Conheça os principais estilos de liderança e saiba como desenvolvê-los

Saiba desde já: ser líder é mais que ser um gestor de equipes. Ao longo de todo seu desenvolvimento profissional, você vai tomando para si (muitas vezes inconscientemente) preceitos e ideias de como deve lidar com uma equipe. O conjunto dessas ações forma um perfil que corresponde a um entre vários estilos de liderança.

Você não escolhe deliberadamente que vai ser um líder liberal ou técnico, por exemplo. Isso decorre diretamente de suas experiências e da sua formação. Eventualmente, inclusive, você pode até supor ter um estilo de liderança que, quando confrontado com as percepções de terceiros (especialmente seus subordinados), não condiz com a realidade.

Dada sua importância sobre os resultados das equipes e das empresas como um todo, os estilos de liderança são objetos de estudos no ramo da Gestão. Para você ter uma ideia, eles impactam diretamente no alcance de metas, no clima organizacional, no desempenho dos liderados, na formação profissional prática dos liderados e na qualidade de vida dos membros da organização.

Se, até a década de 1940, havia um direcionamento dos estudos para avaliar especificamente os traços do líder, analisando suas características individuais, depois desse período, o foco maior passou a ser avaliar suas ações e definir seu estilo de liderança. Assim, não é o que você diz ser que define seu estilo de liderança, mas sim o que você faz. E isso envolve sua inteligência emocional, sua formação profissional e suas ações para efetivamente se tornar o que pretende.

Que tal entender, em definitivo, quais são os estilos clássicos de liderança, começando pelas condições para se tornar de fato um líder? Então acompanhe nosso post de hoje!

O que é necessário para se tornar um líder?

Ninguém se torna líder da noite para o dia. Desenvolver a liderança vai além de ter autoridade, palavra que traduz apenas o direito que um ou outro cargo tem de dar ordens, decidir e se fazer obedecer. Na prática, ser líder implica conquistar, pelo exemplo ou pela inspiração, a vontade de seus liderados de atender às suas solicitações, gerando engajamento. É possível até variar de estilo, mas o fio condutor permanece, levando a equipe a um determinado resultado.

Para se tornar um líder, não é preciso apenas desejar sê-lo. Muito suor e esforço estão envolvidos em um processo de formação de liderança. Além da formação profissional necessária (não esqueça que cargos de gerência e especialização formam um par intimamente ligado), há ainda características pessoais específicas a serem desenvolvidas. Conheça a seguir os principais pontos nessa caminhada!

Qualificação

Como orientar liderados se você desconhece sua área de atuação ou não domina os processos? Como lidar, por exemplo, com uma equipe com uma formação profissional mais avançada que a sua? Profissionais ambiciosos e interessados não param no tempo. Então pode acreditar: se você alcança um patamar e acredita que não deve mais avançar, certamente outro o fará.

Mesmo que a liderança também se alimente e se consolide a partir da experiência, só isso não sustenta uma gestão eficiente. É preciso ter sempre em mente a importância da pós-graduação, dos cursos extras, de um MBA e assim por diante. Só aliada a conhecimento teórico é que a força de sua experiência pode obter retornos máximos, alcançando todo seu potencial.

Autoconfiança

Caso você não passe à equipe o máximo de certeza a respeito das orientações fornecidas, inevitavelmente colocará em xeque sua própria credibilidade, não alcançando os resultados desejados. Afinal, o engajamento requerido não pode se consolidar baseado em falas inseguras. No fim das contas, a experiência e a qualificação consolidam a autoconfiança, dando certeza a respeito das decisões tomadas e rumos estabelecidos para toda a equipe.

Iniciativa

Estar diante de situações que exigem uma postura bem definida, ter tomada de decisões imediata e conseguir dar conta do recado: isso é ter iniciativa, ser proativo. E essa característica está profundamente alinhada a passar autoconfiança à equipe.

Controle

Ainda que delegar tarefas seja parte intrínseca da liderança, a distribuição de atividades não retira do líder a responsabilidade sobre a execução de projetos e atividades sob seu comando. O gestor deve manter o controle do fluxo de processos e garantir a entrega do que é de seu encargo, afinal, é ele quem responde pelo resultado final de suas demandas.

Relacionamento

A capacidade de interação de um líder precisa ser desenvolvida. Você consegue imaginar alguém que não sabe lidar com pessoas, em suas inúmeras peculiaridades, exercendo uma liderança? A capacidade de se relacionar bem com diferentes tipos de profissionais é a forma mais completa de alcançar sucesso em sua liderança no que se refere a envolver e manter o time engajado.

Adaptabilidade

A única constante é a mudança, essa máxima é especialmente válida para o âmbito profissional. Ser adaptável é saber lidar com diferentes cenários, avaliando as circunstâncias e mudando de estratégia e posicionamento conforme necessário. Em situações de mudança, uma equipe se volta a seu líder, esperando ser guiada e orientada para a nova realidade.

Solução de conflitos

Desentendimentos podem acontecer em todos os grupos — dos menores aos mais graves. Um bom líder deve saber mediar diferenças e apaziguar conflitos, a fim de que pequenos problemas não tomem proporções maiores, tampouco impactem os resultados do time. Permitir que distúrbios internos evoluam a ponto de quebrar a coesão da equipe é um dos maiores erros de liderança que existem.

Eis aí, portanto, as principais características de um líder. É claro que sempre há algo a acrescentar, mas conhecendo ao menos essas características principais, você já pode direcionar seus esforços para alcançá-las, seja fazendo cursos, assistindo a palestras, baixando e-books, participando de workshops ou buscando coaches.

Vale lembrar, no entanto, que esses pontos não definem seu estilo de liderança, já que se aplicam a todo tipo de gestor. O que pode estabelecer um modelo a ser seguido é, como dissemos, sua postura como líder. Você precisa conhecer suas ações e seus posicionamentos, sabendo quando e como melhor se aplicam para buscar alcançar um ou mesclar alguns estilos de liderança. Vamos conhecê-los?

Quais são os principais estilos de liderança?

Liderança motivacional

É um estilo de liderança que foca em conhecer o comportamento individual de cada membro do time, considerando a diversidade, a fim de ativar os gatilhos certos para motivar e amplificar a capacidade de automotivação de cada liderado.

Quais os benefícios?

Ao estabelecer uma conexão motivacional, um líder conhece seus liderados por suas qualidades e potencialidades, sendo capaz de direcioná-los para atividades que lhes proporcionem prazer e realização profissional. Pode acreditar: isso ajudará na obtenção dos melhores resultados.

Quando é indicada?

A liderança motivacional é indicada nos mais variados aspectos — e principalmente quando combinada com outros estilos. Afinal, esse modelo estimula o colaborador e a relação interpessoal da equipe, ajudando-os a ter sempre a autoconfiança e a certeza de que seus talentos serão considerados.

Como desenvolvê-la?

Entre as características a serem buscadas por um líder motivacional estão:

  • a empatia, capacidade de se colocar no lugar do outro e compreender seus anseios e sua visão de mundo;
  • a disponibilidade para ouvir, mantendo-se acessível às demandas do time;
  • o incentivo ao diálogo, sendo aberto e acessível para explicar cenários e pedir opiniões sobre melhorias, como inovar e melhorar a forma de atuação;
  • o feedback constante, oferecendo avaliações que esclareçam falhas e reconhecem acertos;
  • a positividade, mantendo-se confiante e repassando tranquilidade ao time.

Liderança técnica

Esse estilo de liderança se embasa no conhecimento, conferindo ao gestor a maior capacidade técnica possível sobre o tema. O grupo confia nele e respeita suas decisões, pois reconhece sua aptidão e formação. O líder técnico estabelece um padrão, um modelo a ser seguido, fazendo com que sua própria trajetória seja almejada por seus liderados, que se inspiram nele.

Quais os benefícios?

O nível de confiança do grupo em relação ao líder de estilo técnico é favorecido por seus conhecimentos. Afinal, ele detém a informação, demonstrando autoconfiança e tendo respostas rápidas aos questionamentos que recebe. Dúvidas sobre sua autoridade e seu mérito são reduzidas, uma vez que ele prova deter o embasamento técnico necessário para todas as suas decisões.

Quando é indicada?

De forma geral, esse modelo de liderança é bem-vindo em toda equipe. Entretanto, para equipes de setores mais técnicos (como áreas de TI, por exemplo), ela é simplesmente fundamental, já que o time todo conta com a orientação do gestor. Nesses casos, só a motivação e a autoridade não são suficientes para extrair o melhor da equipe.

Como desenvolvê-la?

Para desenvolver uma liderança técnica, é preciso investir em formação profissional. Assim, pós-graduações, certificações e cursos são complementos de suma importância à construção desse estilo de liderança. Além disso, algumas posturas específicas fazem parte de uma liderança técnica consistente. Confira quais são!

Prepare outras pessoas

Não tenha receio de repassar seu conhecimento e suas habilidades a seus liderados. Quando um líder centraliza muito as demandas em si mesmo, sofre com a má gestão do tempo. Então adote esse trio campeão: oriente, treine e delegue.

Comunique-se diretamente

A formação técnica pode distanciar você da sua equipe, sobretudo se o diálogo não se mantiver aberto. Troque ideias, ouça e oriente diretamente cada membro do time para ter proximidade constante.

Defina processos e não gargalos

Ser excessivamente meticuloso pode transformar qualquer atividade em um verdadeiro elefante branco. Sabendo disso, busque praticidade e direcionamento exato para todas as suas ações! Delinear processos rigorosos e burocracias excessivas atrapalha muito mais que ajuda em sua liderança. Assim, ainda que seja perfeccionista, lembre-se de que o ótimo é inimigo do bom.

Fomente discussões técnicas

Ao fomentar discussões técnicas, você escuta as ponderações do time e pode descobrir caminhos e saídas ainda não pensados. Mas atenção: sua posição nessas discussões deve ser de facilitador, inserindo fatos e conhecimentos que a equipe não detém.

Liderança democrática

Esse estilo de liderança permite que cada membro da equipe tenha voz e faça parte da construção das decisões mais importantes do grupo. A liderança democrática leva em consideração ideias e sugestões, sendo também aberta a críticas. Essa postura ajuda a construir um processo contínuo de aperfeiçoamento do time e de suas atividades. Aqui, o líder encoraja a participação de todos.

Quais os benefícios?

Quem é ouvido se sente valorizado. Ao dar vez e voz a todos, a liderança democrática coloca os membros do time em pé de igualdade, não supervalorizando nem desvalorizando ninguém. Ao compartilhar responsabilidades e ouvir a todos, fazendo com que se sintam parte de uma construção não unilateral, mas colaborativa, essa liderança favorece a formação de equipes de alto desempenho.

Quando é indicada?

Em equipes criativas e que têm mais autonomia, esse estilo de liderança mostra mais força. Desde que bem dosado, produz excelentes resultados a partir de brainstormings e dos múltiplos conhecimentos agregados.

Como desenvolvê-la?

O líder democrático basicamente divide a liderança com seu time, tornando-se uma peça que não é autoritária, mas estratégica. O foco desse líder não é baseado em ordem e obediência, mas em iniciativas individuais. Para aplicá-lo, é preciso focar em:

  • administração participativa;
  • incentivo aos profissionais para que deem ideias e atuem com autonomia;
  • interdependência entre os colaboradores, favorecendo a coesão do time;
  • compartilhamento de decisões.

Liderança visionária

É aquela que identifica e cria oportunidades, sobrepondo-se às dificuldades. Observando acima do horizonte, é possível se planejar e conseguir bons resultados em momentos que, ao menos à primeira vista, parecem inoportunos.

Quais os benefícios?

Esse tipo de liderança reconstrói a confiança de um time e da organização em situações negativas, pois favorece a motivação. Assim, o time se sente motivado e comprometido, mantendo-se orientado às possibilidades de solução, crescimento e otimização de resultados.

Quando é indicada?

Especialmente útil em situações de crise e mudanças, a liderança visionária é indicada para equipes com mais autonomia para inovações, detendo liberdade para trabalhar sua inventividade. Quando o resultado de um time pode ser inovador e extraordinário, nada melhor que aplicar um estilo de liderança visionária e quebrar barreiras para ir além das soluções já implantadas, certo?

Como desenvolvê-la?

Um líder visionário precisa trabalhar, fundamentalmente, as seguintes características:

  • comunicação, compartilhando possibilidades e oportunidades e transmitindo suas ideias com clareza;
  • carisma, gerando empatia e inspirando seus liderados;
  • criatividade, inovando e enxergando além do já estabelecido;
  • gestão de riscos, sendo capaz de assumir riscos calculados e tendo coragem para encarar cenários desconhecidos;
  • planejamento estratégico, embasado por uma visão sistêmica, capaz de proporcionar o melhor uso possível dos recursos disponíveis.

Liderança autocrática

É aquela que se baseia no poder de decisão de um indivíduo em particular e na sua autoridade para determinar ações e mudanças, preocupando-se com processos e agindo de acordo com os fins estabelecidos. Aqui, a participação da equipe não é incentivada, com o líder concentrando as decisões em si, sendo enérgico e agindo com vigor.  

Quais os benefícios?

Em geral, equipes guiadas por líderes autocráticos tendem a ser mais rápidas e produtivas, com processos mais simplificados e menos burocráticos, uma vez que as decisões podem ser tomadas mais rapidamente. Também podem garantir aos membros da equipe uma alta qualificação em determinada função e reduzir o stress da equipe, quando bem executada.

Qual o perfil do líder autocrático?

Dominador, o líder autocrático fomenta muito pouco a participação dos colaboradores. Sua estratégia de atuação é centrada em ordens a que ele espera atendimento irrestrito. Esse líder tende a manter o controle e a responsabilidade dos projetos, além de centralizar a tomada de decisão.

Quando é indicada?

Líderes autocráticos se destacam em situações ou projetos nos quais o controle é necessário, seja para cumprir prazos apertados ou garantir a menor margem de erro na execução das tarefas.

As organizações que costumam se beneficiar deste tipo de liderança apresentam algumas características em comum, como uma grande equipe trabalhando em um mesmo local; equipes pouco experientes e qualificadas no exercício de tarefas monótonas ou em empresas com grande turnover de funcionários.
Entretanto, adotar esse tipo de liderança pode se tornar perigoso. É importante que o líder não embase sua gestão no autoritarismo. Ressentimentos, pouca inspiração e desmotivação não são difíceis de acontecer em ambientes em que o líder autocrático pesa demais a mão.
Outras desvantagens desse tipo de liderança, quando mal executada, é levar a uma carência de soluções novas e criativas para problemas, além de afetar o emocional da equipe, elevando o stress e até mesmo a saúde mental dos colaboradores.

Como identificá-la?

Algumas das características mais perceptíveis desse modelo de liderança são:

  • trabalhar com ordens diretas sem muito espaço para contestações;
  • controlar ao máximo os processos e as responsabilidades;
  • cobrar produtividade e resultados;
  • não delegar decisões ou conceder autonomia;
  • exigir atendimento às ordens e respeito aos prazos.

Liderança liberal

Esse modelo de liderança também é conhecido como laissez-faire graças à expressão francesa laissez faire, laissez aller, laissez passer, que significa deixar fazer, deixar ir, deixar passar. Nesse estilo, o líder se coloca como coadjuvante, dando total autonomia aos colaboradores em certas tomadas de decisões — sejam elas individuais ou em grupo.

O líder liberal se retira das discussões e participa apenas quando solicitado. A ênfase dessa liderança está, assim, sobre o grupo e não sobre o gestor. Embora isso possa transparecer omissão, a verdade é que o gestor liberal trabalha como facilitador, transmitindo somente aquelas informações fundamentais para a execução das atividades e estimulando a criatividade do grupo. Mas atenção! É papel de quem está na liderança saber perceber, e evitar que entraves entre a equipe se estendam e atrase os resultados.

Quais os benefícios?

A confiança demonstrada na capacidade da equipe fomenta sua produção e criatividade. O surgimento de novos líderes e perfis de destaque fica mais evidente, bem como há uma margem maior para o desenvolvimento de habilidades. A liderança liberal resulta em equipes mais autogerenciáveis, capazes de realizar tarefas com pouca orientação.

Quando é indicada?

A liderança liberal produz excelentes efeitos em equipes mais maduras, com experiência e conhecimento suficientes para lidar com a liberdade proporcionada por esse tipo de gestão.

Como desenvolvê-la?

Para desenvolver uma liderança liberal, fomente ao máximo a independência do seu time, retirando-se aos poucos da situação de protagonista. O segredo está em promover o desenvolvimento e a autoconfiança da equipe. A princípio, fortaleça a necessidade de seguir processos e cumprir prazos, mesmo sem supervisão constante. Isso prepara seu time para caminhar por conta própria.

Atue com o propósito de melhorar o relacionamento interpessoal da equipe, fazendo com que os colaboradores trabalhem suas diferenças e cheguem a consensos para lidar com a discordância, encarando-a como benéfica e natural. Trabalhe as competências do time, fazendo com que ele seja capaz de atuar com um mínimo de informação e direcionamento.

Liderança situacional

Esse modelo é flexível, moldado de acordo com a situação em curso. Dispondo de diversas habilidades características dos diferentes tipos de liderança, esse gestor consegue se adequar aos cenários vigentes, de forma a buscar resultado máximo do seu time. Para definir o estilo de liderança a aplicar, o líder situacional avalia o perfil dos profissionais do time e as condições técnicas de todo o grupo para, usando de inteligência emocional, combinar esses fatores.

Quais os benefícios?

A liderança situacional traz como principal benefício a capacidade de extrair o melhor de uma equipe e de um cenário, dado que oferece o remédio certo para o mal-estar, por assim dizer. Como o próprio nome já diz, a ação aqui tem foco na situação, trazendo a resposta mais apropriada.

Quando é indicada?

Na verdade, esse estilo de liderança é composto por diversas boas características de outros modelos. Por isso mesmo, é indicado a todo gestor, em qualquer situação. A liderança situacional nada mais é que a consequência da maturidade profissional, pois pede uma boa capacidade de adaptação a diferentes situações.

Como desenvolvê-la?

Para desenvolver a liderança situacional, o gestor deve:

  • adquirir experiência, buscando trabalhar as qualidades fundamentais dos diferentes estilos de gestão;
  • agregar conhecimento, investindo em sua formação profissional para alicerçar todas as suas decisões;
  • direcionar colaboradores para a atuação autônoma, de forma que consigam executar suas atividades com interferência mínima;
  • orientar seu time, explicando a importância de cada atividade e contribuindo com novas ideias;
  • apoiar a equipe, oferecendo confiança para que os liderados busquem crescimento e desenvolvam continuamente suas habilidades;
  • delegar tarefas, favorecendo assim a autonomia, a liberdade, a experiência e a autoconfiança do grupo.

Ciente dos diferentes estilos de liderança existentes, você pode, agora, tentar identificar o seu e direcionar sua formação complementar para trabalhar os pontos em que precisa melhorar! Pronto para essa missão?

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1 Comentários

  1. Ótimo artigo, esse blog da FDC sempre colaborando para o desenvolvimento dos executivos e líderes.

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