Blitzscaling: conheça o modelo de gestão das empresas que mais crescem no mundo

Crescer profissionalmente é uma tarefa complicada. Existem vários desafios que devem ser superados em sua jornada de trabalho, não importando o ramo de atuação. Dessa forma, é muito importante acompanhar as novidades do mercado e conhecer as tecnologias e os conceitos mais modernos — e o Blitzscaling é um bom exemplo disso.

As relações entre clientes e empresas mudam quando menos se espera. Hoje em dia, é possível pedir qualquer tipo de comida pela internet sem sair de casa. Além do mais, a logística urbana já não é mais a mesma após o surgimento dos aplicativos de transporte privado.

Todas essas empresas foram criadas com simples ideias e cresceram vertiginosamente em um curto intervalo de tempo. Muitos desejam empreender, mas poucos sabem como colocar as suas ideias em prática ou têm coragem para arriscar também.

Por esses motivos, este post vai ajudá-lo a entender um pouco mais sobre o Blitzscaling e como esse modelo de gestão empresarial ganha cada vez mais espaço no mundo.

O que é o Blitzscaling?

Atualmente, muito se fala sobre as startups e a cultura do empreendedorismo, certo? Uma solução para um problema enfrentado pelas pessoas pode surgir em um momento inusitado. Vários gigantes do mercado, como Google e Facebook, foram criados a partir de simples ideias. Essas gestões alcançaram um patamar mundial, ofertando vários tipos de serviços.

Mas como uma pequena empresa pode crescer tão rapidamente? Pois então, o Blitzscaling é um conceito que define como os negócios atraem investimentos, clientes e parcerias em um curto intervalo de tempo. Em poucas palavras, é a ideia de construir negócios em alta velocidade, almejando o mercado mundial.

Tomando as devidas proporções, esse termo tem origem na tática militar utilizada durante a Segunda Guerra Mundial, Blitzkrieg. Com ela, os exércitos avançavam além das linhas inimigas com velocidade, eficiência e surpresa, levando apenas o que era necessário para o combate.

No mundo dos negócios, isso representa a determinação de um objetivo e das ferramentas e pessoas necessárias para a sua realização. Além disso, é necessário ofertar algo novo e se tornar o primeiro. Nessas horas, os riscos são enormes, já que você nunca conhece o que o aguarda no mercado. Por isso, é muito importante entender o funcionamento do Blitzscaling.

Como ele funciona?

O crescimento de um negócio é fundamentado por alguns pilares: aumento de rendimentos e da base de clientes. Não administrar bem essas questões significa não alcançar o sucesso.

Uma companhia com 20 funcionários não pode agir da mesma maneira do que uma corporação com mais de 100 funcionários. Dessa forma, o Blitzscaling deve ser realizado em etapas, mudando as suas metas e estratégias. Confira cada uma delas abaixo:

Família

Fase inicial determinada pela criação da empresa, em que o número de funcionários é pequeno. Em muitos casos, eles não passam de 10. O desenvolvimento do produto deve ser o foco da equipe. Além do mais, é necessário encontrar o Product Market Fit, ou seja, estabelecer as propostas e características do produto a partir de um grupo contínuo de consumidores.

Nessas horas, é necessário encontrar algo inexplorado no mercado para que a gestão tenha uma vantagem competitiva, oferecendo algo inédito e funcional. Não se esqueça de que é preciso deixar problemas menores de lado porque o caminho trilhado pode mudar de uma hora para outra.

Tribo

Esse estágio ainda oferece várias dificuldades e incertezas. Em diversos casos, os empreendedores não têm clareza sobre o sucesso do negócio, mas já encontraram uma possível solução para um problema dos clientes. O produto ainda está sendo desenvolvido, mas com mais consistência e qualidade.

Outra questão essencial está relacionada à formação de um time de especialista. Na etapa anterior, cada funcionário ajudava em várias atividades. Agora, isso já não é mais aceitável. Os setores empresariais começam a ganhar forma e responsabilidades diferentes, sempre buscando o rápido crescimento.

Ademais, a captação de investimentos e formas de financiamento abrem as portas para os próximos estágios do Blitzscaling.

Vila

As empresas dessa fase são maiores, contando com 100 funcionários aproximadamente. Como já existem boas informações sobre as tendências do mercado e um número maior de clientes, as empresas se preparam para escalar de verdade. Um plano de crescimento deve ser criado, considerando os concorrentes e o capital disponível.

Nessas horas, você não pode deixar a cultura da empresa ser esquecida. Quem cresce para obter apenas mais dinheiro tem poucas chances de sucesso. Na prática, os processos de comunicação interna são essenciais para manter as ideias iniciais e o bem-estar de todos os presentes no ambiente de trabalho.

A partir desse momento, o Blitzscaling exige cuidados diferentes e decisões mais precisas. Então, o recrutamento de novos talentos é outro ponto que não pode ser deixado de lado, assim como a determinação de novas métricas e abordagens.

Cidades

O crescimento rápido proporcionado pelo Blitzscaling começa a ser revisado nessas horas. Em outras palavras, o avanço só pode acontecer quando existe uma infraestrutura estável, que comporta o aumento do número de clientes e funcionários.

Os negócios que se encontram nesse estágio chegam a ter centenas de trabalhadores, focados na gestão eficiente de recursos, capitais e materiais. O surgimento de novos produtos ajuda a espalhar a cultura empresarial em novos nichos do mercado também.

Nações

O grande desafio das nações está em trabalhar com diferentes culturas e administrar milhares de funcionários. Uma solução com grande aceitação no Brasil, por exemplo, pode não ser a mesma na Índia. Nesses momentos, os fundadores têm importantes papéis.

Eles devem treinar líderes para resolver problemas, pois a empresa está em uma escala global, tornando impossível o acompanhamento de todos os imprevistos por uma só pessoa. A confiança na equipe é essencial nessa etapa. Sem ela, o negócio não se torna escalável.

Qual é a sua importância?

O mundo globalizado permite que uma empresa brasileira, por exemplo, possa atender vários clientes em outros países ou continentes. Por esse motivo, é possível encontrar novas chances para crescer e consolidar uma marca no mercado.

O Blitzscaling é uma metodologia que tem os ideais empreendedores necessários para aproveitar essas oportunidades, focando apenas no que realmente importa. Quem gasta energia, pessoas e capitais em problemas errados tem grandes chances de fracassar nesse cenário.

Percebe-se, então, que o Blitzscaling é uma forma inovadora de crescer. É possível aprender com exemplos de gestões de sucesso e com os erros e os acertos de outros profissionais. Entretanto, o conhecimento verdadeiro só pode ser obtido quando você coloca em prática as suas ideias e confia nas pessoas do seu negócio.

Dessa forma, sempre se mantenha antenado às novidades tecnológicas e as melhores estratégias de gestão de projetos. Lembre-se de que é muito importante ter um time formado por pessoas preparadas, que possam levar a cultura da companhia adiante.

Isso é essencial, pois as constantes mudanças podem causar grandes insatisfações internas. A sensação de entusiasmo e liberdade para criar um conceito é dos principais pontos para a obtenção de resultados positivos com o Blitzscaling.

O que você achou deste conteúdo? Acha que mais pessoas podem aprender mais sobre o Blitzscaling? Então compartilhe em suas redes sociais e espalhe o conhecimento!

 

7 técnicas de oratória que você precisa aprender para alavancar sua carreira

Falar bem em público é umas das habilidades mais importantes, tanto na esfera pessoal quanto profissional. Sobretudo no trabalho, as técnicas de oratória ajudam a desenvolver a boa comunicação e a desenvoltura ao falar diante de muitas pessoas, o que é fundamental para alavancar a carreira.

Para gestores e demais profissionais que coordenam equipes, por exemplo, não dominar essa competência pode acarretar várias consequências negativas, desde falhas na comunicação até dificuldade em se posicionar como líder.

Por isso, se você busca desenvolvimento profissional, precisa aprender a falar em público. Saiba por que essa habilidade é tão importante para construir uma carreira de sucesso e conheça as melhores técnicas de oratória!

A importância de saber falar bem em público

Quem é gestor costuma lidar constantemente com colaboradores, equipes e fornecedores, além de fazer apresentações e outros tipos de discurso. Seja pequeno ou grande o público, o fato é que a oratória tem impacto profundo no interlocutor.

Nesse contexto, a boa comunicação é considerada um dos tipos de inteligência mais requisitados no mercado e nas empresas. Por isso, é essencial saber falar bem em público. Dentre os inúmeros benefícios, podemos destacar que, com essa habilidade, você consegue:

  • envolver e engajar os colaboradores;
  • gerar convencimento e persuasão;
  • expressar ideias, comunicados e informações de forma clara e precisa;
  • dar treinamentos mais eficientes e eficazes;
  • transmitir segurança e credibilidade;
  • demonstrar liderança.

Dessa forma, é possível melhorar não apenas o próprio desempenho enquanto gestor, mas gerar equipes de alta performance e obter resultados mais efetivos.

As principais técnicas de oratória

Para que você desenvolva uma boa comunicação em sua gestão, separamos as sete principais técnicas de oratória. Veja como melhorar o seu discurso:

1. Objetividade

Discursos muito longos, com informações em excesso ou detalhes desnecessários, podem desmotivar o público ou até mesmo dificultar o entendimento do conteúdo. Por isso, a síntese pode ser uma das melhores técnicas de oratória para tornar seu discurso mais efetivo.

Lembre-se de que a sua fala tem um propósito, seja de transmitir informações, seja de vender uma ideia, por exemplo. Portanto, cuide para que o comunicado seja passado de modo objetivo e com o máximo de clareza. Com foco no que realmente importa para o seu público, a garantia de que a mensagem seja perfeitamente compreendida é bem maior.

2. Aprendizagem

O público não quer ouvir o que já sabe ou o que não seja novidade. Por isso, outra técnica eficaz é trazer conteúdo novo para o seu interlocutor. Pode ser uma curiosidade, uma estatística relevante ou um dado desconhecido.

Você também pode dar conselhos, ensinar algo ou trazer reflexões que de algum modo tenham validade prática na vida das pessoas. Essa técnica traz um efeito poderoso para a sua fala, pois o público percebe que o que você está dizendo é útil e que realmente está trazendo algo de valor para a vida delas.

3. Emoção

Outro recurso da oratória é suscitar a emoção no ouvinte. Nem sempre isso é algo fácil, mas, com a prática, é possível adquirir a habilidade de atingir o coração do público. Para tanto, o orador precisa estabelecer conexão com as pessoas que o estão ouvindo.

Uma boa dica é contar alguma história emocionante que você mesmo tenha vivenciado e que seja pertinente para o discurso. Também pode ser algo engraçado ou uma história constrangedora. Caso não haja, invente.

Criar narrativas é uma das melhores técnicas de oratória para gerar conexão emocional e identificação do público. Além de produzir engajamento da plateia, isso mostra capacidade de liderança do orador.

4. Repetição

Na oralidade, a repetição costuma ser uma técnica bastante efetiva. Ela é útil para dar destaque aos pontos mais importantes da sua palestra e impedir que o público se distraia ou esqueça a informação. Mas não se trata de apenas dizer várias vezes a mesma coisa, o que provavelmente deixará sua fala cansativa.

Existem boas técnicas de ênfase na oratória. Uma delas é trabalhar a dinâmica da sua voz, variando a intensidade e a velocidade, por exemplo. Você pode elevar o tom da voz ou até mesmo baixar, chamando a atenção do público. Também pode falar mais devagar e destacadamente ou, ainda, fazer pausas estratégicas antes de repetir uma informação.

5. Apresentação

O modo de apresentação tem relação direta com o sucesso (ou não) do seu discurso. Por isso, a arte da oratória também requer planejamento. Escreva previamente o que vai dizer e procure decorar sua fala. Isso não significa que, no momento da apresentação, você deva falar mecanicamente.

Na realidade, o intuito dessa técnica é que você tenha em mente todo o conteúdo que será abordado, sem depender de recursos exteriores. Projeções em Power Point, por exemplo, devem ser apenas um complemento e um auxílio para o público. Além disso, montar a apresentação corretamente permite maior controle do tempo e ajuda a superar imprevistos, dando segurança e credibilidade ao orador.

6. Postura

Você conhece aquela máxima de que o corpo fala, certo? Nesse sentido, as técnicas corporais são muito eficazes para a boa oratória. Você pode ficar de pé, andar um pouco e gesticular com as mãos. Tudo isso ajuda a dar naturalidade e fluidez para a sua apresentação, além de ser útil para prender a atenção do público.

Você também pode olhar diretamente para os participantes, o que gera troca com eles e aumenta o seu poder de persuasão. O importante é usar o corpo a seu favor e de forma bastante natural para não cansar a plateia.

7. Exercícios

Uma boa oratória também depende de prática e experiência; portanto, nada melhor que exercitar. Existem vários tipos de exercício, como os de respiração, por exemplo. Uma das técnicas consiste em inspirar o ar profundamente, expandindo o diafragma, e expirar lentamente pela boca. Isso ajuda a respirar de forma correta, permitindo que o ar passe pelas cordas vocais adequadamente.

Para melhorar a dicção e a pronúncia, é recomendável usar a técnica de trava-línguas e, ainda, ler textos em voz alta. Além disso, ensaiar na frente do espelho e treinar o discurso diversas vezes é fundamental para garantir uma fala segura, eficaz e clara.

Como você viu, saber falar bem em público é essencial para o crescimento profissional, trazendo enormes benefícios para a carreira. Seguindo essas técnicas, você será capaz de coordenar equipes com mais eficiência, fazer melhores apresentações e trazer resultados efetivos para a sua gestão.

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Habilidades dos gestores: veja quais são as 8 mais buscadas pelas empresas

Uma gestão de sucesso exige inúmeras habilidades dos gestores. Um bom líder deve saber lidar com diversos desafios, desde controlar números e mensurar resultados até gerir pessoas. Por isso, além das habilidades técnicas e de uma boa formação, todo gestor precisa ter algumas características que são essenciais para o bom exercício de sua função.

Se você deseja se desenvolver profissionalmente e crescer na carreira, fique atento às competências que não pode deixar de ter para se tornar um líder bem-sucedido. A seguir, vamos mostrar as 8 principais características que são buscadas pelas empresas no momento da contratação de seus gestores. Confira!

1. Empatia

A empatia tem sido uma das habilidades mais exigidas no mercado atual e seus efeitos positivos são enormes no ambiente corporativo. Ser empático é saber enxergar pelos olhos do outro, gerando conexão ao compreender o modo de ser e de pensar da outra pessoa. Isso é fundamental para que o gestor conheça bem a sua equipe, entenda as dificuldades dos colaboradores e reconheça a evolução de cada um.

Por isso, como gestor, você deve saber dosar as cobranças e aprender a ouvir melhor seus liderados, abrindo espaço ao diálogo e conquistando a confiança deles. Assim, é possível gerar uma equipe mais motivada e empenhada na boa performance, além de estimular a participação colaborativa de todos. Consequentemente, você será capaz de executar uma liderança mais adequada e eficiente.

2. Boa comunicação

Ser comunicativo e saber se expressar bem são competências muito valorizadas no mercado, sendo requisitos básicos para todo profissional. No caso de gestores, a necessidade dessa habilidade é ainda mais evidente, já que a boa comunicação está associada à capacidade de liderança e de influência sobre a motivação dos liderados.

Nesse sentido, comunicar-se bem é fundamental não apenas para transmitir informações e comunicados com clareza, mas também para gerar engajamento dos colaboradores e um melhor relacionamento interpessoal entre o gestor e sua equipe. Com uma comunicação efetiva, você elimina ruídos e contribui para o alcance e a superação de metas.

3. Transparência

Um bom gestor precisa conquistar a confiança de seus subordinados para que as tarefas sejam executadas com eficiência e engajamento, criando, assim, uma equipe de sucesso. Nesse contexto, é importante prezar pela transparência, uma das principais habilidades dos gestores.

Isso significa que você deve saber passar as informações necessárias para sua equipe, sem ocultar fatores importantes. Esclarecer os objetivos do setor, mostrar os valores e a visão do líder e deixar claro o que se pretende com cada projeto é fundamental para garantir um bom relacionamento com os funcionários, além de estimular a equipe a atingir os propósitos organizacionais com dedicação e lealdade.

4. Delegação de tarefas

Dissemos que um gestor deve conquistar a confiança de sua equipe, mas o contrário também é válido. Em uma gestão de sucesso, o líder confia em seus funcionários, o que lhe permite delegar tarefas para melhorar a produtividade e o desempenho de todo o setor.

Para tanto, o gestor deve saber executar a delegação com precisão e de modo estratégico. Isso significa que você deve delegar as tarefas corretas aos profissionais mais aptos. Além disso, deve saber orientar o colaborador encarregado da nova demanda e acompanhar a execução das tarefas para garantir o cumprimento de prazos e a qualidade na entrega.

5. Feedbacks construtivos

Saber dar feedbacks construtivos e positivos também é uma das habilidades dos gestores mais buscadas pelas empresas. Não ter essa competência é uma das grandes falhas de líderes e chefes de equipes, que, muitas vezes, focam apenas na cobrança ou dão feedbacks de maneira inadequada, desestimulando ou, até mesmo, constrangendo os subordinados.

Por isso, é importante orientar e direcionar os colaboradores no caminho certo rumo aos objetivos a serem atingidos pelo setor. Também é necessário que você saiba dar feedbacks pessoais e individuais de maneira construtiva e sem gerar constrangimento. Saber conduzir a equipe, valorizar os membros e desenvolver estratégias de melhorias são características essenciais em um bom gestor.

6. Reconhecimento

Uma das tarefas desempenhadas pelo gestor é a avaliação de resultados e desempenhos. Nesse contexto, é importante que você tenha a capacidade de reconhecer o esforço e a dedicação dos colaboradores, valorizando suas conquistas e explorando o melhor de cada um. Muitas vezes, o chefe da equipe se concentra apenas nos pontos fracos e nos erros, o que pode prejudicar o autodesenvolvimento dos funcionários e até o clima organizacional.

Por isso, elogiar publicamente uma boa atitude, reconhecer a superação de metas, parabenizar entregas no prazo e comemorar progressos são formas de prestar reconhecimento à equipe. Um gestor que tenha essa característica aumenta suas chances de sucesso em sua gestão, já que essa atitude contribui para a formação de um time de alta performance, elevando significativamente os resultados da organização.

7. Generosidade

Outra habilidade dos gestores que não pode faltar é a postura de dividir o conhecimento, valorizando o crescimento da equipe. Não ensinar tudo o que sabe aos colegas para não perder o cargo apenas mostra insegurança e egoísmo, além de comprometer a qualidade de treinamentos e impedir o bom desempenho do setor.

Nesse sentido, é importante que você demonstre generosidade e esteja disposto a compartilhar o que sabe para instruir os subordinados adequadamente, capacitando a equipe para que atinja os melhores resultados possíveis. Isso é bastante valorizado pelas corporações, que veem no gestor o foco em resultados e o interesse em garantir o alcance dos objetivos organizacionais.

8. Resiliência

Ter uma gestão de sucesso pode significar, muitas vezes, saber lidar com grande carga de tarefas e muita pressão. E, por isso, uma das habilidades indispensáveis dos gestores é a resiliência, somada à boa capacidade de resolver problemas e conflitos.

Saber resistir e lidar de modo positivo durante situações adversas deve estar dentre as características do bom executivo, que sabe que tudo isso faz parte do cargo e busca a alta performance constantemente. Portanto, você deve saber lidar com o estresse e com momentos de excesso de trabalho. Estar pronto para maiores responsabilidades e grandes desafios é dever do gestor bem-sucedido.

Essas são as principais características que você deve ter para chamar a atenção das empresas e ganhar destaque no mercado. É importante ter em mente que as corporações estão cada vez mais atentas às competências pessoais, além das habilidades técnicas. Juntas, elas formam um profissional completo e preparado para os desafios na empresa.

Portanto, agora que você já conhece as principais habilidades dos gestores, veja também como vencer os desafios para se tornar um gestor de sucesso!

 

Como dar e receber feedbacks e por que ter habilidade nisso é importante

Um bom gestor visa sempre ao desenvolvimento do negócio e precisa contar com habilidades valiosas. Dar e receber feedbacks é uma delas.

Para falar sobre esse assunto — que costuma ser uma dificuldade para muitos, por envolver a gestão de pessoas e competências —, vamos explicar o que é feedback, mostrar dicas de como lidar com isso e explicar por que esse conceito é importante na carreira. 

Continue a leitura e entenda!

O que é um feedback?

O feedback é muito mais que uma conversa que direciona críticas ou elogios. Ele é uma ferramenta para manter a equipe saudável e produtiva, garantindo os resultados e o bom relacionamento entre os colaboradores e a gestão.

Quando você reage a um determinado estímulo, isso quer dizer que há uma resposta sobre o que foi sentido. Numa empresa, projeto ou equipe, toda a operação dos profissionais reflete diretamente na organização, causando impactos e gerando uma resposta que deve ser repassada.

Como dar e receber feedbacks com habilidade?

Resultados podem ser positivos, negativos, neutros, positivos dentro do esperado, negativos dentro do esperado e tantas outras opções que você pode imaginar quando a pauta é desempenho. Sendo assim, saber dar e receber feedbacks torna-se essencial para que o trabalho esteja em constantemente aprimoramento e crescimento.

Pensando nisso, preparamos 8 dicas para que, de fato, você use essa ferramenta com habilidade, de maneira estratégica. Acompanhe!

1. Seja profissional

Por mais que nossas personalidades tenham peso nos nossos relacionamentos cotidianos, é muito importante saber identificar quando um profissional está em ação, entendendo que o perfil pessoal também o compõe e não deve ser abordado diretamente, de modo a não prejudicar o desempenho de trabalho. Nunca leve um feedback para o lado pessoal. Receber uma crítica ou ter que fazê-la não pode significar uma rixa ou capricho partindo de um indivíduo para o outro.

2. Aguce os sentidos

Antes de falar, ouça. Olhe em volta, perceba o ambiente e crie o clima para encontrar a melhor hora de falar. Se você está dando ou recebendo o feedback, a regra continua válida: absorva o que está acontecendo naquele momento.

Um líder que sabe usar o feedback estrategicamente pode alavancar ou destruir a atuação de um profissional. Da mesma forma, receber um feedback e não processar as informações faz com que o ato se invalide.

Receba o que está sendo dito e colocado em pauta para, depois, reagir e responder. Trabalhe as informações, construindo pontes sobre elas, antes de querer argumentar ou concluir. O timing de um feedback é essencial para o seu sucesso.

3. Direcione positivamente

Recebeu uma crítica? Use-a para melhorar. Recebeu um elogio? Use-o para melhorar. Esperou um reconhecimento que não veio da forma que você queria? Use-o para melhorar. Diante dos desafios que enfrentamos no dia a dia de nossas profissões, direcionar bem o que recebemos é fundamental.

Você tem capacidade analítica? Então, faça uso dela. Ao absorver o ambiente, separe cada coisa em seu lugar, tentando tirar o maior proveito de tudo. É disso que se trata a eficiência, certo? Pegue tudo o que recebeu — mesmo quando estiver aplicando o feedback — e coloque em prática, em prol de algum crescimento.

4. Controle a exposição

Sempre que você der um feedback à equipe, trate-a como uma unidade, destacando a importância de cada um dentro do todo. Recomendações, por melhores que sejam, podem ser mal interpretadas.

Por isso, é preciso discernir qual e se há um melhor momento para mencionar diretamente alguém. Você conhece as pessoas com quem trabalha? Procure colocar a individualidade dos integrantes em pauta na hora de decidir como se direcionar.

gestão de pessoas sempre vai ser um assunto com diversas óticas, porque relacionamentos são dinâmicos. Considere todas as opções que estiverem ao seu alcance quando sentir vontade de citar um nome ou chamar alguém em particular para conversar.

5. Trace uma reflexão

Entender um feedback é uma das partes mais importantes da ação. Não há nada pior do que “discordar” do que foi feito ou dito e, assim, não conseguir lidar de maneira construtiva, com nenhuma informação, por ter ficado estacionado nesse porém.

Qual é o seu ponto? Encontre a melhor forma de direcionar o seu pensamento, deixando claro o que está dizendo e sempre abrindo espaço para que as outras pessoas falem e possam esclarecer suas dúvidas.

Há um provérbio que diz que quem entende, reina. Se a sua argumentação é plausível, ela por si se desembaraça, deixando evidente a necessidade daquela fala. Não seja prolixo. Antes, seja cuidadoso e tenha um respaldo notório para o seu discurso.

6. Baseie-se em fatos

Nunca se deve determinar um feedback com base em achismos. Ainda que o seu braço direito ou grande amigo da empresa lhe exponha uma situação, procure sempre comprovações incontestáveis ao dar e receber feedbacks.

Coloque números, relatórios, resultados e todo o tipo de explicação plausível em pauta. Fora disso, embasar uma conversa em acontecimentos incertos ou palpites pode criar um clima ruim, prejudicando o desempenho da equipe.

7. Dê opções de melhoria

Qual é a moral da história? De nada adianta você demonstrar os fatos, explicar o raciocínio por trás deles e não dispor uma opção de resolução para a situação exposta. Da mesma forma, apenas ouvir o feedback e não pensar em qual prática pode mover positivamente torna a crítica desgastante e inútil.

Se você está aplicando o feedback, dê opções. Demonstre preocupação com aquele cenário, colocando-se à disposição para dissolver o gargalo. Se você está recebendo um feedback, pergunte o que pode ser feito sobre, trabalhe ativamente essa ideia e, então, coloque a melhor opção em prática.

8. Respire sempre

Já ouviu dizer que o seu corpo fala? Literalmente. Dar e receber feedbacks pode ser estressante e deixar até os melhores líderes e profissionais em situação de desconforto e insegurança. Preste atenção, inspire e expire.

Respirar regularmente oxigena o cérebro e ajuda a pensar com mais calma e sem precipitações. Tente fazer com o que seu corpo ajude você a se manter no controle e mais calmo. Tente relaxar os músculos e respire sempre.

Qual é a importância dessa habilidade na carreira?

William Deming, pioneiro em estudos de qualidade, nos deu uma grande lição: é impossível gerenciar aquilo que não se mede. Dar e receber feedbacks é a forma com a qual essa medição, de fato, acontece. Ao comunicar os resultados, é preciso ter cuidado para direcioná-los. Para obter ascensão na carreira, é essencial ter capacidade de encaminhar as informações, para tirar proveitos e melhorias delas, inclusive na gestão de pessoas.

Feedbacks têm alto impacto no andamento das organizações, pois tratam do que as movem: o corpo de colaboradores. Manter os bons indicadores pode depender diretamente de como acontece essa movimentação entre a atuação da equipe e os propósitos alcançados, pontuando melhor a forma e o caminho adequado a seguir.

E você? Como se sai ao dar e receber feedbacks? Compartilhe a sua experiência com a gente deixando um comentário neste post!

7 dicas sobre comportamento no ambiente de trabalho

Para conseguir ter um bom desempenho empresarial, é necessário aprender que, ao manter um bom comportamento no trabalho, você pode aumentar suas chances de crescimento dentro da empresa. Para conseguir uma promoção, é necessário que, além de suas qualificações profissionais, você tenha bom convívio com seus colegas. Mais que isso: que tenha o respeito de cada um deles.

Fazer com que o local de trabalho seja um ambiente tranquilo, aconchegante e prazeroso de estar pode não ser tão simples. Muitas vezes, as pressões para que se bata uma meta são grandes, o desentendimento com outra pessoa pode ficar maior e os problemas tendem a se multiplicar quando não tratados corretamente.

Pensando nisso, vamos apresentar sete dicas de quais comportamentos ajudam a manter um ambiente de trabalho saudável. Confira!

1. Adeque-se ao dress code da empresa

A maioria das empresas tem um padrão de vestimenta, e é extremamente importante que você se ajuste a ele. Em lugares tradicionais, busque opções mais clássicas. Se a organização é liberal em relação a isso, se vista de maneira confortável, desde que tenha bom-senso e não abuse de elementos que possam ser inapropriados.

Cuide da sua aparência

Além de cuidar do tipo de roupa com que vai trabalhar, é importante pensar na sua imagem como um cartão de visita. Quando pensamos na nossa aparência como uma ferramenta de trabalho, é mais fácil entender quais passos e a postura que devemos adotar entre nossos parceiros e clientes.

2. Seja organizado

Um dos pontos principais sobre comportamento no trabalho está ligado à sua organização. Esse ponto abrange mais coisas do que manter a mesa bem organizada. É preciso que os seus compromissos e tarefas estejam em dia e, principalmente, que você seja pontual! 

Planejamento

Organizar o seu dia com as principais tarefas e reuniões pode ajudar muito na hora de realizar cada uma delas e resolver os problemas que podem aparecer no decorrer do dia.

Com planejamento funcional, você consegue fazer suas pausas para descanso sem prejudicar o tempo de trabalho. Além disso, você é capaz priorizar o que é urgente e o que pode ser resolvido depois.

Pontualidade

Quando falamos sobre pontualidade, estamos nos referindo a uma das questões mais visadas pelos chefes e donos de empresas, pois é por meio dela que se pode medir o comprometimento do empregado com a empresa. É fundamental informar os seus superiores toda vez que acontecer um imprevisto que fará com que você chegue atrasado.

3. Seja educado

A educação nunca será algo negociável! Ela é essencial para quem quer melhorar seu comportamento no trabalho e ter um relacionamento saudável. Por isso, palavras como obrigada, por favor, bom dia, boa tarde e boa noite devem sempre estar no seu vocabulário.

Quando somos educados, aprendemos a ouvir o que as outras pessoas da equipe têm a dizer. Entendendo isso, você consegue dar sua opinião quando for solicitado, de maneira gentil e relevante. Quando usamos a gentileza, as pessoas reagem a isso com mais educação, e o ambiente se torna melhor.

4. Tenha proatividade

Mais do que fazer corretamente suas tarefas, é preciso ter proatividade para conquistar novas oportunidades e desafios. Estar disposto a ajudar quem precisa, ensinar algo e trazer novas ideias são passos que farão diferença na busca de uma vitória profissional.

Faça tudo dentro dos limites aceitos, não force quem não quer aceitar a sua ajuda, por exemplo. Busque ser o profissional que todos admiram pela coragem e disponibilidade de ajudar quem precisa.

5. Respeite os seus colegas

Manter bom relacionamento com todos em seu local de trabalho pode não ser tão simples, mas o respeito deve ser direcionado a qualquer trabalhador. Se uma pessoa está em posição inferior à sua, trate-a como você gostaria de ser tratado, e mantenha a mesma conduta em relação ao seu superior.

Fazer fofoca, conversar em voz alta e usar palavrões são atitudes extremamente proibidas e devem ser evitadas, mesmo quando não partem de você. Evite ficar em ambientes nos quais você sabe que pode haver problemas com algum desses pontos.

Siga os níveis hierárquicos

Como mencionado, ser proativo é um fator positivo no seu crescimento, porém, saiba respeitar os níveis hierárquicos estabelecidos na empresa. É importante que, quando for solicitado, dê sua opinião, mas caso decidam não seguir por esse caminho submeta-se ao que foi implementado e esteja disposto a ajudar, independentemente de concordar com o caminho seguido ou não.

6. Fique atento aos erros de português

É esperado que você entenda que deve se comportar e falar bem, tanto dentro da empresa quanto com seus clientes. Por isso, procure ter muita atenção em cada e-mail ou documento que produzir. Concentrar-se nesse ponto é imprescindível para ser bem-visto por todos.

Dedique um tempo à leitura

Erros constantes mostram falta de leitura por parte do profissional. Sendo assim, dedique-se a ler e aprender com os seus erros. Leia, também, informações importantes e atuais sobre o seu mercado para que sempre tenha coisas produtivas a compartilhar e consiga desenvolver uma conversa de maneira satisfatória sobre diversos assuntos com qualquer pessoa.

7. Fuja dos excessos

Por mais liberal que possa ser o local em que você trabalha, ficar horas no celular ou nas redes sociais pode impactar na produtividade. 

Evite fazer ligações particulares ou resolver assuntos que não dizem respeito à empresa no seu horário de trabalho. Você é remunerado pelo tempo trabalhado, e é fundamental que esteja comprometido com suas tarefas nesse período.

Alguns comportamentos são simples e básicos, mas muitas vezes deixamos a desejar. Volte ao princípio e entenda os fundamentos para que cresça profissionalmente de maneira satisfatória. Quando sabemos o básico, ficamos prontos para alçar voos maiores.

Ao seguir estas dicas, o seu comportamento no trabalho e as ideias do que é necessário para crescer estarão ainda mais claros em sua mente.

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8 livros sobre liderança feminina que toda gestora deve ler

O número de mulheres ocupando cargos de gestão, de alta responsabilidade, tem crescido consideravelmente. Entretanto, não basta chegar ao topo. Para sobreviver nesses cargos, é preciso demonstrar uma tendência contínua ao aprimoramento.

A leitura é uma ferramenta poderosa para essa missão, pois os livros carregam conhecimento e inspiração. Grandes líderes e profissionais de sucesso são conhecidos por lerem mais do que a maioria das pessoas. Alguns deles, inclusive, escreveram seus próprios livros!

Se você quer ser uma gestora melhor, portanto, deve buscar excelentes leituras. Não sabe por onde começar? Então, confira esta lista de livros sobre liderança feminina!

1. “Mulher Alfa”, de Cristiana Xavier de Brito

Nesse livro, a autora apresenta a história de dez mulheres que alcançaram o sucesso como líderes em suas respectivas áreas de atuação. Ela não se limita ao mundo corporativo; mostra também casos como o da deputada federal Mara Gabrilli e da advogada Marcia Rocha, com atenção, também, para a diversidade.

É um excelente livro para quem precisa reforçar a autoconfiança, pois ele destaca casos de sucesso que vencem contra a desigualdade e os preconceitos da sociedade.

2. “Mulheres no topo: Como mulheres bem-sucedidas conciliam trabalho e família”, de Diane F. Halpern e Fanny M. Cheung

Um dos grandes dilemas das mulheres que buscam sucesso profissional é como conciliar esse aspecto de suas vidas com o papel que exercem em casa, de mãe e esposa. A dupla jornada pode até parecer loucura, à primeira vista. Porém, muitas mulheres já demonstraram que é possível dar o melhor de si nos dois lados da vida, e ainda conseguir alcançar aquele cargo de liderança tão desejado.

Nessa obra, você encontra casos que ilustram essa vitória, e poderão inspirá-la a atingir os mesmos resultados na sua própria vida.

3. “Faça Acontecer: Mulheres, trabalho e a vontade de liderar”, de Sheryl Sandberg

Sheryl Sandberg é COO (Chefe Operacional) do Facebook. Com uma função de tamanha responsabilidade e projeção mundial, é claro que ela tem alguma coisa a dizer sobre a realidade da mulher no mercado de trabalho. Por isso, lançou seu livro sobre liderança feminina, no qual fala sobre a estagnação das mulheres em suas carreiras.

O principal motivo para ler esse livro é que ele reúne dicas práticas, voltadas a ajudar a mulher a resolver questões pessoais. Seguindo as dicas da autora, você poderá aumentar seu potencial de desempenho, escalando mais rapidamente até o topo das organizações.

4. “Feito Homem: A jornada de uma mulher ao universo masculino”, de Norah Vincent

Existe uma forte noção de que os homens são privilegiados na sociedade e levam vidas melhores, ou mais fáceis, do que as das mulheres. A autora Norah Vincent quis provar essa ideia empiricamente e, para isso, empreendeu um experimento ousado: disfarçou-se de homem durante 18 meses, conviveu com o gênero oposto e registrou todas as suas observações neste livro.

O livro traz informações importantes, em uma forma mais leve e divertida do que você provavelmente espera. É uma leitura que vale a pena investir seu tempo.

5. “Garotas equilibristas: O projeto de felicidade das mulheres que estão chegando ao mercado de trabalho”, de Cecilia Russo Troiano

Esse é um livro mais focado nas mulheres da Geração Y. A autora é psicóloga e empresária, e realizou um estudo sobre as ideias e expectativas dessas jovens que estão, aos poucos, assumindo o lugar das mulheres da Geração X no mercado de trabalho.

Um livro interessante para entender melhor a si mesma e, claro, às mulheres que rodeiam você no trabalho. Afinal, compreensão é um elemento essencial para a liderança efetiva.

6. “#GirlBoss”, de Sophia Amoruso

Você pode não conhecer Sophia Amoruso, mas ela tem uma longa trajetória de sucesso, que começou aos 22 anos, vendendo roupas usadas no marketplace eBay. O sucesso da loja virtual levou, depois de oito anos, à criação do seu próprio e-commerce — Nasty Gal —, do qual ela é CEO.

O livro #GirlBoss é sua autobiografia, e uma excelente fonte de inspiração para quem quer ser líder nesse novo mundo da transformação digital e dos negócios da internet.

7. “In the company of women”, de Grace Bonney

Esse livro é um verdadeiro compêndio de histórias de mulheres que vão inspirar sua carreira. A autora, Grace Bonney, realizou mais de cem entrevistas com mulheres bem-sucedidas que ela chamou de “makers, artists and entrepreneurs” — criadoras, artistas e empreendedoras. As respostas ela reuniu nessa espécie de enciclopédia, em que os conselhos das entrevistadas são complementados com belas fotografias.

A gama de nomes que aparecem no índice é abrangente, incluindo desde Tavi Gevinson, conhecida por seu trabalho como blogueira de moda, até Melissa Harris-Perry, escritora focada em temas de política e sua relação com a condição afro-americana.

8. “Extraordinárias: mulheres que revolucionaram o Brasil”, de Duda Porto de Souza e Aryane Cararo

Um livro que reúne o nome de muitas mulheres ousadas, que fizeram a diferença para a sociedade e história brasileiras, mas pouco conhecidas e quase nunca citadas nos livros. Cada uma delas é um exemplo de força e coragem, exatamente como o que você precisa ter para ocupar um cargo de liderança.

Pode não ser um livro sobre o mundo das empresas, mas certamente trará lições valiosas para que você também deixe sua marca na história.

Infelizmente, ainda não há tantos livros sobre liderança feminina nas prateleiras quanto poderia haver. Esperamos que o número cresça — assim como aumenta o número de mulheres que conquistam reconhecimento e sucesso profissional ocupando espaços de gestão.

Como já vimos, essas leituras vão trazer conhecimento e inspiração. Porém, esse não é o único motivo para ler os livros que apresentamos aqui.

Quando você compra e prestigia essas obras, está também demonstrando apoio às iniciativas que buscam dar maior visibilidade à mulher e ao seu papel. Dessa forma, a tendência é que novos volumes sejam publicados para divulgar a história de outras mulheres importantes.

Você gostou da nossa lista de livros sobre liderança feminina? Quer receber mais conteúdos como este, diretamente em seu e-mail? Então, não vá embora sem fazer sua inscrição na newsletter da Fundação Dom Cabral!

T-shaped professional: conheça tudo sobre o perfil desse profissional

O mundo dos negócios e da gestão é altamente dinâmico. Novos conceitos formam-se quase todos os dias. Caso você queira ser um profissional de sucesso, precisa conhecê-los, entender suas implicações e saber como colocá-los em prática.

Um bom exemplo é o conceito de “T-shaped professional”; ele designa um certo perfil que está sendo muito procurado pelas empresas na hora de contratar novos colaboradores.

Quer saber o que é um T-shaped professional e como você pode desenvolver esse perfil? Confira as dicas do nosso post!

O que significa T-shaped professional?

O termo surgiu na década de 1990. Ele vem do inglês, e pode ser traduzido como “profissional em formato de T”. Por mais estranho que pareça, existe um bom motivo para o nome; ele faz uma referência a um modelo que tem, literalmente, o formato da letra T.

O traço horizontal representa a dimensão do conhecimento geral, aquele referente à toda a organização, ao mercado, à economia e à política e outras questões relevantes, mas que não estão estritamente relacionadas à sua atividade. Enquanto isso, o traço vertical representa a dimensão do conhecimento específico e prático, voltado para a área em que o indivíduo trabalha.

Assim, o T-shaped professional é aquele profissional que é capaz de expandir seus conhecimentos para diversas direções que são relevantes e, ao mesmo tempo, aprofundá-los para a execução imediata de sua atividade. Em outras palavras, um profissional multidisciplinar e multifacetado.

Por que as empresas buscam esse profissional?

Muitas organizações dão preferência ao funcionário que apresenta um perfil T-shaped, e há uma boa razão para isso.

O profissional que somente desenvolve seus conhecimentos técnicos específicos pode desenvolver muito bem seu trabalho, mas não tem senso crítico. Dessa maneira, quando deparado com uma situação de dúvida, ele é incapaz de tomar decisões fundamentadas. Ele é, por assim dizer, apenas um executor.

Por outro lado, aquele que tem vasto conhecimento geral sem a excelência técnica pode ser um pensador crítico, mas, na hora de “colocar a mão na massa”, ele pode deixar a desejar. Para uma empresa — que não vive apenas de ideias e debates, mas precisa de resultados — ele acaba sendo um peso.

O T-shaped professional é uma combinação dos melhores aspectos desses dois tipos de profissional. Para a empresa, ele representa um colaborador que será capaz de executar a sua atividade e, também, de analisar, criticar e tomar decisões levando em consideração questões mais amplas. Portanto, ele exerce um trabalho de qualidade superior, isto é, apresenta alta performance.

Como desenvolver um perfil de T-shaped professional?

Se as empresas preferem o T-shaped professional, desenvolver esse perfil é uma vantagem para você. É uma oportunidade de aumentar sua competitividade no mercado de trabalho. A questão, portanto, é como fazer isso. Aqui vão algumas dicas.

Para fortalecer o “traço horizontal”

1. Conversar com os colegas

O primeiro passo para expandir seus horizontes, desenvolvendo a dimensão do conhecimento geral, é conversar com seus colegas — especialmente aqueles que trabalham em outros setores. Eles poderão oferecer informações e pontos de vista sobre a organização diferentes do seu, e essa é uma experiência de enriquecimento muito válida.

E não se limite a conversar apenas com colegas do mesmo nível hierárquico. Em vez disso, dialogue também com quem está abaixo e, claro, quem está acima. Aliás, conversar com os gestores da empresa vai trazer à tona uma versão da organização que você provavelmente nem imagina — já que eles, pela natureza de sua função, precisam desenvolver uma perspectiva macro do negócio.

2. Ler muito

A leitura ainda é uma das melhores formas de aprender sobre temas relevantes, mesmo aqueles com os quais você não lida no dia a dia. Quem desenvolve esse hábito consegue traçar relações entre eventos e fenômenos. Além disso, produzir suas próprias conclusões após a leitura é um ótimo exercício para o senso crítico.

É claro que você também pode obter esses resultados acompanhando notícias pela televisão ou pelo rádio, por exemplo. No entanto, a leitura exige um esforço maior de concentração, que também é indispensável para quem deseja apurar o raciocínio.

3. Fazer uma pós-graduação

Na graduação, você precisa adquirir uma imensa quantidade de conhecimento que vai permitir chegar ao mercado de trabalho e exercer uma profissão. Por esse motivo, ela é geralmente mais concentrada em conhecimento específico, prático. Você aprende a fazer, mas não a pensar.

Já na pós-graduação, essa urgência não existe; portanto, você tem a oportunidade de estudar outros assuntos, também importantes, embora mais gerais. A pós-graduação oferece, então, um espaço para expandir seus horizontes junto a outras pessoas que também estão em busca de alcançar o sucesso na carreira.

Para fortalecer o “traço vertical”

1. Fazer cursos livres

Cursos de idiomas, de informática e livres são excelentes maneiras de aprofundar seus conhecimentos específicos.

Esse tipo de curso tem baixa carga horária semanal e, em muitos casos, curta duração; isso permite que você constantemente invista em sua capacitação e aprimoramento. Por exemplo, quem termina um curso de inglês, pode buscar outro idioma, para valorizar ainda mais o currículo.

2. Fazer uma especialização

Talvez você ache contraditório, mas não é. Enquanto a pós-graduação lato sensu é, sim, um lugar para falar de assuntos que não cabem na graduação, ela também é um lugar para aprofundar seu conhecimento dentro de um tópico relativo à sua atividade profissional (o que explica o nome “especialização”).

A questão, portanto, é escolher a especialização mais alinhada ao rumo que você deseja dar à sua carreira. Se você quer ser um CFO, um diretor financeiro, investir em uma especialização em gestão de marketing não vai ajudá-lo a fortalecer os conhecimentos específicos necessários para ocupar esse cargo. Pode ser uma empreitada interessante em nível pessoal, mas é uma escolha inadequada do ponto de vista profissional.

Agora que você já sabe o que é o T-shaped professional e como se tornar um, o próximo passo é identificar qual das duas dimensões — conhecimentos gerais ou conhecimentos específicos — precisa da sua atenção imediata.

Quer divulgar o conceito que você acabou de aprender para outros profissionais? Compartilhe esse post nas redes sociais!

 

Tudo sobre gestão de vendas e como ela influencia nos resultados

Se, há algumas décadas, qualidade, preço acessível e uma “boa lábia” eram suficientes para que uma empresa conseguisse vender o seu produto, hoje há uma série de fatores que interferem no processo de vendas. E para fazer com que eles sejam bem-sucedidos, os gestores precisam buscar técnicas cada vez mais eficientes para a sua gestão de vendas.

No post de hoje, te ajudaremos a entender a importância dessa gestão para os resultados da sua empresa, além de dicas fundamentais para fazer com que ela seja cada vez mais estruturada. Confira!

Qual a base da gestão de vendas?

Uma boa gestão de vendas começa com a estruturação do processo de vendas. Na prática, um passo a passo elaborado pela empresa com o intuito de orientar e guiar a equipe de vendas em busca de resultados. Em resumo, um planejamento que facilitará a tomada de ações.

E criar esse plano é um dos maiores desafios dos gestores. Primeiro, porque muitos não assumem ou não delegam a liderança para um profissional capaz de direcionar e motivar o resto da equipe. Também porque criam um processo de vendas rígido, fora da realidade da empresa ou sem levar em consideração possíveis falhas de estratégia.

Para ser bem-sucedido o processo de vendas precisa ser flexível, mas, ainda assim, estável. Ou seja, possível de ser corrigido e melhorado, com base nas falhas e mudanças do time de vendas no percorrer do caminho, mas contando com um objetivo final claro, factível e comum a todos os envolvidos.

Como melhorar a gestão de vendas da sua empresa?

Entenda como realmente funciona uma gestão de vendas

Muitos gestores confundem a gestão de vendas com a gestão comercial. Algo que pode atrapalhar a divisão de tarefas e de responsabilidades entre os setores.

Diferentemente do setor comercial, que cuida de uma parte mais estratégica e generalista da empresa, lidando com o estoque, com estratégias comerciais e com a publicidade da empresa, o setor de vendas tem um trabalho mais específico.

Treinar vendedores, segmentar e criar estratégias para públicos específicos, estimular metas e gerenciar os resultados das vendas são as suas principais funções.

Ambas as áreas precisam estar integradas e se comunicarem a todo o tempo, mas quando se trata da criação e execução de métricas, é importante que cada setor seja bem específico e trabalhe em prol das suas metas individualmente.

Tenha clareza com as métricas e avalie performances

E por falar em métricas, não esqueça de defini-las claramente. Nós estamos sempre batendo nessa tecla em nossos artigos, já que muitos gestores a ignoram. Muitos se focam em criar um planejamento elaborado, mas esquecem de segmentá-lo em metas claras, que a equipe possa executar rapidamente.

Após esta etapa é preciso avaliar o que está funcionando ou não — em suma, as performances. Dessa maneira, definir metas e tomar decisões se torna mais fácil, já que você estará se baseando na realidade da sua empresa e avaliando na prática os pontos do planejamento que foram bem-sucedidos.

Identifique deficiências

Antes de criar planejamentos e colocar ideias em ação, o setor de gestão de vendas precisa identificar os déficits e falhas que comprometem os seus resultados. É importante focar em números e porcentagens, mas não esquecer também de avaliar dados qualitativos.

Por exemplo: em que momento da jornada de compra o cliente perde o interesse em concretizar a venda? Quais os principais comentários (positivos e negativos) em relação à sua empresa? Após a primeira venda, o consumidor volta a fechar negócio com a sua empresa?

São esses dados que o ajudarão a identificar com clareza quais as deficiências da sua empresa e o que precisa de investimentos. Além de resolver um problema de estratégia, essa análise ajuda a reduzir gastos desnecessários, com estratégias que não aumentarão o seu número de vendas ou não farão diferença no relacionamento com o cliente.

Dê importância à gestão de pessoas

Além de força nas metas, uma gestão de vendas também precisa encontrar forças nas pessoas que lidam com elas. Afinal, são essas pessoas que possuem a expertise e as qualidades necessárias para criar estratégias e colocá-las em prática com sucesso.

Para fazer uma boa gestão de capital humano os gestores devem conhecer as características individuais da própria equipe. É uma verdade que profissionais tendem a seguir determinados padrões, mas isso não quer dizer que eles sejam iguais.

Cada um possui a sua maneira de atuar e objetivos únicos. Diante disso, cabe à liderança encontrar o fator motivação, que fará com que cada um deles trabalhe com prazer e encontre propósito no que faz.

Vendedores precisam de feedbacks constantes sobre o seu trabalho e de incentivos mais concretos, como pacotes de benefícios e comissões. O mais importante é usar a comunicação para descobrir aquilo que move a sua equipe e, consequentemente, a empresa.

Disponibilize as ferramentas necessárias

Para melhorar a atuação da equipe de vendas como um todo, conhecer os clientes, e aumentar a produtividade é preciso investir em softwares de gestão integrados, Big Data, bancos de dados, Business Intelligence, plataformas para administração e monitoramento de mídias sociais, e assim por diante.

Em termos de vendas, ganhar tempo e ter uma boa organização são fundamentais para lucrar ou não. Atualmente, gerenciar uma empresa sem a ajuda da tecnologia e suas ferramentas é praticamente impossível.

Invista em qualificação profissional

Investir em treinamentos e qualificações específicas na área de gestão vendas é uma estratégia essencial para melhorar a qualidade do trabalho da sua equipe e os resultados da empresa.

O ponto positivo de formações específicas na área é que elas preparam os profissionais para atuarem no mercado atual, avaliando as necessidades e interesses de públicos distintos.

Dessa maneira, eles deixam de ser apenas vendedores para se tornarem coaches em vendas. Ou seja, líderes, capazes de gerir todos os aspectos de uma venda: análise de mercado, logística, perfis de clientes e execução de estratégias.

Gostou das dicas? Ainda restaram dúvidas sobre a importância da gestão de vendas e como melhorá-la na sua empresa? Não deixe de compartilhá-las com a gente nos comentários!

Como evitar a estagnação profissional? 5 dicas para sair do lugar

Se você anda vendo seus colegas de trabalho de mesmo nível hierárquico sendo promovidos, convidados a executar tarefas mais desafiadoras ou, pior do que isso, percebe que seus gestores mudam a todo momento, mas seu prestígio na empresa continua o mesmo, pode ser que você esteja entrando em uma perigosa fase de estagnação profissional.

Caso isso esteja ocorrendo com você, essa é a hora de reavaliar quais rumos sua carreira tem tomado e, evidentemente, elaborar um plano de ação para reposicionar-se no caminho do sucesso.

Não sabe o que está errado e, por consequência, por onde começar? As próximas linhas lhe indicarão 5 dicas imprescindíveis para você sair do lugar!

1. Mude sua história a partir da mudança de sua postura

Muitas pessoas reclamam que não são reconhecidas, mas executam há anos as mesmas tarefas da mesma forma. A dinâmica empresarial atual, na era dos negócios digitais, exige velocidade, postura proativa e inovação constante. Como você se mostra em sua empresa?

Para permanecerem competitivas, as empresas precisam mais de gestores e menos de executores de tarefas. Em outras palavras, o crescimento da complexidade do cenário corporativo exige profissionais autogerenciáveis, capazes de propor soluções para os desafios do dia a dia, bem como novas propostas para o business da organização.

Se você é apenas um bom funcionário, lamentavelmente, suas chances de progresso são pequenas: as companhias procuram líderes disruptivos.

Dessa forma, os primeiros passos para sair da areia movediça da estagnação profissional passam por mostrar-se mais aos seus superiores, colocar-se à disposição para aprender novas tarefas, pedir dicas aos seus pares/chefias sobre como melhorar seu desempenho e, sobretudo, demonstrar interesse em ampliar seu conhecimento sobre as áreas da empresa.

2. Aprimore suas estratégias de networking

Networking nada mais é do que a habilidade de criar pontes em vez de barreiras nas relações interpessoais. Trata-se da capacidade de desenvolver uma fábrica de contatos que lhe fornecerá feedback, recursos, perspectivas e informações.

Não se trata de servir-se maliciosamente de outra pessoa; antes, é a habilidade de integrar-se ao seu meio, criando, mediante competência profissional e empatia, uma rede sólida de relações que permanecerão por toda sua carreira.

Um grande erro das pessoas é preocupar-se com networking apenas quando é necessário usá-lo. Esse tipo de comportamento traz efeitos inversos ao profissional, denotando falsa aproximação. Vínculos profissionais devem ser criados desde a universidade, assim como em congressos, palestras e, principalmente, na pós-graduação.

A pós-graduação é um terreno fértil para conhecer contatos que agreguem valor em sua trajetória corporativa, justamente por agrupar profissionais já inseridos no mercado (muitos deles, ocupantes de postos em empresas de grande porte), além de professores que, em geral, são também executivos de renome em multinacionais.

É por isso que muitos especialistas cravaram que a velocidade da ascensão dos profissionais costuma ser diretamente proporcional à qualidade da escola de negócios que lapidará suas competências. Essa escolha, portanto, deve ser feita com atenção, uma vez que é absolutamente fundamental para desviá-lo da rota da estagnação profissional.

3. Invista em capacitação acadêmica constante

Já que entramos no campo da formação educacional, impossível não citar os outros benefícios que a qualificação acadêmica pode trazer no amadurecimento de sua posição profissional.

Fazer uma especialização é ação-chave para quem quer ter êxito no mercado, e por uma razão básica e muito clara: as universidades ainda não estão prontas para preparar os estudantes na superação dos desafios diários do mundo business.

Por melhor que seja a instituição que o condecorou com seu diploma de bacharel, há gaps (comuns na educação superior nacional) que precisam ser preenchidos. Você diria que, em seu curso, foi devidamente treinado para liderar, falar em público, inovar e tomar decisões rápidas de alto impacto? Provavelmente não.

Uma especialização em Gestão, focada na formação de executivos de alta performance, por exemplo, trabalhará (misturando teoria e prática) com o desenvolvimento de habilidades técnicas em Finanças, Marketing, Negócios, Pessoas e Projeto, além de simular cenários para dar ao profissional uma visão sistêmica sobre o mundo dos negócios.

Se você não teve oportunidade de estudar no exterior, há, inclusive, algumas instituições que oferecem a chance de fazer um módulo internacional (focado em inovação e empreendedorismo).

Essa base sólida explica muito do resultado de uma recente pesquisa feita pela Catho, que revelou que os profissionais (ocupantes de cargos de gestão) com pós ou MBA podem ganhar até 90% a mais do que um outro apenas com a graduação.

4. Busque o apoio de um coach

Uma alternativa para evitar a estagnação profissional e alavancar sua carreira é buscar o auxílio de um coach. Muito demandado em casos de transição de carreira, iminência de obtenção de um cargo de liderança ou proximidade de assunção de um grande projeto, o mercado de coaching cresceu 65% entre 2013 e 2016.

O coach é um profissional com expertise no mundo dos negócios, que orienta de forma personalizada seus clientes para o alcance de seus objetivos estratégicos de carreira.

Trabalha com aspectos comportamentais, psíquicos e técnicos, aperfeiçoando as competências do profissional para que ele atue em alta performance no mercado. Ao lado da qualificação permanente, os serviços de coaching são essenciais para dar direcionamento a quem se sente imerso na estagnação profissional.

5. Sugira aos seus superiores a concessão de um período de job rotation

Job rotation (traduzido em português por “rotação de cargos”) é uma estratégia mais frequentemente adotada nos programas de trainee, cujo objetivo é o de fazer com que o aprendiz passe por diversos setores da corporação, no intuito de adquirir uma visão global do business envolvido.

Essa prática ajuda o profissional a conhecer todos os processos, atividades e especificidades de cada área, além de mostrar como cada unidade se interliga na organização, formando um organismo vivo de ações que dão vida à empresa no mercado.

Além de lhe tirar da zona de conforto, esse período será extremamente útil para lhe dar insights de atuação, formar networking interno, criar empatia por outras áreas e desenvolver suas capacidades como gestor. Em resumo, um excelente antídoto contra o marasmo na carreira.

Gostou das dicas? Quer se aprofundar ainda mais no assunto? Então baixe nosso e-book “Mercado de trabalho: Saiba o que ele procura e impulsione sua carreira” e fuja definitivamente da estagnação profissional!

Profissões em falta: como se qualificar para preencher essas vagas?

A escassez de mão de obra qualificada é um dos grandes problemas enfrentados no Brasil. Essa deficiência gera uma série de áreas com falta de profissionais e, portanto, um esvaziamento no quadro de funcionários de alguns setores de empresas brasileiras.

Fatores como falta de capacitação ou profissionais sem uma boa formação são alguns dos principais motivos que levam as empresas a terem dificuldade para preencher seus postos de trabalho.

Mesmo assim, com muita leitura e entendimento do mercado, essa escassez pode significar boas oportunidades para quem busca uma recolocação profissional ou um aprofundamento em sua área de atuação.

Acompanhe este artigo e veja por que escolher profissões com carência de talentos pode trazer ótimas vantagens para você.

Por que se qualificar para profissões em falta de profissionais?

Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que a qualificação profissional é importante e necessária para todos, seja para quem está iniciando no mercado de trabalho, quem quer mudar de área ou, ainda, quem busca melhorar o currículo. Um profissional atualizado e capacitado consegue garantir seu espaço no mercado e aumentar suas chances de sucesso na carreira.

Quando falamos nos casos de profissões em falta de profissionais, a necessidade de qualificação se torna ainda mais evidente. Um dos principais motivos da carência de talentos é, justamente, a falta de qualificação.

Sem formação adequada e com baixo desenvolvimento das competências necessárias, certas vagas não são preenchidas por faltarem profissionais preparados e com o perfil exigido.

Diante desse contexto, qualificar-se nessas áreas pode trazer grandes vantagens para sua carreira. A primeira delas é que você terá mais e melhores oportunidades de vagas de emprego, já que terá um forte diferencial. Isso permite que você consiga uma recolocação mais facilmente, além de garantir seu lugar no mercado.

Somado a isso, existe a vantagem de que essas vagas não contam com grande concorrência, já que faltam bons profissionais capazes de preenchê-las. Com a devida qualificação, você consegue atender os requisitos do trabalho, as exigências das empresas e as demandas do mercado. Com isso, você já está passos à frente dos demais profissionais, uma vez que mostra preparo e conhecimento para atuar na função.

Como as empresas carecem de talentos para compor seus quadros de funcionários, você terá melhores condições de trabalho e melhores salários. Isso acontece porque um profissional raro, que consiga se encaixar nas exigências da vaga, será mais valorizado ao exercer a função com competência e qualidade.

Você já sabe que a qualificação profissional é fator crucial nesse processo, mas qual a melhor forma de se qualificar? A seguir, separamos algumas dicas para você se tornar o profissional ideal para essas profissões. Veja!

Como se qualificar para essas vagas?

Identifique as profissões em falta

O primeiro passo é saber quais são as profissões que realmente estão em falta de profissionais capacitados. A escassez está presente desde áreas de produção ou de chão de fábrica (como operários e técnicos) até funções menos operacionais e mais estratégicas.

Além disso, os setores com dificuldade de encontrar talentos são os mais variados, como engenharia, tecnologia da informação e saúde. No setor administrativo, por sua vez, as principais áreas em falta de bons profissionais são a de finanças e a de recursos humanos.

Por um lado, a demanda no setor de RH tem aumentado devido à necessidade de reestruturação das empresas com as mudanças econômicas no País; e, por outro, a área de finanças tem exigido profissionais cada vez mais capacitados para atuar com competência em meio à complexa economia brasileira.

Escolha a profissão de acordo com o seu perfil

Não basta escolher qualquer uma dentre as profissões em falta no mercado só porque isso aparenta ser uma boa oportunidade. Adentrar-se em um novo setor ou se aprofundar na sua área de atuação requer planejamento e propósito.

Para definir um plano de ação bem estruturado para a sua carreira, a profissão escolhida deve estar de acordo não apenas com as possibilidades de mercado, mas também com seus objetivos profissionais e com o seu potencial para exercê-la.

Por isso, além de identificar as profissões mais carentes de bons profissionais, é importante que você escolha a que mais combina com você. Para tanto, é preciso conhecer tanto o seu perfil quanto a profissão.

De um lado, avalie as suas habilidades, saiba por que deseja ingressar em determinada área e certifique-se de que você tem paixão pela profissão. De outro lado, conheça bem a profissão, procure saber quais competências você deve ter, quais habilidades precisa desenvolver e o que está faltando no seu currículo para exercer a profissão com maestria.

Procure cursos e especializações na área

Uma das principais formas de obter maior qualificação profissional é a educação continuada. A boa formação é requisito essencial no currículo de qualquer profissional e, nesse sentido, cursos e especializações são alguns dos fatores mais valorizados pelas empresas e pelo mercado.

Por isso, a dica aqui é investir fortemente em conhecimento. Busque cursos, aperfeiçoamento e atualização na área. Procure uma formação de qualidade e que possa ajudar na sua preparação profissional para a área escolhida.

Para isso, existem pós-graduações, especializações ou MBAs. Alguns cursos oferecem, inclusive, intercâmbio profissional, o que pode ser de grande enriquecimento para o seu currículo e formação. Cursos de informática e de idiomas, como inglês, espanhol e mandarim, também são fortes diferenciais, sobretudo no mundo empresarial.

Faça contato com outros profissionais da área

Outra dica importante é conhecer profissionais da área. Fazer networking contribui para a troca de conhecimento e experiências, para se manter atualizado sobre as novidades e tendências da área e, ainda, para adquirir mais aprendizado sobre a profissão em questão. Além disso, por meio do contato com outras pessoas da área, as oportunidades de encontrar vagas de trabalho se tornam maiores.

Os cursos de pós-graduação, por exemplo, são uma ótima forma para ampliar sua rede de contato. Além deles, você também pode participar de eventos, workshops e palestras. Tudo isso ajuda não só no networking, mas também recheia o seu currículo, o que certamente será bem-visto pelas empresas que carecem de profissionais altamente qualificados.

Portanto, investir nas profissões em falta de mão de obra capacitada pode ser uma excelente oportunidade para quem deseja ganhar espaço no mercado, seja dando novos rumos na carreira ou se aprofundando, estrategicamente, no setor em que atua. Como você viu, para se tornar o talento ideal, a palavra-chave é qualificar-se.

Agora que você já sabe como se tornar um profissional qualificado para as profissões em falta no mercado, baixe o nosso e-book e saiba como escolher a melhor instituição para fazer uma especialização!