8D: conheça a metodologia que resolve situações críticas

Para sobreviver em um mercado altamente competitivo e atender às demandas de consumidores cada vez mais exigentes, as empresas estão sempre investindo em novos métodos de trabalho. A ideia é maximizar o retorno financeiro sem abrir mão da qualidade. A metodologia 8D surgiu justamente com esse propósito, ajudando a aperfeiçoar os processos produtivos.

Nosso objetivo neste artigo é apresentar em detalhes a metodologia 8D, mostrando como esse importante instrumento de gestão pode alavancar os resultados de uma empresa. Além disso, você verá como aplicar essa ferramenta para desenvolver soluções inovadoras e aumentar o nível de satisfação dos clientes. Confira!

O que é a metodologia 8D?

O 8D é uma ferramenta de gestão criada nos anos 1970 e aperfeiçoada ao longo da década seguinte pela Ford. Sua proposta é ser um método eficaz para identificar e solucionar falhas que afetem a qualidade de produtos e serviços. Além disso, o processo busca eliminar a causa raiz do problema para evitar que ele reapareça no futuro.

O pilar principal da metodologia 8D é a integração entre os membros da equipe responsável pela resolução do problema, Por isso, todo o processo é voltado para a valorização do trabalho colaborativo e procura fortalecer a sinergia entre os departamentos que participam do projeto.

As oito disciplinas que compõem a ferramenta — as quais veremos em detalhes na sequência deste artigo — são orientadas pela coleta e análise de dados, evitando palpites ou propostas mirabolantes. A ideia é visualizar o problema com o máximo de precisão e desenvolver uma solução completa e definitiva.

Como aplicar o 8D na sua empresa?

Geralmente, o 8D é utilizado para resolução de problemas grandes e de alta complexidade, situações críticas que costumam afetar diretamente o cliente e colocam em risco a credibilidade e a sustentabilidade do negócio. Uma das características importantes do método é a possibilidade de utilizá-lo em conjunto com outras metodologias de gestão.

Vamos conhecer melhor as disciplinas que formam a metodologia 8D: 

D1: Formar a equipe

A melhor maneira de montar uma equipe de sucesso é promover a integração entre indivíduos com conhecimentos distintos. O primeiro passo para definir a equipe responsável pelo projeto é reunir profissionais de vários setores e níveis hierárquicos, pessoas capazes de agregar valor ao grupo de trabalho.

É importante que elas tenham conhecimento sobre os processos internos e venham de departamentos impactados pelo problema a ser solucionado. Vale destacar que o trabalho em equipe exige algumas características fundamentais dos gestores, como a empatia e a comunicação transparente e objetiva.

D2: Descrever o problema

Com a equipe reunida, chega o momento de compreender o problema. Para isso, é necessário fazer uma grande investigação e coletar informações que permitam desenvolver uma descrição completa dele. Os dados podem vir de depoimentos de funcionários e clientes, relatórios gerenciais ou outros métodos que ajudem a entender o tipo de problema e seu alcance.

Uma ferramenta adicional que pode ser muito útil nesta etapa é o 5W2H. Com ele, podemos visualizar melhor a dificuldade ao responder às seguintes perguntas:

  • O que está acontecendo?
  • Onde está acontecendo?
  • Quando está acontecendo?
  • Como está acontecendo?
  • Por que está acontecendo?
  • Quem causou o problema?
  • Quanto o problema está custando para a empresa?

Outras ferramentas podem ser adotadas, desde que atendam ao objetivo principal, que é explicar a falha detalhadamente.

D3: Estabelecer ações de contenção

O processo para investigar um problema e desenvolver soluções definitivas pode levar algum tempo, fazendo com que o cliente continue exposto à falha. Para evitar que isso ocorra, é necessário estabelecer ações de contenção: soluções provisórias que garantam a continuidade dos processos produtivos sem grandes prejuízos para os consumidores e para o negócio.. 

D4: Determinar a causa raiz

Depois de colocar a solução provisória em prática, a equipe terá mais tranquilidade para trabalhar em algo mais completo. O time deve fazer um brainstorming para levantar as relações de causa e consequência em busca da causa raiz, o elemento que dá origem ao problema. A única forma de eliminar a falha definitivamente é atuar sobre essa fonte.

Um bom instrumento para auxiliar nessa tarefa é o Diagrama de Ishikawa, que permite conectar e visualizar causas e efeitos com facilidade. Depois de localizar a causa raiz, é hora de passar para o próximo passo e discutir possíveis soluções.

D5: Escolher e validar ações permanentes

A equipe deve desenvolver sugestões para eliminação da causa raiz e pensar nos impactos que cada uma delas pode ter sobre os departamentos envolvidos. A validação dessas ideias deve ser cuidadosa, para que a solução escolhida não seja fonte de novos problemas no futuro. Vale destacar mais uma vez a importância de fazer uma análise baseada em dados, sem achismos e suposições.

D6: Implementar as ações permanentes

Finalmente, chegou o momento de aplicar a solução escolhida. Para isso, é necessário formular um plano estratégico e delegar tarefas, para que cada membro da equipe saiba exatamente o que deve ser feito e qual é o prazo de entrega. Evidentemente, a execução deve ser acompanhada com o auxílio de indicadores de desempenho capazes de mensurar a evolução do trabalho.

D7: Definir medidas de prevenção

Se o monitoramento indica que as soluções propostas estão dando os resultados esperados, os novos métodos de trabalho precisam ser revalidados e padronizados. Isso evitará que o problema reapareça futuramente. Revise todos os procedimentos e instrumentos de trabalho para garantir que eles estejam dentro dos padrões estabelecidos. 

Verifique também a necessidade de replicar a solução em outros setores para eliminar problemas semelhantes. O investimento em treinamentos também é fundamental, pois ajuda a fixar os novos métodos de trabalho e contribui para o processo de melhoria contínua.

D8: Reconhecer o trabalho da equipe

O trabalho para criar e implementar soluções tão abrangentes é longo e cansativo; portanto, nada mais justo do que celebrar o sucesso com o time. Formalize o encerramento do projeto e apresente os resultados para a equipe, valorizando o esforço de cada integrante. Isso reforçará o senso de colaboração e motivará os colaboradores a encarar novos desafios. 

Ao promover a interação entre profissionais com conhecimentos diversificados, o 8D proporciona uma visão ampla do negócio. Sua utilização traz grande aprendizado para toda a equipe e favorece a inovação empresarial, gerando um importante diferencial competitivo.

Agora que você aprendeu um pouco mais sobre a metodologia 8D, assine nossa newsletter e receba em primeira mão uma série de conteúdos sobre as melhores ferramentas de gestão e muitas dicas para alavancar sua carreira.

Gestão Contemporânea: tudo que você precisa saber sobre o assunto

A gestão contemporânea tem sido abordada na estrutura das grandes empresas, sendo apontada como responsável pelos resultados excelentes. Mas o que compõe essa forma de administrar? O que caracteriza a contemporaneidade de uma organização?

O gerenciamento de um negócio apresenta diversos modelos burocráticos de direção que foram consolidados ao longo dos anos. Contudo, à medida que o mundo se desenvolve, os movimentos do mercado ficam cada vez mais rápidos e quem não se adapta fica de fora.

Para manter a organização competitiva, a gestão precisa ser tão ágil quanto o mundo dos negócios, além de desenvolver modelos flexíveis e adaptáveis a novos contextos.

Apenas um gestor preparado e capacitado dá conta de obter esse controle e coordenar o negócio de forma funcional e eficiente rumo ao sucesso. Para esclarecer esses pontos e falar sobre os principais pilares da gestão contemporânea, preparamos esse post com tudo que você precisa saber. Ficou interessado? Venha conosco e boa leitura!

1. O que é gestão contemporânea?

A gestão contemporânea trata da administração que está sempre focada no momento presente. O planejamento estratégico e a organização de uma empresa têm objetivos em pauta. Essa gestão aparece justamente para encontrar meios de viabilizar a ação no agora.

Quais são os grandes objetivos do empreendimento? A gestão contemporânea é a administração que vai fazer isso acontecer, coordenando e direcionando os passos. Ela estabelece um plano e encontra formas eficientes de cumpri-lo, medindo sempre os resultados e ajustando, além de controlar os recursos e tempo gastos.

Seja para o bom andamento das grandes metas ou para alcançar alguma solução específica em um projeto, a gestão contemporânea deve ser aplicada. É importante ressaltar que essa administração é orientada para resultados, usando a prática e o dia a dia para executar a estratégia por meio da implementação de ações inteligentes.

2. Quais são as características dessa administração?

Indo além da gestão empresarial, o caráter contemporâneo traz agilidade e agressividade à organização, tornando-a mais competitiva. Muitas direções de empresas se tornam reativas diante do mercado, agindo sempre atrasadas ou atrás das outras empresas.

Ainda que não seja totalmente arrojada, sendo mais analítica, a principal característica dessa gestão é que ela implementa. Somente quem tem competências de gerenciamento, planejamento e liderança pode executar a gestão contemporânea.

Outro fator importante ao identificar a gestão contemporânea é o mindset da equipe: todos trabalham como se fossem “donos” do negócio, sendo orientados pelo gestor — por meio do andamento do trabalho da organização — a pensar da melhor forma.

Ao contrário de modelos engessados em que a hierarquia se dá de forma vertical, na gestão contemporânea as pessoas têm autonomia, independentemente do organograma, num ambiente flexível de colaboração, participação e sustentabilidade.

Isso faz com que a empresa funcione com sinergia, de forma ágil. Diante desse cenário, fica clara a inclinação do sistema à inovação, usando a tecnologia como ferramenta a fim de otimizar os processos e posicionar bem a organização.

3. Quais são os novos modelos aplicados?

Entre as muitas metodologias que podem ser empregadas para gerir uma empresa, poderíamos citar o Balanced Scorecard e o PDCA, por exemplo. Mas o foco aqui é: o plano para atender às demandas da gestão contemporânea deve possuir alguns pontos como base. Vamos a eles:

3.1. Foco no capital intelectual

Esse é o primeiro diferencial competitivo da gestão contemporânea. O que se aplica é também compartilhado, ou seja, quem gerencia não guarda para si de forma exclusiva os conhecimentos. É necessário propagá-los como um sistema de pensamento a ser seguido.

3.2. Busca pela visão global e sistêmica

É importante desenvolver as pessoas, tornando-as aptas a ter uma visão global, pensando no todo, enquanto a ação se torna local, ou seja, a equipe é capaz de agir pontualmente sabendo quais impactos aquilo vai ter no corpo da organização. O desenvolvimento de competência, habilidade e atitude encontra-se neste tópico.

3.3. Atualização da cultura organizacional

Os modelos mentais precisam ser constantemente reciclados — ficar obsoleto não é uma opção. A agilidade e eficiência devem ser pilares. Sendo assim, o estilo gerencial passa por constantes análises e mudanças, a fim de que a empresa pense de forma mais flexível, dando vez à criatividade e à inovação em prol do crescimento.

3.4. Adaptação na estrutura organizacional

A gestão contemporânea, por ser mais aberta, transforma a estrutura organizacional, tornando-a mais horizontal. Sendo assim, pode-se esperar que o modelo de gestão contemple a visão de que a hierarquia (a “chefia”) é menos importante do que a colaboração entre as pessoas e os setores.

4. Quem é o gestor contemporâneo?

O perfil de gestor contemporâneo contempla características preciosas no mercado atual. Os resultados colhidos pelo trabalho desse profissional contemplam não apenas a esfera econômica, mas também o campo social e ambiental, sem deixar de lado o desenvolvimento de pessoas. Traçamos as principais características — acompanhe!

4.1. Perfil comportamental

Alguns aspectos podem ser desenvolvidos por meio de estudo e capacitação, outros são pessoais e tratam de inclinações que temos naturalmente. Apesar de também serem passíveis de aprimoramento, geralmente essas características são próprias do indivíduo. Quer saber o que compõe, principalmente, o perfil comportamental de um gestor contemporâneo? Veja:

4.1.2. Anticonformismo

Ficar parado é a morte para quem pratica a gestão contemporânea. O mundo está em movimento, as pessoas estão, o mercado está — então, o desenvolvimento também deve estar. Uma das qualidades mais fortes que percebemos nesse profissional é o anticonformismo.

Quando ele alcança um resultado bom, busca a excelência; se consegue atingi-la, busca a consistência, a inovação, a reciclagem, enfim: sempre crescendo e nunca parado. É possível reconhecer um gestor contemporâneo ao vê-lo sempre pensando em como transformar positivamente o ambiente.

4.1.3. Planejamento e comunicação

Planejamento é tudo. Não apenas abrangendo o negócio ou a carreira, observar a forma como um gestor trabalha pode deixar claro qual é o planejamento que ele segue. Como ele organiza as tarefas diariamente, as atividades semanais e reuniões mensais, por exemplo?

Ao estabelecer uma ordem prioritária e funcional nesses acontecimentos, o próximo passo é saber comunicar as decisões. A comunicação se dá verbalmente e também por meio de postura e atitude no planejamento da rotina de trabalho e a forma como se expressa.

4.1.4. Visão e responsabilidade

Enxergar a empresa como um grande sistema de engrenagem é uma forte habilidade de quem faz gestão contemporânea. Esse gestor vê longe e vê tudo: desde os pormenores até as consequências em longo prazo.

Pense na empresa como um organismo, em que diversos sistemas colaboram para determinadas funções, fazendo, assim, com que tudo aconteça em harmonia. Essa é a visão de um gestor.

Ao ter essa percepção, o comprometimento com o funcionamento eficiente deve vir à tona. A responsabilidade deve ser uma forte marca no perfil do gestor, tanto as assumidas em tarefas pessoais quanto a confiança ao delegá-las.

Comprometimento é a palavra. O gestor enxerga tudo, pensa em ações, planeja, comunica, executa e se mantém em constante alerta para perceber possíveis falhas ou chances de otimização. Ele está comprometido com a obtenção dos melhores resultados.

4.1.5. Liderança e iniciativa

Quem gerencia precisa liderar, afinal, vai lidar com funções, tarefas, equipes e pessoas, acompanhando o desempenho de todos os processos envolvidos. A liderança inspira a colaboração. Quando o gestor faz, o time que trabalha com ele se torna muito mais engajado.

A gestão contemporânea visa muito à participação e colaboração, sendo assim, a iniciativa para as novas posturas, projetos e métodos deve estar concentrada na direção. É a velha história de “dar o exemplo”. Se a alta cúpula está ativamente comprometida com o negócio, essa energia se espalha por toda a organização.

4.2. Habilidades e competências

Saber e saber fazer. Esses dois pontos têm que estar na bagagem de um gestor contemporâneo. Ao mesmo tempo em que ele precisa ter capacidade analítica, informações e dados quantitativos a seu favor, é imprescindível que a aplicação desses conhecimentos seja feita. Portanto, base teórica e vivência tática trabalham em conjunto.

O conhecimento técnico não pode ser ignorado. É preciso dominar a área de atuação, bem como a situação do mercado no qual a empresa está inserida, o andamento da concorrência, saber e entender o produto, serviço ou solução ofertada, ter diversos dados estatísticos e indicadores disponíveis para consulta e ajustes necessários.

Conhecer metodologias, ferramentas e métricas é indispensável. Essa habilidade só é adquirida por meio de aprendizado e desenvolvimento para, depois, ser colocada em prática no cotidiano empresarial e comercial. Diante disso, a especialização torna-se crucial para praticar a gestão contemporânea.

4.3. Formação e experiência

A alta competitividade do mercado tornou a especialização em gestão um fator básico. Com tanta informação sendo lançada a toda hora, quem não se preocupa em profissionalizar cada vez mais a administração, fica rapidamente para trás. Para ser um gestor contemporâneo é necessário estar sempre em movimento, fazendo treinamentos e cursos.

Quais são as qualidades essenciais para exercer as funções que são da competência da gestão? Ao obter essa resposta, é mais do que importante conhecer e transitar com tranquilidade pelos campos de atuação. Quem não investe em seu crescimento profissional certamente não pode ser um gestor contemporâneo.

Educação continuada não é apenas um termo que está na moda. De fato, com a gestão contemporânea abordando o capital intelectual, é coerente que quem está à frente da organização seja alta e constantemente capacitado, buscando melhorias pessoais e profissionais que reflitam na administração.

5. Quais ferramentas auxiliam a direção contemporânea?

Há muitas ferramentas que visam manter a qualidade da gestão. Elas devem ser usadas para orientar e acompanhar o desempenho das atividades da organização, interna e externamente, bem como medir a produtividade da equipe. Os resultados demonstram até onde os caminhos definidos pela direção estão sendo eficientes. Separamos três que se encaixam perfeitamente no modelo de gestão contemporânea!

5.1. Brainstorm

Essa “tempestade de cerebral” também é conhecida como chuva de ideias e visa promover a criatividade na equipe. O objetivo dessa ferramenta é que diversas propostas sejam levantadas num curto período de tempo.

O gestor propõe as condições e a equipe desenvolve uma lista com todas as ideias que puderem dentro de um determinado espaço de tempo. Deve-se estabelecer um objetivo, organizar rodadas, registrar as ideias sem rejeitá-las e depois avaliá-las.

5.2. Princípio de Pareto

Um grande norte para definição de prioridades é o princípio de Pareto. Conhecido também como regra 80/20, o objetivo de utilizar um diagrama com base nesse conceito é saber de onde vem qual resultado dentro das ações.

No caso da identificação e solução de problemas, bem como na definição de onde aplicar os maiores recursos, pode-se usar essa regra. Ela consiste em traçar a origem de cada resultado (seja positivo ou negativo).

Assim, o gestor é capaz de ressaltar os 20% das aplicações que trazem 80% dos resultados positivos, por exemplo, podendo direcionar a atenção e o foco para essas atividades, tratando as restantes como secundárias.

5.3. Benchmarking

Esse processo avaliativo compara produtos de tal empresa em relação ao que é oferecido pelos líderes de mercado no setor de atuação. Todos os indicadores que podem ser comparados são levantados: produtividade, custos, retorno de investimento etc.

O principal objetivo de aplicar o benchmarking é estar a par das técnicas, modelos, rotinas e processos que acarretam melhor posicionamento e liderança do mercado. A gestão contemporânea visa estar entre os primeiros e essa prática colabora com esse objetivo.

5.4. Qualidade total

A qualidade total está diretamente ligada à estratégia da empresa. Ela está relacionada à satisfação do cliente, mas não apenas isso. Ao aplicar a gestão contemporânea, os produtos, processos, serviços e soluções oferecidos pela empresa devem estar direcionados à totalidade da qualidade.

Em outras palavras, além de preocupar-se com o que entrega para os clientes, é preciso também estar atento aos stakeholders. Essa satisfação está relacionada à ética, ao atendimento, à segurança e outros aspectos que giram em torno das atividades da empresa. O cuidado ambiental também pode ser regulado seguindo a qualidade total.

5.5. Feedback

Surpreendido por esse item? Pois bem. O poder de comunicação é primordial para um bom gestor. Sendo assim, a capacidade de dar e receber feedbacks se torna imprescindível ao praticar a gestão contemporânea.

A explicação disso é muito simples: se tudo se movimenta muito depressa, e a empresa implanta ações pontuais e locais que refletem no todo, logo, esse ciclo de acontecimentos precisa ser reportado com a mesma agilidade.

O trabalho está bom? Dê feedback. Precisa de ajustes? Dê feedback. Precisa saber do andamento de alguma atividade? Receba feedback. Saber ouvir, falar e direcionar esse fluxo de informações faz toda a diferença para que a direção tenha caminhos de sucesso.

6. Quais são os desafios e perspectivas dessa organização?

O grande desafio da gestão contemporânea é alinhar o operacional à estratégia. O propósito da organização precisa ser relevante a ponto de orientar tudo que acontece na empresa. Todos, absolutamente todos, precisam saber do que se trata o negócio, ou seja, não apenas o que o empreendimento comercializa, mas qual valor ele agrega.

Se a linha de frente consegue expressar o planejamento, refletindo o modelo de gestão, os lucros financeiros logo aparecem, destacando a excelência da empresa: altas margens de faturamento, investimentos positivos, boa reputação diante do mercado e da sociedade e uma equipe de alta performance atuando num ambiente corporativo saudável.

6.1. Por que a empresa existe?

A missão e a visão da empresa estão relacionadas a este tópico. Qual é o propósito da empresa e aonde ela quer chegar? Ao responder a essa questão, sabemos qual é o negócio do empreendimento e de qual forma ele deve ser propagado.

Se a empresa parasse hoje, o que o mercado perderia? E a sociedade? E os colaboradores? Aqui você pode perceber o diferencial da organização, o que ela agrega para as pessoas que atinge.

Se essas definições estiverem muito acertadas e no centro do trabalho desempenhado, a gestão é reconhecida, agindo com o intuito de perpetuar esses propósitos e entendimentos dentro da área de atuação.

6.2. Qual é o fit cultural da organização?

A equipe compactua com o perfil da empresa? Imagine que a organização tem sonhos. Os colaboradores precisam acompanhar essa visão. De nada adianta, por exemplo, numa gestão contemporânea, trabalhar com muitos guardiões.

O perfil profissional dos colaboradores, assim como o do gestor, vão compor tudo que acontece na administração e, por isso, é essencial que a equipe tenha o mesmo fit cultural do desenvolvimento da empresa, entendendo a mentalidade e aceitando os desafios.

6.3. A organização é transparente?

A transparência é uma questão muito abordada entre os investidores, por exemplo. Na gestão contemporânea, essa abordagem se espalha por toda a organização. As políticas precisam estar claras (por isso o alinhamento do fit cultural é tão importante), bem como as consequências dessa conduta.

Os incentivos e benefícios corporativos também precisam acontecer às claras. Quais propostas a empresa tem para o aprimoramento e desenvolvimento da equipe? É importante que a gestão priorize o bem-estar e crescimento dos colaboradores, pois, à medida que eles crescem, a empresa também cresce, já que eles são componentes dela.

A gestão contemporânea aborda uma visão holística, sendo assim, o capital humano faz parte do negócio e precisa ser planejado e aprimorado. Essa visão colabora para que a empresa tenha capital intelectual, fortalecendo um dos pilares desse modelo de administração. Esse desenvolvimento precisa ser transparente em todas as etapas.

6.4. A gestão aprende com os resultados?

Está claro que a adaptação é um dos pilares da gestão contemporânea. Por isso, é preciso que o gestor aprenda lições à medida que desempenhe seu papel. Todos os resultados que um processo ou ação geram servem como orientação para novos meios.

Se uma meta presunçosa é alcançada, aprende-se a manter aquele sistema, engajando voos mais altos. Se algo não sai como o esperado, aprende-se a observar o erro e otimizar o que é necessário. Reconhecimento também faz parte desse modelo de gestão.

6.5. A tomada de decisão é arrojada?

A tomada de decisão da gestão contemporânea é muito marcante, pois ela nunca é reativa. O gestor que se preocupa com o andamento preciso da empresa está sempre adiantado ou adiantando-se, usando todas as informações de forma estratégica.

Nada é um tiro no escuro; há um equilíbrio entre tomar a iniciativa para aproveitar as melhores oportunidades e estar atento ao andamento dos procedimentos para ajustar rapidamente o que for necessário.

Qual é o contexto e quais são as possibilidades de ação? A gestão contemporânea tem essas perguntas sempre em mente, reunindo dados organizados para caminhar diante do que for ditado pela situação.

Por isso, entende-se esse modelo de gestão como um que trabalha transformando um objetivo em um sistema para alcançá-lo, estabelecendo metas, posturas e condutas a serem adotadas, sempre de maneira dinâmica e envolvente.

6.6. Como a tecnologia favorece os negócios?

O que é mais contemporâneo que a tecnologia? Soluções são desenvolvidas todos os dias para facilitar a gestão, otimizar processos, ganhar tempo, diminuir erros e agilizar a comunicação e armazenamento de informações.

Para fazer uma gestão contemporânea, a empresa precisa usar todas as ferramentas que puder em favor do negócio — inclusive a tecnologia. Se a administração ainda utiliza sistemas antigos, onerosos e falhos, mau sinal: reveja já esses pontos.

Analisar o que mais bem atende ao negócio, tanto na entrega do produto final quanto no sentido de ter alto custo-benefício, é uma tarefa bastante complicada que demanda atenção para não desperdiçar recursos com aplicações ineficientes.

Assim, um dos desafios da gestão contemporânea é decidir como investir em tecnologia e em novos projetos, já que milhares de soluções são ofertadas no mercado para atender demandas empresariais.

A inovação e o modelo contemporâneo de gestão andam lado a lado, relacionando-se o tempo inteiro, já que ambos visam utilizar bem o momento presente e recursos do hoje em prol do desenvolvimento contínuo para o amanhã, direcionando as necessidades, ideias e propostas.

Para entender a importância desse fator de maneira que o investimento dê bons resultados a curto e longo prazo, aproveite e leia o artigo que preparamos sobre o assunto e se oriente sobre como fazer a melhor escolha para a sua administração!

 

6 motivos para fazer marketing pessoal agora mesmo

Você já ouviu falar em marketing pessoal? Trata-se de um conjunto de práticas feitas para aumentar a visibilidade de uma pessoa, atribuir a ela certa imagem e torná-la mais “desejável”. É possível fazer marketing pessoal para várias finalidades, desde promover relacionamentos amorosos até, claro, alavancar a carreira.

É um processo de mudança consciente que envolve a aparência, a linguagem verbal e corporal, a postura quando está diante de certas pessoas (como um recrutador ou um cliente), a proatividade em fazer novos contatos, a sua presença online (por exemplo, nas redes sociais), entre outros fatores.

É comum que os profissionais fiquem muito preocupados com a construção do currículo, mas se esqueçam totalmente da importância de fazer uma boa apresentação de si mesmos. Para que você entenda que vale a pena apostar nessa prática, aqui está uma lista de 6 motivos para fazer marketing pessoal!

1. Criar diferencial competitivo

Trabalhar na construção do seu currículo é extremamente importante. Porém, se dois candidatos com currículos muito parecidos aparecerem no processo seletivo para uma mesma vaga, o marketing pessoal pode ser o fator de desempate. Por isso, quando você faz uso dessa estratégia, está garantindo um diferencial que pode colocá-lo à frente de outros profissionais no mercado.

Porém, tome cuidado. Um bom marketing pessoal não cobre os buracos da falta de experiência ou de formação. Se você quer uma carreira de sucesso, precisa, na verdade, dos dois elementos. Faça o seu marketing, mas invista também em uma boa pós-graduação, para ganhar destaque na hora de competir por uma vaga.

2. Posicionar-se como referência

O marketing pessoal, assim como o de uma empresa, tem a ver com posicionamento. Um motivo para fazê-lo, portanto, é descobrir como se posicionar como uma referência dentro do seu campo profissional.

Em outras palavras, por meio do marketing pessoal, você pode criar uma descrição de si mesmo que destaque todas as suas competências e qualificações. Afinal, muitos profissionais excelentes não são completamente reconhecidos apenas porque não sabem comunicar adequadamente sua excelência.

Vale a pena ressaltar que não estamos falando de “propaganda enganosa”. Então, não adianta usar o marketing pessoal para tentar vender uma autoimagem que não corresponde à realidade.

3. Reforçar o seu networking

Na introdução deste post, já dissemos que o marketing pessoal envolve uma mudança na sua proatividade em estabelecer contatos. Isso provoca um impacto positivo no networking que, como você sabe, é uma das principais fontes de oportunidades de carreira.

Um profissional que faz marketing pessoal sabe que, quando chega a um evento com outros profissionais, precisa se concentrar em conhecer o máximo de pessoas, estabelecer rapidamente um vínculo e trocar informações de contato para manter a comunicação em longo prazo.

Além disso, ele sabe como fazer para conseguir esses contatos sem parecer forçado nem desesperado; em vez disso, levando a outra pessoa a realmente querer fazer parte da sua rede.

4. Facilitar negociações

Um bom marketing pessoal pode até ajudar na realização de negociações. Quando você faz da maneira correta, pode transmitir uma imagem de confiança a quem está do outro lado da mesa. A confiança ajuda a quebrar algumas barreiras ao “sim”, fazendo com que vocês cheguem a um acordo mais facilmente.

Uma imagem de confiança será útil em vários tipos negociações: para conseguir um sócio ou um investidor para abrir o seu negócio; para pleitear um aumento ou uma promoção; para fechar uma venda com um cliente ou uma compra com um fornecedor. Já que boa parte da nossa vida profissional gira em torno de negociações, esse é um forte motivo para apostar em marketing pessoal.

5. Ser visto como líder

Para ser um líder, não basta saber muito sobre o assunto em questão, ter criatividade ou ser ousado para tomar decisões difíceis. Além de todas essas características, ainda é preciso que o mundo (ou, pelo menos, a equipe) veja você como tal. E, para isso, fazer marketing pessoal é crucial.

Se você não acredita, pense nos grandes líderes de Estado mundiais. Eles sempre contam com um marqueteiro, cujo trabalho é justamente ajudar o estadista a passar uma imagem de liderança. Felizmente, você não precisa disso, já que pode desenvolver o seu próprio marketing pessoal.

Mesmo que você ainda não tenha um cargo de liderança, esse continua sendo um bom motivo para apostar nessa estratégia.

Lembre-se de que, no mundo corporativo, você precisa demonstrar a qualidade primeiro, para só então ser promovido. Então, assumir uma postura de liderança vai ajudá-lo a crescer na carreira e conquistar um cargo de maior responsabilidade.

6. Vencer barreiras

Ainda existem muitas barreiras dentro do mercado de trabalho, que podem envolver preconceitos ou visões retrógradas sobre o mundo e o trabalho. Embora tais concepções não correspondam à realidade, elas estão enraizadas na mentalidade de muita gente que está no topo da pirâmide e que toma as decisões.

É claro que é preciso haver uma mudança profunda para acabar de vez com essas barreiras. Porém, você pode vencê-las no seu dia a dia, construindo uma imagem de si mesmo que vá contra essas noções. Isso também é marketing pessoal.

Um exemplo simples é a atenção às roupas. Nos ambientes corporativos de hoje em dia, frequentemente, o traje é livre. Então, cabe a você fazer a escolha correta: o uso de certas roupas vai reforçar alguma imagem errada que as pessoas possam ter de você, enquanto o uso de outras vai desfazer essa percepção.

As vestimentas são apenas um exemplo, mas o mesmo vale para inúmeros outros elementos que compõem a sua imagem e também estão ligados ao marketing pessoal, como a escolha de linguagem, postura corporal, maneira de responder às críticas e assim por diante.

Neste post, destacamos 6 motivos para fazer marketing pessoal. Você está convencido da importância dessa prática? Está pronto para ser marqueteiro de si mesmo? Então, comece a pensar quais mudanças você pode realizar para promover o seu sucesso profissional.

Quer contar sua experiência de fazer o marketing pessoal? Ou ainda tem dúvidas sobre o assunto? Deixe um comentário abaixo!

 

A importância da gestão de conflitos para o sucesso de um negócio

Não importa se a empresa é pequena ou se conta com uma multidão de funcionários: uma hora será preciso lidar com conflitos. Afinal, qualquer ambiente que reúna pessoas com personalidades, visões de vida e culturas diferentes está à mercê de eventuais atritos. O problema é que os conflitos causam uma série de danos ao ambiente corporativo, acabando por tirar dos profissionais a percepção de que é preciso seguir objetivos em comum.

Neste post, vamos mostrar os maiores malefícios que os conflitos podem trazer para uma organização e como agir antes, durante e depois de um desentendimento. Pronto para entender melhor como a gestão de conflitos funciona e fazer com que esse tipo de episódio se torne uma oportunidade de evolução? Então continue acompanhando!

O que se caracteriza como um conflito?

Como já adiantamos, independentemente do seu porte, em algum momento, será inevitável lidar com conflitos dentro do ambiente corporativo. Profissionais com perfis, realidades socioeconômicas e objetivos distintos podem criar um time multidisciplinar e imbatível, mas também vão discordar em diversas situações.

De maneira geral, o conceito de conflito se refere a opiniões ou situações divergentes. Em muitos casos eles são necessários pois geram mudanças. No entanto, se não forem gerenciados podem causar o caos total e trazer prejuízo para o ambiente de trabalho.

Nem sempre o conflito acontece entre duas pessoas. Ele também pode surgir da relação do profissional com o que é exigido pela empresa, o que afeta a sua produtividade e gera problemas de comportamento. Para entender melhor as diferenças, reunimos os três tipos de conflitos nas empresas:

  • os pessoais: gerados por comportamentos individuais dos colaboradores; a maneira que eles enxergam o ambiente de trabalho, como separam vida pessoal e profissional, sua forma de pensar e agir e o seu nível de equilíbrio emocional para lidar com as suas funções;

  • os organizacionais: causados pelas dinâmicas da organização e situações criadas no próprio ambiente de trabalho;

  • os interpessoais: são os conflitos entre dois ou mais profissionais. São os mais difíceis de lidar, porque nem sempre estão relacionados a problemas com as atividades do trabalho e sim, por divergências pessoais.

A gestão de conflitos surge como uma solução para evitar desgastes nas relações de trabalho. Sua missão é orientar as empresas a integrarem todos os seus setores e equipes, reduzindo conflitos negativos. Com ela, empresas são incentivadas a criarem códigos de conduta, sempre se baseando no diálogo e na empatia, prevenindo situações que podem gerar conflitos e prejudicar o seu crescimento.

Como os conflitos podem atrapalhar a sua empresa?

Por mais que os atritos dentro de uma empresa estejam longe de poder ser considerados raridades, é um risco encará-los como algo natural. Isso porque conflitos podem ser, ao mesmo tempo, sintomas de problemas mais sérios e problemas em si. Quando há um embate mais duro entre funcionários, toda a empresa é afetada de forma negativa e uma série de ações precisa ser tomada para solucionar o problema. E esse cenário só traz prejuízos. Entre eles estão:

Baixa de produtividade

Conflitos não surgem do nada. Sempre há uma história por trás. Um mal-entendido não esclarecido, fofocas ou opiniões discordantes sobre metodologias e práticas: essas situações atuam contra a produtividade dos envolvidos, que acabam arrastando um mal-estar por dias, semanas ou até meses. É preciso ter sempre em mente que, como um colaborador insatisfeito não encontra motivação, acaba vendo sua produtividade declinar. Obviamente, isso afeta toda a equipe.

Perda de tempo e energia

Caso não sejam adequadamente prevenidos, os conflitos precisam ao menos ter seus efeitos minimizados. Isso exige ações que vão desde uma conversa reservada entre lideranças e os diretamente envolvidos, passando por treinamentos e palestras com toda a equipe ou, em casos extremos, uma reestruturação das políticas internas da empresa. E é claro que tudo isso custa dinheiro e tempo, recursos que poderiam ser investidos em processos mais estratégicos da corporação.

Deterioração do clima organizacional

É fato: em um conflito entre profissionais, toda a equipe acaba afetada. Isso acontece não só porque os envolvidos tendem a ter sua produtividade reduzida, sobrecarregando os demais, mas também porque o clima de negatividade contamina todo o ambiente. Nesse contexto, não é raro que grupos rivais se formem ou que alguns profissionais se solidarizem com uma das partes em detrimento da outra. Como resultado, surgem equipes pouco equilibradas, não alinhadas e caminhando em sentidos divergentes.

Perda de talentos

A união da baixa na produtividade, da perda de energia, insatisfação com o trabalho e a deterioração no clima organizacional têm com resultado final a perda de talentos. Empresas com alta rotatividade geralmente são aquelas que estão mais envolvidas em conflitos: interpessoais e organizacionais.

Os colaboradores que não se demitem acabam perdendo o empenho em realizar um bom trabalho para uma empresa. Isso porque não encontram nela oportunidades de crescimento e vivem sob constante pressão. E pela queda drástica de desempenho acabam sendo demitidos.

Perder talentos é também perder a oportunidade de fazer a sua empresa crescer. E pior: é entregá-los “de mão beijada” para a concorrência. Além disso, há um aumento considerável nos custos com rescisões, processos seletivos e novos treinamentos e é criado um grave problema de imagem no mercado, o que pode dificultar novas contratações.

Quais as principais causas dos conflitos?

Os conflitos em ambientes organizacionais acontecem pelos mais diversos motivos, incluindo rixas pessoais, diferenças culturais e até posicionamentos políticos. No entanto, existem situações em que a própria empresa é a criadora de problemas entre colaboradores. Esses casos merecem uma atenção especial da gestão de pessoas. Confira um apanhado de algumas dos principais geradores de conflitos no ambiente organizacional:

Mudanças repentinas

Mudanças sempre exigem uma atenção especial dos profissionais responsáveis pela gestão de pessoas, uma vez que podem causar inseguranças na equipe, que começa a duvidar se o trabalho realizado até então era suficientemente bom ou a se perguntar como será a adaptação à nova realidade.

Quando essas mudanças são feitas de forma brusca ou sem o esclarecimento correto sobre o porquê de estarem acontecendo e com quais objetivos, todo o clima empresarial é afetado. Lembre-se: um ambiente ruim é solo fértil para instabilidades e conflitos.

Escassez de recursos

É normal que empresas precisem se adaptar a momentos de crise, adequando seu orçamento para tempos de austeridade. Mas atenção: esse tipo de ação causa danos colaterais que precisam ser previstos e devidamente monitorados. Cortar benefícios de funcionários, contingenciar recursos para projetos inovadores ou mesmo suspender a possibilidade de promoções e aumentos: tudo isso e muito mais pode gerar insatisfação e insegurança, verdadeiros gatilhos para conflitos.

Desarticulação de equipes

Não é à toa que conceitos como integração e alinhamento vêm sendo repetidamente abordados nos ambientes corporativos. Em negócios cada vez mais complexos, que envolvem a colaboração de diversos profissionais, o esforço realmente deve ser conjunto para que todas as partes caminhem na mesma direção e, sempre que possível, no mesmo ritmo.

Uma equipe desarticulada é foco de conflitos constantes. Metas, metodologias e processos não compartilhados fazem com que os times optem por caminhos diferentes, muitas vezes se cruzando de maneira desastrosa. É preciso melhorar a comunicação.

Falta de comunicação

A falta de diálogo é um dos principais causadores de problemas dentro do ambiente organizacional. Não ter um posicionamento da gestão sobre os assuntos cotidianos no trabalho abre espaço para fofocas, projetos mal orientados e retrabalho.

Quando esses problemas se tornam constante, os profissionais acabam se desgastando, perdendo o empenho e a paciência para realizar um trabalho de qualidade e conviverem em harmonia entre si.

Como agir quando conflitos chegam a sua empresa?

Quando o assunto é gestão de conflitos, o primeiro passo é tentar prevenir o problema. Garantir uma boa comunicação entre empresa e colaboradores, por exemplo, diminui a possibilidade de que mudanças funcionem como um gatilho para conflitos. Da mesma forma, é preciso incentivar a integração constante entre as equipes. Isso pode ser feito por meio de treinamentos, por exemplo, com o compartilhamento claro de informações e detalhamento de ações e metodologias.

No entanto, quando o conflito efetivamente acontece, é preciso saber remediá-lo com exatidão. Nesse caso, sugerimos acompanhar o passo a passo que preparamos a seguir!

Evite ignorar o conflito

Um erro gravíssimo na gestão de pessoas é simplesmente ignorar que um conflito aconteceu. Por incrível que pareça, no entanto, é bastante comum que os líderes esperem a situação se resolver por si, com as partes envolvidas eventualmente se entendendo.

Outro erro cometido por gestores é tentar cortar o mal pela raiz para que ele não evolua, resolvendo o problema de maneira rápida, sem entender com clareza quais as suas origens. É daí que acontecem as demissões, que nem sempre são a solução para os conflitos.

Ao perceber a existência de um conflito, é importante não esperar que os envolvidos o resolvam sozinhos. Mas antes de tomar uma atitude, é fundamental ouvir todos os lados e desdobramentos da situação para que ninguém se sinta injustiçado. Muitas vezes um conflito que parece imenso é resolvido com atitudes simples. Para isso:

Atue como mediador

Ainda seguindo a dica anterior, é importante que o líder se posicione com imparcialidade. Eleger favoritos ou ignorar uma das partes pode piorar ainda mais a situação e gerar situações piores, como processos trabalhistas.

Ao gerenciarem qualquer conflito, as lideranças devem agir com isenção e justiça. Conversar separadamente com cada parte envolvida é o primeiro passo para entender os lados da história e mostrar que a chefia está propensa a buscar uma solução equilibrada.

Promova soluções em conjunto

Depois de conversar com cada uma das partes, reúna os envolvidos em um local reservado, aponte suas considerações sobre o caso, bem como quais acha que podem ser as melhores soluções para o conflito. Mas sempre peça que os envolvidos falem novamente o que acham que deveria ser feito e como corrigir o problema causador do atrito.

Acompanhe os desdobramentos

Após conversar com as partes, mediar o conflito e construir soluções em conjunto, continue observando o desdobramento do caso. Verifique se as atuações realmente melhoraram ou se serão necessárias novas reuniões ou mesmo treinamentos mais amplos, que envolvam não apenas os conflitantes, mas toda a equipe.

Compartilhe a empatia

Prevenção também é uma parte importante da gestão de conflitos. Criar um código de conduta para a sua equipe e promover a empatia pode ajudar a evitar problemas no futuro. O gestor é a primeira pessoa que deve promover atitudes empáticas. Afinal, todo líder é um exemplo e serve como espelho para o resto dos colaboradores.

Se você está sempre fazendo comentários maldosos, criticando colaboradores publicamente ou é intolerante em relação a falhas e determinados comportamentos que eles possuem, consequentemente, abre espaço para que o resto do time aja da mesma maneira.

Evite o “telefone sem fio”

Falta de comunicação também é uma grande causadora de problemas internos. Muitas brigas, discussões e desavenças no ambiente de trabalho são causados pela especulação e pela fofoca. Por não terem um posicionamento oficial da empresa, colaboradores acabam entrando no famoso “telefone sem fio”, em que cada um diz uma coisa e ninguém realmente sabe qual é a verdade. Com isso acabam ficando insatisfeitos, frustrados e irritados.

Dê feedbacks constantes

Você deve estar se perguntando como um feedback pode melhorar a gestão de conflitos nas empresas. Mas a resposta é simples. O feedback é um retorno claro sobre o posicionamento de uma empresa ou líder sobre o trabalho de um profissional. Quando ele entende qual o seu valor, a chance de se envolver em conflitos diminui.

O feedback também é uma chance de se comunicar e ouvir o que a equipe tem a dizer, entender quais as suas dores e prevenir situações que vêm pesando o ambiente de trabalho.

Avalie as suas responsabilidades

Você é um líder que sabe se posicionar diante dos conflitos? Que trata a equipe com equidade e respeito? Que estabelece metas possíveis? Que se preocupa com o bem-estar e saúde emocional dos seus colaboradores? Infelizmente muitos gestores são os principais causadores de conflitos nas empresas e não assumem essa responsabilidade.

Prazos muito curtos, assédio moral, críticas, pressão para entrega de resultados, atraso no pagamento de salários são apenas alguns dos problemas gerados por conta de uma gestão ruim. Como líder, é importante avaliar o seu papel e fazer o possível para criar um ambiente de trabalho saudável, em que pessoas se sintam bem, e não oprimidas.

E então, gostou de saber mais sobre como a gestão de pessoas pode ajudar a entender e resolver conflitos? Confira mais conteúdos desse tipo nos seguindo no Facebook, no Twitter e no LinkedIn, além de ver nossos vídeos no Youtube!

 

 

Projeção financeira: quais são os tipos e como fazê-las?

A gestão de recursos é sempre um assunto delicado. Entre custos e despesas, quem gerencia está sempre preocupado em otimizar os processos, eliminar excessos e multiplicar os ganhos. Diante desse cenário, a projeção financeira aparece como um exercício que pode apresentar diversos caminhos para a organização.

Com base nela é possível alcançar objetivos diversos no que diz respeito ao desenvolvimento da empresa. Quer saber mais sobre o assunto? Falaremos neste artigo sobre os tipos de projeção que existem e quais demandas da gestão cada um deles atende de forma mais eficiente. Venha conosco!

O que é projeção financeira?

A projeção financeira é uma previsão de cenário baseada principalmente nos dados do fluxo de caixa. Em outras palavras, as receitas e despesas futuras são estimadas a partir da apuração dos saldos das contas, a fim de se obter uma visualização do desenvolvimento do negócio.

Essa projeção pode ser apurada por período, com base nas transações de rotina, bem como a partir de outras informações: capacidade de produção, análise de mercado, sazonalidade etc.

Um dos critérios fundamentais na hora de fazer uma projeção financeira é que dados que vão dar corpo à projeção devem ser baseados em números factíveis, pois um aumento qualquer em um relatório pode alterar drasticamente o rumo de investimentos, simbolizando perdas e falta de competitividade.

Portanto, seja fiel à realidade acerca da situação do empreendimento na hora de registrar as informações.

Como fazê-la?

Há 3 formas de projetar a situação financeira da empresa: a curto, médio e longo prazo. A diferença entre a utilização de um prazo e outro está no atendimento do objetivo em específico.

Além disso, as projeções variam no detalhamento e precisão, de acordo com o período de tempo estipulado. Vamos às características de cada uma delas!

A curto prazo

Na projeção a curto prazo é usual basear-se num mês para ter a projeção dos próximos 12. Por ter um período de tempo reduzido como base, a projeção deve ser muito detalhada e revisada.

Recomenda-se que em todos os meses uma revisão seja feita para garantir que um erro de sequência não resulte em danos financeiros. Os objetivos da projeção financeira a curto prazo podem ser:

  • organização dos recursos para fins de distribuição (o que investir e onde);

  • gerenciamento do fluxo de caixa (levantamento das possíveis transações fixas por período);

  • possibilidade de negociações;

  • prestação de contas para sócios, acionistas, colaboradores, entidades e sociedade;

  • monitoramento de resultados a fim de ajustes no plano de ação.

A médio prazo

A projeção a médio prazo baseia-se nas informações mensais para prever um período de 3 anos. Sendo assim, ela se torna mais arriscada em relação à projeção de curto prazo. Geralmente o levantamento dessa previsão sugere o crescimento da organização no período futuro.

A estimativa é importante para o planejamento. Essa medida é muito implantada em empresas que estão iniciando os trabalhos, como startups e outras que ainda não atingiram o ponto de equilíbrio, por exemplo.

Por prever um período maior, erros podem custar ainda mais caro nesse caso. Por isso, quanto mais consistentes as informações forem, melhor. Procure por dados quantitativos.

É recomendado que se revise essa projeção de 6 em 6 meses. Além da verificação semestral, é essencial que, caso haja mudanças ou alterações no modelo de negócios, a projeção seja repassada, atendendo aos dados do novo cenário. Entre os principais objetivos da realização da projeção a médio prazo estão:

  • validação do modelo e plano de negócios;

  • cálculo da necessidade de capital;

  • demonstração da experiência e expertise da equipe;

  • criação de plano de carreira, remunerações variáveis etc;

  • apurar o as razões em relação ao crescimento da empresa.

A longo prazo

Essa projeção é a que compreende mais tempo: usa-se uma base anual para prever os 5 anos seguintes. Embora pareça um tanto quanto complicada, a intenção da projeção financeira a longo prazo é, justamente, compreender o quanto o empreendimento pode crescer considerando a situação do mercado.

Como o tempo pode mudar muitos fatores, o detalhamento não deve ser uma preocupação nessa projeção, já que as chances de acerto são minimizadas. A ideia aqui é ter uma noção, desenhando as formas possíveis.

Nesse caso, as revisões podem acontecer de um em um ano. Se houver captação de investimento ou aparecer uma grande oportunidade, ela também deve ser repassada e atualizada.

Os objetivos mais comuns desse exercício são:

  • levantar possíveis cenários, orientando a tomada de decisão;

  • planejamento e revisão da estratégia;

  • cálculo do valuation da organização;

  • mostra do potencial de crescimento do negócio.

O que pode ser um diferencial na gestão financeira?

O gestor que lida com o planejamento financeiro da empresa precisa ter pleno domínio de metodologias e ferramentas úteis para a área. Obter especialização em gestão financeira é muito mais do que ser capaz de fazer cálculos.

O administrador precisa ter uma visão estratégica para poder aplicar os recursos de forma eficiente, medindo os resultados a fim de sempre aprimorar o setor.

A visão da gestão financeira acerca das projeções faz toda a diferença: é preciso ser sistemático, integrando as finanças e a estratégia em busca de resultados positivos e aproveitamento das melhores oportunidades. As competências de quem gerencia a economia da empresa devem ser desenvolvidas e direcionadas ao sucesso.

Além de ser analítico e possuir um perfil moderno de gestão — apto a adaptar e movimentar a empresa de acordo com o ritmo do mercado —, quem cuida das finanças do empreendimento deve se preocupar em possuir instrumentação para momentos de crise e iniciativa inovadora para períodos de estabilidade.

É possível destacar qual opção melhor atende à demanda do negócio, praticando-a e direcionando as ações dentro de passos planejados.

A projeção financeira é uma ferramenta que pode auxiliar em diversos pontos dentro do gerenciamento da posição econômica da empresa. Antes de qualquer coisa, é preciso levantar a real situação da organização a fim de estabelecer pontos de partida e planos de melhoria e desenvolvimento.

E na sua empresa, como são projetados os cenários futuros? Quais bases e ferramentas são usadas? Elas trazem os resultados esperados? Comente este post e compartilhe conosco a sua experiência!

 

Metas profissionais: saiba como definir as suas de forma eficiente

Há algum tempo, um artigo circulou na internet tentando explicar por que a geração millenial pode se sentir frustrada com a própria vida profissional. E parte da resposta que o autor apresentava era que os jovens dessa geração tinham criado para si mesmos expectativas de sucesso irrealizáveis, o que causava uma frustração quando a realidade não era compatível com o esperado.

Certamente existe muito o que se questionar sobre os argumentos desse artigo, que traz uma série de estereótipos sobre os millenials. No entanto, em alguma coisa o autor acertou: a maneira como as metas profissionais são definidas tem forte impacto na sua capacidade de atingir o sucesso ou não — e, portanto, também no seu nível de realização profissional.

Neste post, você vai descobrir como definir e cumprir metas profissionais com eficiência. Confira as dicas!

1. Defina metas realistas

Definir metas realistas é importante. Isso significa que você deve dar um passo atrás e avaliar o cenário geral, em vez de estabelecer suas metas baseado apenas nos seus sonhos e desejos pessoais.

Você quer ser promovido a gestor antes dos 30 anos? É uma meta ambiciosa, mas isso não é um problema; a dose certa de ambição é um tempero poderoso para a carreira. Porém, faça algumas perguntas a si mesmo:

  • será que o setor em que você trabalha realmente está promovendo, ou freou o investimento em pessoal por causa da crise econômica?

  • você trabalha em uma empresa que tem uma política aberta em relação aos cargos de gestão, ou esses são cargos aos quais só algumas pessoas podem ter acesso?

  • e quanto a você: será que esse é um tempo razoável para desenvolver as habilidades de liderança necessárias para ser um bom gestor, ou você está pensando apenas no status do cargo?

Se você não levar em conta o cenário geral, pode definir metas profissionais que, na prática, são irrealizáveis. E o resultado não poderia ser outro, além de frustração.

2. Trabalhe com metas de curto, médio e longo prazo

Alguns objetivos podem ser atingidos rapidamente, enquanto outros exigem que você se prepare durante mais tempo — por meio de formação, aquisição de experiência, criação de uma rede de contatos sólida, ou mesmo preparando-se financeiramente. Assim, quando estiver criando suas metas profissionais, considere também o prazo que será necessário para atingir cada uma delas.

Uma boa dica é ser específico em relação a esse prazo, pois, dessa forma, você cria um senso de urgência e responsabilidade em relação a si mesmo. Então, em vez de dizer “algum dia eu vou abrir meu próprio negócio”, pense em termos de uma data: “eu vou abrir meu próprio negócio no segundo semestre de 2020”.

No entanto, para que você não fique com a sensação de que não está progredindo, tome o cuidado de definir metas para o curto prazo também. Nesse caso, devem ser objetivos mais diretos, sobre os quais você tem total controle, como fazer uma pós-graduação ou um curso de inglês.

Por fim, pense em objetivos de curto prazo que colaborem para alcançar os objetivos de longo prazo.

3. Saiba estabelecer prioridades

Um sério problema na definição de metas profissionais é aquele desejo de abraçar tudo. Infelizmente, tempo é um recurso limitado, portanto, você precisa escolher em quais atividades vai focar sua atenção. A prioridade deve ser para aquelas que trazem maior benefício para sua carreira.

Infelizmente, isso inclui também as escolhas que você faz para sua vida pessoal. Por exemplo, se você tem vontade de aprender a tocar piano, mas precisa fazer uma pós-graduação para conquistar sua vaga de emprego dos sonhos, um dos dois vai ter que esperar. Então, a prioridade precisa ser da atividade que vai trazer maior benefício para sua vida como um todo — e você provavelmente vai concordar que é a sua carreira. O piano, você pode aprender depois.

4. Avalie suas habilidades e competências

Toda meta profissional exige um conjunto de habilidades e competências, sem as quais você não poderá atingir seu objetivo. Então, você precisa sair do ponto A, onde está agora, e chegar até um ponto B, no qual você domina essas habilidades e competências. Para fazer isso, é claro, você precisa saber qual é esse ponto A.

Em outras palavras, precisa saber qual é o seu grau atual de domínio em relação às características necessárias para concretizar sua meta. Para isso, você pode fazer uma autoavaliação crítica; apoiar-se no feedback de seus colegas e seu gestor; ou, até mesmo, fazer um teste para revelar seu grau de desenvolvimento em uma área específica.

5. Crie um mapa

Você já percebeu quantas pessoas querem escrever um livro, mas nunca o fazem? É que escrever um livro é uma meta grande, assustadora, que parece impossível de realizar.

Porém, se essas pessoas transformassem essa meta em uma série de passos bem mais simples, como escrever apenas um parágrafo por dia, ela de repente pareceria realizável. E, mesmo que levasse um pouco mais de tempo, a chance de concretizar esse sonho seria mais alta.

A moral da história é simples. Tenha em mente que, quanto mais você conseguir destrinchar seu grande objetivo, melhor.

Metas profissionais maiores são, na verdade, a combinação de muitas realizações menores. Portanto, para alcançá-las, você precisa identificar cada pequeno passo que será necessário para chegar ao destino final. Esse é o seu mapa para o sucesso.

6. Equilibre persistência e flexibilidade

Ninguém gosta de se sentir um desistente, aquele tipo de pessoa que, ao primeiro sinal de dificuldade, desiste das próprias metas profissionais. E nós certamente não vamos defender esse tipo de postura aqui. Entretanto, se você realmente quer alcançar o verdadeiro sucesso, é preciso saber demonstrar alguma flexibilidade.

Ao longo da carreira, a sua percepção sobre o que é importante e necessário vai mudar. Os seus objetivos, também. Por isso, não adianta ficar se agarrando a metas por mera teimosia (ou por medo da mudança).

A dica é que você dedique algum tempo, de maneira constante, a refletir sobre as suas metas. Elas continuam sendo relevantes? Elas ainda representam quem você é, e quem quer ser? Se, em qualquer momento, a resposta for não, tudo bem. Crie novas metas para si mesmo. Você pode mudar.

Agora, queremos ouvir você. Quais são as suas metas profissionais? Qual é a sua estratégia para atingi-las? Compartilhe suas dicas com a Fundação Dom Cabral e nossos leitores, deixando um comentário logo abaixo.

 

Lei do Bem: tudo o que você precisa saber sobre a lei que libera incentivos fiscais para empresas de inovação

Promulgada no ano de 2005, a Lei do Bem é inspirada em legislações similares às existentes em países desenvolvidos. Desde sua implantação, vem diminuindo os custos de pesquisa e desenvolvimento e contribuiu para que o ambiente de inovação se tornasse mais diversificado e receptivo.

Você entende a importância de investir em programas para inovação empresarial? Quer entender como o estudo para o desenvolvimento movimenta o mercado e expande a capacidade de produzir?

Então saiba que as pesquisas são responsáveis por promover profundas mudanças estruturais na forma de produzir bens e serviços, analisando a fundo os antecedentes e a atualidade, com o objetivo de estruturar melhores formas para desenvolver o produto final e otimizar a maneira de fazê-lo.

A fim de sanar a falta de conhecimentos sobre a iniciativa tão positiva, produzimos este post, explicando como funciona, o que é preciso para participar, quanto que os benefícios oferecidos à empresa valem em dinheiro e outras informações fundamentais para o seu sucesso.

Quer entender mais sobre como a Lei do Bem também se aplica ao dia a dia de empresas que realizam pesquisas de desenvolvimento e inovação? Fique conosco e descubra os incríveis benefícios que esta lei proporciona! Vamos lá?

O que é a Lei do Bem?

As empresas buscam cada vez mais meios de aumentar sua produtividade e sua competitividade usando soluções e estratégias planejadas para aprimorar o processo. Grande parte dessas estratégias está voltada a reduzir custos empresariais e otimizar as etapas de produção, de maneira a melhorá-las.

Porém, o que muitas organizações não sabem é que o governo federal, desde o ano de 2006, proporciona alguns incentivos fiscais setoriais para minimizar a carga de tributos destinados a empresas que investem em inovação. Um desses incentivos é para a área de pesquisa e desenvolvimento, ou seja, aquelas que promovem melhoria de processos ou implementação de novos produtos a partir de estudos sobre o mercado histórico e a atual forma de produzir da empresa.

Conhecida como Lei do Bem, a Lei 11.196/05 promove incentivos fiscais para empresas realizarem pesquisas e desenvolverem inovações tecnológicas.

Mas não se engane com a palavra incentivo: embora pareça que o valor seja uma pequena redução, a realidade é outra: os descontos oferecidos diretamente sobre o Imposto de Renda podem chegar a 60% dos gastos com a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

Tratando-se de números menores, para melhor compreender a grandiosidade das isenções fiscais, a cada R$ 100 reais gastos em pesquisa, R$20,40 são reduzidos do imposto a ser pago.

O desenvolvimento dos países está diretamente atrelado ao campo de pesquisa e ao suporte financeiro realizado na área. Por isso, pensando em incentivar tais atividades, o governo federal planejou uma iniciativa legal a fim de aumentar os investimentos da iniciativa privada na área.

Vale ressaltar que é comum associar a Lei do Bem a empresas de tecnologia. No entanto, a legislação enquadra todas as empresas de produtos e serviços — assim, instituições que promovem um novo modelo de negócio para o seu segmento também estão inclusas.

Atualmente, são poucas as organizações que fazem utilização da Lei do Bem para obter tamanha vantagem. A má divulgação e a dificuldade de entender como comprovar a pesquisa afasta as instituições com potencial.

Nesse contexto, como saber quais empresas estão inseridas nos conceitos de Lei do Bem e podem adquirir o benefício? Nós explicamos no próximo tópico!

O que é inovação tecnológica, de acordo com a Lei do Bem?

Nos moldes da Lei do Bem, estipula-se que a inovação tecnológica deve conceber um novo meio de produção ou um novo produto e agregar novas funcionalidades que gerem um ganho efetivo para ele.

De acordo com o método de Frascatti, utilizado mundialmente, e a legislação, são consideradas pesquisas de inovação tecnológica as atividades estabelecidas na lista a seguir:

  • pesquisa básica dirigida: trabalhos feitos para compreender novos fenômenos, a fim de desenvolver ou aprimorar processos, produtos ou sistemas;

  • pesquisa aplicada: estudos com a finalidade de adquirir novos conhecimentos para evoluir e aprimorar produtos, sistemas e processos;

  • serviços de apoio técnicos: suporte para instalação e manutenção de instalações e equipamentos utilizados unicamente para desenvolvimento da pesquisa e capacitação dos recursos humanos a eles dedicados.

  • tecnologia industrial básica: atividades como aferir calibres das máquinas e dos equipamentos, confecção de ferramentas de medidas específicas, certificações de qualidade etc.

Entendeu quais tipos de pesquisa são incentivadas pela Lei do Bem? Ótimo! Há outros fatores que também são importantes e obrigatórios para a organização poder receber o benefício do governo. Conheça mais abaixo!

Quais empresas podem receber os incentivos da Lei do Bem?

É preciso se enquadrar nos requisitos estipulados em legislação para poder desfrutar dos benefícios da Lei do Bem. Além do mais, é necessário estar em ordem com algumas obrigações fiscais. Saiba mais abaixo:

Exercer atividades de pesquisa beneficiadas

Para obter os descontos, a empresa deve investir em atividades de pesquisa e desenvolvimento que estejam dentro das citadas anteriormente, segundo a metodologia de Frascatti. O dinheiro aplicado para tal precisa ser comprovado utilizando controles contábeis.

Comprovar regularidade fiscal da pessoa jurídica

A companhia que receber os incentivos precisa apresentar certidão negativa de débito ou certidão positiva com efeito de negativa. Esses documentos precisam conter validade de 2 períodos de 6 meses, referentes ao ano em que se fará o uso do benefício.

Ser tributada segundo lucro real

A maior parte dos benefícios se aplica unicamente às organizações que sejam tributadas pelo lucro real. Aquelas que optarem pelo lucro presumido ou Simples Nacional podem receber o incentivo apenas de redução de IPI, além da redução da alíquota do IRRF.

Entendeu quem pode receber os benefícios da Lei do Bem? Quer saber quais são os incentivos fiscais oferecidos às empresas? Preparamos uma lista com todos eles para você entender como ela realmente promove benefícios monetários aos empreendimentos. Conheça a seguir!

Quais projetos se enquadram na Lei do Bem?

O conceito que define quais projetos se enquadram é bastante amplo e difícil de interpretar, não deixando claro a definição de quem pode receber os benefícios. Afinal, quais critérios precisam ser cumpridos pela pesquisa a fim de que seja um estudo para o desenvolvimento e a inovação?

De modo mais geral, as atividades que podem receber o benefício são estudos que visam à evolução de processos, cooperação entre empresas e universidades, inventores independentes, contratação de pesquisadores, abertura de patentes, aquisição de maquinário e equipamentos que promovam no processo de inovação, ou, ainda, atividades para desenvolver equipamentos que sejam evoluções significativas sobre os que já existem.

Quais são as isenções fiscais oferecidas pela Lei do Bem?

Já explicamos que a Lei do Bem oferece incentivos fiscais, mas, afinal, quais são? É o que vamos esclarecer neste tópico.

Basicamente, a empresa que for beneficiada pela legislação pode abater até 80% dos seus gastos com a pesquisa e o desenvolvimento de inovação tecnológicos diretamente do IRPJ e CSLL.

Confira os demais descontos que sua organização pode obter com a Lei do Bem:

  • 60% dos dispêndios;

  • redução de 50% no IPI dos equipamentos, aparelhagem e instrumentos novos, comprados com destino à atividade de pesquisa de desenvolvimento tecnológico;

  • alíquota do IRRF reduzida a 0 nas remessas destinadas ao exterior para o processo de manutenção de marcas, de patentes e cultivares;

  • isenção de até 100% do valor do lucro real e da base CSLL das despesas com as atividades de inovação — o valor corresponde a até 34% das atividades operacionais relacionadas;

  • supressão de até 250% do lucro real e da base CSLL dos dispêndios com serviços de ICT (Inteligência Competitiva Tecnológica).

Os tipos de gastos mais comuns durante uma pesquisa de desenvolvimento são com os salários dos profissionais doutores, mestres, graduados e técnicos de nível médio contratados para a realização do estudo e despesas com maquinários e prototipagem.

É válido lembrar que esses descontos apenas se aplicam a empresas que apuram o seu Imposto de Renda de pessoa jurídica de acordo com o regime do Lucro Real.

Descobriu quais são os benefícios oferecidos pela Lei do Bem? Vamos otimizar o entendimento mostrando como isso se aplica na prática! Confira a exemplificação do cálculo no próximo tópico:

Qual a economia tributária na prática?

Para entender qual o valor real que os descontos oferecem na prática, vamos usar como exemplo uma empresa fictícia, a fim de estabelecer um parâmetro. Suponhamos que a empresa A.B LTDA está investindo em um grande estudo para o aprimoramento de uma ferramenta. Para isso, contaram com os benefícios da Lei do Bem para sua pesquisa. Assim, podemos calcular:

  • o lucro da empresa A.B LTDA é de R$ 1.500.000;

  • seus gastos com a pesquisa são referentes a despesas com salários e encargos de profissionais contratados, totalizando R$ 150.000;

  • logo, o IPFJ e o CSLL sobre a base do lucro real é de 34%, correspondendo a R$ 510.000;

  • assim, o lucro depois do desconto é de R$ 990.000.

Agora, aplicando os descontos da Lei do Bem:

  • desconto de 60% do valor dos dispêndios na base do lucro: R$ 1.500.000 – 90.000= R$1.410.000;

  • cálculo do IPFJ e CSLL sobre a base do lucro real com desconto: R$ 1.410.000 X 0,34% = R$ 479.000

  • o lucro após o desconto subiu para R$ 1.120.600;

  • logo, houve uma economia de R$130.600.

Com o cálculo, fica simples entender a vantagem das isenções fiscais. Conforme os gastos com as pesquisas sobem, os descontos aumentam proporcionalmente. Constatamos neste tópico a relevância que a lei tem para o financeiro de empresas que promovem pesquisas de desenvolvimento.

Para adquirir benefícios incríveis como o demonstrado neste item, a empresa deve comprovar as informações para que seja verificado que realmente promove uma atividade de pesquisa e desenvolvimento. Vamos entender mais sobre isso a seguir!

Como comprovar as informações?

São poucos os beneficiados pela Lei do Bem, tanto por falta de divulgação ampla do programa, passando pela extensa burocracia para comprovar as informações, quanto por falta da prática das atividades estabelecidas. Para isso, existe a documentação pertinente que precisa ser confirmada.

Não é necessário executar requisições para se utilizar da Lei do Bem, ou seja, basta prestar contas no ano subsequente. No entanto, caso não haja o formulário que comprove os reais investimentos feitos, haverá a perda de todos os benefícios obtidos. Além disso, a empresa precisará pagar multas ao governo federal.

Basicamente, em caso de não comprovação por parte da empresa que foi beneficiada, além de devolver o dinheiro, como já foi citado, será obrigatório recolher os impostos que não foram pagos acrescidos de juros de mora ou de ofício conforme previsto em legislação tributária.

Atualmente, uma das principais dificuldades para a aquisição do benefício é a comprovação de que empresa realiza atividade de pesquisa e desenvolvimento ao órgão MDCT (Ministério da Ciência e Tecnologia), que normalmente questiona a fundo o mérito dos projetos.

Também há o fato de que algumas empresas não fazem os controles adequados dos documentos para garantir que as despesas com projeto inovador possam ser rastreadas e comprovadas.

Para empresas que se beneficiaram da Lei do Bem a documentação comprobatória para justificar a utilização dos incentivos precisa ser mantida para consulta por um prazo de 5 anos para prescrição.

Ou seja, é imprescindível possuir processos claros e objetivos, a fim de delinear as informações corretamente para o Fisco. Isso é possível se utilizando de planejamento estratégico e controle das atividades por meio de uma ferramenta de gestão integrada.

Outro ponto que será consultado durante a comprovação junto ao Ministério da Ciência e Tecnologia é o anexo de uma descrição do projeto, contendo o detalhamento de quais são as ideias e os objetivos, além de informações sobre qual a métrica dos ganhos, fluxo de antes e depois e um relatório sobre quais foram os resultados e ganhos em competitividade.

Como comprovar os gastos com pesquisadores?

Fazer o controle de horas consumidas nos projetos pelos funcionários e pesquisadores é a maneira de garantir os benefícios da Lei do Bem para a empresa. Realizar o cálculo exato da quantidade de funcionários e quantas horas cada um foi alocado significa maior ganho em reais para o caixa.

Infelizmente, grande parte das organizações não utiliza o sistema de registro nessas horas. Por isso, acabam sofrendo desvantagem em situações como essa. No entanto, a importância de levar essa tarefa a sério é que o financeiro do projeto é diretamente afetado.

Assim, para suprir as exigências feitas pela Lei do Bem, há a necessidade de gerar dados suficientes que comprovem e prestem contas ao Ministério de Ciência e Tecnologia. Dessa forma, há maior segurança quanto ao recebimento do benefício.

O Fisco exige um sistema com controle de horas, que precisa gerar as seguintes informações em sistema de relatório, separados de registro a registro:

  • nome do colaborador e CPF;

  • data na qual está dentro da empresa;

  • número de horas trabalhadas;

  • atividades desempenhadas;

  • projeto.

Em caso dos colaboradores que dedicam apenas uma parcela do seu tempo aos projetos de inovação, também é requisitado pela Receita Federal que haja um contrato explicitando que ele realiza atividade de pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológicos.

Embora a indústria tradicional não esteja engajada em participar do programa, é de extrema importância para o setor. Outro segmento que pode obter ótimos resultados com a Lei do Bem são as startups, confira o motivo a seguir!

Como as startups podem se beneficiar com a Lei do Bem?

A Lei do Bem é uma maneira interessante de startups adquirirem recursos financeiros para poder executar seus próprios projetos. Porém, há uma barreira para a aquisição do benefício.

Geralmente, as startups não utilizam lucro real. Porém, é possível contornar tal situação: caso não se encontre no regime tributário por não ser lucrativa, existe a possibilidade de participar do sistema sendo parceira de alguma outra empresa que se enquadre nos requisitos da Lei.

Assim, a empresa recebe da contratante pelos serviços prestados enquanto a empresa maior, detentora de lucro real, obtém grandes benefícios com as deduções fiscais, que podem chegar a valores altíssimos. Desse modo, ambas saem ganhando com a Lei do Bem!

Como funciona a falta de aproveitamento dos recursos da Lei do Bem?

Embora a Lei do Bem, considerada o principal mecanismo para incentivar a Inovação, esteja completando quase 15 anos, atualmente menos de 1% das empresas no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a utilizam.

Levando em conta a aprovação de 991 dos 1.206 projetos apresentados, fica claro que a maior causa da pouca quantidade de organizações recebendo os benefícios é a falta de procura.

Tendo em mente os valores altíssimos de isenção que a lei oferece, já comprovados neste artigo, o aproveitamento por parte dos empresários nacionais não deveria ser desperdiçado, como vem acontecendo.

Muitas são as causas apontadas como culpadas pela baixa procura por parte das organizações. Mas as apostas mais fortes dos especialistas no assunto são as dificuldades de entender a lei ou não ter conhecimento sobre sua existência.

Quais são os benefícios trazidos pela Lei do Bem para a empresa?

São muitas as vantagens que a organização agrega ao se utilizar da Lei do Bem. Há mudanças significativas tanto em termos financeiros, com a redução dos gastos, quanto na otimização dos projetos e produtos da organização. Confira!

Aumento da competitividade de mercado

Investir em melhorar produtos e serviços, a fim de inovar, propicia um diferencial para empresa, que se destaca no mercado em relação a seus concorrentes. Investir em pesquisa de desenvolvimento é um divisor de águas na consolidação do empreendimento.

Redução de custos

Os incentivos da Lei do Bem são com certeza grandes auxílios para os cofres das organizações que investem em pesquisa e desenvolvimento. Com eles há ganhos significativos na receita e, dependendo da quantidade de dinheiro gasto nas pesquisas, isso pode significar milhões de reais ao ano.

Possibilidade de reinvestir os valores deduzidos

É possível reinvestir o dinheiro recuperado para gerar ainda mais evolução e desenvolvimento para a organização. Desse modo, seu negócio vai despontar como líder do mercado e detentor dos conhecimentos sobre meios de produção.

O ciclo de renovação dos processos fica aquecido, mantendo a empresa como especialista absoluta a ser seguida pelas marcas menores.

Melhoria contínua dos produtos, serviços e processos

Conforme você estuda, analisa e propõe medidas para o desenvolvimento de processos, a companhia adquire capacidade de melhorar continuamente, sempre substituindo tecnologias obsoletas para aumentar constantemente o padrão e sair à frente das outras empresas.

Essas vantagens deixam claro a importância que a Lei do Bem possui para promover desenvolvimento dentro da organização. Assim, mudanças e evoluções significativas podem acontecer.

Pesquisa de desenvolvimento alavancam o mercado, gerando melhorias e aprimorando as formas convencionais de produção. Aqueles que investem tempo e dinheiro para analisar seus processos ganham destaque no mercado e se estabelecem como referência para a concorrência — o famoso benchmarking.

As pesquisas são itens fundamentais para que a indústria do país atinja a excelência, adquirindo potencial para desenvolver tecnologias únicas, que serão utilizadas por todo mundo.

Isso é evidente ao analisarmos países desenvolvidos e com grande quantidade de tecnologia, como os Estados Unidos e o Japão, que possuem estratégias para incentivar e dar suporte à produção de pesquisas de aprimoramento.

No Brasil, contudo, apenas poucas empresas conhecem as maneiras de obter suporte para realização de novos projetos de pesquisa. A Lei do Bem hoje contempla uma mínima parcela de projetos no mercado.

Porém, o fato de haver uma Lei como essa estabelece o início do fortalecimento da produção de pesquisas para inovação no país. Assim, a longo prazo a indústria poderá revolucionar as produções e, com isso, as pesquisas se tornarão grandes motores, aumentando a competitividade de mercado.

Desse modo, percebemos que programas como a Lei do Bem são cruciais para que nossas empresas possam se desenvolver. Com estratégias do tipo, o conhecimento não fica estagnado e se torna uma valiosa ferramenta para o progresso.

Concluímos que a Lei do Bem cumpre um grande papel na produção de inovação para o país. Ainda que no momento haja baixa procura pelos benefícios, a significância das ações para desenvolver a produção nacional é um grande feito.

O nosso artigo esclareceu suas dúvidas quanto à Lei do Bem? Quer receber outros conteúdos que incentivem a inovação e o empreendedorismo?. Assine a nossa newsletter e fique por dentro do assunto!

 

Como atrair talentos: conheça as 6 melhores estratégias

Se o sucesso da sua empresa está diretamente relacionado ao perfil da sua equipe de colaboradores, certamente você vai buscar os melhores profissionais. Porém, é ainda melhor quando eles buscam a sua empresa.

Alguns gestores pensam que os profissionais de alto potencial só estão interessados em trabalhar com gigantes multinacionais; na realidade, não é bem assim. Sua empresa também pode ter esse poder de atração, mas você precisa conhecer e colocar em prática as estratégias certas.

Ficou interessado? Então, confira esse post e descubra como atrair talentos para o seu negócio!

1. Valorize os colaboradores

Deveria ser desnecessário incluir essa estratégia na nossa lista — mas não é. Você precisa criar uma reputação forte como uma organização que valoriza seus colaboradores.

Muitas empresas ainda não perceberam que os melhores profissionais conhecem o próprio valor. Dessa maneira, eles só vão aceitar trabalhar em empresas que também o reconhecem. Esse reconhecimento se traduz na forma de feedback positivo, que cabe aos gestores oferecer.

Em outras palavras: um gestor que só se manifesta para criticar, que não elogia e nem dá crédito por uma iniciativa ousada ou um trabalho bem-feito, não pode esperar atrair talentos.

2. Demonstre os valores de sua empresa

No item anterior, falamos do valor do funcionário, e da importância de reconhecê-lo. Dessa vez, o foco é nos valores da empresa. Porém, não se confunda: são conceitos diferentes de “valor”.

Estamos falando de valores em relação àquelas ideias e práticas que são indispensáveis para a organização, que norteiam tudo que a empresa faz. Alguns exemplos são: transparência, cooperação, responsabilidade ambiental.

Os melhores profissionais, em geral, não trabalham apenas movidos por interesse financeiro, mas por ideais. Então, eles buscam empresas que compartilhem a mesma visão de mundo e os mesmos propósitos gerais.

Quer saber como atrair talentos? Fica a dica: divulgue os valores da sua empresa. Profissionais que se identifiquem com eles certamente vão querer trabalhar com você. E a melhor parte é que, graças a essa identificação em um nível mais profundo, eles vão ser o fit cultural perfeito para a sua organização.

3. Ofereça bons benefícios

Se você quer atrair talentos, precisa ter uma boa oferta para eles. Lembre-se de que sua empresa não está sozinha, de que existem várias outras que também estão disputando os melhores profissionais. Portanto, se você não tiver bons benefícios, vai perdê-los para a concorrência.

Não podemos mais falar em benefícios nos mesmos termos que há dez ou quinze anos. Agora, vale-refeição e vale-transporte não são mais suficientes. Os trabalhadores querem saúde, bem-estar, entretenimento, flexibilidade. Confira alguns exemplos do que as empresas estão fazendo para atender às novas exigências:

  • oferecendo viagens e eventos como recompensa para as equipes que apresentam melhor desempenho;

  • instalando espaços de recreação para os colaboradores dentro da empresa;

  • fechando parcerias com teatros, cinemas e livrarias;

  • criando e incentivando grupos de ginástica e programas de alimentação saudável entre os colaboradores;

  • permitindo o home office e liberando a saída mais cedo para os funcionários que atingem a meta diária.

4. Implemente um plano de carreira

A questão do plano de carreiras também tem forte peso na hora em que um profissional de talento vai escolher onde ele quer trabalhar. O motivo é simples: ninguém que conhece o próprio potencial quer se comprometer com uma empresa na qual não existe perspectiva de crescimento concreta. E essa concepção vem do plano de carreira.

Ele é como um mapa, que estabelece quais são os passos que um colaborador deve seguir para chegar ao próximo degrau dentro da organização. O ideal é que esse documento seja parte da estrutura de recursos humanos da empresa, isto é, que todo funcionário — independentemente de cargo ou setor — tenha um plano de carreira. Ele não deve ser um privilégio de alguns.

5. Invista em inovação e tecnologia

Imagine um engenheiro recém-formado, de 21 ou 22 anos. Ele quer trabalhar em uma empresa:

  • que esteja atenta às tendências;

  • que implemente e experimente novos equipamentos e máquinas;

  • que ofereça a ele a oportunidade de ter contato com o que existe de mais avançado no mercado.

Ele não quer trabalhar em uma organização que ainda utiliza computadores com Windows 98 e arquiva documentos em papel.

A geração atual de profissionais, assim como aquelas que virão depois, já está muito integrada à tecnologia em todos os aspectos de sua vida. Ela espera ver isso também no âmbito do trabalho.

Quando encontra uma organização “atrasada” em relação à tecnologia, que não valoriza a inovação, o jovem da Geração Y (ou da Geração Z) associa a companhia a menos valor, menos recursos e menos oportunidades. Não é esse tipo de empresa que ele vai escolher para um vínculo de emprego, especialmente em longo prazo.

6. Faça uma boa descrição da oferta de trabalho

Mesmo seguindo as dicas anteriores, você está tendo dificuldades para atrair talentos? Pode ser que o problema esteja no seu processo de recrutamento e seleção. Mais especificamente, na divulgação das vagas.

Talvez a sua empresa seja o paraíso para profissionais com alto potencial, mas a descrição das ofertas de trabalho não está conseguindo transmitir isso. Portanto, esses profissionais simplesmente não se sentem tentados a participar da seleção, e nem enviam um currículo.

A boa notícia é que esse problema é fácil de resolver. Basta melhorar a descrição das ofertas de emprego.

Um bom detalhamento apresenta três elementos básicos:

  • a descrição da oferta em si, isto é, da vaga;

  • a descrição do profissional;

  • a descrição da empresa.

Na descrição da oferta, você vai apresentar as atribuições do cargo em aberto e, eventualmente, as metas que serão cobradas da pessoa que o ocupar.

Na descrição do profissional, você vai apresentar a formação, a experiência e o perfil desejado. Nesse momento, você pode destacar a postura profissional esperada, ou seja, os comportamentos que são valorizados e aqueles que a empresa não aceita em seus funcionários.

Porém, é na descrição da empresa que você realmente “fisga” os talentos. É o momento de apresentar todas as vantagens da companhia, tanto objetivas (salário, benefícios) quanto subjetivas (os valores da organização, o ambiente de trabalho, as oportunidades de crescimento).

Lembre-se de que, no mundo atual, as empresas que buscam formar uma equipe de alto desempenho sabem que a dinâmica mudou. Não se trata mais do empregador escolhendo os funcionários, mas, também, dos funcionários escolhendo o empregador.

Agora que você já sabe como atrair talentos, que tal descobrir como uma pós-graduação pode ajudá-lo a gerir uma equipe? Entre em contato com a Fundação Dom Cabral e fale com a nossa equipe sobre as vantagens de uma especialização!

 

Por que investir em uma pós-graduação com módulo internacional?

Em um cenário em que graduação já virou commodity, é preciso ir além para se destacar em um mercado de trabalho cada vez mais qualificado e competitivo. A especialização acena, então, com a possibilidade de diferenciar um profissional de outro, embora a qualidade da escola de negócios tenha um peso bastante relevante na avaliação de seu currículo.

Nesse sentido, para quem não tem como pedir demissão de seu emprego (interrompendo sua carreira) para cursar um MBA em uma universidade estrangeira, uma opção bastante inteligente é optar por uma pós-graduação com módulo internacional, o que vem sendo chamado popularmente de curso “sanduíche”, uma vez que alterna entre aulas in company e módulos de curta duração em universidades de renome internacional.

Após alguns anos de formado, está com receio de que sua carreira esteja estagnando? Conhece amigos que já foram promovidos a postos de direção, enquanto você continua batalhando para ser reconhecido no mercado? Que tal então pensar em fortalecer seu currículo e vivência empresarial com essa forma de especialização? Veja algumas vantagens!

Como funciona a pós-graduação com módulo internacional

Pensando na dificuldade de um profissional já graduado e inserido no mercado afastar-se de suas funções por 1 ou 2 anos para fazer uma especialização no exterior, algumas das mais importantes instituições de educação executiva do país vêm passando a oferecer essas pós-graduações híbridas (geralmente nas áreas de negócios, finanças, marketing, pessoas e projetos), em que, de forma opcional e com custo à parte, o estudante pode fazer um módulo em uma das universidades internacionais conveniadas.

Como as opções costumam ir de Chile à Rússia, a possibilidade de amadurecer como profissional, aprimorar seu entendimento sobre o mundo globalizado e desenvolver competências sob o olhar atento de executivos de outros países constitui uma oportunidade singular de redesenhar sua trajetória e a forma como você é visto no mercado.

4 vantagens de fazer uma pós-graduação com módulo internacional

1. Chance de adquirir experiência acadêmica no exterior sem interromper a carreira

Quem trabalha na Administração Pública Federal ainda conta com o instituto da “licença sem remuneração”, um afastamento concedido por até 3 anos, sem recebimento de proventos, aos servidores que desejam lapidar suas habilidades, por exemplo, com estudo no exterior (há até algumas possibilidades jurídicas — mais raras — de licença remunerada para cursos). No entanto, quem atua na iniciativa privada dificilmente contará com essa compreensão de sua diretoria.

O problema é que a real importância de ampliar sua visão estratégica e conhecer a dinâmica dos negócios no mundo somente é percebida quando o profissional já está imerso no mercado. A especialização com módulo em universidades estrangeiras (cujo tempo varia de 1 semana a 6 meses) é, dessa forma, a alternativa mais inteligente para suprir essa necessidade.

2. Conhecer a cultura de negócios de outros países

O objetivo do programa é aprofundar o conhecimento, prover maior capacidade de tomada de decisões rápidas, fortalecer o espírito inovador, além de amadurecer a liderança de executivos que querem ter atuação global no mercado. Não se trata de turismo. Toda a integração de atividades propostas nesse tipo de estadia busca relacionar o conteúdo aprendido em sala de aula ao ambiente mundial de negócios.

Se você, por exemplo, deseja abrir seu próprio negócio e trabalhar com o mercado chinês, a melhor forma de começar é fazer uma pós-graduação com módulo internacional que tenha alguma forma de parceria com universidades chinesas de prestígio.

3. Fortalecer seu networking em outras nações

Roberto Albuquerque, atualmente com 29 anos e 5 de formado, trabalhava há 3 anos como analista de negócios em uma empresa de infraestrutura de cabeamentos subterrâneos. No entanto, as escassas experiências nacionais com esse tipo de negócio e a intensa pressão dos gestores por qualificação fizeram com que Roberto decidisse fazer um investimento em sua carreira, objetivando uma futura promoção a cargos de direção.

Quando se matriculou em uma escola de negócios com módulo no exterior, não imaginava, entretanto, que conheceria os mais importantes mentores de sua área na Cornell University, em Nova York. A permanente interação com os professores acabou lhe rendendo um convite para atuar na principal empresa do setor, nos Estados Unidos. Isso é networking, uma das maiores virtudes desse tipo de curso.

4. Estar em eventos cuja presença não seria possível em uma viagem tradicional

Uma pós-graduação com módulo internacional abre portas para experiências que seriam difíceis de serem vivenciadas em uma viagem de turismo ou mesmo em um estágio no exterior. O comando da programação acadêmica por uma universidade de reconhecimento mundial proporciona a participação em cursos, meetings, reuniões de negócios, entre outros eventos que marcarão para sempre sua vida profissional.

Imagine fazer uma visita ao Banco Mundial em Washington? Ou que tal assistir a uma palestra do presidente do Federal Reserve (o Banco Central norte-americano)? Esses são exemplos de experiências marcantes que esse tipo de especialização oferece.

A consolidação na carreira começa com a escolha da pós-graduação

Mas para que todo esse investimento valha a pena, é fundamental optar por um centro de capacitação de excelência já no Brasil, uma vez que apenas as melhores escolas de negócios do país desfrutam de know-how e notoriedade para firmar convênios com as mais importantes universidades do planeta.

Você sabia, por exemplo, que o Brasil tem uma escola de negócios no Top 20 do mundo?

Pois é, a Fundação Dom Cabral (presente em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte) ocupa atualmente a 14ª posição entre as melhores instituições especializadas em educação executiva do mundo, segundo ranking elaborado pelo jornal britânico Financial Times.

O anuário da revista britânica é extremamente aguardado no meio acadêmico, e entre suas “14+ do mundo em 2018”, ainda podemos encontrar outros nomes consagrados da educação executiva mundial, como Harvard Business School, Universidade de Michigan e London Business School.

Dessa forma, partindo da consciência de que temos no Brasil uma extensa amplitude de qualidade entre as instituições de ensino superior (algumas de alta performance e outras, nem tanto), é imprescindível escolher com critério qual a escola de negócios que será responsável por essa importante fase de amadurecimento profissional em sua carreira.

Afinal, não adianta ter um custo extra com sua pós-graduação com módulo internacional para chegar a outro país e descobrir-se passando uma temporada com professores irrelevantes, imersos em um conteúdo programático não impactante, em uma instituição inexpressiva. Concorda?

Pois bem. A Fundação Dom Cabral, além de contar com corpo docente de executivos renomados no mercado, possui convênio com as mais importantes instituições de ensino superior do planeta, como CKGSB Cheung Kong Graduate School of Business (China), Universidade Católica Lisbon (Portugal), Universidad de San Andrés (Argentina) e University of Cambridge (Reino Unido). A lista completa você confere aqui!

E você, em qual parte do mundo deseja aprofundar sua visão de negócios, tornando-se um profissional diferenciado, um verdadeiro líder transformador em sua área de atuação? Entre em contato conosco e dê um primeiro passo que vai mudar para sempre sua história profissional!

 

6 dicas práticas para conciliar trabalho e estudo

 

Você acha que conciliar trabalho e estudo é uma missão muito difícil de cumprir? Há quem pense que só é possível se dedicar a um deles, porque as obrigações da pós-graduação ou do curso podem interferir na atividade profissional e vice-versa.

Neste post, veremos que não é bem assim. Com organização e disciplina, é perfeitamente viável equilibrar os dois e ter um bom desempenho em ambos. Por isso, confira seis dicas práticas para fazer essa conciliação da melhor maneira!

1. Organize a sua rotina

O primeiro passo é organizar o seu dia a dia, estabelecendo quantas horas você precisa para se dedicar ao trabalho e aos estudos. Não se esqueça de considerar o tempo de deslocamento para a empresa ou para a instituição de ensino.

Depois, entenda bem quais são os seus compromissos, estime o tempo necessário para concluí-los e anote-os em uma agenda. Pode ser uma agenda de papel, a agenda do seu smartphone ou mesmo um aplicativo de organização pessoal.

O importante é que você lide bem com esse recurso e que ele esteja sempre acessível para eventuais consultas ou anotações. Assim, você terá uma visão geral dos seus afazeres e não vai se perder em meio às tarefas que precisa fazer.

2. Faça um cronograma

Tem uma prova ou outra tarefa que exija estudo, pesquisa ou horas para escrever? Separe os assuntos que precisa estudar, os exercícios que precisa fazer, o número de páginas que precisa escrever etc. Depois, crie um cronograma detalhando bem o que você tem que concluir em cada dia até a data do exame.

O mesmo vale para a sua ocupação profissional. Se tiver prazos para finalizar determinadas tarefas, faça um cronograma para definir as obrigações diárias para entregar o que for necessário a tempo. Se não houver prazos, procure estabelecer os seus próprios — isso vai auxiliar a manter o foco no que você deve fazer e ajudará a melhorar a sua produtividade.

O desafio aqui é acompanhar o cronograma e segui-lo corretamente, mas é preciso manter a disciplina para não gerar atrasos.

3. Aprenda a priorizar

Durante a organização da sua rotina e a construção do cronograma, é fundamental saber qual é a prioridade das suas obrigações. Se tiver dificuldade em fazer isso, separá-las em três categorias pode ajudar. Confira cada uma delas abaixo:

  • prorrogável: atividades com pouca importância no momento, que podem ser adiadas;

  • importante: são tarefas relacionadas aos seus objetivos (tirar uma boa nota, aprimorar a carreira, trazer satisfação ao cliente etc.);

  • urgente: aquilo que precisa de ação imediata, que não se pode deixar para depois.

Dessa forma, você saberá o que pode e o que não pode esperar quando estiver cumprindo seus prazos, além de facilitar a decisão sobre o que fazer quando passar por imprevistos.

4. Tome cuidado para não se sobrecarregar

Mesmo que você organize sua rotina e faça o seu cronograma com cautela, pode ser que algumas obrigações extrapolem o planejamento. É o caso de precisar levar tarefas do trabalho para casa ou ter que fazer um projeto mais complexo do que parece daquela disciplina mais complicada.

Sendo assim, tome cuidado para não se sobrecarregar. Peça ajuda aos seus colegas de emprego para dividir os afazeres e seja sincero com os gestores quando algo exigir mais tempo que você pode suportar.

5. Separe tempo para o lazer

O trabalho e o estudo certamente vão consumir grande parte do seu tempo, mas é preciso separar alguns momentos para relaxar e aliviar o estresse. Por isso, enxergue o lazer como uma recompensa pelos seus esforços.

Marque horários na sua agenda destinados à diversão, às amizades e à família. Nesses períodos, você escolhe se quer ir ao cinema com os amigos, jantar com o companheiro ou companheira, encontrar os familiares, ir a algum show ou evento, fazer uma viagem rápida, assistir a séries e muito mais.

O importante é ter algumas horas de tranquilidade na semana para descansar o corpo e a mente, mantendo um equilíbrio entre a rotina de trabalho e estudos e os momentos de folga.

Cuidado apenas para não misturar as coisas, afinal, o entretenimento é para as horas de lazer. Se ele ocupar os momentos em que você deveria estar estudando ou trabalhando, passa a ser procrastinação.

6. Tenha hábitos saudáveis

Outra forma de manter o corpo e a mente sadios é preservar hábitos que fazem bem à saúde. Isso vai envolver cuidados com o sono, a alimentação e com a prática de atividades físicas. Sem a devida preocupação com esses fatores, você pode ter prejuízos na sua concentração e, consequentemente, no seu desempenho como estudante e como profissional.

Sendo assim, respeite as horas de sono que você precisa para se sentir descansado — em média, de sete a oito horas por noite são suficientes. Procure, inclusive, ir se deitar sempre no mesmo horário, já que o nosso corpo tem ciclos biológicos e funciona melhor com esse tipo de rotina.

Em relação à alimentação, deve-se evitar o consumo em excesso de produtos gordurosos, fast-food e alimentos industrializados. Além de serem pobres em nutrientes — dos quais você certamente vai precisar para a sua rotina intensa —, são de difícil digestão, exigindo muito mais energia do seu corpo.

Quanto às atividades físicas, pode parecer desafiador encontrar tempo na agenda, mas apenas alguns minutos de exercício por dia já podem fazer a diferença. Comece aos poucos e escolha um tipo de treino com o qual você se sinta bem. Pode ser uma caminhada, uma corrida ou uma série que não necessite de equipamentos. Todos esses são exemplos que não vão tomar muito do seu tempo.

Seguindo essas dicas, um “profissional estudante” terá excelentes condições de organizar a sua rotina e conciliar trabalho e estudo. Não podemos negar que essa seja uma tarefa difícil, mas é totalmente viável se você se comprometer com seus objetivos, seguir o cronograma corretamente e tomar conta da sua saúde.

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