Empreendedorismo e gestão de negócios: entenda a importância da qualificação

Desde que o empreendedorismo ganhou notoriedade, as instituições de ensino passaram a incluir o tema em sua grade disciplinar. Nomes famosos, como o MIT, UC Berkeley e Harvard Business School, atraem estudantes do mundo inteiro que veem o empreendedorismo como uma opção lucrativa de carreira.

Por outro lado, a história de vida dos fundadores dessas empresas que largaram a universidade para fundar seus próprios negócios  criou uma ideia de que “não se ensina ninguém a empreender”. Ou seja, empreender seria algo nato, que não exigira uma educação formal. Mas será mesmo que não exige?

Características como persistência, pensamento rápido e inteligência emocional, de fato, são difíceis de serem treinadas. Mas para quem não quer apenas encontrar oportunidades de novos negócios, mas também ter sucesso neles, o conhecimento na área é fundamental. Afinal, não saber como um determinado mecanismo funciona, pode ser um complicador na hora de operá-lo. E para quem quer dar o primeiro passo na criação de um novo negócio, o conhecimento prévio da área pode ser um fator decisivo para seu sucesso ou fracasso. Sendo assim, por onde começar?

No post de hoje, falaremos sobre os principais desafios encontrados na hora de empreender, de que modo o conhecimento na área pode ajudar a superá-los e quais os primeiros passos para chegar aos tão sonhados sucesso e destaque no mercado. Como bônus, mostraremos quais áreas e cursos abordam a temática do empreendedorismo e como escolher o mais adequado para você.

Ficou interessado? Então basta continuar a leitura!

Conheça os desafios de abrir o próprio negócio

Empreender não é uma tarefa fácil e disso provavelmente você já sabe. No entanto, conhecer os desafios dessa carreira é o primeiro passo para superá-los. Confira os principais deles:

Despertar o espírito empreendedor

As maiores empresas e startups do mundo nascem nos Estados Unidos, o que diz muito sobre cultura empreendedora e oportunidades que o país oferece. Lá é comum trabalhar o potencial empreendedor desde a infância — basta lembrar das cenas de filmes com crianças vendendo limonada na porta de casa — e não é raro encontrar profissionais que não seguem a área que estudaram na faculdade.

Já no Brasil, o tema “empreendedorismo” só ganhou destaque recentemente, geralmente associada a grandes empresários e seus negócios milionários ou à necessidade de ganhar dinheiro, motivada por uma demissão ou recessão no mercado, por exemplo.

Isso ajuda a explicar porque o assunto ainda está engatinhando em boa parte das universidades e porque é tão difícil para muitos profissionais despertar o seu próprio espírito empreendedor, sem enfrentar julgamentos ou questionar a si mesmo se essa é a decisão certa.

Encontrar as melhores oportunidades de negócios

Algo fundamental, e um desafio para muitos candidatos a empreendedores, é encontrar oportunidades, já que nem sempre o que é tendência no mercado hoje será garantia de sucesso no futuro.

O caminho para resolver esse problema é começar a buscar ineficiências de recursos e serviços do mercado atual e buscar maneiras de corrigi-las. Uma alternativa é investir em ideias que já estão em ação, adquirindo uma franquia.

O mais importante é pesquisar o mercado a fundo, avaliar se as propostas de negócios disponíveis são boas ou não e manter sempre um networking forte.

Lidar com a burocracia

Um dos grandes entraves para quem vai empreender no Brasil é ter que lidar com a burocracia. Para ter a permissão de abrir uma empresa é preciso recorrer à órgãos municipais, estaduais e federais e estar pronto para dispor de bastante tempo reunindo a documentação e demandas exigidas.

Além disso, o funcionamento de um negócio passa também pela legislação fiscal e tributária. E é preciso entender quais são as exigências feitas e pagamentos necessários, já que qualquer negligência pode levar ao fechamento da empresa.

Estabelecer uma rotina saudável

Em um trabalho normal, o profissional cumpre o seu horário de trabalho e as suas demandas diárias e pronto, está livre para voltar para casa. Mas a jornada do empreendedor é bem diferente.

Para ele não há horários fixos, vida pessoal e profissional estão quase sempre misturadas, sem falar na quantidade de demandas que precisa lidar: controlar o fluxo de caixa, negociar com fornecedores e parceiros, fechar contratos, prospectar e fidelizar clientes, criar estratégias de marketing, motivar colaboradores e assim por diante.

Apesar da liberdade de ser o próprio chefe, sem disciplina e organização ela se torna irrelevante e dá lugar ao desespero, ao estresse e ao cansaço. Por isso estabelecer uma rotina saudável ainda é um desafio para quem vai empreender.

Controlar as finanças

Além de não ter horários fixos, um empreendedor não possui um salário garantido no final do mês, o que torna o controle das finanças um desafio. E para os que ainda nem começaram a empreender sempre pairam no ar dúvidas, como: quanto custa abrir um negócio? De quanto dinheiro vou precisar até começar a ter lucros?

Essas respostas vão surgindo ao longo do desenvolvimento da empresa, mas fazer um plano de negócios completo é importante para evitar riscos. Descuidar das finanças pode trazer problemas graves e aumentar o risco de mortalidade da sua empresa.

Liderar pessoas

Pessoas são os maiores atrativos que um negócio que está começando pode ter. São elas que vão trabalhar com os recursos disponíveis, investir seu conhecimento em uma causa em que acreditam e divulgar o nome da marca que representam. Liderar essas pessoas pode ser um desafio para empreendedores, especialmente, aqueles que nunca trabalharam com gestão.

Outro problema é que para pequenas empresas os benefícios nem sempre serão um atrativo na contratação de bons profissionais. Nesse caso o líder precisa lutar com as armas que têm e investir em outras formas de reter seus talentos e mantê-los motivados.

Inovar

Inovar em um mercado repleto de competitividade é uma das principais dificuldades de quem quer empreender. Se pararmos para pensar, hoje já existem aplicativos, produtos e serviços para quase tudo. Então, como criar algo relevante e diferencial para o consumidor?

O mais importante é pensar que o mundo muda e com eles as necessidades humanas. Pensando nisso, o que faria a sua rotina e a sua vida como um todo ser melhor? Quais as falhas dos produtos e serviços de outras pessoas?

Antes de tentar pensar em ideias grandiosas, comece a observar esses aspectos e o mundo a sua volta. É do nosso dia a dia que nascem as grandes ideias!

Tornar a empresa conhecida

Tornar a empresa conhecida no mercado também é um desafio para empreendedores. E neste sentido, não dá para fugir da tecnologia. A maioria dos consumidores anda conectado e utiliza a internet não só como fonte de pesquisa sobre uma marca, mas também para fazer suas compras.

Para suprir as demandas que eles possuem nem sempre é preciso investir rios de dinheiro. Umas das estratégias mais utilizadas para a divulgação de negócios atualmente é o marketing de conteúdo — que visa educar o consumidor e só então prospectá-lo como cliente.

E esse recurso conta com um gasto muito menor do que propagandas em TV e revistas, por exemplo. Com um blog, algumas mídias sociais e um bom redator é possível criar uma estratégia campeã para divulgação da sua empresa.

Porque uma boa formação é importante

Depois de conhecer os desafios que o empreendedor brasileiro enfrenta, você ainda consegue se imaginar lidando com essas situações sem conhecimento técnico? Provavelmente não.

Um problema enfrentado por muitos profissionais que desejam mudar de carreira ou sonham em abrir o próprio negócio é desistir desse sonho por medo de falhar ou por não saber como começar.

Isto acontece porque a falta de conhecimento técnico inviabiliza que tais pessoas transformem ideias inovadoras em negócios concretos. Ou pior: ocasiona a perda de dinheiro e boas oportunidades para aqueles que ousam se arriscar a empreender.

Uma pesquisa da Endeavor sobre empreendedorismo nas universidades revelou que a falta de preparação é um dos principais empecilhos para o empreendedorismo, principalmente porque afeta a autoconfiança dos profissionais. De acordo com os dados coletados, pessoas que cursaram disciplinas ligadas à área se sentiam mais preparadas para dar o primeiro passo.

No Brasil, marcado pela competitividade e uma atual recessão econômica, 1/3 dos novos negócios fecham as portas antes dos dois anos. E uma das principais causas é a falta de um bom planejamento, algo que reforça a importância da preparação técnica.

Em uma formação com foco em empreendedorismo e gestão de negócios, por exemplo, o estudante vai aprender e trabalhar aspectos essenciais para empreender, como: estratégias de negócios, documentação e tributação, marketing e vendas, finanças, tendências de mercado, comunicação e gerenciamento de pessoas. Ou seja: tudo o que é necessário para transformar uma ideia em um negócio concreto e lucrativo.

Fatores complicadores e situações difíceis são inevitáveis para qualquer empresa, independentemente do seu tamanho, mas quando são bem administrados, eles se transformam em oportunidades e não na morte de um negócio. Para vencer crises o conhecimento é fundamental!

A formação ideal para um empreendedor

Alguns cursos possuem uma abordagem mais relevante para quem deseja empreender do que outros. Por exemplo: de acordo com a mesma pesquisa citada no tópico anterior, a parcela de universitários brasileiros que cursaram disciplinas ligadas ao empreendedorismo na faculdade de administração foi de 53,7%, contra apenas 21,9% em cursos como arquitetura — que traz diversas oportunidades para empreender e ainda assim trabalha pouco o tema.

No entanto, a capacidade de se tornar um bom empreendedor não precisa se restringir a essas formações. Muitos empresários possuem uma graduação bem diferente dessas áreas e também conseguiram alcançar o sucesso.

De maneira geral, o curso ideal precisa atender os objetivos pessoais do candidato a empreendedor, estar ligado à área em que ele pretende atuar e complementar o seu histórico profissional.

Para estudantes que ainda estão ingressando em uma graduação, geralmente mais jovens, é difícil ter uma ideia concreta do que fazer ou entender como realmente o mercado de trabalho funciona. Exigir que pessoas entre 17 ou 18 anos tenha uma visão definida sobre a carreira não é algo viável.

Mas para quem já possui uma graduação, o cenário muda. De maneira geral, com um certo tempo de atuação os profissionais ganham a determinação e a confiança para entender se estão na carreira certa ou não, algo que dificilmente acontece com quem ainda está começando.

Nesse caso, em que formação investir?

A maior parte dos estudantes entrevistados pela Endeavor que já possuem um negócio próprio fizeram ou estão fazendo uma especialização, MBA ou pós-graduação. Parte delas em gestão estratégica de negócios.

Isso acontece porque essas formações saem do campo generalista comum das graduações e passa a focar temas mais específicos e relevantes para empreender, além de serem mais flexíveis e possuírem uma duração menor — ideal para quem não tem tempo a perder.

No entanto, cabe ao empreendedor avaliar a sua posição, entender que conhecimento será mais válido para os projetos que ele tem em mente e canalizá-lo rumo ao sucesso.

O aspecto mais importante desses cursos é que eles falam a língua de quem quer (e precisa) empreender e têm um histórico de sucesso em preparar essas pessoas para encarar a realidade do mercado. Aprender a empreender não garantirá que a sua empresa ganhe milhões, mas vai te dar as ferramentas para chegar lá.

Saiba como se preparar para a gestão de negócios

Gerir um pequeno negócio não é uma tarefa tão fácil como muitos empresários acreditam. Não basta apenas ter uma ideia e dizer aos seus colaboradores o que fazer. É preciso organizar e sistematizar seu planejamento para que todas as pessoas participem dele sem falhas e sem perder a motivação.

Mesmo que uma empresa tenha menos de dez funcionários, cada um deles representa um mundo completamente diferente. Sem contar nos outros problemas referentes à administração que surgirão pelo caminho.

Por isso, antes de abrir um negócio é preciso se preparar para liderar. E gestão é algo que pode ser aprendido. Confira algumas dicas para ter sucesso nessa área se você quer começar a empreender:

Conheça seus números

O primeiro passo para uma boa gestão é conhecer seus números. Para ter a oportunidade de escalar e crescer você deve se ajustar à realidade do mercado e a sua realidade financeira.

Colocar o preço de um produto muito acima da concorrência, por exemplo, pode afastar clientes. Mas se ele estiver muito abaixo dos gastos investidos na sua criação e distribuição, o empreendedor não terá lucro.

Para que um negócio evolua é necessário pensar em tudo – absolutamente tudo – no que se refere aos custos: do preço de vendas aos gastos adicionais com marketing, e com o passar do tempo ir ajustando o seu fluxo de caixa às necessidades que venham a surgir.

Trabalhe com os melhores

Mesmo que um empreendedor comece o seu negócio sozinho, em algum momento ele precisará de ajuda. Isso acontece porque, para fazer um negócio crescer, não será mais possível continuar repetindo o que era feito no início: a demanda aumenta e com ela a quantidade de trabalho.

Delegar é uma habilidade que todo bom líder precisa ter, então já comece o seu negócio com essa premissa em mente e não esqueça de contratar os melhores.

Além de tornar o trabalho de gestão muito mais fácil, são essas pessoas que se tornarão embaixadoras da sua marca e vão garantir que o seu negócio continue funcionando quando você decidir tirar uma folga.

Tenha uma missão positiva

O consumidor está cada vez mais preocupado com a responsabilidade social das empresas. Com isso em mente, faça o planejamento do seu negócio focado na sustentabilidade, no respeito às causas sociais e em uma missão positiva.

Se você der o primeiro passo no mercado com um propósito atrativo, o seu crescimento será muito mais fácil e a empresa ganha respaldo.  Essa missão também envolve motivar e reconhecer colaboradores. Não adianta criar uma boa imagem no mercado, se porta a dentro os seus profissionais não são tratados com respeito ou são ouvidos.

Prepare-se para ser multitasking

Mesmo que você forme uma equipe forte e competente, comece a se preparar para dar conta de mais de uma atividade ao mesmo tempo. Todo empreendedor, e todo líder em si, precisa ter um perfil multitasking e estar pronto para trabalhar a qualquer hora, em qualquer lugar.

Faça networking

Qualquer empreendedor é beneficiado por indicações. Basta acompanhar o dia a dia nas redes sociais: as empresas estão investindo massivamente em influenciadores digitais e parcerias, mesmo as que já possuem respaldo no mercado. Para quem está começando, ter uma boa rede de contatos é um caminho promissor para ser visto.

Ter um networking também é uma chance de encontrar oportunidades: de negócios, de bons fornecedores, e assim por diante. Comece indo a eventos, feiras e congressos da sua área de atuação ou ligados a empreendedorismo em geral. Esses espaços reúnem pessoas que assim como você estão começando e também as que já chegaram lá!

Estude

Um dos principais desafios do gestor é se manter atualizado sobre o mercado e suas tendências. Por isso, mesmo que você já possua uma formação universitária ou já trabalhe com liderança, não deixe de buscar conhecimento na área.

A internet já oferece uma gama de cursos online, voltado para finanças, planejamento, vendas, marketing, e sobre liderança que podem te ajudar. Mas é sempre importante ir além. Uma especialização em empreendedorismo e gestão de negócios reúne tudo o que é necessário para gerenciar a sua empresa com sucesso.

No tópico a seguir você vai aprender como escolher as melhores especializações para os seus objetivos!

Entenda como escolher a melhor especialização em negócios

Tenha cuidado com o tipo de formação que você escolhe. Se o seu foco é abrir uma agência de marketing, por exemplo, ingressar em um curso voltado para startups de tecnologia pode ter uma abordagem que não te ajude. O melhor caminho é apostar em formações com um foco específico em como liderar o seu próprio negócio.

Além de um conhecimento direcionado para os seus objetivos, esses cursos unem estudantes de áreas bem distintas e com ideias de negócios diferentes, criando um ecossistema de troca de conhecimento. E é daí que nascem as oportunidades de criar algo inovador ou formar uma parceria.

Mesmo quem já fez uma graduação em uma área ligada a negócios não consegue aprender tudo o que essa área traz ou desenvolver uma visão sistêmica sobre todos os aspectos que afetam uma organização. É necessário ir além e aprofundar esse conhecimento.

Investir em uma especialização em gestão de negócios, especialmente em uma pós-graduação em gestão de negócios, dá ao futuro empreendedor a capacidade de gerenciar todos os aspectos de uma empresa — finanças, liderança, processos produtivos, divulgação e capital humano — mesmo com poucos recursos e pouca experiência, e também o ajuda a antecipar os problemas que empreender traz.

Para escolher a melhor opção para você é importante avaliar a grade curricular, a infraestrutura e o corpo docente das instituições que te interessam. Professores de especializações precisam ser gabaritados no mercado e ter uma bagagem profissional marcada por experiências em empreender que vão além da sala de aula.

Também é importante que o curso tenha uma amplitude de disciplinas que envolva diversas áreas de um negócio, como: elaboração de projetos, marketing, estratégias de vendas e gerenciamento de pessoas. Essa quantidade de conteúdo dá ao aluno uma bagagem única e a capacidade de entender e lidar com todos os aspectos do seu negócio e os problemas do mundo real.

Ter esse conhecimento em mãos é o diferencial para sair na frente da concorrência e vencer a tão temida crise, que tem afetado o negócio de tantos empresários brasileiros e abrir as portas do mercado.

Empreender é transformar sonhos em realidade. Se você não sabe ainda como começar, o melhor caminho pode estar na sala de aula! Investir em uma especialização é uma maneira de incrementar seu currículo e adquirir todo o potencial necessário para abrir o seu próprio negócio, mudar de carreira ou apenas se tornar um profissional melhor do que já é.

E se isso ainda não é o bastante para você, os impactos de um curso de gestão podem melhorar também a sua vida pessoal. Além da técnica para empreender, o estudante ganha autoconhecimento, confiança e a visão necessária para tirar seus sonhos do papel e assumir o controle da própria carreira.

E você, já considerou a possibilidade de fazer uma especialização em empreendedorismo e gestão de negócios? Gostou das nossas dicas? Quer aprender mais sobre o tema? Então não deixe também de conferir o nosso ebook com os indicadores de desempenho mais importantes para o seu negócio!

Empreendedorismo digital: conheça mais sobre essa tendência

Há alguns anos — não muitos, aliás —, quem queria empreender precisava criar um produto físico, abrir uma loja, prestar um serviço diretamente ao cliente. Mas a evolução da tecnologia abriu as portas para novas e excitantes oportunidades, incluindo esta tendência que vem sendo chamada de empreendedorismo digital.

Com barreiras de entrada menores e alta escalabilidade do modelo de negócios, essa pode ser a alternativa ideal para quem quer revolucionar o mercado e alcançar o sucesso profissional. Então, vamos saber mais sobre o assunto? Continue lendo:

O que é Empreendedorismo Digital

O empreendedorismo digital nada mais é do que uma forma de empreender que é totalmente baseada na venda de um produto ou serviço digital, e não físico. Em outras palavras, o que você negocia é, basicamente, informação.

Existem diversos tipos de negócios que se enquadram nessa categoria do Empreendedorismo Digital. Por exemplo:

  • oferecimento de uma plataforma de software, geralmente utilizando cloud computing;
  • desenvolvimento de um aplicativo;
  • criação de programa de coaching online;
  • venda de um curso online sobre determinado tópico;
  • venda de um e-book.

E esses são apenas alguns exemplos, pois novas formas de Empreendedorismo Digital surgem o tempo todo! Vale a pena, então, vermos quais são os fatores que estão impulsionando essa tendência.

Por que o Empreendedorismo Digital virou tendência

Nós já falamos um pouco sobre isso no começo do artigo. Agora, vamos cavar mais a fundo:

Menos barreiras de entrada

Um dos motivos pelos quais as pessoas, geralmente, têm medo de empreender é o fato de que negócios tradicionais exigem um alto investimento logo no começo, e não há nenhuma garantia de que você conseguirá recuperar esse investimento mais tarde.

Contudo, no caso do Empreendedorismo Digital, essa dificuldade pode não existir, pois você não tem que investir muito para começar.

Na maioria dos casos, não existe a necessidade de comprar equipamentos ou alugar um local para o seu negócio. Aliás, muitos empreendedores digitais começam a trabalhar simplesmente com um computador, na sua própria casa.

E, além do dinheiro, essa modalidade ainda elimina várias outras barreiras de entrada típicas. Aqui vão algumas dessas coisas que você não precisa para entrar no Empreendedorismo Digital:

  • patentes;
  • funcionários;
  • dedicação em tempo integral;
  • estrutura hierárquica organizacional clássica.

Alta escalabilidade

Outro elemento por trás do sucesso do Empreendedorismo Digital é que ele é um modelo de negócio de alta escalabilidade.

Trocando em miúdos, isso quer dizer que você consegue ampliar o seu negócio conforme a demanda aumenta, sem precisar fazer muitas mudanças. E isso é possível justamente porque o Empreendedorismo Digital não trabalha com produtos ou serviços físicos, mas com informação.

Se você faz um curso em videoaulas e vende para 100 clientes, por exemplo, você pode vender o mesmo curso para 1000 clientes ou para 10.000 clientes, sem precisar mudar muito na base da sua operação. Muito diferente de vender uma caneta para 100 ou para 10.000 clientes, o que exigiria mais capacidade produtiva, alterações logísticas, uma equipe de trabalho maior, e assim por diante.

Dito isso, agora você provavelmente está pensando no caso do e-commerce, que trabalha, efetivamente, com produtos físicos. Afinal, nesse caso, existe escalabilidade?

Bem, o que poucas pessoas sabem é que, mesmo que você considere o e-commerce como uma forma de Empreendedorismo Digital, o que está no centro do negócio, de fato não são os produtos vendidos, mas a plataforma em si.

Na verdade, a maioria dos grandes e-commerces se dedica quase 100% a esse aspecto do negócio, terceirizando todo o restante para outras empresas.

Perspectiva de equilíbrio entre vida profissional e pessoal

Enfim, temos dois aspectos intrínsecos ao Empreendedorismo Digital que fazem com que, objetivamente, ele seja uma escolha interessante. Mas é só isso? É claro que não! Há também o aspecto subjetivo, que também é muito forte.

Comparado a outras formas de “abrir o seu próprio negócio”, o Empreendedorismo Digital garante alta flexibilidade, o que está bem alinhado à visão de sucesso dos jovens profissionais.

Gerações mais novas buscam, acima de tudo, um equilíbrio positivo entre a vida profissional e a pessoal. E, quando você trabalha com um negócio que é majoritariamente conduzido virtualmente, esse equilíbrio se torna possível.

Como tornar-se um Empreendedor Digital

Já que o Empreendedorismo Digital tem suas vantagens, você deve querer saber como fazer parte desse movimento, certo? E é aí que está o verdadeiro segredo: essencialmente, a única diferença entre um negócio digital e outro tradicional está no nível das operações.

No nível da gestão, você ainda precisa dos mesmos conhecimentos sólidos que são necessários para gerir uma organização como a Saint Goban, ou a Eaton, ou a Coca-Cola. Resumindo, um negócio digital precisa de:

  • Gestão de Marketing;
  • Gestão de Finanças;
  • Gestão de Recursos Humanos;
  • Gestão de Projetos.

Portanto, não basta apenas uma ideia inovadora para ter sucesso no Empreendedorismo Digital. É preciso estar capacitado para conduzir essa ideia como um negócio de verdade especialmente, porque você terá que enfrentar uma séria concorrência, tanto das empresas tradicionais quanto dos outros empreendedores digitais.

Pense, por exemplo, na Uber, que tem a competição de outros apps de transporte e, ao mesmo tempo, dos taxistas e transportes públicos. Ele só alcança o sucesso porque, além de apresentar uma ideia inovadora, também conseguiu transformar essa ideia em uma empresa sólida, por meio de uma gestão inteligente.

Outro exemplo é o NuBank, que enfrenta a concorrência de ninguém menos do que as grandes instituições bancárias.

O que fez com que ele ganhasse tantos clientes não foi o app legal, mas o fato de que ele implementou uma gestão otimizada para obter resultados exatamente nos pontos em que os bancos, com seus métodos de gestão ultrapassados, não conseguem: reduzir burocracias e tornar o atendimento ao cliente mais amigável.

Enfim, fica então o melhor conselho a quem deseja fazer parte do Empreendedorismo Digital: busque qualificação.

Se, por um lado, você não vai precisar investir em máquinas, aluguel ou contratação de funcionários, por outro, você devia investir em si mesmo. Afinal, se a informação é a base desse tipo de negócio, você precisa buscá-la nas melhores fontes, não é?

Então, gostou do nosso artigo? Agora, se quer saber mais sobre qualificação profissional, não deixe de ler também sobre por que investir em uma pós-graduação em gestão de negócios!

Saiba como fazer um levantamento de necessidades de treinamento

Em outras palavras, fazer um levantamento de necessidades de treinamento significa descobrir quais tipos de aprendizado ou capacitação são necessários para garantir o desenvolvimento dos profissionais ou de uma organização.

Seja motivado por avanços tecnológicos que mudam práticas tradicionais, pela motivação e desempenho dos colaboradores ou pela busca por melhor desempenho e melhores resultados, uma equipe bem treinada é essencial para as empresas nos dias atuais.

Quer saber mais sobre levantamento de necessidades de treinamento? No post a seguir, vamos explicar o que significa essa estratégia de gestão e como implementá-la na sua empresa. Continue lendo!

A importância do levantamento de necessidades de treinamento

O principal objetivo dos treinamentos organizacionais é promover o desenvolvimento de profissionais para que eles atinjam níveis cada vez mais altos de desempenho. O problema é que nem sempre esse desenvolvimento está ligado à capacitação técnica, como muitos líderes acreditam.

Por exemplo: muitos profissionais apresentam baixo rendimento porque não conseguem trabalhar bem em equipe, enquanto outros precisam encontrar mais motivação com o trabalho e assim por diante.

Nem sempre a gestão consegue identificar, sem ajuda, quais treinamentos serão mais relevantes para o que uma organização precisa. Os diretores podem não saber onde estão as lacunas e muito menos como preenchê-las. É por esse motivo que o levantamento de necessidades de treinamento é tão importante.

Essa estratégia tem como objetivo identificar, dentro da empresa, não apenas quais setores ou equipes precisam de uma mudança de comportamento ou habilidades, mas quais as melhores capacitações para realizá-las.

Por isso, fugir do mundo das suposições e investigar as necessidades da sua equipe é fundamental. Caso contrário, você estará dando um tiro no escuro, jogando dinheiro e tempo fora com treinamentos que não terão impacto positivo para a sua empresa e profissionais.

Vantagens dessa estratégia

Melhorar o trabalho de gestão

Informação é a base para o sucesso de qualquer trabalho de gestão. Ter o conhecimento sobre o que acontece no seu ambiente de trabalho e sobre as pessoas que nele atuam é o primeiro passo para estabelecer estratégias e escolher as ferramentas necessárias para lidar com a equipe, buscando os objetivos propostos.

Fazer um levantamento sobre as necessidades da empresa não é interessante apenas para implementar treinamentos, mas para captar informações, identificar questões mal resolvidas e melhorar o relacionamento interpessoal com a equipe como um todo.

Engajar colaboradores

Além de trazer uma visão mais clara sobre o que está acontecendo na empresa e facilitar o trabalho dos gestores, realizar o levantamento das necessidades de treinamento é uma maneira de engajar colaboradores.

Uma das etapas de aplicação dessa estratégia (que você vai entender melhor no próximo tópico deste artigo) envolve conversar diretamente com os profissionais, questionar quais são as suas dores e o que poderia melhorar o seu trabalho — e, claro, a sua satisfação pessoal.

E essa é uma maneira de incentivá-los a se comunicar melhor com a liderança, mas também a avaliar o seu próprio ambiente de trabalho — e desempenho —, buscando alternativas para desenvolvê-lo. Somente essa autoavaliação já é um desafio, pois muitos profissionais se estagnam e sequer pensam sobre o assunto.

Acelerar o crescimento da empresa

Avaliar a necessidade de treinamento é também uma maneira de acelerar o crescimento da empresa. Como esse levantamento consegue identificar diretamente quais são as maiores lacunas, não há uma perda de tempo e recursos com capacitações sem importância, e sim um investimento massivo naquilo que possibilitará o seu avanço mais rapidamente.

Para colocar o levantamento em prática

Converse com a equipe

Manter os canais de comunicação abertos com os colaboradores é a maneira mais simples — e talvez a mais eficaz — de se fazer o levantamento de necessidades de treinamento. Cada profissional sabe onde estão as lacunas que dificultam o seu trabalho e qual o tipo de treinamento de que precisam.

Muitas empresas negligenciam essa conversa com a equipe e investem na capacitação errada. Por exemplo: baixa produtividade nem sempre é sinal de falta de conhecimento. Ela pode indicar falta de propósitos com a carreira ou com a própria empresa, carências que podem ser resolvidas com treinamentos motivacionais.

Faça avaliações de desempenho

As avaliações de desempenho são as maneiras mais utilizadas pelos gestores para fazer o levantamento de necessidades de treinamento. E não é à toa: essa prática é uma das mais eficazes para avaliar o desempenho de um colaborador — do ponto de vista dos colegas de trabalho, dos líderes e dele mesmo.

Alguns métodos utilizados para fazer essas avaliações são os questionários individuais (com questões objetivas ou subjetivas), a autoavaliação, a avaliação de liderança e de equipe e a 360 graus. Essa última permite que todos, independentemente de sua posição hierárquica na empresa, sejam capazes de avaliar e serem avaliados.

Faça avaliações técnicas

Além das avaliações de desempenho, as técnicas também podem dar um panorama para o gestor sobre os conhecimentos que andam em falta no seu time de colaboradores.

Por isso, invista periodicamente em exames mais técnicos para mensurar como andam as habilidades dos seus colaboradores nas atividades-chave da empresa.

Medir conhecimento não significa subestimar seus profissionais. Tenha em mente que, mesmo com uma boa formação, ninguém sabe ou está atualizado sobre tudo. Investir em treinamentos é uma maneira de ajudá-los a chegar à excelência, mesmo que já sejam bons no que fazem.

Estimule a cultura dos relatórios

Diferentemente do que se pensa, relatórios não significam um excesso de burocracia, mas oportunidades de saber o que acontece no dia a dia da empresa como um todo, em todos os setores, transformando esses acontecimentos em oportunidades para o futuro.

Situações como reclamações constantes de clientes, atrasos nos prazos de entrega ou alto índice de turnover em um determinado setor são indicativos óbvios da necessidade de mudança. No entanto, até chegaram a esse nível, as circunstâncias são motivadas por outras situações aparentemente simples, mas que vão se acumulando.

Para evitá-las, mantenha tudo documentado. Observando esses relatórios, você poderá identificar onde há necessidade de treinamento rápido e o que pode sair do controle no futuro.

Invista em uma consultoria

É inevitável: muitos líderes não conseguem diagnosticar com facilidades os gaps que atrapalham o crescimento da empresa. Nesse caso, não adianta se desesperar ou apenas “deixar a vida levar” e não investir em treinamentos.

O caminho mais indicado é contratar uma consultoria especializada no assunto e pedir ajuda do RH. Juntos, eles podem formar uma parceria valiosa para diagnosticar o que precisa de aprimoramento e quais são as mudanças mais urgentes.

Observe

Por fim, não deixe de observar o dia a dia na sua empresa. Avalie onde estão as maiores reclamações ou atrasos e, principalmente, conheça cada um dos seus profissionais e em que eles se destacam ou precisam de ajuda.

No final, cabe à gestão avaliar quais habilidades serão mais importantes para os resultados que a empresa busca e ajudar a sua equipe a alcançá-los. Esse é objetivo dos treinamentos e o seu aspecto mais positivo.

E você, já fez um levantamento de necessidades de treinamento na sua empresa? Quer entender um pouco mais sobre esse e outros temas que podem melhorar a sua gestão? Então não deixe de assinar a nossa newsletter para receber as atualizações do blog em primeira mão!

Wearable technology: o que é e como se aplica ao mundo dos negócios

Tecnologia. Ela está disseminada em todos os aspectos da nossa vida — inclusive, ao que parece, nas nossas roupas e acessórios. Essa é a nova tendência: wearable technology. Ela ainda não é tão divulgada, mas já é uma realidade e promete trazer impactos até mesmo ao mundo dos negócios. Quer saber mais? Então, acompanhe o post de hoje.

O que é wearable technology?

Uma tradução simples desse termo seria “tecnologia vestível” ou “tecnologia de vestir”. Os exemplos mais comuns são óculos, relógios e sapatos. Esses itens à la James Bond integram moda e funcionalidade e são capazes de gerar, armazenar e transmitir informação.

Pode parecer algo surreal, mas não é. Empresas como Google, Apple, Samsung e Nike já estão investindo pesado em desenvolvimento. Enquanto alguns produtos estão dando bastante trabalho para sair do papel (é o caso do Google Glass), outros já estão razoavelmente acessíveis no mercado.

Estabelecemos, portanto, que as wearable technologies são uma realidade e apresentam potencial comercial. A única questão, portanto, é quando elas realmente vão se popularizar entre os usuários.

Uma dica: não deve demorar muito. Portanto, se você quer continuar acompanhando a evolução do ambiente corporativo, é melhor saber como essas tecnologias funcionam e descobrir formas de inovar com ela.

Por que virou tendência?

Se as wearable technologies estão se tornando uma tendência, não é sem razão. Elas são o degrau mais recente em uma escada evolutiva que você, certamente, conhece muito bem. Pense nas transições pelas quais já passamos:

  • dos primeiros computadores, que ocupavam salas inteiras, ao computador pessoal — o PC.

  • do PC ao notebook ou laptop, um computador que busca se assemelhar a um caderno e pode ser levado para diferentes lugares.

  • do notebook ao smartphone, basicamente um computador de bolso, que permite estar conectado a qualquer momento, em qualquer lugar.

Nada faz mais sentido do que incorporar a essa lista uma nova alternativa que permite levar a tecnologia, literalmente, no seu próprio corpo.

Como se aplica no mundo dos negócios?

Você com certeza consegue imaginar como uma wearable technology pode mudar sua vida pessoal. Mas e o mundo dos negócios? A forma como as pessoas trabalham também será impactada por essa nova forma de tecnologia. Aqui vão alguns exemplos.

Atendimento aos clientes

Com um óculos capaz de projetar informações nas lentes, será possível atender os clientes sem nem mesmo desviar o rosto. Enquanto você está mantendo uma negociação, as informações sobre pedidos anteriores, ocorrências, histórico de pagamentos e outras estão aparecendo bem na frente dos seus olhos.

Gestão de equipes de vendas em campo

Quando uma equipe de vendas sai para atender os clientes, fazendo visitas, é difícil gerenciá-la remotamente. Afinal, o vendedor precisa dedicar toda sua atenção ao cliente. Portanto, ele não fica conectado pelos meios tradicionais — computador ou smartphone.

Porém, se ele estiver usando, por exemplo, um sapato contendo um dispositivo de GPS, o gestor poderá sempre saber onde cada membro de sua equipe está a qualquer momento do dia. Dessa forma, evita-se situações em que a equipe de vendas aproveita oportunidades longe do escritório para ficar ociosa.

E não se trata apenas de controle, mas também de segurança. Com esse recurso, é possível localizar e ajudar um colaborador que esteja perdido ou em situação de perigo.

Controle de agenda

Os smartwatches, isto é, relógios inteligentes, podem enviar notificações sobre suas próximas atividades, de acordo com a sua agenda online, permitindo que você esteja sempre no controle dos seus horários e compromissos.

Ele é tão discreto quanto um alarme de relógio comum, porém, muito mais completo e eficiente. E traz um outro benefício agregado: o fim do hábito de levar o telefone para a sala de reunião.

Coleta de dados da produção

Hoje em dia, a coleta de dados sobre a produção ainda é, em muitas fábricas, realizada pela conversa entre o gestor e os operadores das máquinas. Basicamente, o gestor transita pela fábrica coletando essas informações e, depois, retorna ao seu escritório para formalizar tudo em um relatório.

Agora, imagine as possibilidades com a wearable technology. Acessórios poderão trocar informações diretamente com as máquinas da fábrica, por meio de microchips e redes de dados sem fio, enquanto o gestor transita pelo local. Quando ele retorna ao seu escritório, basta descarregar os dados no computador e pronto: lá está o relatório.

Experiência de compra no varejo

Existem muitas oportunidades para explorar as wearable technologies aprimorando a experiência de compra dos clientes no varejo.

Por exemplo, que tal permitir que todas as informações sobre cada produto — preço, formas de pagamento, garantias — sejam exibidas na lente dos óculos, enquanto o cliente caminha pela loja? Ou, então, enviar uma notificação diretamente para o relógio do cliente quando ele estiver passando perto de uma promoção que pode ser do seu interesse, considerando seu perfil de compras anteriores?

Marketing imersivo

Para os gestores de marketing, wearable technology representa a possibilidade de desenvolver projetos completamente novos. O motivo é que, por meio dela, fica muito mais fácil incorporar Realidade Aumentada e Realidade Virtual às práticas de marketing.

Você já ouviu esses dois termos? Eles se referem à possibilidade de recriar a maneira como as pessoas percebem a realidade à sua volta. O exemplo mais conhecido é o popular jogo Pokémon Go, em que o usuário pode usar o celular para caçar monstrinhos pela rua, como se eles realmente estivessem ali.

Com essa novidade, as empresas poderão criar campanhas em que o cliente tem uma experiência imersiva realista. E, o melhor de tudo: sem que seja necessário andar com o smartphone na mão por aí (o que, vamos combinar, estraga um pouco a brincadeira).

Wearable technology ainda é um campo recente, onde há muito a ser explorado. Isso permite que sejam dadas asas à imaginação, levantando as possibilidades mais criativas e inovadoras para aplicar essa tecnologia ao mundo dos negócios.

Agora, que tal ver alguns usos bem mais realistas da tecnologia dentro do ambiente corporativo? Confira nosso post sobre 5 aplicativos de gestão de projetos que todo profissional deve usar!

6 métricas de gestão importantes para os primeiros anos do negócio

Como é o processo de tomada de decisões na sua empresa? Em quais indicadores você se baseia? Para quem está começando ou ainda está nos primeiros anos de um negócio o maior objetivo é se manter competitivo no mercado. E para que isso aconteça é preciso ter cuidado com cada decisão tomada e definir parâmetros de desempenho para cada ação, também conhecidos como métricas de gestão.

No post a seguir apresentaremos as 6 mais relevantes para empreendimentos que estão dando o pontapé inicial no mercado. Ficou curioso? Então continue a leitura e confira se elas já fazem parte do seu negócio!

1. Indicadores de produtividade

Ter uma equipe motivada e proativa é importante para qualquer negócio, mas para os que estão começando a produtividade se torna fundamental para fazer com que as coisas deem certo. Por isso ela deve sempre estar no topo da lista das métricas de gestão.

Mas como é possível medi-la?

Primeiro é necessário entender a abrangência da palavra “produtividade”. Diferente do que muitos gestores pensam ela não se mede por horas trabalhadas, e sim por um trabalho de alta qualidade.

Para mensurá-la o ideal é focar em tarefas e resultados e estabelecer metas possíveis, sempre baseadas no conhecimento e habilidades de cada profissional. Afinal, não adianta dar tarefas fora da expertise de um colaborador ou sobrecarregá-lo de demandas e exigir produtividade.

Dar feedbacks diários sobre esses resultados também é importante pois incentiva a equipe a se manter ativa e evita o retrabalho perto do prazo de entrega. Se ela conseguir cumprir pelo menos 75% das demandas do dia é um sinal de que as coisas vão bem!

2. Métricas de qualidade

As métricas de qualidade são definidas como dados reais referentes ao desenvolvimento de um projeto, na criação de um produto ou execução de um serviço. Elas são importantes para avaliar se um negócio está seguindo os padrões exigidos pelo mercado e pelos clientes.

Alguns exemplos dessas métricas são a segurança do processo produtivo, o índice de falhas, a resposta do público em relação aos produtos e serviços e a própria produtividade da equipe. Quanto melhor estiver a qualidade desses aspectos, melhor será o seu retorno. Ou seja, a sua lucratividade.

3. Número de prospects

Prospects são pessoas que entraram em contato com a sua empresa ou respondem ações de marketing e estão perto de se tornarem clientes. Ou seja: estão em fase de prospecção. Quanto o maior o número de prospects de um negócio, especialmente dos que estão começando, maior é a chance de fechar vendas.

Essa métrica é importante para gestão pois ajuda a definir o perfil do público-alvo da sua empresa, as estratégias para atraí-lo que têm dado certo (ou não) e os esforços da equipe que têm gerado mais resultados para transformar esses prospects em clientes. Tudo isso ajuda a criar um panorama das melhorias necessárias para o seu negócio e o que pode dar certo no futuro.

4. Satisfação do cliente

Medir a satisfação do cliente é uma das métricas de gestão mais importantes para qualquer negócio, independente do porte e área de atuação. Clientes satisfeitos, além de influenciarem diretamente no sucesso de vendas e adesão de um serviço, são indicadores de desempenho da empresa como um todo.

Uma marca que fideliza o seu cliente não oferece apenas um produto com bom custo-benefício, mas também um atendimento de qualidade, agilidade na resolução de problemas e, principalmente, confiança. Medir essa satisfação é possível por meio de pesquisas e índice de retornos, por exemplo. O importante é tê-la sempre como prioridade.

5. Sucesso em vendas

Quem trabalha com vendas precisa saber qual é o índice de conversão durante as negociações realizadas pela empresa. O marketing trouxe um conceito que pode auxiliar nessa medição e ajudar a entender melhor o consumidor: o funil de vendas. Ele é baseado em quatro etapas:

  • aprendizado: o consumidor entende qual é o seu problema ou oportunidade de negócio que procura;

  • reconhecimento: em seguida ele começa a pesquisar quais são os melhores produtos e serviços para suprir essas necessidades;

  • consideração: nessa etapa ele parte para a avaliação das melhores alternativas e reflete se fechará o negócio com a sua empresa ou não;

  • decisão: como o nome já sugere, aqui o comprador fecha negócio ou parte para outra.

Fazer a medição em cada etapa desse processo é uma forma de entender quais os maiores gargalos da sua empresa e onde ela perde o cliente.

Por exemplo: se eles desistem na etapa de aprendizado e reconhecimento, a sua empresa pode não estar aparecendo como deveria no mercado ou tem uma abordagem fraca. Já na etapa de consideração, o preço dos produtos e serviços pode estar fora da realidade ou a capacidade de entrega é ruim.

6. Índice de turnover

Para entender as questões internas que atrapalham o crescimento da empresa nada melhor do que avaliar o grau de turnover, ou seja: de rotatividade dos colaboradores.

Esse índice é normalmente medido com base no tempo médio de permanência de um profissional na empresa. Quando esse tempo é muito curto é porque algo anda errado: na liderança, na quantidade de trabalho, no clima organizacional ou nos benefícios oferecidos ao empregado.

E essa insatisfação se reflete no atendimento ao cliente, na produtividade, na qualidade de trabalho entregue, nos custos com novas contratações e na própria imagem da empresa no mercado. As marcas têm sido cada vez mais exigidas no que se trata de responsabilidade social com os seus colaboradores. Empresas com fama de más empregadoras afastam clientes e oportunidades.

Avaliar o nível de satisfação da sua equipe é uma importante métrica de gestão para avaliar os problemas internos que podem sair do controle no futuro, gerando capacidade de criar ações para solucioná-los o mais rápido o possível. Fique atento!

E você, quais métricas de gestão já utiliza na sua empresa? Quer aprender também quais são os indicadores de desempenho mais importantes para medir? Baixe o nosso e-book sobre o assunto!

Como se tornar um profissional de alta performance em 6 passos

Em momentos de crise, as organizações estão com os olhos fixos na formação de equipes multidisciplinares e eficientes, capazes de trazer ao ambiente empresarial a difícil consonância entre retorno satisfatório e alta performance.

Entende-se por alta performance o alcance de todo o seu potencial e trazer resultados acima da média. Trata-se de produzir e agir em um nível de excelência superior ao que as pessoas ao redor esperam de você.

Quer aprender como fazer para se transformar nesse profissional de alta performance que o mercado tanto exige? Então acompanhe agora os 6 passos para o alcance da excelência e mude a história da evolução de sua carreira!

1. Se autogerencie  

Ter iniciativa é uma virtude, mas é preciso ir além. Um profissional de alta performance é, sobretudo, um empreendedor em sua própria função. Com as constantes reestruturações e implementações de políticas de downsizing (reduções nos custos de pessoal), as empresas descentralizam, cada vez mais, suas decisões, o que exige dos profissionais, em todos os níveis da estrutura organizacional, capacidade para “pensar como CEO”.

Autogerenciamento está diretamente ligado à inovação e à coragem de solucionar as demandas da empresa, sem que isso gere ainda mais problemas às instâncias superiores da companhia. Trata-se de uma competência atualmente muito trabalhada em cursos de pós-graduação. 

2. Aprenda a liderar

Foco, resiliência, otimismo, capacidade para orientar equipes e supervisionar tarefas. Um profissional de alta performance tem tudo isso e, muito além, tem empatia, retórica e capacidade de persuasão em grau suficientemente elevado para conduzir times ao sucesso.

Por meio de diálogo, visão de futuro e conhecimento das potencialidades de cada profissional, um verdadeiro líder é capaz de enxergar os gaps de eficiência na organização, o “próximo passo do mercado” e as competências a serem trabalhadas em cada colaborador para que a organização navegue por mares tranquilos em direção ao sucesso.

Uma renomada Instituição de Ensino (IES) é capaz de lapidar as virtudes necessárias para que você se torne um líder de excelência, o que explica a frequente “coincidência” na relação entre grandes líderes e sua vasta formação acadêmica.

3. Conheça profundamente o que as ferramentas da TI podem trazer para a sua empresa

Em plena era dos negócios digitais, saber potencializar as ferramentas tecnológicas para revolucionar seu business é uma característica fundamental para o sucesso na carreira. Como as novidades em Internet das Coisas (IoT) podem automatizar processos em sua organização? Sua empresa já utiliza Big Data para mapear o comportamento do consumidor? E o que dizer das tecnologias em redes neurais, que podem ser usadas para estabelecer projeções, prever cenários e reduzir riscos?

4. Recorra à mentoria/coaching

A mentoria e o coaching, de algum modo, estão presentes em nossa sociedade desde a Grécia Antiga. O filósofo Sócrates, por meio de questionamentos e apresentação de aparentes contradições, estimulava seus discípulos a interpretarem desafios e a aprimorarem seus conhecimentos sobre o mundo ao redor. Era a dialética socrática.

Atualmente, o dinamismo do universo corporativo moderno, a necessidade de tomar decisões definitivas sem chance de erros e a pressão do mercado pelo amadurecimento imediato justificam a figura do mentor ou do coach em seu processo de desenvolvimento profissional.

Para quem não sabe muito bem a diferença, o coaching consiste no desenvolvimento das capacidades de cada profissional, processo conduzido pelo coach, um especialista credenciado nessa função, que realiza diversas sessões para impulsionar o participante a planejar, estabelecer metas, dirigir, inovar, tomar decisões e, com isso, alcançar resultados em nível de excelência.

Já a mentoria é um tipo de orientação em que um profissional mais experiente instrui jovens, geralmente da mesma área, sem fixação de prazos e em busca de seu crescimento na carreira. Ambos são processos de aperfeiçoamento imprescindíveis na formação de um profissional de alta performance.

5. Aprenda a delegar

Centralização não combina com o universo corporativo moderno. Na verdade, os grandes gestores buscam se concentrar no que fazem melhor, delegando atividades secundárias. É evidente que, se você aglutinar um oceano de tarefas em sua rotina, provavelmente os resultados serão desastrosos. Um profissional de alta performance é orientado a resultados e isso se atinge com foco em seu core business.

6. Aprimore sua qualificação profissional

Profissionais de excelência estão sempre em busca de melhoria contínua, o que os fazem uma fonte poderosa de inovação e alinhamento dos negócios da empresa ao futuro do segmento. Mas esse caráter visionário não se adquire sozinho. É preciso qualificação acadêmica e profissional. É preciso fazer uma especialização, que também deve ser de excelência.

Infelizmente, as universidades brasileiras ainda não preparam os jovens para o mundo real dos negócios. Oratória, inovação, gestão de custos, liderança e capacidade de solução de problemas, por exemplo, não costumam estar presentes (como deveriam) na grade curricular da maior parte das graduações do país. O resultado é a entrada de um universo de jovens profissionais que, embora talentosos, ainda precisam ser lapidados para os desafios do mundo corporativo.

Eis uma das grandes funções de um curso de especialização. Uma pós-graduação em gestão de negócios, por exemplo, trabalhará cenários reais e envolverá os alunos em situações rotineiras que simulem o ambiente empresarial desafiador. Vale a pena destacar que, além de atuar como facilitadora no processo de formação de altos executivos, diversas pesquisas comprovam que a pós-graduação pode, até mesmo, dobrar o salário dos profissionais.

Você já deve ter percebido que um profissional de alta performance congrega iniciativa, aprimoramento acadêmico, capacidade de gerir equipes e visão de negócios, certo? E entre todas as virtudes listadas acima, quais você tem? Já pensou em fazer uma pós-graduação para aprimorá-las? A mudança de sua trajetória se inicia com a qualificação. Vale a pena pensar sobre o assunto.

Caso sua intenção seja ser dono de seu próprio projeto, continue conosco, descobrindo agora como a especialização pode ajudar a abrir o próprio negócio! Sucesso e até a próxima!

Pesquisa de concorrência: entenda a importância e saiba como fazer

Quando você tem o sonho de empreender, uma regra importante para o sucesso é nunca se fechar em uma bolha. Em outras palavras, é preciso estar atento ao que acontece na economia e no seu segmento de mercado, às tendências de consumo, ao comportamento dos clientes e, claro, aos seus concorrentes.

Nesse sentido, a pesquisa de concorrência é uma ferramenta indispensável. No post de hoje, você vai entender melhor por que ela é tão importante e, também, descobrir o que é necessário para fazer um bom trabalho. Boa leitura!

O que é a pesquisa de concorrência

Basicamente, a pesquisa de concorrência é um levantamento detalhado sobre as empresas que competem direta e indiretamente com o seu negócio. Nele, são destacados pontos como:

  • produtos oferecidos;
  • preços e prazos para pagamento; 
  • práticas de atendimento ao cliente.

A pesquisa de concorrência sempre vai comparar esses pontos com a realidade da sua companhia. Dessa maneira, você poderá entender quais são os pontos fortes e fracos do seu negócio em relação aos outros do mesmo segmento. Um detalhe importante é que tal trabalho pode ser desenvolvido pessoalmente ou por uma equipe de consultoria contratada.

As duas alternativas são válidas, sendo que terceirizar a pesquisa de concorrência é uma forma de poupar tempo. Porém, quanto mais você estiver diretamente envolvido no processo, maior será seu entendimento dos resultados obtidos.

Por que essa ferramenta é importante

A pesquisa de concorrência permite que você identifique como sua empresa se posiciona frente às concorrentes. Isso é uma grande vantagem, pois favorece um planejamento estratégico focado em minimizar as fraquezas e consolidar as forças.

Se realizado de maneira consistente e, principalmente, se convertido em ações de melhoria, esse trabalho permitirá que você ganhe uma fatia maior de mercado. Tenha isso em mente, acima de tudo, se você tem planos de expandir o negócio no futuro.

Como fazer um bom trabalho

Existem vários métodos que você pode seguir para realizar uma pesquisa de concorrência. Vamos destacar alguns passos básicos para quem nunca desenvolveu essa prática antes. Porém, tenha em mente que você pode adaptá-los para a realidade do seu segmento e, principalmente, para as necessidades da empresa.

Identifique os concorrentes

Com certeza, essa é a primeira coisa a se fazer. Você provavelmente já sabe quais são os seus maiores concorrentes, mas, se não souber, a melhor fonte para essa informação é o seu cliente. Você pode fazer uma pesquisa para identificar aonde seus clientes vão quando não encontram o produto (ou preço, ou prazo de entrega) desejado na sua empresa.

Tenha em mente que pode haver muitos empreendimentos no seu segmento, mas nem todos serão seus concorrentes. Aqueles que não disputam consumidores com você podem ficar de fora desta pesquisa, pelo menos em um primeiro momento. Concentre-se nas empresas que representam um verdadeiro desafio ao crescimento do seu negócio.

Levante informações básicas

As primeiras informações sobre seus concorrentes podem ser levantadas de maneira indireta. Uma excelente solução é acessar o site e as redes sociais dessas marcas. Lá, você vai encontrar informações mais gerais sobre a história e os valores de cada uma delas. Embora esses dados possam parecer irrelevantes, não são.

A nova geração de consumidores não compra apenas com base no preço, mas principalmente devido a uma identificação com as premissas da marca. Portanto, saber o que seus concorrentes representam para os consumidores é uma informação crucial.

Além disso, você deve buscar um entendimento mais profundo sobre a concorrência (ou, do contrário, bastaria ter um catálogo de produtos de cada empresa que compete com a sua). Mas o que você realmente quer saber é como essas companhias conduzem seus negócios — uma pergunta que vai muito além das políticas de preço.

Isso tem a ver com filosofia e estratégia de negócios. Entenda esses pontos e você vai descobrir por que a empresa X ou Y está ganhando market share em cima do seu empreendimento.

Opte por uma abordagem direta

Na hora de entender melhor produtos, preços e prazos, a abordagem direta é a mais eficiente. Se você tiver um bom relacionamento com os gestores das empresas concorrentes (o que é comum em vários casos), entre em contato com eles para fazer uma reunião de inteligência de mercado.

Porém, se esse contato for “tabu” no seu segmento, uma sugestão é fazer a abordagem de maneira mais sutil, simulando que é um cliente comum em busca de informações. Não se preocupe com um conflito ético, pois essa é uma prática corriqueira, que não envolve prejudicar seu concorrente. 

Desenvolva a comparação

Depois de coletar os dados, é hora de compará-los com o perfil da sua própria companhia. Nesse momento, você deve ser brutalmente honesto, apontando tanto os pontos em que sua empresa está liderando a competição quanto aqueles em que ela está em desvantagem.

Lembre-se de que essa pesquisa de concorrência só tem utilidade se refletir a real situação — portanto, não adianta maquiar os resultados. Desenvolvendo uma comparação honesta, você conseguirá identificar os pontos que exigem melhorias.

E mais importante ainda: será possível priorizar aquelas questões que precisam de atenção com mais urgência. Em outras palavras, você terá nas mãos um mapa confiável e baseado em dados concretos para guiar suas ações de gestão, focando em resultados. 

Repita o procedimento

Com o tempo, o cenário da concorrência mudará — e a posição do seu negócio em relação aos demais, também. Empresas concorrentes podem fechar, novos entrantes podem surgir no segmento… E assim por diante.

Portanto, a pesquisa de concorrência, assim como a maioria das outras atividades desenvolvidas para melhorar o desempenho de uma empresa, não deve ser uma iniciativa pontual, mas sim uma prática contínua. Nossa sugestão é que você realize esse processo com uma periodicidade fixa (a cada um ou dois anos, por exemplo).

Neste post, você viu o que é pesquisa de concorrência, por que ela é importante e como desenvolvê-la em sua empresa. Bastante informação, não é mesmo? Então, que tal relaxar um pouco com um bom livro? Veja quais são as 5 obras que todo gestor deveria ler e escolha uma para começar agora mesmo!

Conheça os 9 tipos de inteligência e descubra qual é o seu

Liderar uma multinacional, criar uma teoria que muda a história da humanidade, compor canções capazes de emocionar qualquer um que as ouve… Você já parou para pensar porque algumas pessoas têm o poder de fazer essas coisas extraordinárias? A resposta para essa pergunta está em um conceito conhecido como “tipos de inteligência”.

Diferente do que muitos pensam, inteligência não é algo único, ou seja, uma característica que uma pessoa tem ou não: existem diversos tipos! Basta pensar no nosso dia a dia. Alguns têm dificuldade em matemática, mas sabem dançar como ninguém. Outros podem ser experts em cálculos, mas não conseguem manter uma pessoa entretida em uma conversa por mais de dois minutos.

Albert Einstein é um desses exemplos: mesmo sendo considerado um gênio, não era uma pessoa eloquente em público e mal podia falar até os quatro anos de idade.

Assim, o que realmente faz de alguém inteligente? Para responder a essa pergunta, vamos falar um pouco mais sobre os tipos de inteligência que cada indivíduo pode ter e como explorá-las para alavancar a sua carreira. Ficou curioso para descobrir em qual tipo se encaixa? Continue lendo!

1. Entenda o que é inteligência emocional

Um dos tipos de inteligência mais importantes para o mundo empresarial é a inteligência emocional. Daniel Goleman, o psicólogo estadunidense que ajudou a popularizar essa teoria, a define como a capacidade de reconhecer as suas emoções (e as dos outros!) e saber lidar com elas de maneira positiva.

Para o psicólogo, um dos fatores mais determinantes para desenvolver a inteligência de um indivíduo é o autoconhecimento. Pessoas que conhecem a si mesmas são capazes de sobreviver em qualquer ambiente, lidar com conflitos, resolver problemas e encontrar os melhores caminhos para prosperar.

Além de se autoconhecer, esse tipo de inteligência exige que as pessoas se autorregulem, sejam empáticas e coloquem em prática as suas habilidades sociais.

Mas o que isso significa na prática?

É simples. Ter inteligência emocional na rotina é dominar o impulso de brigar com colegas de trabalho por qualquer motivo, seja ele grave ou banal, é não deixar que situações adversas corriqueiras — como um engarrafamento ou uma conta a pagar, por exemplo — atrapalhem seu dia. É saber enfrentar os desafios sem perder a calma.

Além disso, ser emocionalmente inteligente não diz respeito apenas sobre lidar consigo mesmo: trata-se, também, da capacidade de se comunicar bem, ser empático com os problemas e emoções dos outros e respeitar as diferenças das pessoas com quem convive, dando espaço para que elas sejam o que são, e não quem você gostaria que fossem.

No ambiente corporativo, ter inteligência emocional para lidar com as situações que surgem, positivas ou não, influenciará diretamente na resolução de problemas, nos relacionamentos com liderança e outros colaboradores. Consequentemente, isso influirá na evolução da sua carreira e satisfação pessoal.

2. Saiba qual é a importância da inteligência emocional

É muito comum acreditar que um profissional de sucesso é determinado apenas pelo seu conhecimento técnico. Isso leva muitas pessoas a se capacitarem, investirem em especializações e treinamentos para buscarem o seu lugar ao sol. No entanto, mesmo assim podem não conseguir obter um bom desempenho, colocação melhor ou dar uma guinada na carreira.

Isso acontece porque a expertise também precisa vir acompanhada da inteligência emocional. Goleman acredita que o QI de uma pessoa determina apenas 20% do sucesso que ela terá em qualquer área da vida.

Um músico, por exemplo, mesmo que toque um instrumento com maestria, ainda assim precisa saber ouvir as notas com clareza, ter carisma para lidar com o público e humildade para saber a sua hora de entrar durante uma canção.

No mundo corporativo, esse exemplo serve para qualquer profissional. Mesmo que você tenha um conhecimento acima da média, dificilmente, vai criar uma estabilidade ou se adaptar em uma empresa se está sempre envolvido em conflitos e/ou não sabe lidar com as diferenças e ouvir orientações.

No fim, mesmo com um currículo recheado ou diversos diplomas, o profissional precisa ter a capacidade de agir com moderação diante das dificuldades, pensar com clareza e agir com cautela para equilibrar sua vida pessoal com o trabalho.

Porém, sem conhecer a si mesmo dificilmente ele será capaz de explorar melhor suas características positivas, vencer crises, lidar com prazos e demandas, além de enfrentar outros percalços do mercado.

Isso mostra porque muitas pessoas, mesmo com uma formação inferior à outras, se tornam líderes admirados e profissionais com uma performance marcada por resultados e crescimento para a empresa a qual prestam serviços.

Os emocionalmente inteligentes sabem, ainda, que situações negativas são inevitáveis, mas conseguem canalizá-las para tomar decisões com mais clareza. Outro ponto forte é que nunca culpam os demais pelos seus erros ou problemas. Pelo contrário, eles motivam os seus liderados ou colegas de trabalho a também vencerem.

Geralmente, essas pessoas reconhecem suas limitações, mas param de perder tempo se concentrando nelas e exploram aquilo que têm de bom. Ou seja: descobrem qual dos tipos de inteligência têm e extraem o melhor dela. A seguir falaremos um pouco mais sobre elas!

3. Conheça os outros 9 tipos de inteligência

Como já te mostramos na introdução deste post, a inteligência tem muitas caras. Em 1983, com o livro Estruturas da Mente, o psicólogo Howard Gardner, formado pela Universidade de Harvard, provou essa afirmação com a Teoria das Inteligências Múltiplas e colocou em xeque o famoso teste de Quociente de Inteligência (QI), amplamente usado para definir quem era inteligente ou não.

Essa teoria listou 9 tipos de inteligência, levando em conta a herança genética unida a fatores ambientais e sociais para explicar porque algumas pessoas se destacam em algumas áreas e outras não, porque algumas conseguem desenvolver um perfil de gestor e outras preferem se manter nos bastidores, e assim por diante.

É importante lembrar que uma pessoa pode trazer características de mais de uma desses tipos de inteligências, mas saber qual delas predomina na sua personalidade pode ajudá-lo a se tornar um profissional mais consciente das suas habilidades. Ficou curioso? Confira quais são elas e qual mais representa você:

3.1. Inteligência Linguística

Um dos tipos de inteligências mais promissoras nas empresas é a linguística. Ela pode ser observada naqueles profissionais comunicativos e sociáveis, que conseguem falar bem em público, expressar suas ideias com clareza e trabalhar bem nos projetos em equipe. Ou seja, aqueles que sabem fazer um bom uso da linguagem, tanto a oral quanto a escrita.

Na carreira, essas habilidades são essenciais para conseguir resultados positivos. Afinal, quase todas as atividades de uma empresa, ou até mesmo de um trabalho freelancer, exigem uma boa comunicação: com clientes, com colegas de trabalho, com a liderança e com o público.

E as vantagens não param por aí. A inteligência linguística também está associada à qualidade de escrita, à criatividade, à sociabilidade e à inovação — elementos que tornam qualquer profissional valioso para o mercado!

3.2. Inteligência Lógica

Diferente das pessoas com perfil linguístico, as com um tipo de inteligência lógica não têm a linguagem como aliada. Quer dizer, a linguagem que elas dominam é a lógico-matemática, a racional, focada na resolução rápida de problemas e criação de estratégias.

No mundo empresarial, esses são os profissionais que dominam os números, conseguem realizar tarefas complexas e apresentam um talento matemático único. Por isso, não é raro encontrá-los na área de tecnologia, na ciência ou na engenharia.

Seu perfil costuma ser mais introspectivo e racional, o que torna o trabalho em equipe algo complicado, mas essa não é uma regra. Também é possível encontrar pessoas com esse tipo de inteligência envolvidas em atividades sociais, mesmo que não seja algo tão comum.

O que mais se destaca nesses profissionais é o seu forte de senso de organização, visão estratégica e inteligência de mercado únicas. Isso os coloca no topo quando se trata de liderança!

3.3. Inteligência Espacial

Este tipo de inteligência pode não parecer tão relevante ou especial à primeira vista, mas possui um destaque especial no mercado de trabalho. Principalmente quando associada a outros tipos ou usada em áreas como: arquitetura, design, cartografia e engenharia.

Isso acontece porque pessoas com inteligência espacial têm facilidade em visualizar imagens tridimensionais e materializá-las em projetos criativos ou ideias que envolvem mudanças e construção de espaços.

Quando se fala em inteligência espacial, outra característica que se destaca é o senso de imaginação e a capacidade de enxergar soluções para problemas seguindo caminhos que ninguém mais segue. Essa capacidade criativa e inovadora torna essas pessoas valiosas para o mercado de trabalho, especialmente pela sua habilidade de sair do lugar-comum e perceber o espaço e contexto em que se inserem.

3.4. Inteligência Motora

Pessoas com inteligência motora, também chamada de inteligência corporal, têm um controle impressionante do próprio corpo. Elas conseguem orquestrar cada movimento que fazem e esse talento se reflete principalmente na dança e no esporte, por exemplo.

Dentro de um ambiente executivo, esse tipo de inteligência não tem tanta utilidade prática, mas ela pode trazer um desenvolvimento indireto para uma boa atuação.

Pessoas que trabalham bem com o corpo e buscam o seu desenvolvimento são capazes de aumentar a capacidade da sua mente com a prática de exercícios, costumam ser mais produtivas e realizam tarefas complexas em menos tempo, características essenciais para uma boa performance profissional.

Além disso, a inteligência motora dispõe de uma forte influência no controle emocional e também nas noções de espaço. Um dançarino, por exemplo, precisa saber como se movimentar dentro de um espaço e encontrar maneiras de aproveitá-lo com maestria, ter capacidade de ouvir o ritmo da música, disciplina para executar uma coreografia e inteligência emocional para lidar com os seus erros.

Se levarmos essas características para o mundo profissional teremos um colaborador proativo, que sabe até onde pode chegar, trabalha bem em equipe e transforma as suas falhas em mudanças positivas. E quem não quer esse perfil profissional na sua empresa?

3.5. Inteligência Musical

Este é um dos tipos mais raros de inteligência e envolve controle pessoal, paciência e vontade de aprender. E não só os músicos a detêm.

Mesmo sendo essencial para a criação de músicas e melodias, para o canto e para o uso de instrumentos, ela pode ser facilmente utilizada no dia a dia e na carreira, já que uma das principais qualidades de quem tem a inteligência musical é a sua capacidade de ouvir.

Pessoas com inteligência musical são aquelas com sentidos aguçados. Elas nunca perdem um prazo por negligência, sabem tudo aquilo que foi dito em uma reunião, apresentam boa memória em se tratando de livros lidos ou palestras assistidas.

Por isso, conseguem utilizar a criatividade para a inovação e são capazes de emocionar as pessoas com quem têm contato. Desse modo, esse tipo de inteligência está frequentemente associado a outros, como a linguística e a motora.

3.6. Inteligência Naturalista

A inteligência naturalista está ligada à compreensão da natureza e seus elementos, e foi incluída na lista de Gardner apenas na década de 90.

Extremamente aguçada em profissionais que trabalham com animais, oceanos, plantas, ecossistemas e geologia, ela nem sempre é levada em consideração nos artigos e textos que listam os tipos de inteligência importantes para quem trabalha em ambientes corporativos, o que é um erro, já que pode ser de extrema serventia, principalmente para os líderes.

Eles conseguem se sentir confortáveis perto da natureza, mas também são capazes de observar e se aprofundar naquilo que diz respeito às características humanas. Esse tipo de qualidade traz um tipo de sensibilidade aguçada, mais aflorada do que as outras inteligências já conhecidas e listadas neste post. 

3.7. Inteligência Existencial

Ter a capacidade de refletir sobre o seu lugar no mundo, sobre a existência humana e sobre si mesmo nem sempre é considerado um tipo de inteligência. Mas essa habilidade é sim algo que torna uma pessoa especial, principalmente porque está associada ao autoconhecimento — elemento mais marcante da inteligência emocional.

Saber o que o motiva, controlar os gatilhos de que afetam as suas emoções, entender as suas habilidades e a sua missão como pessoa é algo que poucas pessoas têm. Além de ser fundamental para se sobressair em um mundo marcado pelas mudanças e por acontecimentos nem sempre tão positivos.

No mercado de trabalho, profissionais que têm inteligência existencial conseguem lidar melhor com as situações e com as pessoas, além de desenvolver mais facilmente características como: a paciência, a resiliência e a produtividade.

Eles também têm a capacidade única de se gerenciar, fazer mudanças em si mesmos e entender se estão seguindo o caminho certo.

3.8. Inteligência Interpessoal

Você já parou para se perguntar como Mahatma Gandhi, Nelson Mandela e Platão conseguiram mudar o curso da história da humanidade com suas ideias? Provavelmente você deve ter dito: inspirando as pessoas ao seu redor. E está certo. Além da sua inteligência notável, a capacidade de influenciar e liderar pessoas tornou essas figuras tão especiais.  

Essa habilidade de motivar e inspirar está ligada à inteligência intrapessoal. Suas principais características são a eloquência, a altivez e o carisma, por isso pessoas que a possuem são líderes natos e admirados. Nas empresas, eles não precisam de muito esforço para se destacar, motivar liderados, transformar ideias em ações e conquistar resultados.

3.9. Inteligência Intrapessoal

Uma das inteligências mais buscadas pelas empresas é a interpessoal. Sua principal característica é a praticidade. Quem a tem não se abate em situações de crise, consegue “ler” bem as pessoas e sabe lidar com problemas como nenhum outro perfil dessa lista consegue.

Sua capacidade de encontrar oportunidades diante de crises é única, por isso são tão raros. Estima-se que apenas cerca de 2% da população tenha esse perfil.

Seu potencial de liderança também é notável, mas diferente dos líderes interpessoais, os intrapessoais são mais reservados e costumam comandar pessoas de uma maneira indireta, por meio de ideias e estratégias e não tanto de relacionamento.

Seu principal diferencial está na capacidade de usar a calma e o autoconhecimento para agir, sempre com uma astúcia e confiança, motivando a todos que estão ao seu redor.

4. Saiba como descobrir o seu tipo de inteligência

Depois de conhecer os 9 tipos de inteligência, você conseguiu se identificar facilmente com alguma delas? Não? Calma, reconhecer suas características e a sua forma de atuação, especialmente no mundo profissional, não é fácil.

Muitos testes estão disponíveis, inclusive online, para determinar os tipos de inteligência presente em uma pessoa. Mas os seus resultados nem sempre são claros, afinal, não existe ninguém que exerça todas ou uma única inteligência perfeitamente.

Geralmente, desenvolvemos características de cerca de uma ou duas citadas na lista de Gardner, mas podemos incorporar habilidades de outros tipos quando mudamos o nosso convívio social, criamos novas experiências de vida ou nos capacitamos, com uma pós-graduação ou especialização em gestão, por exemplo.

Para determinar com clareza qual o seu tipo avalie quais características listadas em cada um dos tipos de inteligência você possui e avalie quais são predominantes. Você também pode se submeter a testes indicados por profissionais, como psicólogos, que trazem perguntas, como:

  • de que maneira você lida com os seus problemas?
  • como você prefere passar o seu tempo?
  • como as pessoas descrevem a sua personalidade?
  • qual o sentido mais forte em você: o tato, o olfato, a visão, a audição ou o paladar?
  • como você passava a maior parte da sua infância?
  • qual era a sua matéria favorita na escola?
  • você se considera mais extrovertido ou mais introvertido?
  • o que é mais importante na vida para você?

Os resultados desses testes trazem o tipo de inteligência predominante em cada indivíduo e quais características das outras também formam a sua personalidade.

É importante lembrar apenas que uma determinada inteligência não precisa definir a sua carreira. Por exemplo: uma pessoa com inteligência motora nem sempre será um dançarino nato, assim como um naturalista não precisa fazer uma graduação em botânica.

Já quem apresenta perfil musical não precisa ser um cantor, bem como um lógico-matemático não será necessariamente um engenheiro. É possível levar essas características para outras áreas! Um médico, por exemplo, precisa ter inteligência motora e lógica para fazer um bom trabalho.

Entender quais tipos de inteligência você tem é uma maneira de moldar a sua atuação profissional e utilizar as suas habilidades da maneira certa. Qualquer que seja o seu perfil tente ser alguém mais completo, trabalhando seus pontos fracos, mas, principalmente, explorando seus pontos fortes.

Se você é um líder intrapessoal, não é necessário criar um personagem extrovertido, que gosta de criar discursos ou comandar palestras — características notórias na liderança interpessoal. Em vez disso, use a sua habilidade de criar estratégias, reconhecer as habilidades das pessoas e identificar os seus desejos para liderar com mais sucesso e extrair o melhor da sua equipe.

Como você deve ter percebido, definir o que realmente é inteligência é algo mais difícil do que se imagina. Nossa mente é complexa e influenciada por diversos fatores, experiências e pela genética, e por isso é impossível mensurar se alguém é inteligente ou não apenas pelo que acreditamos. É importante mesmo entender qual dos tipos de inteligência tem mais a ver com você e como pode aproveitar as oportunidades que ela te trouxe. 

Quando se trata da carreira, essa descoberta se torna ainda mais importante pata tomar boas decisões, encontrar as melhores oportunidades e se tornar um profissional (e uma pessoa) melhor.

Além disso, é preciso também ter inteligência emocional para lidar com as situações do dia a dia, baseando-se sempre no autoconhecimento. Quando você conhece a si mesmo e sabe quais são as suas limitações, para de tentar ser o que não é e se concentra em usar aquilo que tem de bom.

Quando essas habilidades se unem ao conhecimento teórico e técnico, você se torna um profissional imbatível e disputado no mercado. E ter esse poder é algo maravilhoso, não é mesmo?

E então, ficou mais fácil descobrir qual o seu tipo de inteligência? Identificou qual dos 9 tipos é mais predominante em você? Para impulsionar ainda mais a sua carreira, não deixe de conferir o nosso e-book com um passo a passo completo para criar um plano de carreira e usar as suas habilidades da melhor maneira na sua profissão!

7 aplicativos de organização pessoal que você precisa conhecer

Hoje em dia, os modernos smartphones permitem aos usuários ter muito mais do que um simples aparelho para se comunicar. Eles também são poderosos aliados de quem tem a rotina corrida e precisa se organizar corretamente. Por meio de aplicativos de organização pessoal é possível ter maior controle das tarefas e das atividades diárias.

Para isso, é necessário conhecer quais são esses apps e como eles podem contribuir para otimizar o seu tempo e tornar os seus dias muito mais produtivos. Além disso, eles oferecem recursos que auxiliam no trabalho, em casa ou até mesmo no controle e acompanhamento da saúde.

Ficou interessado e quer conhecer alguns desses aplicativos de organização pessoal? Confira esta lista com 7 apps que prometem agilizar e deixar a sua vida em ordem. Acompanhe!

1. EverNote

Para começar, vamos ressaltar a utilidade do EverNote, um dos aplicativos de organização pessoal mais conhecidos atualmente. Ele se tornou bastante popular por ser gratuito e bem simples de utilizar. O app é praticamente uma agenda que está sempre à sua disposição na tela do celular.

Entre os seus principais recursos, destacam-se:

  • a possibilidade de escrever breves notas;
  • tirar e armazenar fotos;
  • fazer anotações a mão e em tempo real;
  • gravar áudios;
  • incluir anexos etc.

O EverNote ainda permite o compartilhamento dos arquivos diretamente nas redes sociais. Também possibilita a criação de links públicos dentro do próprio programa. Assim, você consegue disseminar as informações anotadas de forma ágil e prática.

Esse aplicativo pode ser utilizado durante o trabalho ou até mesmo em seus estudos, salvando as suas ideias, melhorando a sua produtividade e evitando que você deixe algo importante ser esquecido.

2. Mobills

Se você é uma pessoa que se preocupa com o seu dinheiro, mas ainda não sabe como fazer um controle consciente e organizado, o Mobills é uma das melhores soluções do mercado. O app é um gerenciador financeiro simples e didático, que pode ser utilizado por qualquer pessoa.

Ele controla o seu orçamento de maneira fácil e permite que você anote gastos diários com alimentação, contas, compras no supermercado, em lojas de roupas e demais despesas do dia a dia. Além disso, ele faz um balanço do dinheiro que sai e que entra.

Uma das maiores vantagens do Mobills é que, ao final de cada mês, ele soma tudo e faz gráficos simples e objetivos. Com isso você tem acesso a todos os dados e informações registradas. Dessa maneira, você consegue se organizar financeiramente sem demandar muito esforço, além de ter maiores chances de economizar o quanto deseja.

3. myHomework

Para quem estuda e trabalha ao mesmo tempo ou tem uma rotina bastante cheia e cansativa é normal se esquecer de entregar alguma atividade ou de realizar determinada tarefa. Mas para que isso não aconteça, baixar o aplicativo myHomework pode ser uma ótima solução.

Apesar de ser bastante utilizado por alunos e professores, profissionais de qualquer área e pessoas com grande volume de trabalho também podem se beneficiar desse aplicativo. Por meio de um login simples, conectando com o Facebook ou com uma conta do Gmail, você entra no app e consegue organizar os seus inúmeros afazeres.

Por meio dele, é possível adicionar instituições de ensino e matérias, incluindo os tipos de tarefas, as datas de entrega, as prioridades e lembretes. Assim, você terá tudo sob controle e reduzirá consideravelmente as chances de deixar algo passar despercebido.

4. MoneyWise

Também relacionado ao controle financeiro, esse é outro aplicativo de organização pessoal que pode fazer parte do seu dia a dia. Isso, claro, se você é uma pessoa que se preocupa em identificar para onde vai o seu dinheiro.

Além de permitir a anotação de todas as suas despesas, o MoneyWise registra as suas receitas e gastos e define orçamentos. Assim, você controla melhor o seu bolso, estipulando valores máximos que podem ser utilizados em determinadas situações.

A grande vantagem desse aplicativo é que ele pode exportar todos os dados para o Excel, facilitando a identificação do fluxo do seu dinheiro.

5. DropBox

Uma das maiores dificuldades de quem quer organizar a rotina por meio de um smartphone é a quantidade de espaço disponível no aparelho. Por isso, não podíamos deixar de mencionar o DropBox, um dos melhores e mais usados aplicativos de organização pessoal que salva arquivos na nuvem.

No entanto, você precisa criar hábitos e rotinas para que ele carregue os seus arquivos na internet. Assim, se você perder alguma informação no celular, basta acessar as cópias que estarão intactas na nuvem. Ele oferece 2GB para que você arquive desde executáveis até documentos do Word.

Com o tempo e com alguns passos recomendados pelo próprio DropBox, você consegue expandir o espaço e deixar informações importantes em um ambiente seguro e que pode ser acessado a qualquer momento.

6. Trello

O Trello é perfeito para quem busca mais organização no trabalho, principalmente quando diz respeito à administração de projetos e à distribuição de tarefas para a equipe. Entretanto, nada impede que você o utilize em suas atividades domésticas e pessoais.

Nele, é possível criar vários boards e tarefas, marcando as pessoas em cada um dos cartões para dividir as funções. Se antes você tinha dificuldades e pouco controle para dividir e monitorar o que cada um estava fazendo, agora os seus problemas estão praticamente resolvidos.

7. OptimizeMe

Organização no trabalho e nos estudos é bastante importante, mas não podemos deixar de lado a nossa saúde e bem-estar. É justamente pensando nisso que vamos finalizar a nossa lista falando sobre o OptimizeMe, o aplicativo que tem como objetivo proporcionar uma melhor qualidade de vida aos seus usuários.

Ele acompanha o cotidiano e as atividades diárias das pessoas que se cadastram. Para isso, é preciso informar alguns dados, que são divididos em quatro categorias:

  • saúde;
  • prazer;
  • criatividade;
  • rotina.

Mas você precisa colaborar, preenchendo dados diariamente, como a quantidade de copos de água que tomou em cada dia, bem como os alimentos que você consumiu.

No início, é preciso alimentar o aplicativo com as suas informações por, no mínimo, 12 dias, até que ele comece a elaborar e apresentar gráficos na plataforma. A partir desses dados, o app consegue criar metas e objetivos a fim de melhorar a sua saúde e qualidade de vida.

Gostou de conhecer todos esses aplicativos de organização pessoal? Com eles, a sua vida no trabalho, nos estudos e até mesmo a sua saúde podem ser organizados e monitorados, tudo de maneira prática, didática e que cabe na palma da sua mão. Dessa forma, você terá muito mais tempo para viver tranquilamente, aproveitar melhor os seus dias e se diferenciar no mercado de trabalho.

Depois de descobrir esses 7 aplicativos de organização pessoal, que tal compartilhar este artigo nas suas redes sociais? Você vai ajudar vários amigos a terem uma rotina mais precisa e agradável!

Saiba como montar uma apresentação para a diretoria da sua empresa

Uma das atividades que, via de regra, mexe com o estado emocional dos funcionários de uma empresa é ser chamado para fazer uma apresentação para seus superiores — sejam eles chefes imediatos, supervisores ou até os membros da diretoria.

Mesmo que tenha pleno domínio do tema, nem sempre decidir como montar uma apresentação para esse público é uma tarefa simples e corriqueira. Trata-se, muitas vezes, de um desafio profissional que nem todos estão preparados para enfrentar. Além do nervosismo natural nesses casos, decidir qual a melhor forma de transmitir a mensagem exige cuidados.

Nesse artigo, vamos apresentar algumas dicas que o ajudarão nesse processo, garantindo que sua apresentação seja um sucesso entre os gestores. Boa leitura!

Faça um planejamento cuidadoso

Uma apresentação é similar a uma história. Se for bem contada e coerente, vai arrebatar admiração e provocar elogios. Por outro lado, se não estiver bem estruturada, causará na plateia uma sensação de tempo perdido e inutilidade.

Naturalmente, você pretende que os gestores e executivos saiam do ambiente com uma sensação de que valeu a pena o tempo investido. Para que isso aconteça, é essencial que sua apresentação seja bem planejada.

Isso significa que você deve ter em mente qual o objetivo do trabalho. Pode ser conseguir orçamento para determinado projeto, apresentar os resultados do seu setor ou mesmo promover um novo produto ou serviço, não importa. O que deve ser levado em consideração é que a “história” a ser contada deve convergir para que esse objetivo seja alcançado.

A apresentação deve começar criando expectativa e curiosidade na plateia e, à medida que vai se desenvolvendo, mostrar os pontos fortes de sua argumentação para atingir o clímax ao final, entregando aos diretores o que eles desejam. Em resumo, deve mostrar que suas ideias vão ao encontro dos valores da empresa e, por consequência, dos gestores.

Seja simples e direto

Tenha em mente que seus superiores não estão ali para assistir a um espetáculo de comédia ou algum show pirotécnico. Para eles, o importante é saber como o conteúdo da sua apresentação vai ajudar no crescimento da empresa e no alcance das metas.

Assim, evite o excesso de brincadeiras ou comentários que não contribuam para transmitir a mensagem. Sobriedade e foco serão características muito apreciadas nesse momento. Explique conceitos e ideias de forma simples e direta, sem rodeios ou evasivas.

Para esse efeito, evite também fazer uso de ironias ou frases e expressões que possam causar interpretação dúbia. Da mesma forma, “piadas internas” e comentários com duplo sentido não são aconselháveis.

Cuide do impacto visual

Esse é um item delicado. Os softwares para criação de apresentações, em geral, trazem vários modelos nos quais o usuário pode se basear para criar sua exposição. Muitos deles com excesso de cores e formas, ícones extravagantes e chamativos.

Mais uma vez, a sobriedade deve dar o tom para o visual da sua apresentação. Verifique, inicialmente, se a empresa possui algum modelo que é usado como padrão. Caso não exista, crie o seu próprio, tendo em mente o perfil da plateia e, por extensão, da própria organização.

De forma análoga, evite a utilização de transições ou efeitos visuais rebuscados e chamativos. Animações podem ser divertidas em outro contexto, mas em uma apresentação formal tendem a tirar o foco do que realmente importa. Lembre-se que a apresentação deve se destacar pela relevância do conteúdo, muito mais do que pelos efeitos visuais.

Use imagens dentro do contexto

Imagens e ícones, além de suavizar o ritmo de uma apresentação, devem acrescentar valor ao seu conteúdo, reforçando o que o texto mostra e o que o expositor está falando.

Sob essa ótica, insira imagens que tenham relação com a mensagem que está tentando transmitir. Evite qualquer elemento visual que confunda o espectador, pois isso pode levá-lo a dar mais atenção à imagem do que à própria apresentação.

Por fim, escolha imagens de qualidade. É extremamente desagradável assistir a uma exposição que mostre imagens desfocadas ou em baixa resolução. Mais do que o efeito visual ruim, isso denota falta de esmero e dedicação de quem produziu o material. Lembre-se, por fim, que as imagens exibidas em uma tela grande maximizam tanto suas qualidades quanto os defeitos.

Escolha uma tipologia adequada

Uma apresentação informal, para um grupo de amigos ou de estudantes, proporciona a liberdade de “brincar” com o tipo e tamanho das fontes utilizadas. No caso de uma exposição para os superiores na empresa, esse é um ponto que merece atenção.

Escolha fontes sóbrias e de fácil leitura, como Arial, Verdana ou Times New Roman, evitando aquelas pouco comuns e repletas de “floreios”. Com relação ao tamanho, garanta que seja confortável e legível para a plateia.

É permitido ainda usar tamanhos diferentes, desde que isso seja feito de forma coerente. Por exemplo, você pode optar por um tamanho para destacar os títulos e outro para o restante do texto. Tenha apenas o cuidado de não exagerar, pois uma variação muito intensa pode causar desconforto na visualização.

Por fim, evite o uso constante de palavras em letras maiúsculas. Elas podem ser usadas para destacar algumas palavras isoladas ou siglas, mas o excesso dificulta a fluidez na leitura.

Modere na quantidade de texto

Certamente você já assistiu uma apresentação em que o responsável se limitou a ler textos extensos exibidos na tela, não é mesmo? Nesse caso, deve estar lembrado de como essa foi uma experiência decepcionante.

O texto, assim como as imagens, serve para dar suporte ao expositor e criar na plateia uma expectativa agradável sobre o que será contado. Assim, o ideal é que os elementos textuais funcionem como um “gatilho”, isto é, que contenham palavras-chave que serão usadas para orientação e condução da apresentação.

Pense a respeito: se a apresentação fosse produzida para que o conteúdo fosse lido pelos diretores, bastaria entregar a eles um relatório impresso. Ademais, texto em excesso é cansativo e faz com que as pessoas tentem ler tudo o que está escrito, desviando o foco do apresentador e da mensagem.

Revise o conteúdo

Depois que terminar de montar sua apresentação, seguindo as dicas que fornecemos, não descanse ainda. Revise cada slide, conferindo o ajuste e disposição de todos os elementos (texto, marcadores, imagens, ícones etc.) para ter certeza de que a mensagem será transmitida adequadamente.

Mais que isso, faça uma rigorosa revisão de ortografia e gramática. Além de ser completamente frustrante encontrar um erro durante a apresentação, isso passa uma imagem de desleixo e incompetência. Pouco adiantará possuir boa oratória e conhecimento do assunto, se o impacto visual for negativo.

Neste post, apresentamos algumas dicas sobre como montar uma apresentação para os gestores da sua empresa.  Se interessou pelo assunto? Quer saber mais? Então siga nossos canais nas redes sociais, FacebookTwitter e LinkedIn e fique sempre bem informado!