Inteligência artificial: qual é o impacto da IA no ambiente corporativo?

Desde a década de 60 do século passado, expoentes do cinema de ficção científica se dedicam a apresentar uma realidade em que homens e máquinas compartilham o dia a dia. Em 1968, o filme “2001: uma Odisseia no Espaço” trazia o robô Hal, que demonstrava não só conhecimento técnico, como a capacidade de se indignar com a situação determinada pelos comandantes daquela missão espacial. Talvez Hal tenha sido o primeiro ícone da Inteligência Artificial (IA), sem que ainda fosse usada essa designação.

Até mesmo antes disso, algumas obras de sucesso trouxeram a discussão sobre a relação entre humanos e computadores, como “Metropolis” (1927). O que veio a seguir foi uma infinidade de produções futuristas, como em “Mad Max” (1979), “Blade Runner” (1982), “Matrix” (1999) e tantas outras, cuja lista e comentários não caberiam no espaço deste post.

Esse cenário não se limitou às grandes telas. Ele se espalhou pelo cotidiano das pessoas, das comunidades, das empresas. Nada mais é como antes, desde que uma profunda revolução tecnológica iniciou um processo de transformação de todos os ambientes, das culturas e da forma de lidar com pessoas, com as informações, com a economia e com o mundo.

A Inteligência Artificial assume um papel significativo nesse contexto. E é a ela que dedicaremos este artigo, destacando que profissionais e organizações precisam se familiarizar e aprender a aproveitar o potencial trazido pela inteligência de máquina. Boa leitura e boas doses de tecnologia!

O que é Inteligência Artificial?

Inteligência Artificial, na verdade, é um ramo da Ciência da Computação que foca no estudo, no desenvolvimento e na elaboração de dispositivos capazes de simular a capacidade humana de raciocínio, percepção, resolução de problemas e tomada de decisão.

Trocando em miúdos, a IA se ocupa em dotar máquinas de uma inteligência nada trivial, mas sim altamente sofisticada e praticamente ilimitada.

As primeiras pesquisas sobre Inteligência Artificial datam de 1940, época em que se buscavam funcionalidades para impulsionar a indústria bélica, no contexto da Segunda Guerra Mundial.

Com a evolução das pesquisas, cerca de 20 anos depois chegou-se à abordagem biológica do assunto, resultando no conceito de redes neurais que pretendem copiar as conexões e sinapses do cérebro humano.

Desde então, avanços importantes e rápidos começaram a demonstrar a força da presença de dispositivos no cotidiano de indivíduos e de organizações: jogos, reconhecimento de voz, braços robóticos na indústria, segurança biométrica e análises jurídicas e médicas.

Os exemplos são muitos e deixam claro que o receio gerado em algumas análises apocalípticas sobre a influência tecnológica na vida humana não se confirma. A suposta batalha entre homens e máquinas, na qual o primeiro poderia vir a ser subjugado pelo segundo, não existe. Muito pelo contrário, computadores vêm trazendo maior qualidade de vida às populações e otimizando os processos empresariais.

O tema IA já foi bastante controverso, mas hoje essa insegurança está superada, já que as mostras da utilidade e do incremento trazido pelas máquinas inteligentes estão por todo lado. Falam por si, os argumentos saltam aos olhos e dispensam a necessidade de defesa que um dia já existiu.

Como a IA funciona

Longe de afirmar que a Inteligência Artificial é autossuficiente e consegue ter vida própria, pode-se dizer que computadores, por mais evoluídos que sejam, ainda dependem de um conjugado de fatores e intervenções para executar suas potencialidades.

Então, a IA não é um tipo de inteligência que surge pronta junto com a construção das máquinas. Ela é desenvolvida aos poucos, alimentada como uma criança que precisa de estímulos e de alguém que ensine padrões e o melhor caminho a seguir.

Na prática, uma tríade é responsável por suportar o conceito e o funcionamento de Inteligência Artificial:

  • modelos de dados: trata-se de uma modelagem para classificar, processar e analisar dados para que se transformem em informação inteligível;
  • acesso a dados: é preciso que uma quantidade gigantesca de dados alimente os modelos para que tendências sejam percebidas e, a partir daí, informações estratégicas sejam produzidas;
  • infraestrutura robusta: diante da complexidade dos dados que são a base da inteligência computacional e também da velocidade com que é necessário processá-los — em geral, em tempo real —, é preciso contar com recursos de TI de ponta e de alta capacidade.

Nessa perspectiva, se fôssemos pensar em uma fórmula que pudesse representar a forma de funcionamento da Inteligência Artificial, uma sugestão seria: IA = bons modelos de dados + Big Data + computação em nuvem.

Outra forma de apresentar a IA também poderia ser: é a união de plataformas, sistemas e algoritmos que materializam conceitos como Machine Learning (ou Computação Cognitiva), Deep Learning, Processamento de Linguagem Natural, Análise Preditiva e Internet das Coisas.

Complexo, não? Mas como o objetivo, aqui, é mais prático do que teórico, não nos ateremos a detalhar cada um dos conceitos tangentes à Inteligência Artificial. Para que os interessados possam se inteirar um pouco mais sobre cada abordagem, deixamos links nos conceitos citados.

A Inteligência Artificial, na última década, assumiu um ritmo muito acelerado de implementação de soluções, e é preciso destacar que a ideia vai além do armazenamento e da manipulação de dados. A IA avança para a capacidade de deduzir e inferir novos conhecimentos a partir do que é obtido por meio de métodos e representações que transformam simples dados em respostas para problemas de todas as naturezas.

A Inteligência Artificial nas empresas

A Inteligência Artificial chegou às organizações. Há um “antes e depois” marcado na história do meio empresarial, que se viu substituindo tarefas repetitivas e controles manuais de dados por automação de fluxos de trabalho e integração de sistemas de informação.

Esse divisor de águas nos ambientes corporativos trouxe novos paradigmas para a prestação de serviços, o atendimento ao cliente, a interação entre departamentos, a comunicação com stakeholders, a esteira produtiva etc.

As mudanças são radicais e passam longe da visão idealizada trazida pelos filmes e livros sobre o futuro. No lugar de supostos robôs andando em meio a operários no chão de fábrica, braços robotizados comandados por algoritmos precisos estão influenciando a maneira de produzir.

Em vez de consulta e interpretação de diversas teorias e legislações sobre Direito Trabalhista, tem-se um banco de perguntas e respostas capaz de analisar variáveis e dar o melhor direcionamento para uma demanda judicial de um funcionário contra seu empregador.

As transformações são tão impactantes que o Gartner prevê que, em 2020, cerca de 85% das interações das empresas com seu público-alvo serão intermediadas por IA.

Diversas áreas estão conhecendo um novo padrão para o que até então era fundado em teorias que sofriam atualizações lentas e pouco expressivas. Conheça algumas delas agora!

IA para negócios

A execução e a gestão dos processos empresariais ganham muito com os recursos inteligentes das máquinas.

Com a IA inserida nas operações e no gerenciamento, os riscos são reduzidos, menos falhas humanas são registradas, o tempo de passagem de bastão entre os setores se reduz e o de resposta ao cliente também.

IA para dados

A capacidade natural de integração da IA com soluções de Big Data empodera a tomada de decisões a partir da apresentação de cenários em tempo real.

Com essa junção de potencialidades, dados de todas as origens e formatos são trabalhados para que gerem confiança na definição dos rumos do negócio.

IA para a TI

Sem a intenção de formar um trava-línguas, esse subtítulo une duas abreviações que são intrinsecamente relacionadas. A proximidade é tanta que se pode dizer que uma não existe sem a outra.

Os processos empresariais que dependem da TI para fluir — provavelmente a maioria deles, nos dias atuais — são profundamente impactados pela Inteligência Artificial, que os torna automáticos e os dota de reaproveitamento de dados e de um aprendizado de padrões para melhoria contínua.

IA para marketing

A gestão do relacionamento com o cliente assumiu novos contornos com a chegada da Inteligência Artificial e sua capacidade de coletar, comparar, analisar e prever comportamentos de consumo.

Aqui, tanto Big Data quanto Análise Preditiva são ingredientes valiosos para que estratégias de marketing possam ser construídas de forma mais produtiva e focada no cliente.

IA para experiências

O relacionamento das máquinas com consumidores, a partir de tecnologias cognitivas, assume uma forma mais receptiva e agradável para o cliente.

Com vivências interativas mais dinâmicas e resolutivas, o cliente passa a ter uma experiência mais positiva e associa esse benefício como um valor inerente à marca com a qual está se relacionando.

Como a IA está presente no meio empresarial

Para exemplificar essa nova realidade empresarial, empoderada pela inteligência de máquina, alguns exemplos serão citados neste tópico. Acompanhe e reconheça muitos deles no seu dia a dia pessoal e profissional!

Chatbots

Uma nova era de relacionamento com o cliente vem se estabelecendo com o advento dos chatbots — ou simplesmente bots.

Esses softwares de comunicação automatizada são os responsáveis por um novo padrão de interação com clientes no meio virtual. Trazem um estilo mais amigável e eficiente, reduzindo os gargalos e as reclamações sobre o tempo de espera e respostas inconclusivas para o problema apresentado pelo consumidor.

Transações financeiras

Bancos são exímios consumidores das soluções de relacionamento automatizado com clientes. E a aplicabilidade não para nos chats para esclarecimento de dúvidas.

Algumas instituições já avançam para a realização de operações via chatbots. A partir da “conversa” estabelecida nesse espaço online, um treino prévio permite que a ferramenta de diálogo capte a necessidade de alguma solução financeira do cliente, a ofereça contextualmente e colha a autorização para que o negócio se efetive. Na sequência, a integração com outros sistemas aciona rotinas que realizam o registro da venda efetuada, seja de um seguro, seja a aplicação em alguma linha de investimento.

Vendas no varejo

Toda estratégia de venda se baseia na entrega de ofertas direcionadas com um bom potencial de acerto mediante a necessidade que o cliente muitas vezes ainda nem se deu conta de que tem.

Com a IA, toda transação realizada é convertida em perfil de comportamento, e esse histórico retroalimenta as ferramentas inteligentes para que o estilo de cada consumidor seja decifrado. A partir daí, aumentam as chances de uma abordagem mais efetiva, que encante o cliente e o convença a realizar mais negócios e se tornar fiel à marca.

Prevenção de fraudes

Segurança da informação é um ativo relevante no mercado atual, por isso, as empresas investem pesado em mecanismos para combater fraudes e evitar ataques digitais.

Com a IA, algoritmos antifraude avaliam o comportamento do usuário e identificam ameaças sempre que ocorre alguma conduta discrepante dos padrões guardados, como acesso a portais que exigem senha a partir de um smartphone nunca utilizado ou compras de alto valor em um e-commerce nunca antes registrado nas faturas do cartão de crédito.

Logística e transportes

Os protótipos de carros autônomos atraem a curiosidade das pessoas como algo pitoresco que poderia servir ao divertimento. Mas eles passam longe disso.

Os testes que estão sendo realizados visam o desenvolvimento de veículos para uso empresarial, como entrega de encomendas e mapeamento de locais para registros de geolocalização.

Serviços jurídicos

A IBM fincou raízes no campo da Inteligência Artificial com o chamado Watson, uma inteligência computacional focada em Machine Learning capaz de solucionar problemas complexos a partir de uma base de dados frequentemente alimentada.

No mundo jurídico, a utilidade desse tipo de aplicação está na análise de legislações e jurisdições a respeito de casos concretos, para a sugestão de direcionamentos a serem dados a processos judiciais que estão sob responsabilidade de um advogado ou de um escritório de advocacia.

Recursos Humanos

A mão de obra empregada em atividades de repetição pode ser alocada em funções de maior valor agregado à medida que máquinas assumem a realização das tarefas, automatizando boa parte dos fluxos de trabalho.

De acordo com pesquisa do Instituto de Serviços Financeiros PwC, boa parte dos executivos percebem na Inteligência Artificial uma oportunidade de melhoria da qualidade de vida no trabalho. 71% dos ouvidos em uma sondagem consideram que os colaboradores podem passar a ser gestores de soluções de IA, ter mais flexibilidade para trabalhar de forma autogerida, uma carga de trabalho mais equilibrada e até liberdade para atuar em um modelo home office.

A Inteligência Artificial e o mercado de trabalho

Ainda não é tão comum, mas já existem pesquisas para medir o impacto da IA nos ambientes de trabalho. Um exemplo é o estudo “Getting Smarter by the Day: How AI is Elevating the Performance of Global Companies”, realizado pela Tata Consultancy Services.

Após sondar 835 executivos de 13 segmentos da indústria em 4 continentes, foi identificado que apenas em 2016 cerca de US$ 250 milhões foram direcionados por 7% das organizações para soluções de Inteligência Artificial.

Como frutos desse investimento, as que alcançaram maiores ganhos de receita e redução de custos foram exatamente as que apostaram em Inteligência Artificial.

Outra iniciativa de levantamento de informações sobre o tema foi da consultoria e auditoria PricewaterhouseCoopers. Segundo pesquisa da instituição, até 2030 robôs substituirão 38% das vagas de trabalho nos Estados Unidos, 30% no Reino Unido e 21% no Japão. Quanto aos setores mais afetados, a pesquisa prevê que serão os de transportes, armazenamento, manufatura e varejo.

Trabalhos menos operacionais também sofrerão modificações em função do uso de softwares capazes de estruturar textos e resumos financeiros a partir de um banco de dados.

Essas estatísticas não pretendem alarmar profissionais sobre o risco de perda de oportunidades. Ao contrário, outras surgirão e os colaboradores poderão dedicar seu tempo a questões mais estratégicas de sua atividade laboral.

A despeito de alardes, é válido derrubar alguns mitos que pairam sobre a chegada das máquinas inteligentes ao dia a dia do trabalho. Perceba como algumas visões são limitadas e acabam restringindo o reconhecimento do real valor da IA no mercado de trabalho:

  • robôs substituirão humanos: na verdade, eles estarão cada vez mais presentes, mas não no lugar das pessoas, já que eles não invalidam a mente humana;
  • a IA pode substituir gestores: a tomada de decisão sempre será responsabilidade dos gestores de um negócio, tornando-se mais confiável e mais certeira a partir dos subsídios produzidos por inteligência de máquina;
  • máquinas podem ser mais criativas que humanos: o cérebro humano é uma estrutura tão misteriosamente construída que considerar a superação de suas potencialidades por um computador é algo leviano e irreal, pelo menos por enquanto.

Ao mesmo tempo em que algumas posições serão extintas, outras surgirão para administrar as tecnologias que serão inseridas nos ambientes de trabalho. Então, o desafio dos profissionais será desenvolver competências para lidar de forma natural e produtiva com uma realidade de automação e de autonomia das máquinas, até certo ponto.

O planejamento de carreira no contexto da IA

Diante desse cenário inédito e reconstruído a partir de muita inovação tecnológica, cabe aos profissionais de todas as áreas atentar para os desafios que exigirão novas habilidades e muita capacidade de adaptação.

Por isso, é preciso compreender que, na era digital e das inteligências artificiais, as empresas tenderão a buscar profissionais aptos a:

  • preparar um ambiente de inovação, calcado em soluções mais criativas para ajudar o negócio a ser mais competitivo;
  • fornecer consultoria a outros departamentos que eventualmente ainda não tenham sido alvo de profundas mudanças resultantes da implementação de tecnologias cognitivas;
  • entender cada vez mais as premissas da análise de dados, porque a partir de agora tudo dependerá de dinâmicas baseadas e retroalimentadas por dados.

Também é preciso tomar consciência sobre um novo mindset que deve ser firmado e que conduzirá a forma de atuação e de visão de carreira.

Veja alguns desses pressupostos ligados à internalização da Inteligência Artificial e ao novo mundo do trabalho:

  • é preciso um aprimoramento contínuo: a ideia de um emprego para toda a vida agora é obsoleta, já que empresas buscam profissionais ideais para determinadas demandas que podem ter prazo certo para acabar;
  • novos formatos de trabalho se consolidarão: o vínculo empregatício vem sofrendo adaptações e muito têm crescido o trabalho remoto e o autônomo, no estilo freelancer, ampliando as possibilidades de colocação;
  • direitos trabalhistas são mutáveis: a nova realidade do trabalho vem forçando mudanças nas relações entre empregadores e empregados, e é preciso se adaptar aos novos padrões de direitos e deveres estabelecidos;
  • muitas empresas querem profissionais praticamente prontos: no passado, eram comuns programas de capacitação dentro das empresas, mas hoje existe uma tendência à racionalização de custos e espera-se, cada vez mais, que o investimento em aperfeiçoamento parta do próprio colaborador;
  • muita informação exige muita segurança: os profissionais precisam saber lidar com dados do negócio de forma ética, respeitando a confidencialidade e os critérios de acesso aos meios eletrônicos de informações;
  • mudanças pedem engajamento: motivação e valores alinhados com a empresa — o chamado fit cultural — serão requisitos de recrutamento e retenção de talentos cada vez mais valorizados.

O desafio de quem está se preparando para ingressar no mercado de trabalho ou pretende firmar sua carreira e abrir oportunidades de ascensão e de consolidação profissional é muito claro: é vital elevar o nível de conhecimento e o domínio das habilidades necessárias para tirar o maior proveito possível das novas tecnologias.

No caso da Inteligência Artificial, espera-se dos profissionais a busca por capacitação e mudança de paradigmas para aceitar e maximizar os resultados a partir da coexistência entre pessoas e máquinas, colaboradores humanos e não humanos.

Nesse sentido, atuar com robôs será uma realidade cada vez mais frequente, e isso não significa saber programar robôs, mas sim aprender a trabalhar com eles. É preciso considerar que todos os processos passíveis de interpretação por algoritmos serão executados por computadores de forma muito mais eficiente do que por humanos.

De outro lado, por mais incrivelmente inteligentes que máquinas possam ser ou se tornar, algumas capacidades ainda são estritamente humanas, como abstração, sensibilidade e empatia. E isso manterá um espaço cativo para as pessoas em todo tipo de ramo profissional.

Para não estagnar e direcionar a carreira para esse novo contexto, é preciso atualizar-se e zelar por um bom relacionamento interpessoal — habilidade que será cada vez mais enaltecida, porque será um dos pontos de diferenciação entre computadores e homens. Além disso, é importante investir em networking para ter contato com diversos assuntos e inovações experimentadas por outros profissionais em ocasiões diversas.

A Inteligência Artificial saiu da ficção para a vida real de forma irreversível

O russo Isaac Asimov foi um dos mais célebres autores a publicar histórias sobre um futuro dominado por máquinas, como “Eu, Robô” (1950).

Quase 70 anos depois, temos especialistas em mercado de trabalho alegando que a IA poderá alcançar a capacidade cognitiva humana nos próximos 25 a 70 anos, quando uma singularidade tecnológica sem precedentes poderá ser alcançada.

Esse salto mostra que a trajetória de inserção de inteligências computacionais na vida dos indivíduos e no cotidiano das empresas é algo definitivo e irrevogável.

Enquanto o ápice da IA não chega, as empresas e profissionais vão se preparando para se reciclar e absorver esse tipo de tecnologia da forma mais produtiva possível. Por ora, as empresas estão adotando ferramentas para ganhar vantagens operacionais e competitivas e também seguem obtendo insights a partir de toda sorte de informação disponível para definir rumos mais viáveis para seus negócios.

Esse panorama deve conduzir as iniciativas em torno da formação e do desenvolvimento dos indivíduos que querem ter seu lugar ao sol e ser atraentes para o mercado de trabalho. Para esses profissionais, a lição que fica com a força que a Inteligência Artificial vem assumindo é: o futuro já chegou, e cada segundo deve ser aproveitado para se qualificar para os desafios que estão por vir.

O assunto deste post é interessante porque alerta para a construção de um novo percurso profissional e empresarial rumo à internalização de tecnologias de ponta, que é uma tendência sem volta no mercado.

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