraestrutura de mestrados em áreas como saúde, química, física ou ciências biológicas, por exemplo, costuma receber mais atenção dos possíveis participantes. Afinal, esse tipo de atividade exige, no mínimo, laboratórios de excelência, completos e seguros.

No entanto, muito se engana quem acredita que as instituições com foco na formação corporativa não precisam ter uma estrutura consolidada.

Nesses casos, é essencial que a instituição ofereça salas de aulas confortáveis e amplas, com bons recursos tecnológicos, além de bibliotecas ricas em materiais de pesquisa — que vão desde livros até os periódicos internacionais voltados para sua área de atuação.

Além da infraestrutura física e tecnológica, também vale pesquisar sobre a estrutura administrativa da própria pós, identificando se o atendimento aos alunos em questões administrativas e financeiras é organizado, transparente e eficiente.

8. Perceba como a IES emprega a tecnologia

Como você já deve ter percebido, a evolução da tecnologia mudou a dinâmica de muitas profissões, criando novas demandas e trazendo novos conceitos para o nosso dia a dia. Então, é necessário verificar como a instituição aborda e utiliza a tecnologia no curso pretendido.

A IES tem biblioteca virtual, ambientes de aprendizagem e fórum on-line? Os alunos têm acesso a um portal, no qual podem manter controle sobre seu rendimento, notas, ausências e pendências?

No que diz respeito ao ensino, a tecnologia é vista como um fim em si mesma ou uma facilitadora da aprendizagem? A grade curricular do curso aborda a questão da evolução tecnológica aplicada à sua área de interesse?

Se a questão tecnológica é relevante para nosso cotidiano e para o mercado de trabalho, ela não pode ser ignorada por quem se propõe a treinar e qualificar profissionais. De certa forma, essa relação já mostra o quão alinhada aos desafios e às oportunidades contemporâneas a IES realmente está.

9. Pesquise sobre a qualificação dos docentes

Um ponto que você não pode negligenciar é a qualificação do corpo docente. Afinal, os professores serão os profissionais com quem você terá mais contato no decorrer do programa. Eles são responsáveis por transmitir conhecimento e experiência de maneira direta — ditando, assim, o nível de excelência de sua pós.

Por isso, é importante consultar o histórico de cada um na Plataforma Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), bem como conferir sua reputação no mercado por meio de revistas especializadas — ou mesmo de uma boa pesquisa no Google. Também vale estar atento ao perfil desse corpo docente.

Os professores são, em sua maioria, pesquisadores ou executivos de renome? O ideal é que essas duas grandes vertentes estejam equilibradas. Por isso, cursos de pós-graduação podem contar com um corpo docente fixo, além professores associados ou convidados, que trarão a experiência adquirida no mercado diretamente para a sala de aula.

10. Verifique a grade curricular

Tão fundamental quanto verificar a qualificação do corpo docente é conhecer a grade curricular do curso. Os nomes das disciplinas e dos professores que as ministram costumam estar disponíveis na página do departamento em questão. Caso não esteja, você pode solicitar a grade impressa na própria instituição.

Por meio da ementa da disciplina você verá se os conhecimentos e competências desejados são, de fato, abordados. Tenha em mente que as ementas, as referências bibliográficas, os professores e a proposta pedagógica são o termômetro de uma disciplina, assim como a grade curricular (a junção de todas as disciplinas e sua ordenação no tempo) é o termômetro do curso.

Esteja atento a esse indicador de qualidade!

Para relembrar

Se você passou por todas essas etapas antes de selecionar uma pós-graduação, parabéns! Suas chances de sucesso aumentaram consideravelmente.

Como você pôde constatar ao longo deste guia, seu objetivo e perfil profissional servirão como uma bússola que apontará para um norte — ou seja, para o destino que você pretende alcançar. Tanto o curso quanto a instituição deverão abrir os caminhos para que você faça essa jornada.  

A partir dessas definições de ordem interna, falamos dos requisitos gerais para a escolha da instituição: credenciamento do MEC, alianças com centros de ensino internacionais e posição em rankings. Depois, partimos para os indicadores de qualidade do próprio curso: grade curricular e corpo docente.

Buscamos conscientizá-lo, também, sobre uma questão essencial: o momento certo de investir em uma pós-graduação. Você viu que é muito importante ter um conhecimento empírico do dia a dia da profissão antes de definir em qual campo se especializar, certo?

Por fim, vale ressaltar que a melhor pós-graduação é aquela alinhada a seus objetivos!

Você ainda ficou com alguma dúvida em relação à escolha da pós-graduação? Entre em contato conosco e compartilhe seus questionamentos e suas impressões. Participe desse diálogo!

Conheça os 11 melhores CEOs do Brasil e se espelhe neles

Você vive buscando inspiração em figuras públicas pelo mundo afora, a fim de se espelhar nelas e, quem sabe, seguir seus passos rumo ao sucesso? Pois saiba que definitivamente não está sozinho nessa procura! O detalhe é que a maioria dos brasileiros costuma procurar essa motivação em figuras internacionais, sem sequer se darem conta de que nosso país é berço de profissionais excepcionais.

Pense por um minuto: quantos CEOs brasileiros você consegue enumerar? Que tal acrescentar nomes de peso à sua lista? Separamos aqui os 11 maiores CEOs do Brasil e as principais lições que podem ser aprendidas com eles! Curioso? Então confira!

Quem são os maiores CEOs do Brasil?

1. Bernardo Pinto Paiva

Bernardo Pinto Paiva é carioca, formado em Engenharia e com um MBA executivo. Fez carreira na Ambev, onde começou a trabalhar como trainee em 1991. Foi crescendo aos poucos dentro da empresa, até chegar ao cargo de CEO, em janeiro de 2015.

Sob sua gestão, a empresa obteve um aumento de mais de 8% em sua lucratividade e também no faturamento. E um dos principais fatores responsável por proporcionar todo esse sucesso é a longevidade da sua trajetória. Afinal, foi com o passar do tempo que Bernardo conseguiu compreender melhor a Ambev, chegando ao ponto de desenvolver uma visão sistêmica da empresa que lhe permitiu tomar decisões de forma mais efetiva.

2. Claudio Bergamo

Desde 2007, Claudio Bergamo é CEO da Hypermarcas, sendo que, entre os anos de 2011 e 2012, conseguiu levar a empresa a um aumento de quase 57% no lucro e cerca de 10% no faturamento. Indo além dos bons resultados, Claudio também demonstra versatilidade como gestor.

Na estratégia da empresa, já implementou 3 fases muito diferentes: um período de expansão, um período de reorganização e um período de crescimento orgânico. Mantém-se a par de todos os negócios da companhia, que atua em segmentos extremamente distintos — que vão de adoçante a remédios antigripais.

3. Paula Bellizia

A CEO Paula Bellizia comanda a maior filial da Microsoft na América Latina. Sob sua gestão, a empresa está investindo cada vez mais na computação em nuvem e na criação de estratégias de empoderamento para mulheres e jovens carentes. Entre as principais iniciativas lideradas por ela estão a campanha Eu posso programar para meninas, que ensina programação para mulheres de todo o país, e a Jornada Empreendedora, conjunto de ações que se propõe a criar oportunidades empreendedoras para os jovens desde o ensino básico.

Em seu histórico profissional, Paula acumula ainda um cargo de gerente de vendas no Facebook e um cargo de gerente regional na Apple. Toda essa experiência garantiu expertise e confiança do mercado. Mas o que realmente é marca da sua gestão é o pensamento fora da caixa. Uma de suas propostas é adotar o conceito de growth mindset, em que compartilha com os colaboradores a ideia de que é possível aprender diariamente.

4. Cledorvino Beline

Cledorvino Belini não só integra o conselho executivo mundial da Fiat Chrysler Automobiles desde 2009 como é CEO da divisão da América Latina da marca. Mas sua história na empresa é bem mais antiga, tendo começado a trabalhar na FCA em 1973.

A maior preocupação de Cledorvino é com a liderança. Para ele, os ativos mais importantes de uma organização são as pessoas. Acredita que a mudança e a inovação são indispensáveis para a gestão e que o líder deve constantemente adquirir e aprimorar competências ao longo da carreira. Anotou a receita do sucesso?

5. Benjamin Steinbruch

Benjamin Steinbruch nasceu no Rio de Janeiro e cursou Administração. Seu pai, Mendel Steinbruch, foi cofundador do Grupo Vicunha, maior grupo de empresas do segmento têxtil da América Latina. Já Benjamin levou sua carreira para outro lado, tornando-se o principal acionista da Companhia Siderúrgica Nacional e também CEO do Banco Safra no período de 2008 a 2011. Nesses anos sob sua gestão, o banco conseguiu faturar nada menos que 200 milhões de reais.

Uma característica marcante de Steinbruch em seu trabalho é sempre almejar fazer mais. Segue à risca, portanto, o conselho que um rabino lhe deu quando ainda era jovem: “faça tudo mais um pouquinho”.

6. Renato Alves Vale

Renato Alves Vale se graduou em Engenharia Civil e seguiu carreira no Grupo CCR, que atua como concessionária de rodovias e aeroportos. Em 1999, Renato tornou-se o CEO do grupo e, consequentemente, líder de uma equipe com mais de 12 mil profissionais.

Foco em governança corporativa, eficiência e retorno aos acionistas são algumas das marcas da sua gestão. Mas Renato também demonstra preocupações que vão muito além. Ao longo de 12 anos, o Grupo CCR tem levado auxílio financeiro a projetos sociais, esportivos, culturais e educativos. Nesse tempo, o auxílio ultrapassou 160 milhões de reais. Para completar, Renato incorporou a sustentabilidade aos objetivos e às diretrizes da empresa.

7. Carlos Ghosn

Carlos Ghosn nasceu em Rondônia e se formou em 2 universidades francesas extremamente renomadas: a École Polytechnique e a École des Mines. Trabalhou por 18 anos na Michelin, antes de ser contratado pela Renault como VP de várias áreas — inclusive compras e manufatura. Também foi encarregado da gestão da divisão sul-americana da empresa.

Carlos fez um trabalho amplo de reestruturação da Renault, recuperando a lucratividade da empresa em apenas um ano. É conhecido até na mídia por sua assiduidade no trabalho. Além disso, Ghosn viaja constantemente a trabalho entre Paris e Tóquio e ainda fala fluentemente 4 idiomas: francês, português, inglês e árabe.

8. Cristina Palmaka

Cristina Palmaka é um dos nomes mais importantes da Tecnologia de Informação no Brasil. À frente da empresa SAP Brasil, subsidiária da companhia alemã SAP SE, especializada no desenvolvimento de softwares de gestão, a CEO teve o desafio de adequar a necessidade de transformação global da companhia à realidade do mercado brasileiro.

Para chegar a esse objetivo, a empresa passou a investir massivamente nos serviços de nuvem e suprir demandas do mercado nacional com pesquisas na área de Big Data e Inteligência Artificial. Com sucesso, essa estratégia levou Palmaka ao título de uma das 25 maiores CEOs do país em 2017, de acordo com a Forbes.

9. Roberto Egydio Setubal

Roberto Egydio Setubal nasceu em São Paulo e se formou pela Escola Politécnica da USP, obtendo também um mestrado em Engenharia pela Universidade de Stanford.

Com seu trabalho como CEO do Banco Itaú, conseguiu elevar o capital da empresa de 2 bilhões para impressionantes 100 bilhões de reais em um período de 17 anos. Assim, o Itaú passou a figurar na lista das 10 maiores instituições financeiras do mundo, além de ter sido eleito 4 vezes como principal banco da América Latina. Sabia que o próprio Roberto atribui seu sucesso à preocupação com o desenvolvimento de talentos?

10. Carlos Brito

Carlos Brito nasceu no Rio de Janeiro e se formou em Engenharia Mecânica, tendo depois recebido o título de mestre em Administração de Empresas pela Universidade de Stanford.

Atualmente, Carlos é CEO da AB InBev. Logo ao assumir o cargo, implantou uma política de corte de custos, liderando a empresa rumo ao crescimento. Foi em sua gestão que a fusão entre a Ambev e a empresa americana Anheuser-Busch aconteceu, uma negociação de 52 bilhões de dólares. Segundo Carlos, o sucesso vem da própria cultura da organização, já que pessoas ótimas atraem pessoas ótimas.

11. Maurício Novis Botelho

Maurício Novis Botelho nasceu no Rio de Janeiro e estudou Engenharia Mecânica, além de ter feito vários cursos nas áreas de finanças e administração. Depois de construir uma carreira como diretor de várias empresas, tornou-se CEO da Embraer.

Nessa posição, seu trabalho focou na reorganização da empresa após sua privatização, tendo conseguido estabelecer uma nova cultura corporativa ao transformar a satisfação do cliente na maior prioridade do negócio. Assim, reposicionou completamente a empresa no mercado.

O que é possível aprender com esses profissionais?

Definitivamente não é fácil definir quem é o melhor profissional em sua função, principalmente em áreas que envolvem negócios, em que tantos brasileiros têm se arriscado e conquistado feitos impressionantes. No entanto, os exemplos deste post têm se destacado no cenário nacional graças às lições valiosas que deixam para outros líderes. Confira algumas!

Exercite a paciência

Para quem quer alçar voos maiores dentro da empresa onde trabalha, paciência é uma virtude essencial. É comum vermos por aí notícias com histórias impressionantes de jovens que chegaram a cargos de liderança máxima de empresas em um curto espaço de tempo. Isso realmente acontece, mas é exceção. Assim, a ideia de que essa é a realidade do mercado está completamente errada.

Bernardo Pinto Paiva, por exemplo, citado no início deste texto, levou 24 anos para chegar ao posto de um dos maiores CEOs do Brasil. Esse tempo, que para alguns parece uma eternidade, levando à desistência no meio do caminho, para ele foi uma oportunidade de conhecer a fundo a empresa onde trabalha, preparando-se para realmente exercer uma boa gestão.

Busque se capacitar

Se você observar bem, verá que os maiores CEOs do Brasil citados anteriormente são pessoas com expertise em sua área de atuação e domínio de outros idiomas. Isso mostra que, além de uma visão inovadora e uma capacidade inquestionável de liderança, todo gestor de sucesso precisa de um requisito básico: conhecimento.

Para chegar onde sonha, você precisa se capacitar. E não apenas no seu mercado, mas em assuntos ligados aos cenários político e econômico mundial, em tecnologia, em outras línguas, em técnicas de comunicação empresarial e assim por diante. Geralmente, quem já atua em cargos de liderança sente no dia a dia o que pode tornar sua gestão melhor ou trazer possibilidades de crescimento. Já percebeu o quanto a capacitação pode impactar sua carreira positivamente? Então por que ainda está perdendo tempo?

Perca o medo

Hoje em dia, os hábitos de consumo não são mais os mesmos. Aliás, os próprios consumidores não são mais os mesmos! Essa realidade torna o tradicionalismo uma ideia perigosa em determinados aspectos, principalmente diante de um mercado que está ávido por inovação.

Nesse cenário, é importante entender que mesmo que uma empresa já tenha uma cultura estabelecida ou tenha um posicionamento no mercado que se mantém igual há anos, vale rever. Se perceber que as coisas por esse caminho não estão dando mais certo, não tenha medo de fazer mudanças e reposicionar a marca no mercado!

Conheça o negócio

Claudio Bergamo, CEO da Hypermarcas, mantém-se a par de todos os negócios da companhia mesmo ela sendo um conglomerado que se relaciona com centenas de empresas da indústria farmacêutica. Ter essa visão ampla, conhecendo todo o negócio, é fundamental até para quem ainda não chegou a um cargo de CEO.

Muitos gestores acabam focando exclusivamente no seu setor ou em sua área de atuação, esquecendo que uma empresa é como o corpo humano, que precisa de todos os seus órgãos funcionando perfeitamente para se manter viva.

Acredite nas pessoas

O relacionamento que uma organização cria com seu público tem tudo a ver com a forma como sua cultura organizacional é criada e disseminada. E o gestor desempenha um papel essencial na construção desse conceito.

Aqueles que conseguem criar um ambiente inspirador e, acima de tudo, acreditam nas pessoas com que se relacionam, reconhecendo tanto os colaboradores quanto os clientes como partes fundamentais do seu processo de crescimento têm mais chances de prosperar no mercado.

Escute o cliente

Para Cristina Palmaka, o maior segredo para ter sucesso no mercado é escutar o cliente e saber quais são suas prioridades. É importante lembrar que, além de manterem a sobrevivência de uma marca, os consumidores são os melhores (e maiores) agentes de propaganda que ela terá. Para oferecer exatamente o que essas pessoas desejam, é preciso escutá-las.

Essa comunicação pode ser feita por meio de pesquisas, de dados primários vindos da observação de comportamentos no dia a dia, de um relacionamento nas mídias sociais ou de onde mais for possível. O importante é não negligenciar esse aspecto, mesmo que seu cliente já esteja fidelizado.

Tenha responsabilidade social

O consumidor moderno tem uma visão muito mais abrangente sobre as empresas de quem consome. Seguindo essa ideia, o Grupo CCR, liderado por Renato Alves Vale, mudou toda a sua imagem no mercado ao investir em ações sociais e em sustentabilidade ambiental, incorporando esse posicionamento como uma diretriz da empresa. Hoje, boa parte das marcas tem feito o mesmo.

Fidelizar um cliente não se trata apenas de oferecer um produto de qualidade por um bom custo-benefício. Hoje, o consumidor quer consumir de marcas com um propósito que vá além dos lucros, visando a satisfação dos colaboradores, o desenvolvimento da sociedade e o bem-estar das gerações futuras.

E então, gostou de conhecer os maiores CEOs do Brasil? Então não deixe de compartilhar este post nas redes sociais para que seus amigos também os conheçam!

Plano de carreira: saiba como e por que montar o seu

Engana-se quem pensa que a vida profissional está garantida com o diploma de graduação em mãos. Tudo bem que a faculdade realmente é um passo importante para o sucesso, mas é apenas uma das etapas. Depois de conseguir o primeiro emprego na área pretendida, é hora de se movimentar e aprender como montar um plano de carreira também a longo prazo.

E qual seria o melhor caminho: focar em outros empregos, aventurar-se pelo universo do empreendedorismo, continuar os estudos, buscar uma área para se especializar ou optar por conhecimentos mais abrangentes?

Diante de tantas opções, é mais que natural que surjam dúvidas, não concorda? E é aí que entra o plano de carreira, uma forma eficaz de definir e perseguir metas, sem maiores distrações. Quer saber mais? Então continue com a leitura para descobrir como planejar e executar seus próximos passos na vida profissional!

A importância do plano de carreira

Antes de saber como montar um plano de carreira, você precisa realmente entender o que ele significa e como pode fazer a diferença para um futuro profissional de sucesso. Um dos maiores segredos de pessoas que chegam ao topo da carreira é se autoconhecer. Você pode até achar que já o faz, mas a realidade pode ser bem diferente. 

Conhecer a si mesmo não é apenas saber que você é “organizado, proativo e quer assumir um determinado cargo”. Vai muito além disso, pois lhe permite sair desse lugar-comum e chegar ao fundo da sua capacidade profissional, descobrindo habilidades, identificando oportunidades de se destacar e o mais importante, reconhecendo os seus pontos fracos. Algo que poucas pessoas fazem!

E esse é o principal objetivo do plano de carreira. Essa estratégia nada mais é do que um guia completo com todas as etapas necessárias para que um profissional chegue onde deseja. Muitas empresas já usam esse planejamento para determinar todo o caminho que um funcionário pode percorrer dentro delas. Assim fica mais fácil definir posições hierárquicas, investir em treinamentos e ajudá-lo a melhorar determinadas competências para cumprir o seu objetivo.

A estratégia tem ajudado essas empresas a diminuir a rotatividade de colaboradores, pois os ajuda a exercer funções que correspondem a sua expertise e encontrar um propósito naquilo que fazem. Uma pesquisa feita pela Catho comprovou que cerca de 38% dos profissionais que não possuem esse planejamento de carreira se sentem infelizes com o trabalho que realizam.

De maneira geral, assim como todo tipo de planejamento, o objetivo do plano de carreira é melhorar resultados. Ou seja, ajudar profissionais a entenderem suas metas e o que é realmente preciso para alcançá-las. Imagine que o seu sonho é ganhar uma promoção. Já parou para pensar em quais habilidade será preciso para isso? Aprender uma nova língua? Melhorar a sua capacidade de comunicação? Investir em uma especialização na área?

Quando sabemos exatamente o que é preciso fazer para chegar a um determinado lugar encurtamos a distância até lá. Então é isso, encare o plano de carreira como um GPS, que vai lhe guiar pelos caminhos certos até o seu sonho profissional. Dito isto, chegou a hora de colocá-lo em prática!

Os primeiros passos

Pense adiante

Se você não sabe aonde quer ir, qualquer caminho serve: esse ditado traz uma importante reflexão para quem deseja assumir o controle da própria vida profissional. Antes de mais nada, entretanto, é preciso entender que os resultados dos seus esforços provavelmente só serão coletados daqui a alguns anos.

Agora é o momento de se organizar e se dedicar para no futuro alcançar os objetivos traçados. Comece, então, visualizando a si mesmo daqui a 10 anos. Em que tipo de empresa você quer estar e qual cargo deseja ocupar? Gostaria de viver em uma cidade grande ou no interior? Reflita bastante sobre essas e tantas outras perguntas que achar pertinente, anotando as respostas.

Se espelhe em outros profissionais

Agora que já definiu o perfil de profissional que deseja se tornar, olhe a seu redor e veja se encontra quem já chegou onde você planeja estar. Observe esses modelos e, de preferência, converse com eles sobre a trajetória profissional que traçaram até ali.

Procure personalidades e pessoas que você admira e leia a seu respeito, buscando entrevistas ou biografias. Avalie em quem essas pessoas se inspiraram e como deram os primeiros passos. A internet é uma boa aliada nessa pesquisa!

E nem é preciso ir tão longe. Por exemplo: pessoas próximas a você, e que já estão nos cargos que você deseja ocupar um dia, são boas fontes. Demonstre interesse e converse com os seus líderes e colegas de trabalho. Conheça as suas trajetórias até ali e o que há por trás do dia a dia deles.

Tente adaptar as ações que achou mais interessantes ao contexto atual e à sua realidade. O que é possível repetir nesse momento? Além de dicas únicas, esse contato pode trazer uma boa dose de inspiração e garra para impulsioná-lo na perseguição dos seus sonhos. Com isso, você verá claramente que todo mundo passa por dificuldades, dúvidas e medos antes de alcançar o tão sonhado sucesso profissional. E se tantos outros superaram obstáculos, por que você não conseguirá?

Liste seus objetivos

Agora chegou a hora de transformar as ideias em objetivos concretos: coloque no papel seu objetivo principal na carreira. Escreva em uma frase o que resume todas as suas ambições. A partir desse objetivo geral, estabeleça os objetivos mais específicos, aqueles que efetivamente o levarão à conquista final. Faça uma lista de todos eles, até mesmo os que parecem inalcançáveis no momento.

Assim você vai construindo os degraus da escada do seu plano de carreira: no alto está sua imagem em 10 anos e os degraus formam uma lista de atitudes necessárias para alcançar o topo. Anote as respostas e monte o seu passo a passo!

Tenha em mente que a partir dos degraus da sua escada, que apontam para o topo, você deve definir o que fazer de agora em diante. Escolha a melhor maneira de subir cada um deles, não se esquecendo que a forma ideal não necessariamente é a mais rápida, mas sim a que proporcionará resultados mais efetivos.

Analise as qualificações e valores necessários

Todo cargo ou posição profissional exige uma série de competências e habilidades necessárias para ser exercido com sucesso. E você precisa saber quais são eles. Pense, por exemplo, se você quer chegar a um cargo que exige fluência em inglês ou demanda uma qualificação específica. Você já atende a essas demandas? Ou precisa se qualificar um pouco mais?

Todo plano de carreira deve conter as competências de um profissional e oportunidades que ele pode alcançar, mas também uma visão bem realista sobre os seus pontos fracos. Sem ela, não há chance de buscar mudanças.

Defina prazos

Uma das primeiras coisas a se pensar sobre como montar um plano de carreira é: ele será de curto, médio ou longo prazo? Feito isto, chegou o momento de montar um cronograma com prazos específicos para a conclusão de cada ação. Pense nas metas imediatas, a médio e a longo prazos. E o mais importante: estabeleça prioridades. Imagine que o seu orçamento para se capacitar anda limitado no momento, então o que deve ficar no topo da sua lista?

Seguindo o mesmo exemplo do tópico anterior, para desenvolver fluência em uma nova língua você precisaria de cerca de um ano. Então, esse pode ser o seu primeiro investimento neste momento.

Para isso, pesquise escolas, metodologias de ensino e formatos de aulas. Você também pode optar por um curso online ou ainda um intercâmbio no exterior, desde que se organize financeiramente para isso e marque a data limite para a conclusão dessa qualificação.

Pense sempre em ações para o prazo que estabeleceu para si mesmo, mas atenção: por mais que estabelecer metas com um calendário específico seja a maneira mais eficiente de conquistá-las, é preciso evitar prazos de cumprimento inviáveis, pois a frustração só o desmotivará.

Comece a agir

Planejamento sem ação não traz resultados. Crescimento na carreira não é algo que acontece sozinho, sem a sua garra e vontade de chegar lá! É esse propósito que nos move e faz que pessoas cheguem ao sucesso todos os dias.

O primeiro passo é tentar melhorar a si mesmo. Não é nenhuma novidade que a capacitação soma pontos a qualquer profissão, certo? Afinal, estudos e atualizações trazem visões diferenciadas, incitam reflexões e oferecem pensamentos inovadores para serem aplicados ao dia a dia.

Quanto mais o profissional se informa, mais tem condições de resolver situações inesperadas, de propor novas ideias e de se relacionar melhor com sua equipe e seus clientes.

Por essas e outras é que a qualificação contribui inclusive para a montagem do seu plano de carreira, uma vez que aponta caminhos inusitados e propõe a discussão do mercado.

Então já comece a pesquisar, buscando por uma capacitação que realmente combine com seu objetivo principal! E não deixe de buscar conhecimento fora da sala de aula: leitura, viagens e conversas com pessoas com opiniões diferentes das suas também são excelentes fontes de inspiração.

Revise o plano

Com o tempo, você vai ganhando experiência e conhecimento sobre o mercado e a profissão que deseja seguir. Exatamente por isso, é preciso reavaliar constantemente seu plano de carreira. Assim, ao menos de ano em ano, observe se ele continua adequado para o alcance do objetivo principal traçado lá atrás.

Considere também as mudanças no mercado e reflita se as metas e os prazos continuam viáveis. Você sente que as tarefas já realizadas o deixam mais perto do seu objetivo? A estratégia e o plano de ação vão realmente levá-lo ao topo da escada? Tendo em mente que as coisas nem sempre acontecem da maneira prevista, você deve fazer ajustes, substituindo metas e até objetivos específicos se for necessário.

Mantenha o foco

Sistematize todos esses pensamentos e os organize em seções, organizando seus cronogramas. Coloque seu plano de carreira em um local visível, seja pregando na parede ou em um quadro de avisos, por exemplo, para que você não se esqueça de nenhuma data nem pule qualquer degrau.

Olhar para o topo da sua escada diariamente ajuda a manter o foco e fornece energia para que aguente a subida até o fim. O segredo está em tomar os erros como aprendizado, também os anotando no seu plano de carreira. E é claro que as conquistas, por menores que sejam, devem sempre ser comemoradas. São esses pequenos passos que lhe conduzirão à linha de chegada.

Três erros a serem evitados

Não fazer mudanças e adaptações

Imagine que você criou um planejamento completo para subir de cargo, mas por infelicidade do destino é demitido da empresa. O que vai fazer? Desistir da sua carreira? Claro que não! Você vai readaptar o seu planejamento para a sua nova realidade.

Por isso, antes de tudo, tenha em mente que um plano de carreira pode e deve ser mudado, de acordo com influências do mercado, da vida e da sua própria maneira de pensar. Afinal, nossos objetivos e estímulos mudam com frequências.

Muitas pessoas encaram planejamentos como estruturas fixas, que não podem ser mudadas e devem ser seguidas à risca. Esse é um erro muito comum, mas que precisa esclarecido ou você acaba ficando preso a algo que não o levará a lugar algum.

Não avaliar o mercado

Para criar um plano possível de ser alcançado, você deve avaliar as condições, aspirações e projeções do mercado de trabalho. Se optar por seguir carreira como funcionário de uma organização, informe-se sobre a empregabilidade em sua área de atuação.

Veja o que as empresas do setor esperam dos empregados e busque oportunidades em pontos de escassez de mão de obra. De preferência, tente conhecer as previsões para os próximos anos a fim de se antecipar em relação ao perfil do profissional do futuro em seu mercado.

Por outro lado, se você pretende abrir seu próprio negócio, não deixe de observar a concorrência. Identifique possíveis gargalos no mercado e se prepare para supri-los, levando inovação para seus futuros clientes. Mas nada de desanimar ou desviar do objetivo escolhido! Lembre-se sempre de que essa pesquisa serve apenas como uma orientação para definir suas ações de forma estratégica.

Mentir para si mesmo

O que realmente você gosta de fazer? Em que você é bom? A profissão em que está realmente trará qualidade de vida e realização? Se não fosse o fator financeiro, você estaria trabalhando nessa área? Você realmente quer ocupar um determinado cargo ou só está atendendo às expectativas sociais ou da sua família?

Atingir um determinado status ou um salário alto são aspirações que a maioria dos profissionais possuem. No entanto, tenha muito cuidado em estabelecer esses exemplos como os maiores objetivos da sua carreira, pois nem sempre eles estão alinhados com as suas afinidades e não são garantia de felicidade.

Talvez, para você, o conceito de sucesso não signifique ocupar um alto cargo executivo ou ter uma conta bancário de seis dígitos. Por essa razão, para aprender ao montar um plano de carreira de sucesso o mais importante é não mentir para si mesmo sobre as suas metas de vida.  

O mesmo vale para as suas habilidades. Por exemplo: se você detesta lidar com pessoas, não coloque “trabalhar em equipe” como uma de suas habilidades pessoais, ou se fala apenas um “portunhol” bem enrolado, não se autodenomine fluente em espanhol.

O seu plano de carreira não é um currículo em que você precisa impressionar as empresas. Ele é um planejamento completamente pessoal, que servirá como base para que você melhore a si mesmo e tome decisões mais acertadas para conquistar aquilo que quer profissionalmente!

Ficou claro como montar um plano de carreira? Se você quiser aprender mais sobre o assunto, baixe o nosso e-book com um passo a passo prático e completo para fazer um planejamento de acordo com os seus objetivos e expectativas!

15 dicas de marketing pessoal para ter sucesso profissional

Atualmente, com a competitividade cada vez mais acirrada no mercado de trabalho e no mundo corporativo, ter um diploma e uma boa atuação profissional já não são mais garantia de conseguir (e manter) aquela vaga dos sonhos.

É preciso, antes de mais nada, mostrar ao mundo suas qualidades e potencialidades. Tudo isso sem, contudo, parecer egocêntrico, arrogante ou prepotente. Parece difícil? Pois saiba que não é tão complicado assim!

Estamos falando aqui da construção de um bom marketing pessoal. Quer aprender o que é isso e ainda ficar por dentro de ótimas dicas para transformar teoria em prática? Então acompanhe o nosso post de hoje!

O que é marketing pessoal?

Quem nunca ouviu aquele velho ditado que diz que “quem não é visto não é lembrado”? Pois é exatamente essa uma das principais bases do marketing pessoal! Afinal, de que adianta ser um excelente profissional, dotado de capacidades e qualidades extremamente valorizadas pelo mundo corporativo, se absolutamente ninguém sabe disso?

Para que seja efetivamente reconhecido perante chefes, gestores e demais colaboradores em sua área de atuação, você não pode passar despercebido. Assim, quando bem aplicadas, as estratégias de marketing pessoal podem fazer milagres por você nesse quesito.

O marketing pessoal é a melhor maneira de promover imagem, conteúdo e trabalho, de maneira a se destacar não só na empresa em que atua como no mercado de trabalho em geral. No entanto, atenção: marketing pessoal não é, de maneira nenhuma, sinônimo de culto ao ego ou simples vaidade pessoal, ok?

Na verdade, é apenas uma maneira de destacar positivamente suas habilidades, entregando valor às pessoas e fazendo com que elas tenham uma excelente impressão a seu respeito.

Está bastante enganado quem pensa que saber fazer um bom marketing pessoal é uma qualidade que já nasce com determinadas pessoas. Muito pelo contrário! Essa habilidade pode ser aprendida, desenvolvida e aprimorada. Para isso, basta querer.

E então? Quer descobrir 15 dicas de marketing pessoal extremamente úteis e fáceis de colocar em prática? Então pule para o próximo tópico!

Como colocar o marketing pessoal em prática?

1. Aja com naturalidade

A primeira e mais valiosa dica é ser você mesmo e agir naturalmente, independentemente da situação. Tente não criar um personagem profissional que nada tenha a ver com você. Assim, se você é uma pessoa alegre e extrovertida, está tudo bem ser assim também no escritório.

No entanto, aqui vale fazer uma ressalva: isso não significa adotar gírias ao travar conversas formais, tampouco gargalhar aos brados dentro do ambiente de trabalho por ser essa a maneira como você interage com sua família e seus amigos, por exemplo.

Por mais que tudo flua melhor agindo naturalmente, lembre-se de que tudo tem um limite e que cada ambiente exige uma determinada postura.

2. Seja pontual

Se você quer fazer um bom marketing pessoal, nada de seguir o (mau) exemplo de profissionais que estão quase sempre atrasados ou em cima da hora para compromissos e prazos de entrega.

Você sabia, aliás, que há empresas que desclassificam candidatos antes mesmo de entrevistá-los, justamente porque eles chegaram atrasados ao local da entrevista?

Então aprenda desde já a gerenciar melhor o seu tempo e, de preferência, acostume-se a chegar sempre com 15 minutos de antecedência a todo e qualquer compromisso. Esse cuidado automaticamente passa uma imagem de pessoa comprometida e interessada.

3. Tenha um aperto de mão firme

Esse é um detalhe que faz toda a diferença. Nós, brasileiros, já estamos acostumados a nos aproximar com abraços e beijos no rosto. Mesmo assim, em uma situação profissional, esse cumprimento não é muito indicado.

Em vez disso, prefira apertar a mão das pessoas com firmeza. Essa atitude demonstra, ao mesmo tempo, seriedade e autoconfiança.

4. Olhe nos olhos das pessoas

Olhar nos olhos é uma forma de demonstrar, de maneira não-verbal, transparência e sinceridade. Por isso, é importante que você mantenha contato visual mesmo quando estiver falando de um assunto difícil.

Além disso, também é uma comprovação física de que você está interessado no que a outra pessoa tem a dizer. Então, quando estiver conversando, evite olhar para as mãos, para o chão ou para o que está ao redor.

5. Fique atento à sua postura corporal

Isso não é mito: a postura corporal transmite mensagens sobre você a todos que o rodeiam. Uma pessoa que se senta de maneira torta na cadeira, por exemplo, não impõe muito respeito. Alguém que está sempre curvado ou de braços cruzados parece isolado, sem vontade de se enturmar. Mãos nos bolsos são um sinal de falta de interesse ou tédio.

Em vez disso, procure manter a coluna ereta, olhar sempre para a frente e deixar os braços soltos ao lado do corpo. Essencialmente, sua postura deve transmitir uma imagem de atenção, interesse, autocontrole e abertura.

Existe uma forma simples de saber se está funcionando: observe se as pessoas tentam se aproximar espontaneamente de você, pois uma boa postura corporal atrai as pessoas à sua volta.

6. Adapte a vestimenta

Não há como negar: uma pessoa adequadamente vestida passa muita confiança e uma ótima imagem pessoal. Então, leve isso em consideração sempre que for escolher o vestuário para ocasiões profissionais.

A dica aqui é vestir-se de acordo com o cargo que almeja alcançar. Se quer ser gerente um dia, por exemplo, observe como quem ocupa esse cargo na sua empresa se veste e tente se aproximar do estilo, mas sem abrir mão do seu toque próprio — afinal, são as particularidades que o distinguem dos demais.

Além das roupas, essa dica também é válida para o corte de cabelo, para os acessórios e para a maquiagem das mulheres. Todo o seu visual é um cartão de visitas.

7. Tenha iniciativa

Investir em marketing pessoal significa, dentre outras coisas, destacar-se na multidão. Nada melhor nesse quesito do que demonstrar iniciativa. Assim, não espere que os outros digam o que deve ser feito. Tome a frente e vá atrás, preferencialmente buscando soluções para problemas que sequer ocorreram.

Proponha alternativas que facilitem o trabalho e exponha suas ideias para se mostrar uma pessoa indispensável. Demonstre que você tem um lado inovador. Se a sua ideia não for bem recebida logo no começo, tudo bem.

Entenda que, pelo simples fato de participar, você já está deixando uma marca e colaborando com o grupo. É uma situação bem melhor do que ser aquela pessoa que fica no canto, sem participar ou se manifestar. Aos poucos você construirá mais aceitação e conquistará o seu espaço!

8. Procure conhecer-se

Para que você possa entender melhor os outros, é necessário, antes de mais nada, que conheça a si mesmo. Então, pare por um minuto e pense tanto nos seus pontos fortes como nos fracos. Faça uma análise SWOT pessoal.

Saiba exatamente o que você tem de bom a oferecer e efetivamente ofereça. Ao mesmo tempo, aprenda sobre os aspectos que devem ser aprimorados e como administrá-los. No entanto, não entenda esse conselho como uma recomendação para acomodar-se em relação aos seus pontos fracos.

É importante reconhecer suas limitações exatamente para que seja possível tentar superá-las. Em outras palavras, em vez de alimentar pensamentos como “eu não entendo desse assunto, então vou ficar de fora”, busque um estado mental de “se eu não entendo desse assunto, então, vou aprender tudo o que puder”.

9. Saiba ouvir

Um dos maiores problemas do mundo corporativo atual e da sociedade como um todo está na nossa extrema dificuldade em saber escutar o que os outros têm a dizer. Já reparou como, normalmente, só estamos interessados em falar sobre nós mesmos, expondo nossas opiniões e ideias? Essa postura acaba já.

Reverta de vez esse quadro, aprendendo a ouvir! Colegas de trabalho, chefes e estagiários: todos têm algo a ensinar. Além do mais, mostrar-se um bom ouvinte faz com que as pessoas tenham apreço e admiração por você. Então aproveite a chance de aprender enquanto promove seu marketing pessoal!

10. Atualize seus conhecimentos

Na era do conhecimento, toneladas de novas informações, técnicas, teorias e metodologias sobre absolutamente todas as áreas do conhecimento são lançadas no mercado diariamente. Por isso, acomodar-se não é uma solução.

Esteja sempre na vanguarda do conhecimento em sua área de atuação, frequentando congressos, palestras e workshops, lendo publicações recentes ou matriculando-se em um curso de pós-graduação, MBA ou especialização.

Além de aumentar o seu conhecimento, fazendo de você um colaborador essencial à empresa, essas atitudes ampliam significativamente seu networking profissional, fazendo com que seu marketing pessoal ultrapasse as fronteiras do ambiente de trabalho.

11. Acompanhe as notícias

A nossa última dica nem vai exigir muito de você. De fato, acompanhar as notícias é algo que já faz parte da rotina das pessoas. Porém, é ainda mais importante se você deseja melhorar o seu marketing pessoal e causar uma boa impressão.

Afinal, você não vai querer ficar sem resposta quando, em um evento ou uma entrevista, alguém perguntar sua opinião sobre um evento da política, da economia ou do meio ambiente, certo?

Portanto, procure acompanhar as principais notícias diariamente. Você pode ler ou assistir jornais. Caso isso pareça inviável na sua agenda de compromissos, não tem problema. Muitos dos melhores meios de comunicação do mundo também divulgam seus conteúdos online. Ou seja, basta um toque no smartphone para manter-se atualizado com tudo o que acontece por aí.

O que não fazer?

Para encerrar, que tal descobrir algumas atitudes que você deve evitar, em favor de um bom marketing pessoal? Nós preparamos uma pequena lista. Confira!

12. Evite demonstrar arrogância

Existem muitas atitudes que demonstram arrogância. Uma das principais é o foco em si mesmo. Se tudo que você fala começa com “eu” — “eu acho”, “eu faço”, “eu prefiro” —, cuidado.

Você provavelmente está transmitindo uma imagem excessivamente autocentrada, o que não vai ajudá-lo a conquistar nenhuma simpatia (e nenhuma oportunidade profissional). Uma solução simples é transformar essas falas em um interesse genuíno pelo outro. Já falamos sobre a importância de ouvir, certo?

Além disso, você pode também perguntar: “o que você acha daquilo?”, “como você faz isso?”, “você prefere assim ou assado?”. Ao colocar o foco no outro, você melhora a sua imagem e, por tabela, ainda aprende muito.

13. Evite fazer piadas de tudo

Muitas pessoas com dificuldade para interagir socialmente recorrem ao humor para quebrar o gelo. Você ficaria surpreso em saber quantas pessoas “engraçadas” são, na verdade, extremamente tímidas.

O problema é que você corre o risco de fazer piada com algo que não deveria ser alvo de humor e pode até ofender alguém. Mesmo que a intenção não seja essa, impressões ruins são difíceis de reverter. Então, para preservar o seu marketing pessoal, uma boa regra é tentar não usar o seu lado comediante com pessoas que ainda não conhece muito bem.

14. Evite opiniões fortes

Quando você está expondo sua imagem profissional, não é interessante associá-la a opiniões fortes. Você pode perder excelentes oportunidades simplesmente porque se posicionou de uma maneira que vai contra o que a outra pessoa acredita.

Quer saber quais temas devem sair do seu vocabulário? Todos aqueles que possam gerar uma tensão mais forte. Opiniões divergentes são algo natural — entretanto, quando crenças e valores estão envolvidos, qualquer discordância se transforma em uma discussão.

Use o seu bom senso e desvie dessas situações, deixando suas opiniões fortes fora da conversa. Existem momentos e pessoas mais adequados para compartilhá-las.

15. Evite tentar demonstrar toda a sua elegância

Nas dicas positivas, já explicamos sobre a questão da vestimenta e do estilo. Esperamos que você já tenha entendido a importância de se vestir bem. Ao contrário do que os contos de fadas ensinam, o exterior também conta no mundo profissional.

No entanto, cuidado. A linha é muito fina entre o adequado e o exagerado. Por um lado, não é legal ir de bermudas e chinelos a uma entrevista. Por outro, aquele relógio rolex de ouro ou seu sapato de salto fino de 12cm pode também não ser ideal.

A dica é simples: lembre-se de que você está em uma situação de trabalho e não em um desfile — e, muito menos, uma competição — de moda. É claro que não existe uma regra única. Se você está em uma multinacional multimilionária, pode ser que essa vestimenta faça sentido.

O segredo é estar atento para não ultrapassar os limites, nem para mais, nem para menos.

Viu só como não é assim tão complicado? Coloque nossas dicas de marketing pessoal em prática o quanto antes para observar logo uma guinada no seu sucesso profissional! Se quiser outras ideias e recomendações para alavancar sua carreira, assine a nossa newsletter e acompanhe todos os conteúdos da Fundação Dom Cabral!