Pós-graduação em gestão: o que as empresas esperam dessa especialização?

Buscar uma especialização após a graduação se tornou rota obrigatória no caminho a ser trilhado rumo ao sucesso. Mas qual é a melhor escolha, tendo em vista as opções do mercado e os objetivos a serem alcançados na vida profissional?

Neste post, você descobrirá porque a pós-graduação em gestão pode ser a escolha perfeita quando o assunto é alcançar o sucesso na carreira. Mais importante, revelaremos que talentos e competências as empresas procuram em um profissional pós-graduado em gestão.

Está preparado? Então descubra abaixo por que as empresas estão cada vez mais interessadas em profissionais com especialização em gestão!

Quem cursa pós-graduação em gestão trilha seu próprio caminho

Atualmente, é observada uma mudança crescente na responsabilidade pelo desenvolvimento profissional. É o que afirma Samir Lofti Vaz, professor dos cursos de especialização da Fundação Dom Cabral. “No passado, havia uma atuação muito grande por parte das próprias empresas nas decisões de formação dos executivos. Hoje em dia, cada vez mais as pessoas vêm se tornando protagonistas da sua própria carreira em desenvolvimento”, diz.

Segundo Samir, as mudanças nas relações de trabalho e a evolução do mercado em âmbito global deram origem a um novo tipo de profissional. “Hoje, a evolução é proativa e não reativa. A sede de aprendizado parte de baixo para cima, enquanto antes ela vinha de cima para baixo. As pessoas faziam uma especialização a pedido do chefe. Já hoje, o processo é inverso”, completa. Dentro desse contexto, profissionais que buscam uma pós-graduação são bem mais criteriosos na escolha dos programas que desejam cursar.

Fazer uma especialização em gestão é uma oportunidade que os profissionais e as empresas têm de aprimorar suas competências. Afinal, no mercado atual, os executivos são os gestores de suas próprias carreiras. É daí que surge a expectativa das empresas por profissionais não apenas capacitados, mas também com uma visão crítica e sistêmica de mundo.

Mas que qualidades e skills específicas são esperadas de um profissional que acaba de deixar uma pós-graduação em gestão? Continue com a gente e descubra as competências que as empresas estão buscando no mercado.

Capacidade de tomada de decisões, de olho no hoje e no amanhã

O fluxo organizacional de empresas está em constante mutação. Novas tecnologias e novos processos surgem a cada dia. Mercados se transformam e se reinventam, com o surgimento de paradigmas muitas vezes difíceis de acompanhar. Nesse cenário, é preciso sabedoria e jogo de cintura na tomada de decisões.

“Hoje, as empresas esperam que os profissionais sejam capazes de solucionar problemas complexos, que muitas vezes envolvem um número amplo de variáveis. Isso deve ser feito com um olhar sistêmico, ou seja, a visão deve estar focada em toda a cadeia produtiva a curto, médio e longo prazo”, afirma Samir Lofti.

“As empresas têm a expectativa de que especialistas apliquem novas práticas no cotidiano. Mas elas também querem que essas ferramentas sejam aplicadas no futuro, que contribuam para o futuro das empresas. O profissional precisa fazer o futuro acontecer no presente. E isso exige uma formação que vá além das demandas atuais, lidando com desafios que talvez nem existam ainda”, completa.

Senso crítico e adaptativo em um mundo globalizado

Justamente por atuarem em um mercado que muda e evolui a todo momento, as empresas exigem profissionais que tenham uma capacidade ampla de adaptação. Novos desafios demandam um senso crítico, a capacidade de lidar com situações multiculturais em um universo plural.

Aqui, a globalização também se mostra como um elemento importante na especialização profissional. Em um mundo onde o mercado não tem fronteiras, a visão global se torna essencial, indo bem além do domínio do idioma. É preciso dominar técnicas, ferramentas e processos que possam ser aplicados tanto em pequenas empresas no Brasil quanto em multinacionais no exterior.

Criatividade para resolver conflitos e superar desafios

Os mercados estão se tornando muito dinâmicos e a atuação dos gestores está cada vez menos previsível. “Em um mundo onde as máquinas vêm ganhando cada vez mais autonomia, a criatividade talvez seja a competência mais valorizada”, opina o professor Samir Lofti. Inerentemente humana, a criatividade proporciona profissionais não apenas versáteis, mas também propositivos e inovadores. E que melhor método para estar à frente da curva, senão pela inovação?

Atualmente, profissionais capazes de aplicar conceitos técnicos de forma prática são os mais valorizados dentro do fluxo organizacional. Empresas valorizam a habilidade intuitiva de adequar o que foi aprendido em sala de aula, dentro de um contexto definido e em um momento específico. “Hoje em dia, empresas não buscam profissionais que vão apenas tocar planos e acolher demandas feitas de cima para baixo”, reitera Samir. “Elas buscam pessoas com autonomia para propor mudanças, apontar oportunidades, levantar questões que ainda não são discutidas atualmente”, completa. Além de aplicar os conhecimentos adquiridos com a especialização, no dia a dia.

Trabalho colaborativo: lidar com diferentes personalidades na busca por resultados

Equipes multidisciplinares exigem um pensamento multidisciplinar em gestão. Para o professor da FDC, Samir Lofti Vaz, gestores de sucesso devem facilitar o inter-relacionamento pessoal e a convivência colaborativa na carreira. Mais do que lidar com as diferenças, empresas buscam executivos capazes de valorizar essas diferenças, sempre com a visão de que o todo é maior do que a soma das partes.

Aqui, o networking e a troca de experiências adquiridas durante uma especialização em gestão podem ser os grandes diferenciais na hora de garantir aquela sonhada vaga.

Transdisciplinaridade: saber transitar por diferentes áreas do conhecimento

Hoje, profissionais capazes de transitar por diferentes conhecimentos e atuações têm um lugar especial dentro das empresas. Em um mundo onde o fluxo organizacional deixa de ser linear e as carreiras seguem padrões além da verticalização tradicional, gestores de sucesso precisam adquirir e aplicar conhecimentos diversos no ambiente de trabalho.

Por isso, é esperado dos profissionais que completam uma pós-graduação um pensamento intuitivo e divergente, que ultrapasse os conceitos tradicionais. Para “pensar fora da caixa”, é necessário adquirir competências práticas e técnicas do business como um todo, que vão além de uma área definida de atuação.

O olhar sistêmico tão valorizado pelo mundo corporativo é uma consequência do pensamento transdisciplinar, que transita por todas as áreas do conhecimento empresarial. Um profissional com perfil técnico em finanças precisa dominar conceitos de Recursos Humanos e vice-versa, e ambos precisam conhecer as nuances do mercado em que esses processos estão inseridos.

Pós-graduação em gestão: a chave para o sucesso profissional

Em um mercado dinâmico e em constante transformação, a autonomia do profissional de gestão é buscada pelas organizações para que os funcionários se tornem co-responsáveis pelo futuro da empresa. No fim das contas, um gestor de sucesso deve propor mudanças, apontar oportunidades e levantar questões que ainda não são discutidas pelo mercado.

Para isso, é essencial que você busque na pós-graduação em gestão as ferramentas e práticas que o transformem em um ativo indispensável para sua empresa. Então mãos à obra!

Agora você já sabe o que procurar na hora de escolher uma boa especialização em gestão. Quer saber tudo sobre os cursos de especialização da Fundação Dom Cabral? Então assine a nossa newsletter!

5 passos para vencer os desafios e se tornar um gestor de projetos de sucesso

Muitos querem ocupar um cargo de gestão, como se essa fosse a solução mágica para sua carreira. Na verdade, a conquista deste cargo pode realmente significar uma vitória na vida profissional. 

Mas se você quer ser um gestor de projetos de sucesso, precisa saber que vai enfrentar vários desafios. É preciso trabalho duro e determinação e, mesmo tendo consciência dos obstáculos, você deve buscar a maneira mais eficiente de superá-los. É isso que vamos apresentar neste post.

1. Como é o trabalho do gestor de projetos?

Antes de decidir se realmente quer perseguir a carreira de gestor de projetos e dedicar o esforço que é necessário para alcançar o sucesso, você precisa saber o que esse profissional faz e como é sua rotina de trabalho.

O gestor de projetos é um profissional responsável por planejar e executar um projeto (nenhuma surpresa até aqui). Projetos, no caso, apresentam como características:

  • escopo definido;
  • data de início definido;
  • data de término definido.

Cuidado para não achar que a gestão de projetos se aplica apenas ao mundo da tecnologia da informação. Embora essa seja uma associação comum, que você encontra facilmente em qualquer pesquisa na internet, ela representa apenas parte da verdade. Empresas de qualquer segmento desenvolvem projetos.

Um restaurante, por exemplo, pode implementar um novo cardápio. E, se essa implementação obedecer aos três critérios listados lá em cima — escopo, data de início e data de término definidos —, isso pode ser considerado um projeto. 

O papel do gestor de projetos

O gestor de projetos é o responsável pela entrega do projeto. Ele lidera e gerencia a equipe, com a autoridade delegada pelos gestores da empresa (CEO, CFO). 

O gestor de projetos é, acima de tudo, o primeiro “ponto de contato” para todos os envolvidos no projeto. Sua equipe é composta por profissionais de várias áreas e dissolve-se com a conclusão do projeto (não há uma equipe permanente).

Imagine, por exemplo, que uma indústria deseja desenvolver um projeto voltado a abrir uma nova filial, em uma outra cidade. Nessa equipe será preciso ter:

  • um profissional de finanças, para controlar o orçamento do projeto;
  • um profissional de produção, que vai cuidar da implementação da linha de produção;
  • um profissional de compras, responsável por adquirir todos os equipamentos e máquinas para a unidade;
  • um profissional de marketing, dedicado a gerar interesse e divulgar essa nova filial.

Cada um desses colaboradores vai sair temporariamente do seu departamento para participar da equipe do projeto. Depois que a nova filial estiver pronta e aberta, todos retornam às suas atividades típicas.

O gestor de projetos envolve-se pouco nas atividades práticas que levam ao resultado final. Em vez disso, seu foco é:

  • manter o progresso dentro do cronograma estipulado; 
  • gerenciar as tarefas de cada envolvido;
  • estimular a interação entre os membros da equipe;
  • criar uma interface com os gestores da empresa. 

Para concluir o projeto com sucesso, o gestor de projetos precisa adotar uma metodologia. Existem diversas possibilidades como Waterfall, PMBOK, Scrum e PRINCE2. Cada uma delas reúne suas próprias técnicas e ferramentas. Cada tipo de projeto pode apresentar resultados melhores por meio de diferentes metodologias.

2. Quais os maiores desafios da gestão de projetos?

O gestor de projetos enfrenta, diariamente, uma série de grandes desafios. Com certeza, não é a carreira certa para quem busca tranquilidade. Vamos falar desses desafios a seguir:

Comunicação interna

O primeiro desafio da nossa lista é a comunicação interna, isto é, entre os membros da equipe. Lembre-se de que, como já foi explicado, a equipe de projetos é formada temporariamente. Isso significa que os colaboradores têm um período curto para aprender a trabalhar juntos.

Muitas vezes, eles não conseguem se adaptar um ao outro, por razões profissionais ou pessoais. Isso leva a um isolamento que, na prática, prejudica a comunicação interna.

O problema é que a comunicação é crucial para o sucesso de qualquer projeto. Imagine que um colaborador identifique um possível atraso na etapa A, porém não leva essa informação ao seu colega, que precisa desta tarefa concluída para dar início à etapa B. Pronto. Um obstáculo tão pequeno já pode bagunçar todo o planejamento do gestor de projetos.

Equipe enxuta

Via de regra, a equipe de trabalho encarregada de um projeto é enxuta. Ao contrário de um setor regular dentro de uma empresa, não temos cinco ou dez colaboradores com a mesma função.

Por um lado, esse cenário é favorável. Quanto mais leve for a estrutura da equipe, mais ágil será a tomada de decisões. Perfeito para quem tem um tempo limitado disponível e não quer gastá-lo com vaivém de informações e debates sem fim.

Por outro lado, pode ser um problema. Se você tem apenas um colaborador na equipe do seu projeto capaz de realizar uma certa tarefa, qualquer imprevisto (seja uma gripe ou uma demissão) vai atrasar todo o fluxo de trabalho.

Escolha da metodologia

A escolha da metodologia de gestão de projetos tem um forte impacto sobre os resultados atingidos. O problema é que não existe uma fórmula para decidir qual metodologia deve ser adotada em cada caso. 

De maneira geral, o gestor de projetos tem uma metodologia da sua preferência, aquela na qual ele se especializou e até buscou uma certificação específica. Mas, na hora H, ele pode perceber que não está funcionando para o projeto em questão. 

Forte dependência

O gestor de projetos é, provavelmente, aquele que mais depende dos outros para o sucesso do seu trabalho. E não estamos falando apenas da sua equipe, mas também de fatores externos. 

Imagine que uma indústria está realizando um projeto que vai renovar a linha de produção. O problema é que as novas máquinas foram importadas da China e os servidores da Receita Federal entraram em greve. Por isso, agora, as máquinas estão paradas há um mês na fiscalização aduaneira. O projeto, é claro, sofre atrasos ou precisa até ser colocado em hiato.

Veja como até mesmo questões políticas e macroeconômicas podem afetar diretamente um projeto. Essa é uma dificuldade séria e, também, um fator que precisa ser levado em consideração no trabalho do gestor de projetos.

Alto nível de pressão

Pode parecer desnecessário comentar, mas, se não ficou claro ainda, esse é um fator que você deve ter em mente na hora de seguir carreira como gestor de projetos. Uma das maiores dificuldades enfrentadas nessa atividade é o alto nível de pressão.

O gestor de projetos tem um tempo limitado disponível para atingir os resultados prometidos. E, ainda que tenha um excelente planejamento, sempre estará sujeito a imprevistos. Para completar, essa não é uma situação momentânea. Para quem segue essa carreira, essa é a realidade do trabalho, dia após dia. Se você gosta de desafios e dinamismo, vai se sentir realizado nessa atividade. Porém, cuidado para não entrar às cegas nesse caminho.

3. Como garantir uma gestão de projetos de sucesso?

Certas práticas são muito eficientes para garantir o sucesso dos seus projetos e, claro, o seu sucesso como gestor. Que tal conhecer algumas delas?

Fortalecer a comunicação da equipe

Lá em cima, neste post, você viu que um dos desafios enfrentados pelo gestor de projetos é a comunicação interna — ou, no caso, a falta dela. Portanto, se você quer garantir uma gestão de projetos de sucesso, comece fortalecendo a comunicação da sua equipe!

Uma das técnicas mais comuns é realizar reuniões periódicas, em que cada membro da equipe deve informar aos demais como está a evolução das suas tarefas. A frequência dessas reuniões pode variar, em alguns métodos de gestão de trabalho, ela é realizada diariamente.

Mas a reunião não é a única alternativa. Você também pode adotar a ajuda da tecnologia para simplificar a comunicação. Um bom exemplo são os aplicativos de troca de mensagens instantâneas — como, por exemplo, o WhatsApp ou Skype. Eles são mais ágeis do que os e-mails e, ao mesmo tempo, causam menos interrupções no ritmo de trabalho.

Adotar um software de gestão de projetos

Já que estamos falando em aplicativos, você pode adotar outras ferramentas, além do aplicativo de mensagens. De fato, a automação resolve muitos problemas do cotidiano. Por meio de um bom software de gestão de projetos, é possível:

  • atribuir tarefas, informar prazos, detalhar metas;
  • verificar o status individual das tarefas;
  • acompanhar o progresso geral do projeto;
  • enviar notificações diretamente para um colaborador, para um grupo de colaboradores ou para toda a equipe.

A melhor parte é que tudo que é feito por meio do software fica registrado. Assim, é possível gerar relatórios ou rever atividades anteriores.

Identificar os erros cometidos e as melhores práticas

A maioria dos gestores de projetos considera que o trabalho acabou quando o resultado é produzido e entregue. Mas quem realmente se destaca são os gestores que dedicam algum tempo a analisar o trabalho feito e identificar o que houve de pior e de melhor.

Ao identificar os erros cometidos, você pode aprimorar o planejamento dos próximos projetos, a fim de evitar que eles ocorram novamente. Enquanto isso, ao identificar as melhores práticas, você pode padronizá-las e adotá-las futuramente.

Realizar uma boa análise de riscos

O gestor de projetos lida diariamente com riscos. A questão do prazo é apenas um deles. Existem outros muito mais graves — como a possibilidade de chegar ao final do projeto e o resultado não corresponder ao planejado, por exemplo.

Com isso em mente, uma boa parte do sucesso de um projeto (e de seu gestor) é determinada pela sua capacidade de realizar uma análise de riscos precisa e realista, desde o começo. Identificando os riscos antes de dar o primeiro passo, você pode criar planos contingenciais para:

  • aceitar, quando o risco for de pequeno impacto ou extremamente improvável;
  • evitar, quando for possível impedir que a situação aconteça;
  • mitigar, quando somente for possível impedir parcialmente que a situação aconteça, atenuando seus efeitos;
  • transferir, quando for possível repassar o ônus a outra parte envolvida no projeto, como um fornecedor;
  • explorar, quando o risco for positivo — uma oportunidade.

Criar um dashboard

O dashboard, ou painel de controle, é uma ferramenta poderosa para o sucesso na gestão de projetos. Você sabe o que ele é?

Basicamente, trata-se de um painel reunindo todas as principais métricas usadas para controlar o projeto. De maneira geral, um projeto utiliza muitas métricas diferentes, relacionadas às várias áreas que estão envolvidas em sua execução. Ele pode ter KPIs de compras, de desenvolvimento, de finanças e de marketing.

Para o gestor entender, de fato, qual é o status do projeto, ele precisa não apenas ver essas métricas separadamente como também lado a lado, para traçar relações entre elas. Afinal, as áreas que atuam no projeto não trabalham isoladamente e o desempenho de uma pode afetar as demais. 

O dashboard, portanto, favorece a análise e a tomada de decisões. O melhor é que ele não é difícil de elaborar. Se você estiver usando um software de gestão de projetos, provavelmente conta com um dashboard gerado automaticamente. Se não, pode criá-lo simplesmente usando uma planilha de dados ou até mesmo com um quadro branco.

Escolher as pessoas certas

Nem sempre o gestor de projetos tem a chance de escolher quem vai integrar sua equipe. Muitas vezes, os colaboradores são “liberados” pelos gestores diretos conforme a conveniência do setor de origem. Mas, quando for possível ter uma influência sobre essa decisão, você deve fazer uma escolha consciente.

Busque colaboradores que trabalhem bem em equipe, que sejam atentos aos prazos, e abertos a trocar informações com os colegas. Leve em consideração, também, as características específicas do projeto. Você terá melhores resultados se procurar pessoas com habilidades e conhecimentos relevantes para o escopo e, claro, pessoas que tenham um interesse forte no projeto em si.

Avaliar bem a sua equipe

Existem diversos tipos de equipes. Algumas precisam de um gestor mais presente, com um nível mais alto de controle. Outros, precisam apenas de um gestor facilitador e são completamente capazes de apresentar um excelente desempenho com o mínimo de intervenção.

Para garantir o sucesso da gestão de projetos, você precisa ser capaz de identificar com qual tipo de equipe está lidando. Do contrário, vai cometer erros como:

  • dar liberdade demais a um grupo de profissionais que não está pronto para assumir responsabilidades adicionais, comprometendo os resultados;
  • sufocar a criatividade e motivação de profissionais de alta performance, sabotando o potencial.

Além disso, existe mais um fator que você deve levar em consideração. Equipes com perfil “high achieving” — isto é, perfil de grandes realizações — tendem a manter a capacidade de trabalho total por menos tempo. Isso é natural: se você estiver explorando todo o potencial dessas equipes, elas vão render muito, mas é um processo cansativo.

Dessa forma, você deve estar ainda mais atento ao tempo para a finalização do projeto. Projetos muito longos podem não ser indicados para equipes com esse perfil. Do contrário, pode emergir a chamada síndrome de burnout, caracterizada por extrema fatiga causada por estresse no trabalho.

Praticar a gestão de pessoas

O gestor de projetos não deixa de ser, também, um gestor de pessoas. Afinal, é responsável (ainda que temporariamente) por uma equipe de profissionais que precisam de motivação, de liderança, de aconselhamento para crescer.

É um grave erro acreditar que o gestor de projetos só precisa conhecer metodologias de gestão de projetos. Se não tiver algumas habilidades para lidar com pessoas, não vai conseguir alcançar o sucesso. 

É verdade que, dentro do tempo limitado que você tem à sua disposição para atingir resultados, pode ser difícil imaginar a prática da gestão de pessoas como parte da rotina. Quando você poderia realizar reuniões individuais para conversar com os membros da equipe ou fazer uma análise de desempenho de cada um?

Tudo bem, talvez não seja viável durante a execução do projeto. Porém, minimamente, você deve estar atento aos membros de sua equipe, para identificar quem está se destacando, quem está enfrentando dificuldades ou quem está desmotivado.

Um gestor concentrado apenas nos aspectos objetivos — tarefas, prazos, métricas — pode arruinar o sucesso do projeto. Especialmente se ele não notar os sinais de alerta emitidos pelas pessoas em sua equipe.

Oferecer feedback à equipe

Não é apenas o gestor de projetos que precisa de um retorno depois que o trabalho acaba. Toda a equipe também merece receber um feedback. Se não é possível fazer a prática do feedback consistente (que seria o ideal) devido ao prazo apertado do projeto, ofereça sua perspectiva depois que tudo tiver acabado.

Tenha em mente que esses colaboradores poderão fazer parte da sua equipe de novo, em um projeto futuro. Por isso, vale a pena oferecer um insight sobre como eles poderiam melhorar seu trabalho. Este não é apenas para o benefício da empresa ou do gestor, mas também do próprio funcionário, que terá a chance de evoluir como profissional.

Não se esqueça também de repassar esse feedback ao gestor direto de cada colaborador que participou do projeto. Essa informação pode ajudá-lo a definir se aquele funcionário merece uma promoção, por exemplo.

4. Como se tornar um gestor de projetos inovador?

Assim como qualquer profissional, o gestor de projetos tem que encarar a competitividade no mercado de trabalho. Destacar-se não é uma opção, é uma questão de sobrevivência. E os profissionais que recebem mais destaque são aqueles que apresentam um perfil inovador.

Inovar não é simples. É preciso ter visão, analisar o estado atual das coisas — nesse caso, a forma como a gestão de projetos é normalmente feita — e identificar oportunidades de melhoria.

Então, como você pode ser um gestor de projetos inovador e ganhar destaque nessa profissão?

Bom, a primeira coisa a fazer é buscar qualificação profissional. Por meio de uma especialização em Gestão de Projetos, você terá contato com:

  • conceitos;
  • estratégias;
  • técnicas;
  • ferramentas.

Conhecer esses elementos vai dar uma base sólida para analisar a maneira como a gestão de projetos é feita. E esse, como já vimos, é o primeiro passo para inovar. Correndo o risco de usar um cliché: antes de querer mudar o status quo, é preciso entendê-lo! Antes de tentar revolucionar o clássico, você precisa conhecê-lo.

Depois de investir em sua qualificação profissional, com uma pós-graduação e certificações, é hora de identificar as oportunidades de inovação. Existem algumas maneiras de fazer isso!

A primeira maneira é observar, nos projetos em que você trabalha, casos de ineficiência e desperdício. Toda inovação traz um aprimoramento, fazendo com que certo processo se torne mais eficiente ou enxuto.

Pense no avião, por exemplo, que aumentou a eficiência das viagens, permitindo que o homem atravessasse milhares de quilômetros em poucas horas. 

A segunda maneira é ficar atento às tendências do mundo da gestão de projetos. Acredite: nem toda inovação vem de uma ideia 100% nova. Você pode ser um gestor de projetos inovador, reconhecendo uma tendência de alto potencial e implementando-a rapidamente.

Como tudo no mundo corporativo, a gestão de projetos é muito dinâmica. Sempre surgem novas práticas. Por isso, se você quer estar sempre na vanguarda e se posicionar como um profissional inovador, deve manter-se muito bem informado. 

5. A gestão de projetos como escolha de carreira

Você já ouviu falar em “carreira em w”? Essa é uma novidade do mundo profissional que visa, justamente, englobar a gestão de projetos entre as possibilidades disponíveis para os funcionários. Vamos entender melhor?

Quando você entra em uma empresa, conquistando um emprego, tem três possibilidades de carreira a seguir:

  • administrativa;
  • operacional;
  • projetos.

A terceira opção surgiu, justamente, porque não se enquadra nas características típicas das outras duas. Antes da gestão de projetos se tornar uma alternativa independente de carreira, era apenas uma atividade adicional desempenhada pelos gestores administrativos e pelos especialistas operacionais.

Neste post, você mergulhou no mundo da gestão de projetos. Entendeu o que faz um gestor de projetos, descobriu as maiores dificuldades que esse profissional enfrenta e ainda aprendeu como ter sucesso e ser inovador nessa carreira. Ótimo! 

Se você chegou até aqui, depois de um post completo, é porque valoriza sua carreira. Então, que tal aprender o que o mercado de trabalho realmente procura? Ficou curioso? Aproveite e baixe o nosso guia de mercado de trabalho gratuito!

 

6 dicas para aumentar o nível de senioridade no trabalho

Para planejar seu futuro profissional, você precisa decidir qual caminho parece mais atrativo: administrativo ou técnico. Essa divisão é a chamada “carreira em Y“.

Os dois caminhos oferecem oportunidades de crescimento. No administrativo, você vai se tornar coordenador, gerente, diretor, VP, entre outros. Já no técnico, existem três níveis hierárquicos: júnior, pleno e sênior.

Se você escolheu a segunda opção, sua meta deve ser aumentar o seu nível de senioridade no trabalho e, dessa forma, estar apto para encarar desafios maiores. Quer saber como atingir essa meta? Então, confira as seis dicas que selecionamos para você!

1. Mantenha uma visão positiva

Tenha em mente que, ao contrário de promoções em funções administrativas, as promoções em cargos técnicos não são tão limitadas.

Pense bem: somente um colaborador pode ser promovido a gerente, coordenador ou diretor financeiro. A empresa não pode ter dois CFOs. No entanto, dentro dessa mesma área, você pode ter vários analistas financeiros seniores.

Isso significa que você deve manter uma visão positiva sobre as suas chances de ser promovido.

2. Evite vincular senioridade a idade

Um erro comum é associar o nível de senioridade que o colaborador pode atingir apenas à sua idade. Enquanto experiência é um fator importante, ela nem sempre está associada ao tempo de trabalho.

Sim, em outros momentos, esse já foi o fator mais importante. As empresas utilizavam até uma escala de anos de trabalho, para definir quem seria júnior, pleno e sênior conforme os anos de trabalho:

  • júnior: até cinco anos de trabalho;

  • pleno: seis a nove anos de trabalho;

  • sênior: dez ou mais anos de trabalho.

O problema é que o mercado de trabalho está repleto de jovens que, mais do que nunca, buscam reconhecimento. Essa geração não está disposta a esperar dez anos para atingir cargos mais altos. Por isso, basear-se apenas no tempo de serviço é uma receita para perder grandes talentos.

As empresas já não cometem mais esse erro. Elas buscam traços mais relevantes para definir quem vai ser promovido e atingir o nível sênior.

Imagine dois colaboradores. Um deles é jovem e não está na empresa há muito tempo; porém, teve a iniciativa de se envolver, com sucesso, em um projeto importante. O outro é mais velho e está na equipe há alguns anos, mas nunca se engajou em nenhum projeto fora das suas atividades típicas.

Agora, conclua. Qual deles apresenta mais experiência relevante? Qual deles merece uma promoção em nível de senioridade?

3. Busque uma especialização

Para que um colaborador atinja o nível sênior em sua função, ele não pode apenas ter a visão geral do assunto que a graduação oferece. Ele deve ser um verdadeiro especialista. Portanto, se você quer se tornar um sênior, nada mais lógico do que fazer uma pós-graduação especialização na sua área de trabalho.

Se você estiver dividido entre fazer uma segunda graduação ou uma pós, leve esse fator em consideração. Quem faz duas graduações aprende um pouco sobre vários assuntos; quem faz uma pós aprende muito sobre um único assunto. Esse segundo perfil é o ideal para quem busca ocupar um cargo técnico de nível sênior.

4. Demonstre responsabilidade

O que diferencia um profissional sênior de um pleno ou júnior, no dia a dia? É o nível de complexidade das tarefas desempenhadas e, também, o nível de responsabilidade que deve assumir sobre essas tarefas.

Seguindo essa linha de raciocínio, uma das formas de demonstrar que você está pronto para subir na escala dos níveis de senioridade é, justamente, demonstrando um senso de responsabilidade em todas as suas atividades.

Uma das maneiras mais simples de colocar essa dica em prática é estar disposto a assumir quando erra. Em vez de procurar apontar culpados pelo que não deu certo no trabalho, seja honesto e humilde; diga que errou, sem tentar justificar; e peça ajuda para fazer melhor da próxima vez.

É mais ou menos como o velho ditado: vista-se para o cargo que você quer, e não para o cargo que você tem. Nesse caso, comporte-se de acordo com o nível de senioridade que você quer alcançar, e não com aquele que você tem no momento.

Aliás, essa mesma postura vale para demonstrar outros traços que, via de regra, as empresas esperam dos profissionais seniores. Além de responsabilidade, você também precisa demonstrar um certo nível de autonomia e liderança.

5. Não inclua a informação em seu currículo

Depois que você subir algum degrau na escala dos cargos, tornando-se pleno ou sênior, é claro que não vai querer deixar essa vitória se perder. Por isso, seu primeiro instinto será incluir a informação no currículo. Você acha que, se mudar de emprego, essa informação poderá ajudar na recolocação profissional.

Mas isso não é necessário! Os próprios recrutadores vão definir em qual posição você se enquadra, de acordo com o seu perfil, formação e experiência.

Tenha em mente que os critérios para definir o que é um profissional júnior, pleno ou sênior variam conforme a organização. Portanto, talvez a empresa para a qual você está se candidatando avalie seu perfil e seu nível de maneira diferente do seu empregador anterior.

Nesse processo, você pode até mesmo receber ofertas para uma posição acima da que estava esperando!

6. Invista em suas habilidades de comunicação

O profissional sênior é aquele que aparece mais dentro da equipe técnica. Se for preciso enviar alguém para fazer uma visita a um cliente, dar uma entrevista ou participar de uma reunião com um investidor, é o profissional sênior que vai receber essa incumbência.

Faz sentido, então, pensar que pessoas com habilidades de comunicação mais desenvolvidas têm uma vantagem na disputa por uma promoção no nível de senioridade, correto? Afinal, na hora de “aparecer”, elas terão um desempenho mais satisfatório. Aliás, esse é o ponto em que a maioria dos profissionais técnicos deixa a desejar!

A dica, portanto, é investir em suas habilidades de comunicação. Estamos falando, por exemplo, em cursos específicos sobre como fazer apresentações ou cursos de inglês. Até mesmo a comunicação escrita também merece sua atenção; afinal, um profissional sênior troca muitos e-mails e mensagens com pessoas de fora da empresa, e é preciso transmitir uma excelente impressão.

Essas dicas são o primeiro passo para fazer sua carreira deslanchar e aumentar seu nível de senioridade. O segundo passo é conferir nosso conteúdo sobre gatilhos mentais, uma ferramenta poderosa para quem ocupa — ou quer ocupar — cargos altos no trabalho.

Desenvolvimento de líderes: 6 segredos para fazer com sucesso

Encontrar profissionais com perfil de liderança, no mercado de trabalho não é uma tarefa simples. Para enfrentar a dificuldade nessa procura e alcançar qualificação, muitas empresas têm optado por identificar e capacitar líderes internamente. Para isso, o investimento em um programa de desenvolvimento de líderes é a opção cada vez mais comum.

Sabemos que as habilidades de liderança podem ser desenvolvidas, mas encontrar funcionários que tenham este perfil facilita o trabalho de gestão de pessoas e torna o treinamento mais eficaz.

Para as empresas o desenvolvimento de líderes, de forma eficiente, é de extrema importância para garantir melhores resultados e alinhar os objetivos da empresa com as expectativas dos funcionários. Essa ação promove um ambiente de cooperação e busca por crescimento pessoal e pela evolução dos negócios.

Ficou interessado em conhecer os segredos para o sucesso na capacitação de líderes? Acompanhe neste artigo algumas dicas.

1.Crie um programa personalizado conforme demandas dos setores

Para criar um programa de desenvolvimento de líderes é preciso conhecer as necessidades dos diversos setores da empresa, de olho no treinamento personalizado ideal para atender as demandas de cada área e promover maior participação e motivação dos funcionários. Apontar as prioridades e identificar os setores mais críticos, definirá quem deve receber o programa no primeiro momento.

Adaptar o conteúdo à demanda da área é importante, pois influenciará no tipo de líder em formação. Áreas em que o contato com o cliente é direto demandam líderes mais comunicativos e dinâmicos, que tenham facilidade em agir diante de situações imprevisíveis.

Por outro lado, áreas técnicas das empresas precisam de líderes que tenham capacidade de organização, concentração e visão ampla para orientar seus colaboradores corretamente em ações que tenham ganhos para a empresa.

A estruturação de um programa de líderes deve ter o objetivo de atingir toda a empresa e em todos os níveis hierárquicos. Até mesmo os gestores dos cargos mais altos têm muito a aprender e reciclar.

O treinamento focado na área de atuação específica formará gestores alinhados com as necessidades dos setores e promoverá maior produtividade e envolvimento dos colaboradores.

2. Obtenha ajuda profissional para o desenvolvimento de líderes

Consultores e coachers têm modelos de treinamentos especializados que se adaptam à realidade das empresas e podem compartilhar o conhecimento teórico e prático, alinhando o uso de novas tecnologias com os tradicionais conceitos de liderança.

As pessoas são o bem mais valioso das empresas, por isso é importante investir no treinamento com estes profissionais. Eles trabalham com base na psicologia e podem apontar quais são as melhores práticas para a gestão de pessoa. Além de ensinar aos futuros líderes como manter a equipe engajada, evitando os conflitos e trabalhando em harmonia para aumentar a produtividade e os negócios melhorarem.

3. Prepare líderes para os desafios diários

Durante o programa de desenvolvimento de líderes é essencial apresentar as estratégias e interesses da empresa para que todos conheçam as metas e os objetivos a serem alcançados. Desta forma podem atuar com suas equipes buscando os melhores resultados.

Os futuros líderes devem conhecer sobre os desafios que a função enfrenta e como fazer para encará-los, motivando a equipe a seguir participativa diante dos obstáculos. Para isso, é preciso conhecer cada membro do grupo e identificar as habilidades individuais. Assim será possível designar melhor as tarefas e ajustar o time para entregar os trabalhos com excelência.

O líder deve entender cada situação e avaliar os problemas enfrentados pela equipe, pois, sua tarefa é lidar com as diferenças e saber organizar o ambiente de forma a incentivar e inspirar as pessoas com as atitudes do dia a dia.

Para isso, deve ser uma pessoa que tenha capacidade de desenvolver ideias inovadoras que contribuam para o planejamento estratégico da empresa.

4. Invista em ações contínuas

Para a área de Recursos Humanos um dos grandes desafios é fazer com que todos os funcionários compreendam os objetivos do programa e cooperem de forma conjunta para favorecer o trabalho dos gestores e alcançar as metas propostas para o projeto.

Por isso, o RH, em parceria com a Comunicação da empresa, devem trabalhar de maneira clara e objetiva para que todos conheçam os propósitos do programa e trabalhem, em busca de uma execução de sucesso.

O planejamento de ações contínuas reforça o que foi alinhado no treinamento e deixa os funcionários sempre comprometidos e engajados.

O RH pode promover encontros presenciais em que os colaboradores e seus gestores avaliem as tarefas, discutam melhorias e novas formas de trabalhar. Além de contar com recursos online que podem contribuir para a troca de experiências e o surgimento de novas ideias.

5. Aprenda a ouvir e dar feedbacks

Durante o desenvolvimento de líderes é importante treinar os gestores para que saibam a melhor forma de ouvir a equipe e de realizar feedbacks. Estas ações fazem os colaboradores se sentirem respeitados e inseridos nos negócios da empresa.

O gestor deve desenvolver habilidades para saber apontar condutas positivas e negativas da equipe e assim dar instruções de como podem melhorar nas funções desenvolvidas. Um dos segredos para ser um bom líder é saber ouvir a equipe antes de dar orientações ou ajudar na execução das tarefas.

Escutar é essencial e pode levar o gestor a entender melhor o que cada um espera, orientando as demandas em que podem atuar conforme suas aptidões. Isso promove maior interação entre a equipe, proximidade e favorece o trabalho de todos os envolvidos.

6. Utilize ferramentas para mensuração de resultados

Para auxiliar na execução dos feedbacks e ajudar a alcançar as metas da equipe os gestores podem utilizar ferramentas para avaliação de desempenho.

Com estas ferramentas é possível definir as tarefas e os responsáveis por elas e assim medir o desempenho de cada membro da equipe. Além de gerar relatórios e checklists que podem ajudar os gestores a medirem e analisarem detalhadamente os resultados de seus colaboradores.

Desde o início do programa estas medidas podem ser realizadas, o que torna possível avaliar os avanços nos ganhos e nas conquistas realizadas no processo de gerir pessoas. Sendo possível, medir se o investimento aplicado no projeto alcançou o retorno esperado.

O desenvolvimento de líderes internos é um diferencial para as empresas no mercado, pois, torna os gestores comprometidos, engajados e motivados. O que faz com que todos os colaboradores sejam inspirados ao mesmo comportamento no ambiente de trabalho.

Uma liderança qualificada, uma equipe comprometida e estratégias claras fazem a empresa alcançar seus objetivos e obter resultados positivos no desenvolvimento de líderes.

Você gostou de saber como obter sucesso no desenvolvimento de líderes? Aproveite para baixar nosso ebook e entender melhor quais são as competências de sua equipe.

Como escolher a melhor pós-graduação em marketing?

Você deu o primeiro passo: tomou a importante decisão de fazer uma pós-graduação. Então, deu o segundo passo e escolheu a pós-graduação em marketing. Excelente!

Agora, é a hora de avançar mais um degrau e escolher onde você vai investir para realizar seus estudos. Em outras palavras: escolher o melhor curso para a sua formação.

Como fazer isso? Bem, você deve levar em consideração alguns fatores. Neste post, você vai descobrir quais são eles. Então, leia com atenção, vamos começar?

1. Grade Curricular

O primeiro fator é a grade curricular, isto é, as matérias e atividades que compõem a pós-graduação em marketing. O curso ideal deve trazer uma grade equilibrada, que seja abrangente e, ao mesmo tempo, ofereça uma visão aprofundada de cada assunto.

Você também deve ficar atento e observar se a grade do curso está alinhada com as tendências atuais do marketing. Marketing Digital, por exemplo, é uma vertente de peso e altamente valorizada no mundo profissional. Se o curso não inclui esse assunto, apresenta uma falha grave.

2. Quadro Docente

No processo de aprendizado, o professor é o elemento mais importante. A melhor pós-graduação em marketing é aquela que apresenta um quadro docente composto de profissionais experientes. Pessoas que não apenas estudaram Marketing, mas fizeram Marketing na prática. Que trabalham e trabalharam em grandes organizações, que conduziram campanhas de sucesso e que obtiveram resultados significativos. Profissionais que sabem o que funciona e o que não funciona.

3. Metodologia de Ensino

Cada instituição adota uma metodologia de ensino própria. Algumas oferecem aulas pesadas em conteúdo, como pequenas palestras, outras adotam uma abordagem mais participativa, em que os alunos desenvolvem debates para construir o conhecimento. Todas as metodologias são válidas, então, o que realmente interessa é saber qual delas combina mais com você e beneficia o seu aprendizado. Você deve preferir a instituição que adota uma metodologia de ensino compatível com seu perfil.

Ao mesmo tempo, não se esqueça de que o Marketing exige prática e não apenas teoria. Portanto, investigue a grade para descobrir se existem matérias que propiciem a oportunidade de colocar a mão na massa. É interessante que algumas matérias sejam avaliadas por meio de projetos em vez de apenas provas. Assim, você potencializa o seu aprendizado.

4. Recursos oferecidos pela Instituição

Existem diversos recursos que uma instituição de qualidade pode oferecer aos seus alunos de pós-graduação em marketing. E não estamos falando simplesmente de recursos materiais, como salas interativas, bibliotecas e acervos de artigos acadêmicos — embora estes sejam elementos importantes e você deve levá-los em consideração.

Porém, muito além disso, a instituição pode ter parcerias estratégicas e orientação de carreira para ajudar seus alunos a alcançar novas oportunidades. Alguns exemplos são:

  • parcerias com instituições de ensino do exterior, facilitando o processo para realizar intercâmbios e outros cursos fora do Brasil;
  • parcerias com sites e empresas de recrutamento, permitindo que os alunos tenham acesso a vagas de emprego exclusivas;
  • aconselhamento profissional que visa orientar o percurso de carreira dos alunos em encontros ao longo do curso.

Tudo isso representa valor agregado para o aluno. Assim, a instituição colabora com a sua formação e aprendizado de uma maneira mais abrangente, que vai além do curso de pós-graduação em marketing.

5. Reconhecimento no Mercado de Trabalho

É claro que você não quer apenas um diploma para pendurar na parede, não é mesmo? Você quer uma pós-graduação em marketing que ajude sua carreira, que aumente sua competitividade no mercado de trabalho. Ela será uma ferramenta para atingir um novo patamar de desenvolvimento profissional e, claro, conquistar um cargo com mais responsabilidades, desafios e benefícios.

Para isso, é preciso escolher uma instituição que tenha reconhecimento, uma faculdade cujo nome chame a atenção dos recrutadores. 

Esse tipo de instituição, de maneira geral, tem um perfil que mistura tradição e inovação. Ou seja, tem uma trajetória sólida, mas está sempre trazendo novos professores, novas metodologias e novos recursos para beneficiar seus alunos. Uma faculdade presa ao passado ou uma faculdade recém-aberta que ninguém conhece, são exemplos de instituições que não vão trazer o reconhecimento que você precisa.

6.  Acessibilidade

Não adianta escolher a melhor pós-graduação em marketing e, no final, descobrir que é inviável . Portanto, acessibilidade é um fator com o qual você deve, sim, se preocupar.

Quando falamos em acessibilidade, o valor do investimento é um dos elementos em questão. Porém, ao contrário do que a maioria das pessoas imagina, está longe de ser o mais importante. Antes de tudo, é preciso que você tenha condições de, efetivamente, frequentar as aulas.

Existem diferentes alternativas que facilitam essa missão. Muitas instituições apostam em uma rede de associados que implementam o curso em diferentes regiões do país. Em alguns casos, a frequência das aulas é reduzida (por exemplo, uma vez a cada quinze dias) para que os alunos tenham que se deslocar menos vezes até a instituição de ensino.

Para escolher a opção certa, o segredo é ser honesto consigo mesmo. Você vai conseguir manter o foco nos estudos, se estiver longe da sala de aula? O seu trabalho permite que você compareça às aulas? Leve em consideração fatores como o tempo e o custo de deslocamento, que podem atrapalhar sua motivação em longo prazo.

Já que a pós-graduação em marketing é um compromisso sério, você deve avaliar todos os ângulos antes de começar o curso. Afinal de contas, não adianta se matricular e acabar desistindo antes de se formar. Tenha certeza de que você está pronto para levar essa missão até o fim!

Se você precisa de ajuda para descobrir se é o momento certo para começar uma pós-graduação, fique tranquilo. Você não precisa tomar essa decisão sozinho.

Que tal entrar em contato com a Fundação Dom Cabral? Nossa equipe vai esclarecer todas as suas dúvidas. Assim, você poderá fazer sua escolha com mais segurança e assertividade. 

Conheça os 11 principais tipos de empreendedorismo

Nós conhecemos empreendedorismo como a iniciativa de empreender, desenvolver novos negócios e inovar. Mas, se você pensa que é apenas isso, aqui vai uma novidade: existem diversos tipos de empreendedorismos!

Para ajudar a entender as várias maneiras de empreender, elaboramos este post destacando 11 tipos. Está curioso para saber qual pode ser mais útil para você? 

Classificação dos tipos de empreendedorismo, segundo o formato

Os primeiros tipos de empreendedorismos que vamos apresentar se diferenciam, principalmente, pelo formato. Afinal, nem todos os empreendedores estão dentro de uma empresa tradicional.

1. Empreendedorismo Informal

O empreendedorismo informal é praticado sem um CNPJ ou uma nota fiscal. É aquele desenvolvido pela maioria dos brasileiros que têm o sonho de abrir seu próprio negócio. Barracas de rua ou lojinhas de garagem são exemplos clássicos de empreendimentos que atuam na informalidade com frequência.

2. Empreendedorismo Cooperativo

Esse formato de empreendedorismo surge a partir da união de vários empreendedores individuais. Eles se apoiam mutuamente e, assim, ganham força e recursos — sem perder suas características próprias.

3. Empreendedorismo Individual Formalizado

Existem duas alternativas de formalização para o empreendedorismo individual: Microempreendedor Individual (MEI) ou Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI). Nos dois casos, a iniciativa empreendedora continua sendo “solitária”. O empreendedorismo individual tem menor escala, mas, sendo formalizado, está submetido aos mesmos direitos e obrigações de uma grande corporação.

4. Empreendedorismo por meio de Franquias

As franquias são um formato de empreendedorismo que facilita muito a iniciativa de abrir um negócio, já que o franqueado recebe um modelo pronto de empresa e precisa apenas implementá-lo. Alguns exemplos típicos de franquias são as escolas de idiomas e os restaurantes de fast food.

5. Empreendedorismo Digital

Esse é um formato de empreendedorismo que tem tudo a ver com a dinâmica de consumo atual. Afinal de contas, hoje, existe um volume gigantesco de relações de compra que são efetuadas no meio digital. Estamos falando de e-commerces, infoprodutos (como e-books e cursos virtuais), serviços prestados à distância.

Podemos citar casos mundialmente conhecidos, como o do brasileiro Érico Rocha, que desenvolveu um negócio on-line oferecendo livros, cursos, treinamentos e organizando eventos sobre marketing digital.

A grande vantagem do empreendedorismo digital é a acessibilidade. Qualquer pessoa com um computador e acesso à internet pode embarcar nessa tendência.

Classificação dos tipos de empreendedorismo, segundo o foco

1. Empreendedorismo Social

O empreendedorismo social não tem como principal objetivo o lucro; em vez disso, atua com um propósito que beneficie uma comunidade, como promover a educação, preservar o meio ambiente ou defender os animais.

Mesmo com seu foco sem fins lucrativos, esse tipo de empreendedorismo tem grande potencial de crescimento e sucesso. Ele está alinhado com os desejos, medos e anseios da nossa época, pois as pessoas estão mais preocupadas do que nunca com o bem-estar social. Portanto, recebe uma grande adesão.

2. Empreendedorismo Corporativo

Esse é o intraempreendedorismo, isto é, o empreendedorismo desenvolvido dentro de uma empresa, olhando para dentro da própria organização.

Ao contrário do empreendedorismo social, ele tem o foco de obter lucro. Resumindo, o intraempreendedorismo é focado em encontrar formas de melhorar o desempenho da empresa: reduzir custos, vender mais, posicionar a marca no mercado, ganhar vantagem competitiva, montar uma equipe de sucesso.

O intraempreendedorismo é essencial para quem busca uma carreira de sucesso, já que é um traço valorizado pelos empregadores. Por isso, fique atento: mesmo que você não tenha a intenção de começar um negócio próprio, o empreendedorismo ainda deve fazer parte da sua vida!

Classificação dos tipos de empreendedorismo, segundo Clarence Danhof

Clarence Danhof foi um pesquisador americano. Ele fez um estudo, em 1949, sobre o cenário da agricultura em seu país. Durante sua pesquisa, Danhof identificou quatro tipos de empreendedorismo. O que diferencia cada um deles é a postura diante da inovação.

1. Empreendedorismo Inovador

O empreendedorismo inovador é desenvolvido por pessoas que apresentam novos produtos ou serviços, elaboram novos métodos de produção, abrem novos mercados. Ele é baseado em mudanças e melhorias.

Um exemplo interessante do empreendedorismo inovador foi o lançamento do iPad, pela Apple. Até esse momento, o tablet não existia; colocar esse produto no mercado foi uma jogada arriscada, cheia de ousadia. Além de criar o tablet, a Apple de fato criou esse segmento de mercado e desenvolveu uma demanda que não existia.

2. Empreendedorismo Imitador

Não há nenhuma conotação negativa em chamar esse tipo de empreendedorismo de “imitador”. Pelo contrário; ele é desenvolvido por pessoas atentas e ágeis, capazes de rapidamente adotar novas ideias. Então, é marcado pela percepção e pela visão.

Usando o mesmo exemplo do item anterior, podemos falar de todas as outras empresas — como a Samsung — que rapidamente seguiram a Apple e colocaram seus próprios tablets no mercado.

3. Empreendedorismo Prudente

Esse tipo de empreendedorismo é desenvolvido por pessoas mais cautelosas. Ele também é um empreendedorismo de imitação, no sentido de que não desenvolve coisas novas; porém, ao contrário do tipo anterior, não é tão rápido para adotar novas ideias. Em vez disso, é marcado pela análise cuidadosa e pelo baixo risco.

Em geral, instituições bancárias são um bom exemplo do empreendedorismo prudente em ação. Isso faz sentido para o tipo de produto e serviço que elas oferecem, já que o maior problema para essas empresas é o risco. É por isso que elas demoram mais para implementar novidades.

4. Empreendedorismo Conservador

Esse tipo de empreendedorismo é tradicional. Existe um nível mais alto de resistência a adotar qualquer proposta de mudança. Ele se apoia em métodos e processos comprovados pelo tempo (embora possa perder oportunidades de crescimento e retorno).

É difícil encontrar um exemplo de empresa que seja 100% conservadora e, mesmo assim, alcance o sucesso.

O melhor caso são os pequenos negócios — pense, por exemplo, em lanchonetes ou papelarias — sem foco em escalabilidade. Como eles não têm a pretensão de expandir os negócios e competir com grandes players, a necessidade de inovar não é tão crucial.

E então, descobriu qual tipo de empreendedorismo combina mais com o seu perfil? Entender sua própria forma de trabalhar é o primeiro passo para começar a empreender. O segundo passo é assinar a newsletter da Fundação Dom Cabral e acompanhar o nosso blog. Então, coloque seu e-mail no formulário e receba todos os conteúdos em primeira mão!

Quais as diferenças entre RH e gestão de pessoas?

Ao contrário do que pensam os leigos, quem estuda sobre gestão de negócios sabe que nem tudo no mundo corporativo é branco-e-preto. Existem várias em que os conceitos e os limites são mais difíceis de definir.

Um dos melhores exemplos é o caso do RH e gestão de pessoas: apesar das similaridades, eles não são a mesma coisa. Neste post, vamos discutir um pouco mais a fundo a diferença entre as duas áreas. Preparado? Então, vamos começar.

1. O RH

O RH é uma atividade que já foi promovida a um setor autônomo em muitas empresas. Aliás, as organizações mais bem-sucedidas no mundo dos negócios são aquelas que tratam o setor de RH como um elemento central. Elas entendem a importância de sua atuação.

Fica mais fácil entender o objetivo do RH quando nós pensamos no significado desta sigla: Recursos Humanos. Então, seu objetivo é gerenciar os recursos humanos da empresa.

Na prática, o RH está envolvido com as atividades de captação e alocamento deste pessoal e isso inclui tanto a etapa de planejamento quanto de execução. 

Algumas das atividades típicas do RH são:

  • identificar as necessidades de contratação da empresa;
  • elaborar processos de recrutamento e seleção;
  • determinar planos de carreira e critérios de promoção;
  • desenvolver políticas de retenção de talentos.

Veja que o RH atua no plano geral da empresa como um todo. Essa é uma característica importante que o diferencia da gestão de pessoas, como veremos mais adiante.

Também vale a pena reforçar que o RH tem um papel altamente estratégico. Todas as suas atividades são alinhadas com as metas do negócio e essenciais para o sucesso dessas metas. Você não deve confundi-lo com seu “irmão mais velho”, o Departamento de Pessoal (DP), que lida com tarefas burocráticas e contratuais — como a contratação e demissão de funcionários.

2. Gestão de Pessoas

Ao contrário do RH, a gestão de pessoas não tem “status” de departamento, mesmo assim, é uma atividade absolutamente essencial para o sucesso de um negócio. Mas o que é, afinal, a gestão de pessoas?

Em resumo, é o trabalho do líder de uma equipe. Todo gestor, independentemente de sua área — financeira, comercial, produção, marketing — precisa exercer a gestão de pessoas no dia a dia. Isso envolve, entre outras coisas:

  • manter a harmonia da equipe e lidar com situações de conflito;
  • identificar o potencial de cada colaborador e delegar tarefas conforme suas habilidades, seu nível de autonomia e responsabilidade;
  • oferecer feedback;
  • fortalecer a comunicação do time;
  • engajar todos com as metas do setor.

Observe que a gestão de pessoas é desenvolvida, via de regra, no âmbito das equipes. Além disso, embora seja um trabalho estratégico, ele é focado muito mais no lado humano das relações de trabalho dentro da empresa.

3. A relação entre RH e gestão de pessoas

Embora tenham muitas diferenças, RH e gestão de pessoas são atividades complementares. De várias formas, elas estão interligadas. Veja alguns exemplos de como essa interação ocorre.

Na contratação

Por meio da gestão de pessoas, o gestor identifica uma necessidade em sua equipe — por exemplo, uma essencial que seus colaboradores atuais não trazem para o time. Esse é um problema para quem deseja montar uma equipe de sucesso

Nesse cenário, o RH pode desenhar um processo de seleção e recrutamento com a finalidade de identificar e trazer para a empresa um profissional que apresente essa habilidade.

No desenvolvimento de talentos

O gestor, analisando o desempenho dos membros da equipe, observa que o maior obstáculo são as dificuldades com o uso de um novo software implementado na empresa. Com base nessa informação, o RH organiza um treinamento para os funcionários, pensando em detalhes como o melhor formato (presencial, EAD), horários, local, roteiro e outros aspectos práticos.

Na promoção dos colaboradores

Como já vimos, cabe ao RH desenvolver o plano de carreira para cada cargo dentro da empresa. Por outro lado, é o gestor, no exercício da gestão de pessoas, que vai determinar quais colaboradores cumpriram os critérios estabelecidos por esse plano e merecem subir mais um degrau na escada corporativa.

Aliás, o RH não poderia fazer essa escolha, porque ele geralmente está mais distante da equipe. Só quem está próximo o suficiente para observar vários fatores do desempenho é que pode dizer qual funcionário vai ser promovido.

No aumento do engajamento e motivação

A gestão de pessoas permite identificar casos de funcionários desmotivados, que estão a um passo de pedir o desligamento, ou de funcionários com baixo engajamento, que desistiram de fazer o seu melhor e só desempenham o mínimo necessário. Também é a gestão de pessoas que permite identificar as causas por trás desse problema, no plano individual.

Mas é o RH que combate o problema da maneira mais eficaz, levando em consideração a empresa como um todo. É ele que vai saber qual estratégia funcionará melhor para aumentar o engajamento e a motivação da equipe: um programa de benefícios flexível ou uma política de viagens de incentivo ou outra opção que atenda às expectativas da maioria dos colaboradores.

Na reestruturação da empresa

Se a empresa quer enxugar o quadro de funcionários, o RH tem um papel importante em identificar quais cargos podem ser eliminados sem prejudicar as operações. Por sua vez, a gestão de pessoas permite identificar quais são os colaboradores que devem ser desligados e também encontrar a melhor abordagem para fazer isso de uma forma humanizada, caso a caso.

Por meio da cooperação entre essas duas atividades, então, é possível reestruturar a empresa sem criar uma situação de frustração e ressentimento com relação aos profissionais que precisarão sair.

Como você pode notar, RH e gestão de pessoas trabalham juntos para garantir que a empresa possa obter a melhor performance dos seus colaboradores. E esse é um trabalho altamente relevante, já que o fator humano é o grande responsável pela vantagem competitiva de um negócio. É ele que proporciona mudança, melhoria e inovação nos processos e resultados.

Agora que você já sabe quais são as diferenças entre RH e gestão de pessoas, é hora de responder a outra pergunta. Você sabe por que vale a pena fazer uma pós-graduação em gestão de pessoas? Descubra os motivos para investir nesse curso!

 

 

Conheça as 7 maiores tendências em gestão de pessoas

Não são apenas áreas como produção e marketing que passam por transformações dentro de uma empresa. A gestão de pessoas também está na mira de atualizações importantes. E todos os gestores — independentemente da área de atuação — precisam estar atentos a essas novidades.

Quer saber mais? Então, conheça as 7 maiores tendências em gestão de pessoas!

1. Busca por um propósito

Uma das maiores tendências é o movimento de profissionais que já não buscam mais apenas o salário como sinal de realização no trabalho. Em vez disso, buscam a realização de um propósito maior. Existe um desejo de fazer algo que impacte a sociedade e o planeta.

Por isso, para atrair os profissionais mais jovens, uma boa aposta é oferecer trabalhos que garantam essa oportunidade. Ainda mais, é preciso estar atento às causas que motivam os jovens. Alguns exemplos são:

  • preservação do meio-ambiente;

  • respeito aos animais;

  • desenvolvimento de modelos de economia colaborativa;

  • apoio a projetos voltados para a educação.

Mesmo que um determinado cargo em sua empresa não tenha efeito direto sobre essas causas, tudo bem. O que realmente importa é que o colaborador saiba que faz parte de uma organização que é ativamente envolvida nos assuntos que importam para a comunidade.

2. Employer branding

Branding é um termo que já faz parte do planejamento estratégico de muitas empresas. Mas agora, em vez de focar apenas na construção da marca para os clientes, também é tendência desenvolver o processo com foco nos profissionais.

Nessa tendência, o setor de Marketing terá um papel importante para a gestão de pessoas. Afinal, não se trata apenas de realizar o branding para os profissionais que já trabalham com sua empresa mas, principalmente, para os profissionais que estão no mercado de trabalho.

Quando bem executado, o employer branding permite atrair talentos promissores, formando uma equipe de sucesso que ajudará a alavancar os negócios.

3. Plano de carreira em W

Até agora, a tendência era o plano de carreira em Y. Nesse modelo, o profissional podia escolher entre seguir uma carreira em atividades operacionais ou perseguir cargos de gestão administrativa. Agora, existe uma terceira alternativa: a gestão de projetos.

Vale a pena reforçar que a gestão de projetos exige conhecimentos dos outros dois caminhos de carreira (gestão administrativa e atividade operacional) e, ainda, seus próprios conhecimentos específicos. Existem até mesmo certificações técnicas para quem deseja seguir essa alternativa profissional.

Portanto, não é simplesmente uma questão de deixar o colaborador escolher seu caminho. Para implementar o plano de carreira em W com sucesso, a empresa precisa adotar uma postura ativa em identificar colaboradores que tenham aptidão e potencial para a gestão de projetos e, ainda, aconselhá-los sobre como seguir esse caminho.

4. Job rotation

A prática do job rotation permite que o colaborador passe algum tempo trabalhando em diferentes áreas da empresa, antes de ser alocado definitivamente em um setor.

Essa prática é vista, principalmente, nos programas de trainee. Entretanto, a tendência está se estendendo à contratação de outros funcionários dentro das grandes organizações.

Por meio do job rotation, é possível entender melhor suas aptidões e selecionar uma posição que vai, realmente, aproveitar todo o seu potencial. Além disso, o colaborador adquire uma visão mais ampla sobre a empresa, seus processos, seus pontos fortes e fracos.

Mas essas não são as únicas vantagens de implementar o job rotation na sua empresa. Ele também é uma maneira de reforçar a integração dos novos funcionários, não apenas dentro do seu setor, mas com todas as equipes. Assim, é possível fomentar um ambiente de trabalho mais saudável e cooperativo.

5. Benefícios flexíveis

A tendência dos benefícios flexíveis vem para acabar com aquele velho pacote “vale alimentação e transporte”. Em vez disso, as empresas podem colocar à disposição dos colaboradores uma gama variada de benefícios; os colaboradores, por sua vez, terão “créditos” para escolher alguns desses benefícios. Por exemplo:

  • para a colaboradora que tem um filho pequeno, pode ser o auxílio-creche;

  • para o colaborador que se preocupa com a aparência e a boa forma, pode ser um convênio com academia;

  • para o colaborador que gosta de ir ao cinema e ao teatro, pode ser um vale-cultura.

Independentemente das preferências, todos serão atendidos.

É claro que esse tipo de programa de benefício exige políticas bem estabelecidas, transparentes, e um alto nível de organização e controle por parte da equipe de Recursos Humanos.

Ainda assim, a mudança vale a pena! Ela permite aumentar a motivação da sua equipe, pois cada pessoa receberá os benefícios que valoriza mais.

6. Treinamento a distância

Os treinamentos sempre foram um dilema para as empresas. Por um lado, são indispensáveis para garantir que sua equipe apresente um desempenho cada vez melhor e atinja os melhores resultados. Por outro lado, são difíceis de organizar.

Se o treinamento for durante o horário de trabalho, o fluxo dos processos é interrompido e a produtividade é prejudicada. Entretanto, se for depois do expediente ou nos finais de semana, é muito difícil obter a adesão dos funcionários.

Frente a essas questões, a tendência dos treinamentos à distância, facilitada pelas tecnologias EAD, está vindo com força total.

Ela resolve uma série de problemas, como a dificuldade de encontrar tempo para o treinamento e os gastos com deslocamento dos funcionários até o local das aulas.

Além disso, a possibilidade de realizar o treinamento a qualquer hora, em qualquer lugar, também é um ponto positivo na perspectiva dos próprios colaboradores. Por isso, o formato à distância conquista mais participantes ativos.

7. Home office

Cada vez mais empresas estão aderindo à contratação de funcionários para desempenhar atividades em casa — prática conhecida como home office.

Existem diversos benefícios nessa tendência: a empresa deixa de ser responsável pelo trabalhador em seu deslocamento de ida e vinda; o trabalhador, por sua vez, não gasta mais tempo com esse deslocamento — que, em alguns casos, poderia representar mais de três horas por dia — e, em vez disso, pode se dedicar a atividades produtivas.

O trabalhador pode flexibilizar seu horário, de maneira geral, focando em resultados (em vez de tempo de serviço). Na maioria dos casos, a empresa observa que a produtividade aumenta, mesmo sem o ritual de “bater ponto”.

A empresa pode economizar em consumo de luz, água, suprimentos de escritório e outros itens. Afinal, já que seus colaboradores estarão em casa, eles não serão necessários.

No post que acabou de ler, você conheceu algumas das principais tendências da gestão de pessoas para os próximos anos. Agora, que tal ver um outro lado da história? Confira nosso artigo sobre os 5 principais desafios da gestão de pessoas — e como superá-los!

As 5 maiores tendências de marketing digital para 2018

O marketing digital é atualmente uma das maiores apostas das empresas para ampliar sua presença no mercado e alcançar novos clientes. A distinção cada vez menor entre o mundo on-line e o offline trazem facilidades, mas também impõem desafios que podem fazer com que uma companhia fique para trás de uma hora para a outra. Não é à toa a curiosidade com as tendências de marketing digital para os próximos anos.

As grandes promessas envolvem recursos tecnológicos de última geração e personalização no atendimento ao consumidor. Com a competição cada vez mais acirrada pela atenção do público, sairão na frente as empresas ou os profissionais que entenderem mais rápido como colocar esse conhecimento estratégico em prática. Confira a seguir o que esperar para essa área em 2018.

1. Interação via chatbots 

O relacionamento com o consumidor tende cada vez mais a acontecer por meio das redes sociais. O crescente acesso dos brasileiros a um smartphone está transformando a maneira de se comunicar com as companhias. Esse comportamento deve continuar ditando a forma como as empresas respondem a essa demanda.

Quanto mais pessoas entrarem em contato com uma instituição usando a internet, mais necessário será dar uma resposta rápida e eficiente ao público.

Nesse sentido, os chatbots (robôs programados para responder perguntas) são poderosas ferramentas para agilizar o atendimento on-line a esses consumidores, tanto em suas páginas em sites de relacionamento, quanto no próprio site de uma companhia.

Com eles, é possível identificar a necessidade de um cliente e encaminhá-lo rapidamente para a respectiva área da empresa que solucionará seu problema. Tudo isso de forma automatizada, poupando tempo e melhorando o resultado dessa interação. 

2. Conteúdo relevante para clientes e consumidores em potencial

Um oceano de informações a um clique. Ao mesmo tempo em que a internet permite uma aproximação maior entre as empresas e as pessoas, o grande trunfo de um negócio é cativar o consumidor.

E não se trata somente de fazer uma pessoa comprar um produto. Trata-se de fazer com que as pessoas que tiveram contato com um produto ou um serviço se transformem em seus embaixadores.

Nesse sentido, criar conteúdo relevante para essas pessoas é crucial para criar identificação e manter nutrida uma base de clientes e de consumidores em potencial.

Você já deve ter ouvido algo sobre transformar clientes em fãs. Esse é, na verdade, um dos maiores objetivos de uma empresa que pretende manter seu crescimento no longo prazo.

Uma das formas mais eficazes de colocar em prática essa estratégia é se comunicar com o público de igual para igual, criando mensagens que façam a diferença no dia a dia das pessoas.

Nesse sentido, a criação de conteúdo próprio, levando em consideração o perfil do consumidor, suas dúvidas e necessidades, continuará sendo uma das principais tendências de marketing digital no neste ano.

3. Aposta em influenciadores para fortalecer laços com o público

Com o objetivo de se aproximar ainda mais de seu público, outra grande estratégia de marketing será a aposta em influenciadores.

Mas nem só as personalidades com milhares de seguidores nas redes sociais terão vez. É cada vez mais relevante a aposta de empresas em pessoas com menos seguidores, mas com grande poder para falar a língua de um público em que essas companhias estão interessadas.

Se antes tinha mais sucesso quem apostava grandes somas de dinheiro em celebridades consagradas para disseminar sua mensagem, hoje em dia mesmo as empresas menores têm a chance de ampliar o número de pessoas alcançadas na estratégia de expansão de sua marca.

4. O vídeo como principal formato 

As histórias instantâneas em vídeo se tornaram uma febre nos últimos tempos e devem continuar canalizando a atenção dos usuários das redes sociais. Por isso, é importante para uma empresa desenvolver conteúdo para marcar presença também nesse formato.

Outras maneiras de trabalhar conteúdo em vídeo, como a transmissão ao vivo (streaming) e o clipe reproduzido automaticamente na timeline (autoplay), também devem seguir mostrando sua força.

Nesse sentido, ganha quem consegue lidar bem com essas ferramentas para cativar seu público. As mensagens tendem a ser curtas, diretas e com potencial para causar grande impacto.

Definir e conhecer o público que se deseja atingir também é fundamental para escolher o formato adequado, pois cada perfil de consumidor terá uma interação maior com determinada plataforma.

Um consumidor mais jovem, por exemplo, pode ter mais afinidade com as histórias instantâneas. Outro, mais velho, pode dar preferências a vídeos mais longos e explicativos.

Descobrir a forma mais eficiente de falar com o público é uma das principais estratégias de uma empresa para ampliar o seu alcance e saber qual é a maneira mais adequada de transmitir essas mensagens poupa tempo e esforços desnecessários.

5. Realidade virtual para auxiliar no processo de compra

Se você já comprou algum produto pela internet, deve ter se perguntado em algum momento se aquele tamanho ou formato era adequado às suas necessidades. E mesmo usando recursos adicionais, como tabelas de cores ou tamanhos, você se preparou para eventualmente ter de trocar esse produto.

Porém, para produtos e serviços mais complexos, o processo de troca não é tão simples. Pense no trabalho que daria trocar um armário comprado pela internet que não se ajustou às medidas das paredes daquele cômodo da sua casa.

Por isso, a realidade virtual será cada vez mais utilizada para auxiliar no processo de compras pela web. Vídeos, gráficos e projeções podem ser decisivos para o ato da compra e reduzirem as chances de que aquele produto ou serviço não esteja no formato adequado ao que o cliente precisa.

Além disso, esse recurso também pode ser usado para proporcionar testes gratuitos de um produto, como o test drive de um carro ou um roteiro de viagem personalizado, por exemplo. Assim, é possível conquistar um número maior de consumidores de uma forma relativamente mais barata.

As tendências de marketing digital terão um impacto cada vez maior na vida dos consumidores. E você, com certeza, não quer ficar de fora dessa revolução. Compartilhe esse post com seus contatos nas redes sociais e veja quantas pessoas em sua rede já foram alcançadas por essa estratégia. 

Conheça 6 livros de marketing essenciais para qualquer profissional

Uma característica do consumidor atual é que ele está cada vez mais acessível. São diversos os canais de contato entre as empresas e o seu público: do telefone até o WhatsApp. No entanto, esse mesmo consumidor tem se mostrado cada vez mais exigente e para agradá-lo só mesmo com boas estratégias de marketing. Para ajudar a identificá-las reunimos os seis livros de marketing essenciais para empresas e profissionais de todos os setores! Confira!

1. Marketing 4.0: do Tradicional ao Digital (Philip Kotler)

Considerado o “pai do marketing”, Philip Kotler se tornou um dos autores mais importantes quando o assunto é marketing e suas estratégias de mercado. Depois do sucesso mundial “Marketing 3.0” — outro livro imperdível — Kotler presenteia os leitores com uma versão atualizada sobre o futuro da área em “Marketing 4.0”.

Enquanto no livro anterior, o autor se concentrou na transição do marketing em três fases: do produto, ao consumidor e, finalmente, ao ser humano, na versão 4.0, quem ganha destaque é o marketing digital — que vem ganhando atenção.

Esse fato torna esta obra imperdível para quem quer entender o comportamento do público nessa nova era da conectividade, além de aprender como o profissional de marketing pode adotar práticas consistentes e lucrativas em um mercado em constante mutação.

2. Organizações Exponenciais (Salim Ismail, Yuri Van Geest e Michael Malone)

Quem trabalha ou se interessa por marketing sabe que a palavra do momento é “inovação”. Muitas empresas têm buscado o segredo para criar produtos e serviços que tragam essa característica. No entanto, muitas delas têm falhado ao apostar em ideias e projetos que nada tem a ver com inovação.

No livro “Organizações Exponenciais”, Ismail, Van Geest e Malone mostram o que na realidade significa esse conceito e como ele vem provocando mudanças de hábitos nos consumidores e na própria sociedade.

Eles trazem ainda dicas para empresas sobre como acompanhar essas mudanças dentro do seu modelo de negócio, além de exemplos de organizações, como a Nokia, que viram os lucros despencaram por ignorarem essas mudanças. Lembra dela?

3. Transformação Digital: Repensando o seu Negócio para a Era Digital (David Rogers)

Se os exemplos de livros de marketing anteriores apresentam a nova cara do marketing na era digital, “Transformação Digital” traz uma visão prática de como adaptar o seu negócio a essa realidade. Algo desafiador para boa parte das empresas, especialmente as criadas antes da era da informação e da popularização da internet.

Rogers traz com uma linguagem prática aquilo que fez empresas com pouco tempo de existência, como Amazon, Netflix e YouTube, alcançarem um patamar de sucesso, e como os “dinossauros” do mercado têm feito a sua própria transformação digital.

Todo o livro é baseado na criação de estratégias baseadas nos cinco domínios desses novos tempos: clientes, dados, inovação, competição e valor. Entender esses temas é fundamental para gestores de todos os segmentos que querem continuar elevando suas vendas e fidelizando clientes.

4. Mobile Marketing: a Terceira Tela (Chuck Martin)

Outro tema que não pode passar despercebido aos olhos dos profissionais de marketing e gestores é o mobile marketing. Somente no Brasil, o uso de smartphones passou de 53% em 2013 para 90% em 2015, tanto que o aparelho é o item de consumo favorito dos brasileiros. O livro “Mobile Marketing” apresenta as estratégias e táticas necessárias para se destacar e inovar nesse cenário.

Um dos pontos mais interessantes discutidos por Martin é a forma como a mudança no modo de se conectar à internet também altera o comportamento e expectativas do consumidor. Além de facilidade no uso, eles esperam por sites e plataformas rápidas, que não representem um alto gasto de dados móveis. Empresas que atuam na área de comércio são as que mais precisam prestar atenção e se adaptar a este mundo ou correm o risco de cair no esquecimento.

5. Regras de Conteúdo (Ann Handley)

Criar conteúdo relevante é uma estratégia do marketing para educar o consumidor e despertar o interesse sobre os seus produtos ou serviços de uma maneira menos agressiva que as propagandas tradicionais. Mesmo sendo uma ideia relativamente simples, colocá-la em prática não é tão fácil quanto parece.

Muitas empresas acreditam que não precisam investir nessa área ou simplesmente compartilham qualquer tipo de informação, sem uma linguagem adequada ao seu público. E com isso, perdem a oportunidade de prosperar no mundo virtual.

O livro “Regras de Conteúdo” é um manual prático para as empresas que querem produzir conteúdo de qualidade, que transforme leads em clientes. Com ele o leitor aprenderá como escrever e-books, posts e artigos, além de produzir vídeos e podcasts de maneira genuína, sem parecer técnico demais, mas vendendo o seu produto e serviço de maneira poderosa.

Outra obra-prima da autora é o best-seller “Everybody Writes”, ainda sem tradução para o português. Nele, são mostradas as 13 regras essenciais para que qualquer profissional escreva melhor. Para quem consegue ler bem em inglês, esse livro é essencial na criação de conteúdo criativo e fácil de ser vendido!

6. Marketing de Permissão: Transformando Estranhos em Amigos, e Amigos em Clientes (Seth Godin)

Quem está envolvido com negócios já deve ter ouvido falar de Seth Godin. O estadunidense é um dos autores mais conhecidos na área, além de CEO de uma das primeiras companhias de marketing digital do mundo, mais tarde vendida ao Yahoo.

Com mais de quinze obras publicadas, o autor é uma figurinha carimbada em todas as listas de best-sellers. E não é à toa. Suas ideias são consideradas bem à frente do seu tempo e tem ajudado empresas a, de fato, mudarem a sua cara no mercado.

Um dos seus conceitos mais aclamados é o de marketing de permissão, que dá nome a um dos seus livros mais famosos. Ele é baseado em um conjunto de práticas de comunicação e marketing que visam atrair o cliente com o seu consentimento. Ou seja, sem propagandas invasivas no intervalo do jogo de futebol, outdoors no meio das avenidas ou ofertas que lotam a sua caixa de entrada de e-mail, por exemplo.

O seu foco está nos veículos  de uso pessoal, como as redes sociais, o SMS, o e-mail e as ligações telefônicas. E pode trazer muitas vantagens para as empresas, como maiores chances de converter potenciais clientes em clientes fiéis, criar um relacionamento mais respeitoso com eles e reduzir os gastos. Um dos livros de marketing essenciais para quem quer tornar a sua empresa inesquecível (de maneira positiva) para os clientes!

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